Uma tarde de tédio, um vizinho me chamou pra ajudar a carregar umas caixas. Ele tinha se mudado fazia 3 dias, era meu dia de folga, tava sozinho em casa e entediado. Fui lá e, de quebra, fui ver como era a casa dele, já que era nova — antes era só um terreno baldio ali. Descarregamos umas caixas da caminhonete dele, uma geladeira e uma máquina de lavar. Quando terminei, ele perguntou se eu queria conhecer o resto da casa, e eu topei. Ele me mostrou a sala de jantar, a sala de estar, os quartos e, quando entramos no quarto dele, apareceu a mulher dele, Lorena. Uma mina de 26 anos, magrinha, peito pequeno, com umas perninhas bonitas, fininhas mas com carne... Ela me cumprimentou com um beijo, senti o perfume dela e a simpatia dela me passou algo... não sei o quê, mas algo.
Enfim, o assunto ficou por ali. A questão é que fui embora e eles ficaram arrumando as coisas, ainda tinham muito o que fazer.
No dia seguinte, passei andando na frente da casa dela, e ela me cumprimentou e disse:[list]Ela: Lucas, como cê tá?
Eu: Oi Lorena, tô bem e você?
Ela: Tô bem, desculpa te incomodar, mas preciso mudar uns móveis de lugar. Cê pode me ajudar, por favor?
Eu: Claro, Lorena, sem problema.[/list]
Entrei na casa dela, ajudei a arrastar os móveis, e enquanto isso ela me falava que queria deixar espaço pra uma esteira e outros aparelhos que tinha pra malhar.
[list]Eu: ahh, você faz exercícios.
Ela: sim, não quero engordar, nessa idade que tenho é bom ter cuidado.
Eu: Sim, eu também saio pra correr nos fins de semana de manhã.
Ela: ah, que bom, podia ter companhia, sempre saio sozinha.
Eu: haha, não sei se é uma boa.
Ela: por quê? Olhos que não veem, coração que não sente, dizem.
Eu: Sim, é verdade. Bom, preciso ir.[/list]Fui pra minha casa e quase me senti invadido, não esperava que ela falasse comigo daquele jeito, talvez minha mente tenha me pregado uma peça, mas minha mulher tava na casa ao lado, ela é muito ciumenta e poderia arrumar uma confusão.
No sábado de manhã, como em várias das minhas manhãs, saí pra correr. Fui andando até uma praça perto do bairro, e quando cheguei, ela já tava lá fazendo alongamento, parecia que tinha acabado de chegar. Putaria, coincidência ou de propósito, não sabia. Me aproximei e cumprimentei ela.[list]Eu: fala Lorena, beleza? Vai fazer alguma atividade?
Ela: Sim, agora que tenho parceiro tenho que aproveitar.
Eu: haha sim, quantas voltas você dá?
Ela: no meu ritmo, umas 4 ou 5.
Eu: bom, se quiser começar, eu vou devagar pra aquecer um pouco.[/list]
Não consegui evitar de olhar pra bunda dela, era pequenininha mas bem definida, um corpo sem nada de gordura, peito nada, mas a raba bem formadinha, e uma cintura de dar inveja em qualquer mulher.
Caminhamos um pouco, e começamos a correr, verdade, a gente se deu super bem, parecia tudo perfeito, curtíamos as mesmas coisas e sempre tínhamos assunto pra conversar.
Assim ficamos umas duas semanas até que eu perguntei.
[list]Eu: Lorena, você contou tudo isso pro seu marido?
Ela: não, Lucas, não conto isso não porque ele é muito ciumento, não vai entender.
Eu: tudo bem, te entendo, minha mulher também é muito ciumenta, não aceitaria isso.
Ela: é, acho que ela também não aceitaria se fosse sua esposa.
Eu: bom, você também é ciumenta, hein.
Ela: não é que eu seja ciumenta, mas sei ler as intenções das mulheres.
Eu: isso quer dizer que você tem más intenções?
Ela: talvez, espero não ser só eu.[/list]Me deixou gelado. A gente só tinha saído pra correr uns quatro fins de semana e ela já soltou essa. Não sabia se era minha mente suja pregando uma peça em mim ou o quê... Tava com medo de me jogar na piscina e ela não ter água. Ia ser foda, porque era minha vizinha e eu ia ver ela direto, mesmo sem querer. Mas o tesão falou mais alto. Cheguei devagar perto do rosto dela, pra ver qual seria a reação, e vi que era recíproco. A gente se beijou. Adorei aquele beijo, foi tipo de namorados. A gata parecia muito segura do que tava fazendo. A gente tava a só algumas quadras de casa, se beijando em público feito dois adolescentes de 15 anos que não têm compromisso com ninguém. Depois do beijo, ficou um silêncio meio estranho e cada um foi pra sua casa, tipo pra refletir no que a gente tinha feito.
Eu tava confuso. Parecia muito fácil o que tinha rolado, foi rápido demais. Não conseguia acreditar que a gata gostava de mim e tinha feito aquilo sem pensar. E também não queria acreditar que ela era muito piranha, porque não parecia ser pelo jeito dela.
No fim de semana seguinte, mal saí de casa pensando que ia encontrar ela na praça, ela aparece na janela e me chama.[list]Ela: Lucas, entra, a porta tá aberta, passa rápido.
Eu: Lorena, o que foi com você?
Ela: Vem rápido antes que te vejam.[/list]
Entrei na casa dela sem entender porra nenhuma, ela tava lá e começou a me beijar, não entendia nada, perguntei pelo marido dela, ela falou pra eu não me preocupar que ele não tava em casa… comecei a beijar ela, me sentia desconfortável, não conseguia entender o que tava rolando mas tava gostando pra caralho, ela se abaixou, baixou minha calça e começou a me punhetar, tinha a piroca a centímetros da boca dela e com a mão ela me masturbava.[list]Ela: Você gosta que eu te masturbe?
Eu: Sim, eu gosto pra caralho, Lorena. Não quer me chupar um pouco?
Ela: Ahh, safado, quer que eu chupe sua pica? Sabe que não, sou casada, não quero ser infiel.
Eu: Lorena, já fazendo isso, você é a pior das putas.
Ela: Bom, se você é um pecador, a culpa não é minha. Você me chuparia?
Eu: Claro que eu chuparia essa buceta.[/list]
Ela tirou a legging que tava usando, deixou livre aquela bundinha branca linda dela, bem redondinha e pequenina, e abriu as pernas numa poltrona, parecia uma puta fazendo o trabalho dela, não mostrou vergonha nenhuma. Sem entender se era real o que tava vivendo, me joguei de cabeça na buceta dela e comecei a lamber e lamber até sentir ela molhadinha por dentro. Tava super excitada, mas controlada. Continuei chupando aquela pussy linda que ela tinha, sem nenhum cheiro, realmente incrível. Estiquei um pouco mais a língua e não pude deixar de passar a língua no cu dela também, comi bem aquele cu, cheirei ele direitinho, tinha cheiro da pele dela, do perfume, do corpo de mulher — isso me deixava louco de tesão, sentir aquele cheiro próprio dela. Me deitei de bruços na poltrona e ela ficou na posição de 69, colocou o buraquinho do cu na minha cara e eu chupei o cu dela o máximo que pude, não deixei nenhum pedaço sem lamber, enquanto ela me batia uma punheta. Não queria chupar minha rola, até começou a pedir pra eu gozar, por favor, me pedia pra acabar.
Nessa altura do campeonato, eu tava muito excitado e soltei a porra, ao mesmo tempo que enfiava a língua no cu dela. Salpiquei a cara dela de porra, mas a putinha não chupou. Pensei que ia vir uma segunda, mas assustada, ela pediu pra eu ir embora, que o marido podia chegar. Foi tudo muito estranho, fui pra minha casa... No dia seguinte, saí de novo pra rua pra "correr", passei devagar pela casa dela, mas não tava lá ou pelo menos não dava pra ver. Fui pra praça pensando em voltar à realidade e realmente correr, e ela chega no carro e me pede pra subir, vamos pra casa dela de novo.
Sentei na poltrona, ela começou a me beijar, a me tocar por cima da roupa, tava super quente, deixou minha rola bem dura.[list]Ela: agora você quer que eu chupe o seu pau?
Eu: sim, adoraria.
Ela: tá, mas tenho um segredinho que pode ser uma condição.
Ela tirou meu pau da calça e deu duas chupadas. Tinha se feito de rogada tanto que parecia que o boquete era só dela. Senti a língua dela molhada e quente no meu pau, foi uma sensação incrível.
Ela: continuo chupando se você aceitar as condições…
Eu: sim, meu amor, continua chupando, aceito qualquer coisa. (falei todo excitado)
Ela: tá, mas não tem volta.
Eu: não me assusta, qual é a condição?
Ela: Darío, entra por favor.[/list]
A louca chamou o marido, que tava no corredor de casa, nas minhas costas. O cara entrou, pensei que era piada, mas sério, ele tava lá. Ela mandou eu levantar, e ele disse: "Não, Lucas, fica de boa, não esquenta. Não vou meter o bedelho, só vou olhar. Continua, por favor.[list]Ela: Então me diz se aceita a condição, ele só olha.[/list]Já tava na dança, então vamos dançar, pensei comigo. No pior dos casos, a gente pega ela junto, pensei lá no fundo. Ela continuou chupando minha pica, meio pegajosa por causa da situação, eu não podia deixar transparecer que o cara tava ali nos olhando, até que comecei a me sentir mais à vontade aos poucos. Ela sabia como fazer. Chupou minha pica toda, suavemente, e me pediu pra fazer um 69. Agora sim, ia ser do jeito que tinha que ser. Comi a bunda dela de novo, a gostosa era incrível, zero cheiros. O único cheiro que tinha era da pele dela, o perfume de uma mulher com tesão. Ela chupou minha pica toda ereta, quase no limite da explosão, e eu me animei a enfiar um dedinho no cu dela enquanto chupava a buceta dela. Quase não conseguia respirar com toda aquela xota na minha cara. Ela tinha uns pelinhos muito sexy no monte de Vênus, e o resto todo depilado. Alguns pelinhos apareciam bem delicados ao redor do cu dela. Era uma coisa linda o que eu tava vivendo. Num momento, até esqueci que o marido dela tava ali olhando aquela situação.[list][*]Ela: agora me faz sua.[/list]
Sentei no sofá e ela sentou em cima da minha pica, começou a pular em cima da pica assim, pelada, sem camisinha, era uma delícia, tão suave como ela se mexia, como sentia toda aquela buceta, era uma loucura mental o que eu tava vivendo. Nessa minha excitação, olhei pro sofá e o marido dela tava sentado se masturbando enquanto via eu comendo a mulher dele, era inacreditável o que eu tava vivendo. Nisso, tentei ignorar o cara e sentir mais ela, ela acelerou um pouco mais o movimento e eu falei que ia gozar.[list]Ela: Isso lucas goza dentro de mim, jorra tudo dentro da minha buceta.[/list]Sem aguentar nem mais um segundo daquilo que tava vindo, soltei toda a porra dentro da Lorena, dava pra sentir a porra jorrando dentro da buceta dela, de relance vi o marido também gozando na mão dele, com os olhos cravados na raba da Lorena… deixei a roca dentro dela até voltar ao estado de repouso e saiu sozinha, acompanhada da porra, sentia a buceta dela escorrendo cheia do meu leite, essas gotas caindo e batendo na minha roca já murcha… O marido dela levantou e foi embora sem dizer uma palavra… ficamos só nós dois, na sala, tinha perdido a noção do tempo, precisava voltar pra minha casa, me vesti rápido, beijei a Lorena e fui embora, isso foi uma experiência estranha… saí meio desnorteado, era algo bom, mas tinha aquela parada do morbo do marido que só olhava, só olhava…
Bom, amigos, é isso por enquanto, se quiserem a segunda parte, avisem nos comentários, espero que tenham gostado.
Valeu mesmo! Cheguei ao topo da semana! Muito obrigado!!
Tchau!
Enfim, o assunto ficou por ali. A questão é que fui embora e eles ficaram arrumando as coisas, ainda tinham muito o que fazer.
No dia seguinte, passei andando na frente da casa dela, e ela me cumprimentou e disse:[list]Ela: Lucas, como cê tá?
Eu: Oi Lorena, tô bem e você?
Ela: Tô bem, desculpa te incomodar, mas preciso mudar uns móveis de lugar. Cê pode me ajudar, por favor?
Eu: Claro, Lorena, sem problema.[/list]
Entrei na casa dela, ajudei a arrastar os móveis, e enquanto isso ela me falava que queria deixar espaço pra uma esteira e outros aparelhos que tinha pra malhar.
[list]Eu: ahh, você faz exercícios.
Ela: sim, não quero engordar, nessa idade que tenho é bom ter cuidado.
Eu: Sim, eu também saio pra correr nos fins de semana de manhã.
Ela: ah, que bom, podia ter companhia, sempre saio sozinha.
Eu: haha, não sei se é uma boa.
Ela: por quê? Olhos que não veem, coração que não sente, dizem.
Eu: Sim, é verdade. Bom, preciso ir.[/list]Fui pra minha casa e quase me senti invadido, não esperava que ela falasse comigo daquele jeito, talvez minha mente tenha me pregado uma peça, mas minha mulher tava na casa ao lado, ela é muito ciumenta e poderia arrumar uma confusão.
No sábado de manhã, como em várias das minhas manhãs, saí pra correr. Fui andando até uma praça perto do bairro, e quando cheguei, ela já tava lá fazendo alongamento, parecia que tinha acabado de chegar. Putaria, coincidência ou de propósito, não sabia. Me aproximei e cumprimentei ela.[list]Eu: fala Lorena, beleza? Vai fazer alguma atividade?
Ela: Sim, agora que tenho parceiro tenho que aproveitar.
Eu: haha sim, quantas voltas você dá?
Ela: no meu ritmo, umas 4 ou 5.
Eu: bom, se quiser começar, eu vou devagar pra aquecer um pouco.[/list]
Não consegui evitar de olhar pra bunda dela, era pequenininha mas bem definida, um corpo sem nada de gordura, peito nada, mas a raba bem formadinha, e uma cintura de dar inveja em qualquer mulher.
Caminhamos um pouco, e começamos a correr, verdade, a gente se deu super bem, parecia tudo perfeito, curtíamos as mesmas coisas e sempre tínhamos assunto pra conversar.
Assim ficamos umas duas semanas até que eu perguntei.
[list]Eu: Lorena, você contou tudo isso pro seu marido?
Ela: não, Lucas, não conto isso não porque ele é muito ciumento, não vai entender.
Eu: tudo bem, te entendo, minha mulher também é muito ciumenta, não aceitaria isso.
Ela: é, acho que ela também não aceitaria se fosse sua esposa.
Eu: bom, você também é ciumenta, hein.
Ela: não é que eu seja ciumenta, mas sei ler as intenções das mulheres.
Eu: isso quer dizer que você tem más intenções?
Ela: talvez, espero não ser só eu.[/list]Me deixou gelado. A gente só tinha saído pra correr uns quatro fins de semana e ela já soltou essa. Não sabia se era minha mente suja pregando uma peça em mim ou o quê... Tava com medo de me jogar na piscina e ela não ter água. Ia ser foda, porque era minha vizinha e eu ia ver ela direto, mesmo sem querer. Mas o tesão falou mais alto. Cheguei devagar perto do rosto dela, pra ver qual seria a reação, e vi que era recíproco. A gente se beijou. Adorei aquele beijo, foi tipo de namorados. A gata parecia muito segura do que tava fazendo. A gente tava a só algumas quadras de casa, se beijando em público feito dois adolescentes de 15 anos que não têm compromisso com ninguém. Depois do beijo, ficou um silêncio meio estranho e cada um foi pra sua casa, tipo pra refletir no que a gente tinha feito.
Eu tava confuso. Parecia muito fácil o que tinha rolado, foi rápido demais. Não conseguia acreditar que a gata gostava de mim e tinha feito aquilo sem pensar. E também não queria acreditar que ela era muito piranha, porque não parecia ser pelo jeito dela.
No fim de semana seguinte, mal saí de casa pensando que ia encontrar ela na praça, ela aparece na janela e me chama.[list]Ela: Lucas, entra, a porta tá aberta, passa rápido.
Eu: Lorena, o que foi com você?
Ela: Vem rápido antes que te vejam.[/list]
Entrei na casa dela sem entender porra nenhuma, ela tava lá e começou a me beijar, não entendia nada, perguntei pelo marido dela, ela falou pra eu não me preocupar que ele não tava em casa… comecei a beijar ela, me sentia desconfortável, não conseguia entender o que tava rolando mas tava gostando pra caralho, ela se abaixou, baixou minha calça e começou a me punhetar, tinha a piroca a centímetros da boca dela e com a mão ela me masturbava.[list]Ela: Você gosta que eu te masturbe?
Eu: Sim, eu gosto pra caralho, Lorena. Não quer me chupar um pouco?
Ela: Ahh, safado, quer que eu chupe sua pica? Sabe que não, sou casada, não quero ser infiel.
Eu: Lorena, já fazendo isso, você é a pior das putas.
Ela: Bom, se você é um pecador, a culpa não é minha. Você me chuparia?
Eu: Claro que eu chuparia essa buceta.[/list]
Ela tirou a legging que tava usando, deixou livre aquela bundinha branca linda dela, bem redondinha e pequenina, e abriu as pernas numa poltrona, parecia uma puta fazendo o trabalho dela, não mostrou vergonha nenhuma. Sem entender se era real o que tava vivendo, me joguei de cabeça na buceta dela e comecei a lamber e lamber até sentir ela molhadinha por dentro. Tava super excitada, mas controlada. Continuei chupando aquela pussy linda que ela tinha, sem nenhum cheiro, realmente incrível. Estiquei um pouco mais a língua e não pude deixar de passar a língua no cu dela também, comi bem aquele cu, cheirei ele direitinho, tinha cheiro da pele dela, do perfume, do corpo de mulher — isso me deixava louco de tesão, sentir aquele cheiro próprio dela. Me deitei de bruços na poltrona e ela ficou na posição de 69, colocou o buraquinho do cu na minha cara e eu chupei o cu dela o máximo que pude, não deixei nenhum pedaço sem lamber, enquanto ela me batia uma punheta. Não queria chupar minha rola, até começou a pedir pra eu gozar, por favor, me pedia pra acabar.
Nessa altura do campeonato, eu tava muito excitado e soltei a porra, ao mesmo tempo que enfiava a língua no cu dela. Salpiquei a cara dela de porra, mas a putinha não chupou. Pensei que ia vir uma segunda, mas assustada, ela pediu pra eu ir embora, que o marido podia chegar. Foi tudo muito estranho, fui pra minha casa... No dia seguinte, saí de novo pra rua pra "correr", passei devagar pela casa dela, mas não tava lá ou pelo menos não dava pra ver. Fui pra praça pensando em voltar à realidade e realmente correr, e ela chega no carro e me pede pra subir, vamos pra casa dela de novo.
Sentei na poltrona, ela começou a me beijar, a me tocar por cima da roupa, tava super quente, deixou minha rola bem dura.[list]Ela: agora você quer que eu chupe o seu pau?
Eu: sim, adoraria.
Ela: tá, mas tenho um segredinho que pode ser uma condição.
Ela tirou meu pau da calça e deu duas chupadas. Tinha se feito de rogada tanto que parecia que o boquete era só dela. Senti a língua dela molhada e quente no meu pau, foi uma sensação incrível.
Ela: continuo chupando se você aceitar as condições…
Eu: sim, meu amor, continua chupando, aceito qualquer coisa. (falei todo excitado)
Ela: tá, mas não tem volta.
Eu: não me assusta, qual é a condição?
Ela: Darío, entra por favor.[/list]
A louca chamou o marido, que tava no corredor de casa, nas minhas costas. O cara entrou, pensei que era piada, mas sério, ele tava lá. Ela mandou eu levantar, e ele disse: "Não, Lucas, fica de boa, não esquenta. Não vou meter o bedelho, só vou olhar. Continua, por favor.[list]Ela: Então me diz se aceita a condição, ele só olha.[/list]Já tava na dança, então vamos dançar, pensei comigo. No pior dos casos, a gente pega ela junto, pensei lá no fundo. Ela continuou chupando minha pica, meio pegajosa por causa da situação, eu não podia deixar transparecer que o cara tava ali nos olhando, até que comecei a me sentir mais à vontade aos poucos. Ela sabia como fazer. Chupou minha pica toda, suavemente, e me pediu pra fazer um 69. Agora sim, ia ser do jeito que tinha que ser. Comi a bunda dela de novo, a gostosa era incrível, zero cheiros. O único cheiro que tinha era da pele dela, o perfume de uma mulher com tesão. Ela chupou minha pica toda ereta, quase no limite da explosão, e eu me animei a enfiar um dedinho no cu dela enquanto chupava a buceta dela. Quase não conseguia respirar com toda aquela xota na minha cara. Ela tinha uns pelinhos muito sexy no monte de Vênus, e o resto todo depilado. Alguns pelinhos apareciam bem delicados ao redor do cu dela. Era uma coisa linda o que eu tava vivendo. Num momento, até esqueci que o marido dela tava ali olhando aquela situação.[list][*]Ela: agora me faz sua.[/list]
Sentei no sofá e ela sentou em cima da minha pica, começou a pular em cima da pica assim, pelada, sem camisinha, era uma delícia, tão suave como ela se mexia, como sentia toda aquela buceta, era uma loucura mental o que eu tava vivendo. Nessa minha excitação, olhei pro sofá e o marido dela tava sentado se masturbando enquanto via eu comendo a mulher dele, era inacreditável o que eu tava vivendo. Nisso, tentei ignorar o cara e sentir mais ela, ela acelerou um pouco mais o movimento e eu falei que ia gozar.[list]Ela: Isso lucas goza dentro de mim, jorra tudo dentro da minha buceta.[/list]Sem aguentar nem mais um segundo daquilo que tava vindo, soltei toda a porra dentro da Lorena, dava pra sentir a porra jorrando dentro da buceta dela, de relance vi o marido também gozando na mão dele, com os olhos cravados na raba da Lorena… deixei a roca dentro dela até voltar ao estado de repouso e saiu sozinha, acompanhada da porra, sentia a buceta dela escorrendo cheia do meu leite, essas gotas caindo e batendo na minha roca já murcha… O marido dela levantou e foi embora sem dizer uma palavra… ficamos só nós dois, na sala, tinha perdido a noção do tempo, precisava voltar pra minha casa, me vesti rápido, beijei a Lorena e fui embora, isso foi uma experiência estranha… saí meio desnorteado, era algo bom, mas tinha aquela parada do morbo do marido que só olhava, só olhava…
Bom, amigos, é isso por enquanto, se quiserem a segunda parte, avisem nos comentários, espero que tenham gostado.
Valeu mesmo! Cheguei ao topo da semana! Muito obrigado!!
Tchau!
16 comentários - A vizinha gostosa do lado
Esto acaba pajeandome yo tambien