Há um tempo eu tinha terminado um relacionamento bem complicado, mas prazeroso no quesito sexual, acho que por isso foi um verdadeiro inferno. Minha namorada era uma puta sádica, louca, mimada, exigente, autoritária, absorvente de todas as formas imagináveis. Corpo escultural de 18 anos, uns peitos lindos e uma bunda gigante que todo mundo virava pra olhar. Por um tempo, fui o mais invejado do bairro. Ela era a princesinha do papai na rua. Mas na cama era a maior puta do mundo. E era minha!
Nessa época, eu estudava, trabalhava e ia pra academia, mas também vivia na bagunça, muita noite, mulher, álcool e droga. E de dia era o senhor atencioso, um careta que não aguentei por muito tempo. Apesar de poder ter a gostosa que quisesse, não conseguia parar de transar com minha namorada, aliás, agora que penso, nem sei quando a gente oficializou. Passávamos o tempo todo fodendo, muitas vezes na porta da casa dela, tive que pedir pra ela parar porque os vizinhos olhavam, mas parecia que ela ficava mais excitada. Muitas vezes ela foi dormir com a buceta cheia de porra. E eu, satisfeito e metido, com um sorriso enorme, ia pra farra. No dia seguinte vinha o inferno, milhares de ligações pra casas de parentes e amigos, gente preocupada se tinha acontecido algo comigo, meus pais me procurando em delegacias e hospitais, e eu inconsciente na casa de alguma gostosa ou de algum desconhecido conhecido. Depois disso vinha o sermão eterno do meu pai, do pai dela, dela e meu "não vai acontecer de novo, desculpa". E de novo a mesma foda, a mesma excitação eterna, boquetes intermináveis em que ela me ameaçava morder se eu gozasse antes que ela quisesse, e ela fazia isso, não ligava pra minha dor, e eu meio que ficava excitado.
Uma noite ela me encontrou conversando com um traficante do bairro, eu disse que era um amigo, um cara legal. E ela falou: "Esse cara legal vende droga, você se droga?" Claro que neguei na hora, mas ficou a dúvida nela. Uma tarde a gente conversou e ela disse que talvez os pais não fossem estar em casa à noite, eu tinha Tudo certo. A merca no bolso, a casa de um amigo vazia, e o que a noite me oferecesse. Falei pra ela que se fossem, eu dava uma passada lá. Que ia estar por perto jogando videogame com os amigos. Os pais foram embora e eu, como sempre, nunca respondi as mensagens nem as ligações dela. Pra ser sincero, já tava cansado dela, mas não conseguia parar de comer ela. Naquela noite, ela saiu pra me procurar. Nunca dei o endereço de onde eu ia estar, mas ela chegou até lá. Eu, com os sentidos mais aguçados do que nunca, ouvia ao longe meu nome sendo chamado uma vez e outra, até que percebi que era verdade: estavam me chamando lá de fora. Meus amigos, no mesmo estado ou pior, me obrigaram a sair. A cena foi muito de filme. Ela tava com umas botas pretas e um casacão longo até abaixo dos joelhos, cabelo liso e lábios vermelhos. "Olha como te esperava em casa", ela disse. Tirou o casaco e mostrou um conjunto vermelho de renda. Na hora fiquei duro, nem liguei pros meus amigos. Avancei nela, mas levei vários socos e tapas. Não tava nem aí, a putaria foi maior pros dois. Acabamos transando no carro de um dos caras. Quando terminamos, ela falou: "Você vai me pagar por essa". Passaram-se dois ou três dias sem nos vermos, mas a gente falava no telefone quase todo dia por horas. Não sei o que era pior. Uma tarde cheguei em casa e encontrei ela tomando chimarrão com minha mãe, que me olhou horrorizada, indignada, envergonhada. Ela me mandou sentar e me deu uns folhetos de uma clínica de reabilitação pra pessoas com problemas de dependência química. O mundo explodiu dentro de mim. Gritei, falei um monte, e ela sorria e dizia que toda minha raiva e violência naquele momento era fruto do meu vício. Passei vários meses internado, feito um idiota por causa dos remédios que me obrigavam a tomar, recebendo cartas dela com frases tipo: "Te falei que você ia me pagar", "Faz a Booty pra mim" ou coisas assim que me deixavam doente de verdade. Até hoje, pra minha família, sou uma vergonha pelo que fiz. E ela, minha salvadora.
Nessa época, eu estudava, trabalhava e ia pra academia, mas também vivia na bagunça, muita noite, mulher, álcool e droga. E de dia era o senhor atencioso, um careta que não aguentei por muito tempo. Apesar de poder ter a gostosa que quisesse, não conseguia parar de transar com minha namorada, aliás, agora que penso, nem sei quando a gente oficializou. Passávamos o tempo todo fodendo, muitas vezes na porta da casa dela, tive que pedir pra ela parar porque os vizinhos olhavam, mas parecia que ela ficava mais excitada. Muitas vezes ela foi dormir com a buceta cheia de porra. E eu, satisfeito e metido, com um sorriso enorme, ia pra farra. No dia seguinte vinha o inferno, milhares de ligações pra casas de parentes e amigos, gente preocupada se tinha acontecido algo comigo, meus pais me procurando em delegacias e hospitais, e eu inconsciente na casa de alguma gostosa ou de algum desconhecido conhecido. Depois disso vinha o sermão eterno do meu pai, do pai dela, dela e meu "não vai acontecer de novo, desculpa". E de novo a mesma foda, a mesma excitação eterna, boquetes intermináveis em que ela me ameaçava morder se eu gozasse antes que ela quisesse, e ela fazia isso, não ligava pra minha dor, e eu meio que ficava excitado.
Uma noite ela me encontrou conversando com um traficante do bairro, eu disse que era um amigo, um cara legal. E ela falou: "Esse cara legal vende droga, você se droga?" Claro que neguei na hora, mas ficou a dúvida nela. Uma tarde a gente conversou e ela disse que talvez os pais não fossem estar em casa à noite, eu tinha Tudo certo. A merca no bolso, a casa de um amigo vazia, e o que a noite me oferecesse. Falei pra ela que se fossem, eu dava uma passada lá. Que ia estar por perto jogando videogame com os amigos. Os pais foram embora e eu, como sempre, nunca respondi as mensagens nem as ligações dela. Pra ser sincero, já tava cansado dela, mas não conseguia parar de comer ela. Naquela noite, ela saiu pra me procurar. Nunca dei o endereço de onde eu ia estar, mas ela chegou até lá. Eu, com os sentidos mais aguçados do que nunca, ouvia ao longe meu nome sendo chamado uma vez e outra, até que percebi que era verdade: estavam me chamando lá de fora. Meus amigos, no mesmo estado ou pior, me obrigaram a sair. A cena foi muito de filme. Ela tava com umas botas pretas e um casacão longo até abaixo dos joelhos, cabelo liso e lábios vermelhos. "Olha como te esperava em casa", ela disse. Tirou o casaco e mostrou um conjunto vermelho de renda. Na hora fiquei duro, nem liguei pros meus amigos. Avancei nela, mas levei vários socos e tapas. Não tava nem aí, a putaria foi maior pros dois. Acabamos transando no carro de um dos caras. Quando terminamos, ela falou: "Você vai me pagar por essa". Passaram-se dois ou três dias sem nos vermos, mas a gente falava no telefone quase todo dia por horas. Não sei o que era pior. Uma tarde cheguei em casa e encontrei ela tomando chimarrão com minha mãe, que me olhou horrorizada, indignada, envergonhada. Ela me mandou sentar e me deu uns folhetos de uma clínica de reabilitação pra pessoas com problemas de dependência química. O mundo explodiu dentro de mim. Gritei, falei um monte, e ela sorria e dizia que toda minha raiva e violência naquele momento era fruto do meu vício. Passei vários meses internado, feito um idiota por causa dos remédios que me obrigavam a tomar, recebendo cartas dela com frases tipo: "Te falei que você ia me pagar", "Faz a Booty pra mim" ou coisas assim que me deixavam doente de verdade. Até hoje, pra minha família, sou uma vergonha pelo que fiz. E ela, minha salvadora.
2 comentários - Inferno Viciante