As aparências enganam (final)

Ele não disse nada enquanto voltávamos para casa. Pelo retrovisor, eu olhava para trás e conseguia ver os faróis de um carro que nos seguia de perto, mas ele permaneceu em silêncio.
Quando faltavam algumas quadras, vi que ele se soltou e se recostou no banco.
— Olha, sobrinho, tenho medo que seu amigo descubra quem eu sou e torne minha vida impossível — disse, calma.
— Tia, ele não vai descobrir nada. Olha, a gente chega e eu te escondo no meu quarto, com a desculpa de que no seu apartamento tem visita. Convido ele para subir e levo direto pro meu quarto. É separado da casa. Se meus pais voltarem, é só falar que meu amigo veio dormir aqui, e você saiu com uma amiga. Ninguém vai desconfiar, e menos ainda de você, que tem fama de recatada e fria.
— Não sei se o que você está dizendo é um elogio ou um insulto, mas enfim, isso me acontece por me descontrolar. Minhas amigas sempre falam que minhas putarias iam acabar complicando minha vida, mas a gente é do jeito que é.
Ele não disse mais nada. Mandei uma mensagem pro meu amigo dizendo pra esperar no carro na rua até eu avisar. Li pra minha tia, que concordou, e entramos no estacionamento do prédio. O estacionamento não tinha vagas fixas pros proprietários, e como era fim de semana, tinha muitas vazias porque o pessoal estava viajando. Ele foi pro fundo, bem longe das vagas que a gente costumava usar, e estacionou. Dessa forma, se meus pais voltassem, não veriam o carro dele e a história seria mais convincente.
Ele estacionou e descemos. Deixei ela caminhar na frente enquanto eu apreciava sua figura rebolante e meu pau ia ficando duro. Entramos no elevador e lá eu a ataquei com desespero, beijando e apalpando ela com vontade, sem que ela se segurasse nem um pouco. Ela acariciou meu pau por cima da roupa, como a experiente que era. Quando o elevador parou, a gente se separou como se tivesse levado um choque.
Entramos no apartamento e, assim que chegamos, eu literalmente pulei em cima dela, e ela me repeliu com a mesma energia.
— Shhh. Não seja bobo. Primeiro vamos ver Se seus pais não voltaram, ela me chamou com razão.
Rapidamente fui até o quarto deles. A porta estava aberta e não tinha ninguém lá dentro. Revirei o lugar. Nada. Quando voltei para a sala, minha tia não estava. Intrigado, fui até o quarto dela, e nada. Revirei tudo de novo e não a encontrei. Então, fui para o meu quarto.

Na cama, coberta até o pescoço, estava minha tia, sorridente.
— Tá com pressa, hein? — disse sorrindo, enquanto começava a tirar a roupa.
— Em boca fechada não entra pica, sobrinho.

Ela me olhava com interesse enquanto eu me despia. Quando fiquei pelado e com meu pau apontando para o céu de tão duro que estava, me aproximei da cama.
— Você é um péssimo amigo — ela disse sorrindo.

Parei, intrigado.
— Por que diz isso?
— Deixa seu amigo do lado de fora com esse frio — falou com os olhos brilhando.

Olhei para ela e sorri.
— Pra ser sincero, tia, você é muito mais puta do que eu consigo aguentar sozinho. É melhor chamar reforço. E até que pena não ter três ou quatro amigos por perto pra ver se a gente consegue te cansar de tanto meter — falei enquanto digitava uma mensagem pro meu amigo. Enquanto isso, a mão dela agarrou meu pau e começou a me masturbar devagar.

“Te esperando”
“Tô indo”
“Fecha a porta quando entrar”
“Ok”

Com pena, fiz minha tia soltar o pau, e rapidamente fui abrir a porta. Voltei correndo.
— Continua, continua — me aproximei da cama, e a mão dela voltou ao trabalho.

Ouvimos a porta abrindo e fechando, a chave girando e passos se aproximando.
Fechei os olhos e imaginei a cena que o Richard veria quando entrasse, e meu pau deu um pulo.

A porta do quarto se abriu e fechou na hora.
— Nossa, começaram sem mim. Vou ter que recuperar o tempo perdido — ele disse enquanto se despia rapidamente. Quando ficou pelado, deitou na cama ao lado da minha tia e começou a beijar sua boca.
— Você tem um camisola sexy? — perguntou entre um beijo e outro.
— A mais sexy — ela respondeu, enquanto com a outra mão acariciava sua nuca. Ela se levantou da cama e ergueu os lençóis do lado dela. Sorriu com luxúria.
- Você tem razão, putinha, você tem razão – e sem dizer mais nada, ele se enfiou debaixo dos lençóis com ela. Uma vez lá, continuou beijando-a e dava para sentir que ele a acariciava por baixo do tecido.

Aos poucos, ele a fez virar até colocá-la de lado, enquanto ele se encostava atrás dela. Minha tia trocou de mão para continuar me masturbando.

Richard olhou para mim.
- Não enjoa de ela usar só a mão? – perguntou, e sem esperar resposta, acrescentou: – Ajoelha no chão em frente à boca dela.
Entendi suas intenções e pelo gesto vi que minha tia também. Me aproximei e assumi a posição sugerida. Para minha tia, de lado como estava, meu pau ficou numa posição confortável para trocar as carícias da mão dela pela sucção da boca, e ela começou a chupar como uma louca.

- Ela tá doida – falei, fechando os olhos para tentar não gozar.
- É que ela sabe o que vai acontecer agora – disse meu amigo, enquanto se acomodava lentamente atrás da minha tia direitinha. A boca predatória parou, relaxou por um momento e depois recomeçou com desespero o boquete mais gostoso que já fizeram na minha vida. De vez em quando ela parava, gemia e depois continuava chupando. Richard começou a se mexer e era evidente o que estava acontecendo debaixo dos lençóis. O safado estava comendo ela. Mas os gemidos da minha tia não tinham explicação.

- Filho da puta, você tá comendo ela – falei, entre dentes.
- Não se irrita que pra você também tem – disse Richard. – Vamos, puxa os lençóis – ele me ordenou.
Fiz isso e pude ver em sua plenitude a cópula perfeita. Mas com um detalhe especial: ele tinha perfurado o cu dela. Quando aquele pau entrava, minha tia gemia, e assim foi até que as bolas do macho bateram contra o corpo dela.

Ele a colocou por cima dele, ficando imóvel com o pau profundamente cravado no ânus dela. Minha tia me pediu que cuidasse dos peitos e do clitóris dela, o que fiz rapidamente. Quando minha mão tocou a buceta dela, minha tia gozou feito uma gostosa.
- Mas que tesão que tá essa puta safada. disse Richard.
- Nem imaginam, carneirinhos, nem imaginam, disse minha tia no auge do orgasmo, com os olhos fechados.
- Vamos lá, cara, disse Richard, mira e faz um alvo perfeito. Peguei meu pau furioso e posicionei na entrada da sua buceta. Minha tia, com um movimento hábil, engoliu ele por completo. A cena era bizarra. Richard com as costas contra o colchão, com o pau dele cravado totalmente no cu da minha tia, minha tia gozando como uma puta e eu entre as pernas dela, ajoelhado e começando a bombear rapidamente.

Minha tia chorava de prazer, e por vários minutos eu dei com tudo. Enfiei até o talo, mexi pros lados, em círculos, esfreguei todas as paredes da sua buceta com meu pau e finalmente, gozei com fúria, como se fosse minha última foda. Nunca me esvaziei daquele jeito.

Tentei não gritar por causa dos vizinhos, mas meus suspiros foram profundos, acompanhando cada jato, cada leitada que regou a xota da minha tia. Quando finalmente me acalmei, desmontei. Minha tia, enquanto isso, teve um orgasmo atrás do outro e estava completamente mole.

Richard a virou até deixá-la de quatro.
- Por favor, por favor, espera eu me recuperar, suplicou minha tia. Richard a pegou pelos cabelos e, como um selvagem, começou uma enfiada e puxada bestial. Era impressionante ver aquele pau sair quase por completo e depois entrar até o talo no seu cu.
- Nããããão, você me mata, me mata, soluçava minha tia. Por um momento pensei em intervir, me aproximei da cama, mas Richard me deteve com um olhar.
- Da outra vez eu te dei no cu, filha da puta, e você nem sentiu. Hoje vou me certificar de que nunca esqueça do meu pau. Vamos ver quantos orgasmos você aguenta sem desmaiar. Penso te dar até você pedir por favor.
- E não termina aí. Depois eu vou no cu também, que já estou ficando duro de novo de ver uma puta dessas, disse enquanto começava a me masturbar lentamente.
- Não, por favor, tem piedade, so… Tive medo que ela dissesse sobrinho, então enfiei na boca dela de uma vez, até o fundo da garganta. fazendo ela quase engasgar. Puxei um pouco e deixei ali.
- Isso, esquenta bem e lubrifica, mesmo que não vá precisar. Seu cu vai ficar igual a uma estrada depois que o pauzão do Richard acabar com você. O meu nem vai fazer cócegas, falei, disfarçando para o Richard não suspeitar. Mas ele estava tão feliz com a sodomização que acho que não ouviu nada do que minha tia disse.

Richard continuou, e continuou, até minha tia começar a fraquejar. Claramente os anos estavam pregando peça nela quando se tratava de paus jovens e inesgotáveis, como ela gostava.

Finalmente Richard começou a gemer e acelerar até enfiar até o fundo e, segurando seu pescoço, começou a encher ela com vontade. A pressão no pescoço fez minha tia gozar mais uma vez, caindo sobre a cama e arrastando o macho que estava enfiado nela.

Quando Richard desmontou, por um momento senti pena da minha tia. Ela estava toda aberta, com sêmen escorrendo pelos dois buracos. Mas eu não ia mostrar nenhuma contemplação. Se quer ser uma puta, tem que ser tratada como puta.

Peguei ela pelas pernas e a coloquei de joelhos na beirada da cama, com o tronco apoiado no colchão. Abri suas pernas e me posicionei atrás. Minha tia estava semi-inconsciente. Acomodei meu pau, mirei no cu dela como se tivesse uma mira e enfiei de uma vez. O corpo dela se sacudiu um instante e depois ficou imóvel.

- Agora vou esperar você recuperar. Quero que sinta minha porra quente no fundo do seu cu quando eu gozar, falei no ouvido enquanto beijava suas orelhas, pescoço e costas.

Lentamente ela foi voltando a si e começou a responder às minhas investidas.

Quando jorrei dentro dela, ela estava totalmente consciente e aproveitou muito.

Finalmente, tudo se acalmou.

Minha tia ficou ajoelhada no chão com o corpo sobre a cama, eu caí de lado no chão e Richard apoiado na cabeceira da cama, se... masturbava lentamente um pau que começava a ficar duro.
Minha tia ergueu a cabeça e olhou para ele.
— Não teve o suficiente?
— E você?
— Eu não tenho problemas, disse minha tia com arrogância.
— Bom, vem chupar meu pau, ele disse, e minha tia rastejou pela cama até chegar ao mastro semiereto e começou a passar a língua nele como se fosse um sorvete.
— O que acontece, putinha, é que duas vezes eu te comi, mas ainda não provei sua buceta. Acho que é hora de você sentir meu leite bem lá dentro, inundando seu útero, ele dizia enquanto acariciava seus peitos. O safado sabia que essas frases deixavam minha tia louca, que começou a chupar com vontade.
Por fim, ele a deitou de costas na cama, levantou suas pernas sobre os ombros e a enfiou lentamente até o fundo, chegando a ficar apoiado na ponta dos pés, enquanto todo seu corpo se sustentava na ponta do pau que estava profundamente cravado no buraco da minha tia. E então ele a fodeu com consciência. Nunca vi ninguém foder uma mulher daquela maneira. Claro, como já tinha gozado, ele não tinha pressa nenhuma, então por mais de 20 minutos ele a perfurou fundo e devagar, fazendo minha tia gozar como poucas vezes na vida, segundo o que ela mesma dizia.
Quando finalmente a inundou de porra, tive vontade de aplaudir. A execução tinha sido memorável.
Depois de um tempo, convenci o Richard a ir embora antes que meus pais voltassem, e então eu acompanharia a mulher até a casa dela, eu disse.
Richard foi embora, e minha tia se vestiu às pressas.
— Gostou, tiazinha? perguntei contente.
— Foi uma loucura, sobrinho. Você é bom na cama, mas seu amigo é uma verdadeira joia. Acho que meu tanque está cheio por várias semanas. Minhas amigas não vão acreditar no que eu comi nessa viagem.
— Mas eu não, tiazinha, então amanhã, quando todo mundo for embora, vou te acordar na sua cama. Quero te dar a mamadeira, disse sorrindo.
— Você é muito safado, menino, muito safado, disse minha tia enquanto saía do meu quarto e se perdia na sua. Demorou um tempão até meus pais voltarem. Naquela hora, a casa estava tranquila, como se nada tivesse acontecido. Minha tia ficou na minha casa mais 10 dias. Como prometi, toda manhã quando ficávamos sozinhos, eu dava o café da manhã pra ela. Às vezes ela tomava meu leite, e outras vezes, quando a gente tinha mais tempo, ela preferia guardar em outro lugar. Nem sempre no mesmo. Desde que ela foi embora, pra falar a verdade, sinto saudade.

3 comentários - As aparências enganam (final)

uy dios, te daria todos los puntos pero no tengo
muy bueno...!! lástima que se fué...jeje..!!