Compartilho este relato que encontrei há vários anos.
CAPÍTULOS ANTERIORES:
Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 1]
Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 2]Ao chegar em casa, minha mãe foi pro quarto dela, com certeza pra colocar uma roupa íntima. Pouco depois, saiu com um roupão semitransparente, talvez pra gente ver que tava de calcinha e sutiã, deixando à mostra o corpo maduro e gostoso dela. Ela se aproxima e pergunta se a gente quer jantar alguma coisa, ou se tem algo pra conversar, talvez tentando descobrir algo sobre o que rolou no depósito. Minha irmã falou que não ia jantar e que iria pro quarto dela revisar os deveres da escola. Eu disse que só ia tomar um suco e ver TV antes de dormir. Minha mãe, suspirando aliviada, relaxou um pouco achando que eu não sabia da foda que ela tinha levado minutos antes. Confiante, chegou perto pra me dar um beijo na bochecha, e eu aproveitei pra abraçar ela, colocando uma mão no ombro dela e a outra na parte de baixo das costas, bem perto da bunda dela, que eu pude sentir por baixo do roupão, roçando sutilmente com meu dedo mindinho a dobra da calcinha fio dental dela. Senti o corpo dela quentinho, talvez ainda excitada, porque acho que ela não teve orgasmo nenhum quando foi comida, já que acho que faltou mais pau pra ela ficar satisfeita. Com o contato com ela, e já com minha mão perto da bunda dela, não consegui evitar que meu pau reagisse, começando a crescer. De propósito, encostei meu corpo no da minha mãe, pra ver qual seria a reação dela, me arriscando a levar uma bronca. E ao sentir minha dureza na pélvis dela, talvez tenha sido minha imaginação, mas senti por um momento que ela se apertou mais contra mim, e fez um pequeno movimento circular com a pélvis, como se quisesse sentir meu pau. Depois de me dar o beijo na bochecha, ela se afastou do meu abraço devagar, nervosa e um pouco ofegante, desfazendo a aproximação que durou um instante, mas que eu curti pra caralho. Ela disse que ia tomar um banho, porque tava cansada.
Ela foi pro banheiro, rebolando de um jeito bem marcado. Sensualidade, a bunda linda dela, destacando o biquíni que mal conseguia segurar aquele par de bundões gostosos; tomei meu suco e me deitei na cama vendo TV, pouco depois minha mãe saiu do banheiro, enrolada numa toalha, e mandou eu tomar banho também. Fui fazer isso sem tirar os olhos do corpo gostoso dela, e antes de fechar a porta do banheiro, vi minha mãe, de costas pra mim, tirando a toalha que a cobria pra vestir a calcinha. Vi a bunda nua dela, que ao se abaixar pra colocar a calcinha, pude admirar aquela raba gostosa, e comecei a ficar excitado de novo. Aproveitando que ela não tava olhando, comecei a me masturbar vendo ela se vestir de um jeito muito sexy. Já de camisola curta pra dormir e sem sutiã, ela foi até o espelho se admirar, se achando linda e gostosa. Satisfeita com a roupa, foi pra cama e se deitou pra ver TV. Antes de fechar a porta do banheiro, vi que, deitada, ela virou de bruços e aquelas bundinhas lindas dela sobressaíam como dois vulcões em erupção, e entre as nádegas aparecia o biquíni vermelho bonito, que entrava de leve naquela raba gostosa. Com isso, me masturbei freneticamente e gozei do lado da porta do banheiro, imaginando estar em cima daquela bunda gostosa da minha mãe, comendo ela igual o Dom Saúl tinha comido há pouco. Fantasiei com meu pau todo enfiado na buceta da minha mãe e terminando de depositar todo o sêmen que gozei dentro da boceta dela.
Sem ela perceber minha ação tarada e a punheta, limpei os restos de porra e me apressei pra tomar banho, pra ficar perto da minha mãe. Quando saí, vi ela na mesma posição, com aquele rabão empinado, mostrando tudo pra minha alegria. Sem ela me ver e sem tirar os olhos da bunda dela, me deitei ao lado, lembrando como aquele velho metia o pauzão dele entre as nádegas da minha mãe. De novo, fantasiei ser eu, o filho dela, quem ia aproveitar aquele bundão naquela mesma noite. Me aproximei do lado dela. Ela tá deitada de bruços com a cabeça na almofada, falo baixinho perguntando se ela tá dormindo e ela não responde. Fico olhando ela com cuidado e vejo a cabeça dela virada pra mim, admiro o rostinho bonito dela com os olhos fechados, e acho que tenho uma mãe muito gostosa. Vou passando o olhar até chegar na bunda linda dela, que tá aparecendo porque a camisola curta de dormir subiu até o começo das nádegas carnudas, mostrando a calcinha vermelha pequenininha, meio enfiada na racha do rabo. Fico todo feliz com essa visão maravilhosa, e juro que era a bunda mais linda que já vi tão perto na minha vida de adolescente, pela simetria firme e pelas curvas perfeitas. Essa visão fez meu pau ficar duro de novo, igual um mastro. Todo excitado, tiro ele do pijama e começo a bater uma devagar, sem tirar o olho da bunda dela. Depois de alguns segundos batendo uma, vejo com medo que minha mãe tá de olho aberto, observando tudo que eu tô fazendo. Assustado e nervoso, tento esconder minha ereção com as mãos. Ela dá um sorrisinho safado e, sem reclamar, pede pra eu apagar a luz pra dormir. Levanto pra obedecer e sinto o olhar curioso dela no meu meio das pernas, como se quisesse ver meu pau duro de novo. Apago tudo e o quarto fica na penumbra. Nervoso, me deito do lado dela e ela pergunta baixinho por que eu tô daquele jeito. Me fazendo de desentendido e com a voz trêmula, respondo: "Assim como?" Ela sorri e fala:
- "Assim, com sua coisinha dura, filho." Tudo isso num tom de interesse, não de bronca ou reclamação, como se esperasse que eu respondesse que tava daquele jeito por causa dela, do corpo lindo dela, da bunda dela que era o motivo da minha ereção.
- "Me desculpa, mãe. Tava assim porque você tava muito gostosa deitada de bruços, e dava pra ver seu corpo lindo, e sua camisola deixava ver suas, suas, é... suas nádegas..." respondi todo nervoso.
- "Mas Misael, se você sempre me viu com pouca... roupa, e às vezes nua, não me diga que isso te deixou assim, jijijiji... ela disse com uma risadinha safada, dando umas palmadinhas na própria bunda.
--*É isso mesmo, mãe, mas hoje você está mais gostosa, seu corpo tá maravilhoso, e suas nádegas estão lindas nesse biquíni bonito. Minha mãe, contente e satisfeita com meus elogios ao corpo dela, acaricia meu rosto com a mão quentinha, depois desce pra fazer carinho na minha barriga. Num dado momento, sinto o dedo mindinho dela roçar de leve no meu pau, ela deixa a mão um instante no meu baixo ventre. Empolgado e excitado, esperava que a qualquer momento minha mãe pegasse meu pau com a mão e acariciasse. Com a voz baixa e rouca, ela diz:
--*Já é tarde, filho, boa noite, vamos dormir. E tirando a mão do meu corpo, vira de costas pra se acomodar na cama, se cobre com o lençol e se prepara pra dormir. Antes que ela durma, pergunto com interesse e vantagem:
--*Mãe, antes de dormir, quero te contar que hoje à tarde, quando você escolhia seus sapatos no depósito do seu Saúl, fui te procurar e senti raiva e ciúme...
--Por que você sentiu isso, filho?... respondeu minha mãe, tentando aparentar calma...
--Porque achei que vi ele te acariciando quando fomos com a Gaby te procurar... Diante disso, notei que minha mãe tensionou o corpo de preocupação com meu comentário, pressentindo que eu tinha visto ela dando pro seu Saúl no depósito. Nervosa, responde sem virar o rosto, talvez com medo de olhar nos meus olhos e não conseguir dar uma explicação convincente:
--*Não sei do que você tá falando, filho, eu só escolhia meus sapatos, e seu Saúl me ajudou a escolher e pegar os certos. Mas dorme logo, Misael, que amanhã temos que acordar cedo. Melhor a gente conversar amanhã, disse minha mãe, tentando não continuar a conversa e se ajeitando, se preparando pra dormir.
Depois de um bom tempo que minha mãe dormia tranquilamente, me acomodei atrás do corpo dela, como faço toda noite, encosto minha pélvis na Ereção incluída na bunda da minha mãe, sentindo meu pau que nunca perdeu a dureza pulsar de tesão ao estar em contato com as nádegas da minha mãe, fiquei parado um momento, pensando que essa era a chance de ir além das simples apalpadas de todas as noites, achava que era motivo suficiente fazer ela entender que vi a foda que deram nela no depósito da sapataria, com esse raciocínio decidi me arriscar e começar o caminho até meu objetivo, que era acariciar mais intensamente as gostosas nádegas dela e me masturbar até gozar em cima ou dentro daquele cobiçado rabo da minha santa mãe.
Começo com sutileza a ficar colado no corpo dela, colocando minha mão na sua cintura larga, acariciando e massageando de leve, esperando a reação dela, com meu pau pulsando e encaixado no meio das nádegas dela, fazendo uma pressão leve e, pelo silêncio da parte dela, me animo e descubro o corpo dela, tirando lentamente o lençol que a cobria, puxando até as pernas, deixando expostas suas lindas bandas, que estão divinas apesar da pouca luz no quarto, mas o suficiente pra ver bem seu corpo lindo e seguir com meu objetivo, minha mãe parecia continuar dormindo, e continuei acariciando pernas, cintura e nádegas da minha mãe, diante da não rejeição das minhas ações, me animei um pouco mais, e com a ponta dos meus dedos segui o contorno da calcinha dela que segurava aquele bundão da minha mãe, consegui sentir suas gostosas dobrinhas e na frente sua barriguinha pequena, descendo até o púbis e sentir os pelinhos que escapavam pela lateral da calcinha, sentindo eles macios, animado ainda mais pelo silêncio dela, peguei com cuidado a borda do vestido dela e levantei até a cintura, acima dos quadris, deixando a bunda dela exposta à minha inteira disposição, coloco minha mão de novo na cintura dela e me encosto mais nela, colando meu volume na bunda dela e começo a fazer movimentos leves como se estivesse comendo ela. movimentos e espero a reação dela, nada, só silêncio, parecia que minha mãe continuava dormindo ou fingindo que estava. Animado com isso, liberei meu pau do pijama e coloquei ele apontando pra bunda dela, sem parar de acariciar as nádegas dela e simulando já estar fodendo ela, fiz outra série de movimentos coitais e esperei a reação dela, e incrivelmente minha mãe continuava em silêncio. Animado, acariciei a racha que divide as nádegas dela, acariciando já com mais tato e descendo minhas carícias, cheguei a sentir a parte de trás da buceta dela, que estava molhada por cima do biquíni. Aí parei e, em movimentos circulares, acariciei com mais ímpeto aquele cantinho molhado, esperando alguma resposta da minha mãe, e continuava tudo igual, em silêncio.
Situação em que minha mãe dava a entender que também estava gostando. Emocionado e com o coração batendo a mil por causa da excitação, me animei a afastar para os lados o biquíni que tampa o cantinho molhado da minha mãe e senti com meus dedos os lábios da buceta molhados na entrada da vagina dela, e ao redor deles, senti a maciez dos pelos pubianos dela. Massageei em círculos aquele lugar divino, e naquele momento ouvi um leve gemido da minha mãe, tipo um "mmmhhh", quase inaudível, e, nervoso, tirei meus dedos, besuntados com os sucos da boceta dela. Achei que ela ia acordar, esperei um pouco, mas nada, tudo continuava em silêncio, mas agora notei que a respiração dela estava ofegante, prova de que talvez ela estivesse gostando tanto ou mais que eu. Depois de alguns segundos em que minha mãe continuava na mesma passividade a tudo que o filho dela fazia, e antes de continuar, senti que minha mão ainda estava molhada com os sucos que peguei da buceta dela. Com tesão e curiosidade, levei os dedos ao nariz para cheirar, não desgostei do cheiro, depois levei à boca para provar, e... amei o sabor dos sucos da minha mãe! A sensação foi simplesmente espetacular.
Era incrível que, apesar da minha pouca ou nenhuma experiência sexual na minha vida de adolescente, ter minha mãe naquela situação de tesão, tocando e profanando aquela bunda linda totalmente à minha disposição, que já naquele momento eu sentia que era só minha, e também me parece ainda mais incrível o fato de minha mãe estar deitada seminua ao meu lado, completamente exposta para meu prazer particular, me deixando profanar aquela bunda gostosa até aquele momento de total satisfação, porque acho que ela, por mais dormindo que esteja, deve sentir perfeitamente a sarrada que tô dando, sem acordar, então, diante da passividade e do silêncio dela, tava me mostrando que ela tava curtindo até mais do que quando o Seu Saúl ou qualquer outro homem aproveitou o corpo dela quando comeu ela, diante de tudo isso decidi continuar com minha tentação proibida, que já era impossível de resistir.
Continuei colado no corpo da minha mãe, acariciando com meus dedos já livres dos fluidos da buceta dela, continuo acariciando aquelas nádegas gostosas ouvindo a respiração ofegante de prazer dela, faço com mais confiança mas com a mesma sutileza do começo, me animo sem muito disfarce, pego a parte de cima do biquíni dela, e vou descendo devagar, deslizando pelas nádegas dela com um pouco de dificuldade, e com a cumplicidade dela, que mexeu a bunda de um jeito quase imperceptível, facilitando a ação até deixar o biquíni no meio das coxas, deixando livre e exposto aquele par lindo de nádegas, o silêncio e a respiração ofegante da minha mãe me deram sinal verde pra continuar e fazer algo com mais vontade, e pegando minha piroca dura, aproximo ela do cu dela, passando a ponta por toda a superfície da bunda nua dela, como se tivesse pintando com um pincel, e minha piroca pulsando de prazer ao sentir a pele deliciosa e nua, desci a mão pra sentir a buceta dela de novo, acariciando e sentindo ela mais molhada, tanto que de novo lambuzei meus dedos com os líquidos quentinhos que saíam daquele canal precioso.
Mamãe continuava, sim, continuava com o silêncio divino dela, já totalmente entregue ao que que seu filho fizesse, e meu pau latejante e ereto no auge, esperava impaciente para se alojar dentro da buceta molhada da minha mãe. Sem pensar mais, peguei suas nádegas firmemente com a mão, abri um pouco, deixando novamente exposta a fenda da sua bunda, coloquei meu pau naquele lugar, pressionando todo aquele espaço, fazendo novamente pequenos movimentos de cópula, tentando acomodar meu pau duro, e com a lubrificação natural dos meus líquidos pré-seminais, e com a umidade que havia na linda fenda da sua bunda, foi que meu pau foi deslizando, lentamente um pouco para baixo, tocando a porta de entrada para o paraíso que não era nada mais que a buceta encharcada da minha mãe, continuei cutucando tentando entrar, mas havia certa dificuldade na minha odisseia para penetrá-la, devido à minha inexperiência e também ao tamanho da sua bunda, mas incrivelmente minha mãe me ajudou, ao parar levemente o quadril, e recuar um pouco para trás, fez com que essa manobra perfeita deixasse minha cabeça bem na entrada da sua buceta molhada, ficando ambos um momento estáticos, quase sem respirar pela posição emocionante em que ficamos, com nossos corações batendo a todo vapor pelo grau de excitação que estávamos atingindo, depois de alguns segundos que pareceram horas pelo silêncio reinante no quarto, sinto como minha mãe faz um leve movimento da bunda em direção ao meu pau, como se fosse uma ordem para eu já meter nela, emocionado, procedi como todo filho obediente para cumprir sua ordem.
Apoiando-me firmemente em seu quadril, fui introduzindo aos poucos minha virilidade no canal vaginal molhado, que me recebeu dando boas-vindas com um aperto das suas paredes vaginais no tronco do meu pau, continuei penetrando-a sem dificuldade, devido à umidade reinante ali, eu estava no paraíso, sentindo como sua vagina abraçava todo o comprimento do meu falo durante a penetração, dando-me minha mãe o máximo deleite, sugando com sua vagina Cada centímetro do meu pau ereto, engolindo com fome e desejo, com um encaixe perfeito entre a buceta da mãe e o pau do filho, como personificando uma grande obra nessa relação incestuosa. Ao chegar no fundo, entendi que tinha ela totalmente penetrada. Fico colado na bunda linda dela, com meu pau pulsando de emoção, totalmente enfiado dentro da minha mãe. Fico parado com a respiração ofegante, buscando alguma reação da parte dela, e igualmente tudo em silêncio, sem palavras, exceto por um gemido de prazer dela, ao se sentir totalmente penetrada e comida pelo filho. Tendo minha mãe com seu consentimento silencioso, começo a comê-la com investidas firmes, metendo e tirando meu pau da buceta gostosa dela, em movimentos já nada sutis. Fico um momento parado, e imediatamente ela prosseguiu com o prazer, começando a mexer de forma deliciosa e circular aquele rabão enorme, com lentidão e sutileza. Peguei o ritmo e continuei comendo ela vigorosamente. De repente, sinto o corpo dela se tensar, soltando gemidos em forma de "ooohhhhhhhhmmmm", agora um pouco mais audíveis, prova de que minha mãe estava tendo um orgasmo gostoso com a comida que o filho estava dando.
O prazer inundava todos os meus sentidos ao ter minha mãe empalada no meu pau e fazendo ela gozar de prazer, e pressentindo a proximidade da minha inevitável gozada, comecei a me mexer um pouco mais rápido, até que joguei toda a minha porra dentro da buceta da minha mãe, me tornando imediatamente um homem de verdade. Notei como ela continuava se contorcendo lentamente diante da minha gozada torrencial. Ficamos ali um momento grudados, relaxando do esforço maravilhoso, descansando ambos do grande prazer que demos um ao outro. Depois de um tempo, retiro meu pau babado da buceta da minha mãe e, como se nada tivesse acontecido, arrumo o biquíni dela, cobrindo-a com o lençol. Eu guardo meu pau feliz, e vamos dormir. Poucos minutos depois, vejo que minha mãe se Fico quieto pra ir ao banheiro, com certeza pra limpar os sucos que saíram da buceta dela, volta e deita do meu lado, finjo que tô dormindo e ela me abraça, sinto o corpo dela ainda quentinho e a gente dorme feliz e satisfeito. Eu sonhando que meu segundo despertar sexual era com a boa da minha irmã Gabriela.Continua...
Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 4]
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Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 2]Ao chegar em casa, minha mãe foi pro quarto dela, com certeza pra colocar uma roupa íntima. Pouco depois, saiu com um roupão semitransparente, talvez pra gente ver que tava de calcinha e sutiã, deixando à mostra o corpo maduro e gostoso dela. Ela se aproxima e pergunta se a gente quer jantar alguma coisa, ou se tem algo pra conversar, talvez tentando descobrir algo sobre o que rolou no depósito. Minha irmã falou que não ia jantar e que iria pro quarto dela revisar os deveres da escola. Eu disse que só ia tomar um suco e ver TV antes de dormir. Minha mãe, suspirando aliviada, relaxou um pouco achando que eu não sabia da foda que ela tinha levado minutos antes. Confiante, chegou perto pra me dar um beijo na bochecha, e eu aproveitei pra abraçar ela, colocando uma mão no ombro dela e a outra na parte de baixo das costas, bem perto da bunda dela, que eu pude sentir por baixo do roupão, roçando sutilmente com meu dedo mindinho a dobra da calcinha fio dental dela. Senti o corpo dela quentinho, talvez ainda excitada, porque acho que ela não teve orgasmo nenhum quando foi comida, já que acho que faltou mais pau pra ela ficar satisfeita. Com o contato com ela, e já com minha mão perto da bunda dela, não consegui evitar que meu pau reagisse, começando a crescer. De propósito, encostei meu corpo no da minha mãe, pra ver qual seria a reação dela, me arriscando a levar uma bronca. E ao sentir minha dureza na pélvis dela, talvez tenha sido minha imaginação, mas senti por um momento que ela se apertou mais contra mim, e fez um pequeno movimento circular com a pélvis, como se quisesse sentir meu pau. Depois de me dar o beijo na bochecha, ela se afastou do meu abraço devagar, nervosa e um pouco ofegante, desfazendo a aproximação que durou um instante, mas que eu curti pra caralho. Ela disse que ia tomar um banho, porque tava cansada.
Ela foi pro banheiro, rebolando de um jeito bem marcado. Sensualidade, a bunda linda dela, destacando o biquíni que mal conseguia segurar aquele par de bundões gostosos; tomei meu suco e me deitei na cama vendo TV, pouco depois minha mãe saiu do banheiro, enrolada numa toalha, e mandou eu tomar banho também. Fui fazer isso sem tirar os olhos do corpo gostoso dela, e antes de fechar a porta do banheiro, vi minha mãe, de costas pra mim, tirando a toalha que a cobria pra vestir a calcinha. Vi a bunda nua dela, que ao se abaixar pra colocar a calcinha, pude admirar aquela raba gostosa, e comecei a ficar excitado de novo. Aproveitando que ela não tava olhando, comecei a me masturbar vendo ela se vestir de um jeito muito sexy. Já de camisola curta pra dormir e sem sutiã, ela foi até o espelho se admirar, se achando linda e gostosa. Satisfeita com a roupa, foi pra cama e se deitou pra ver TV. Antes de fechar a porta do banheiro, vi que, deitada, ela virou de bruços e aquelas bundinhas lindas dela sobressaíam como dois vulcões em erupção, e entre as nádegas aparecia o biquíni vermelho bonito, que entrava de leve naquela raba gostosa. Com isso, me masturbei freneticamente e gozei do lado da porta do banheiro, imaginando estar em cima daquela bunda gostosa da minha mãe, comendo ela igual o Dom Saúl tinha comido há pouco. Fantasiei com meu pau todo enfiado na buceta da minha mãe e terminando de depositar todo o sêmen que gozei dentro da boceta dela.
Sem ela perceber minha ação tarada e a punheta, limpei os restos de porra e me apressei pra tomar banho, pra ficar perto da minha mãe. Quando saí, vi ela na mesma posição, com aquele rabão empinado, mostrando tudo pra minha alegria. Sem ela me ver e sem tirar os olhos da bunda dela, me deitei ao lado, lembrando como aquele velho metia o pauzão dele entre as nádegas da minha mãe. De novo, fantasiei ser eu, o filho dela, quem ia aproveitar aquele bundão naquela mesma noite. Me aproximei do lado dela. Ela tá deitada de bruços com a cabeça na almofada, falo baixinho perguntando se ela tá dormindo e ela não responde. Fico olhando ela com cuidado e vejo a cabeça dela virada pra mim, admiro o rostinho bonito dela com os olhos fechados, e acho que tenho uma mãe muito gostosa. Vou passando o olhar até chegar na bunda linda dela, que tá aparecendo porque a camisola curta de dormir subiu até o começo das nádegas carnudas, mostrando a calcinha vermelha pequenininha, meio enfiada na racha do rabo. Fico todo feliz com essa visão maravilhosa, e juro que era a bunda mais linda que já vi tão perto na minha vida de adolescente, pela simetria firme e pelas curvas perfeitas. Essa visão fez meu pau ficar duro de novo, igual um mastro. Todo excitado, tiro ele do pijama e começo a bater uma devagar, sem tirar o olho da bunda dela. Depois de alguns segundos batendo uma, vejo com medo que minha mãe tá de olho aberto, observando tudo que eu tô fazendo. Assustado e nervoso, tento esconder minha ereção com as mãos. Ela dá um sorrisinho safado e, sem reclamar, pede pra eu apagar a luz pra dormir. Levanto pra obedecer e sinto o olhar curioso dela no meu meio das pernas, como se quisesse ver meu pau duro de novo. Apago tudo e o quarto fica na penumbra. Nervoso, me deito do lado dela e ela pergunta baixinho por que eu tô daquele jeito. Me fazendo de desentendido e com a voz trêmula, respondo: "Assim como?" Ela sorri e fala:
- "Assim, com sua coisinha dura, filho." Tudo isso num tom de interesse, não de bronca ou reclamação, como se esperasse que eu respondesse que tava daquele jeito por causa dela, do corpo lindo dela, da bunda dela que era o motivo da minha ereção.
- "Me desculpa, mãe. Tava assim porque você tava muito gostosa deitada de bruços, e dava pra ver seu corpo lindo, e sua camisola deixava ver suas, suas, é... suas nádegas..." respondi todo nervoso.
- "Mas Misael, se você sempre me viu com pouca... roupa, e às vezes nua, não me diga que isso te deixou assim, jijijiji... ela disse com uma risadinha safada, dando umas palmadinhas na própria bunda.
--*É isso mesmo, mãe, mas hoje você está mais gostosa, seu corpo tá maravilhoso, e suas nádegas estão lindas nesse biquíni bonito. Minha mãe, contente e satisfeita com meus elogios ao corpo dela, acaricia meu rosto com a mão quentinha, depois desce pra fazer carinho na minha barriga. Num dado momento, sinto o dedo mindinho dela roçar de leve no meu pau, ela deixa a mão um instante no meu baixo ventre. Empolgado e excitado, esperava que a qualquer momento minha mãe pegasse meu pau com a mão e acariciasse. Com a voz baixa e rouca, ela diz:
--*Já é tarde, filho, boa noite, vamos dormir. E tirando a mão do meu corpo, vira de costas pra se acomodar na cama, se cobre com o lençol e se prepara pra dormir. Antes que ela durma, pergunto com interesse e vantagem:
--*Mãe, antes de dormir, quero te contar que hoje à tarde, quando você escolhia seus sapatos no depósito do seu Saúl, fui te procurar e senti raiva e ciúme...
--Por que você sentiu isso, filho?... respondeu minha mãe, tentando aparentar calma...
--Porque achei que vi ele te acariciando quando fomos com a Gaby te procurar... Diante disso, notei que minha mãe tensionou o corpo de preocupação com meu comentário, pressentindo que eu tinha visto ela dando pro seu Saúl no depósito. Nervosa, responde sem virar o rosto, talvez com medo de olhar nos meus olhos e não conseguir dar uma explicação convincente:
--*Não sei do que você tá falando, filho, eu só escolhia meus sapatos, e seu Saúl me ajudou a escolher e pegar os certos. Mas dorme logo, Misael, que amanhã temos que acordar cedo. Melhor a gente conversar amanhã, disse minha mãe, tentando não continuar a conversa e se ajeitando, se preparando pra dormir.
Depois de um bom tempo que minha mãe dormia tranquilamente, me acomodei atrás do corpo dela, como faço toda noite, encosto minha pélvis na Ereção incluída na bunda da minha mãe, sentindo meu pau que nunca perdeu a dureza pulsar de tesão ao estar em contato com as nádegas da minha mãe, fiquei parado um momento, pensando que essa era a chance de ir além das simples apalpadas de todas as noites, achava que era motivo suficiente fazer ela entender que vi a foda que deram nela no depósito da sapataria, com esse raciocínio decidi me arriscar e começar o caminho até meu objetivo, que era acariciar mais intensamente as gostosas nádegas dela e me masturbar até gozar em cima ou dentro daquele cobiçado rabo da minha santa mãe.
Começo com sutileza a ficar colado no corpo dela, colocando minha mão na sua cintura larga, acariciando e massageando de leve, esperando a reação dela, com meu pau pulsando e encaixado no meio das nádegas dela, fazendo uma pressão leve e, pelo silêncio da parte dela, me animo e descubro o corpo dela, tirando lentamente o lençol que a cobria, puxando até as pernas, deixando expostas suas lindas bandas, que estão divinas apesar da pouca luz no quarto, mas o suficiente pra ver bem seu corpo lindo e seguir com meu objetivo, minha mãe parecia continuar dormindo, e continuei acariciando pernas, cintura e nádegas da minha mãe, diante da não rejeição das minhas ações, me animei um pouco mais, e com a ponta dos meus dedos segui o contorno da calcinha dela que segurava aquele bundão da minha mãe, consegui sentir suas gostosas dobrinhas e na frente sua barriguinha pequena, descendo até o púbis e sentir os pelinhos que escapavam pela lateral da calcinha, sentindo eles macios, animado ainda mais pelo silêncio dela, peguei com cuidado a borda do vestido dela e levantei até a cintura, acima dos quadris, deixando a bunda dela exposta à minha inteira disposição, coloco minha mão de novo na cintura dela e me encosto mais nela, colando meu volume na bunda dela e começo a fazer movimentos leves como se estivesse comendo ela. movimentos e espero a reação dela, nada, só silêncio, parecia que minha mãe continuava dormindo ou fingindo que estava. Animado com isso, liberei meu pau do pijama e coloquei ele apontando pra bunda dela, sem parar de acariciar as nádegas dela e simulando já estar fodendo ela, fiz outra série de movimentos coitais e esperei a reação dela, e incrivelmente minha mãe continuava em silêncio. Animado, acariciei a racha que divide as nádegas dela, acariciando já com mais tato e descendo minhas carícias, cheguei a sentir a parte de trás da buceta dela, que estava molhada por cima do biquíni. Aí parei e, em movimentos circulares, acariciei com mais ímpeto aquele cantinho molhado, esperando alguma resposta da minha mãe, e continuava tudo igual, em silêncio.
Situação em que minha mãe dava a entender que também estava gostando. Emocionado e com o coração batendo a mil por causa da excitação, me animei a afastar para os lados o biquíni que tampa o cantinho molhado da minha mãe e senti com meus dedos os lábios da buceta molhados na entrada da vagina dela, e ao redor deles, senti a maciez dos pelos pubianos dela. Massageei em círculos aquele lugar divino, e naquele momento ouvi um leve gemido da minha mãe, tipo um "mmmhhh", quase inaudível, e, nervoso, tirei meus dedos, besuntados com os sucos da boceta dela. Achei que ela ia acordar, esperei um pouco, mas nada, tudo continuava em silêncio, mas agora notei que a respiração dela estava ofegante, prova de que talvez ela estivesse gostando tanto ou mais que eu. Depois de alguns segundos em que minha mãe continuava na mesma passividade a tudo que o filho dela fazia, e antes de continuar, senti que minha mão ainda estava molhada com os sucos que peguei da buceta dela. Com tesão e curiosidade, levei os dedos ao nariz para cheirar, não desgostei do cheiro, depois levei à boca para provar, e... amei o sabor dos sucos da minha mãe! A sensação foi simplesmente espetacular.
Era incrível que, apesar da minha pouca ou nenhuma experiência sexual na minha vida de adolescente, ter minha mãe naquela situação de tesão, tocando e profanando aquela bunda linda totalmente à minha disposição, que já naquele momento eu sentia que era só minha, e também me parece ainda mais incrível o fato de minha mãe estar deitada seminua ao meu lado, completamente exposta para meu prazer particular, me deixando profanar aquela bunda gostosa até aquele momento de total satisfação, porque acho que ela, por mais dormindo que esteja, deve sentir perfeitamente a sarrada que tô dando, sem acordar, então, diante da passividade e do silêncio dela, tava me mostrando que ela tava curtindo até mais do que quando o Seu Saúl ou qualquer outro homem aproveitou o corpo dela quando comeu ela, diante de tudo isso decidi continuar com minha tentação proibida, que já era impossível de resistir.
Continuei colado no corpo da minha mãe, acariciando com meus dedos já livres dos fluidos da buceta dela, continuo acariciando aquelas nádegas gostosas ouvindo a respiração ofegante de prazer dela, faço com mais confiança mas com a mesma sutileza do começo, me animo sem muito disfarce, pego a parte de cima do biquíni dela, e vou descendo devagar, deslizando pelas nádegas dela com um pouco de dificuldade, e com a cumplicidade dela, que mexeu a bunda de um jeito quase imperceptível, facilitando a ação até deixar o biquíni no meio das coxas, deixando livre e exposto aquele par lindo de nádegas, o silêncio e a respiração ofegante da minha mãe me deram sinal verde pra continuar e fazer algo com mais vontade, e pegando minha piroca dura, aproximo ela do cu dela, passando a ponta por toda a superfície da bunda nua dela, como se tivesse pintando com um pincel, e minha piroca pulsando de prazer ao sentir a pele deliciosa e nua, desci a mão pra sentir a buceta dela de novo, acariciando e sentindo ela mais molhada, tanto que de novo lambuzei meus dedos com os líquidos quentinhos que saíam daquele canal precioso.
Mamãe continuava, sim, continuava com o silêncio divino dela, já totalmente entregue ao que que seu filho fizesse, e meu pau latejante e ereto no auge, esperava impaciente para se alojar dentro da buceta molhada da minha mãe. Sem pensar mais, peguei suas nádegas firmemente com a mão, abri um pouco, deixando novamente exposta a fenda da sua bunda, coloquei meu pau naquele lugar, pressionando todo aquele espaço, fazendo novamente pequenos movimentos de cópula, tentando acomodar meu pau duro, e com a lubrificação natural dos meus líquidos pré-seminais, e com a umidade que havia na linda fenda da sua bunda, foi que meu pau foi deslizando, lentamente um pouco para baixo, tocando a porta de entrada para o paraíso que não era nada mais que a buceta encharcada da minha mãe, continuei cutucando tentando entrar, mas havia certa dificuldade na minha odisseia para penetrá-la, devido à minha inexperiência e também ao tamanho da sua bunda, mas incrivelmente minha mãe me ajudou, ao parar levemente o quadril, e recuar um pouco para trás, fez com que essa manobra perfeita deixasse minha cabeça bem na entrada da sua buceta molhada, ficando ambos um momento estáticos, quase sem respirar pela posição emocionante em que ficamos, com nossos corações batendo a todo vapor pelo grau de excitação que estávamos atingindo, depois de alguns segundos que pareceram horas pelo silêncio reinante no quarto, sinto como minha mãe faz um leve movimento da bunda em direção ao meu pau, como se fosse uma ordem para eu já meter nela, emocionado, procedi como todo filho obediente para cumprir sua ordem.
Apoiando-me firmemente em seu quadril, fui introduzindo aos poucos minha virilidade no canal vaginal molhado, que me recebeu dando boas-vindas com um aperto das suas paredes vaginais no tronco do meu pau, continuei penetrando-a sem dificuldade, devido à umidade reinante ali, eu estava no paraíso, sentindo como sua vagina abraçava todo o comprimento do meu falo durante a penetração, dando-me minha mãe o máximo deleite, sugando com sua vagina Cada centímetro do meu pau ereto, engolindo com fome e desejo, com um encaixe perfeito entre a buceta da mãe e o pau do filho, como personificando uma grande obra nessa relação incestuosa. Ao chegar no fundo, entendi que tinha ela totalmente penetrada. Fico colado na bunda linda dela, com meu pau pulsando de emoção, totalmente enfiado dentro da minha mãe. Fico parado com a respiração ofegante, buscando alguma reação da parte dela, e igualmente tudo em silêncio, sem palavras, exceto por um gemido de prazer dela, ao se sentir totalmente penetrada e comida pelo filho. Tendo minha mãe com seu consentimento silencioso, começo a comê-la com investidas firmes, metendo e tirando meu pau da buceta gostosa dela, em movimentos já nada sutis. Fico um momento parado, e imediatamente ela prosseguiu com o prazer, começando a mexer de forma deliciosa e circular aquele rabão enorme, com lentidão e sutileza. Peguei o ritmo e continuei comendo ela vigorosamente. De repente, sinto o corpo dela se tensar, soltando gemidos em forma de "ooohhhhhhhhmmmm", agora um pouco mais audíveis, prova de que minha mãe estava tendo um orgasmo gostoso com a comida que o filho estava dando.
O prazer inundava todos os meus sentidos ao ter minha mãe empalada no meu pau e fazendo ela gozar de prazer, e pressentindo a proximidade da minha inevitável gozada, comecei a me mexer um pouco mais rápido, até que joguei toda a minha porra dentro da buceta da minha mãe, me tornando imediatamente um homem de verdade. Notei como ela continuava se contorcendo lentamente diante da minha gozada torrencial. Ficamos ali um momento grudados, relaxando do esforço maravilhoso, descansando ambos do grande prazer que demos um ao outro. Depois de um tempo, retiro meu pau babado da buceta da minha mãe e, como se nada tivesse acontecido, arrumo o biquíni dela, cobrindo-a com o lençol. Eu guardo meu pau feliz, e vamos dormir. Poucos minutos depois, vejo que minha mãe se Fico quieto pra ir ao banheiro, com certeza pra limpar os sucos que saíram da buceta dela, volta e deita do meu lado, finjo que tô dormindo e ela me abraça, sinto o corpo dela ainda quentinho e a gente dorme feliz e satisfeito. Eu sonhando que meu segundo despertar sexual era com a boa da minha irmã Gabriela.Continua...
Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 4]
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6 comentários - Misael, a Mãe e a Irmã. [Capítulo 3]
Grx. por pasar. 😉
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