Madres viciosas (Parte 1)

Esta história vem em partes, amores. Espero que gostem tanto quanto eu, que a revisei com uma mão entre as pernas. A continuação vem logo. Prometo. Bem, vou deixar vocês com a história do Lucas:

Mães safadas

Parte 1: Descoberta

Não é fácil colocar em palavras as experiências que vivi naquela noite. Todas aquelas sensações e emoções fluindo pelo meu corpo com a mesma intensidade de um orgasmo são difíceis de transformar em letras.

Meu nome é Lucas. Como meu pai é um empresário bem-sucedido, moro no mesmo condomínio desde que me lembro. Nesse lugar conheci meu melhor amigo, Leandro, e pouco tempo depois se mudou a família do meu outro cúmplice, Walter. Há uns anos se mudou a família do Fernando e do irmão dele, Patricio, com quem se completou o quinteto de amigos inseparáveis.

Nossas famílias, por serem vizinhas e num bairro fechado, são muito unidas. Minha mãe, Isabel, sempre arruma um motivo pra gente se juntar e passar tempo com as vizinhas, e isso estreitou ainda mais o vínculo do grupo. Nossos pais, que começaram a amizade meio que puxados pelas mulheres, tinham muitos hobbies em comum, especialmente esportivos.

Foi exatamente aí que tudo começou. Os quatro pais tiveram a brilhante ideia de viajar juntos pra ver um jogo de Rugby na Europa.
Era uma viagem de homens sozinhos, então não tinha lugar pra esposas nem filhos. Assim, as quatro famílias ficaram sem o chefe da casa. Isso criou um cenário estranho que foi ficando cada vez pior.

Como sempre acontecia, minha mãe me avisou sem me consultar que naquela noite íamos nos reunir pra jantar.
- Hoje à noite convidei as meninas, já que estamos solteiras por uma semana - ela disse como se nada, enquanto trocava mensagens com as amigas.
- Justo hoje que é sábado! Quem vem? - perguntei, já sabendo a resposta.
- Pamela, Cristina e Julia. Acho que vão vir com os meninos - falou minha velha, que ainda nos trata como se fôssemos pivetes.

O menino Da Pamela é o Lean, o da Cristina é o Walter e os filhos da Julia são o Fer e o Pato. O mais novo desses é o Patricio, com seus 18 anos; o resto de nós tinha 20 ou tava perto de fazer.
Mas fazer minha mãe entender esses números era um baita desafio. Mais fácil deixar como "crianças".
— Vai ser uma puta farra com as nossas mães aqui — falei, resignado.
— Também não somos umas velhas pra asilo, mas se te incomoda tanto, elas podem ficar no quincho cuidando da vida delas e a gente fica aqui. Não vamos ficar no mesmo teto, tem o parque inteiro e a piscina de distância das suas mães chatas — sugeriu, irônica.
Não era uma má ideia. No quincho a gente tinha de tudo. Meu velho mandou fazer justamente pra isso. Pra ter aquele espaço separado da casa.

De tarde, saímos no Mini Cooper com o Lean pra comprar bastante bebida. A ideia era ficar bem enturmados e sair pra pegar umas minas quando a noite chegasse, ou morrer por lá mesmo. Quando voltamos, estranhamos os caras da segurança não estarem na entrada. Fiquei meio preocupado. Fomos em casa deixar a bebida e depois fomos na casa do Fer e do Pato, que eram os mais perto, pra ver se sabiam de algo. A empregada atendeu e disse que os meninos tinham ido pra quadra de tênis. Mas a gente tava saindo quando ouvimos uns sons que chamaram nossa atenção. Uns gemidos femininos vinham do muro que dava pro pátio deles.
Eu e o Lea nos olhamos e lemos a mente um do outro.

Entramos de fininho no pátio como dois espiões, e o que encontramos foi um puta prêmio pelo esforço. A Julia, mãe dos nossos amigos, tava entre os dois seguranças, vestindo um biquíni branco minúsculo. A verdade é que a coroa platinada de quarenta e poucos era uma gostosa. Sempre achei que ela tinha cara de puta, mas agora tava vendo com todos os detalhes.

— Tá vendo o que eu tô vendo? — perguntou o Lea, enquanto olhava impassível os caras apalpando ela toda e ela se deixando, toda gostosa.
— Que puta. cara - foi tudo que consegui falar enquanto via a madura gostosa abaixando os zíperes dos dois funcionários do condomínio.
Me virei um segundo e vi meu amigo esfregando a pica por cima da calça, vendo a velha do Fer e do Pato começar a chupar uma das picas inchadas. Ver aqueles lábios carnudos devorando pica foi demais, senti que a pica ia explodir. Não consegui evitar a vontade de estar no lugar deles e sentir a sucção daquela boca. A putinha olhava pra eles com um sorriso de gata enquanto lambia o comprimento inteiro de cada pica. Ia alternando o tempo certo pra deixar os dois à beira do êxtase. Tinha tirado a parte de cima do biquíni e recebia sem parar as carícias e apertões naquelas tetas espetaculares.

Os dois caras estavam no paraíso e a gente com as picas mais duras que um carvalho, da nossa posição tínhamos uma visão excepcional da bunda firme e trabalhada da loira pra completar. Acho que nós dois estávamos prestes a nos meter quando ouvimos o motor e a música no talo do carro dos caras. Julia e os amigos não pareciam notar, e não era pra menos, no meio de tanto prazer não iam estar muito atentos.

Fiz sinal pro Leandro irmos embora, e ele implorou pra ficarmos e ver o final.
- Vai, que se os caras nos acharem aqui, vamos ter uma puta treta com eles e com a Julia. - fiz ele cair na real. Claro que eu queria ver mais, mas era arriscado demais.

Senti o carro desligar e o barulho das duas portas batendo, e me apressei pra interceptá-los. De longe, como se tivesse acabado de chegar, gritei:
- São daqui, loiras? - na brincadeira, pra ganhar tempo e de quebra alertar o trio dentro de casa de que estávamos na porta.
- O que vocês tão fazendo, idiotas? Compraram o que pedi? - perguntou Fernando.
- Sim, claro. Se quiserem, passem no quiosque e a gente acerta tudo pra hoje à noite - sugeri, tentando afastá-los da cena pornográfica que a mãe deles protagonizava.
- Não, cara, estamos... mortos. Tem que descansar um pouco. Deixo as tarefas de cutie pra você — disse Pato. Fiquei meio alerta até ver a Lea fazer um sinal com os olhos pra mim.
Os dois funcionários tinham saído pelo lado. Não sei se foi por nossa presença ou se já tinham terminado o que estavam fazendo. Ao ver os sorrisos de satisfação dos dois, passou pela minha cabeça a imagem do rosto refinado da mãe dos meus amigos todo banhado de porra. Não tenho certeza do que os caras falaram por último porque essa visão tomou toda minha atenção. Enquanto ainda segurava essa foto erótica na mente, a porta se abriu e a sensual Julia apareceu com cara de dona de casa, como se nada tivesse acontecido.
— Como vocês estão, galera? Ficam pra merendar? — perguntou.
— Não, obrigado — respondi quase sem olhar pra ela. Ela ainda estava de biquíni, mas enrolada num pareô pra fingir recato.
Nos despedimos e partimos pra minha casa.

Leandro tava saindo da casinha e, mal cruzamos a porta, explodiu numa gargalhada.
— Não acredito! Que perto que tava — comentou.
— Pois é, que jeito de passar todo tipo de calor — respondi, igualmente rindo.
— Não, mas que puta que a velha é. Temos que ver o que fazer agora — jogou o comentário como quem testa, e eu fui direto na isca.
— Como assim, o que fazer? — perguntei.
— Ué. Vai me dizer que não quer comer ela agora? — soltou com toda naturalidade.
— Você é louco? Não é só nossa vizinha e mãe dos nossos melhores amigos. Também é amiga íntima tanto da minha mãe quanto da sua. Não acha isso doentio?
— Uns minutos atrás não achávamos doentio nenhum dos dois — respondeu.
— Você é muito doido, mano — encerrei a discussão.
Mas a verdade é que eu tava com a mesma vontade de comer aquela mulher experiente e safada. O que eu tinha visto mudou pra sempre minha imagem da Julia, e naquela noite ela ia ser minha convidada em casa.

Com o passar das horas, a ideia foi ganhando mais força na minha cabeça. Quando a noite chegou, eu já tava pronto pra Receber meus amigos, com música boa e muito álcool, como de costume. Um tempinho depois que a empregada foi embora, as visitas começaram a chegar. Os primeiros a aparecer foram o Walter e a Cristina. Eu não sabia se era efeito Julia, mas não consegui evitar de reparar na figura da mãe do meu amigo.

Cristina é uma morena que tá chegando nos 40, mas o rosto não entrega. Tem uma cara meio de menina e um corpo que não fica devendo nada pras gatas mais novas: bem magrinha, pernas longas e uma bunda espetacular. O vestido azul curtinho e justinho marcava perfeitamente a redondeza daquele rabo.

Enquanto a gente ainda tava se cumprimentando, a campainha tocou de novo. Era o Leandro acompanhado da mãe dele, a Pamela. Meus sentidos já aguçados foram direto pra próxima coroa. A Pame, diferente da Cristina, tem um rosto que condiz mais com a idade, mas nem por isso perde o tesão. É o tipo que chamariam vulgarmente de MILF. Muita curva, principalmente na frente, sempre bem arrumada e produzida. Naquela noite não foi diferente. Um batom vermelho forte convidava a olhar pro sorriso dela, a maquiagem dos olhos deixava o olhar bem felino, e o decote generoso do vestido preto dela era mais que sedutor.

Eu não podia continuar olhando daquele jeito pras mães dos meus amigos. Me sentia o maior sem-vergonha do mundo, mas não dava pra negar a realidade. Elas estavam deliciosas. O fato de terem uma relação quase familiar com a minha mãe fazia com que eu nunca as visse daquele jeito, mas a Julia tinha quebrado essa barreira. Justamente a loira foi a última a chegar. Escoltada pelos dois filhos. Tava um tesão. Uma maquiagem um pouco mais suave que a da Pamela e um vestido vermelho tão curto quanto os outros. A diferença é que eu já tinha visto quase tudo que tinha por baixo poucas horas antes.

Como sempre, elas tinham se combinado pra não usar a mesma cor, mesmo que não fossem sair dali. De repente, todas as amigas da minha velha me pareciam bem gostosas. cadelas. Eu observava os movimentos dela, o jeito de falar, de rir, de olhar, e tudo me parecia provocante. Talvez a falta de atenção dos maridos deixava elas assim.
Seria minha imaginação estimulada pelo comportamento da minha vizinha naquela tarde ou algo mais?
Pareceu que o Leandro tava fazendo a mesma varredura de milf que eu, só que me irritou pra caralho ver ele percorrer daquele jeito o vestido cinza da minha mãe. Foram uns segundos e os cumprimentos continuaram.

Enquanto eu pensava nisso tudo, senti um abraço e uns peitões enormes nas minhas costas que, com o tesão que eu tava, era demais.
— E aí, vão fazer o quê, gordito? — perguntou minha mãe enquanto continuava me abraçando. Tenho que admitir que aquele contato no meio daquela situação me deixou bem desconfortável. Por isso apressei a saída como pude.
— A gente já vai pro quiosque com os caras, tenho tudo pronto lá. Vamos? — falei pros caras, me livrando da minha mãe, que pode ser muito grudenta quando quer.
— Bom, a gente vai ficar aqui se precisar de alguma coisa — disse minha mãe ao se despedir.

Depois de instalados na parte mais afastada da casa, fiquei mais tranquilo. Começamos a comer, abrir garrafas e rir das mesmas besteiras de sempre. A música no talo nos afastava ainda mais de qualquer ligação com a casa. Por um momento, esqueci que nossas mães estavam lá e só me diverti com meus amigos. A noite foi passando entre fumaça e álcool. Assim, era impossível não rir de qualquer merda.

Com o passar das horas, a idiotice coletiva foi aumentando, e num momento vi que o Fer e o Walter estavam jogando uma garrafa de mão em mão como se fosse uma bola. O Pato, como bom irmão mais novo, tava no meio tentando pegar. Achei muito idiota e, do pufe onde eu tava, gritei pra eles pararem, que iam quebrar alguma coisa. Mas eles pouco ligaram. Tava trocando a música quando ouvi a explosão da garrafa.

— Não dá pra ser mais sem noção, porra! Falei! — gritei pra eles. Irritado porque me tiraram do clima por causa da bagunça de vidro e álcool que tinha no chão.
- Calma, mano, não tem problema, a gente limpa! - o Walter me acalmava
- Cuidado que você vai se cortar, idiota! - gritei pro Patricio, que tava pegando os cacos de vidro
- Poxa, parece minha mãe - ele respondeu rindo
- Quem dera a mãe estivesse aqui - o Leandro murmurou baixinho. Tive que me segurar pra não deixar escapar. Talvez por esse esforço de disfarçar, eu falei
- Vão pra casa buscar alguma coisa pra limpar essa bagunça - e os três saíram em fila resmungando.

- Como é que você fala isso da velha, idiota? - falei pro Lea assim que eles se afastaram.
- Relaxa, é só uma brincadeira normal - ele me tranquilizou, com um pouco de razão.
Ficamos lá esperando os três bêbados dos nossos amigos, e com a demora comecei a me preocupar. Tavam tão bêbados que podiam quebrar alguma coisa em casa ou, pior ainda, alguém cair na frente das nossas mães, o que ia nos deixar na pior vergonha.
- Vou ver por que esses babacas tão demorando - avisei o Leandro
- Vou junto, o que vou fazer aqui sozinho? Tô com medo - ele disse, se cobrindo com a toalha. Sim, meu amigo era um idiota de marca maior, mas sabia dar um drama nas situações com essas besteiras.

Assim que entramos em casa, percebemos que o clima era totalmente diferente. Da música agitada e no talo do churrasco, passamos pra uma música suave e lenta. As luzes também estavam bem fracas. Tinha umas garrafas dos melhores vinhos vazias e várias taças manchadas de batom. Todo mundo sabia que nossas mães não esperavam nossa visita, então supus que elas tinham aproveitado pra sair por aí e curtir a ausência dos maridos.

Quando eu ia gritar pra ver onde os caras estavam, alguma coisa me parou e me travou. Ouvi vozes e gemidos vindo da sala de jantar.
- Agora vai ser a vez da Julia com os do turno da noite? - perguntou o Lea, esfregando as mãos
- Vamos descobrir - falei, animado. Essa gostosa. Me deixava louco e morria de vontade de ver ela de novo em ação.
Olhei pra todos os lados. Tava preocupado que meus amigos aparecessem e me pegassem espiando a mãe deles. Enquanto isso, o Leandro se inclinou e eu vi a cara de surpresa dele. Devia ter levado como alerta, mas a tesão não me deixava pensar. Não era a Julia com os seguranças, era a minha velha que tava pelada cavalgando o Fer enquanto se masturbava e chupava as picas do Pato e do Wal. Não dava pra acreditar. Senti o sangue subindo pelo pescoço e meu rosto ficando todo vermelho.

Me virei pra não ver aquela orgia e vi o Leandro de boca aberta. Não sabia o que dizer, mas eu já sabia o que ele ia falar e isso me dava mais raiva. A palavra "slut" com certeza tava ecoando na cabeça dele. Parece que ele sentiu meu olhar fulminante porque me encarou e falou:
– Calma, Luc. Se você entrar agora, vai ser mais constrangedor pra todo mundo.
– Mas é a minha velha, mano! – falei, mordendo a língua.
– Ela não parece estar sendo forçada também – ele disse, enquanto de olho via minha mãe lambendo a rola do Walter com um sorriso de orelha a orelha. Não soube o que dizer entre o choque e a raiva.
– Olha, vamos ficar por aqui e garantir que esses bêbados não passem dos limites – ele sugeriu, mas dava pra ver a tesão nos olhos dele. Era difícil admitir, mas era mais que excitante ver uma gostosa com aquele corpão no meio de três picas, mesmo que essa gostosa fosse minha mãe.

Fiquei calado, olhando a cena. Minha mãe se mexia tão bem quanto a amiga dela. O movimento do quadril dela em cima do meu amigo era como se a cada rebolada a pica entrasse mais fundo. E ainda por cima, Fernando esticava os braços e apalpava à vontade os peitos firmes da minha velha. Os bicos estavam tão duros que fiquei um tempão admirando eles. O Walter, mais confiante aparentemente, segurava ela pela nuca fazendo a pica dele sumir entre os lábios da minha mãe, que olhava fixamente nos olhos dele.

Sem dúvida, minha mãe tinha muita experiência e domava aqueles três do jeito que queria.
– Isso sim, senhora. A senhora é uma verdadeira mestra. — exclamou Walter com uma cara de prazer extremo. Minha mãe soltou o pau dele e, com uns fios de saliva meio branca pendurados nos lábios, disse:
— Me chama de Isabel, gato, já estamos à vontade — sorriu com uma cara de puta que eu nunca tinha visto nela e se virou pra continuar com o pau do Pato.
— Uhh sim, você é toda uma puta, Isabel — gozou ele, ao sentir aquela boca habilidosa.
Minha velha respondeu com uns barulhos, já que tinha o pau inteiro na boca. O que era mais excitante do que qualquer frase lasciva que pudesse dizer.

Nunca imaginei minha mãe numa situação dessas, mas depois de ver como são as amigas dela, era negação não supor que ela poderia ser igual. Entre gemidos e suspiros dos quatro, era difícil refletir sobre isso. Leandro mordia os lábios e se tocava o pau, excitado com a situação. Me senti totalmente sozinho até perceber que eu mesmo tinha uma ereção com aquelas imagens tão fortes. Não dava pra negar. Minha mãe tinha se revelado tão puta que até eu ficava com tesão vendo ela em ação. Um gemido profundo dela me tirou desses pensamentos. Pato tinha se posicionado atrás dela e estava começando a meter no cu dela. Achei que ia parar ele, mas pra minha surpresa ela se virou e sorriu pra ele.

Eu sentia meu pau se enchendo de porra até a cabeça enquanto via minha velha engolir três picas jovens, uma de cada lado.

Depois de um tempo vendo como eles gozavam dela, e com aquela sensibilidade que as novinhas experientes têm, ela percebeu que já estavam perto de gozar, tirou o pau do Walter da boca e disse com uma voz bem de puta:
— Então, meninos, tragam eles pra cá — enquanto se lambia. Os três obedeceram e ficaram em volta dela, que, ajoelhada, começou a chupar a toda velocidade um por um os paus deles. Ela queria fazê-los gozar, mas fez com tanta qualidade que Fernando não demorou nada pra começar a gemer e gozar na boca dela. Mamãe sorriu, e o líquido branco e grosso escorreu entre os lábios dela. Ela sugou como se tivesse uma bombilla e engoliu o que queria escapar. Continuou batendo punheta com uma mão em cada um dos outros dois enquanto brincava com a língua nas pontas de cada pau. Sabia mesmo como excitar um homem! Em questão de segundos, os dois começaram a gozar jorrando na cara toda da minha mãe. Ela fechava os olhos e sorria com a satisfação de uma putinha bem sedenta de porra. Limpou os olhos com os dedos e, com a cara escorrendo, deu as últimas lambidas em cada pau para tirar a porra que restava.

Naquele momento, bati com o cotovelo no Leandro, que estava hipnotizado, e fiz sinal pra gente vazar. Não queria que nos vissem ali. Estávamos indo pra porta pra voltar pro nosso esconderijo no quincho quando meu amigo me parou.

— Pera aí, tenho que... passar no banheiro — ele falou, fazendo um gesto com a cabeça pra baixo. Pelo menos foi meio discreto pra dizer que ia bater uma pensando na minha velha.

— Ok, fica à vontade, vou pro quincho fumar um e relaxar um pouco — concordei.

— Ei, mano, isso não vai ficar assim não! Tô contigo, olho por olho com esses sem código — ele disse enquanto apertava meu braço.

Eu sorri. A verdade é que a vingança que eu tinha em mente não era muito heroica. Era mais uma desculpa pra comer duas gostosonas como a Cristina e a Júlia.

Quando entrei no quincho, me surpreendi ao encontrar a Pamela enfiada naquele vestido preto justinho, com a bolsa na mão.

— Espero que não se importem com a intromissão, mas sequei a poça que tinha aqui antes de secar e juntei os cacos — ela disse, apontando que não tinha mais vestígios da garrafa que meus amigos quebraram. Eu só olhava pra aqueles lábios escandalosamente vermelhos.

— Valeu. Não precisava, Pame. O que cê tava fazendo aqui? — falei meio gaguejando.

— Vim pegar as chaves do carro. Lá acabou a bebida cedo, então pensei em ir em casa buscar mais e, bom, não queria andar tudo com esses saltos — ela disse enquanto se abaixava pra tocar no sapato e me Ela dava uma vista impecável do decote enorme dela. Leandro naquele momento tava batendo uma pensando na minha velha, então não achei errado dar uma olhadinha nos peitos da sua.
Como se tivesse lido minha mente, a Pamela me perguntou:
— Meu neném? Deixou o celular aqui, cadê ele? — ficou esperando minha resposta com as mãos na cintura e aquela cara que fazia sempre que a gente aprontava alguma com o Léo.
— Foi no banheiro, e acho que vai demorar um pouco — falei sem entrar em detalhes.
— Luquinhas, você não me leva no seu carro? Faz isso pra tia Pame? — ela pedia enquanto brincava com o dedo indicador na minha barba rala. Tinha chegado tão perto que o perfume doce dela entrava no meu nariz que nem um afrodisíaco. Meu coração começou a bater forte.
Engoli seco. Olhei pra casa e vi a luz do banheiro do primeiro andar acesa.
— Fecha — falei, tirando as chaves do carro do bolso.

Ela sorriu e saiu andando na minha frente.
Que bunda gostosa que essa mulher tinha, e que jeito de rebolado...

Espero vocês na Parte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/2904842/Madres-viciosas-Parte-2.html

32 comentários - Madres viciosas (Parte 1)

Muy buena historia. Que madres tan calientes para cojerlas todas juntas.
Te dejo 10 pts.
gracias bebé
buenaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, espero la segunda , tercera y todas las partes eh!!!!!
pronto viene la parte 2 gracias
Excelente...como me gustan las MILFS, espero las demas partes..y fotos claro! Esas viejas son las mas putas y lo saben!
gracias supongo que lo que sigue te va a gustar, besito
Gran comienzo!! Puntos y esperando la segunda parte!
gracias amor prometo seguir pronto
muy buen pots..me dejó caliente de solo imaginarme esa situacion...espero la segunda parte
gracias q bueno saberlo. besitos
MENONX
De donde sale la inspiración?
MENONX
@Mishiand69 😉 IGUAL PARA TI, DESPUÉS ME LAS CUENTAS
@MENONX obvio cuando quieras bombón
MENONX
@Mishiand69 me gusta esa actitud, hasta pronto
Lo que vas a ser cuando seas mama. XD cmo.me gustaria ser amigo de tu futuro hijo!! Y tnerte cmo tia
gracias amor
A la espera de la 2° parte.
Van puntos y reco. 😉
gracias bombón! Completito lo tuyo 😉
muy pero muy bueno, quede al palo mal, espero ansioso la segunda parte urgente, y espero que sean varias mas, te dejo puntos...
gracias! me encanta que pase eso jiji
muy bueno presiosa van puntitnes cuando sigue
gracias pronto viene la parte que falta
excelente! espero 2da parte me dejaste re caliente!! y eso que prometi no pajearme en septiembre jaaj
@Mishiand69 jaja demasiado... nos dejaste pidiendo aguita
@jamex112 ojalá te guste el desenlace amor
@Mishiand69 pues si quieres despues te mando fotos de mis acabadas con tu relato final 😉
uffff, pinta bien, dejo 10, esperamos con ansias las continuaciones
gracias bombón. ya está casi listo el desenlace
Ai dioss contitnua con la segunda parte por favorr !! Me dejaste re manija.. muy buenoo!
falta muy poquito jiji
jaja...!! muy bueno...!! viste?, no todo lo que brilla es oro.... aparte, nunca digas nunca...jaja!! para cuando vas a contar el enfieste con la madre de tu amigo..?
Faltan unos retoques al final y lo publico
Sos una asesina! Me volas la cabeza siempre Mishiand!!!! Espero la segunda parte y te dejo mis 10 del dia! Potraaaaa!
Gracias amor! Me gusta que te excite mi morbo
Me volaste la cabeza! Las dos! Jajaja espero la segunda parte a full! Te dejo mis 10! Gracias bebota!!!
wau parece que realmente te volé la cabeza! otro comentario mi oscuro admirador
gracias!
Maldición que buen relato cuantas partes tendrá?
gracias bombón. solo falta la parte final
Muy buen relato!!!!. Vamos por la segunda parteeee. van puntosss.
gracias amor! la segunda ya cuando quieras verla
Mishia no tengo palabras para agradecerte esto por favor sigue asi ojala alla mas de dos partes
gracias a vos. ya la segunda está publicada. besitos
ufff por dios como me calento este relato!!!!! veo que subiste la 2da parte
gracias amor espero q te haya gustado la parte 2