Mães Taradas (Parte 1)

Essa história vem em partes, amores. Espero que vocês gostem tanto quanto eu, que revisei com uma mão entre as pernas. A continuação vem logo. Prometo. Bom, deixo vocês com a história do Lucas:

Mães Taradas

Parte 1: A Descoberta

Não é fácil colocar em palavras as experiências que vivi naquela noite. Todas aquelas sensações e emoções fluindo pelo meu corpo com a mesma intensidade de um orgasmo são difíceis de traduzir para as letras.

Meu nome é Lucas. Como meu pai é um empresário bem-sucedido, moro no mesmo condomínio fechado desde que me entendo por gente. Nesse lugar conheci meu melhor amigo Leandro e, pouco tempo depois, mudou-se a família do meu outro cúmplice Walter. Há alguns anos mudou-se a família do Fernando e do irmão dele, Patricio, completando o quinteto de amigos inseparáveis.

Nossas famílias, por serem vizinhas e morarem num bairro fechado, são muito unidas. Minha mãe, Isabel, sempre arruma um motivo pra gente se reunir e passar tempo com as vizinhas, e isso estreitou ainda mais o vínculo do grupo. Nossos pais, que começaram a amizade meio arrastados pelas mulheres, tinham muitas afinidades em comum, especialmente esportivas.

Justamente essa foi a origem de tudo. Os quatro pais tiveram a brilhante ideia de viajarem juntos pra assistir a um jogo de Rugby na Europa. Era uma viagem de homens solteiros, portanto não havia lugar nela para esposas nem filhos. Por isso, as quatro famílias ficaram sem o chefe da casa. Isso criou um cenário estranho que foi ficando cada vez pior.

Como sempre acontecia, minha mãe me comunicou sem me consultar que naquela noite a gente ia se reunir pra jantar.
— Hoje à noite convidei as meninas, já que estamos solteiras por uma semana — ela disse como se nada, enquanto trocava mensagens com as amigas.
— Justo hoje que é sábado! Quem vem? — perguntei, sabendo a resposta.
— Pamela, Cristina e Julia. Acho que vão trazer os meninos — disse minha mãe, que ainda nos trata como se fôssemos pirralhos.

O menino A Pamela é a Lean, a Cristina é a Walter e os filhos da Julia são o Fer e o Pato. O mais novo deles é o Patricio, com 18 anos, o resto de nós tínhamos todos 20 ou estávamos prestes a fazer.
Mas fazer minha mãe entender esses números era um desafio total. Mais fácil deixar como "meninos".
— Vai ser uma puta bagunça com nossas mães aqui — falei, resignado.
— Também não somos umas velhas de asilo, mas se te incomoda tanto, elas podem ficar no quiosque fazendo as coisas delas e a gente fica aqui. Não vamos ficar sob o mesmo teto, elas têm todo o parque e a piscina de distância das mães chatas — ela sugeriu, irônica.
Não era uma má ideia. No quiosque a gente tinha tudo. Meu pai mandou fazer justamente pra isso. Pra ter aquele espaço isolado da casa.

À tarde saímos no Mini Cooper com o Lean pra comprar bastante bebida. A ideia era ficar bem animados e sair pra caçar umas gostosas mais tarde, à noite, e se não rolasse, morrer ali mesmo. Quando voltávamos, estranhamos não ter os caras da segurança na entrada. Fiquei um pouco preocupado. Fomos em casa deixar a bebida e depois fomos na casa do Fer e do Pato, por serem os mais perto, pra ver se sabiam de algo. A empregada nos atendeu e disse que os meninos tinham ido pra quadra de tênis. Mas logo que estávamos indo embora, ouvimos uns sons que chamaram nossa atenção. Uns gemidos femininos vinham do muro que dava pro quintal deles.

Com o Lea nos olhamos e lemos a mente um do outro.

Nos infiltramos com cuidado no quintal como dois espiões, e o que encontramos foi uma recompensa total pelo esforço. Julia, a mãe dos nossos amigos, estava entre os dois seguranças, vestindo um biquíni branco minúsculo. Pra falar a verdade, a quarentona platinada era uma gostosa. Sempre achei que ela tinha cara de puta, mas agora tava comprovando com luxo de detalhes.

— Você tá vendo o que eu tô vendo? — o Lea me perguntou, enquanto eu observava, impassível, como os caras a apalpavam toda e ela deixava, gostosa.
— Que puta... Bolado - foi tudo que consegui dizer enquanto via a madura voluptuosa abaixando os zíperes dos dois funcionários do country.
Me virei por um segundo e vi meu amigo esfregando o pau por cima da calça, observando a mãe do Fer e do Pato começar a chupar um dos paus inchados. Ver aqueles lábios carnudos devorando pau foi demais, senti que meu pau ia explodir. Não consegui evitar o desejo de estar no lugar deles e sentir a sucção daquela boca. A putinha olhava para eles com um sorriso de gata enquanto lambia todo o comprimento de cada pau. Ela alternava o tempo certinho para mantê-los à beira do êxtase. Tinha tirado a parte de cima do biquíni e recebia carícias e apertos constantes naquelas tetas espetaculares.

Os dois caras estavam no paraíso e nós com os paus mais duros que pau de pau-brasil, da nossa posição tínhamos uma visão excepcional da bunda firme e malhada da loira pra completar. Acho que nós dois estávamos quase entrando quando ouvimos o motor e a música no talo do carro dos moleques. A Julia e os amigos não pareciam perceber, e não era pra menos, no meio de tanto prazer não deviam estar muito atentos.

Fiz sinal pro Leandro de irmos embora, e ele implorou pra ficarmos até o final.
- Vai, cara, se os caras nos encontram aqui vamos estar numa fria das grandes com eles e com a Julia. - Fiz ele entrar na razão. Óbvio que eu queria ver mais, mas era muito arriscado.

Senti o carro desligar e o bater das duas portas e me apressei pra interceptá-los. De longe, como se tivesse acabado de chegar, gritei:
- São daqui, loiras? - de brincadeira, pra ganhar tempo e de quebra alertar o trio dentro de casa que estávamos perto da porta.
- O que vocês tão fazendo, idiotas? Compraram o que eu pedi? - perguntou o Fernando.
- Sim, óbvio, se quiserem passem no quincho e a gente acerta tudo pra hoje à noite - sugeri, tentando afastá-los da cena pornográfica que a mãe deles tava protagonizando.
- Não, mano, estamos... mortos. Tem que descansar um pouco. Deixo as tarefas da cutie pra você - disse Pato. Fiquei um pouco alerta até ver Lea fazendo um sinal com os olhos pra mim.

Os dois funcionários tinham saído pelo lado. Não sei se foi por causa da nossa presença ou se já tinham terminado o serviço deles. Ao ver os sorrisos de satisfação dos dois, me veio à mente a imagem do rosto refinado da mãe dos meus amigos totalmente banhado de porra. Não tenho claro qual foi a última coisa que os garotos conversaram porque essa visão ocupou toda a minha atenção. Enquanto ainda mantinha essa fotografia erótica na minha cabeça, a porta se abriu e a sensual Julia apareceu com cara de dona da casa, como se nada tivesse acontecido.

- Como estão, garotos? Vão ficar pra merendar? - nos perguntou.

- Não, obrigado - respondi quase sem olhar pra ela. Ela ainda estava de biquíni, mas envolta num pareô pra fingir recato.

Nos despedimos e partimos pra minha casa.

Leandro estava saindo da casinha e mal cruzamos a porta ele explodiu numa gargalhada.

- Não acredito! Que perto foi - comentou.

- Pois é, que jeito de passar todo tipo de calor - respondi igualmente risonho.

- Não, mas que puta velha. Temos que ver o que fazemos agora - soltou o comentário como pra ver se eu mordia a isca, e eu fui direto pro anzol.

- Como assim o que fazemos? - perguntei.

- Ué. Vai me dizer que não quer comer ela agora - soltou com toda naturalidade.

- Você tá louco? Não só é nossa vizinha e mãe dos nossos melhores amigos. Também é amiga íntima tanto da minha mãe quanto da sua. Não te parece pervertido?

- Alguns minutos atrás não parecia pervertido pra nenhum de nós dois - respondeu.

- Você tá muito louco, negro - encerrei a discussão.

Mas a verdade é que eu tinha as mesmas vontades de devorar aquela mulher experiente e viciada. O que eu tinha visto tinha mudado pra sempre minha imagem da Julia, e essa noite ela ia ser convidada na minha casa.

Com o passar das horas, a ideia foi ganhando mais força na minha cabeça. Chegada a noite, eu já estava pronto pra Receber meus amigos, com boa música e muito álcool, como de costume. Um tempinho depois que a empregada foi embora, as visitas começaram a chegar. Os primeiros a aparecer foram Walter e Cristina. Eu não sabia se era o efeito Julia, mas não pude evitar de parar para admirar a figura da mãe do meu amigo.

Cristina é uma morena que está perto dos 40, mas a cara não entrega. Tem um rosto meio infantil e um físico que não fica devendo nada para as gals mais jovens: bem magrinha, pernas longas e com uma bunda espetacular. O vestido azul, minúsculo e justo, marcava perfeitamente a redondeza daquele rabo.

Ainda estávamos nos cumprimentando quando o interfone tocou de novo. Era Leandro, acompanhado da mãe, Pamela. Meus sentidos, já estimulados, foram direto para a madura seguinte. A Pame, diferente da Cristina, tem um rosto que realmente se aproxima da idade dela, mas nem por isso perde o charme. É o protótipo do que vulgarmente chamariam de uma MILF. Muitas curvas, principalmente na frente, sempre bem arrumada e produzida. Naquela noite não foi exceção. Um batom vermelho forte convidava a olhar para seu sorriso, a maquiagem nos olhos deixava o olhar bem felino, e o decote generoso do vestido preto era mais do que sedutor.

Eu não podia continuar olhando daquele jeito para as mães dos meus amigos. Me sentia o cara com menos noção do mundo, mas não dava para negar a realidade. Elas estavam mais do que gostosas. O fato de terem uma relação quase familiar com a minha mãe fazia com que eu nunca as visse daquele jeito, mas a Julia tinha quebrado essa barreira. Justamente a loira foi a última a chegar. Escoltada pelos dois filhos. Estava um arraso. Uma maquiagem só um pouco mais suave que a da Pamela e um vestido vermelho tão curto quanto os anteriores — a diferença é que eu já tinha visto quase tudo que havia por baixo, poucas horas antes.

Como sempre, elas tinham combinado de não repetir o visual, mesmo que não fossem sair de lá. De repente, todas as amigas da minha mãe me pareciam bem... Piranhas. Eu observava os movimentos delas, o jeito de falar, de rir, de olhar e tudo me parecia provocante. Talvez a falta de atenção dos maridos as deixasse assim.
Seria minha imaginação estimulada pelo comportamento da minha vizinha naquela tarde ou algo mais?
Me pareceu que Leandro vinha fazendo o mesmo escaneamento de milf que eu, só que me incomodou bastante vê-lo percorrer daquele jeito o vestido cinza da minha mãe. Foram uns segundos e seguiram-se os cumprimentos.

Enquanto pensava nisso tudo, senti um abraço e uns peitos grandes nas minhas costas que, com o tesão que eu estava, eram demais.
- E o que vão fazer, gordinho? - perguntou minha mãe enquanto continuava me abraçando. Tenho que reconhecer que aquele contato no meio daquela situação me deixou bastante desconfortável. Por isso, apressei a saída como pude.
- Já vamos para o churrasqueiro com os meninos, tenho tudo pronto lá. Vamos? - falei para os caras, me livrando da minha mãe, que pode ser muito grudenta quando quer.
- Bom, nós vamos ficar aqui se precisarem de algo - disse minha mãe ao nos despedirmos.

Uma vez instalados no setor mais afastado da casa, fiquei mais tranquilo. Começamos a comer, abrir garrafas e a rir das mesmas besteiras de sempre. A música no último volume nos distanciava ainda mais de qualquer relação com a casa. Por um momento, esqueci que nossas mães estavam lá e simplesmente me dediquei a me divertir com meus amigos. A noite foi passando entre fumaça e álcool. Assim, era impossível não rir com qualquer bobagem.

Com o passar das horas, a estupidez coletiva foi aumentando e, em um momento, vi que Fer e Walter estavam jogando uma garrafa de mão em mão como se fosse uma bola. Pato, como bom irmão mais novo, estava no meio tentando pegá-la. Achei muito idiota e, do puff em que estava, gritei para eles pararem, que iam quebrar alguma coisa. Mas deram pouca atenção. Estava trocando a música quando ouvi a explosão da garrafa.
- Não dá pra ser mais otário, mano! - gritei para eles! Puto da vida que me tiraram do clima por causa da bagunça de vidro e álcool que tava no chão.
- Relaxa, mano, de boa! A gente limpa! - Walter me acalmava.
- Cuidado, vai se cortar, seu otário! - gritei pro Patricio, que tava pegando os cacos de vidro.
- Nossa, tá parecendo minha mãe - ele respondeu rindo.
- Quem me dera que a mãe estivesse aqui - Leandro falou baixinho. Tive que morder a língua pra não deixar eles perceberem. Talvez na ânsia de disfarçar, eu disse:
- Vão lá em casa buscar alguma coisa pra limpar essa zona.
Os três saíram em fila, resmungando.

- Como é que você fala uma coisa dessas da véia, seu doido? - falei pro Lea assim que eles se afastaram.
- De boa. É uma piada comum - ele me tranquilizou, com certa razão.

Ficamos lá esperando os três bêbados dos nossos amigos, e com a demora, comecei a ficar preocupado. Eles tavam tão loucos que podiam quebrar alguma coisa em casa ou, pior ainda, algum deles dar pt na frente das nossas mães, o que ia nos deixar no maior mico.
- Vou ver por que esses trouxas tão demorando - avisei pro Leandro.
- Vou com você, o que vou fazer aqui sozinho? Tô com medo - ele disse, se cobrindo com a toalha de mesa. Sim, meu amigo era um baita de um idiota, mas sabia dar um drama nas situações com essas palhaçadas.

Mal entramos em casa, percebemos que o clima era totalmente diferente. Da música alta e animada do quintal, passamos pra uma música suave e lenta. As luzes também estavam bem baixas. Tinha umas garrafas dos melhores vinhos vazias e várias taças manchadas de batom. Era sabido que nossas mães não esperavam nossa visita, então imaginei que tinham aproveitado pra sair por aí e curtir a ausência dos maridos.

Quando eu ia gritar pra ver onde os caras tavam, algo me parou e me deixou gelado. Ouvi vozes e gemidos vindo da sala de jantar.
- Agora será que a Julia vai pegar os caras do turno da noite? - Lea perguntou, esfregando as mãos.
- Vamos descobrir - falei, todo animado. Essa gostosa... Ela me deixou louco e eu morria de vontade de vê-la em ação de novo.
Olhei pra todos os lados. Ficava preocupado de meus amigos aparecerem e me pegarem espiando a mãe deles. Foi aí que Leandro se aproximou e vi a cara de surpresa dele. Devia ter levado aquilo como alerta, mas o tesão não me deixava pensar. Não era Júlia com os seguranças, era minha mãe, pelada, cavalgando o Fer enquanto masturbava e chupava os paus do Pato e do Wal. Não conseguia acreditar. Senti o sangue subir pelo pescoço e fiquei com a cara toda vermelha.

Me virei pra não ver aquela orgia e vi Leandro de boca aberta. Ele não sabia o que dizer, mas eu já sabia o que ele ia falar, e isso me deixou mais puto. A palavra "puta" com certeza tava rodando na cabeça dele. Parece que ele sentiu meu olhar fulminante, porque me encarou e disse:
— Calma, Luc. Se você entrar agora, vai ser mais vergonhoso pra todo mundo.
— Mas é a minha mãe, cara! — falei, mordendo os lábios.
— Também não parece que ela tá sendo obrigada — ele respondeu, enquanto de canto de olho via minha mãe lambendo o pau do Walter com um sorriso de orelha a orelha. Não soube o que dizer entre o choque e a raiva.
— Olha, vamos ficar por aqui e garantir que esses bêbados não passem do ponto — ele sugeriu, mas dava pra ver o tesão nos olhos dele. Era difícil admitir, mas era mais que excitante ver uma gostosa com aquele rabão no meio de três paus, mesmo que essa gostosa fosse minha mãe.

Fiquei calado, encarando a cena. Minha mãe se movia tão bem quanto a amiga dela. O movimento do quadril dela em cima do meu amigo era como se, a cada rebolada, o pau entrasse mais fundo. E ainda por cima, o Fernando esticava os braços e apertava os peitos firmes da minha mãe à vontade. Os mamilos estavam tão duros que fiquei um tempão admirando. O Walter, mais confiante aparentemente, segurava ela pela nuca, fazendo o pau desaparecer entre os lábios da minha mãe, que olhava fixamente nos olhos dele.

Sem dúvidas, minha mãe tinha muita experiência e dominava aqueles três à vontade.
— Isso, senhora, você é mesmo uma mestra. - exclamou Walter com uma cara de prazer extremo. Minha mãe soltou o pau dele e, com uns fios de saliva meio branca pendurados nos lábios, disse:
- Me fala, Isabel, meu bem, já estamos em confiança - sorriu com uma cara de puta que eu nunca tinha visto nela e se virou para continuar com o pau do Pato.
- Uhh, siim, você é toda uma puta, Isabel - ele se descarregou ao sentir aquela boca habilidosa.
Minha mãe respondeu com uns barulhos, já que tinha o pau inteiro na boca. O que era mais excitante do que qualquer frase lasciva que ela pudesse pronunciar.

Nunca imaginei minha mãe numa situação dessas, mas depois de ver como são as amigas dela, era negação não supor que ela poderia ser igual. Entre gemidos e ofegos dos quatro, era difícil refletir sobre isso. Leandro mordia os lábios e tocava o pau, excitado com a situação. Me senti totalmente sozinho até perceber que eu mesmo estava de pau duro com aquelas imagens tão pesadas. Não dava para negar. Minha mãe tinha virado uma puta tão gostosa que até eu fiquei excitado vendo ela em ação. Um gemido profundo dela me tirou desses pensamentos. Pato tinha se posicionado atrás dela e estava começando a enfiar no cu dela. Achei que ela ia pará-lo, mas para minha surpresa, ela se virou e sorriu para ele.

Eu sentia meu pau enchendo de porra até a cabeça enquanto via minha mãe engolindo três paus jovens, um de cada lado.

Depois de um tempo vendo como eles gozavam com ela, e com aquela sensibilidade que as novinhas experientes têm, ela percebeu que eles estavam prestes a gozar. Tirou o pau do Walter da boca e disse com uma voz bem de puta:
- Vamos, meninos, tragam eles pra cá - enquanto se saboreava. Os três obedeceram e ficaram em volta dela, que, ajoelhada, começou a chupar a toda velocidade um por um os paus deles. Ela queria fazê-los gozar, mas fez com tanta qualidade que Fernando não demorou nada para começar a gemer e gozar na boca dela. Mamãe sorriu, e o líquido branco e grosso escorreu entre seus lábios. Ela chupou como se tivesse uma... bucetinha e engoliu o que queria escapar. Continuou batendo punheta com uma mão em cada um dos outros dois enquanto brincava com a língua nas pontas de cada pau. Ela sabia mesmo como excitar um homem! Em questão de segundos, os dois começaram a gozar jorrando por todo o rosto da minha mãe. Ela fechou os olhos e sorriu com a satisfação de uma gostosa muito sedenta por porra. Limpou os olhos com os dedos e, com o rosto escorrendo, deu umas últimas lambidas em cada pau para tirar o que restava de gozo.

Nesse momento, dei uma cotovelada no Leandro, que estava hipnotizado, e fiz sinal para irmos embora. Não queria que nos vissem ali. Estávamos a caminho da porta para voltar ao nosso canto no quiosque quando meu amigo me segurou.

— Segura aí, preciso, hmm... passar no banheiro — ele disse, fazendo um gesto com a cabeça para baixo. Pelo menos foi um pouco discreto para dizer que ia bater uma pensando na minha mãe.

— Ok, toma seu tempo. Eu vou pro quiosque fumar um e relaxar um pouco — concedi.

— Ei, mano, isso não vai ficar assim, hein! Tô contigo, olho por olho com esses sem noção — ele disse enquanto apertava meu braço.

Sorri. Na verdade, a vingança que eu tinha em mente não era muito heroica. Era mais uma desculpa para comer duas gostosas como a Cristina e a Julia.

Quando entrei no quiosque, me surpreendi ao encontrar a Pamela enfiada naquele vestido preto justo, com a bolsa na mão.

— Espero que não se importem com a intromissão, mas sequei a poça que tinha aqui antes que secasse e juntei os cacos — ela disse, apontando que não havia mais vestígios da garrafa que meus amigos quebraram. Eu só ficava olhando aqueles lábios escandalosamente vermelhos.

— Obrigado. Não precisava, Pame. O que você tava fazendo aqui? — perguntei, meio gaguejando.

— Vim buscar as chaves do carro. Lá acabou a bebida cedo, então pensei em ir em casa buscar mais e, bom, não queria andar tudo com esses saltos — ela disse enquanto se abaixava para tocar no sapato e me... Dava uma vista inacreditável do seu decote enorme. Leandro naquele momento estava batendo uma pensando na minha mãe, então não achei errado dar uma olhada nas tetas da dele.

Como se tivesse lido minha mente, Pamela me perguntou:

- Meu nenê? Deixou o celular aqui, cadê ele? - Ela ficou esperando minha resposta com as mãos na cintura e a cara que fazia sempre que a gente aprontava alguma com a Lea.

- Foi no banheiro e acho que vai demorar - falei sem entrar em detalhes.

- Luquinhas, você não me leva no seu carro? Faria isso pela tia Pame? - ela pediu enquanto brincava com o dedo indicador na minha barba rala. Ela tinha chegado tão perto que o perfume doce dela invadia meu nariz como um afrodisíaco. Meu coração começou a bater forte.

Engoli seco. Olhei pra casa e vi a luz do banheiro do primeiro andar acesa.

- Vamos - falei, tirando as chaves do carro do bolso.

Ela sorriu e saiu andando na minha frente.

Que rabão lindo essa mulher tinha, e que jeito de andar...

Os espero na Parte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/2904842/Madres-viciosas-Parte-2.html

32 comentários - Mães Taradas (Parte 1)

Muy buena historia. Que madres tan calientes para cojerlas todas juntas.
Te dejo 10 pts.
gracias bebé
buenaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, espero la segunda , tercera y todas las partes eh!!!!!
pronto viene la parte 2 gracias
Excelente...como me gustan las MILFS, espero las demas partes..y fotos claro! Esas viejas son las mas putas y lo saben!
gracias supongo que lo que sigue te va a gustar, besito
Gran comienzo!! Puntos y esperando la segunda parte!
gracias amor prometo seguir pronto
muy buen pots..me dejó caliente de solo imaginarme esa situacion...espero la segunda parte
gracias q bueno saberlo. besitos
MENONX
De donde sale la inspiración?
MENONX
@Mishiand69 😉 IGUAL PARA TI, DESPUÉS ME LAS CUENTAS
@MENONX obvio cuando quieras bombón
MENONX
@Mishiand69 me gusta esa actitud, hasta pronto
Lo que vas a ser cuando seas mama. XD cmo.me gustaria ser amigo de tu futuro hijo!! Y tnerte cmo tia
gracias amor
A la espera de la 2° parte.
Van puntos y reco. 😉
gracias bombón! Completito lo tuyo 😉
muy pero muy bueno, quede al palo mal, espero ansioso la segunda parte urgente, y espero que sean varias mas, te dejo puntos...
gracias! me encanta que pase eso jiji
muy bueno presiosa van puntitnes cuando sigue
gracias pronto viene la parte que falta
excelente! espero 2da parte me dejaste re caliente!! y eso que prometi no pajearme en septiembre jaaj
@Mishiand69 jaja demasiado... nos dejaste pidiendo aguita
@jamex112 ojalá te guste el desenlace amor
@Mishiand69 pues si quieres despues te mando fotos de mis acabadas con tu relato final 😉
uffff, pinta bien, dejo 10, esperamos con ansias las continuaciones
gracias bombón. ya está casi listo el desenlace
Ai dioss contitnua con la segunda parte por favorr !! Me dejaste re manija.. muy buenoo!
falta muy poquito jiji
jaja...!! muy bueno...!! viste?, no todo lo que brilla es oro.... aparte, nunca digas nunca...jaja!! para cuando vas a contar el enfieste con la madre de tu amigo..?
Faltan unos retoques al final y lo publico
Sos una asesina! Me volas la cabeza siempre Mishiand!!!! Espero la segunda parte y te dejo mis 10 del dia! Potraaaaa!
Gracias amor! Me gusta que te excite mi morbo
Me volaste la cabeza! Las dos! Jajaja espero la segunda parte a full! Te dejo mis 10! Gracias bebota!!!
wau parece que realmente te volé la cabeza! otro comentario mi oscuro admirador
gracias!
Maldición que buen relato cuantas partes tendrá?
gracias bombón. solo falta la parte final
Muy buen relato!!!!. Vamos por la segunda parteeee. van puntosss.
gracias amor! la segunda ya cuando quieras verla
Mishia no tengo palabras para agradecerte esto por favor sigue asi ojala alla mas de dos partes
gracias a vos. ya la segunda está publicada. besitos
ufff por dios como me calento este relato!!!!! veo que subiste la 2da parte
gracias amor espero q te haya gustado la parte 2