Bueno, vou te contar a quarta parte dessa história. Depois da minha última sessão de sexo com as gostosas da Lucas e da July, fiquei com muito tesão, não só por como eu tinha aproveitado aqueles dois corpos, mas também a relação entre a Lucas e a July me deixou bem excitado. Como terceira coisa, eu tinha pensado que já tinha gostado de ficar com um homem, agora queria provar mais! Então, bolei um plano...
Nessa altura, eu já tinha uma comunicação por mensagem bem fluida com a Lucas. A gente falava de tudo um pouco, não só de sexo. Mandei uma mensagem dizendo:
Atenção, putas:
Quero que vocês dois venham pra casa neste sábado. Os dois vestidos pra ir dançar. July, quero que você venha vestida bonita, mas tranquila. Lucas, você tem que vir do seguinte jeito: uma calça justa que fique o mais apertada possível, uma camisa um pouco aberta, bem perfumado e sexy.
Quando chegou o sábado, eles chegaram, vestidos como eu tinha pedido, mas um pouco atrasados. Não me preocupei muito, pedi pra Lucas chamar um táxi e tomar um comprimido de Viagra que tinha deixado na mesa, e pra July me fazer um boquete igual ao do outro dia, mas sem borrar a maquiagem. Os dois foram pra ação. Quando a Lucas terminou de pedir o táxi, se aproximou e perguntou.
Lucas: — Aonde a gente vai?
Eu: — Pro Amerika (uma balada gay famosa em Buenos Aires)
Lucas: — Pra que a gente vai pra lá?
Eu: — Quero que você faça algo pra mim, sua puta!
Daqui a pouco, o táxi chegou. A July não terminou de me chupar, mas, sem ligar pra isso, saímos, entramos no táxi e começamos a viagem. Pedi pra Lucas ir na frente, e eu e a July sentamos atrás. No caminho, comecei a fazer perguntas pra Lucas tipo: "Há quanto tempo vocês estão namorando?", "Vocês se amam?", "Moram juntos?" etc.
Ao mesmo tempo, eu apalpava a Julieta por baixo da roupa, tocava nos peitos dela, na bunda, na buceta, e até masturbava ela, de um jeito que o taxista pudesse ver pelo retrovisor. O espelho retrovisor. A cara do taxista nessa altura era impagável.
Chegando na balada, a gente se divertiu um pouco até eu conseguir ver uns 5 ou 6 caras que me interessaram, na balada toda. Apontei eles pro Lucas e falei pra ele pegar um desses, que fosse passivo e topasse vir pra casa, pra gente fazer nossa própria festinha. Também dei uma cópia da chave de casa e uma grana pro táxi, avisando que eu e a July já estávamos indo pra casa.
Com a July a gente foi conversando até chegar em casa sobre como o pau do Lucas tava duro por causa do Viagra e que era a primeira vez que ele tomava.
Chegando, resolvi curtir um pouco a July e mandei ela se pelar pra mim! Quando ela tava toda nua, a gente fez um 69, onde eu fui evoluindo e terminei lambendo a bunda dela. Depois, como não podia faltar, comecei a meter no cu dela!
No meio da enfiada na bunda dela, ouço a porta do apartamento abrir, e sem parar de meter na July, vejo o Lucas entrando no apê acompanhado do cara mais gostoso dos que eu tinha mostrado pra ele.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Quando vi esse cara, tirei a pica do cu da July e mandei ela sentar no sofá. Também falei pro Lucas ir com ela e se pelar!
Olhei pra ele e percebi que era um puta gostoso! Todo musculoso e tatuado, tinha uma cabeça a mais que eu e ainda era modelo!
Eu: - Boa noite, qual é o teu nome?
Alexis: - Me chamo Alexis, você deve ser o dono do Lucas, né?
Eu: - hahahaha mais ou menos! Você é gay ou bi? É ativo ou passivo, Ale?
Alexis: - Sou bem viado, e sou passivo, mas gosto que chupem minha pica!
Eu: - Bom, aqui você pode conseguir uns boquetes bem bons! E claro, já conhece as rolas que tão disponíveis.
Alexis: - Sim, e adoro elas.
Eu: - Ale, se quiser, faz assim: agora você me faz um boquete e, se eu gostar, peço pro Lucas fazer tudo que você pedir.
Sem dar chance de responder, fui e sentei no outro sofá. A montanha do Alexis tirou a roupa e tentou se ajoelhar pra me fazer um boquete, mas é tão grandão que teve que sentar no chão.
O boquete dele foi maravilhoso. Chupou cada centímetro da minha pica, completamente fascinado. Aí pergunto: quer que eu arrebente seu cu? Ele acena que sim sem tirar minha pica da boca, depois se vira e, enquanto vou lubrificando o cu dele com saliva, olho pro sofá. Vejo a July fazendo um boquete no Lucas enquanto ele a masturbava com a mão. Ver isso me excita ainda mais e começo a comer o Ale, naquela bunda toda musculosa e redonda. Pra ser sincero, não duro muito nisso e peço pros três se aproximarem e se ajoelharem na minha frente, e claro, gozo no convidado!
July e Lucas rapidamente trataram de comer meu sêmen.
Alexis: — Me prometeram um boquete.
Eu: — Lucas, chupa ela, por favor.
Alexis: — Não! Você me comeu, quero um boquete seu.
Eu: — Me parece aceitável (Na real, nem sei por que, mas queria fazer um boquete nele).
Chupei ele por uns segundos, só isso, até que, de repente, ele gozou dentro da minha boca. E eu, sem pensar, engoli.
Isso foi um ponto de virada pra mim. Os três continuaram transando a noite toda, mas eu não consegui. Ter engolido a porra de um desconhecido era demais pra mim — eu não entendia o que tinha feito!
Nessa altura, eu já tinha uma comunicação por mensagem bem fluida com a Lucas. A gente falava de tudo um pouco, não só de sexo. Mandei uma mensagem dizendo:
Atenção, putas:
Quero que vocês dois venham pra casa neste sábado. Os dois vestidos pra ir dançar. July, quero que você venha vestida bonita, mas tranquila. Lucas, você tem que vir do seguinte jeito: uma calça justa que fique o mais apertada possível, uma camisa um pouco aberta, bem perfumado e sexy.
Quando chegou o sábado, eles chegaram, vestidos como eu tinha pedido, mas um pouco atrasados. Não me preocupei muito, pedi pra Lucas chamar um táxi e tomar um comprimido de Viagra que tinha deixado na mesa, e pra July me fazer um boquete igual ao do outro dia, mas sem borrar a maquiagem. Os dois foram pra ação. Quando a Lucas terminou de pedir o táxi, se aproximou e perguntou.
Lucas: — Aonde a gente vai?
Eu: — Pro Amerika (uma balada gay famosa em Buenos Aires)
Lucas: — Pra que a gente vai pra lá?
Eu: — Quero que você faça algo pra mim, sua puta!
Daqui a pouco, o táxi chegou. A July não terminou de me chupar, mas, sem ligar pra isso, saímos, entramos no táxi e começamos a viagem. Pedi pra Lucas ir na frente, e eu e a July sentamos atrás. No caminho, comecei a fazer perguntas pra Lucas tipo: "Há quanto tempo vocês estão namorando?", "Vocês se amam?", "Moram juntos?" etc.
Ao mesmo tempo, eu apalpava a Julieta por baixo da roupa, tocava nos peitos dela, na bunda, na buceta, e até masturbava ela, de um jeito que o taxista pudesse ver pelo retrovisor. O espelho retrovisor. A cara do taxista nessa altura era impagável.
Chegando na balada, a gente se divertiu um pouco até eu conseguir ver uns 5 ou 6 caras que me interessaram, na balada toda. Apontei eles pro Lucas e falei pra ele pegar um desses, que fosse passivo e topasse vir pra casa, pra gente fazer nossa própria festinha. Também dei uma cópia da chave de casa e uma grana pro táxi, avisando que eu e a July já estávamos indo pra casa.
Com a July a gente foi conversando até chegar em casa sobre como o pau do Lucas tava duro por causa do Viagra e que era a primeira vez que ele tomava.
Chegando, resolvi curtir um pouco a July e mandei ela se pelar pra mim! Quando ela tava toda nua, a gente fez um 69, onde eu fui evoluindo e terminei lambendo a bunda dela. Depois, como não podia faltar, comecei a meter no cu dela!
No meio da enfiada na bunda dela, ouço a porta do apartamento abrir, e sem parar de meter na July, vejo o Lucas entrando no apê acompanhado do cara mais gostoso dos que eu tinha mostrado pra ele.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Quando vi esse cara, tirei a pica do cu da July e mandei ela sentar no sofá. Também falei pro Lucas ir com ela e se pelar!Olhei pra ele e percebi que era um puta gostoso! Todo musculoso e tatuado, tinha uma cabeça a mais que eu e ainda era modelo!
Eu: - Boa noite, qual é o teu nome?
Alexis: - Me chamo Alexis, você deve ser o dono do Lucas, né?
Eu: - hahahaha mais ou menos! Você é gay ou bi? É ativo ou passivo, Ale?
Alexis: - Sou bem viado, e sou passivo, mas gosto que chupem minha pica!
Eu: - Bom, aqui você pode conseguir uns boquetes bem bons! E claro, já conhece as rolas que tão disponíveis.
Alexis: - Sim, e adoro elas.
Eu: - Ale, se quiser, faz assim: agora você me faz um boquete e, se eu gostar, peço pro Lucas fazer tudo que você pedir.
Sem dar chance de responder, fui e sentei no outro sofá. A montanha do Alexis tirou a roupa e tentou se ajoelhar pra me fazer um boquete, mas é tão grandão que teve que sentar no chão.
O boquete dele foi maravilhoso. Chupou cada centímetro da minha pica, completamente fascinado. Aí pergunto: quer que eu arrebente seu cu? Ele acena que sim sem tirar minha pica da boca, depois se vira e, enquanto vou lubrificando o cu dele com saliva, olho pro sofá. Vejo a July fazendo um boquete no Lucas enquanto ele a masturbava com a mão. Ver isso me excita ainda mais e começo a comer o Ale, naquela bunda toda musculosa e redonda. Pra ser sincero, não duro muito nisso e peço pros três se aproximarem e se ajoelharem na minha frente, e claro, gozo no convidado!
July e Lucas rapidamente trataram de comer meu sêmen. Alexis: — Me prometeram um boquete.
Eu: — Lucas, chupa ela, por favor.
Alexis: — Não! Você me comeu, quero um boquete seu.
Eu: — Me parece aceitável (Na real, nem sei por que, mas queria fazer um boquete nele).
Chupei ele por uns segundos, só isso, até que, de repente, ele gozou dentro da minha boca. E eu, sem pensar, engoli.
Isso foi um ponto de virada pra mim. Os três continuaram transando a noite toda, mas eu não consegui. Ter engolido a porra de um desconhecido era demais pra mim — eu não entendia o que tinha feito!
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