Bom, não vou me alongar. A verdade é que essa história é ideal pra quem (homem) foi largado pela parceira (mulher). Espero que gostem.
Porra, que putaria é essa que tá rolando aqui! No sofá da sala da casa de campo dos meus pais, tem três mulheres, só de calcinha e camisolinha, rindo e gritando, torcendo pra uma quarta mulher fazer um... "garganta profunda" num consolo!
Caralho, viu! Tão tão vidradas na festinha delas que nem ouviram eu entrar pela porta da cozinha.
Dou um passo pra trás, me escondo na sombra do corredor, enquanto meu pau já tá durinho vendo as bundas gostosas da quarta mulher. O camisolinha roxo dela grudou no formato de coração da bunda, mostrando a tanga. Fico paralisado, vendo ela se preparar pra enfiar o pau de borracha preso no tampo da mesa de centro com uma ventosa.
— Eu consigo! — ela grita antes de respirar fundo e passar os lábios pelo pau de borracha realista.
Porra! Essa é a voz da tia Laura! Sinto meu pau duro que nem um pedaço de pau. Porra! Tô ficando excitado com minha tia de 38 anos. Uma culpa me faz desviar o olhar das bochechas deliciosas da bunda dela e tento esquecer a imagem dos lábios dela deslizando no pau falso.
— Achei que você tinha dito que já tinha feito isso antes — ri uma das amigas, chamando minha atenção de novo pro sofá.
As outras três tão vestidas igual, umas roupinhas curtas e transparentes, só de tanga por baixo. A única diferença parece ser a cor.
— Já fiz isso antes, sim — protesta minha tia — mas com um pau de verdade! Essa... coisa não serve. Preciso de um rabo quente ligado a um cara de verdade — tia Laura senta nos calcanhares e ri junto com as amigas.
— Então parece que tem um no corredor! — diz uma mulher negra linda, enquanto sorri olhando na minha direção. —Diego! —grita Laura, pulando de pé até a entrada do quarto. Os peitos dela balançam tentadoramente dentro da camisola roxa. —Que porra você tá fazendo aqui?
—Não se preocupa comigo —respondo. —Espero não ter assustado vocês. Mas eu que levei um baita susto quando vi vocês. Não vi nenhum carro lá fora.
—Não estávamos te esperando, e o carro tá atrás do viveiro. —ela explica.
Aponto com o braço para a mesa de centro onde, além do vibrador que eu vi ela chupar, tem vários outros brinquedos sexuais variados.
—Mas me diz, o que vocês tão fazendo aqui? —dou um sorriso diante da saia justa dela.
Minha tia é solteira, nove anos mais velha que eu. Sempre nos demos bem, quase como irmãos, já que ela é a irmã mais nova da minha mãe. Ela sempre esteve por perto, ainda mais desde que nasci, porque eu era tipo o boneco de carne e osso dela.
—Tamo celebrando uma festa de garotas —fala tia Laura, como se aquilo explicasse tudo. —Seus pais não iam vir, e a gente pediu as chaves.
Não é tão estranho assim. Essa é a casa de campo dos meus pais, mas na verdade é o point de encontro da família toda. Todo mundo aparece por aqui de vez em quando, inclusive minha tia.
Eu também dou uma passada por aqui, como vocês tão vendo.
Tô morando com minha namorada há uns dois anos e apareço nessa casa afastada da cidade toda vez que eu e a Claudia brigamos, o que ultimamente parece estar rolando direto.
Minha tia continua falando e me dando sermão por não ter avisado, e enquanto ela finge estar indignada comigo, vejo as amigas dela se mexendo. É como assistir a um comercial da Victoria Secret ao vivo. A mais perto de mim é a mulher negra que me viu no corredor. Percebo que, enquanto ouço as reclamações leves da minha tia, meus olhos estão arregalados, grudados na camisola amarela que mal cobre o peitão dela. Do lado dela está a Cristina, a loirinha amiga da Laura desde que eu me entendo por gente. Memória, é uma surpresa completa vestida com essa lingerie cor-de-rosa. Por último, no outro extremo do sofá está uma morena alta, mal coberta pelo mesmo conjunto sexy, mas este na cor vermelha.
- Uma festa de garotas? - repito, erguendo as sobrancelhas e avaliando suas roupas, se é que dá pra chamar assim.
Na altura dos peitos, o tecido cobre os mamilos e parte das tetas. Na real, tirando o fio dental, elas não mostram muito mais do que um biquíni mostraria, mas, sem dúvida, essa lingerie é muito mais excitante.
- Na verdade é uma festa de lingerie - explica a negona, sorrindo sem um pingo de vergonha. - Gostou das nossas roupas? - Ela se levanta e se vira, me dando uma vista enorme das nádegas redondas e carnudas de mulher madura.
- Ali! - repreende tia Laura - Ele é meu sobrinho!
- Bom, então pelo menos devia nos apresentar - responde Ali, dando um passo à frente e estendendo a mão. - Sou Alicia, mas pode me chamar de Ali. - Ela sorri enquanto apertamos as mãos.
- Ele é o Diego - diz minha tia, cuidando das apresentações.
- Você já conhece a Cristina - ela diz, apontando pra amiga de camisola rosa.
Eu aceno na direção dela.
- Oi, Diego - Cristina sorri timidamente pra mim.
- E ela é a Carla. - A morena alta se levanta e estende a mão.
- Prazer em te conhecer, Diego - diz Carla, olhando nos meus olhos.
Caralho! A gente tem quase a mesma altura, e olha que eu tenho mais de 1,80m.
- O prazer é meu - respondo, pegando a mão dela, que é surpreendentemente pequena e feminina comparada à estatura dela.
Enquanto me apresenta às amigas, dou olhadas furtivas pra minha tia. Ela sempre me atraiu e sempre a vi como uma mulher gostosa. Claro, nunca a tinha visto usando uma lingerie tão sexy. Porra! Meu pau tá endurecendo de novo. Isso não é saudável, não é normal.
- Bom, e o O que você está fazendo aqui, posso saber?" — pergunta tia Laura, chamando minha atenção.
"Precisava de um lugar pra passar a noite" — dou de ombros, sem mais explicações.
"Meninas" — sorrio para o quarteto da morte — "Desculpa ter interrompido. Vou pro meu quarto e deixo vocês com a diversão de vocês."
"Onde estão mamãe e papai?" — pergunto finalmente pra minha tia.
"Estão em Almería."
"Com minha irmã e meu cunhado" — completa Cristina.
Cristina é amiga da Laura desde pequenas, assim como as irmãs mais velhas delas. Ou seja, minha mãe e a irmã mais velha da Cristina. E além disso, os maridos delas, ou seja, meu pai e o cunhado dela, também são amigos. Os quatro iam juntos pro colégio.
"A casa é toda nossa durante o fim de semana" — Clara sorri pra mim.
"Por que você não fica? A diversão acabou de começar" — acrescenta Ali, com um convite inconfundível e cheio de safadeza. Ela não consegue ficar quieta.
Ouço um suspiro de exasperação da minha tia antes que eu possa responder.
"Acho melhor eu ir dormir" — respondo, me movendo em direção ao corredor. "Foi um prazer conhecer vocês."
Ao me virar, ouço atrás de mim:
"Que sobrinho educadinho!" — é a Clara falando isso com uma certa gozação.
"Mas tia, ele é um gostoso. Laura, você devia ter pedido pra ele ficar." — essa é a voz da Ali.
Sorrio e viro no corredor pra subir as escadas pro meu quarto, mas ao dobrar a esquina, espero escondido pra ouvir a resposta.
"É meu sobrinho!" — ela rebate. "Não quero ele perto da nossa festa, ainda mais com esses brinquedinhos sexuais. Está claro?"
"Mas Laura, você viu ele? Podia ser meu brinquedo sexual e eu não reclamaria" — diz Clara — "Quantos anos ele tem?"
"Muito novo pra você, putona!" — responde minha tia.
Porra. Minha tia tem razão. Que putaria que as quatro senhoras tão armando. Enfim, essa... é o sinal pra eu me mexer e deixar elas com seus rolês. Ficaria de boa, mas... pra nada. Tira essas merdas da cabeça, eu me digo, prudente.
Meia hora depois, deitado na minha cama e tentando segurar as imagens gostosas da minha tia e das amigas dela na cabeça, ouço baterem na porta.
- Entra. - falo sem me mexer da cama.
Tia Laura enfia a cabeça antes de abrir a porta de vez.
- Oi, posso? - ela diz entrando e vindo na minha direção. - Desculpa pelo que rolou.
- Não tem o que lamentar, tia. Você não sabia que eu ia vir hoje e eu, sinceramente, não imaginava que você ia estar numa festa com suas amigas. - respondo enquanto ela senta na beira da minha cama. - Desculpa não ter avisado, mas surgiu de repente.
Ela ainda tá com a mesma roupa e não consigo evitar manter meus olhos, fixos feito flechas, entre a curva dos peitos dela e o montinho da buceta dela quase à mostra. Tá cheirando a álcool e os olhinhos tão brilhando.
- Desculpa se atrapalhei a festa de vocês.
- É sobre isso que quero falar com você - ela diz sorrindo. - Você foi uma surpresa muito... gostosa pras minhas amigas.
Eu só sorrio, esperando o que ela vai dizer. A conversa não começou mal.
- Diego, você me ama? - ela pergunta. Aí percebe o novo contexto onde falou isso e completa - como tia, quero dizer.
- Incondicionalmente. - respondo, rindo do nervosismo dela.
Mas é verdade o que falo. O carinho pela minha tia é incondicional. Pensei que fosse assim também com a Cláudia, mas sempre tem umas paradas estranhas no nosso relacionamento. Já com a minha tia... Porra! Sem perceber, tô comparando minha tia com minha namorada e, sei lá por que, isso me deixa nervoso.
- Então... As meninas querem que você desça e julgue quem você acha mais gostosa - fala Laura, levantando as sobrancelhas num tom de pergunta. - É só um jogo, mas... você faria isso por nós?
Isso sim que eu não esperava. Esperava.
— Cara, a princípio parece uma daquelas propostas que não dá pra recusar, mas e eu, o que eu ganho com isso, tia? — pergunto, juntando as mãos sobre o peito, embora, logicamente, já tenha decidido fazer o que for preciso.
Que sorte a minha! Depois da discussão com a Cláudia e de como a noite estava se encaminhando... acontece que vou matar o tempo e meus problemas com as amigas dela quase peladas.
— O que você ganha?! — ela me pergunta incrédula enquanto me dá um soco no braço. — Você tem a chance de ficar babando enquanto observa umas coroas seminuas e decide quem é a mais gostosa. E ainda tem a cara de pau de perguntar o que você ganha?
— Tá bom, tá bom. Não é um mau acordo — respondo, esfregando meu ombro. — Tia Laura, as amigas dela são todas solteiras? — pergunto quando ela se levanta e vai em direção à porta do meu quarto.
Tiro minhas pernas da cama com a intenção de segui-la, meus olhos grudados na bunda dela quase nua.
— E isso importa? Você não vai... foder — ela não encontra uma palavra mais educada — nenhuma delas.
— Só não quero confusão com os maridos delas me acusando de alguma merda.
— Relaxa. O que rola nas nossas festas fica nas nossas festas.
Boa filosofia. Tô gostando ainda mais do acordo.
— Até com a Cristina? A irmã dela e o cunhado são muito próximos dos meus pais, e ela parece tão inocente...
— Até a Cristina. — A Lauren revira os olhos. — Você sabe muito bem que somos amigas de longa data e te garanto que ela sabe guardar um segredo. E ainda mais com você, ela te adora desde pequeno, nunca te meteria em encrenca.
— Tá bem, tô pronto... mas como vou decidir quem é a mais gostosa? — pergunto quando fecho a porta atrás de mim.
— Fácil, você olha pra todas e então... — ela diz olhando por cima do ombro. — Só precisa escolher sua tia!
Rindo, ela rebola a bunda pelo corredor em direção à sala. estar, provocando que mais sangue vá pro meu pau, reforçando sua dureza.
- Olha! Laura, você convenceu ele! - diz Ali, quando nos vê aparecer, batendo palmas enquanto dá pulinhos no sofá, fazendo com que seus peitões balançem de um jeito tentador.
Minha mente tá trabalhando a mil por hora, calculando até onde posso ir nas comemorações que tão por vir. Quatro coroas no dia de descontrole delas, bebendo vinho, com vontade de putaria e sem nenhum impedimento por perto pra fazer o que der na telha. Não parece ter limites essa noite e eu, podem ter certeza, não vou colocar nenhum.
- Minha tia já me explicou as intenções de vocês. Vocês têm alguma ideia de como querem que eu faça ou como querem que eu julgue? - pergunto, sondando o terreno.
A primeira coisa que noto é que, pelo menos, já foram umas duas garrafas de vinho essa noite.
- Os juízes são sempre quem decide essas coisas - diz Cristina. Juro que lembro dela sempre tímida e quieta. Agora ela pisca de um jeito safado olhando pra mim, enquanto completa - Agora o senhor é o juiz.
Quantas taças, como a que ela tem na mão, já deve ter bebido? Me pergunto, divertido.
Espero um minuto pra ver se alguém mais quer dar palpite e botar alguma regra, e quando vejo que ninguém fala nada, começo a propor as regras que fui bolando pelo caminho.
- Tá bem. Se vocês querem que eu julgue, acho melhor que as quatro se alinhem na minha frente - falo, movendo a mesinha de centro pra que elas possam ficar na frente do sofá.
Sento no meio do sofá e elas, obedientes, se alinham na minha frente. Porra! As quatro estão uma delícia!
- Bom, vocês deixaram tudo na minha escolha. Espero que não me acusem de machista ou misógino. Se alguém se sentir desconfortável, é hora de parar - falo tudo de forma teatral, tentando parecer o mais profissional possível nessa palhaçada - Acho que tem que dividir a competição em quatro categorias: os peitos delas, as bundas delas, as pernas delas e os... hmm... as bucetas delas.
Quando menciono a palavra bucetas, Cristina e Laura, envergonhadas, desviam o olhar, mas Clara e Ali abrem um sorrisão no rosto. Mas nenhum reparo. Tudo está indo de vento em popa. Levanto e ando na frente delas como um comandante inspecionando suas tropas.
- Hmm. Isso vai ser difícil - falo pra elas.
- É verdade, parece que você está passando um mau pedaço - diz Ali enquanto desvia o olhar pro meu meio das pernas.
- Silêncio - ordeno brincando. - Não distrai os juízes ou vai ser desclassificada.
- Desculpa - sussurra, deixando o queixo cair contra o peito numa careta de deboche. - Tô te distraindo mesmo, Diego?
Que filha da puta! Tô ficando duro que nem uma moto. Todas tão fazendo isso, na real.
- Digamos que no bom sentido da palavra distrair - respondo, sem dar muita bola pra provocação dela, e passo na frente de cada uma, olhando fixamente pros peitos delas.
Quando chego no final, perto da Ali, olho pra trás e vejo a fila, perfeitamente alinhadas. Reparo na diferença de volume de cada mulher.
- Não posso tomar uma decisão baseado só no tamanho - falo, sentando de novo no sofá. - Vocês não podem esperar que eu compare direito os peitos de vocês sem ver os bicos.
Essa é minha aposta mais forte até agora. É aqui que a gente vai começar a ver o quanto isso pode ser divertido.
- O quê! - Tia Laura é a primeira a reagir. - Não abusa, moleque! Esse não era o trato! - exclama, e procura com o olhar o apoio das amigas.
- Acho que ele tem razão - diz Clara, levantando as mãos pra desatar no pescoço a tirinha fina de pano que segura a parte de cima da camisola dela.
- Espera! - grita Laura, batendo nas mãos de Clara, forçando ela a manter elas longe do nó. fim das suas safadezas.
- Você gostaria que seu sobrinho ficasse olhando pras suas tetas? - ela pergunta.
- Bem, você nunca ficou sem sutiã na praia com seu sobrinho? - Ali intervém - Meus sobrinhos já viram todas as minhas tetas na praia.
- Seu sobrinho mais velho tem 5 anos. - minha tia retruca indignada, vendo que isso pode sair do controle.
- Bom, mas eu acho que eles vão crescer. Além disso, - ela acrescenta - você pode ficar vestida, do jeito que está, e ajudar o Diego a julgar o resto de nós.
Tia Laura olha pra baixo, pro seu camisola, e parece que ela só está pensando que grande parte do corpo dela já está exposta.
- Mas aí você não vai poder ganhar - Ali finaliza, com um sorriso malicioso nos lábios.
- O que você escolhe, tia Laura? - pergunto enquanto nós dois vemos que as outras três já decidiram o que fazer com suas camisolas.
Isso tá se encaminhando muito bem. Enquanto minha tia pensa, Clara é a primeira a desatar a fita da camisola e deslizar a pequena peça sobre o corpo. Minha pica dá um pulo quando a roupa cai no chão e os olhos dela encontram os meus. Uns peitos de tamanho médio com duas protuberâncias centrais cor-de-rosa estão na minha frente, esperando minha inspeção. Tia Laura olha de boca aberta enquanto, uma a uma, suas amigas se preparam pra seguir o exemplo da Clara e deixar a camisola cair no chão.
Ali está do meu lado e, com calma, tira uma e depois a outra tirinha de trás da nuca. Com um sorriso largo, ela adiciona um pouco de drama à revelação dos seus magníficos peitos, de pele escura, com uns bicos grossos e pretos. As aréolas que os rodeiam são menores do que se esperaria, mas nem por isso menos atraentes. "Tô salivando" é a única coisa que vem à minha mente.
Cristina parece um pouco mais contida, porque me conhece desde o dia que nasci, mas possivelmente também porque seus peitos são muito pequenas em comparação com as outras garotas.
- Não vou ganhar essa parte do concurso. - ela sorri pra mim com aquele sorriso quente e infantil.
Mas, falando a verdade, ela não tem motivo pra se sentir mal. Vestida, pode até passar despercebida, mas, assim nua, o que falta em tamanho é mais que compensado pelos bicos grossos que se projetam mais de um par de centímetros.
Porra! A Cris é a menina que brincava comigo, me dando mamadeira quando eu tinha uns meses. Com esse pensamento na cabeça, percebo que tô com uma puta vontade de chupar aqueles biquinhos de carne tão apetitosos que se destacam no peito dela. Meu pau tá duro como pedra, talvez isso seja um pouco doentio, mórbido, e desvio a atenção pra minha tia, procurando algum sinal de reprovação.
- O que você vai fazer, tia? - pergunto.
- Pode escolher entre se juntar ao Diego no sofá e ajudar a julgar os atributos dessas lindas damas, ou se preparar pra competir. - a safada da Alicia continua provocando.
Se alguma dúvida tinha passado pela cabeça da minha tia, aquilo foi o empurrão que faltava pra decidir.
- Acha que vai ganhar porque eu tenho medo de você? Nada disso, gostosa. Que valor teria a escolha do meu sobrinho se eu não participasse? - diz tia Laura, desafiadora, enquanto solta a parte de cima e dá de ombros.
Porra! Os peitos dela são perfeitos. Um pouco menores que os da Alicia, mas ainda bem grandes, com aréolas rosadas largas e bicos em formato de balinha.
- Fir - mes! - falo, como se nada do que tô vendo me afetasse. - Olhar pra frente!
Elas obedecem, entrando na brincadeira. Porra! Quem não daria o ovo esquerdo pra ter quatro belezas perto dos 40 anos enfileiradas na frente dele, prontas pra inspeção? Levanto, ajustando meu pau dentro da calça, um gesto que não passa despercebido por nenhuma das garotas.
- Quero protestar. Por que você pode... permanecer vestido enquanto a gente tá pelada? — Ali me pergunta, arrancando um olhar fulminante da minha tia.
— Acho, Ali, que você não tá pelada... ainda — respondo, pensando na possível resposta da minha tia, mas também não quero perder a oportunidade — Pra ser justo, quer que eu tire minha camiseta? — acrescento.
— Sim — as três amigas da minha tia respondem em uníssono.
Isso tá sendo fácil demais. Tiro minha camiseta sob os olhares apreciativos das garotas. Não tenho um tanquinho no abdômen, mas me mantenho em forma.
— Beleza, vamos começar — falo pra elas — Um passo à frente, Ali.
Me preparo pra curtir o espetáculo de perto, inspecionando os peitos dela de todos os ângulos. Aproveito a chance e coloco minha mão em concha por baixo da carne escura dela, porra! Apalpando aqueles peitões, parece que tô escolhendo melões.
— Ninguém falou em tocar — reclama tia Laura, espiando do outro lado da fila.
— Não me importo — Ali sussurra pra mim, mordendo o lábio, enquanto meus polegares roçam de leve nos bicos dela, já durinhos.
Tia Laura dá um passo pra trás na formação, mas agora tá claramente mais nervosa do que antes. Eu também, não tinha pensado na presença dela quando levei a mão pro peito da Ali, mas não consegui evitar.
Decidi dar uns elogios pra cada mulher, como se fosse um jurado sério, seguindo o jogo, mas também me protegendo — não quero passar por grosso ou acabar com a autoestima delas. Isso tem que ser divertido. Então começo a falar com a Alicia sobre o que acho dos peitos dela.
— Com certeza você deve se orgulhar desses colossos lindos, né? — pergunto, ainda acariciando aquelas montanhas de chocolate com cum. — Já devem ter te dado muita alegria com os homens.
Ali só acena, aumentando o ritmo da respiração enquanto minhas mãos... deslizam para os lados e acariciam suavemente a pele macia dos seus peitos sensíveis.
- Só um idiota não ia querer enfiar a cara entre esses titãs e se perder ali como se fossem um travesseirão macio.
Relutantemente, solto os peitos dela e me viro para a Cristina. Cristina sorri timidamente enquanto examino os peitinhos quase inexistentes dela. Já falei que, enquanto os peitos em si são bem pequenos, os mamilos são imensos. São mamilos longos, firmes e grossos, que se projetam mais de três dedos para fora das tetas do tamanho de uma adolescente. Sem nada para pesar, agarro os peitos dela pela frente, pressionando minhas palmas contra esses mamilos preciosos.
- Mmmm - Cristina solta um suspiro involuntário, enquanto movo minhas mãos em círculos pequenos, roçando levemente contra essas protuberâncias sensíveis. Quero ver que grau de dureza elas conseguem atingir.
- Me apaixonei pelos seus mamilos, Cris - digo num sussurro que só eu e ela ouvimos, e depois mais alto. - Um cara poderia se banquetear com eles e ficar totalmente satisfeito por vários meses. Além disso, são maravilhosamente sensíveis. - Acrescentei, aumentando suavemente a pressão das minhas palmas, provocando outro murmúrio silencioso da Cristina.
Isso é demais, eu dizendo essas coisas para a companheira inseparável da minha tia, a amiga de toda a vida da família que está na minha frente, seminua, me oferecendo os peitos para eu brincar e julgar. Não é uma loucura? Acho que foi o tesão que tudo isso me causou que me deu coragem para continuar falando.
- Com certeza não precisa chupar e mordiscar muito por essa área para mandar impulsos docemente eróticos direto pra sua buceta. Aposto que você pode ter um orgasmo induzido exclusivamente por esses mamilos lindos.
A Cris, já meio bêbada, soltou um tremor perceptível na escala Richter ao me ouvir dizer isso. Se eu não quisesse que meu pau explodisse, não podia ir mais longe. lá com ela. Então, perturbado pelo meu breve contato com a amiga da minha tia, virei o rosto para Clara e seus mamilos redondos, fingindo que nada pessoal tinha acontecido.
Clara me recebeu sorrindo, enquanto eu começava a estudar suas aréolas convexas que coroavam seus peitos de tamanho médio. Destacam-se nelas duas pequenas protuberâncias cônicas que se contraem levemente ao contato com meu dedo. Eu adoraria chupá-las e depois soprá-las pra ver a forma que tomariam, mas não fiz isso até agora com as duas amigas dela e não acho certo mudar as regras. Mas passo meu dedo ao redor da aréola e vou em direção aos minúsculos mamilos que aparecem quase completamente encaixados na coroa rosada. Olho pro rosto dela enquanto belisco as pontinhas e tento convencer os biquinhos a saírem do seu ambiente de proteção. A expressão dela não muda até eu colocar meus dedos de cada lado das aréolas inchadas e beliscar um pouco mais forte. Ela morde o lábio e puxa o ar pelos dentes.
- O que você vai dizer sobre as minhas,... sobrinho? - pergunta sedutoramente enquanto me observa continuar brincando com os peitos dela.
- Bom, tenho que dizer que nunca vi nada igual - falo - estava imaginando o quão erótico seria esfregar meu peito contra eles, como numa dança do amor na horizontal...
- Não me fode, Daniel - Ali ri. - Dança do amor na horizontal! O que é isso? Por que não fala logo foder?
- Porque a dança do amor horizontal é mais poético - Clara responde por mim. - E cala a boca, que não é sua vez. Vamos - ela se vira pra mim me incentivando - O que mais você ia dizer, meu amor?
- Bom, ia dizer que se você estivesse nessa posição, balançando pra frente e pra trás, um homem poderia aumentar o prazer dele até o infinito, sentindo o roçar do peito dele contra esses pequenos filhotes medrosos. - envolvi suavemente os biquinhos tímidos dela com dois dedos, puxando-os um pouquinho pra fora do buceta, apertando de novo um pouco mais forte. Aí ela tirou minhas mãos e me disse:
- Você gosta assim? - Ela me segurou pelos ombros e me puxou pra perto, esfregando os mamilos pra cima e pra baixo no meu peito nu.
Porra! Pensei que tava só deixando a imaginação voar pra elogiar a Clara, mas a sensação dos mamilos dela roçando no meu peito é simplesmente extraordinária.
- Clara - repreende tia Laura - Que pussy você tá fazendo?
- Qual é o seu problema? - ela desafia - Tá com medo de eu não aguentar e você perder sua vez, ... tia Laura? - fala isso por último com um certo deboche, rindo, olhando nos olhos dela com ar de provocação, mas Clara me solta e dá um passo pra trás na fila. Finalmente admitindo que é na casa da tia Laura que se joga e o sobrinho dela com quem ela se esfrega.
Dei uma última olhada nos mamilos dela e eles pareciam ter explodido como flores saindo dos botões, esperando ansiosamente por mais atenção, mas eu tenho que passar pra próxima candidata.
- Obrigado - ela me diz finalmente, me beijando na bochecha e me empurrando pra minha tia.
E agora? Fico olhando pra minha tia Laura por mais tempo do que pra qualquer outra, só olhando pras tetas perfeitas dela. As aréolas grandes são só um tom mais escuro que a pele ao redor e os mamilos duros parecem mais excitados do que da primeira vez que ela os expôs ao ar quando tirou a camisola. Sei que não devia tocar na minha tia, mas também não posso tratar ela diferente. Tia Laura fica cada vez mais corada, enquanto me olha na expectativa.
- E aí? - ela diz quebrando o silêncio, apontando com a cabeça pros peitos dela.
- Bem ... - respondo. - São realmente lindos, tia.
Levanto timidamente minhas mãos e coloco nos ombros dela.
- Com um formato encantador - acrescento enquanto deslizo meus dedos ao redor da clavícula dela e depois os direciono pra baixo, em direção ao peito.
- As aréolas são perfeitamente redondas - Adiciono enquanto meus dedos roçam a parte externa dos peitos perfeitos dela. Em vez de pesá-los, como fiz com a Ali, levo minhas mãos ao redor dos seios dela e os levanto suavemente.
- São macios e flexíveis - sussurro, acariciando docemente ao redor das aréolas dela.
- Os mamilos são sensíveis. - A respiração dela fica cada vez mais evidente quando meus polegares exploram levemente os bicos.
Minha mente está travada. Meus olhos vão devagar de uma para a outra, enquanto minhas mãos deslizam pelos peitos delas como se tivessem vontade própria.
- Hum... - Ali limpa a garganta para eu não continuar perdido entre os peitos deliciosos da minha tia.
Deixo minhas mãos caírem e dou um passo para trás, surpreso com a decepção que vejo nos olhos da tia Laura com meu gesto.
- E a vencedora é... - Anuncio, tentando recuperar a compostura. - Por uma margem bem pequena, devo acrescentar, porque são os quatro pares de bucetas mais lindos que um homem já pôde apreciar na face da terra... - Olho de uma gostosa sem camisa para a próxima. - Todas vocês têm uns peitos magníficos, mas a vencedora é...
Faço uma pausa para aumentar o efeito dramático e então me viro e aponto com o braço.
- Minha tia, Laura!
Apesar da rivalidade que as quatro amigas mostraram, parece que há grande aceitação sobre minha decisão e todas fazem comentários sobre como os peitos da minha tia são maravilhosos. Tanto que quase espero que ela faça um discurso de aceitação do prêmio.
- Tá bem, senhoras. Não pensem que isso é tão fácil. Vou fazer uma pausa de cinco minutos - digo a todas. - Preciso de uma cerveja.
Elas riem do meu "sofrimento", mas não é brincadeira, preciso dessa cerveja. Principalmente depois da experiência incrível de apalpar os peitos da minha tia materna. Tô com a boca seca.
As mulheres começam uma conversa animada enquanto vou para a cozinha pegar meu refrigério. Apoiado no balcão, Dou um minuto pra recuperar o fôlego. Caralho! A cara da tia Laura quando eu tava acariciando os peitos dela... se eu não soubesse quem ela é, jurava que ela tava prestes a avançar na minha boca.
Não, não. Descarto a ideia na hora e mando a cervejinha gelada pra dentro. Tô ficando louco. Talvez seja melhor dar uma segurada na brincadeira. Acho que isso tá escapando do meu controle e posso passar do ponto.
- Tá bom, senhoras, começa a próxima rodada. - Falo, assumindo de novo meu papel de juiz, ao entrar na sala. - Agora é virar de costas! Tô pronto pra ver esses booties maravilhosos.
As quatro amigas se alinham de costas pra mim, rindo e se divertindo feito adolescentes. Bom, talvez não precise diminuir tanto o tom. Que fileira deliciosa de carne madura e firme! Quem sabe elas não se importem se eu der meu veredito com uma rotina parecida com a anterior, passando minhas mãos sobre aquelas bundas redondas e nuas, e dizendo pra cada uma o que acho do rabo delas. Que puta sorte de trampo a minha tia arranjou pra mim, sem querer querendo!
- Sabe que tem uma bunda fantástica, Alicia - falo baixinho, como se quisesse criar uma intimidade, deslizando minha mão sobre a pele macia e morena dela. Sinto os músculos firmes das nádegas se contraírem. - Com esses músculos bem definidos e essas curvas perfeitas, qualquer homem ia querer casar com você só de te ver andar.
- Até você? - Ela pergunta, olhando por cima do ombro.
- Sou homem, né?
- Pois já seria o terceiro que casaria com você. - diz minha tia, com um tom sarcástico e um pouco de raiva.
Eu rio enquanto me movimento pra Cristina. Meu pau, nem preciso dizer, continua duro dentro do meu short.
O que falta de peito na Cristina, ela compensa na bunda. Me surpreende que eu nunca tenha reparado nela antes. Acho que o fato de ela usar vestidos e calças largas não me deixou... ajudado muito a dar a ela os elogios que merece. Não é uma adolescente qualquer, mas as curvas dela são perfeitas. Aperto as bochechas dela, deliciosamente firmes. Falo o que penso sem hesitar um segundo.
- Você tem uma bunda muito gostosa, Cristina - sussurro no ouvido dela, já me acostumando a dar o veredito com mais intimidade, enquanto minhas mãos exploram cada centímetro daquele rabo em formato de coração. - Como essas bundinhas redondas podem ser tão duras e tão macias ao mesmo tempo? Dá vontade de enfiar a cara nelas, mordiscar bem devagarinho - É verdade o que falo.
Tô tendo dificuldade pra tirar as mãos dessa maravilha.
- Aaai! Agora é sua vez, Clara - respiro fundo e me movimento na fila.
Clara me recebe rebolando a bunda de um lado pro outro de um jeito sedutor. As carnes redondas dela balançam no ritmo.
- Sabe, acho que você tem uma bunda feita pra uma boa surra - falo, dando um tapa de brincadeira na bunda dela.
- Mmm - ela geme, sedutora.
Pô, Clara, a mais mandona e autoritária, tenho que confessar, a que mais me intimida, e acho que descobri o ponto fraco dela. Mas é verdade, os glúteos dela são redondos e firmes, as bochechas se levantam o suficiente, como se convidassem a dar uns tapas nelas.
- Os homens que já viram essa bunda, não tenho dúvida, já fantasiaram em deixar a marca da mão vermelha nessas suas bochechas - continuo brincando, mas aproveito pra dar um tapa forte naqueles globos firmes. Ela recebe, empinando mais a bunda. Tá claro que ela gosta - Já te deram uma surra... erótica? - me arrisco a perguntar, vendo as reações dela.
Ela balança a cabeça que não.
- Mas se um dia você se animar... A gente podia tentar junto, Dieguito.
Não sei se é uma proposta séria ou se ela só tá brincando comigo, mas sinto que é hora de vazar dali. Já falei que ela intimida. Aperto a curva interna da bunda dela e passo. avaliar minha tia.
Acho que saí da frigideira pra cair nas brasas.
Vacilante, depois do que aconteceu com os peitos dela, me aproximo pra tocar minha tia Laura. Passo a mão na bunda dela de leve, elogiando o tamanho perfeito, a forma e a firmeza, uma tentação que faria qualquer homem virar a cabeça pra olhar aquela maravilha. Tento me afastar como um cavalheiro, e então minha tia me surpreende dizendo:
- Não vai ter mordida, tapinha ou comentário me falando o quanto você adoraria me ver de quatro? - ela zoa de mim, mas não sei como interpretar - Minha bunda não te faz pensar naquelas imagens que você teve com minhas amigas?
A verdade é que a bunda dela me faz pensar num anal bem violento, mas não vou falar isso. Ela tá puta por eu ter ousado com as amigas ou por ter deixado ela de lado na minha audácia? Não faço ideia, o que percebo é que ela tá meio bêbada com tanta taça de vinho caro. Resolvo arriscar de novo. Até agora não me dei mal, e se minha tia tá passando por um momento ruim... bom, que me fale e a gente para na hora.
- Decepcionada? - pergunto, de joelhos atrás dela, enquanto coloco uma mão em cada uma das suas nádegas deliciosas.
Tenho os dedos abertos e meus polegares vão em direção ao meio dela. Massageio suavemente a bunda carnuda dela, enquanto meus polegares vão devagar pro centro, já tocando o tecido fino da calcinha fio dental que cobre a buceta dela.
- Você tem uma bunda feita pra apertar e massagear, tia - falo antes que ela tenha chance de me responder.
Porra, puta merda! Pode ser imaginação minha, mas começo a sentir a calcinha dela meio molhada. Bom, por que não? Eu tô de pau duro desde que começamos a brincadeira. Por que esse grupinho de mulheres não ia estar com tesão? Mas minha própria tia? Isso me parece estranho.
Levanto o olhar e as três amigas dela saíram da posição delas e me olham de cima enquanto eu apalpo a bunda da minha Tia. Clara envolve o pescoço da Cristina e se apoia nela. Ali tá de braços cruzados sobre os peitos. Clara e Alicia tão com um sorriso malicioso, Cristina olha pra gente de boca aberta.
Levanto meio sem jeito, pego no flagra. Será que foi um momento íntimo com minha tia Laura? Foi isso? Um momento íntimo? Minha tia também se levanta, enfiando a bunda rapidinho. Começo a falar disfarçando, voltando pro jogo.
— Vamos, vamos, senhoras, cada uma no seu lugar — e quando já tão posicionadas, as três amigas segurando o riso e minha tia com umas bochechas vermelhas que acendem o rosto dela, continuo — Todas vocês têm uns booties impressionantes, dignos de admiração. Virem de novo pra eu ver, por favor.
É uma cena surreal, mas essas quatro milf obedecem de novo e, bem divertidas, se viram me mostrando de novo aquela imagem sedutora dos booties delas. Começo a andar pra cima e pra baixo na fila, acariciando cada um enquanto passo.
— Mas só pode ter uma vencedora e, sendo objetivo e valorizando todas as virtudes de vocês, que são muitas, tenho que escolher esse.
E termino agarrando a bunda da Ali, afundando os dedos na carne morena dela.
— A Ali tem a bunda mais gostosa!
— Isso! — grita ela, pulando, enquanto se vira. — Valeu, Diego!
Parece que ganhou o prêmio máximo de Monte Carlo ou um Oscar. Pra mostrar a gratidão, vem na minha direção pulando e balançando os peitos morenos escuros. Joga os braços no meu pescoço e me beija com força na boca.
Caralho! Quando sinto aqueles peitos impressionantes se espremendo no meu peito nu, acho que agora quem tá molhando a cueca sou eu. O que não sei é como aguento não jorrar tudo, talvez porque não tem espaço pra descanso. Na hora, Clara pergunta com um sorriso safado.
— E agora? As pernas ou os peitos? Bucetinhas?"
- "Pernas", respondo enquanto afasto os braços da Ali do meu pescoço.
Não que eu não estivesse curtindo o beijo ou a sensação dos biquinhos durinhos dela apertados contra meu peito, mas a cara da minha tia Laura me aconselha a deixar essas efusividades pra depois. E pra completar o gesto, ela ainda arrematou com um:
- "Pernas, claro. Cês achavam que meu sobrinho ia decidir qual é a buceta mais gostosa de todas nós? Brincadeira é brincadeira, e isso já tá na hora de acabar."
Vi que Ali ia reclamar, mas a Clara fez um sinal pra ela: deixa pra lá, depois a gente vê. Tava claro que minha pobre tia tinha ficado com o papel de estraga-prazeres. Eu também resolvi seguir o conselho da Clara e deixar essa discussão pra depois.
- "Pra próxima categoria, vou levar em conta não só o tônus muscular e o formato das pernas de vocês, mas também a maciez. Vocês vão perder pontos se eu encontrar qualquer pelo sobrando", falei com um sorriso. "Alguma pode achar injusto, mas esses são meus gostos. Acho que são os privilégios de ser juiz."
- "Só tira ponto se tiver pelo nas pernas?", pergunta a Clara de forma enigmática, me pegando de surpresa. Ela sorri e completa: "E uma depilação completa não conta?" Fico calado, quase paralisado. Ela tá dando a entender que tem a buceta lisinha? E a racha do cu dela?! Vou passar o resto da noite me acabando na punheta! Bom, não, tenho lenha pra vários dias!
- "Se alinhem de novo, agora de frente pra mim. Vou começar com as pernas de vocês", anuncio, tomando mais um gole da minha cerveja.
Elas viram o vinho de uma vez e se posicionam rapidamente. Em pouco tempo já tinham dado conta de uma nova garrafa.
Pode ser que o vinho esteja nos levando por esses caminhos inusitados, ou pode ser que não, mas quando me viro de novo pra Ali, vejo que ela ainda tá radiante de emoção por ter a raba mais gostosa. Uma mulher feita e direita, toda animada por causa de uma competição idiota. decisão de um moleque como eu. Suponho que não tem pé nem cabeça, mas lá estava ela, praticamente nua, com um sorriso radiante esperando que um garoto dez anos mais novo desse sua opinião sobre as pernas dela.
Enfim, vendo como elas estão levando isso a sério e o quanto são competitivas entre si, começo a achar que minha melhor opção é encontrar a mais atraente em cada categoria para cada uma delas. Parece que a rivalidade entre amigas aparece até nas situações mais kafkianas. O problema é que, como não pensei nisso antes, agora tenho que descobrir se o prêmio de pernas mais atraentes devo dar para Clara ou para Cristina e, dependendo dessa decisão, a outra deve ficar com a buceta mais gostosa, se é que essa categoria vai rolar.
Dou uma olhada na fila e percebo que Clara, com suas pernas longas e bem torneadas, é a candidata perfeita para ganhar essa categoria. Agora, espero que a buceta da Cristina seja bonita e não tenha nenhum defeito visível, para poder agradar todas.
De joelhos na frente da Ali, coloco as duas mãos em volta de um tornozelo e deslizo para cima, até os joelhos.
– Muito macias – falo, observando como ela sorri pra mim.
Desse ângulo, os peitos de chocolate dela são ainda mais impressionantes. Caralho, que mulher!
Quando estico as mãos sobre as coxas largas dela, ela abre as pernas de propósito. Essa Ali não consegue evitar de flertar. Ela vem me excitando desde o primeiro segundo. É uma putinha! Penso nisso e deixo meus dedos mal roçarem o tecido fino que cobre os lábios da vulva da Ali, o que arranca um suspiro curto dela. Consigo sentir o tesão dela e ver a mancha de umidade se formando na frente da calcinha fio dental. Deslizo minhas mãos de volta para os tornozelos dela.
– Você tem umas pernas incríveis, Ali – é tudo que consigo dizer antes de passar para a Cristina.
Não são as melhores. Qualidade da Alicia. Ela tem umas pernas excitantes, como ela toda, mas são um pouco gordinhas demais para os padrões atuais de beleza.
Repito meus movimentos nas pernas da Cristina e percebo que ela não está menos excitada que a amiga neguinha. Embora eu possa sentir o cheiro da excitação dela, é bem mais fraco que o aroma forte da Ali.
- Ummh. Adoro suas pernas, Cris - falo enquanto movo minhas mãos mais perto da buceta dela. Consigo ver o rubor subindo do peitinho dela até o rosto. - Muito macias e delicadas, igual ao resto de você.
Quando chego na Clara, o cheiro de sexo feminino já é mais que evidente no quarto inteiro. Quando me ajoelho na frente dela, meu rosto fica quase na altura da buceta dela, coberta só por um pano vermelho fininho. O cheiro dela é muito forte, mas com uma fragrância bem mais doce que o cheiro picante e safado da buceta da Ali. Meu pau briga pra sair do meu shorts quando meus dedos chegam no topo das coxas da Clara.
- Você tem umas pernas esculturais, Clara - falo enquanto minhas mãos sobem pela coxa direita dela. - Não são só macias, longas e bonitas. A dureza dos seus músculos deixa elas ainda mais gostosas de tocar e não tem nem um pingo de gordura.
- Obrigada, Diego - ela responde, sorrindo de um jeito sedutor.
Pra não ficar atrás da amiga Ali, ela não só abre as pernas, como também dobra os joelhos o suficiente pra esfregar a buceta nas minhas mãos. É sutil e acho que ninguém mais percebe, mas o sorriso dela me diz, sem dúvida nenhuma, que é um convite pra ir mais pra cima e mais pra dentro. Em vez de tirar as mãos, pressiono a ponta do meu dedo indicador contra a calcinha molhada, bem na fenda entre os lábios da buceta dela, e eles se afastam pros lados, deixando meu dedo bem em cima das ninfas dela.
- Muito bonito, Clara - sussurro, me referindo ao contorno dos lábios inchados dela, que estão presos e colados. Pouco pano da tanga, marcando toda a forma dela. - Adoro animais ungulados.
- Mmm hmm - ela acena, enquanto eu deslizo minhas mãos devagar pela outra perna e, pelo sorriso que ela me dá, acho que ela entendeu a referência ao casquinho que marca a tanga.
Passo para minha tia. Me ajoelho na frente dela e, sem querer, minhas narinas se abrem pra captar o cheiro delicioso da buceta excitada dela. Se eu já tinha imaginado ou não a mancha de umidade, o que com certeza aconteceu nesse tempo é que ela aumentou.
- Minhas pernas, Diego - ela me repreende, porque eu só fico olhando fixo pro centro da tanga dela.
A umidade deixou o tecido quase transparente e eu tô hipnotizado pelos contornos da vulva da minha tia atrás do pequeno triângulo roxo.
- Claro, tita - respondo, olhando pra baixo e envolvendo o tornozelo dela com minhas mãos.
Fico empolgado com a maciez da pele dela enquanto passo minhas mãos pelas pernas bem torneadas. Minha tia estremece enquanto eu acaricio ela com as mãos, até chegar no topo das coxas dela.
Porra! Essa é minha tia puta, caralho! Mas mesmo assim, olho direto nos olhos dela, enquanto minhas mãos ficam de propósito apertadas contra o pequeno triângulo roxo. Olho pra ela como quem pede pra parar tudo isso, pra botar um pouco de juízo, mas os olhos da tia Laura se arregalam e ela dá uma baita respirada fundo quando eu movo meu dedo levemente pra frente e pra trás, roçando os lábios da buceta dela através do tecido.
- Suas pernas são muito gostosas, tita - falo, depois de limpar a garganta pra conseguir falar.
Tia Laura nem me responde. Ela só fica ali me olhando enquanto eu inalo o cheiro inebriante dela e deslizo minhas mãos pela perna dela. Dou uma respirada funda e me levanto pra encarar o grupo.
- Todas têm pernas muito gostosas - começo bem diplomático - Mas uma de Vocês têm umas pernas tão longas e torneadas que qualquer homem que olhar pra elas deve imaginar como elas se enrolam nas costas dele, prendendo ele dentro do corpo dela. Ela é... — apontei com o dedo — Clara, tem as melhores pernas!
Ela vem na minha direção e me dá outro beijo na bochecha.
— Obrigada, Diego — e completa num sussurro — Enrolar um homem com minhas pernas e prender ele dentro de mim. — e finaliza mais alto — Obrigada pelo prêmio, mas também agradeço o apoio gráfico na sua motivação. — faz uma reverência.
— Prazer — respondo.
— Motivação que vou levar em conta no futuro,... espero que não muito distante — completa.
A inteligente Clara sempre tem que dar a última palavra.
Bom, a maior parte do trabalho tá feita. Agora preciso de outra pausa.
— Senhoras, preciso de outra cerveja — falei saindo do quarto e sorrindo pra Clara.
A verdade é que saí porque não queria saber muito sobre a decisão que ia ser tomada sobre a última prova.
Minha tia já tinha deixado claro que essa história de "categoria de bucetinhas" era levar as coisas longe demais. Mencionar como brincadeira até ia, mas colocar em prática... No entanto, todos estávamos ansiosos e na expectativa, pra saber se a prova final ia rolar ou não.
Tô na cozinha, bebendo tranquilamente uma cerveja bem gelada. Escuto a discussão na sala. Clara e Alicia estão claramente a favor. Não esperava menos. Minha tia resiste, mas acho que cada vez com menos força... ou será que é minha vontade? Bom, não sei se no final vão me mostrar as bucetas delas ou não, de qualquer forma, foi uma noite no paraíso, não tenho do que reclamar.
Finalmente, e surpreendentemente, é a Cristina que dá o argumento final a favor da última prova.
— Laura, você sabe que essa noite era muito importante pra mim. Sabe que nos reunimos por... minha causa — parece quase emocionada e com toda certeza irritada — Tá sendo uma noite incrível. A mais incrível. da minha vida. Muito mais do que jamais imaginei.
Cristina, aquela que sempre dá razão pra minha tia, enfrentando ela. Impressionante. Nunca, nem quando éramos pequenas, a vi assim. Depois ela muda o tom pra um mais conciliador, implorando.
- Deixa o que tiver que acontecer acontecer. É só um jogo inocente. Por favor... Deixa rolar.
Não entendi muita coisa, mas acho que minha tia finalmente cedeu, porque ouço os aplausos e os gritos da Clara e da Alicia, e por fim minha tia me chamando da sala.
- Diego, vai demorar muito? Tá bebendo a geladeira inteira? – ela sabe que eu ouvi – E traz outra garrafa de vinho da adega. Antes que eu me arrependa.
Não me faço de rogado.
- Senhoritas – digo enquanto entro de novo no quarto, com uma garrafa de vinho fechada numa mão e uma cerveja pela metade na outra. – Chegou a hora do... evento final.
Mas elas parecem muito seguras de si. As três amigas da minha tia se olham, como se tivessem tramado algo enquanto eu estava na cozinha.
- Tirem as calcinhas fio dental e voltem a se alinhar – falo triunfante, reassumindo meu papel de juiz.
- A gente tira nossas calcinhas fio dental, se você tirar o shorts – é a Cristina, que parece solta, quem me diz, enquanto as outras garotas concordam, sabendo do que se trata.
Então era isso que estavam tramando.
- É justo – completa a Clara.
Olho pra minha tia Laura, que levanta as sobrancelhas e dá de ombros, como quem diz: você quem se meteu nessa. De qualquer forma, era isso que eu queria, não era?
A noite acaba de dar outra virada, e agora parece que não estamos mais jogando aquele jogo de quem é mais gostosa. Não sei ao que estamos jogando. Talvez a médico. "Eu mostro o meu, se você mostrar o seu."
- Tudo bem pra mim – falo por fim e começo a desabotoar meu shorts.
Não é um mau acordo. Eu tiro o shorts e posso Inspecionar quatro bucetas de quatro mulheres gostosas milf.
Acho que tô nervoso, tropeço nelas quando tento tirar a roupa. As quatro mulheres ficam paradas, esperando eu mostrar o... prêmio. Finalmente consigo deslizar a calça pelas pernas. Vejo os sorrisos delas e o olhar fixo no volume que se desenha na minha cueca branca. Dou uma olhada nos corpos maduros delas, quase nus. Vejo luxúria nos olhos delas, fixos no meu pau duro.
Resolvo dar um pouco de drama no último passo. Puxo a cintura elástica e vou passando devagar por cima da cabeça da minha rola ereta. Nessa hora, elas começam a gritar feito adolescentes histéricas na primeira visita a um "boys". Ali e Clara soltam uns palavrões. Cristina e minha tia aplaudem, riem e assobiam. Uma putaria coletiva que continua quando fico de pé, pelado, com minha ereção apontando direto pra elas. Uma putaria que me avisa que tudo parece estar indo bem, até com minha tia, que parece resignada.
- Muito bonito, Diego - fala Clara, levantando a voz pra ser ouvida no meio da bagunça geral.
- É a vez de vocês - falo eu, apontando na direção delas.
Rapidamente elas atendem meu pedido. Começam a desatar as tiras finas de pano na cintura e deslizam entre as bundas, expondo as lindas bucetas de mulheres feitas e direitas.
Porra! Meu pau endurece ainda mais, se é que isso é possível. Como ela me sugeriu, a buceta da Clara é completamente lisa, enquanto as outras mulheres têm diferentes quantidades de pelos pubianos perfeitamente aparados. Tia Laura tem um triângulo castanho claro desenhado, enquanto a Ali tem um coração bem cortado de pelo preto e crespo. A doce Cristina tem um lindo pelo loiro, bem curtinho, em volta da buceta dela, rosa clarinho.
- O que faz uma buceta mais gostosa que a outra, Diego? - Cristina me faz a pergunta que eu já tava me fazendo. Mesmo. Decido responder com sinceridade.
- Vou avisar vocês quando terminar minha inspeção.
Digo isso como poderia ter dito "Não tenho a menor ideia!" Fico pensando um pouco, porque embora a decisão final, a vencedora, já esteja tomada, não é bom perder uma oportunidade de ouro. Finalmente me decido e falo.
- Dessa vez vamos fazer de um jeito diferente. Vou avaliar uma de cada vez. Vocês vão se sentar no sofá, apoiar as costas no braço, e abrir as pernas sobre o assento. Eu vou me sentar entre as pernas estendidas para fazer minha inspeção. - Prendo a respiração esperando objeções.
- Que legal! - diz tia Laura - como se fossemos ao ginecologista.
Sarcasmo que Clara ignora e pergunta diretamente quem vai primeiro.
- Vocês vão na mesma ordem de antes, começando pela Ali - respondo.
Alicia diligentemente vai até o sofá. Agora estamos todos completamente nus e o quarto está cheio de tensão sexual. Cada movimento exala cheiros gostosos. A excitação se mistura com tons de vergonha, mas ninguém dá um passo para trás.
- Espera! - grita tia Laura e todos olhamos para ela, expectantes.
Temos medo de que minha tia puxe o plugue, desligue a música e acabe com a festa, mas em vez disso ela nos surpreende dizendo:
- Não quero perder nenhum detalhe disso, mas preciso ir ao banheiro - ela ri das nossas caras - Podemos dar uma pausa?
Todo mundo respira. As amigas dela olham com ar cúmplice. Eu fico pasmo. Parece que elas conhecem minha tia num nível bem diferente. Com certeza por isso estavam provocando ela, sabem perfeitamente do que ela é capaz num dia de farra.
- Claro, vamos dar uma pausa - digo aliviado.
- Vamos encher as taças e começamos quando todo mundo voltar. - fala Cristina, que está mais do que animada com a buceta de fora.
Vou em direção ao... a cozinha pra pegar outra cerveja enquanto vejo a curva da bunda gostosa da tia Laura, enquanto ela corre pelo corredor até o banheiro.
Porra! Fazia duas horas que eu tava arrastando minha bunda pra casa dos meus pais, depois de uma briga com minha namorada, sem nada na cabeça além de passar a noite de mal humor no meu quarto antigo e agora... Quem diria que horas depois eu estaria de quatro, pelado, na casa dos meus pais com quatro mulheres mais velhas que eu, também peladas? Sem falar na minha piroca dura que já parece um acessório meu, de tanto tempo que tô com ela.
Já tamo todo mundo de volta na sala, prontos pra avaliar a última categoria. As bucetinhas. Todo mundo vai se ajeitando, menos a Ali, que não saiu do sofá. Ela continua lá, preparada, com as pernas abertas. Pega com a mão direita uma taça de vinho que a Cristina oferece e se prepara pro último exame. Eu me posiciono entre as pernas dela e dirijo meu olhar pra vulva aberta dela...
(CONTINUA)
Espero não demorar muito pra mandar a segunda parte, porque essa posição não parece nada confortável pra deixar a pobre Ali.
Porra, que putaria é essa que tá rolando aqui! No sofá da sala da casa de campo dos meus pais, tem três mulheres, só de calcinha e camisolinha, rindo e gritando, torcendo pra uma quarta mulher fazer um... "garganta profunda" num consolo!
Caralho, viu! Tão tão vidradas na festinha delas que nem ouviram eu entrar pela porta da cozinha.
Dou um passo pra trás, me escondo na sombra do corredor, enquanto meu pau já tá durinho vendo as bundas gostosas da quarta mulher. O camisolinha roxo dela grudou no formato de coração da bunda, mostrando a tanga. Fico paralisado, vendo ela se preparar pra enfiar o pau de borracha preso no tampo da mesa de centro com uma ventosa.
— Eu consigo! — ela grita antes de respirar fundo e passar os lábios pelo pau de borracha realista.
Porra! Essa é a voz da tia Laura! Sinto meu pau duro que nem um pedaço de pau. Porra! Tô ficando excitado com minha tia de 38 anos. Uma culpa me faz desviar o olhar das bochechas deliciosas da bunda dela e tento esquecer a imagem dos lábios dela deslizando no pau falso.
— Achei que você tinha dito que já tinha feito isso antes — ri uma das amigas, chamando minha atenção de novo pro sofá.
As outras três tão vestidas igual, umas roupinhas curtas e transparentes, só de tanga por baixo. A única diferença parece ser a cor.
— Já fiz isso antes, sim — protesta minha tia — mas com um pau de verdade! Essa... coisa não serve. Preciso de um rabo quente ligado a um cara de verdade — tia Laura senta nos calcanhares e ri junto com as amigas.
— Então parece que tem um no corredor! — diz uma mulher negra linda, enquanto sorri olhando na minha direção. —Diego! —grita Laura, pulando de pé até a entrada do quarto. Os peitos dela balançam tentadoramente dentro da camisola roxa. —Que porra você tá fazendo aqui?
—Não se preocupa comigo —respondo. —Espero não ter assustado vocês. Mas eu que levei um baita susto quando vi vocês. Não vi nenhum carro lá fora.
—Não estávamos te esperando, e o carro tá atrás do viveiro. —ela explica.
Aponto com o braço para a mesa de centro onde, além do vibrador que eu vi ela chupar, tem vários outros brinquedos sexuais variados.
—Mas me diz, o que vocês tão fazendo aqui? —dou um sorriso diante da saia justa dela.
Minha tia é solteira, nove anos mais velha que eu. Sempre nos demos bem, quase como irmãos, já que ela é a irmã mais nova da minha mãe. Ela sempre esteve por perto, ainda mais desde que nasci, porque eu era tipo o boneco de carne e osso dela.
—Tamo celebrando uma festa de garotas —fala tia Laura, como se aquilo explicasse tudo. —Seus pais não iam vir, e a gente pediu as chaves.
Não é tão estranho assim. Essa é a casa de campo dos meus pais, mas na verdade é o point de encontro da família toda. Todo mundo aparece por aqui de vez em quando, inclusive minha tia.
Eu também dou uma passada por aqui, como vocês tão vendo.
Tô morando com minha namorada há uns dois anos e apareço nessa casa afastada da cidade toda vez que eu e a Claudia brigamos, o que ultimamente parece estar rolando direto.
Minha tia continua falando e me dando sermão por não ter avisado, e enquanto ela finge estar indignada comigo, vejo as amigas dela se mexendo. É como assistir a um comercial da Victoria Secret ao vivo. A mais perto de mim é a mulher negra que me viu no corredor. Percebo que, enquanto ouço as reclamações leves da minha tia, meus olhos estão arregalados, grudados na camisola amarela que mal cobre o peitão dela. Do lado dela está a Cristina, a loirinha amiga da Laura desde que eu me entendo por gente. Memória, é uma surpresa completa vestida com essa lingerie cor-de-rosa. Por último, no outro extremo do sofá está uma morena alta, mal coberta pelo mesmo conjunto sexy, mas este na cor vermelha.
- Uma festa de garotas? - repito, erguendo as sobrancelhas e avaliando suas roupas, se é que dá pra chamar assim.
Na altura dos peitos, o tecido cobre os mamilos e parte das tetas. Na real, tirando o fio dental, elas não mostram muito mais do que um biquíni mostraria, mas, sem dúvida, essa lingerie é muito mais excitante.
- Na verdade é uma festa de lingerie - explica a negona, sorrindo sem um pingo de vergonha. - Gostou das nossas roupas? - Ela se levanta e se vira, me dando uma vista enorme das nádegas redondas e carnudas de mulher madura.
- Ali! - repreende tia Laura - Ele é meu sobrinho!
- Bom, então pelo menos devia nos apresentar - responde Ali, dando um passo à frente e estendendo a mão. - Sou Alicia, mas pode me chamar de Ali. - Ela sorri enquanto apertamos as mãos.
- Ele é o Diego - diz minha tia, cuidando das apresentações.
- Você já conhece a Cristina - ela diz, apontando pra amiga de camisola rosa.
Eu aceno na direção dela.
- Oi, Diego - Cristina sorri timidamente pra mim.
- E ela é a Carla. - A morena alta se levanta e estende a mão.
- Prazer em te conhecer, Diego - diz Carla, olhando nos meus olhos.
Caralho! A gente tem quase a mesma altura, e olha que eu tenho mais de 1,80m.
- O prazer é meu - respondo, pegando a mão dela, que é surpreendentemente pequena e feminina comparada à estatura dela.
Enquanto me apresenta às amigas, dou olhadas furtivas pra minha tia. Ela sempre me atraiu e sempre a vi como uma mulher gostosa. Claro, nunca a tinha visto usando uma lingerie tão sexy. Porra! Meu pau tá endurecendo de novo. Isso não é saudável, não é normal.
- Bom, e o O que você está fazendo aqui, posso saber?" — pergunta tia Laura, chamando minha atenção.
"Precisava de um lugar pra passar a noite" — dou de ombros, sem mais explicações.
"Meninas" — sorrio para o quarteto da morte — "Desculpa ter interrompido. Vou pro meu quarto e deixo vocês com a diversão de vocês."
"Onde estão mamãe e papai?" — pergunto finalmente pra minha tia.
"Estão em Almería."
"Com minha irmã e meu cunhado" — completa Cristina.
Cristina é amiga da Laura desde pequenas, assim como as irmãs mais velhas delas. Ou seja, minha mãe e a irmã mais velha da Cristina. E além disso, os maridos delas, ou seja, meu pai e o cunhado dela, também são amigos. Os quatro iam juntos pro colégio.
"A casa é toda nossa durante o fim de semana" — Clara sorri pra mim.
"Por que você não fica? A diversão acabou de começar" — acrescenta Ali, com um convite inconfundível e cheio de safadeza. Ela não consegue ficar quieta.
Ouço um suspiro de exasperação da minha tia antes que eu possa responder.
"Acho melhor eu ir dormir" — respondo, me movendo em direção ao corredor. "Foi um prazer conhecer vocês."
Ao me virar, ouço atrás de mim:
"Que sobrinho educadinho!" — é a Clara falando isso com uma certa gozação.
"Mas tia, ele é um gostoso. Laura, você devia ter pedido pra ele ficar." — essa é a voz da Ali.
Sorrio e viro no corredor pra subir as escadas pro meu quarto, mas ao dobrar a esquina, espero escondido pra ouvir a resposta.
"É meu sobrinho!" — ela rebate. "Não quero ele perto da nossa festa, ainda mais com esses brinquedinhos sexuais. Está claro?"
"Mas Laura, você viu ele? Podia ser meu brinquedo sexual e eu não reclamaria" — diz Clara — "Quantos anos ele tem?"
"Muito novo pra você, putona!" — responde minha tia.
Porra. Minha tia tem razão. Que putaria que as quatro senhoras tão armando. Enfim, essa... é o sinal pra eu me mexer e deixar elas com seus rolês. Ficaria de boa, mas... pra nada. Tira essas merdas da cabeça, eu me digo, prudente.
Meia hora depois, deitado na minha cama e tentando segurar as imagens gostosas da minha tia e das amigas dela na cabeça, ouço baterem na porta.
- Entra. - falo sem me mexer da cama.
Tia Laura enfia a cabeça antes de abrir a porta de vez.
- Oi, posso? - ela diz entrando e vindo na minha direção. - Desculpa pelo que rolou.
- Não tem o que lamentar, tia. Você não sabia que eu ia vir hoje e eu, sinceramente, não imaginava que você ia estar numa festa com suas amigas. - respondo enquanto ela senta na beira da minha cama. - Desculpa não ter avisado, mas surgiu de repente.
Ela ainda tá com a mesma roupa e não consigo evitar manter meus olhos, fixos feito flechas, entre a curva dos peitos dela e o montinho da buceta dela quase à mostra. Tá cheirando a álcool e os olhinhos tão brilhando.
- Desculpa se atrapalhei a festa de vocês.
- É sobre isso que quero falar com você - ela diz sorrindo. - Você foi uma surpresa muito... gostosa pras minhas amigas.
Eu só sorrio, esperando o que ela vai dizer. A conversa não começou mal.
- Diego, você me ama? - ela pergunta. Aí percebe o novo contexto onde falou isso e completa - como tia, quero dizer.
- Incondicionalmente. - respondo, rindo do nervosismo dela.
Mas é verdade o que falo. O carinho pela minha tia é incondicional. Pensei que fosse assim também com a Cláudia, mas sempre tem umas paradas estranhas no nosso relacionamento. Já com a minha tia... Porra! Sem perceber, tô comparando minha tia com minha namorada e, sei lá por que, isso me deixa nervoso.
- Então... As meninas querem que você desça e julgue quem você acha mais gostosa - fala Laura, levantando as sobrancelhas num tom de pergunta. - É só um jogo, mas... você faria isso por nós?
Isso sim que eu não esperava. Esperava.
— Cara, a princípio parece uma daquelas propostas que não dá pra recusar, mas e eu, o que eu ganho com isso, tia? — pergunto, juntando as mãos sobre o peito, embora, logicamente, já tenha decidido fazer o que for preciso.
Que sorte a minha! Depois da discussão com a Cláudia e de como a noite estava se encaminhando... acontece que vou matar o tempo e meus problemas com as amigas dela quase peladas.
— O que você ganha?! — ela me pergunta incrédula enquanto me dá um soco no braço. — Você tem a chance de ficar babando enquanto observa umas coroas seminuas e decide quem é a mais gostosa. E ainda tem a cara de pau de perguntar o que você ganha?
— Tá bom, tá bom. Não é um mau acordo — respondo, esfregando meu ombro. — Tia Laura, as amigas dela são todas solteiras? — pergunto quando ela se levanta e vai em direção à porta do meu quarto.
Tiro minhas pernas da cama com a intenção de segui-la, meus olhos grudados na bunda dela quase nua.
— E isso importa? Você não vai... foder — ela não encontra uma palavra mais educada — nenhuma delas.
— Só não quero confusão com os maridos delas me acusando de alguma merda.
— Relaxa. O que rola nas nossas festas fica nas nossas festas.
Boa filosofia. Tô gostando ainda mais do acordo.
— Até com a Cristina? A irmã dela e o cunhado são muito próximos dos meus pais, e ela parece tão inocente...
— Até a Cristina. — A Lauren revira os olhos. — Você sabe muito bem que somos amigas de longa data e te garanto que ela sabe guardar um segredo. E ainda mais com você, ela te adora desde pequeno, nunca te meteria em encrenca.
— Tá bem, tô pronto... mas como vou decidir quem é a mais gostosa? — pergunto quando fecho a porta atrás de mim.
— Fácil, você olha pra todas e então... — ela diz olhando por cima do ombro. — Só precisa escolher sua tia!
Rindo, ela rebola a bunda pelo corredor em direção à sala. estar, provocando que mais sangue vá pro meu pau, reforçando sua dureza.
- Olha! Laura, você convenceu ele! - diz Ali, quando nos vê aparecer, batendo palmas enquanto dá pulinhos no sofá, fazendo com que seus peitões balançem de um jeito tentador.
Minha mente tá trabalhando a mil por hora, calculando até onde posso ir nas comemorações que tão por vir. Quatro coroas no dia de descontrole delas, bebendo vinho, com vontade de putaria e sem nenhum impedimento por perto pra fazer o que der na telha. Não parece ter limites essa noite e eu, podem ter certeza, não vou colocar nenhum.
- Minha tia já me explicou as intenções de vocês. Vocês têm alguma ideia de como querem que eu faça ou como querem que eu julgue? - pergunto, sondando o terreno.
A primeira coisa que noto é que, pelo menos, já foram umas duas garrafas de vinho essa noite.
- Os juízes são sempre quem decide essas coisas - diz Cristina. Juro que lembro dela sempre tímida e quieta. Agora ela pisca de um jeito safado olhando pra mim, enquanto completa - Agora o senhor é o juiz.
Quantas taças, como a que ela tem na mão, já deve ter bebido? Me pergunto, divertido.
Espero um minuto pra ver se alguém mais quer dar palpite e botar alguma regra, e quando vejo que ninguém fala nada, começo a propor as regras que fui bolando pelo caminho.
- Tá bem. Se vocês querem que eu julgue, acho melhor que as quatro se alinhem na minha frente - falo, movendo a mesinha de centro pra que elas possam ficar na frente do sofá.
Sento no meio do sofá e elas, obedientes, se alinham na minha frente. Porra! As quatro estão uma delícia!
- Bom, vocês deixaram tudo na minha escolha. Espero que não me acusem de machista ou misógino. Se alguém se sentir desconfortável, é hora de parar - falo tudo de forma teatral, tentando parecer o mais profissional possível nessa palhaçada - Acho que tem que dividir a competição em quatro categorias: os peitos delas, as bundas delas, as pernas delas e os... hmm... as bucetas delas.
Quando menciono a palavra bucetas, Cristina e Laura, envergonhadas, desviam o olhar, mas Clara e Ali abrem um sorrisão no rosto. Mas nenhum reparo. Tudo está indo de vento em popa. Levanto e ando na frente delas como um comandante inspecionando suas tropas.
- Hmm. Isso vai ser difícil - falo pra elas.
- É verdade, parece que você está passando um mau pedaço - diz Ali enquanto desvia o olhar pro meu meio das pernas.
- Silêncio - ordeno brincando. - Não distrai os juízes ou vai ser desclassificada.
- Desculpa - sussurra, deixando o queixo cair contra o peito numa careta de deboche. - Tô te distraindo mesmo, Diego?
Que filha da puta! Tô ficando duro que nem uma moto. Todas tão fazendo isso, na real.
- Digamos que no bom sentido da palavra distrair - respondo, sem dar muita bola pra provocação dela, e passo na frente de cada uma, olhando fixamente pros peitos delas.
Quando chego no final, perto da Ali, olho pra trás e vejo a fila, perfeitamente alinhadas. Reparo na diferença de volume de cada mulher.
- Não posso tomar uma decisão baseado só no tamanho - falo, sentando de novo no sofá. - Vocês não podem esperar que eu compare direito os peitos de vocês sem ver os bicos.
Essa é minha aposta mais forte até agora. É aqui que a gente vai começar a ver o quanto isso pode ser divertido.
- O quê! - Tia Laura é a primeira a reagir. - Não abusa, moleque! Esse não era o trato! - exclama, e procura com o olhar o apoio das amigas.
- Acho que ele tem razão - diz Clara, levantando as mãos pra desatar no pescoço a tirinha fina de pano que segura a parte de cima da camisola dela.
- Espera! - grita Laura, batendo nas mãos de Clara, forçando ela a manter elas longe do nó. fim das suas safadezas.
- Você gostaria que seu sobrinho ficasse olhando pras suas tetas? - ela pergunta.
- Bem, você nunca ficou sem sutiã na praia com seu sobrinho? - Ali intervém - Meus sobrinhos já viram todas as minhas tetas na praia.
- Seu sobrinho mais velho tem 5 anos. - minha tia retruca indignada, vendo que isso pode sair do controle.
- Bom, mas eu acho que eles vão crescer. Além disso, - ela acrescenta - você pode ficar vestida, do jeito que está, e ajudar o Diego a julgar o resto de nós.
Tia Laura olha pra baixo, pro seu camisola, e parece que ela só está pensando que grande parte do corpo dela já está exposta.
- Mas aí você não vai poder ganhar - Ali finaliza, com um sorriso malicioso nos lábios.
- O que você escolhe, tia Laura? - pergunto enquanto nós dois vemos que as outras três já decidiram o que fazer com suas camisolas.
Isso tá se encaminhando muito bem. Enquanto minha tia pensa, Clara é a primeira a desatar a fita da camisola e deslizar a pequena peça sobre o corpo. Minha pica dá um pulo quando a roupa cai no chão e os olhos dela encontram os meus. Uns peitos de tamanho médio com duas protuberâncias centrais cor-de-rosa estão na minha frente, esperando minha inspeção. Tia Laura olha de boca aberta enquanto, uma a uma, suas amigas se preparam pra seguir o exemplo da Clara e deixar a camisola cair no chão.
Ali está do meu lado e, com calma, tira uma e depois a outra tirinha de trás da nuca. Com um sorriso largo, ela adiciona um pouco de drama à revelação dos seus magníficos peitos, de pele escura, com uns bicos grossos e pretos. As aréolas que os rodeiam são menores do que se esperaria, mas nem por isso menos atraentes. "Tô salivando" é a única coisa que vem à minha mente.
Cristina parece um pouco mais contida, porque me conhece desde o dia que nasci, mas possivelmente também porque seus peitos são muito pequenas em comparação com as outras garotas.
- Não vou ganhar essa parte do concurso. - ela sorri pra mim com aquele sorriso quente e infantil.
Mas, falando a verdade, ela não tem motivo pra se sentir mal. Vestida, pode até passar despercebida, mas, assim nua, o que falta em tamanho é mais que compensado pelos bicos grossos que se projetam mais de um par de centímetros.
Porra! A Cris é a menina que brincava comigo, me dando mamadeira quando eu tinha uns meses. Com esse pensamento na cabeça, percebo que tô com uma puta vontade de chupar aqueles biquinhos de carne tão apetitosos que se destacam no peito dela. Meu pau tá duro como pedra, talvez isso seja um pouco doentio, mórbido, e desvio a atenção pra minha tia, procurando algum sinal de reprovação.
- O que você vai fazer, tia? - pergunto.
- Pode escolher entre se juntar ao Diego no sofá e ajudar a julgar os atributos dessas lindas damas, ou se preparar pra competir. - a safada da Alicia continua provocando.
Se alguma dúvida tinha passado pela cabeça da minha tia, aquilo foi o empurrão que faltava pra decidir.
- Acha que vai ganhar porque eu tenho medo de você? Nada disso, gostosa. Que valor teria a escolha do meu sobrinho se eu não participasse? - diz tia Laura, desafiadora, enquanto solta a parte de cima e dá de ombros.
Porra! Os peitos dela são perfeitos. Um pouco menores que os da Alicia, mas ainda bem grandes, com aréolas rosadas largas e bicos em formato de balinha.
- Fir - mes! - falo, como se nada do que tô vendo me afetasse. - Olhar pra frente!
Elas obedecem, entrando na brincadeira. Porra! Quem não daria o ovo esquerdo pra ter quatro belezas perto dos 40 anos enfileiradas na frente dele, prontas pra inspeção? Levanto, ajustando meu pau dentro da calça, um gesto que não passa despercebido por nenhuma das garotas.
- Quero protestar. Por que você pode... permanecer vestido enquanto a gente tá pelada? — Ali me pergunta, arrancando um olhar fulminante da minha tia.
— Acho, Ali, que você não tá pelada... ainda — respondo, pensando na possível resposta da minha tia, mas também não quero perder a oportunidade — Pra ser justo, quer que eu tire minha camiseta? — acrescento.
— Sim — as três amigas da minha tia respondem em uníssono.
Isso tá sendo fácil demais. Tiro minha camiseta sob os olhares apreciativos das garotas. Não tenho um tanquinho no abdômen, mas me mantenho em forma.
— Beleza, vamos começar — falo pra elas — Um passo à frente, Ali.
Me preparo pra curtir o espetáculo de perto, inspecionando os peitos dela de todos os ângulos. Aproveito a chance e coloco minha mão em concha por baixo da carne escura dela, porra! Apalpando aqueles peitões, parece que tô escolhendo melões.
— Ninguém falou em tocar — reclama tia Laura, espiando do outro lado da fila.
— Não me importo — Ali sussurra pra mim, mordendo o lábio, enquanto meus polegares roçam de leve nos bicos dela, já durinhos.
Tia Laura dá um passo pra trás na formação, mas agora tá claramente mais nervosa do que antes. Eu também, não tinha pensado na presença dela quando levei a mão pro peito da Ali, mas não consegui evitar.
Decidi dar uns elogios pra cada mulher, como se fosse um jurado sério, seguindo o jogo, mas também me protegendo — não quero passar por grosso ou acabar com a autoestima delas. Isso tem que ser divertido. Então começo a falar com a Alicia sobre o que acho dos peitos dela.
— Com certeza você deve se orgulhar desses colossos lindos, né? — pergunto, ainda acariciando aquelas montanhas de chocolate com cum. — Já devem ter te dado muita alegria com os homens.
Ali só acena, aumentando o ritmo da respiração enquanto minhas mãos... deslizam para os lados e acariciam suavemente a pele macia dos seus peitos sensíveis.
- Só um idiota não ia querer enfiar a cara entre esses titãs e se perder ali como se fossem um travesseirão macio.
Relutantemente, solto os peitos dela e me viro para a Cristina. Cristina sorri timidamente enquanto examino os peitinhos quase inexistentes dela. Já falei que, enquanto os peitos em si são bem pequenos, os mamilos são imensos. São mamilos longos, firmes e grossos, que se projetam mais de três dedos para fora das tetas do tamanho de uma adolescente. Sem nada para pesar, agarro os peitos dela pela frente, pressionando minhas palmas contra esses mamilos preciosos.
- Mmmm - Cristina solta um suspiro involuntário, enquanto movo minhas mãos em círculos pequenos, roçando levemente contra essas protuberâncias sensíveis. Quero ver que grau de dureza elas conseguem atingir.
- Me apaixonei pelos seus mamilos, Cris - digo num sussurro que só eu e ela ouvimos, e depois mais alto. - Um cara poderia se banquetear com eles e ficar totalmente satisfeito por vários meses. Além disso, são maravilhosamente sensíveis. - Acrescentei, aumentando suavemente a pressão das minhas palmas, provocando outro murmúrio silencioso da Cristina.
Isso é demais, eu dizendo essas coisas para a companheira inseparável da minha tia, a amiga de toda a vida da família que está na minha frente, seminua, me oferecendo os peitos para eu brincar e julgar. Não é uma loucura? Acho que foi o tesão que tudo isso me causou que me deu coragem para continuar falando.
- Com certeza não precisa chupar e mordiscar muito por essa área para mandar impulsos docemente eróticos direto pra sua buceta. Aposto que você pode ter um orgasmo induzido exclusivamente por esses mamilos lindos.
A Cris, já meio bêbada, soltou um tremor perceptível na escala Richter ao me ouvir dizer isso. Se eu não quisesse que meu pau explodisse, não podia ir mais longe. lá com ela. Então, perturbado pelo meu breve contato com a amiga da minha tia, virei o rosto para Clara e seus mamilos redondos, fingindo que nada pessoal tinha acontecido.
Clara me recebeu sorrindo, enquanto eu começava a estudar suas aréolas convexas que coroavam seus peitos de tamanho médio. Destacam-se nelas duas pequenas protuberâncias cônicas que se contraem levemente ao contato com meu dedo. Eu adoraria chupá-las e depois soprá-las pra ver a forma que tomariam, mas não fiz isso até agora com as duas amigas dela e não acho certo mudar as regras. Mas passo meu dedo ao redor da aréola e vou em direção aos minúsculos mamilos que aparecem quase completamente encaixados na coroa rosada. Olho pro rosto dela enquanto belisco as pontinhas e tento convencer os biquinhos a saírem do seu ambiente de proteção. A expressão dela não muda até eu colocar meus dedos de cada lado das aréolas inchadas e beliscar um pouco mais forte. Ela morde o lábio e puxa o ar pelos dentes.
- O que você vai dizer sobre as minhas,... sobrinho? - pergunta sedutoramente enquanto me observa continuar brincando com os peitos dela.
- Bom, tenho que dizer que nunca vi nada igual - falo - estava imaginando o quão erótico seria esfregar meu peito contra eles, como numa dança do amor na horizontal...
- Não me fode, Daniel - Ali ri. - Dança do amor na horizontal! O que é isso? Por que não fala logo foder?
- Porque a dança do amor horizontal é mais poético - Clara responde por mim. - E cala a boca, que não é sua vez. Vamos - ela se vira pra mim me incentivando - O que mais você ia dizer, meu amor?
- Bom, ia dizer que se você estivesse nessa posição, balançando pra frente e pra trás, um homem poderia aumentar o prazer dele até o infinito, sentindo o roçar do peito dele contra esses pequenos filhotes medrosos. - envolvi suavemente os biquinhos tímidos dela com dois dedos, puxando-os um pouquinho pra fora do buceta, apertando de novo um pouco mais forte. Aí ela tirou minhas mãos e me disse:
- Você gosta assim? - Ela me segurou pelos ombros e me puxou pra perto, esfregando os mamilos pra cima e pra baixo no meu peito nu.
Porra! Pensei que tava só deixando a imaginação voar pra elogiar a Clara, mas a sensação dos mamilos dela roçando no meu peito é simplesmente extraordinária.
- Clara - repreende tia Laura - Que pussy você tá fazendo?
- Qual é o seu problema? - ela desafia - Tá com medo de eu não aguentar e você perder sua vez, ... tia Laura? - fala isso por último com um certo deboche, rindo, olhando nos olhos dela com ar de provocação, mas Clara me solta e dá um passo pra trás na fila. Finalmente admitindo que é na casa da tia Laura que se joga e o sobrinho dela com quem ela se esfrega.
Dei uma última olhada nos mamilos dela e eles pareciam ter explodido como flores saindo dos botões, esperando ansiosamente por mais atenção, mas eu tenho que passar pra próxima candidata.
- Obrigado - ela me diz finalmente, me beijando na bochecha e me empurrando pra minha tia.
E agora? Fico olhando pra minha tia Laura por mais tempo do que pra qualquer outra, só olhando pras tetas perfeitas dela. As aréolas grandes são só um tom mais escuro que a pele ao redor e os mamilos duros parecem mais excitados do que da primeira vez que ela os expôs ao ar quando tirou a camisola. Sei que não devia tocar na minha tia, mas também não posso tratar ela diferente. Tia Laura fica cada vez mais corada, enquanto me olha na expectativa.
- E aí? - ela diz quebrando o silêncio, apontando com a cabeça pros peitos dela.
- Bem ... - respondo. - São realmente lindos, tia.
Levanto timidamente minhas mãos e coloco nos ombros dela.
- Com um formato encantador - acrescento enquanto deslizo meus dedos ao redor da clavícula dela e depois os direciono pra baixo, em direção ao peito.
- As aréolas são perfeitamente redondas - Adiciono enquanto meus dedos roçam a parte externa dos peitos perfeitos dela. Em vez de pesá-los, como fiz com a Ali, levo minhas mãos ao redor dos seios dela e os levanto suavemente.
- São macios e flexíveis - sussurro, acariciando docemente ao redor das aréolas dela.
- Os mamilos são sensíveis. - A respiração dela fica cada vez mais evidente quando meus polegares exploram levemente os bicos.
Minha mente está travada. Meus olhos vão devagar de uma para a outra, enquanto minhas mãos deslizam pelos peitos delas como se tivessem vontade própria.
- Hum... - Ali limpa a garganta para eu não continuar perdido entre os peitos deliciosos da minha tia.
Deixo minhas mãos caírem e dou um passo para trás, surpreso com a decepção que vejo nos olhos da tia Laura com meu gesto.
- E a vencedora é... - Anuncio, tentando recuperar a compostura. - Por uma margem bem pequena, devo acrescentar, porque são os quatro pares de bucetas mais lindos que um homem já pôde apreciar na face da terra... - Olho de uma gostosa sem camisa para a próxima. - Todas vocês têm uns peitos magníficos, mas a vencedora é...
Faço uma pausa para aumentar o efeito dramático e então me viro e aponto com o braço.
- Minha tia, Laura!
Apesar da rivalidade que as quatro amigas mostraram, parece que há grande aceitação sobre minha decisão e todas fazem comentários sobre como os peitos da minha tia são maravilhosos. Tanto que quase espero que ela faça um discurso de aceitação do prêmio.
- Tá bem, senhoras. Não pensem que isso é tão fácil. Vou fazer uma pausa de cinco minutos - digo a todas. - Preciso de uma cerveja.
Elas riem do meu "sofrimento", mas não é brincadeira, preciso dessa cerveja. Principalmente depois da experiência incrível de apalpar os peitos da minha tia materna. Tô com a boca seca.
As mulheres começam uma conversa animada enquanto vou para a cozinha pegar meu refrigério. Apoiado no balcão, Dou um minuto pra recuperar o fôlego. Caralho! A cara da tia Laura quando eu tava acariciando os peitos dela... se eu não soubesse quem ela é, jurava que ela tava prestes a avançar na minha boca.
Não, não. Descarto a ideia na hora e mando a cervejinha gelada pra dentro. Tô ficando louco. Talvez seja melhor dar uma segurada na brincadeira. Acho que isso tá escapando do meu controle e posso passar do ponto.
- Tá bom, senhoras, começa a próxima rodada. - Falo, assumindo de novo meu papel de juiz, ao entrar na sala. - Agora é virar de costas! Tô pronto pra ver esses booties maravilhosos.
As quatro amigas se alinham de costas pra mim, rindo e se divertindo feito adolescentes. Bom, talvez não precise diminuir tanto o tom. Que fileira deliciosa de carne madura e firme! Quem sabe elas não se importem se eu der meu veredito com uma rotina parecida com a anterior, passando minhas mãos sobre aquelas bundas redondas e nuas, e dizendo pra cada uma o que acho do rabo delas. Que puta sorte de trampo a minha tia arranjou pra mim, sem querer querendo!
- Sabe que tem uma bunda fantástica, Alicia - falo baixinho, como se quisesse criar uma intimidade, deslizando minha mão sobre a pele macia e morena dela. Sinto os músculos firmes das nádegas se contraírem. - Com esses músculos bem definidos e essas curvas perfeitas, qualquer homem ia querer casar com você só de te ver andar.
- Até você? - Ela pergunta, olhando por cima do ombro.
- Sou homem, né?
- Pois já seria o terceiro que casaria com você. - diz minha tia, com um tom sarcástico e um pouco de raiva.
Eu rio enquanto me movimento pra Cristina. Meu pau, nem preciso dizer, continua duro dentro do meu short.
O que falta de peito na Cristina, ela compensa na bunda. Me surpreende que eu nunca tenha reparado nela antes. Acho que o fato de ela usar vestidos e calças largas não me deixou... ajudado muito a dar a ela os elogios que merece. Não é uma adolescente qualquer, mas as curvas dela são perfeitas. Aperto as bochechas dela, deliciosamente firmes. Falo o que penso sem hesitar um segundo.
- Você tem uma bunda muito gostosa, Cristina - sussurro no ouvido dela, já me acostumando a dar o veredito com mais intimidade, enquanto minhas mãos exploram cada centímetro daquele rabo em formato de coração. - Como essas bundinhas redondas podem ser tão duras e tão macias ao mesmo tempo? Dá vontade de enfiar a cara nelas, mordiscar bem devagarinho - É verdade o que falo.
Tô tendo dificuldade pra tirar as mãos dessa maravilha.
- Aaai! Agora é sua vez, Clara - respiro fundo e me movimento na fila.
Clara me recebe rebolando a bunda de um lado pro outro de um jeito sedutor. As carnes redondas dela balançam no ritmo.
- Sabe, acho que você tem uma bunda feita pra uma boa surra - falo, dando um tapa de brincadeira na bunda dela.
- Mmm - ela geme, sedutora.
Pô, Clara, a mais mandona e autoritária, tenho que confessar, a que mais me intimida, e acho que descobri o ponto fraco dela. Mas é verdade, os glúteos dela são redondos e firmes, as bochechas se levantam o suficiente, como se convidassem a dar uns tapas nelas.
- Os homens que já viram essa bunda, não tenho dúvida, já fantasiaram em deixar a marca da mão vermelha nessas suas bochechas - continuo brincando, mas aproveito pra dar um tapa forte naqueles globos firmes. Ela recebe, empinando mais a bunda. Tá claro que ela gosta - Já te deram uma surra... erótica? - me arrisco a perguntar, vendo as reações dela.
Ela balança a cabeça que não.
- Mas se um dia você se animar... A gente podia tentar junto, Dieguito.
Não sei se é uma proposta séria ou se ela só tá brincando comigo, mas sinto que é hora de vazar dali. Já falei que ela intimida. Aperto a curva interna da bunda dela e passo. avaliar minha tia.
Acho que saí da frigideira pra cair nas brasas.
Vacilante, depois do que aconteceu com os peitos dela, me aproximo pra tocar minha tia Laura. Passo a mão na bunda dela de leve, elogiando o tamanho perfeito, a forma e a firmeza, uma tentação que faria qualquer homem virar a cabeça pra olhar aquela maravilha. Tento me afastar como um cavalheiro, e então minha tia me surpreende dizendo:
- Não vai ter mordida, tapinha ou comentário me falando o quanto você adoraria me ver de quatro? - ela zoa de mim, mas não sei como interpretar - Minha bunda não te faz pensar naquelas imagens que você teve com minhas amigas?
A verdade é que a bunda dela me faz pensar num anal bem violento, mas não vou falar isso. Ela tá puta por eu ter ousado com as amigas ou por ter deixado ela de lado na minha audácia? Não faço ideia, o que percebo é que ela tá meio bêbada com tanta taça de vinho caro. Resolvo arriscar de novo. Até agora não me dei mal, e se minha tia tá passando por um momento ruim... bom, que me fale e a gente para na hora.
- Decepcionada? - pergunto, de joelhos atrás dela, enquanto coloco uma mão em cada uma das suas nádegas deliciosas.
Tenho os dedos abertos e meus polegares vão em direção ao meio dela. Massageio suavemente a bunda carnuda dela, enquanto meus polegares vão devagar pro centro, já tocando o tecido fino da calcinha fio dental que cobre a buceta dela.
- Você tem uma bunda feita pra apertar e massagear, tia - falo antes que ela tenha chance de me responder.
Porra, puta merda! Pode ser imaginação minha, mas começo a sentir a calcinha dela meio molhada. Bom, por que não? Eu tô de pau duro desde que começamos a brincadeira. Por que esse grupinho de mulheres não ia estar com tesão? Mas minha própria tia? Isso me parece estranho.
Levanto o olhar e as três amigas dela saíram da posição delas e me olham de cima enquanto eu apalpo a bunda da minha Tia. Clara envolve o pescoço da Cristina e se apoia nela. Ali tá de braços cruzados sobre os peitos. Clara e Alicia tão com um sorriso malicioso, Cristina olha pra gente de boca aberta.
Levanto meio sem jeito, pego no flagra. Será que foi um momento íntimo com minha tia Laura? Foi isso? Um momento íntimo? Minha tia também se levanta, enfiando a bunda rapidinho. Começo a falar disfarçando, voltando pro jogo.
— Vamos, vamos, senhoras, cada uma no seu lugar — e quando já tão posicionadas, as três amigas segurando o riso e minha tia com umas bochechas vermelhas que acendem o rosto dela, continuo — Todas vocês têm uns booties impressionantes, dignos de admiração. Virem de novo pra eu ver, por favor.
É uma cena surreal, mas essas quatro milf obedecem de novo e, bem divertidas, se viram me mostrando de novo aquela imagem sedutora dos booties delas. Começo a andar pra cima e pra baixo na fila, acariciando cada um enquanto passo.
— Mas só pode ter uma vencedora e, sendo objetivo e valorizando todas as virtudes de vocês, que são muitas, tenho que escolher esse.
E termino agarrando a bunda da Ali, afundando os dedos na carne morena dela.
— A Ali tem a bunda mais gostosa!
— Isso! — grita ela, pulando, enquanto se vira. — Valeu, Diego!
Parece que ganhou o prêmio máximo de Monte Carlo ou um Oscar. Pra mostrar a gratidão, vem na minha direção pulando e balançando os peitos morenos escuros. Joga os braços no meu pescoço e me beija com força na boca.
Caralho! Quando sinto aqueles peitos impressionantes se espremendo no meu peito nu, acho que agora quem tá molhando a cueca sou eu. O que não sei é como aguento não jorrar tudo, talvez porque não tem espaço pra descanso. Na hora, Clara pergunta com um sorriso safado.
— E agora? As pernas ou os peitos? Bucetinhas?"
- "Pernas", respondo enquanto afasto os braços da Ali do meu pescoço.
Não que eu não estivesse curtindo o beijo ou a sensação dos biquinhos durinhos dela apertados contra meu peito, mas a cara da minha tia Laura me aconselha a deixar essas efusividades pra depois. E pra completar o gesto, ela ainda arrematou com um:
- "Pernas, claro. Cês achavam que meu sobrinho ia decidir qual é a buceta mais gostosa de todas nós? Brincadeira é brincadeira, e isso já tá na hora de acabar."
Vi que Ali ia reclamar, mas a Clara fez um sinal pra ela: deixa pra lá, depois a gente vê. Tava claro que minha pobre tia tinha ficado com o papel de estraga-prazeres. Eu também resolvi seguir o conselho da Clara e deixar essa discussão pra depois.
- "Pra próxima categoria, vou levar em conta não só o tônus muscular e o formato das pernas de vocês, mas também a maciez. Vocês vão perder pontos se eu encontrar qualquer pelo sobrando", falei com um sorriso. "Alguma pode achar injusto, mas esses são meus gostos. Acho que são os privilégios de ser juiz."
- "Só tira ponto se tiver pelo nas pernas?", pergunta a Clara de forma enigmática, me pegando de surpresa. Ela sorri e completa: "E uma depilação completa não conta?" Fico calado, quase paralisado. Ela tá dando a entender que tem a buceta lisinha? E a racha do cu dela?! Vou passar o resto da noite me acabando na punheta! Bom, não, tenho lenha pra vários dias!
- "Se alinhem de novo, agora de frente pra mim. Vou começar com as pernas de vocês", anuncio, tomando mais um gole da minha cerveja.
Elas viram o vinho de uma vez e se posicionam rapidamente. Em pouco tempo já tinham dado conta de uma nova garrafa.
Pode ser que o vinho esteja nos levando por esses caminhos inusitados, ou pode ser que não, mas quando me viro de novo pra Ali, vejo que ela ainda tá radiante de emoção por ter a raba mais gostosa. Uma mulher feita e direita, toda animada por causa de uma competição idiota. decisão de um moleque como eu. Suponho que não tem pé nem cabeça, mas lá estava ela, praticamente nua, com um sorriso radiante esperando que um garoto dez anos mais novo desse sua opinião sobre as pernas dela.
Enfim, vendo como elas estão levando isso a sério e o quanto são competitivas entre si, começo a achar que minha melhor opção é encontrar a mais atraente em cada categoria para cada uma delas. Parece que a rivalidade entre amigas aparece até nas situações mais kafkianas. O problema é que, como não pensei nisso antes, agora tenho que descobrir se o prêmio de pernas mais atraentes devo dar para Clara ou para Cristina e, dependendo dessa decisão, a outra deve ficar com a buceta mais gostosa, se é que essa categoria vai rolar.
Dou uma olhada na fila e percebo que Clara, com suas pernas longas e bem torneadas, é a candidata perfeita para ganhar essa categoria. Agora, espero que a buceta da Cristina seja bonita e não tenha nenhum defeito visível, para poder agradar todas.
De joelhos na frente da Ali, coloco as duas mãos em volta de um tornozelo e deslizo para cima, até os joelhos.
– Muito macias – falo, observando como ela sorri pra mim.
Desse ângulo, os peitos de chocolate dela são ainda mais impressionantes. Caralho, que mulher!
Quando estico as mãos sobre as coxas largas dela, ela abre as pernas de propósito. Essa Ali não consegue evitar de flertar. Ela vem me excitando desde o primeiro segundo. É uma putinha! Penso nisso e deixo meus dedos mal roçarem o tecido fino que cobre os lábios da vulva da Ali, o que arranca um suspiro curto dela. Consigo sentir o tesão dela e ver a mancha de umidade se formando na frente da calcinha fio dental. Deslizo minhas mãos de volta para os tornozelos dela.
– Você tem umas pernas incríveis, Ali – é tudo que consigo dizer antes de passar para a Cristina.
Não são as melhores. Qualidade da Alicia. Ela tem umas pernas excitantes, como ela toda, mas são um pouco gordinhas demais para os padrões atuais de beleza.
Repito meus movimentos nas pernas da Cristina e percebo que ela não está menos excitada que a amiga neguinha. Embora eu possa sentir o cheiro da excitação dela, é bem mais fraco que o aroma forte da Ali.
- Ummh. Adoro suas pernas, Cris - falo enquanto movo minhas mãos mais perto da buceta dela. Consigo ver o rubor subindo do peitinho dela até o rosto. - Muito macias e delicadas, igual ao resto de você.
Quando chego na Clara, o cheiro de sexo feminino já é mais que evidente no quarto inteiro. Quando me ajoelho na frente dela, meu rosto fica quase na altura da buceta dela, coberta só por um pano vermelho fininho. O cheiro dela é muito forte, mas com uma fragrância bem mais doce que o cheiro picante e safado da buceta da Ali. Meu pau briga pra sair do meu shorts quando meus dedos chegam no topo das coxas da Clara.
- Você tem umas pernas esculturais, Clara - falo enquanto minhas mãos sobem pela coxa direita dela. - Não são só macias, longas e bonitas. A dureza dos seus músculos deixa elas ainda mais gostosas de tocar e não tem nem um pingo de gordura.
- Obrigada, Diego - ela responde, sorrindo de um jeito sedutor.
Pra não ficar atrás da amiga Ali, ela não só abre as pernas, como também dobra os joelhos o suficiente pra esfregar a buceta nas minhas mãos. É sutil e acho que ninguém mais percebe, mas o sorriso dela me diz, sem dúvida nenhuma, que é um convite pra ir mais pra cima e mais pra dentro. Em vez de tirar as mãos, pressiono a ponta do meu dedo indicador contra a calcinha molhada, bem na fenda entre os lábios da buceta dela, e eles se afastam pros lados, deixando meu dedo bem em cima das ninfas dela.
- Muito bonito, Clara - sussurro, me referindo ao contorno dos lábios inchados dela, que estão presos e colados. Pouco pano da tanga, marcando toda a forma dela. - Adoro animais ungulados.
- Mmm hmm - ela acena, enquanto eu deslizo minhas mãos devagar pela outra perna e, pelo sorriso que ela me dá, acho que ela entendeu a referência ao casquinho que marca a tanga.
Passo para minha tia. Me ajoelho na frente dela e, sem querer, minhas narinas se abrem pra captar o cheiro delicioso da buceta excitada dela. Se eu já tinha imaginado ou não a mancha de umidade, o que com certeza aconteceu nesse tempo é que ela aumentou.
- Minhas pernas, Diego - ela me repreende, porque eu só fico olhando fixo pro centro da tanga dela.
A umidade deixou o tecido quase transparente e eu tô hipnotizado pelos contornos da vulva da minha tia atrás do pequeno triângulo roxo.
- Claro, tita - respondo, olhando pra baixo e envolvendo o tornozelo dela com minhas mãos.
Fico empolgado com a maciez da pele dela enquanto passo minhas mãos pelas pernas bem torneadas. Minha tia estremece enquanto eu acaricio ela com as mãos, até chegar no topo das coxas dela.
Porra! Essa é minha tia puta, caralho! Mas mesmo assim, olho direto nos olhos dela, enquanto minhas mãos ficam de propósito apertadas contra o pequeno triângulo roxo. Olho pra ela como quem pede pra parar tudo isso, pra botar um pouco de juízo, mas os olhos da tia Laura se arregalam e ela dá uma baita respirada fundo quando eu movo meu dedo levemente pra frente e pra trás, roçando os lábios da buceta dela através do tecido.
- Suas pernas são muito gostosas, tita - falo, depois de limpar a garganta pra conseguir falar.
Tia Laura nem me responde. Ela só fica ali me olhando enquanto eu inalo o cheiro inebriante dela e deslizo minhas mãos pela perna dela. Dou uma respirada funda e me levanto pra encarar o grupo.
- Todas têm pernas muito gostosas - começo bem diplomático - Mas uma de Vocês têm umas pernas tão longas e torneadas que qualquer homem que olhar pra elas deve imaginar como elas se enrolam nas costas dele, prendendo ele dentro do corpo dela. Ela é... — apontei com o dedo — Clara, tem as melhores pernas!
Ela vem na minha direção e me dá outro beijo na bochecha.
— Obrigada, Diego — e completa num sussurro — Enrolar um homem com minhas pernas e prender ele dentro de mim. — e finaliza mais alto — Obrigada pelo prêmio, mas também agradeço o apoio gráfico na sua motivação. — faz uma reverência.
— Prazer — respondo.
— Motivação que vou levar em conta no futuro,... espero que não muito distante — completa.
A inteligente Clara sempre tem que dar a última palavra.
Bom, a maior parte do trabalho tá feita. Agora preciso de outra pausa.
— Senhoras, preciso de outra cerveja — falei saindo do quarto e sorrindo pra Clara.
A verdade é que saí porque não queria saber muito sobre a decisão que ia ser tomada sobre a última prova.
Minha tia já tinha deixado claro que essa história de "categoria de bucetinhas" era levar as coisas longe demais. Mencionar como brincadeira até ia, mas colocar em prática... No entanto, todos estávamos ansiosos e na expectativa, pra saber se a prova final ia rolar ou não.
Tô na cozinha, bebendo tranquilamente uma cerveja bem gelada. Escuto a discussão na sala. Clara e Alicia estão claramente a favor. Não esperava menos. Minha tia resiste, mas acho que cada vez com menos força... ou será que é minha vontade? Bom, não sei se no final vão me mostrar as bucetas delas ou não, de qualquer forma, foi uma noite no paraíso, não tenho do que reclamar.
Finalmente, e surpreendentemente, é a Cristina que dá o argumento final a favor da última prova.
— Laura, você sabe que essa noite era muito importante pra mim. Sabe que nos reunimos por... minha causa — parece quase emocionada e com toda certeza irritada — Tá sendo uma noite incrível. A mais incrível. da minha vida. Muito mais do que jamais imaginei.
Cristina, aquela que sempre dá razão pra minha tia, enfrentando ela. Impressionante. Nunca, nem quando éramos pequenas, a vi assim. Depois ela muda o tom pra um mais conciliador, implorando.
- Deixa o que tiver que acontecer acontecer. É só um jogo inocente. Por favor... Deixa rolar.
Não entendi muita coisa, mas acho que minha tia finalmente cedeu, porque ouço os aplausos e os gritos da Clara e da Alicia, e por fim minha tia me chamando da sala.
- Diego, vai demorar muito? Tá bebendo a geladeira inteira? – ela sabe que eu ouvi – E traz outra garrafa de vinho da adega. Antes que eu me arrependa.
Não me faço de rogado.
- Senhoritas – digo enquanto entro de novo no quarto, com uma garrafa de vinho fechada numa mão e uma cerveja pela metade na outra. – Chegou a hora do... evento final.
Mas elas parecem muito seguras de si. As três amigas da minha tia se olham, como se tivessem tramado algo enquanto eu estava na cozinha.
- Tirem as calcinhas fio dental e voltem a se alinhar – falo triunfante, reassumindo meu papel de juiz.
- A gente tira nossas calcinhas fio dental, se você tirar o shorts – é a Cristina, que parece solta, quem me diz, enquanto as outras garotas concordam, sabendo do que se trata.
Então era isso que estavam tramando.
- É justo – completa a Clara.
Olho pra minha tia Laura, que levanta as sobrancelhas e dá de ombros, como quem diz: você quem se meteu nessa. De qualquer forma, era isso que eu queria, não era?
A noite acaba de dar outra virada, e agora parece que não estamos mais jogando aquele jogo de quem é mais gostosa. Não sei ao que estamos jogando. Talvez a médico. "Eu mostro o meu, se você mostrar o seu."
- Tudo bem pra mim – falo por fim e começo a desabotoar meu shorts.
Não é um mau acordo. Eu tiro o shorts e posso Inspecionar quatro bucetas de quatro mulheres gostosas milf.
Acho que tô nervoso, tropeço nelas quando tento tirar a roupa. As quatro mulheres ficam paradas, esperando eu mostrar o... prêmio. Finalmente consigo deslizar a calça pelas pernas. Vejo os sorrisos delas e o olhar fixo no volume que se desenha na minha cueca branca. Dou uma olhada nos corpos maduros delas, quase nus. Vejo luxúria nos olhos delas, fixos no meu pau duro.
Resolvo dar um pouco de drama no último passo. Puxo a cintura elástica e vou passando devagar por cima da cabeça da minha rola ereta. Nessa hora, elas começam a gritar feito adolescentes histéricas na primeira visita a um "boys". Ali e Clara soltam uns palavrões. Cristina e minha tia aplaudem, riem e assobiam. Uma putaria coletiva que continua quando fico de pé, pelado, com minha ereção apontando direto pra elas. Uma putaria que me avisa que tudo parece estar indo bem, até com minha tia, que parece resignada.
- Muito bonito, Diego - fala Clara, levantando a voz pra ser ouvida no meio da bagunça geral.
- É a vez de vocês - falo eu, apontando na direção delas.
Rapidamente elas atendem meu pedido. Começam a desatar as tiras finas de pano na cintura e deslizam entre as bundas, expondo as lindas bucetas de mulheres feitas e direitas.
Porra! Meu pau endurece ainda mais, se é que isso é possível. Como ela me sugeriu, a buceta da Clara é completamente lisa, enquanto as outras mulheres têm diferentes quantidades de pelos pubianos perfeitamente aparados. Tia Laura tem um triângulo castanho claro desenhado, enquanto a Ali tem um coração bem cortado de pelo preto e crespo. A doce Cristina tem um lindo pelo loiro, bem curtinho, em volta da buceta dela, rosa clarinho.
- O que faz uma buceta mais gostosa que a outra, Diego? - Cristina me faz a pergunta que eu já tava me fazendo. Mesmo. Decido responder com sinceridade.
- Vou avisar vocês quando terminar minha inspeção.
Digo isso como poderia ter dito "Não tenho a menor ideia!" Fico pensando um pouco, porque embora a decisão final, a vencedora, já esteja tomada, não é bom perder uma oportunidade de ouro. Finalmente me decido e falo.
- Dessa vez vamos fazer de um jeito diferente. Vou avaliar uma de cada vez. Vocês vão se sentar no sofá, apoiar as costas no braço, e abrir as pernas sobre o assento. Eu vou me sentar entre as pernas estendidas para fazer minha inspeção. - Prendo a respiração esperando objeções.
- Que legal! - diz tia Laura - como se fossemos ao ginecologista.
Sarcasmo que Clara ignora e pergunta diretamente quem vai primeiro.
- Vocês vão na mesma ordem de antes, começando pela Ali - respondo.
Alicia diligentemente vai até o sofá. Agora estamos todos completamente nus e o quarto está cheio de tensão sexual. Cada movimento exala cheiros gostosos. A excitação se mistura com tons de vergonha, mas ninguém dá um passo para trás.
- Espera! - grita tia Laura e todos olhamos para ela, expectantes.
Temos medo de que minha tia puxe o plugue, desligue a música e acabe com a festa, mas em vez disso ela nos surpreende dizendo:
- Não quero perder nenhum detalhe disso, mas preciso ir ao banheiro - ela ri das nossas caras - Podemos dar uma pausa?
Todo mundo respira. As amigas dela olham com ar cúmplice. Eu fico pasmo. Parece que elas conhecem minha tia num nível bem diferente. Com certeza por isso estavam provocando ela, sabem perfeitamente do que ela é capaz num dia de farra.
- Claro, vamos dar uma pausa - digo aliviado.
- Vamos encher as taças e começamos quando todo mundo voltar. - fala Cristina, que está mais do que animada com a buceta de fora.
Vou em direção ao... a cozinha pra pegar outra cerveja enquanto vejo a curva da bunda gostosa da tia Laura, enquanto ela corre pelo corredor até o banheiro.
Porra! Fazia duas horas que eu tava arrastando minha bunda pra casa dos meus pais, depois de uma briga com minha namorada, sem nada na cabeça além de passar a noite de mal humor no meu quarto antigo e agora... Quem diria que horas depois eu estaria de quatro, pelado, na casa dos meus pais com quatro mulheres mais velhas que eu, também peladas? Sem falar na minha piroca dura que já parece um acessório meu, de tanto tempo que tô com ela.
Já tamo todo mundo de volta na sala, prontos pra avaliar a última categoria. As bucetinhas. Todo mundo vai se ajeitando, menos a Ali, que não saiu do sofá. Ela continua lá, preparada, com as pernas abertas. Pega com a mão direita uma taça de vinho que a Cristina oferece e se prepara pro último exame. Eu me posiciono entre as pernas dela e dirijo meu olhar pra vulva aberta dela...
(CONTINUA)
Espero não demorar muito pra mandar a segunda parte, porque essa posição não parece nada confortável pra deixar a pobre Ali.
16 comentários - Minha Tia e as amigas dela