Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.youtube.com/watch?v=wigqKfLWjvMRegina é minha amiga desde a infância. Crescemos juntos, nossas famílias se conhecem. Compartilhamos escola, juventude, amizades, gostos, até trejeitos e jeito de falar. A gente trepou várias vezes, em diferentes momentos da vida, a última foi anteontem, nós dois já com 43 anos.
Lembro do dia que ela me contou que tinha perdido a virgindade. A gente devia ter uns dezesseis ou dezessete. Ela tava saindo com um cara de outra escola e veio sorrindo com cara de quem tinha feito alguma maldade. Naquela época, ela já tinha me chupado e eu praticava tocando o clitóris dela, mas nunca tinha metido. Ou quando ela engravidou pela primeira vez e me ligou quase chorando. Ela foi a censor das minhas namoradas, ajudante em coisas importantes, ouvido nas minhas depressões e até madrinha da minha filha. Desde o primeiro dia, a gente soube que nunca seria um casal.
Como nos últimos anos a gente não se via tanto, decidimos marcar um encontro obrigatório. Toda quinta à tarde, a gente se encontra num bar no centro pra tomar um café. Pontualmente às cinco até as sete. Um oásis de amizade no meio das obrigações autoimpostas que tanto enchem o saco. Umas duas vezes por ano, a gente acaba num hotel conhecido pra matar a vontade dos nossos corpos.
Nessa quinta em especial, eu tava sem saco pra ir. Tava cansado do trabalho e tinha tido uma briga bem pesada em casa. Ficar remoendo aquilo me dava preguiça, mas fui.
Ela tinha chegado primeiro, como sempre. Tava com o cabelo meio bagunçado e olheiras bem visíveis. Um dos filhos dela tava doente e ela passou a noite sem dormir.
— Você também tá destruído. — ela disse, me dando um beijo de boas-vindas.
— Não aguento mais, quase não vim.
— Traidor, eu não dormi a noite toda e tô aqui firme.
— Você é muito foda, sabia? — falei, e a gente relaxou.
Como a tarde tava bonita e a gente queria se acalmar, pedimos uma cerveja em vez do clássico café com leite. Brindamos.
Eu comecei com minhas reclamações de sempre sobre a marcha do meu casamento. Ela sempre ri e diz que eu reclamo, mas que eu amo ela. Eu amo ela, mas o atrito do dia a dia às vezes faz a gente esquecer o amor.
Depois ela continuou com novidades sobre um concurso que tá participando. Ela vai bem no trabalho, mas não sobra muito tempo pros filhos dela. Quem cria eles é quase o pai, um professor de música que acabei gostando.
Sem querer, já eram quase sete horas e a gente tinha tomado duas cervejas. Olhamos a hora.
— Vamos dar uma trepadinha? — ela falou com a mesma cara safada de trinta anos atrás.
— Preciso ligar pra casa, me espera um segundo.
Fiz a ligação. A má vibe cortava o ar do telefone. Falei que ia chegar tarde, que ia comer com a Regina. Também era verdade.
— Vamos fazer algo diferente. Quer? — sugeri.
— O cu você já comeu em março...
— Não, tô falando de não ir pro hotel de novo.
— Vamos pra vila do amor.
— Tamo em forma pra fazer acrobacia no carro?
A gente riu dos quilos acumulados pelos anos. Fomos no carro dela, que tem vidros bem escuros. Demos umas voltas pela beira do rio e estacionamos num lugar tranquilo em La Florida, com vista privilegiada do Paraná e da ponte Rosario-Victoria. Tava frio, não tinha ninguém.
Ela colocou um disco da Regina Spektor. Música calma e voz provocante. Boa escolha. Principalmente porque fui eu que dei de presente no aniversário dela.
Ela me beijou. Adoro os lábios dela cheios de vontade. Ela começa a beijar com os lábios abertos, molhados, sem língua. Mordendo os meus de vez em quando. Depois sim, nossas línguas se entrelaçaram. A respiração foi acelerando, a gente se grudou cada vez mais. Ela cruzou uma perna por cima da minha. Senti como ela se apertava contra mim. Tirei o pulôver dela com dificuldade. Ela levantou a camiseta. Me ofereceu os peitos pra eu chupar. Passei um tempão nos mamilos dela. Lambendo, beijando, mordendo devagar também. Ela tem uma sensibilidade especial nos peitos e adora que eu chupe eles. Depois me joguei pra trás no banco e Tirei a pica que tava prestes a explodir. Ela pegou e puxou o prepúcio pra baixo, começando a lamber a área do freio. Essa área ela descobriu uns vinte anos atrás, depois que cortaram por razões médicas. Continuou me chupando e acariciando minhas bolas. Enfiava até a garganta, dando uns engasgos de vez em quando. Amo quando ela faz isso, aperta a cabeça da pica e tira ela cheia de saliva, com a respiração ofegante. Ela me olhou.
— Goza na minha boca. — disse ela, toda excitada.
Começou a me bater uma mais rápido e a lamber a cabeça da pica ao mesmo tempo. Derramei meu gozo na boca dela, pra caralho. Senti explodir. Um fio de porra escorria pelo canto da boca dela. Limpei com o polegar. Ela me beijou e senti o gosto meio amargo da minha porra. A língua brincalhona dela queria mais. Agora era a vez dela, e ela se jogou pra trás. Levantei a saia dela e puxei a calcinha. A buceta dela tava muito molhada. Primeiro acariciei o clitóris dela, grande e duro. Ela começou a gemer e a pedir pra eu chupar os peitos dela. Fiz isso. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela e comecei a meter e tirar. Sentia um rio de fluidos saindo de dentro dela, inundando a palma da minha mão. Tirei por um segundo e fiz ela chupar os próprios fluidos. Ela lambeu, desejosa e excitada, entre gemidos. Voltei a bater uma nela do mesmo jeito. Ela ficou tensa, de olhos fechados. Gozou jogando a cabeça bem pra trás. Depois de uns segundos imóvel, abriu os olhos e começou a rir. Rimos juntos. Ela apoiou a cabeça no meu ombro. Ficamos em silêncio olhando o rio, a ponte, algum barco passando.
— Pedimos uma pizza? — falei.
— Fecha. Vamos na Santa Maria.
— É longe pra caralho isso. — respondi, pensando na hora.
— Não fica de mole não! —
Aceitei porque o lugar é dos melhores. Comemos, nos divertindo como sempre. Depois ela me levou até onde tinha deixado o carro. Íamos de mãos dadas. A mesma pergunta passou pela minha cabeça de novo. Isso era traição? Pra quem?Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=BTVrqWuZfoc&index=5&list=RDwigqKfLWjvM
Lembro do dia que ela me contou que tinha perdido a virgindade. A gente devia ter uns dezesseis ou dezessete. Ela tava saindo com um cara de outra escola e veio sorrindo com cara de quem tinha feito alguma maldade. Naquela época, ela já tinha me chupado e eu praticava tocando o clitóris dela, mas nunca tinha metido. Ou quando ela engravidou pela primeira vez e me ligou quase chorando. Ela foi a censor das minhas namoradas, ajudante em coisas importantes, ouvido nas minhas depressões e até madrinha da minha filha. Desde o primeiro dia, a gente soube que nunca seria um casal.
Como nos últimos anos a gente não se via tanto, decidimos marcar um encontro obrigatório. Toda quinta à tarde, a gente se encontra num bar no centro pra tomar um café. Pontualmente às cinco até as sete. Um oásis de amizade no meio das obrigações autoimpostas que tanto enchem o saco. Umas duas vezes por ano, a gente acaba num hotel conhecido pra matar a vontade dos nossos corpos.
Nessa quinta em especial, eu tava sem saco pra ir. Tava cansado do trabalho e tinha tido uma briga bem pesada em casa. Ficar remoendo aquilo me dava preguiça, mas fui.
Ela tinha chegado primeiro, como sempre. Tava com o cabelo meio bagunçado e olheiras bem visíveis. Um dos filhos dela tava doente e ela passou a noite sem dormir.
— Você também tá destruído. — ela disse, me dando um beijo de boas-vindas.
— Não aguento mais, quase não vim.
— Traidor, eu não dormi a noite toda e tô aqui firme.
— Você é muito foda, sabia? — falei, e a gente relaxou.
Como a tarde tava bonita e a gente queria se acalmar, pedimos uma cerveja em vez do clássico café com leite. Brindamos.
Eu comecei com minhas reclamações de sempre sobre a marcha do meu casamento. Ela sempre ri e diz que eu reclamo, mas que eu amo ela. Eu amo ela, mas o atrito do dia a dia às vezes faz a gente esquecer o amor.
Depois ela continuou com novidades sobre um concurso que tá participando. Ela vai bem no trabalho, mas não sobra muito tempo pros filhos dela. Quem cria eles é quase o pai, um professor de música que acabei gostando.
Sem querer, já eram quase sete horas e a gente tinha tomado duas cervejas. Olhamos a hora.
— Vamos dar uma trepadinha? — ela falou com a mesma cara safada de trinta anos atrás.
— Preciso ligar pra casa, me espera um segundo.
Fiz a ligação. A má vibe cortava o ar do telefone. Falei que ia chegar tarde, que ia comer com a Regina. Também era verdade.
— Vamos fazer algo diferente. Quer? — sugeri.
— O cu você já comeu em março...
— Não, tô falando de não ir pro hotel de novo.
— Vamos pra vila do amor.
— Tamo em forma pra fazer acrobacia no carro?
A gente riu dos quilos acumulados pelos anos. Fomos no carro dela, que tem vidros bem escuros. Demos umas voltas pela beira do rio e estacionamos num lugar tranquilo em La Florida, com vista privilegiada do Paraná e da ponte Rosario-Victoria. Tava frio, não tinha ninguém.
Ela colocou um disco da Regina Spektor. Música calma e voz provocante. Boa escolha. Principalmente porque fui eu que dei de presente no aniversário dela.
Ela me beijou. Adoro os lábios dela cheios de vontade. Ela começa a beijar com os lábios abertos, molhados, sem língua. Mordendo os meus de vez em quando. Depois sim, nossas línguas se entrelaçaram. A respiração foi acelerando, a gente se grudou cada vez mais. Ela cruzou uma perna por cima da minha. Senti como ela se apertava contra mim. Tirei o pulôver dela com dificuldade. Ela levantou a camiseta. Me ofereceu os peitos pra eu chupar. Passei um tempão nos mamilos dela. Lambendo, beijando, mordendo devagar também. Ela tem uma sensibilidade especial nos peitos e adora que eu chupe eles. Depois me joguei pra trás no banco e Tirei a pica que tava prestes a explodir. Ela pegou e puxou o prepúcio pra baixo, começando a lamber a área do freio. Essa área ela descobriu uns vinte anos atrás, depois que cortaram por razões médicas. Continuou me chupando e acariciando minhas bolas. Enfiava até a garganta, dando uns engasgos de vez em quando. Amo quando ela faz isso, aperta a cabeça da pica e tira ela cheia de saliva, com a respiração ofegante. Ela me olhou.
— Goza na minha boca. — disse ela, toda excitada.
Começou a me bater uma mais rápido e a lamber a cabeça da pica ao mesmo tempo. Derramei meu gozo na boca dela, pra caralho. Senti explodir. Um fio de porra escorria pelo canto da boca dela. Limpei com o polegar. Ela me beijou e senti o gosto meio amargo da minha porra. A língua brincalhona dela queria mais. Agora era a vez dela, e ela se jogou pra trás. Levantei a saia dela e puxei a calcinha. A buceta dela tava muito molhada. Primeiro acariciei o clitóris dela, grande e duro. Ela começou a gemer e a pedir pra eu chupar os peitos dela. Fiz isso. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela e comecei a meter e tirar. Sentia um rio de fluidos saindo de dentro dela, inundando a palma da minha mão. Tirei por um segundo e fiz ela chupar os próprios fluidos. Ela lambeu, desejosa e excitada, entre gemidos. Voltei a bater uma nela do mesmo jeito. Ela ficou tensa, de olhos fechados. Gozou jogando a cabeça bem pra trás. Depois de uns segundos imóvel, abriu os olhos e começou a rir. Rimos juntos. Ela apoiou a cabeça no meu ombro. Ficamos em silêncio olhando o rio, a ponte, algum barco passando.
— Pedimos uma pizza? — falei.
— Fecha. Vamos na Santa Maria.
— É longe pra caralho isso. — respondi, pensando na hora.
— Não fica de mole não! —
Aceitei porque o lugar é dos melhores. Comemos, nos divertindo como sempre. Depois ela me levou até onde tinha deixado o carro. Íamos de mãos dadas. A mesma pergunta passou pela minha cabeça de novo. Isso era traição? Pra quem?Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=BTVrqWuZfoc&index=5&list=RDwigqKfLWjvM
16 comentários - Traição na Cama?
felicitaciones y saludos Misko