La esposa de mi padre 3 y final?

Acho que eu curto mais do que os leitores o que escrevo, e isso é quase masturbatório e não me parece certo, então vai ser o fim da história. Ou não?

A esposa do meu pai 3

Passou quase um mês na mesma rotina. Déborah não falava nada quando meu pai não estava, na frente dele a situação era normal. Eu me sentia bem desesperado, esperava ter algum tipo de contato com ela, mas ela me evitava o tempo todo, passava pouco tempo em casa e, quando estava, me esquivava. Eu me masturbava duas e três vezes por dia que nem um selvagem, furiosamente, e depois me sentia vazio e triste. Meu pai me contou que, há quinze dias, de manhã, duas vezes por semana, vinha uma moça cuidar da minha irmã, porque a Déborah tinha começado com um personal trainer. Ele perguntou por que ela não aproveitava algum dia que eu estivesse à tarde, ela não confiava em mim pra cuidar da filha dela. Isso acabou de me derrubar.

Estávamos no fim de agosto, tinha um gostinho de primavera no ar. Meus colegas insistiram pra eu sair. Fomos dançar, dancei, bebi, bagunça, voltei bêbado, puto pra casa. Entrei gritando, batendo nas portas, todo mundo dormia. Depois caí na cama e dormi profundamente. Acordei perto das seis da tarde, meu pai tava vendo TV. Pediu pra eu sentar.

— Olha, Gaston, a Déborah tá muito chateada. Te propus uma mudança de comportamento, mas ela diz que você tá cada vez mais arrogante e o de ontem pra ela foi demais. Espera sua resposta amanhã, disse que você já sabe como, senão não se preocupa, vou alugar um apartamento e te ajudar a arrumar um trampo, mas óbvio que ela não te quer mais na casa dela com essa atitude arrogante — ele fez uma pausa — na cozinha tem frango, faz uns sanduíches...
— Valeu, pai, desculpa pelo de ontem...

Comi com uma calma que não sabia de onde vinha, descansei um pouco, me troquei e fui correr na orla. Correr sempre me ajudava a pensar. Só de pensar na Déborah, meu pau ficava duro que nem ferro. Voltei pra casa, tomei um banho e fui dormir sem jantar. No dia seguinte, voltei da escola, a Deborah saía do quarto da filha dela e entrava no dela, meu coração batia forte. Fui pro meu quarto e me despi completamente, me ajoelhei na frente da porta do quarto dela, bati e abaixei a cabeça olhando pro chão. A porta se abriu, nenhum de nós disse nada; depois de um tempo, ela tirou a tanga dela e me deu.
— Hoje é um dia muito importante pra você, pijitinha... não estuda hoje... se tranca no teu quarto e bate uma bem devagar com a minha tanga... como se você tivesse me comendo... aproveita bastante... deixa ela toda melada do teu leite, pijitinha... depois joga fora... amanhã você tem educação física, não tem?
— Sim, ama... — e chamar ela de ama me emocionou fundo, queria morrer aos pés dela.
— Bom... toma banho e às 5 da tarde ajoelhado com teu almofadão no teu lugar... tudo claro, pijitinha?
— Sim, ama.

Realmente me masturbei com gosto, imaginava que tava comendo a Deborah, bati três punhetas em homenagem a ela, depois descartei a tanga e caí no sono profundo.

Acordei com uma batida na minha porta, era meu pai, daqui a pouco a gente janta.
Me troquei e fui pra sala de jantar, meu pai brindou, tava feliz, a Deborah tinha dito pra ele que tudo tava resolvido.

No dia seguinte, voltei da educação física, tomei banho e deitei um pouco pra descansar. Às cinco, saí pelado e me posicionei no meu lugar. A Deborah passou indo pra cozinha, tava com um vestido justo, salto alto, tava uma gostosa. Voltou com duas xícaras numa bandeja, o açucareiro, e colocou na mesinha de centro, perto dos sofás. Ela nem olhava pra mim, eu tava de pau duro. Nessa hora, a campainha tocou e ela foi atender.
— Clau... quanto tempo, amiga... bem-vinda...
— Oi, Deb... amiga... — vi ela passar, um vestido curto, bota de cano alto de couro, uns 40 anos, uma mulherão.
— Epa, e esse cachorrinho...
— Não fala assim... ele é muito sensível... se chama pijitinha... — meu pau deu dois pulinhos.

As duas riram, sentaram pra tomar chá e ficaram conversando sobre as coisas delas. A Cláudia, num — Momento —disse ela.
— Você tem que me emprestar o piquito... queria curtir ele um pouco...
— Ainda não tá pronto... é muito fogoso... logo se derrama...
— E daí, eu aplico um castigo...
— Não, com seus métodos ele vai acabar virando um ejaculador precoce... quero que ele seja um bom garanhão... é filho do Fabrizio...
— Ah... começa por aí... chega mais, piquito...

Eu não sabia o que fazer, a Deborah não tinha me dito nada. Depois de alguns segundos, ela me chamou.
— Piquito... ajoelhe do lado da senhora... toda vez que estiver assim na frente de uma amiga, claro que não é qualquer pessoa... é alguém que você também tem que chamar de ama e obedecer... sim, piquito...
— Sim, ama... — e as duas riram de novo. Me ajoelhei ao lado da Cláudia, e ela de vez em quando passava a parte de trás do sapato no meu pau. A Débora falou:
— Te chamei porque tô meio desorientada...
— O que tá acontecendo?
— O Fabrizio... tá entrando numa nova fase... faz duas semanas que não deixo ele tomar viagra... mas ele fica tão excitado com meu tratamento... até comprei um cinto de strap-on... e ele adora... fica durão sem tomar nada e às vezes tem até dois orgasmos... me assusta um pouco essa nova fase... faz duas semanas que um personal vem aqui... falei que preciso de apoio nessa nova fase e ele adorou... ainda não levei ele pra sala de ginástica... falta pouco... mas vou fazer ele vir de tarde pra que o piquito aprenda a não ser possessivo... falando em piquito... você gostaria de esvaziar ele?

A Cláudia se levantou.
— Levanta, piquito...
— Sim, ama...
— Pra sua ama você diz "sim, ama"... pra qualquer outra ama você acrescenta o nome... pra mim você diz "ama Clau"...
— Sim, ama Clau...

Ela segurou meu pau, me puxando pra perto dela, levantou um pouco o vestido e deixou meu membro entre as pernas dela. Eu sentia o tecido da calcinha fio dental.
— Tá sentindo o calorzinho?...
— Sim, ama Clau...
— Adoraria ter você um fim de semana e te usar do meu jeito... mas sua ama diz que você ainda não tá pronto... é verdade, piquito?
— Sim, ama Clau...
— Vamos ver... vira de costas... — eu virei. Acariciando minha bunda, ela me deu o dedo indicador da mão esquerda pra chupar, tinha unhas compridas, depois levou ele pro meu cu e brincou suavemente na entrada do meu cuzinho, e eu não aguentei, gozei igual um porco, meu pau continuava duro.
—É verdade, você é dos viciados, piquitinha... como eu adoraria te educar... — agora ela enfiou o dedo no meu cu e com a mão direita começou a me punhetar.
—Me dá toda a porra, piquitinha...
—Ah sim... tô gozando... ahhh...
Ela me soltou na hora, foi pro banheiro se lavar, a Deborah acompanhou ela até a porta. Quando voltou, me disse:
—Limpa tudo... descansa um pouco e vai estudar...

11 comentários - La esposa de mi padre 3 y final?

Por mi que siga, esta interesante la saga
Gracias, vere que hago, pero agradezco el estimulo
La verdad espero que no termine nunca, pero FALTAN FOTOS DE DEBI y las mujeres q vayan pasando
sebirra -1
Bueno fotos no hay, cada uno las crea a su imaginacion
que no sea el final , esto tiene mucha tela que cortar
Gracias Misko como siempre
muy bueno..!!! pero....lo vas a terminar asi..? jaja.. lo vas a dejar eyaculador precoz....jaja!!
y pinta para eso el pibe, es pendejo y calentón, casi como era yo
Genio y figura, gracias por tanto. Si puedo dar mi parecer, que siga esta historia, es un lujo.
Gracias, de corazón
hola sebirra +10 esta muy bueno el relato segui el relato un par de capitulos mas hasta el 10 y darle un punto final ahy
Se agradece la opinion, lo que pasa es que empiezo, me cebo y no paro.
No solo vos disfrutas, los demás también. Desde Claudia es una perra vengativa, Debora y yo camino a la perversión; Me gustaría ser violada; Romina y Yo; Rubi, mi petisa culona y demás que te sigo.
Tus relatos son buenísimos, son como una droga, a pesar que mayormente me revelo a tanta mansedumbre y entrega (de parte de esposos y novios) y hasta llego a pensar en una vuelta de rosca a las historias y llevar la venganza a los pobres dominados.
Así que te piso que sigas en el camino y no dejes de escribir

Un Abrazo
Gracias chaval, la verdad que es cierto tendrían que tomar el toro por las astas, pero bueno, empiezan a levantar a veces y caen como tortolitos, gracias x comentar, me alegro que te gusten