Olá, meu nome é Héctor, tenho 18 anos e sou filho único. Não sei se vocês vão achar que minha história é real ou não, mas eu sei que é real. Bom, minha mãe se chama Estefânia, atualmente tem 33 anos, mede 1,66m, é branca, magra, se cuida muito. Ela tem uma bunda verdadeiramente espetacular, redonda, grande e bem firme, uns peitos redondos, não muito grandes, normais, umas pernas muito bonitas e um rosto lindo, na minha opinião. Resumindo, não parece uma estrela pornô, mas é uma mulher que para a maioria dos homens seria considerada muito gostosa.
Nunca me interessei por incesto, nem sabia o que era, mas desde que comecei a ter internet, explorava muitos sites pornô até que comecei a ler contos de incesto. Eles me chamaram muito a atenção, os de mãe e filho me excitavam pra caralho. Desde então, comecei a visitar muitos sites do mesmo tipo, como Love Filial, baixava e baixava comics, contos, fotos, filmes. Não me preocupava porque minha mãe não se interessava por computadores nem sabia usá-los, além disso, ela trabalhava a maior parte do dia, então nunca imaginei que ela fosse ver o que eu guardava. Até que, sem eu saber, ela começou a fazer aulas de computação porque no trabalho dela exigiam. Moramos em um apartamento, então numa sexta-feira eu estava vendo TV na sala, eram umas oito da noite. Minha mãe geralmente chega às seis, então já estava em casa. Eu estava muito entretido vendo um programa e deu vontade de ir ao banheiro, que fica em frente ao meu quarto, onde tenho o computador. Como era noite, vi que saía um clarão do meu quarto, me aproximei, espiei e qual não foi minha surpresa: era minha mãe no computador, vendo os comics de incesto que eu guardava. Ela não percebeu que eu estava olhando, e eu voltei para a sala. A vontade de ir ao banheiro passou, fiquei em choque, me assustei como nunca antes. Nunca imaginei que um dia minha mãe pudesse descobrir o que eu via. Fiquei petrificado na sala, pensando no que ia acontecer. pensar na minha mãe, já que ela é muito recatada e de princípios muito rígidos, fiquei pensando no que ela ia me dizer, no que ia pensar, até que hoje o Héctor veio, "não se intrometa", num tom de raiva, fiquei surpreso, estava muito nervoso, pensando: agora sim, já era, me ferrei. Cheguei e fiquei parado na frente, tinha um documento do Word aberto (me deu um certo alívio que era algo que ela estava escrevendo do trabalho). Ela vira e diz: "Ai, filho, você me assustou, por que você fica aí parado sem dizer nada?" "Desculpa, mãe, foi sem querer."
Bom, queria te perguntar uma coisa (eu estava tremendo): como faz para imprimir isso?
Expliquei pra ela. Ela não tocou no assunto, estava normal. Eu estava estranhando, mas me aliviou muito e também me animou um pouco. Talvez ela também gostasse, ou quem sabe estava esperando outro momento para me confrontar. Mas ela me perguntou mais umas coisas, me agradeceu e eu fui para a sala ver TV. Mas não parava de pensar que ela tinha visto aquele comix, e para entrar naquele comix, ela tinha que ter entrado na pasta onde guardo histórias, fotos, vídeos. Continuei na sala, e pouco depois ela veio para a sala. Ela geralmente dorme de pijama, e quando faz muito calor, veste um roupão semitransparente que me excita muito. Era noite, não estava calor, até estava um pouco frio, mas minha mãe estava usando o roupão dela. Sentou no sofá da frente, se deitou de lado, mas com as pernas viradas para mim. Abriu um pouco as pernas e estava usando umas calcinhas pequenas e minúsculas que eu nunca tinha visto na vida, e fiquei excitado na hora. Ela começou a ver TV. Perguntei: "Mãe, o que você quer ver?" Ela disse: "Nada, o que você quiser." "Um filme está bom." "Sim, por que não?" "Esse filme está bom" — um filme de amor que tem cenas eróticas.
"Filho, esse filme nunca te agradou, além disso tem cenas fortes" — ela disse com um sorriso safado. "Você gosta muito, né, mãe? Além do mais, não tem nada na TV." "Bom, coloca então." "Anda logo." Coloquei e ficamos vendo um tempo. filme ela tava vendo o filme eu só ficava olhando de canto os bicos dos peitos dela que apareciam um pouco pelo sutiã e a calcinha dela tão pequena que dava pra ver a rachinha da buceta dela tava tão excitado com o que eu via e com o que tinha acontecido que queria ir lá e tocar ela, eu ficava besta olhando pra ela ela sentiu meu olhar, filho por que você fica me olhando tanto, é que você tá muito gostosa — não conseguia parar de olhar pros peitos dela, hahaha você acha que eu sou gostosa mas aposto que você deve ter um monte de gatas morrendo por você, algumas sim mas nenhuma se compara a você — eu tava durasso, eu me cuido mas não é pra tanto — ela se levantou e deu uma volta deu pra ver um pouco da bunda dela com a calcinha pequena — isso é tudo não é nada demais, mas com esse corpo qualquer homem ia querer estar com você, nem acredita depois do seu pai eu quase não tive namorados o único homem que eu tenho é você, não acredito mãe você deve ter um monte de pretendentes
sim mas nenhum me atrai mas enfim melhor me conta você já transou, aposto que sim porque você é bonito nenhuma garota deve resistir a você, ai mãe como você fala essas coisas — eu fiquei muito nervoso, por favor filho não me trata como se eu fosse boba na sua idade você já deve saber de tudo tudo vamos me conta quantas garotas você já pegou, não mas você é minha mãe tenho vergonha de falar disso com você, pois é por isso mesmo porque sou sua mãe você deve ter confiança em mim, mas eu não peguei ninguém vamos mãe porque você não me conta você! Você deve ter tido um monte de relações com esse corpaço, ou não… desde seu pai eu não transei, mas você — disse entre risadas — pois com essa coisa grande quem ia resistir — cada palavra que ela dizia me deixava mais alucinado nunca tinha conversado com minha mãe sobre essas coisas, além disso os garotos da sua idade os hormônios não deixam eles ficam de pau duro toda hora por qualquer coisa e olha que com esse pacotão você deve deixar as garotas bem satisfeitas — cada vez mais ela se insinuava e eu tava alucinado então Me armei de coragem, bom, pode ser que sim, mamãe, mas cada mulher é um mundo, e se você quiser, eu te mostro pra você ver se é tão grande quanto parece. Fiquei calado, pensativo, estava muito nervoso, não sabia o que ia responder. Demorou muito, mamãe caiu na risada de repente: — "Tá me dizendo que se eu quiser ver essa porcaria enorme sua, isso não é coisa minha, Héctor? A questão é se você seria capaz de mostrar isso pra sua mãe pra ouvir minha opinião, essa é a questão, querido!" Comecei a tremer, sentia que ia morrer. Mamãe me deixou mais estupefato do que antes, então era minha decisão, se eu achava certo mostrar a pica pra minha mãe pra ver se ela gostava do tamanho ou não. De certo modo, ela não deixava de ter razão, então falei, contrariando minha mãe: — "A questão, mamãe, é se você quer ver ou não. Não tem nada de errado em eu te mostrar, você é minha mãe, que diferença tem entre quando você me via criança e agora? Nenhuma ou sim? A questão é se você quer me ver ou não!" Mamãe me sorriu bem safada e me disse então: — "Puxa, parece que você sabe de tudo, não perde tempo, então a decisão é minha, né?!" — "Sim!" — eu disse.
Mamãe se levantou do sofá, os peitos balançavam de um lado pro outro, fazendo os bicos marcarem cada vez mais. Percebi que ela estava excitada. Sentou do meu lado: — "Vamos, me mostra esse pacotão que você carrega." Fiquei mudo pensando por uns segundos, olhando nos olhos dela. — "Bom, vai me mostrar ou não?!" — "Puxa, mãe, você também não perde tempo, hein?" Ela caiu na risada. — "Você foi quem me chamou de falador, então me mostra logo." Ficou olhando uns segundos. Abaixei a calça que tava vestindo e saiu como uma mola. — "Ô!" — Minha mãe fez uma cara de surpresa — "Ai, meu Deus, que porra é essa que você tem? Ai, filhinho, não é possível, de onde você tirou isso? Nunca vi uma coisa assim! Que pica linda!" Ela percebeu o que disse por último e ficou vermelha. E ela tinha razão, nem eu tinha visto ela tão dura, acho. Que, normal, me mede uns 16, 17 cm pelo tesão que tava.
Umas 20 cm sem me gabar, falei. "Então, o que cê acha? É tão grande quanto cê pensava?"
"Filho, grande? Claro que é grande, a maior que já vi."
Fiz uma pergunta cheia de malícia: "Mãe, cê acha que com isso eu consigo deixar as mina satisfeita?"
"Filho, com isso cê pode satisfazer qualquer garota."
Isso já tinha ido longe, queria ver as reações dela. Olhava pros bicos dos peitos dela e o olhar fixo no meu pau, e isso me excitava ainda mais. Falei: "Mãe, e você, pessoalmente, cê gosta?"
Ela virou pra mim, sorriu: "Que sim, eu gosto." Ficou quieta uns instantes. "Por Deus, claro que me dá orgulho de você, filhinho. Com isso cê pode ter muita sorte no amor, com esse seu pau tão lindo e grande."
Gostei da resposta, mas queria insistir mais. "Sim, mas o que eu quero dizer é se o meu pau... desculpa, mãe, meu pênis..."
"Não, filho, não tem porque ter vergonha. Pode falar naturalmente comigo. Pênis, pau, é tudo a mesma coisa. E claro, por suposto que eu gosto. Olha."
Ela se levantou, pegou uma banana, deu uma mordida o mais fundo que conseguiu. "Com isso cê precisa saber o que eu acho."
"Não, mãe, não entendi."
Claro que tinha entendido, mas queria ver até onde ela ia.
"Ah, pelo amor de Deus, filho. Peguei a banana, dei uma mordida o mais fundo que pude." Fez uma cara séria, me olhou fixo nos olhos. "Pelo amor de Deus, o que cê quer que eu diga? Que queria sua rola dentro de mim? Que queria que cê metesse em mim? É isso que cê quer ouvir?"
Ela ficou como se esperasse minha resposta. Eu ia responder quando ela disse: "Pois não, filho. Você é meu filho e eu sou sua mãe, e tenho princípios. Nunca vai me ouvir dizer isso."
Me senti um merda, achei que tinha estragado tudo, que ela tava brava. "Mas por que cê tá brava?"
"Não, filho, não tô brava. É só que não posso te dizer isso, mesmo que cê queira ouvir, amor. E bom, já é tarde, tô com sono, vou dormir. E guarda essa coisa aí, que tá frio."
Ela se aproximou, me deu um beijo na testa e foi dormir. Pude ver... como se pegou a bata que ela tava vestindo, marcando a bunda dela com aquela calcinha minúscula, como foi rebolando de um lado pro outro, eu fiquei alucinado, pasmo, consegui falar "mas!" e ela foi embora, fiquei pensando no que tinha acontecido, vi um pouco de TV e bati umas cinco punhetas de tão excitado que tava, e fui dormir. No dia seguinte era sábado, eu tava totalmente dormindo, minha mãe chegou no meu quarto: "filho, filho, acorda". Acordei e tava durasso pra caralho, dava pra perceber até por baixo dos cobertores, que são bem grossos, não quis que minha mãe percebesse, tentei me cobrir, minha mãe é muito esperta e notou: "filho, que energia que você tem, hein? Vai tomar café que não vou fazer nada com esse teu brinquedo aí, se veste". Ela riu, levantou, foi até a porta, piscou o olho pra mim, fez um movimento de quadril e saiu. Tava vestindo uma calça de moletom colada que marcava a bunda dela mais do que nunca. Fiquei mais duro ainda. O dia foi passando sem graça, eu não parava de olhar o movimento das pernas e da bunda dela ao caminhar, como os peitos dela balançavam, não conseguia parar de pensar nela. Mas não voltei a tocar no assunto, senti que talvez ela tivesse visto o que guardava e meu pau, mas talvez não tivesse dado importância, talvez pra ela não passasse de uma fixação minha passageira e ela queria ver minhas reações. Fiquei fazendo coisas, saí um pouco, fiquei andando, olhando mulheres, pensando que me sentia sortudo por ter o que tinha em casa, mas também um pouco triste porque talvez nunca fosse rolar nada. Tentei pensar em outras coisas, reparar em outras garotas, mas não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido e pensar que minha mãe era uma mulher que me atraía, que eu gostava dela, não era só tesão pelo simples fato de ser minha mãe, mas também porque era uma mulher muito gostosa e que era exatamente meu tipo de mulher, mas sentia culpa por ser minha mãe. Quando voltei, encontrei minha mãe na cozinha, ela tava com uma blusa colada e só de calcinha pequenininha. As Mesmas da noite anterior, fiquei olhando alucinado, ela tava uma delícia, a bunda dela aparecendo pelas beiradinhas da calcinha que deixavam tudo à mostra.
A blusa dela bem justinha marcava todo o decote, e ela ainda tava lavando louça com a blusa meio molhada. Ela virou pra mim e falou: "Que filho, nunca viu uma mulher de lingerie antes?" Gostei pra caralho da pergunta dela. "Não, mãe, e ainda mais você, que tá muito gostosa." Não conseguia parar de olhar pra bunda dela, toda definida, dava pra ver a rachinha da buceta através da calcinha fininha, bem colada no corpo, tão apertada que parecia que ela tinha puxado de propósito. Ela respondeu: "Ah, olha só, finalmente ouvi um elogio do meu filho. Toda mulher gosta de ser tratada assim. Ontem à noite fiquei te enchendo de elogios e você nada." A conversa tava esquentando de novo. "Mas é que hoje você tá linda, mãe." "Sim, filho, por isso mesmo que fiz isso, queria ficar bonita. Nós mulheres somos assim. E me diz: pra você, um garoto de 17 anos, eu pareço bonita? O que acha do meu corpo? Eu sei que por ser sua mãe você fala que tou linda, que tou bem, mas me fala como homem." Pensei em fazer o mesmo que ela fez na noite anterior, mas não, queria ser mais direto. "Quer que eu enrole igual você fez ontem ou falo o que penso, porque sou bem direto?" "É que não sei o que você vai falar", ela disse num tom sério, com cara de brava. Eu fiz que tava bravo também e falei: "Então se não quer ouvir o que penso, não pergunta." Saí da cozinha, fiquei andando pelo corredor enquanto ela lavava a louça, eu fazendo cara de irritado. Depois de um tempo, ela não aguentou e quando passei por lá puxou o assunto de novo: "Filho, então me fala como eu sou. O que você disser não vai me irritar. Se achar que sou feia, tudo bem, é normal. Você é um garoto novo, acostumado com meninas novas." "Bom, se é isso que você quer", fiquei pensativo por um momento. Como você vai me achar feia? Acabei de te falar que você tá linda, por favor, você é uma mulher gostosa, tem um corpão, uns peitos lindos. — Sério, filho? — Sim! Você tem um rosto lindo, uns seios maravilhosos, umas pernas do caralho, uma bunda, mãe, que é uma maravilha, redonda, bem feita, um corpo que dá vontade em qualquer um. Mais ainda, vou te falar uma coisa: ontem à noite, meu pau ficou tão duro por sua causa, por ver como você estava linda com aquela bata e com aquela calcinha que eu nunca tinha visto em você. Minha mãe fez um gesto de vergonha, ficou corada.
— Ai, filho, sério? Só por me ver com essa calcinha que quase nem aparecia, ele ficou desse tamanho e grosso? Não acredito em você. Se fosse verdade, não imagino como ele estaria agora. Eu ainda estava de calça jeans apertada e quase não dava pra ver, mas claro que tava durasso, me apertava tanto que sentia que ia estourar. Num impulso de coragem, levantei, falei: "Não acredita em mim?" Desabotoei a calça e ele saiu como uma bala, parecia que ia rasgar a cueca que eu tava usando. Minha mãe aspirou o ar. — Ai, meu Deus, não pode ser, assim eu te deixo de pau duro, hahaha — ela falou, envergonhada, meio culpada, ficou quieta por um segundo. — Mas sério, eu fico duro assim por você. — Sim, mãe. — Ela disse: "Isso é loucura." Sentou numa cadeira do lado, aspirou e soltou uma baforada de ar, olhando pro chão. Eu tava a ponto de estourar, meus mamilos estavam duros, dava pra ver a risca da buceta dela entre aquela calcinha minúscula, e com uma mão ela mexia os dedos na perna, num sinal de nervosismo. Aí eu falei: "Bom, mãe, se quiser, posso mostrar de novo, já que você já viu." Ela levantou a cabeça, fez um sorriso malicioso, mordeu o lábio inferior e me olhou. Me disse: "Filho, tá bom, só uma vez, uma última vez e acabou, filhinho." Não hesitei, me aproximei dela, meu pau ficou quase na altura da boca dela. Abaixei a cueca, ele tava enorme, doía de tão duro que tava, nunca tinha visto ele assim. As veias saltavam, minha mãe fez um gesto de surpresa, deu um passo pra trás, levou a mão à boca: "Filho, mas não pode ser!" "Isso sim é uma verdadeira cock, é assim que tem que ser", eu disse: "Sim, mãe, sério". Ela tava com o olhar fixo na minha cock, que tava a uns centímetros do rosto dela. "Mas é claro que sim, Héctor, isso é um pauzão lindo, que mulher não ia desejar?" Eu já não aguentava mais, sentia que ia explodir vendo minha mãe naquelas calcinhas, com a mão passando na coxa, apertando forte, e a cock na frente dela. "Mãe, se quiser, pode tocar." Ela fez um gesto de surpresa, virou pra baixo, começou a balançar a cabeça de um lado pro outro, levantou e disse: "Sabe, filho, quando você era criança, eu te lavava aí e... e ficava dura, mas, mas nada comparado com agora, isso é uma coisa enorme." Eu falei: "Bom, então por isso que é diferente, né? Excitante desde quando eu era criança. Agora me toca, se quiser." Ela ficou pensativa uns segundos, engolindo saliva. "Você tem razão, que diferença. Ah, tá bom, filho, mas só uns instantes, que é a primeira e última vez." Sorri. Ela aproximou as mãos nervosamente na minha cock, sem tirar os olhos dela. "Ah, filho, isso é uma maravilha, como você cresceu desde que era pequeno." Colocou os dedos na ponta da minha cock. "Que grande, filho." "Gostou, mãe?" "Claro." Agarrou com as duas mãos. "Héctor, filho, essa coisa tá fervendo, que quente que ela tá." Começou a esfregar minha cock sem perceber, com as mãos e as unhas compridas arranhando um pouco, descendo e subindo, segurando minha glande como se tivesse inspecionando. "Héctor, que linda que ela é, que beleza." Pra mim, era uma masturbação incrível, senti que não aguentava mais, ia explodir na cara dela de tanto êxtase. Tava prestes a agarrar os peitos dela, rasgar a calcinha e comer ela. Ela tava como em transe, parecia que não percebia que tava me esfregando. Minha excitação não podia ir mais longe, tava quase gozando. Soltei um suspiro de satisfação. "Isso, mãããe, continua assim. Assim, ela saiu do transe, fez uma cara de confusa. Eu falei: "Desculpa, mãe, é que eu ia gozar nas suas mãos." Ela me olhou fixo, deu uma gargalhada: "Ha ha, ai filho, você ia mesmo gozar nas minhas mãos? Tanto te excitei? Ha ha, ai esse meu filho." Enquanto dizia isso, ela se levantou, puxou a calcinha pra cima, fazendo a bucetinha dela marcar ainda mais. Minha mãe se virou e me mostrou, como quem não quer nada, toda a rabeta dela apertada na calcinha fininha. Os glúteos estavam quase todos de fora. "Anda, meu filho, guarda essa preciosidade, porque no final vou fazer você gozar de verdade e tudo!" Eu falei: "Então agora você vai poder me responder sobre ontem. Já te falei o que penso como homem!" Minha mãe se virou e disse, sorrindo: "Querido, como mãe, vou te dizer que fico feliz que você tenha aquilo tão grande aí. E como mulher, vou te dizer que, mesmo sendo sua mãe, não sou de pedra. E agora vou tomar um banho frio, porque esqueci que tenho um encontro com minhas amigas e já está tarde pra caralho!" Ela se virou e foi pro quarto dela, tomou banho e saiu de casa. O resto do dia fiquei rodando, vendo TV. Me deu na telha de ir no quarto dela. Queria ver o que ela guardava. Nunca tinha feito isso com medo de ela perceber, mas agora me sentia mais confiante. Comecei abrindo uma gaveta onde ela guarda a roupa íntima. Tinha calcinhas lindas, cheiravam limpo, com o cheiro gostoso da minha mãe. "Caralho, minha mãe usando essas roupas? Que gostosa ela deve ficar!" Continuei olhando. Tudo estava em ordem, não achei nada fora do comum, só uns neglicés muito excitantes que ela tinha numa gaveta, meio largados. Me imaginei ela usando eles e eu montando na bunda dela. Também achei umas fotos dela com a família. Eu tava muito excitado, qualquer coisa dela me acendia. Bati umas punhetas vendo aquelas fotos.
Chegou a noite, umas sete horas, minha mãe chegou. Era hora de jantar. Sentamos um na frente do outro. Ela tava com uma saia normal e uma blusa que deixava ver o decote com as duas tetinhas coladinhas uma na outra, bem apertadinhas, que eu não conseguia parar de olhar. Ficamos vendo TV um tempão e minha mãe puxou o assunto: "Héctor, desculpa o que aconteceu essa tarde. Sem querer, acabei te tocando demais e comecei a te masturbar." "Não, mãe, não se preocupa, não me incomodou, na verdade gostei muito." "É, filho, desculpa, desculpa! E já era, filho, esquece, que eu já esqueci!" "É, vou tentar esquecer também, já esqueci." Ela começou a rir e falou em tom de brincadeira: "Será que esqueceu mesmo? Hahaha, não confio em você, Héctor." Eu também comecei a rir: "Haha, ah, é? Mas se você que tava toda bobona, lá, tocando." Ela ficou vermelha: "Bom, é verdade, mas é que nunca imaginei que meu próprio filho, além de ser tão gostoso, tivesse essas surpresinhas guardadas." "É, mãe, sério, você gostou muito?" "Olha, Héctor, vou te falar uma coisa: o único homem com quem tive relações foi seu pai, com quem engravidei de você. Mas o que seu pai tinha não era nada perto do presente que Deus te deu." "Ah, valeu, mãe." Terminamos a janta, trocamos sorrisos e ficou tudo resolvido. Sentamos nos sofás e ficamos vendo TV. Eu percebia que ela me olhava muito. Já era noite e ela disse que ia dormir, notei que ela tava meio ansiosa. Fiquei um tempo e deu sono, fui pro meu quarto. Meu quarto é do lado do da minha mãe, então a maioria das coisas dá pra ouvir. Pouco depois de deitar, ouvi uns rangidos da cama dela, meio fortes. Levantei estranhando, na hora pensei que talvez ela tivesse se masturbando, mas já tinha espionado ela várias vezes e nunca tinha conseguido ver nada, então não criei muita expectativa. Fui ver, abri minha porta com cuidado pra ela não ouvir, me aproximei de fininho, me inclinei na fechadura da porta dela, que é grande o bastante pra ter uma boa visão, e qual foi minha surpresa: era minha mãe lendo uma folha com uma mão enquanto com a outra acariciava a buceta dela. pubis precioso enquanto dois
dos dedos dela se perdiam entre os lábios da buceta gostosa, mamãe estava se
masturbando, tinha a saia levantada até a cintura, uma calcinha branca na
altura dos tornozelos, com as pernas totalmente abertas e se presenteando com uma
masturbação extraordinária, mamãe se mexia no ritmo das mãos dela, os peitos meio
aparecendo pela blusa de verão que ela usava naquele dia, mordia o lábio
inferior como se cuidasse pra não escapar nenhum gemido, de olhos fechados
enquanto os dedos dela se sujavam do fluido gostoso dela, me deu vontade de abrir a
porta e subir em cima dela e penetrar ela, mamãe se dobrava enquanto se masturbava
em cima da cama, as pernas dela se mexiam de um lado pro outro, levantava elas e a
mão dela afundava na virilha dela, a buceta arrumadinha dela era linda, depilada dos
lados descrevia um triângulo perfeito, pequenininha mas apetitosa, eu tava com o
pau que ia explodir, tirei ele com muito cuidado, comecei a me
masturbar no mesmo ritmo da mamãe, então mamãe começou a se contorcer cada vez
mais forte até que gozou e não aguentou mais e deu um pequeno gemido
de prazer, se deitou ofegante, eu gozei na hora, minha mãe ficou um tempo
assim até que levantou, guardou a folha, se limpou com um lenço, levantou a
calcinha, tirou o vestido, depois o sutiã e se deitou e se cobriu, eu
fiquei alucinado, nunca tinha visto ela se masturbar e lembrei que o papel que
ela tava lendo devia ser um dos contos que eu tinha guardado, por isso ela
tinha me perguntado como imprimia, fui pro meu quarto, fiquei pensando nisso muito
alucinado, bati umas três punhetas e dormi.
No dia seguinte, eu pensei em ficar em casa pra ver se
surgia mais alguma daquelas conversas safadas que a gente tinha tido, mas meus
amigos vieram me buscar pra sair, eu queria ficar em casa, mas meus amigos
insistiram muito até que finalmente aceitei, fomos na casa de umas Chavas que
não conhecia, conheci uma mina chamada Ania, muito gostosa, que me atraiu pra caralho. A gente ficou
conversando, até que eu dei um beijo nela e comecei a apalpar. Nossos amigos começaram
a zoar: "Vão logo pra um hotel, essas coisas não se fazem em público", essas merdas.
Nós dois percebemos, mas continuamos nos pegando. Ficamos um tempão até que
todo mundo já tava entediado e decidiram ir embora. Eu tava feito um pombinho
com a mina, falei pros meus amigos se dava pra levar a Ania em casa e
a gente foi pra lá. Mas como minha casa fica no caminho antes da dela,
me deixaram primeiro. O carro do Víctor, um dos meus amigos, faz
muito barulho e, como já eram 9 da noite, notei que minha mãe apareceu na janela.
Quando saí do carro, a Ania saiu correndo atrás de mim e disse: "Esqueceu meu telefone, senão como vai me ligar?"
Ela anotou num papel e a gente se deu um beijo
muito apaixonado. Eu agarrei a bunda dela, apertando,
fiz de propósito pra minha mãe perceber. Me despedi, olhei pra onde minha mãe estava e ela me encarava
com uma cara de raiva. Subi, bati na porta, mas ela não abriu. Então abri a porta
e andei pelo corredor. Olhei pro quarto da minha mãe, ela tava deitada vendo
TV. Falei: "Oi, mãe, como cê tá?" Ela disse: "Bem, filho, e você?" "Que que cê tá vendo?" "Aqui, a
TV." Ela tava deitada de lado vendo TV no quarto dela, de vestido normal.
"Posso ver com você, se quiser, mas te recomendo ir pra
sala, porque já vou dormir." Notei ela meio triste. "Então anima aí!
Que tal a gente ver um filme?" Corri pro meu quarto, peguei um dos filmes que tenho
guardados. Mas, como sempre guardo meus filmes em capas diferentes
que não correspondem, peguei achando que era o Gladiador, quando
era um filme erótico com cenas pesadas. Uso ele pra seduzir minas.
Voltei pro quarto, fui até a TV. "Olha, mãe, bora ver esse aqui, cê não viu ainda, pra te animar."
"Não, filho, não. Tô com vontade, não é que eu esteja triste, é que já bateu o sono. Mas ainda é cedo, vai logo, e eu coloquei o filme. Me deitei atrás da minha mãe e, ao olhar, vi que era um filme erótico. Tava numa cena onde um homem tenta seduzir uma mulher, mas ela não cede até que ele finalmente convence ela e eles transam loucamente. Aquela cena que eu usava pra tentar comer umas minas nunca funcionou comigo, aliás. Mas percebi que agora minha mãe tava vendo. Me assustei por um momento, mas fiquei parado atrás dela pra ver o que ela ia fazer. Ela falou: "Bom, isso não é o Gladiador." Me assustei, ia levantar pra tirar o filme, mas ela disse: "Não, filho, espera." A cena continuava e ela já tinha cedido. O homem tirava a roupa dela selvagemente e começava a foder ela. Por ver minha mãe assistindo aquela cena, meu pau ficou a mil, quase roçando na bunda dela. Haha. "Ai, filho, isso você vê?" "Sim, desculpa, mãe." "Não se preocupa, filho, é normal na sua idade. Mas essas mulheres só estão atuando." Ela virou pra me olhar sorrindo, e no movimento que fez, a bunda dela encostou no meu pacote. Ela olhou de novo pra TV e deixou a bunda colada no meu pacote. Ficamos quietos um momento vendo a cena de sexo. Rompi o silêncio dizendo: "Ó, mãe, mas elas devem sentir alguma coisa, né?" Esfreguei um pouco meu pau na bunda dela. Ela não reagiu, entrou na brincadeira e encostou mais a bunda. "Bom, olha, eu acho que como toda mulher, elas devem sentir alguma coisa, mas têm que reprimir os sentimentos e manter a cabeça fria." "Mas por que só deveriam se deixar levar e aproveitar o momento?" Os movimentos em direção à minha mãe ficaram mais frequentes. Ela respondia inclinando mais a bunda. "Pois é, mas é trabalho. Elas já tão acostumadas com isso, sabem que não podem sentir nada por eles." "Pois eu não acho, olha, mãe, ela parece que tá gostando." Na cena, o homem montava ela como um louco e a mulher gemia sem parar. "Pois ele não fica atrás." Os movimentos da minha mãe eram mais descarados, esfregando a bunda. Cada vez mais forte contra o meu pacote, comecei a levantar a saia dela devagar, os movimentos. Segurei ela com uma mão na cintura, as enfiadas contra a bunda dela eram cada vez mais descaradas. Ela, sem parar de ver a TV, me disse: "Olha, eles não param, continuam fazendo". Eu abaixei a calça e a cueca ao mesmo tempo, meu pau colava na bunda dela, mal coberta por uma calcinha branca minúscula, deixando ver a risca das nádegas, batendo com meu pênis. Ela, ainda olhando a TV, me diz: "Olha, ela tá curtindo como uma louca". Ao ouvir essas palavras, abaixei a calcinha dela até os joelhos e continuei dando umas enfiadas enormes. Minha mãe sabia que eu ia penetrar ela, então disse: "Ai, filho!" Eu pensei que ela tinha ficado brava, me assustei. "Não tô curtindo bem o filme, deixa eu me ajeitar." Ela ficou de quatro na cama, eu me coloquei atrás dela e sabia que ia penetrar, por isso ela abriu um pouco as pernas. Eu coloquei meu pau molhado na entrada da bunda dela. Ao sentir isso, ela disse: "Agora tô muito mais confortável". Comecei a meter meu pau na bunda dela devagar, ela não falava nada, só dava suspiros fortes, torcendo o quadril. Me deitei sobre as costas dela e coloquei as mãos por baixo do vestido levantado e comecei a tocar os peitos dela. Senti os bicos durinhos e com a ponta dos dedos comecei a apertá-los. Desci a mão esquerda até a buceta dela, comecei a esfregar a buceta dela que tava bem molhada. Enfiei dois dedos, tocando o clitóris dela enquanto continuava fodendo ela pelo cu. Ao mesmo tempo, minha mãe disse: "Hoooooo, sim, assim, filho, haaaa, que gostoso". Era a primeira palavra que ela dizia que não era sobre o filme. Eu só disse: "Sim, que gostoso". Ela continuava gemendo, me disse: "Espera, filho, me fode pela buceta, quero sentir teu pau dentro de mim". Parei, tirei o pau da bunda dela, ela se virou, ficou de barriga pra cima, dobrou os joelhos. Pude ver a buceta dela pelada de perto pela primeira vez na minha vida.
Isso era um sonho, era o que Sempre desejei isso, finalmente ia
foder minha mãe. Ela virou pra me olhar sorrindo e disse: "Agora quero sentir aquela coisa enorme dentro de mim." Coloquei na entrada da buceta dela, toda molhada com os fluidos dela, comecei a meter. Ela disse: "Devagar, faz tempo que não me como." "Sim, mamãe." Fui enfiando suavemente. Deitei em cima dela: "Te amo, mamãe." E dei um beijo, juntando nossas línguas, trocando saliva. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto apertava os peitos dela. Ela começou a suspirar: "Hmmmm, aaaaai, sim, que gostoso." Eu penetrava cada vez mais forte. Ela gritou: "Aaaaaai, sim, filhinho, sim, que gostoso, você tá me matando, continua, ooo, sim!" Comecei a meter mais forte. Minha mãe começou a ter espasmos cada vez mais fortes e continuava gritando: "Filhinho, você já é todo um homem." De repente, ela disse: "Vou gozar." Eu continuei empurrando. "Aaaai, mmm, sim, aaaaaai, sim, vou gozar, que gostoso!" Senti os fluidos dela encharcarem todo o lençol. Ela soltou um suspiro de alívio, e eu continuei penetrando. Ela seguia gritando: "Aaai, sim, continua, filhinho, que ainda tenho lenha pra queimar!" Eu não aguentei mais, gritei: "Mamãe, vou gozar!"
Ia tirar da buceta dela, mas ela disse: "Não, espera, quero sentir seu leite dentro de mim." Dei mais umas fortes estocadas e comecei a gozar como nunca antes dentro dela. Ela disse: "Ooo, sim, assim, mmm, que gostoso, me enche toda, oog, já não aguento, vou gozar de novo." E gritou: "Aaaaaai, mmmm." Eu terminei de gozar e interrompi os gemidos dela com um beijo. Depois, falei: "Mamãe, te amo, você é minha mulher." "Sim, filho, sou sua mulher, só sua." Ficamos nos beijando um tempo, ainda grudados. "Olha, filhinho", ela disse até que falou: "Deixa eu limpar essa coisa enorme com meus lábios." "Sim, mamãe, limpa até deixar brilhando." Fiquei de joelhos, ela se colocou na minha frente. Eu estava meio mole depois de gozar. Ela tocou com as mãos, enfiou na boca e começou a lamber na hora. Ficou duro de novo, ela engolia tudo. Eu dizia: "Sim, senhora, continua, como você faz bem." Enquanto segurava ela pelos cabelos. Cabelos empurrando ela pro meu pau, ela gemia
começou mais rápido até que eu não aguentei e gozei tanto quanto da primeira vez
enchendo a boca dela, ela não separou a boca e começou a engolir como água até
que terminei de gozar, ela separou a boca, virou pra mim com um sorriso, gostou?
sim, chupa muito, na boca dela escorria um fiozinho branco do sêmen que ela tinha
engolido, puxei ela pra mim beijando, sentindo meu sêmen dentro da boca dela, beijei ela por
uns momentos até que subiu de novo e, sem dizer nada, deitei ela na
cama e penetrei de novo, mas agora rapidamente, com movimentos muito bruscos
assim como ela, até que gozei outra vez, ficamos grudados, começamos
a nos beijar e ficamos nos acariciando por vários minutos até que ficamos
exaustos e dormimos.
De manhã, faltei na escola, acordamos com tesão e tomamos
banho juntos e fizemos várias vezes mais. Depois disso, ela saiu e ao voltar
muito séria, com uma atitude totalmente diferente, conversou comigo que o que
tinha acontecido não estava certo, que éramos mãe e filho e que não se repetiria. Já
faz dois meses, tentei puxar o assunto de novo, ela sempre me responde
com outras coisas, até me masturbei quando ela está em casa e sempre
acaba me repreendendo. Tentei várias coisas, mas minha mãe não cede mais, é como
se não quisesse que nada acontecesse.
Essa história é real, coloquei alguns detalhes pra ficar mais
interessante, mas isso aconteceu. Agradeceria se mulheres me escrevessem
pra me ajudar, homens também, mas principalmente mulheres, porque não entendo essa
mudança de opinião tão repentina. Deixo meu e-mail, me escrevam, por favor.
POR QUESTÕES DE PRIVACIDADE, ESTE E-MAIL FOI REMOVIDO
Lembrem-se, escreve-se exatamente como está, com maiúsculas no começo e um traço _
acho que não aparece, obrigado, abraços, me escrevam, preciso de ajuda.
Nunca me interessei por incesto, nem sabia o que era, mas desde que comecei a ter internet, explorava muitos sites pornô até que comecei a ler contos de incesto. Eles me chamaram muito a atenção, os de mãe e filho me excitavam pra caralho. Desde então, comecei a visitar muitos sites do mesmo tipo, como Love Filial, baixava e baixava comics, contos, fotos, filmes. Não me preocupava porque minha mãe não se interessava por computadores nem sabia usá-los, além disso, ela trabalhava a maior parte do dia, então nunca imaginei que ela fosse ver o que eu guardava. Até que, sem eu saber, ela começou a fazer aulas de computação porque no trabalho dela exigiam. Moramos em um apartamento, então numa sexta-feira eu estava vendo TV na sala, eram umas oito da noite. Minha mãe geralmente chega às seis, então já estava em casa. Eu estava muito entretido vendo um programa e deu vontade de ir ao banheiro, que fica em frente ao meu quarto, onde tenho o computador. Como era noite, vi que saía um clarão do meu quarto, me aproximei, espiei e qual não foi minha surpresa: era minha mãe no computador, vendo os comics de incesto que eu guardava. Ela não percebeu que eu estava olhando, e eu voltei para a sala. A vontade de ir ao banheiro passou, fiquei em choque, me assustei como nunca antes. Nunca imaginei que um dia minha mãe pudesse descobrir o que eu via. Fiquei petrificado na sala, pensando no que ia acontecer. pensar na minha mãe, já que ela é muito recatada e de princípios muito rígidos, fiquei pensando no que ela ia me dizer, no que ia pensar, até que hoje o Héctor veio, "não se intrometa", num tom de raiva, fiquei surpreso, estava muito nervoso, pensando: agora sim, já era, me ferrei. Cheguei e fiquei parado na frente, tinha um documento do Word aberto (me deu um certo alívio que era algo que ela estava escrevendo do trabalho). Ela vira e diz: "Ai, filho, você me assustou, por que você fica aí parado sem dizer nada?" "Desculpa, mãe, foi sem querer."
Bom, queria te perguntar uma coisa (eu estava tremendo): como faz para imprimir isso?
Expliquei pra ela. Ela não tocou no assunto, estava normal. Eu estava estranhando, mas me aliviou muito e também me animou um pouco. Talvez ela também gostasse, ou quem sabe estava esperando outro momento para me confrontar. Mas ela me perguntou mais umas coisas, me agradeceu e eu fui para a sala ver TV. Mas não parava de pensar que ela tinha visto aquele comix, e para entrar naquele comix, ela tinha que ter entrado na pasta onde guardo histórias, fotos, vídeos. Continuei na sala, e pouco depois ela veio para a sala. Ela geralmente dorme de pijama, e quando faz muito calor, veste um roupão semitransparente que me excita muito. Era noite, não estava calor, até estava um pouco frio, mas minha mãe estava usando o roupão dela. Sentou no sofá da frente, se deitou de lado, mas com as pernas viradas para mim. Abriu um pouco as pernas e estava usando umas calcinhas pequenas e minúsculas que eu nunca tinha visto na vida, e fiquei excitado na hora. Ela começou a ver TV. Perguntei: "Mãe, o que você quer ver?" Ela disse: "Nada, o que você quiser." "Um filme está bom." "Sim, por que não?" "Esse filme está bom" — um filme de amor que tem cenas eróticas.
"Filho, esse filme nunca te agradou, além disso tem cenas fortes" — ela disse com um sorriso safado. "Você gosta muito, né, mãe? Além do mais, não tem nada na TV." "Bom, coloca então." "Anda logo." Coloquei e ficamos vendo um tempo. filme ela tava vendo o filme eu só ficava olhando de canto os bicos dos peitos dela que apareciam um pouco pelo sutiã e a calcinha dela tão pequena que dava pra ver a rachinha da buceta dela tava tão excitado com o que eu via e com o que tinha acontecido que queria ir lá e tocar ela, eu ficava besta olhando pra ela ela sentiu meu olhar, filho por que você fica me olhando tanto, é que você tá muito gostosa — não conseguia parar de olhar pros peitos dela, hahaha você acha que eu sou gostosa mas aposto que você deve ter um monte de gatas morrendo por você, algumas sim mas nenhuma se compara a você — eu tava durasso, eu me cuido mas não é pra tanto — ela se levantou e deu uma volta deu pra ver um pouco da bunda dela com a calcinha pequena — isso é tudo não é nada demais, mas com esse corpo qualquer homem ia querer estar com você, nem acredita depois do seu pai eu quase não tive namorados o único homem que eu tenho é você, não acredito mãe você deve ter um monte de pretendentes
sim mas nenhum me atrai mas enfim melhor me conta você já transou, aposto que sim porque você é bonito nenhuma garota deve resistir a você, ai mãe como você fala essas coisas — eu fiquei muito nervoso, por favor filho não me trata como se eu fosse boba na sua idade você já deve saber de tudo tudo vamos me conta quantas garotas você já pegou, não mas você é minha mãe tenho vergonha de falar disso com você, pois é por isso mesmo porque sou sua mãe você deve ter confiança em mim, mas eu não peguei ninguém vamos mãe porque você não me conta você! Você deve ter tido um monte de relações com esse corpaço, ou não… desde seu pai eu não transei, mas você — disse entre risadas — pois com essa coisa grande quem ia resistir — cada palavra que ela dizia me deixava mais alucinado nunca tinha conversado com minha mãe sobre essas coisas, além disso os garotos da sua idade os hormônios não deixam eles ficam de pau duro toda hora por qualquer coisa e olha que com esse pacotão você deve deixar as garotas bem satisfeitas — cada vez mais ela se insinuava e eu tava alucinado então Me armei de coragem, bom, pode ser que sim, mamãe, mas cada mulher é um mundo, e se você quiser, eu te mostro pra você ver se é tão grande quanto parece. Fiquei calado, pensativo, estava muito nervoso, não sabia o que ia responder. Demorou muito, mamãe caiu na risada de repente: — "Tá me dizendo que se eu quiser ver essa porcaria enorme sua, isso não é coisa minha, Héctor? A questão é se você seria capaz de mostrar isso pra sua mãe pra ouvir minha opinião, essa é a questão, querido!" Comecei a tremer, sentia que ia morrer. Mamãe me deixou mais estupefato do que antes, então era minha decisão, se eu achava certo mostrar a pica pra minha mãe pra ver se ela gostava do tamanho ou não. De certo modo, ela não deixava de ter razão, então falei, contrariando minha mãe: — "A questão, mamãe, é se você quer ver ou não. Não tem nada de errado em eu te mostrar, você é minha mãe, que diferença tem entre quando você me via criança e agora? Nenhuma ou sim? A questão é se você quer me ver ou não!" Mamãe me sorriu bem safada e me disse então: — "Puxa, parece que você sabe de tudo, não perde tempo, então a decisão é minha, né?!" — "Sim!" — eu disse.
Mamãe se levantou do sofá, os peitos balançavam de um lado pro outro, fazendo os bicos marcarem cada vez mais. Percebi que ela estava excitada. Sentou do meu lado: — "Vamos, me mostra esse pacotão que você carrega." Fiquei mudo pensando por uns segundos, olhando nos olhos dela. — "Bom, vai me mostrar ou não?!" — "Puxa, mãe, você também não perde tempo, hein?" Ela caiu na risada. — "Você foi quem me chamou de falador, então me mostra logo." Ficou olhando uns segundos. Abaixei a calça que tava vestindo e saiu como uma mola. — "Ô!" — Minha mãe fez uma cara de surpresa — "Ai, meu Deus, que porra é essa que você tem? Ai, filhinho, não é possível, de onde você tirou isso? Nunca vi uma coisa assim! Que pica linda!" Ela percebeu o que disse por último e ficou vermelha. E ela tinha razão, nem eu tinha visto ela tão dura, acho. Que, normal, me mede uns 16, 17 cm pelo tesão que tava.
Umas 20 cm sem me gabar, falei. "Então, o que cê acha? É tão grande quanto cê pensava?"
"Filho, grande? Claro que é grande, a maior que já vi."
Fiz uma pergunta cheia de malícia: "Mãe, cê acha que com isso eu consigo deixar as mina satisfeita?"
"Filho, com isso cê pode satisfazer qualquer garota."
Isso já tinha ido longe, queria ver as reações dela. Olhava pros bicos dos peitos dela e o olhar fixo no meu pau, e isso me excitava ainda mais. Falei: "Mãe, e você, pessoalmente, cê gosta?"
Ela virou pra mim, sorriu: "Que sim, eu gosto." Ficou quieta uns instantes. "Por Deus, claro que me dá orgulho de você, filhinho. Com isso cê pode ter muita sorte no amor, com esse seu pau tão lindo e grande."
Gostei da resposta, mas queria insistir mais. "Sim, mas o que eu quero dizer é se o meu pau... desculpa, mãe, meu pênis..."
"Não, filho, não tem porque ter vergonha. Pode falar naturalmente comigo. Pênis, pau, é tudo a mesma coisa. E claro, por suposto que eu gosto. Olha."
Ela se levantou, pegou uma banana, deu uma mordida o mais fundo que conseguiu. "Com isso cê precisa saber o que eu acho."
"Não, mãe, não entendi."
Claro que tinha entendido, mas queria ver até onde ela ia.
"Ah, pelo amor de Deus, filho. Peguei a banana, dei uma mordida o mais fundo que pude." Fez uma cara séria, me olhou fixo nos olhos. "Pelo amor de Deus, o que cê quer que eu diga? Que queria sua rola dentro de mim? Que queria que cê metesse em mim? É isso que cê quer ouvir?"
Ela ficou como se esperasse minha resposta. Eu ia responder quando ela disse: "Pois não, filho. Você é meu filho e eu sou sua mãe, e tenho princípios. Nunca vai me ouvir dizer isso."
Me senti um merda, achei que tinha estragado tudo, que ela tava brava. "Mas por que cê tá brava?"
"Não, filho, não tô brava. É só que não posso te dizer isso, mesmo que cê queira ouvir, amor. E bom, já é tarde, tô com sono, vou dormir. E guarda essa coisa aí, que tá frio."
Ela se aproximou, me deu um beijo na testa e foi dormir. Pude ver... como se pegou a bata que ela tava vestindo, marcando a bunda dela com aquela calcinha minúscula, como foi rebolando de um lado pro outro, eu fiquei alucinado, pasmo, consegui falar "mas!" e ela foi embora, fiquei pensando no que tinha acontecido, vi um pouco de TV e bati umas cinco punhetas de tão excitado que tava, e fui dormir. No dia seguinte era sábado, eu tava totalmente dormindo, minha mãe chegou no meu quarto: "filho, filho, acorda". Acordei e tava durasso pra caralho, dava pra perceber até por baixo dos cobertores, que são bem grossos, não quis que minha mãe percebesse, tentei me cobrir, minha mãe é muito esperta e notou: "filho, que energia que você tem, hein? Vai tomar café que não vou fazer nada com esse teu brinquedo aí, se veste". Ela riu, levantou, foi até a porta, piscou o olho pra mim, fez um movimento de quadril e saiu. Tava vestindo uma calça de moletom colada que marcava a bunda dela mais do que nunca. Fiquei mais duro ainda. O dia foi passando sem graça, eu não parava de olhar o movimento das pernas e da bunda dela ao caminhar, como os peitos dela balançavam, não conseguia parar de pensar nela. Mas não voltei a tocar no assunto, senti que talvez ela tivesse visto o que guardava e meu pau, mas talvez não tivesse dado importância, talvez pra ela não passasse de uma fixação minha passageira e ela queria ver minhas reações. Fiquei fazendo coisas, saí um pouco, fiquei andando, olhando mulheres, pensando que me sentia sortudo por ter o que tinha em casa, mas também um pouco triste porque talvez nunca fosse rolar nada. Tentei pensar em outras coisas, reparar em outras garotas, mas não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido e pensar que minha mãe era uma mulher que me atraía, que eu gostava dela, não era só tesão pelo simples fato de ser minha mãe, mas também porque era uma mulher muito gostosa e que era exatamente meu tipo de mulher, mas sentia culpa por ser minha mãe. Quando voltei, encontrei minha mãe na cozinha, ela tava com uma blusa colada e só de calcinha pequenininha. As Mesmas da noite anterior, fiquei olhando alucinado, ela tava uma delícia, a bunda dela aparecendo pelas beiradinhas da calcinha que deixavam tudo à mostra.
A blusa dela bem justinha marcava todo o decote, e ela ainda tava lavando louça com a blusa meio molhada. Ela virou pra mim e falou: "Que filho, nunca viu uma mulher de lingerie antes?" Gostei pra caralho da pergunta dela. "Não, mãe, e ainda mais você, que tá muito gostosa." Não conseguia parar de olhar pra bunda dela, toda definida, dava pra ver a rachinha da buceta através da calcinha fininha, bem colada no corpo, tão apertada que parecia que ela tinha puxado de propósito. Ela respondeu: "Ah, olha só, finalmente ouvi um elogio do meu filho. Toda mulher gosta de ser tratada assim. Ontem à noite fiquei te enchendo de elogios e você nada." A conversa tava esquentando de novo. "Mas é que hoje você tá linda, mãe." "Sim, filho, por isso mesmo que fiz isso, queria ficar bonita. Nós mulheres somos assim. E me diz: pra você, um garoto de 17 anos, eu pareço bonita? O que acha do meu corpo? Eu sei que por ser sua mãe você fala que tou linda, que tou bem, mas me fala como homem." Pensei em fazer o mesmo que ela fez na noite anterior, mas não, queria ser mais direto. "Quer que eu enrole igual você fez ontem ou falo o que penso, porque sou bem direto?" "É que não sei o que você vai falar", ela disse num tom sério, com cara de brava. Eu fiz que tava bravo também e falei: "Então se não quer ouvir o que penso, não pergunta." Saí da cozinha, fiquei andando pelo corredor enquanto ela lavava a louça, eu fazendo cara de irritado. Depois de um tempo, ela não aguentou e quando passei por lá puxou o assunto de novo: "Filho, então me fala como eu sou. O que você disser não vai me irritar. Se achar que sou feia, tudo bem, é normal. Você é um garoto novo, acostumado com meninas novas." "Bom, se é isso que você quer", fiquei pensativo por um momento. Como você vai me achar feia? Acabei de te falar que você tá linda, por favor, você é uma mulher gostosa, tem um corpão, uns peitos lindos. — Sério, filho? — Sim! Você tem um rosto lindo, uns seios maravilhosos, umas pernas do caralho, uma bunda, mãe, que é uma maravilha, redonda, bem feita, um corpo que dá vontade em qualquer um. Mais ainda, vou te falar uma coisa: ontem à noite, meu pau ficou tão duro por sua causa, por ver como você estava linda com aquela bata e com aquela calcinha que eu nunca tinha visto em você. Minha mãe fez um gesto de vergonha, ficou corada.
— Ai, filho, sério? Só por me ver com essa calcinha que quase nem aparecia, ele ficou desse tamanho e grosso? Não acredito em você. Se fosse verdade, não imagino como ele estaria agora. Eu ainda estava de calça jeans apertada e quase não dava pra ver, mas claro que tava durasso, me apertava tanto que sentia que ia estourar. Num impulso de coragem, levantei, falei: "Não acredita em mim?" Desabotoei a calça e ele saiu como uma bala, parecia que ia rasgar a cueca que eu tava usando. Minha mãe aspirou o ar. — Ai, meu Deus, não pode ser, assim eu te deixo de pau duro, hahaha — ela falou, envergonhada, meio culpada, ficou quieta por um segundo. — Mas sério, eu fico duro assim por você. — Sim, mãe. — Ela disse: "Isso é loucura." Sentou numa cadeira do lado, aspirou e soltou uma baforada de ar, olhando pro chão. Eu tava a ponto de estourar, meus mamilos estavam duros, dava pra ver a risca da buceta dela entre aquela calcinha minúscula, e com uma mão ela mexia os dedos na perna, num sinal de nervosismo. Aí eu falei: "Bom, mãe, se quiser, posso mostrar de novo, já que você já viu." Ela levantou a cabeça, fez um sorriso malicioso, mordeu o lábio inferior e me olhou. Me disse: "Filho, tá bom, só uma vez, uma última vez e acabou, filhinho." Não hesitei, me aproximei dela, meu pau ficou quase na altura da boca dela. Abaixei a cueca, ele tava enorme, doía de tão duro que tava, nunca tinha visto ele assim. As veias saltavam, minha mãe fez um gesto de surpresa, deu um passo pra trás, levou a mão à boca: "Filho, mas não pode ser!" "Isso sim é uma verdadeira cock, é assim que tem que ser", eu disse: "Sim, mãe, sério". Ela tava com o olhar fixo na minha cock, que tava a uns centímetros do rosto dela. "Mas é claro que sim, Héctor, isso é um pauzão lindo, que mulher não ia desejar?" Eu já não aguentava mais, sentia que ia explodir vendo minha mãe naquelas calcinhas, com a mão passando na coxa, apertando forte, e a cock na frente dela. "Mãe, se quiser, pode tocar." Ela fez um gesto de surpresa, virou pra baixo, começou a balançar a cabeça de um lado pro outro, levantou e disse: "Sabe, filho, quando você era criança, eu te lavava aí e... e ficava dura, mas, mas nada comparado com agora, isso é uma coisa enorme." Eu falei: "Bom, então por isso que é diferente, né? Excitante desde quando eu era criança. Agora me toca, se quiser." Ela ficou pensativa uns segundos, engolindo saliva. "Você tem razão, que diferença. Ah, tá bom, filho, mas só uns instantes, que é a primeira e última vez." Sorri. Ela aproximou as mãos nervosamente na minha cock, sem tirar os olhos dela. "Ah, filho, isso é uma maravilha, como você cresceu desde que era pequeno." Colocou os dedos na ponta da minha cock. "Que grande, filho." "Gostou, mãe?" "Claro." Agarrou com as duas mãos. "Héctor, filho, essa coisa tá fervendo, que quente que ela tá." Começou a esfregar minha cock sem perceber, com as mãos e as unhas compridas arranhando um pouco, descendo e subindo, segurando minha glande como se tivesse inspecionando. "Héctor, que linda que ela é, que beleza." Pra mim, era uma masturbação incrível, senti que não aguentava mais, ia explodir na cara dela de tanto êxtase. Tava prestes a agarrar os peitos dela, rasgar a calcinha e comer ela. Ela tava como em transe, parecia que não percebia que tava me esfregando. Minha excitação não podia ir mais longe, tava quase gozando. Soltei um suspiro de satisfação. "Isso, mãããe, continua assim. Assim, ela saiu do transe, fez uma cara de confusa. Eu falei: "Desculpa, mãe, é que eu ia gozar nas suas mãos." Ela me olhou fixo, deu uma gargalhada: "Ha ha, ai filho, você ia mesmo gozar nas minhas mãos? Tanto te excitei? Ha ha, ai esse meu filho." Enquanto dizia isso, ela se levantou, puxou a calcinha pra cima, fazendo a bucetinha dela marcar ainda mais. Minha mãe se virou e me mostrou, como quem não quer nada, toda a rabeta dela apertada na calcinha fininha. Os glúteos estavam quase todos de fora. "Anda, meu filho, guarda essa preciosidade, porque no final vou fazer você gozar de verdade e tudo!" Eu falei: "Então agora você vai poder me responder sobre ontem. Já te falei o que penso como homem!" Minha mãe se virou e disse, sorrindo: "Querido, como mãe, vou te dizer que fico feliz que você tenha aquilo tão grande aí. E como mulher, vou te dizer que, mesmo sendo sua mãe, não sou de pedra. E agora vou tomar um banho frio, porque esqueci que tenho um encontro com minhas amigas e já está tarde pra caralho!" Ela se virou e foi pro quarto dela, tomou banho e saiu de casa. O resto do dia fiquei rodando, vendo TV. Me deu na telha de ir no quarto dela. Queria ver o que ela guardava. Nunca tinha feito isso com medo de ela perceber, mas agora me sentia mais confiante. Comecei abrindo uma gaveta onde ela guarda a roupa íntima. Tinha calcinhas lindas, cheiravam limpo, com o cheiro gostoso da minha mãe. "Caralho, minha mãe usando essas roupas? Que gostosa ela deve ficar!" Continuei olhando. Tudo estava em ordem, não achei nada fora do comum, só uns neglicés muito excitantes que ela tinha numa gaveta, meio largados. Me imaginei ela usando eles e eu montando na bunda dela. Também achei umas fotos dela com a família. Eu tava muito excitado, qualquer coisa dela me acendia. Bati umas punhetas vendo aquelas fotos.
Chegou a noite, umas sete horas, minha mãe chegou. Era hora de jantar. Sentamos um na frente do outro. Ela tava com uma saia normal e uma blusa que deixava ver o decote com as duas tetinhas coladinhas uma na outra, bem apertadinhas, que eu não conseguia parar de olhar. Ficamos vendo TV um tempão e minha mãe puxou o assunto: "Héctor, desculpa o que aconteceu essa tarde. Sem querer, acabei te tocando demais e comecei a te masturbar." "Não, mãe, não se preocupa, não me incomodou, na verdade gostei muito." "É, filho, desculpa, desculpa! E já era, filho, esquece, que eu já esqueci!" "É, vou tentar esquecer também, já esqueci." Ela começou a rir e falou em tom de brincadeira: "Será que esqueceu mesmo? Hahaha, não confio em você, Héctor." Eu também comecei a rir: "Haha, ah, é? Mas se você que tava toda bobona, lá, tocando." Ela ficou vermelha: "Bom, é verdade, mas é que nunca imaginei que meu próprio filho, além de ser tão gostoso, tivesse essas surpresinhas guardadas." "É, mãe, sério, você gostou muito?" "Olha, Héctor, vou te falar uma coisa: o único homem com quem tive relações foi seu pai, com quem engravidei de você. Mas o que seu pai tinha não era nada perto do presente que Deus te deu." "Ah, valeu, mãe." Terminamos a janta, trocamos sorrisos e ficou tudo resolvido. Sentamos nos sofás e ficamos vendo TV. Eu percebia que ela me olhava muito. Já era noite e ela disse que ia dormir, notei que ela tava meio ansiosa. Fiquei um tempo e deu sono, fui pro meu quarto. Meu quarto é do lado do da minha mãe, então a maioria das coisas dá pra ouvir. Pouco depois de deitar, ouvi uns rangidos da cama dela, meio fortes. Levantei estranhando, na hora pensei que talvez ela tivesse se masturbando, mas já tinha espionado ela várias vezes e nunca tinha conseguido ver nada, então não criei muita expectativa. Fui ver, abri minha porta com cuidado pra ela não ouvir, me aproximei de fininho, me inclinei na fechadura da porta dela, que é grande o bastante pra ter uma boa visão, e qual foi minha surpresa: era minha mãe lendo uma folha com uma mão enquanto com a outra acariciava a buceta dela. pubis precioso enquanto dois
dos dedos dela se perdiam entre os lábios da buceta gostosa, mamãe estava se
masturbando, tinha a saia levantada até a cintura, uma calcinha branca na
altura dos tornozelos, com as pernas totalmente abertas e se presenteando com uma
masturbação extraordinária, mamãe se mexia no ritmo das mãos dela, os peitos meio
aparecendo pela blusa de verão que ela usava naquele dia, mordia o lábio
inferior como se cuidasse pra não escapar nenhum gemido, de olhos fechados
enquanto os dedos dela se sujavam do fluido gostoso dela, me deu vontade de abrir a
porta e subir em cima dela e penetrar ela, mamãe se dobrava enquanto se masturbava
em cima da cama, as pernas dela se mexiam de um lado pro outro, levantava elas e a
mão dela afundava na virilha dela, a buceta arrumadinha dela era linda, depilada dos
lados descrevia um triângulo perfeito, pequenininha mas apetitosa, eu tava com o
pau que ia explodir, tirei ele com muito cuidado, comecei a me
masturbar no mesmo ritmo da mamãe, então mamãe começou a se contorcer cada vez
mais forte até que gozou e não aguentou mais e deu um pequeno gemido
de prazer, se deitou ofegante, eu gozei na hora, minha mãe ficou um tempo
assim até que levantou, guardou a folha, se limpou com um lenço, levantou a
calcinha, tirou o vestido, depois o sutiã e se deitou e se cobriu, eu
fiquei alucinado, nunca tinha visto ela se masturbar e lembrei que o papel que
ela tava lendo devia ser um dos contos que eu tinha guardado, por isso ela
tinha me perguntado como imprimia, fui pro meu quarto, fiquei pensando nisso muito
alucinado, bati umas três punhetas e dormi.
No dia seguinte, eu pensei em ficar em casa pra ver se
surgia mais alguma daquelas conversas safadas que a gente tinha tido, mas meus
amigos vieram me buscar pra sair, eu queria ficar em casa, mas meus amigos
insistiram muito até que finalmente aceitei, fomos na casa de umas Chavas que
não conhecia, conheci uma mina chamada Ania, muito gostosa, que me atraiu pra caralho. A gente ficou
conversando, até que eu dei um beijo nela e comecei a apalpar. Nossos amigos começaram
a zoar: "Vão logo pra um hotel, essas coisas não se fazem em público", essas merdas.
Nós dois percebemos, mas continuamos nos pegando. Ficamos um tempão até que
todo mundo já tava entediado e decidiram ir embora. Eu tava feito um pombinho
com a mina, falei pros meus amigos se dava pra levar a Ania em casa e
a gente foi pra lá. Mas como minha casa fica no caminho antes da dela,
me deixaram primeiro. O carro do Víctor, um dos meus amigos, faz
muito barulho e, como já eram 9 da noite, notei que minha mãe apareceu na janela.
Quando saí do carro, a Ania saiu correndo atrás de mim e disse: "Esqueceu meu telefone, senão como vai me ligar?"
Ela anotou num papel e a gente se deu um beijo
muito apaixonado. Eu agarrei a bunda dela, apertando,
fiz de propósito pra minha mãe perceber. Me despedi, olhei pra onde minha mãe estava e ela me encarava
com uma cara de raiva. Subi, bati na porta, mas ela não abriu. Então abri a porta
e andei pelo corredor. Olhei pro quarto da minha mãe, ela tava deitada vendo
TV. Falei: "Oi, mãe, como cê tá?" Ela disse: "Bem, filho, e você?" "Que que cê tá vendo?" "Aqui, a
TV." Ela tava deitada de lado vendo TV no quarto dela, de vestido normal.
"Posso ver com você, se quiser, mas te recomendo ir pra
sala, porque já vou dormir." Notei ela meio triste. "Então anima aí!
Que tal a gente ver um filme?" Corri pro meu quarto, peguei um dos filmes que tenho
guardados. Mas, como sempre guardo meus filmes em capas diferentes
que não correspondem, peguei achando que era o Gladiador, quando
era um filme erótico com cenas pesadas. Uso ele pra seduzir minas.
Voltei pro quarto, fui até a TV. "Olha, mãe, bora ver esse aqui, cê não viu ainda, pra te animar."
"Não, filho, não. Tô com vontade, não é que eu esteja triste, é que já bateu o sono. Mas ainda é cedo, vai logo, e eu coloquei o filme. Me deitei atrás da minha mãe e, ao olhar, vi que era um filme erótico. Tava numa cena onde um homem tenta seduzir uma mulher, mas ela não cede até que ele finalmente convence ela e eles transam loucamente. Aquela cena que eu usava pra tentar comer umas minas nunca funcionou comigo, aliás. Mas percebi que agora minha mãe tava vendo. Me assustei por um momento, mas fiquei parado atrás dela pra ver o que ela ia fazer. Ela falou: "Bom, isso não é o Gladiador." Me assustei, ia levantar pra tirar o filme, mas ela disse: "Não, filho, espera." A cena continuava e ela já tinha cedido. O homem tirava a roupa dela selvagemente e começava a foder ela. Por ver minha mãe assistindo aquela cena, meu pau ficou a mil, quase roçando na bunda dela. Haha. "Ai, filho, isso você vê?" "Sim, desculpa, mãe." "Não se preocupa, filho, é normal na sua idade. Mas essas mulheres só estão atuando." Ela virou pra me olhar sorrindo, e no movimento que fez, a bunda dela encostou no meu pacote. Ela olhou de novo pra TV e deixou a bunda colada no meu pacote. Ficamos quietos um momento vendo a cena de sexo. Rompi o silêncio dizendo: "Ó, mãe, mas elas devem sentir alguma coisa, né?" Esfreguei um pouco meu pau na bunda dela. Ela não reagiu, entrou na brincadeira e encostou mais a bunda. "Bom, olha, eu acho que como toda mulher, elas devem sentir alguma coisa, mas têm que reprimir os sentimentos e manter a cabeça fria." "Mas por que só deveriam se deixar levar e aproveitar o momento?" Os movimentos em direção à minha mãe ficaram mais frequentes. Ela respondia inclinando mais a bunda. "Pois é, mas é trabalho. Elas já tão acostumadas com isso, sabem que não podem sentir nada por eles." "Pois eu não acho, olha, mãe, ela parece que tá gostando." Na cena, o homem montava ela como um louco e a mulher gemia sem parar. "Pois ele não fica atrás." Os movimentos da minha mãe eram mais descarados, esfregando a bunda. Cada vez mais forte contra o meu pacote, comecei a levantar a saia dela devagar, os movimentos. Segurei ela com uma mão na cintura, as enfiadas contra a bunda dela eram cada vez mais descaradas. Ela, sem parar de ver a TV, me disse: "Olha, eles não param, continuam fazendo". Eu abaixei a calça e a cueca ao mesmo tempo, meu pau colava na bunda dela, mal coberta por uma calcinha branca minúscula, deixando ver a risca das nádegas, batendo com meu pênis. Ela, ainda olhando a TV, me diz: "Olha, ela tá curtindo como uma louca". Ao ouvir essas palavras, abaixei a calcinha dela até os joelhos e continuei dando umas enfiadas enormes. Minha mãe sabia que eu ia penetrar ela, então disse: "Ai, filho!" Eu pensei que ela tinha ficado brava, me assustei. "Não tô curtindo bem o filme, deixa eu me ajeitar." Ela ficou de quatro na cama, eu me coloquei atrás dela e sabia que ia penetrar, por isso ela abriu um pouco as pernas. Eu coloquei meu pau molhado na entrada da bunda dela. Ao sentir isso, ela disse: "Agora tô muito mais confortável". Comecei a meter meu pau na bunda dela devagar, ela não falava nada, só dava suspiros fortes, torcendo o quadril. Me deitei sobre as costas dela e coloquei as mãos por baixo do vestido levantado e comecei a tocar os peitos dela. Senti os bicos durinhos e com a ponta dos dedos comecei a apertá-los. Desci a mão esquerda até a buceta dela, comecei a esfregar a buceta dela que tava bem molhada. Enfiei dois dedos, tocando o clitóris dela enquanto continuava fodendo ela pelo cu. Ao mesmo tempo, minha mãe disse: "Hoooooo, sim, assim, filho, haaaa, que gostoso". Era a primeira palavra que ela dizia que não era sobre o filme. Eu só disse: "Sim, que gostoso". Ela continuava gemendo, me disse: "Espera, filho, me fode pela buceta, quero sentir teu pau dentro de mim". Parei, tirei o pau da bunda dela, ela se virou, ficou de barriga pra cima, dobrou os joelhos. Pude ver a buceta dela pelada de perto pela primeira vez na minha vida.
Isso era um sonho, era o que Sempre desejei isso, finalmente ia
foder minha mãe. Ela virou pra me olhar sorrindo e disse: "Agora quero sentir aquela coisa enorme dentro de mim." Coloquei na entrada da buceta dela, toda molhada com os fluidos dela, comecei a meter. Ela disse: "Devagar, faz tempo que não me como." "Sim, mamãe." Fui enfiando suavemente. Deitei em cima dela: "Te amo, mamãe." E dei um beijo, juntando nossas línguas, trocando saliva. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto apertava os peitos dela. Ela começou a suspirar: "Hmmmm, aaaaai, sim, que gostoso." Eu penetrava cada vez mais forte. Ela gritou: "Aaaaaai, sim, filhinho, sim, que gostoso, você tá me matando, continua, ooo, sim!" Comecei a meter mais forte. Minha mãe começou a ter espasmos cada vez mais fortes e continuava gritando: "Filhinho, você já é todo um homem." De repente, ela disse: "Vou gozar." Eu continuei empurrando. "Aaaai, mmm, sim, aaaaaai, sim, vou gozar, que gostoso!" Senti os fluidos dela encharcarem todo o lençol. Ela soltou um suspiro de alívio, e eu continuei penetrando. Ela seguia gritando: "Aaai, sim, continua, filhinho, que ainda tenho lenha pra queimar!" Eu não aguentei mais, gritei: "Mamãe, vou gozar!"
Ia tirar da buceta dela, mas ela disse: "Não, espera, quero sentir seu leite dentro de mim." Dei mais umas fortes estocadas e comecei a gozar como nunca antes dentro dela. Ela disse: "Ooo, sim, assim, mmm, que gostoso, me enche toda, oog, já não aguento, vou gozar de novo." E gritou: "Aaaaaai, mmmm." Eu terminei de gozar e interrompi os gemidos dela com um beijo. Depois, falei: "Mamãe, te amo, você é minha mulher." "Sim, filho, sou sua mulher, só sua." Ficamos nos beijando um tempo, ainda grudados. "Olha, filhinho", ela disse até que falou: "Deixa eu limpar essa coisa enorme com meus lábios." "Sim, mamãe, limpa até deixar brilhando." Fiquei de joelhos, ela se colocou na minha frente. Eu estava meio mole depois de gozar. Ela tocou com as mãos, enfiou na boca e começou a lamber na hora. Ficou duro de novo, ela engolia tudo. Eu dizia: "Sim, senhora, continua, como você faz bem." Enquanto segurava ela pelos cabelos. Cabelos empurrando ela pro meu pau, ela gemia
começou mais rápido até que eu não aguentei e gozei tanto quanto da primeira vez
enchendo a boca dela, ela não separou a boca e começou a engolir como água até
que terminei de gozar, ela separou a boca, virou pra mim com um sorriso, gostou?
sim, chupa muito, na boca dela escorria um fiozinho branco do sêmen que ela tinha
engolido, puxei ela pra mim beijando, sentindo meu sêmen dentro da boca dela, beijei ela por
uns momentos até que subiu de novo e, sem dizer nada, deitei ela na
cama e penetrei de novo, mas agora rapidamente, com movimentos muito bruscos
assim como ela, até que gozei outra vez, ficamos grudados, começamos
a nos beijar e ficamos nos acariciando por vários minutos até que ficamos
exaustos e dormimos.
De manhã, faltei na escola, acordamos com tesão e tomamos
banho juntos e fizemos várias vezes mais. Depois disso, ela saiu e ao voltar
muito séria, com uma atitude totalmente diferente, conversou comigo que o que
tinha acontecido não estava certo, que éramos mãe e filho e que não se repetiria. Já
faz dois meses, tentei puxar o assunto de novo, ela sempre me responde
com outras coisas, até me masturbei quando ela está em casa e sempre
acaba me repreendendo. Tentei várias coisas, mas minha mãe não cede mais, é como
se não quisesse que nada acontecesse.
Essa história é real, coloquei alguns detalhes pra ficar mais
interessante, mas isso aconteceu. Agradeceria se mulheres me escrevessem
pra me ajudar, homens também, mas principalmente mulheres, porque não entendo essa
mudança de opinião tão repentina. Deixo meu e-mail, me escrevam, por favor.
POR QUESTÕES DE PRIVACIDADE, ESTE E-MAIL FOI REMOVIDO
Lembrem-se, escreve-se exatamente como está, com maiúsculas no começo e um traço _
acho que não aparece, obrigado, abraços, me escrevam, preciso de ajuda.
4 comentários - Meu sonho realizado com minha mãe