Me llamo Cristian, tenho 28 anos, uma mulher gostosa e dois filhos de 2 anos e 1 mês. Somos um casal estável, estamos juntos há praticamente 10 anos (sim, desde quase toda a adolescência), nunca nos traímos (eu pelo menos, e acho que ela também não, pelo jeito dela, mas né... nunca se tem certeza total).
O que vou contar rapidamente aconteceu no Natal de 2014. Nos reunimos como todo Natal na casa dos meus sogros. Eles são da zona oeste da Grande Buenos Aires, perto de Moreno pra ser mais exato. Dividem o terreno com minha cunhada (uma delas, a mais velha).
Minha cunhada, Florencia, tem 34 anos, é casada e tem dois filhos (um de 11 e outro de 6).
Sempre olhei pra ela com vontade, não sei se pelo tesão que me dá saber que é minha cunhada, ou porque quando a conheci ela era uma gostosa. Agora com o passar dos anos, as coisas foram caindo um pouco no lugar, compreensível depois de ter dois filhos... A questão é que ela é uma morena muito bonita de rosto, não tem muitos peitos, mas tem uma bunda bem grande e carnuda. O corpo já mostra a idade, mas nunca deixei de bater uma pensando nela.
Naquele Natal, nos reunimos como sempre cedo, minha outra cunhada prepara o churrasco, comemos com meus sogros, minhas cunhadas e seus maridos e filhos numa boa. Entre vinho e fernet a noite passa normal como sempre, morrendo de rir.
Já de noite, um pouco bêbados todos, e as crianças começando a cair uma a uma em suas camas, saímos todos pra sentar no pátio, colocar música e continuar bebendo.
Lá pelas 4 da manhã (meus sogros já dormiam), o marido da minha cunhada começa a encher o saco pra fumar um. Ele cultiva flores, e já é quase clássico que de noite nas festas, a gente se junta com minhas cunhadas e maridos, e fuma um enquanto joga truco, ouve música, e continua bebendo. Depois de convencer uma das minhas cunhadas que é bem careta, pinto o charuto e fumamos todos uns dois tragos.
Ficamos dançando e bebendo vinho até quase de manhã.
Como na casa da minha sogra não tinha espaço pra mim, minha mulher e meus filhos, fomos dormir na casa da Florença.
A casa dela tem dois quartos: o dela e do marido, que é num mezanino, e o das crianças, que fica embaixo... foi lá que fomos dormir.
Até aí tudo normal... Umas 9 da manhã, acordo com uma vontade do caralho de mijar. Ainda muito bêbado e meio chapado, levantei e fui pro banheiro. Entrei, sentei pra mijar porque não queria nem fazer força pra ficar em pé e completei o ato. Terminando, enquanto dava uma olhada no banheiro, vejo o cesto com roupa suja. Eu, meio doidão, levantei pra lavar as mãos e vejo uma calcinha preta com bolinhas em cima (era horrível, sinceramente), mas ao pensar que tinha estado em contato com o corpo da minha cunhada, me excitei na hora. Fui até o cesto, peguei a calcinha fio dental e vi que na parte de baixo, digamos, tinha uma manchinha branca. Como muitos de nós já devem ter feito, levei a calcinha ao nariz e respirei fundo, imaginando o cheirinho da buceta dela.
O pau começou a endurecer na hora, então aproveitei a solidão da manhã (já que tínhamos deitado há só umas horas), apaguei a luz e sentei no vaso, calcinha na mão, levando ela ao nariz com uma mão, enquanto com a outra eu mexia na cabeça do pau, já durasso pra caralho.
Não sei vocês, mas eu, estando louco e bêbado, fico três vezes mais excitado, então tava me acabando de tesão... Continuei um tempo sentado, batendo uma, e num momento levantei, apoiando a cabeça na parede e apontando o pau pro vaso pra gozar ali mesmo, e foda-se.
Já quase terminando e com a calcinha que eu mal sentia o cheiro, ouço a porta abrir. Entre a bebedeira que tava, não sabia o que largar primeiro: se a calcinha da minha cunhada, se guardar o pau na cueca, se sentar no vaso... Hinodoro... questão é que não fiz nenhuma das três, e me virei assustado pra ver quem era... e sim, minha cunhada tava atrás de mim, toda dormindo, com o vestidinho velho que ela sempre usava pra dormir.
Quase morri de vergonha, não sabia nem o que falar pra ela, nem como olhar, horrível. Ela ficou me encarando com cara de quem não tava entendendo muito, olhando nos meus olhos, minha mão com a calcinha dela e a outra mão tampando o impossível... o pau durasso.
Ela falou "o que cê tá fazendo, cunhado?", com uma voz entre surpresa e excitada pela situação... Fiquei muito vermelho, tava passando um baita sufoco... e falei "não sei, Flor, sei lá... tô doidão" e apontei pra porta.
Ela ficou parada, não fez nenhum som. No caminho do banheiro até a porta (só uns passos) não falamos nada. Quando tava saindo, pensando que merda ia falar ou fazer no outro dia quando acordasse, ou se contasse pra minha namorada como é que ia explicar, ela falou "para, não vai, vem cá e me conta que merda cê tava fazendo"...
Tentei escapar daquela situação desconfortável, mas falei "olha, sinceramente, entrei pra mijar, vi a roupa, que tava sua calcinha... me chamou atenção, peguei, olhei, cheirei, e fiquei excitado. Tô muito bêbado, foi na hora e fiz, desculpa, você não tinha que ver isso".
Enquanto contava, com toda a vergonha do mundo, notei que minha cunhada não tava nem um pouco horrorizada, também não tava rindo nem nada, mas ficou ali olhando, enquanto eu falava de cueca com o pau duro.
"não sabia que você era tão nojento assim, cunhado" ela falou quando reagiu... não respondi nada, fiquei calado esperando ela sair um pouco pra eu poder ir embora e pensar como ia disfarçar no outro dia.
Quando já tava passando por ela pra ir pro quarto, inesperadamente ela disse: "O que te excita na minha calcinha suja, cara? Cê gosta de cheirar calcinha suja? Olha que nojento você acabou sendo... Diz que me pegou num bom momento, senão era pra te matar, hein..."
Depois que terminou essa frase, ela sorriu com uma cara... Fez uma careta de cumplicidade e disse: "essa aí eu tirei faz 2 dias, pega esta que o cheiro tá mais fresquinho"... e sem pensar um segundo, enfiou as duas mãos por baixo do vestido e tirou a tanga. Era azul turquesa, um pouco mais nova do que a que eu tinha pegado antes. Tava quentinha e meio molhada. Fiquei paralisado, com a tanga na mão, olhando pra ela... ela disse: "vai, cheira ela pra ver o que acha". Já tava puta que pariu de tesão pela situação, levei a tanga ao nariz sentindo o suco da buceta dela, e quase pulou a pica do meu cuecão. "Tá gostando?" ela perguntou...
Não respondi nada, e continuei cheirando ela com a maior cara de punheteiro. Baixei a mão e comecei a apertar a cabeça da pica, ela olhou pra baixo e ficou me observando, vendo o que eu tava fazendo. Sentou no vaso e disse: "olha só que pervertido que você é, cunhado", sorrindo e claramente excitada.
Já com a pica completamente dura na mão, minha cunhada começou a se tocar na buceta me olhando... e na sequência completou: "você gosta de chegar calcinha? por que não vem aqui e cheira minha buceta que você deixou toda molhada?".
Sem nenhum escrúpulo, joguei a tanga pra escanteio, me ajoelhei na frente do vaso, e com a cabeça segura pelas mãos dela, enfiei o nariz na pussy, passando a língua por todo lado.
Ela tava gozando como uma louca, não conseguia parar as pernas de tanto que eu tava chupando ela, continuei chupando ela toda de cima pra baixo, até que ela me agarrou pela cabeça, me levantou, me beijou de boca aberta, e com as mãos começou a me punhetar. Eu já tava em êxtase, não acreditava... me levantei de vez, e ela levou a pica na boca com uma qualidade inexplicável. Começou a passar a língua na cabeça da pica, até enfiar ela toda pra dentro, já com um tesão igual ao meu... enquanto tava no vaso chupando ela como uma louca, pegou a tanga do chão, passou ela na pussy toda, e me deu pra eu cheirar enquanto ela me chupava toda. Isso me matou, a garota era mais tarada ainda. E aí... Continuei chupando ela, até que não aguentei mais e falei que ia encher a boca dela de porra se continuasse assim, e ela respondeu: "é isso que eu tô esperando, cunhada, tô morrendo de vontade de comer sua porra faz tempo, goza toda na minha boca"... Passaram uns 2 minutos desde que ela falou isso, me olhando de baixo, molhando a calcinha de vez em quando pra eu sentir o cheiro, até que segurei a cabeça dela bem forte, enfiei até o fundo, e descarreguei quase 10 anos de vontade que eu tinha dela toda na boca dela, e um pouco mais na cara e nos peitos. Ela levantou toda melada, lavou um pouco o rosto, os peitinhos e a boca... tirou a calcinha da minha mão, segurou meu ombro pra se equilibrar enquanto vestia, me deu um beijo na bochecha e falou: "vai descansar que é tarde, cunhada"... Saiu do banheiro e subiu pro quarto dela, com o marido.https://66.media.tumblr.com/9281a8cb911132a4a8f2a053931d9f91/tumblr_ocuayqNVPA1vf0ogxo1_500.jpg
O que vou contar rapidamente aconteceu no Natal de 2014. Nos reunimos como todo Natal na casa dos meus sogros. Eles são da zona oeste da Grande Buenos Aires, perto de Moreno pra ser mais exato. Dividem o terreno com minha cunhada (uma delas, a mais velha).
Minha cunhada, Florencia, tem 34 anos, é casada e tem dois filhos (um de 11 e outro de 6).
Sempre olhei pra ela com vontade, não sei se pelo tesão que me dá saber que é minha cunhada, ou porque quando a conheci ela era uma gostosa. Agora com o passar dos anos, as coisas foram caindo um pouco no lugar, compreensível depois de ter dois filhos... A questão é que ela é uma morena muito bonita de rosto, não tem muitos peitos, mas tem uma bunda bem grande e carnuda. O corpo já mostra a idade, mas nunca deixei de bater uma pensando nela.
Naquele Natal, nos reunimos como sempre cedo, minha outra cunhada prepara o churrasco, comemos com meus sogros, minhas cunhadas e seus maridos e filhos numa boa. Entre vinho e fernet a noite passa normal como sempre, morrendo de rir.
Já de noite, um pouco bêbados todos, e as crianças começando a cair uma a uma em suas camas, saímos todos pra sentar no pátio, colocar música e continuar bebendo.
Lá pelas 4 da manhã (meus sogros já dormiam), o marido da minha cunhada começa a encher o saco pra fumar um. Ele cultiva flores, e já é quase clássico que de noite nas festas, a gente se junta com minhas cunhadas e maridos, e fuma um enquanto joga truco, ouve música, e continua bebendo. Depois de convencer uma das minhas cunhadas que é bem careta, pinto o charuto e fumamos todos uns dois tragos.
Ficamos dançando e bebendo vinho até quase de manhã.
Como na casa da minha sogra não tinha espaço pra mim, minha mulher e meus filhos, fomos dormir na casa da Florença.
A casa dela tem dois quartos: o dela e do marido, que é num mezanino, e o das crianças, que fica embaixo... foi lá que fomos dormir.
Até aí tudo normal... Umas 9 da manhã, acordo com uma vontade do caralho de mijar. Ainda muito bêbado e meio chapado, levantei e fui pro banheiro. Entrei, sentei pra mijar porque não queria nem fazer força pra ficar em pé e completei o ato. Terminando, enquanto dava uma olhada no banheiro, vejo o cesto com roupa suja. Eu, meio doidão, levantei pra lavar as mãos e vejo uma calcinha preta com bolinhas em cima (era horrível, sinceramente), mas ao pensar que tinha estado em contato com o corpo da minha cunhada, me excitei na hora. Fui até o cesto, peguei a calcinha fio dental e vi que na parte de baixo, digamos, tinha uma manchinha branca. Como muitos de nós já devem ter feito, levei a calcinha ao nariz e respirei fundo, imaginando o cheirinho da buceta dela.
O pau começou a endurecer na hora, então aproveitei a solidão da manhã (já que tínhamos deitado há só umas horas), apaguei a luz e sentei no vaso, calcinha na mão, levando ela ao nariz com uma mão, enquanto com a outra eu mexia na cabeça do pau, já durasso pra caralho.
Não sei vocês, mas eu, estando louco e bêbado, fico três vezes mais excitado, então tava me acabando de tesão... Continuei um tempo sentado, batendo uma, e num momento levantei, apoiando a cabeça na parede e apontando o pau pro vaso pra gozar ali mesmo, e foda-se.
Já quase terminando e com a calcinha que eu mal sentia o cheiro, ouço a porta abrir. Entre a bebedeira que tava, não sabia o que largar primeiro: se a calcinha da minha cunhada, se guardar o pau na cueca, se sentar no vaso... Hinodoro... questão é que não fiz nenhuma das três, e me virei assustado pra ver quem era... e sim, minha cunhada tava atrás de mim, toda dormindo, com o vestidinho velho que ela sempre usava pra dormir.
Quase morri de vergonha, não sabia nem o que falar pra ela, nem como olhar, horrível. Ela ficou me encarando com cara de quem não tava entendendo muito, olhando nos meus olhos, minha mão com a calcinha dela e a outra mão tampando o impossível... o pau durasso.
Ela falou "o que cê tá fazendo, cunhado?", com uma voz entre surpresa e excitada pela situação... Fiquei muito vermelho, tava passando um baita sufoco... e falei "não sei, Flor, sei lá... tô doidão" e apontei pra porta.
Ela ficou parada, não fez nenhum som. No caminho do banheiro até a porta (só uns passos) não falamos nada. Quando tava saindo, pensando que merda ia falar ou fazer no outro dia quando acordasse, ou se contasse pra minha namorada como é que ia explicar, ela falou "para, não vai, vem cá e me conta que merda cê tava fazendo"...
Tentei escapar daquela situação desconfortável, mas falei "olha, sinceramente, entrei pra mijar, vi a roupa, que tava sua calcinha... me chamou atenção, peguei, olhei, cheirei, e fiquei excitado. Tô muito bêbado, foi na hora e fiz, desculpa, você não tinha que ver isso".
Enquanto contava, com toda a vergonha do mundo, notei que minha cunhada não tava nem um pouco horrorizada, também não tava rindo nem nada, mas ficou ali olhando, enquanto eu falava de cueca com o pau duro.
"não sabia que você era tão nojento assim, cunhado" ela falou quando reagiu... não respondi nada, fiquei calado esperando ela sair um pouco pra eu poder ir embora e pensar como ia disfarçar no outro dia.
Quando já tava passando por ela pra ir pro quarto, inesperadamente ela disse: "O que te excita na minha calcinha suja, cara? Cê gosta de cheirar calcinha suja? Olha que nojento você acabou sendo... Diz que me pegou num bom momento, senão era pra te matar, hein..."
Depois que terminou essa frase, ela sorriu com uma cara... Fez uma careta de cumplicidade e disse: "essa aí eu tirei faz 2 dias, pega esta que o cheiro tá mais fresquinho"... e sem pensar um segundo, enfiou as duas mãos por baixo do vestido e tirou a tanga. Era azul turquesa, um pouco mais nova do que a que eu tinha pegado antes. Tava quentinha e meio molhada. Fiquei paralisado, com a tanga na mão, olhando pra ela... ela disse: "vai, cheira ela pra ver o que acha". Já tava puta que pariu de tesão pela situação, levei a tanga ao nariz sentindo o suco da buceta dela, e quase pulou a pica do meu cuecão. "Tá gostando?" ela perguntou...
Não respondi nada, e continuei cheirando ela com a maior cara de punheteiro. Baixei a mão e comecei a apertar a cabeça da pica, ela olhou pra baixo e ficou me observando, vendo o que eu tava fazendo. Sentou no vaso e disse: "olha só que pervertido que você é, cunhado", sorrindo e claramente excitada.
Já com a pica completamente dura na mão, minha cunhada começou a se tocar na buceta me olhando... e na sequência completou: "você gosta de chegar calcinha? por que não vem aqui e cheira minha buceta que você deixou toda molhada?".
Sem nenhum escrúpulo, joguei a tanga pra escanteio, me ajoelhei na frente do vaso, e com a cabeça segura pelas mãos dela, enfiei o nariz na pussy, passando a língua por todo lado.
Ela tava gozando como uma louca, não conseguia parar as pernas de tanto que eu tava chupando ela, continuei chupando ela toda de cima pra baixo, até que ela me agarrou pela cabeça, me levantou, me beijou de boca aberta, e com as mãos começou a me punhetar. Eu já tava em êxtase, não acreditava... me levantei de vez, e ela levou a pica na boca com uma qualidade inexplicável. Começou a passar a língua na cabeça da pica, até enfiar ela toda pra dentro, já com um tesão igual ao meu... enquanto tava no vaso chupando ela como uma louca, pegou a tanga do chão, passou ela na pussy toda, e me deu pra eu cheirar enquanto ela me chupava toda. Isso me matou, a garota era mais tarada ainda. E aí... Continuei chupando ela, até que não aguentei mais e falei que ia encher a boca dela de porra se continuasse assim, e ela respondeu: "é isso que eu tô esperando, cunhada, tô morrendo de vontade de comer sua porra faz tempo, goza toda na minha boca"... Passaram uns 2 minutos desde que ela falou isso, me olhando de baixo, molhando a calcinha de vez em quando pra eu sentir o cheiro, até que segurei a cabeça dela bem forte, enfiei até o fundo, e descarreguei quase 10 anos de vontade que eu tinha dela toda na boca dela, e um pouco mais na cara e nos peitos. Ela levantou toda melada, lavou um pouco o rosto, os peitinhos e a boca... tirou a calcinha da minha mão, segurou meu ombro pra se equilibrar enquanto vestia, me deu um beijo na bochecha e falou: "vai descansar que é tarde, cunhada"... Saiu do banheiro e subiu pro quarto dela, com o marido.https://66.media.tumblr.com/9281a8cb911132a4a8f2a053931d9f91/tumblr_ocuayqNVPA1vf0ogxo1_500.jpg
14 comentários - Natal na casa da minha cunhada
Ojalá vengan más y con alguna fotito