Amigo Amante 5...

Na terça-feira, saindo do escritório, recebo uma mensagem da Paula: "Precisamos conversar". Um suor frio escorre pela minha testa quando ligo pra ela e percebo que ela tá seca e distante, mas insistindo pra gente se ver "pra conversar".
Já era, é a primeira coisa que passa pela minha cabeça. Ela descobriu a minha parada com o Diego e tá me chamando pra fazer barraco. O pior dos meus pesadelos tá prestes a se realizar.
O que ela sabe? O que vai me dizer? Como descobriu? São todas perguntas que vou fazendo, já temendo o pior quando ela estiver na minha frente.
Combinamos de nos ver no Starbucks da Coronel Díaz, que coincidência, o mesmo onde encontrei o Diego no dia que fizemos nossa estreia no "Pelicano". Quando chego, ela tá me esperando na porta, fumando um cigarro nervosa.
-O que foi?- pergunto preocupada.
-Vem, vamos entrar- ela diz, jogando o cigarro fora e me pegando pelo braço.
-Pede um "Latte" pra mim- ela fala enquanto vai sentar numa das mesas.
Peço o "Latte" pra ela, um café pra mim e vou até onde ela tá. Espero que ela não tenha a brilhante ideia de jogar o "Latte" na minha cara, penso, já que sinto o copo quente demais.
-O que foi? Tá me preocupando, gata- falo, vendo as nuvens mais escuras e ameaçadoras se formarem sobre minha cabeça.
-O Diego tá me traindo- ela solta assim, sem anestesia.
-O quê?!- finjo surpresa.
-Ele tá comendo outra gostosa- ela esclarece, como se precisasse.
-Diego? Acho que não, tem certeza?- pergunto, toda hipócrita.
-Eu vi as marcas, sua burra, os chupões no pescoço e arranhões nas costas- ela confirma.
-Não foi você que fez?- tento confundir ela.
-Nem fodendo, isso é coisa de amante- ela garante.
As marcas fui eu que fiz, num impulso, mas agora já tava me arrependendo.
-E você perguntou pra ele?-
-Sim, mas ele nega, fala que eu sou louca, que fez jogando futebol-
-Pode ser, né?-
-Isso é marca de puta, pode ter certeza- ela insiste.
-Não sei o que te dizer, não me Imagino o Diego te botando chifre, e ele te adora!
— Sim, ele me adora, mas se uma gostosa abrir as pernas pra ele, adoração nenhuma vale — ela lamenta.
— Você me deixou sem palavras, não sei o que fazer ou dizer, talvez eu possa perguntar ao M... (meu marido) se ele sabe ou...
— Já perguntei — ela me interrompe.
Engulo seco...
— E o que ele disse?
— Nada, que ele continua o mesmo de sempre, o que mais ele vai me dizer? Amigo sempre cobre amigo —
Então meu marido já sabe que Diego tá botando chifre na mulher dele. Tá cada vez pior. Pra não me alongar muito, tento consolar minha amiga da melhor forma que posso, me sentindo o maior lixo do mundo. A "destruidora de lares" sem consciência nem empatia.
Queria sair correndo e enfiar a cabeça debaixo do travesseiro da minha cama e não tirar até a tempestade passar.
Era a primeira vez que eu tava assim, cara a cara, com a mulher de um dos meus amantes. Já comi maridos e namorados de várias amigas, mas nenhuma era tão próxima quanto a Paula. Dava pra sentir a dor dela, a raiva e a impotência, e saber que eu era a culpada pelo sofrimento dela me fazia sentir a pior pessoa do mundo.
Me partia a alma ver ela daquele jeito, destruída, convencida de que o casamento dela, a vida que ela levava até agora, tinha acabado. E tudo por minha culpa!
— Não pode ser tão filho da puta... — ela repetia entre lágrimas, quase tendo um treco.
Não dava pra deixar ela assim, feita um trapo. Mesmo que ela ainda parecesse não saber, eu era a responsável pelo estado dela, então nada do que eu fizesse ou dissesse parecia suficiente. Então levei ela comigo pra minha casa, preparei uns mates, dando o apoio que ela tanto precisava naquele momento... sim, justo eu, a amante do marido.
Sou o pior tipo de pessoa, eu sei, mas o que mais eu posso fazer? Tô num momento crucial da minha vida, se a Paula descobrir que sou a outra, aí é a minha vida que vai desabar. Por isso preciso ficar perto dela, pra me adiantar a qualquer suspeita.
De noite, na Cena, conto pro meu marido o que aconteceu e pergunto se ele sabe de algo. Decido contar porque foi a própria Paula que contou pra ele quando ligou.
Ele me diz que não é a primeira vez que o Diego mete chifre na Paula, que ele sempre conta as aventuras dele, mas que dessa vez ele guardou bem escondido, porque não soltava uma palavra.
— Outra noite, ele até faltou no jogo, e olha que ele é daqueles que nunca perde — ele completa, como se fosse a prova definitiva da traição — Quando perguntei o que tinha rolado, ele disse que surgiu um imprevisto, mas pra mim ele tava com a outra.
Tento disfarçar o impacto do que ele tá falando, porque aquela noite ele tava comigo, me comendo no tanque. — Haha, até perguntei quantas ele tinha metido, e ele disse que não deu pra contar — ele ri.
Acho que não ia achar tanta graça se soubesse que ele meteu em mim.
No dia seguinte, quarta-feira, ligo pro Diego, conto o que tá rolando e insisto pra gente parar.
— A gente tem que parar por aqui, antes que complique mais — falo quase implorando.
Ele não concorda, jura que as melhores gozadas foram comigo e que por nada nesse mundo vai abrir mão desse prazer. Eu também não quero abrir mão desses momentos lindos que a gente passa junto, mas o risco é grande demais. Amo meu marido, amo minha família, e não quero perder eles.
A gente combina de se ver e conversar pessoalmente. E conversar, a gente conversa, mas... mais uma vez a gente acaba no "Pelicano".
— Essa tem que ser a última, Diego, a gente não pode continuar se vendo assim — falo enquanto entramos no quarto.
— Se vai ser a última, vamos fazer valer a pena — ele diz, me envolvendo nos braços e me beijando com paixão e loucura.
Meu corpo inteiro treme quando sinto ele, sei que deveria me sentir mal pela minha amiga, por sacanear ela desse jeito, mas não consigo. Naquele momento é como se eu não tivesse consciência, tudo que pensei, que me martirizei, que me disse uma e mil vezes, se desvanece diante desse novo arroubo de luxúria.
Combinando com o momento, a gente tinha pedido um quarto com hidro. Então a gente se pelou e entrou na água morna e borbulhante. A gente se beija, se acaricia, mete a mão em tudo quanto é lugar, chupando, mordendo quase com fúria. Por baixo das bolhas, pego na pica dele e masturbo com gosto, sentindo as veias quase estourando.

O amor é mais forte, dizem, mas no meu caso, o tesão é muito mais. Porque eu tô com tesão, em chamas, a ponto de me incendiar por esse macho que tá botando minha vida toda em xeque.

Pressentindo meus desejos, Diego sai da água e senta na borda do hidro. Me ajeitando entre as pernas dele, ainda com o corpo na água, chupo a pica dele como se não houvesse amanhã, tentando prender no meu paladar aquele gosto que já se tornou tão meu. Gosto de homem, de macho, de amante.

Adoro sentir ela pulsando na palma da minha língua, vibrando entre minhas amígdalas, inchando e ficando molhada entre meus lábios.

Diego me pega pelos braços, me levanta e me beija.
— Nunca chuparam minha pica assim — ele fala.
— Assim como? — pergunto curiosa.
— Com tanta vontade — ele confirma, fascinado.
— É que eu gosto da sua pica — falo e enfio ela de novo na boca, enterrando até a traqueia, fazendo barulhinhos de engasgo, mas sem tentar tirar.

Saímos do hidro e, assim, molhados e com tesão, a gente se joga na cama, se beijando sem parar, se percorrendo com as mãos, como se quiséssemos guardar nelas a lembrança dos nossos corpos.

A mão de Diego desce pelas minhas costas e, chegando na minha bunda, enfia um dedo no meu cu, bem fundo, me dando um choque que sacode até a alma. A gente rola um sobre o outro, ele fica por cima, a pica balançando de um lado pro outro, ameaçadora e inquieta.

Ele faz menção de pegar as camisinhas que estão em cima da mesa, mas eu paro ele.
— Vamos fazer valer a pena — falo, repetindo como um mantra as mesmas palavras dele. palavras.
Diego sorri, me beija e mete em carne viva, arrancando das minhas entranhas um grito de puro prazer. Com ele dentro, enrolo as pernas na cintura dele e seguro ele ali, bem cravado, pulsando dentro de mim. A gente se mexe junto, transando, se beijando, fazendo amor com o corpo e com a alma, sentindo o mundo sumir ao nosso redor. Só existe "Pelicano" e essa bolha onde a gente tá imerso, nosso lugar secreto, o refúgio clandestino de dois amantes desesperados.
A gente goza junto, mergulhando numa agonia deliciosa. O leite dele explode dentro de mim, sinto a força e o ímpeto da masculinidade dele se derramando no meu interior. Abraço ele e beijo com ainda mais vontade, me deixando encher até o mais íntimo, curtindo essa fervura que queima minhas entranhas.
-Queria ficar aqui pra sempre- ele fala, se virando de lado.
-Nada me daria mais prazer do que ser sua, Diego, mas... a gente tem nossos parceiros, nossas famílias, mesmo que a gente não queira, isso tem que acabar- falo, com uma certa tristeza.
-Não entendo por que a gente não pode continuar como até agora- ele resiste, feito um criança birrenta.
-Paula já percebeu que você tá botando chifre nela, meu marido também desconfia de algo, o que você quer? Que a gente pare quando nos descobrirem?- insisto.
-Melhor, assim a gente pode ficar junto- ele fala como se fôssemos os protagonistas de uma novela meia-boca da tarde.
-Diego, eu amo meu marido e sei que você ama a Paula, a gente... a gente se dá bem na cama, só isso, não confunde sexo com amor- tento explicar.
-Mas é um sexo incrível!- ele exclama, pegando minhas mãos e me colocando em cima dele.
-O melhor!- concordo com o mesmo entusiasmo.
Pego a pica dele, que já tá dura de novo, e esfrego ela por cima da minha buceta, sentindo aquela ardência que me cega e enlouquece.
Molho ela com o fluxo que sai de dentro de mim e vou enfiando aos poucos, primeiro a cabeça, grossa e pulsante, e depois o resto, soltando um suspiro profundo e rouco ao tê-la toda dentro de mim. Diego me segura pela cintura e se move por baixo, enfiando até o talo, entrando e saindo por inteiro, me fazendo pular e vibrar em volta dessa ferramenta magnífica da qual já dói me despedir.

Quando ele para, me deito sobre o corpo dele e ofereço meus peitos pra ele chupar, pra ele se lambuzar com eles. Meus bicos estão duros como pedra, até doem quando ele morde, mas eu seguro qualquer careta de dor e deixo chupar, lamber e morder o quanto ele quiser.

Dou um beijo na boca dele e, arqueando as costas, agora sou eu quem se move, pra cima e pra baixo, enfiando toda essa bela cock bem até os ovos.

— Ahhhhhh..., ahhhhhh..., ahhhhhhh...! — eu ofego no ritmo da cavalgada, levando as mãos aos peitos e apertando eles, sentindo eles duros e quentes, até maiores que o normal.

A cock do Diego já faz parte do meu corpo, da minha alma, do meu tudo, ficar sem ela vai ser como arrancar um pedaço da minha vida, mas não vejo outra saída. A alternativa é muito pior.

Tô no auge da cum, me molhando com gosto, tremendo e me estremecendo, quando ele tira da minha pussy e, depois de passar ela por toda a racha, começa a cutucar meu cu. Um empurrãozinho suave e... Ahhhhhhh...! Ele enche ele de carne dura, quente e escorregadia. Aproveitando aquele momento de indefensão que sempre vem depois de uma foda, ele me agarra pela cintura e entra metendo com tudo, batendo contra minha bunda... PLAF... PLAF... PLAF!, me submetendo a uma deliciosa e gratificante fuck.

— É sério que você não quer mais que a gente se veja? — ele pergunta entre uma metida e outra, finalizando cada enfiada com um empurrãozinho extra que me faz pular e gritar como se ele estivesse me empalando até a garganta.

Me perguntar isso bem nessa hora, enquanto me faz gozar como uma sexy girl, é como perguntar pra uma criança se ela não quer mais caramelos. Se dependesse de mim, iria com ele pra qualquer lugar, pra foder dia e noite, mas não somos só nós. Tem a esposa dele, meu marido, meu filho... não tem como a gente ficar junto.
Antes de acabar, saio do empalamento anal e enfio de novo na minha buceta. Adoro sentir ela ali, pulsando, ocupando o lugar que merece e que soube conquistar apesar das minhas reservas iniciais. Sei que falo isso direto com caras diferentes, mas é como se essa pica tivesse sido feita pra me preencher, pra satisfazer não só meu corpo, mas também minha alma.
Me movo pra cima e pra baixo, em círculos, pros lados, pra sentir ainda mais nitidamente, me deixando envolver por essas sensações magníficas que me aproximam cada vez mais do Céu.
Já no final, sentindo os tremores calmos dele, me levanto e, me jogando sobre ele, chupo a pica dele. Quero fazer o que a Paula não faz, engolir o gozo dele, saborear e guardar o gosto em algum lugar escondido da minha memória.
Continuo então com a fricção que minha buceta deixou pendente, mas agora com a boca, chupando até os pelos, sentindo em cada veia essa ebulição que promete uma gozada generosa.
Mais umas chupadas e o gozo começa a jorrar sem nenhuma contenção, me afogando com a efusividade e abundância. Engulo tudo, segurando alguns engasgos causados pela quantidade e grossura da descarga.
Entre suspiros relaxados, Diego acaricia minha cabeça, sei o quanto ele adora que eu babo na essência dele, então não me afasto até que ele tenha dado até a última gota. Seguro um pouco na boca, saboreio como o elixir gostoso que é e engulo com um barulho alto na garganta.
— Uffffffff..., Mariela, se eu não fosse casado, casava com você! — ele fala, como um elogio.
— E você não se importaria de ser corno? — pergunto, limpando o canto dos lábios com as costas da mão.
— Me enfeita o quanto quiser, desde que você seja essa puta comigo, não teria nenhum drama - ela me garante.
Acho que meu marido não diria o mesmo, penso.
Um pouco mais tarde, enquanto tomamos banho juntos, ela me faz a mesma e insistente pergunta de novo:
- Sério que você não quer mais que a gente se veja?
Beijo ela com paixão e pressa.
- Não tem outro jeito, Diego -
Minha resposta não soa muito convincente, mas é o que eu penso. Meu casamento, minha família, é o farol que ilumina minha vida e não quero me afastar dessa luz sem a qual estaria perdida.
Amo o Diego, mas amo muito mais meu marido e meu filho, não gostaria de ter que escolher, mas se for preciso, escolho quem me permite ser esposa e mãe. A amante por enquanto vai ter que esperar.

21 comentários - Amigo Amante 5...

Excelente!!
Es momento de elejir la familia.
Gran relato
Besos
Gracias... la verdad es que lo de Diego me complicaba la vida...
celta05 +1
Pocas mujeres pueden ser putas y SEÑORAS al mismo tiempo. Son las que le dan sentido a la vida y felices aquellos que nos hemos casado con una (y mas felices si tuvimos otra como amante. Que no se queje tu amigo, tocó el cielo con las manos. La misma mina que lo volvió loco en la cama le cuida a su familia.
Gracias... por lo de PUTA y SEÑORA... jaja
Exelente Marita siempre me dejas al palo con tus aventuras. Es dificil dejar algo que te hace bien!!!
Muy buen Relato Marita, como siempre, impecable. Agrego ptos
No podes cagar a tu amiga con el marido muy bajo.
Es lo peor que me pudo pasar, si leíste bien el relato te darás cuenta de como me sentí, por eso la corté... pero bueno, fue algo que se dio y no que haya buscado....
Excelenteeeee.. sos lo mas como escritora. Mis 10 puntines de rigor
Gracias...
@maritainfiel Consulta x si no entendí!!! La pija, sin forro, pasó del culo a la conchita???? Sabes que eso está mal, no??
Muy pocos codigos con tu "mejor" amiga y si los tenes blanquealo y banca la que venga eso hablaria bien de vos
Ya la corté, es lo mejor... si lees como empezó la relación te vas a dar cuenta que no lo busque, pero una vez metida en eso ya no pude parar... soy puta nano, los códigos se me olvidan en la cama...
nano652 +1
@maritainfiel si te entiendo, pero creo arriesgaste mucho por un polvo mira que hay pijas, che a todo esto tu compañera de laburo como sigue, y tu otra amiga con la que te enfiestaste, ja un poco mas de levante lesbicos jaja
juste
Siempre termina así esto, resignamos lo q queremos hacer por lo q tenemos q hacer, una lastima pero quien te quita lo vivido no?
Como siempre exelente tus relatos y sobre todo poniendo en claro que te gusta el sexo pero siempre tu familia primero. Te sigo hace mucho y se que no es la primera vez que lo haces.
muy real, muy vivido, menuda encrucijada, pero seguramente encontrarás con quien comportarte como lo putita que sos
Buen relato!
Hay cosas q uno no tienen porq perder, como sentimientos a sus amigos, familia. Y menos los códigos!
Amar a un amante ya es mucho.
Hoy en día la sociedad cambio, se puede ser swinger, etc.
Pero como siempre muy buen relato! Gracias Marita
Marita carajoooo bravooooo que genia que sos Dios mio como me gustaria conocerte aunque sea unos minutos para felicitarte en persona por los relatos hermsos que escribis besos
Las que van al bronce querida:

"Me gusta sentirla latiendo en la palma de mi lengua, vibrando entre mis amígdalas, hinchándose y humedeciéndose entre mis labios."

"...me besa y me la mete en carne viva, arrancándome de las entrañas un grito de puro placer."

"Su leche explota dentro de mí, siento la fuerza y el ímpetu de su hombría derramándose en mi interior."

"...tras paseármela por toda la raya, empieza a puntearme el culo. Un suave empujón y..., ¡Ahhhhhhhhh...!, me lo llena de carne dura, caliente y resbalosa."

"...entra a darme con todo, retumbando contra mis nalgas..., ¡PLAF... PLAF... PLAF!, sometiéndome a una deliciosa y gratificante culeada."

"Unas pocas chupadas mas y la leche empieza a brotar sin contención alguna, ahogándome con su efusividad y abundancia. Me trago todo..."
[/i]

Que buena despedida la que te mandaste con tu "amigo" Diego linda, y de paso te sacas un tremendo problemón de encima querida, y está muy bien, y eso de[/i] "...nosotros nos llevamos bien en la cama, solo eso..."[/i]es tan verdad a veces, pero esas parejas llenan una parte MUY IMPORTANTE en nuestras vidas, y se meten definitivamente en nuestro corazón, lo sé por experiencia...jajaja.
Esta última parte del relato te retrata de cuerpo entero como persona, como ser humano

[/i]"Mi respuesta no suena muy convincente, pero es lo que pienso. Mi matrimonio, mi familia, es el faro que alumbra mi vida y no quiero alejarme de esa luz sin la cual estaría perdida.
Amo a Diego pero mucho mas amo a mi marido y a mi hijo, no quisiera tener que elegir, pero si he de hacerlo, elijo a quienes me permiten ser esposa y madre. La amante por ahora tendrá que esperar."
[/i]
Grandioso relato querida amiga, ME ENCANTO, siempre te superas a ti misma con tus "garche-aventuras"...FELICITACIONES!!
Muy buen trabajo linda, besos y abrazos amiga!!💋
LEO
No me gusto tanto como otros, que te garche en tu propia casa le da más morbo
Que putita sos Marieta. Cuálquiera tendría ganas de reventarte el.orto diariamente...
Que lindo relato. Tierno y pasional...me siento identificado x vivir la misma experiencia y con la misma intensidad. Besos que sigas bien
gran relato como siempre mariela cada dia escribis mejor

saludos Misko