Hoje foi um dia muito sensual, muito tarado ou como você quiser chamar. De manhã fui tomar café num restaurante onde atende uma garota muito gostosa. Ela é linda e muito sensual. Tem carinha de anjo, com uns olhos azul escuro que quando você olha fixamente parece que as pupilas brilham, os lábios são carnudos e com um formato muito bonito; parecidos com os da Angelina Jolie, não idênticos, mas parecidos, e um cabelo comprido que desce pelos ombros até uns centímetros acima da cintura. Como trabalha com comida, prende o cabelo numa trança, mas na testa caem duas franjas lindas... E além desse rosto tão lindo, ela tem um corpo muito bom também. Ela é magra, com peitos pequenos mas bem redondinhos e uma bunda pequena mas bem desenhada.
Ao vê-la ali hoje, só pensei numa imagem muito erótica. Imaginei ela de lingerie. Tudo começou quando, ao pegar meu pedido, ela foi andando pra cozinha pelo corredor. Eu vi ela, rebolando a bunda de um jeito sensual, inocente, suave... isso me excitou. Depois ela trouxe minha bebida e se abaixou na mesa, revelando um pouco - sem querer - a blusa, deixando eu ver um decote sensual. Por baixo da blusa, ela usava um sutiã liso, branco.
E depois que ela se abaixou assim, foi de novo pra cozinha. Eu vi ela rebolando de novo... pffs, foi aí que imaginei ela andando assim, mas de lingerie. Imaginei a bundinha redonda e pequena dela numa calcinha branca, com ligas até umas meias brancas e um sutiã branco com detalhes de renda. O que imaginei me deixou em êxtase.
Já à tarde, na praça, encontrei outra garota que também me esquenta. Essa é uma mina baixinha, de peitos grandes, pernas não muito longas mas torneadas, com uma bunda pequena. Ela usava uns sapatos de salto que valorizavam a silhueta, um jeans bem apertado que marcava a bunda e uma blusa florada que mostrava a forma dos peitos perfeitamente. Essa garota não vejo sempre, não é daqui. aqui; ela tem toda a cara de ser uma mina de algum rancho. Os lábios dela; pfff, que lábios. O jeito dela andar é inocente mas sensual. A gente se olhou umas duas vezes e parece que eu agrado ela... hoje não, ela não me olhou; mas mesmo assim serviu pra eu poder me deliciar admirando o corpo dela.
E faz só alguns minutos que eu vi uma terceira mina que me deixa... a mil. Essa mina é bem diferente das outras duas, as outras são mais meninas bonitinhas e inocentes. Mas essa, parece uma putinha safada. É cachorra pra caralho, tem peitos médios mas tem uma bunda que é um monumento e ainda balança ela de um jeito provocador, lindo...
Ela vinha pela calçada do outro lado e de frente pra mim. Bem quando eu ia abrir a porta da minha casa eu vi ela. Me fiz de besta esperando ela passar; pra ver a bunda dela. Ela passou bem do meu lado, sorriu. Parece que ela sacou que eu tava esperando ela passar pra ver a bunda dela... passou. Eu vi a bunda dela, ela tava com uma saia rosinha, marcava a calcinha e as nádegas se mexiam num ritmo impressionante, imaginei putaria com ela.
Deu vontade de falar uma sacanagem pra ela, dizer que ela tinha uma bunda linda. E pedir se ela deixava eu dar uma chupada nela.
Imaginei que ela falava que sim... e a gente ia pra algum lugar. Aí sem dizer nada ela me dava um beijo. E eu pegava ela pelas costas, descendo minha mão nas nádegas dela, depois de uns beijos descia pros peitos dela e com a mão já debaixo da saia eu acariciava a bucetinha dela... enquanto ela começava a gemer e com as mãos procurava meu pau, pegava por cima da calça jeans e balançava apertando forte e depois soltando, apertando e mexendo pros lados, tudo enquanto eu lambia o pescoço dela e passava a mão por dentro da calcinha, nas nádegas e depois tirava a calcinha pra tocar a buceta dela pelada. Ela tava depilada na navalha, sentia os pelos crescendo de pouquinho, ou seja, sentia um pouco áspero mas gostoso, senti como a buceta dela ao sentir meus carinhos "encrespava" e por cima A bucetinha dela tinha uma trilha de pelinhos pubianos que se arrepiavam um pouquinho.
Naquele êxtase, com a punheta que eu tava batendo, gozei. Dentro da calça jeans, e só de ela imaginar que tava rolando, gemeu gostoso pra caralho. E falou com uma voz super sensual:
— Queria ter chupado você, lambido sua coisa toda... enfiado na minha boca e você gozar dentro.
Mas claro, nada disso aconteceu, foi tudo imaginação minha, só isso. Ela só passou do meu lado, rebolou a bunda pra me deixar com vontade, e com isso, só isso, já me levou ao delírio.
J.R. 2016
Valeu por ler e comentar!
Ao vê-la ali hoje, só pensei numa imagem muito erótica. Imaginei ela de lingerie. Tudo começou quando, ao pegar meu pedido, ela foi andando pra cozinha pelo corredor. Eu vi ela, rebolando a bunda de um jeito sensual, inocente, suave... isso me excitou. Depois ela trouxe minha bebida e se abaixou na mesa, revelando um pouco - sem querer - a blusa, deixando eu ver um decote sensual. Por baixo da blusa, ela usava um sutiã liso, branco.
E depois que ela se abaixou assim, foi de novo pra cozinha. Eu vi ela rebolando de novo... pffs, foi aí que imaginei ela andando assim, mas de lingerie. Imaginei a bundinha redonda e pequena dela numa calcinha branca, com ligas até umas meias brancas e um sutiã branco com detalhes de renda. O que imaginei me deixou em êxtase.
Já à tarde, na praça, encontrei outra garota que também me esquenta. Essa é uma mina baixinha, de peitos grandes, pernas não muito longas mas torneadas, com uma bunda pequena. Ela usava uns sapatos de salto que valorizavam a silhueta, um jeans bem apertado que marcava a bunda e uma blusa florada que mostrava a forma dos peitos perfeitamente. Essa garota não vejo sempre, não é daqui. aqui; ela tem toda a cara de ser uma mina de algum rancho. Os lábios dela; pfff, que lábios. O jeito dela andar é inocente mas sensual. A gente se olhou umas duas vezes e parece que eu agrado ela... hoje não, ela não me olhou; mas mesmo assim serviu pra eu poder me deliciar admirando o corpo dela.
E faz só alguns minutos que eu vi uma terceira mina que me deixa... a mil. Essa mina é bem diferente das outras duas, as outras são mais meninas bonitinhas e inocentes. Mas essa, parece uma putinha safada. É cachorra pra caralho, tem peitos médios mas tem uma bunda que é um monumento e ainda balança ela de um jeito provocador, lindo...
Ela vinha pela calçada do outro lado e de frente pra mim. Bem quando eu ia abrir a porta da minha casa eu vi ela. Me fiz de besta esperando ela passar; pra ver a bunda dela. Ela passou bem do meu lado, sorriu. Parece que ela sacou que eu tava esperando ela passar pra ver a bunda dela... passou. Eu vi a bunda dela, ela tava com uma saia rosinha, marcava a calcinha e as nádegas se mexiam num ritmo impressionante, imaginei putaria com ela.
Deu vontade de falar uma sacanagem pra ela, dizer que ela tinha uma bunda linda. E pedir se ela deixava eu dar uma chupada nela.
Imaginei que ela falava que sim... e a gente ia pra algum lugar. Aí sem dizer nada ela me dava um beijo. E eu pegava ela pelas costas, descendo minha mão nas nádegas dela, depois de uns beijos descia pros peitos dela e com a mão já debaixo da saia eu acariciava a bucetinha dela... enquanto ela começava a gemer e com as mãos procurava meu pau, pegava por cima da calça jeans e balançava apertando forte e depois soltando, apertando e mexendo pros lados, tudo enquanto eu lambia o pescoço dela e passava a mão por dentro da calcinha, nas nádegas e depois tirava a calcinha pra tocar a buceta dela pelada. Ela tava depilada na navalha, sentia os pelos crescendo de pouquinho, ou seja, sentia um pouco áspero mas gostoso, senti como a buceta dela ao sentir meus carinhos "encrespava" e por cima A bucetinha dela tinha uma trilha de pelinhos pubianos que se arrepiavam um pouquinho.
Naquele êxtase, com a punheta que eu tava batendo, gozei. Dentro da calça jeans, e só de ela imaginar que tava rolando, gemeu gostoso pra caralho. E falou com uma voz super sensual:
— Queria ter chupado você, lambido sua coisa toda... enfiado na minha boca e você gozar dentro.
Mas claro, nada disso aconteceu, foi tudo imaginação minha, só isso. Ela só passou do meu lado, rebolou a bunda pra me deixar com vontade, e com isso, só isso, já me levou ao delírio.
J.R. 2016
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1 comentários - Até o delírio