A esposa do meu pai 2
Me deixaram com o carro na casa da mamãe, ela ficou encantada de me ver, beijos, abraços, e "como eu senti sua falta, meu filho".
Mamãe me disse que tinha pedido pro namorado não vir por 15 dias, que queria evitar problemas comigo.
— Mas não, mãe, eu me comportei que nem um selvagem; é sua casa, seu parceiro, como é que ele não vai ficar com a senhora? É seu companheiro — minha mãe me olhava entre surpresa e emocionada.
— Então não te incomoda se eu convidar ele?
— Chama ele já, mamãe, para de encher o saco...
Os 15 dias foram super de boa; durante o dia vinham amigos, videogame, computador, violão, a gente se divertiu pra caralho. De noite, depois do jantar, eu lavava a louça, de manhã fazia minha cama e arrumava meu quarto, minha mãe não acreditava, não levantei a voz nos 15 dias. Toda noite eu me despia e pensava na Deborah enquanto me masturbava, prolongava o momento de gozar, chegava no limite, segurava e começava de novo; até que em algum momento eu explodia sem conseguir me controlar.
Quando voltei pra casa do meu pai, minha mãe me deu um presente pra Deborah e um cartão. Que emoção quando vi a Deborah; ela estava gostosa como sempre, era sexta-feira e a gente ia sair pra jantar. Quando voltamos, ela me disse pra ficar ligado no quarto dela. Abriu a porta depois de um tempo, só de meia com liga, meu olhar era de cachorro no cio; daqueles que ela não gosta, mas a escuridão me protegia. Meu pai algemado na cama pelado, o pau dele duro apontando pra cima. Ela montou na cara dele, dando a buceta dela pra chupar de frente pra ele. Levava a mão direita pra trás e passava as unhas desde a base até a ponta do pau dele, meu pai parecia chupar com mais tesão quando ela fazia isso. Num momento, ela parou de acariciar ele com as unhas, levantou a cabeça e gemeu fundo enquanto acelerava o movimento da bacia dela no rosto do meu pai, ficou mais um pouco e se levantou, caminhou até a porta, pensei que ia fechar, mas saiu do quarto e veio na minha direção.
— Se despacha e Espera-me no banheiro.
Esperei por ela no banheiro, nu, quase tremendo de excitação. Ela entrou no banheiro vestindo um casaco que a cobria por completo. Mandou eu ficar em frente à pia, de frente para o espelho, com meu pau duro como pedra, bem na altura da pia. Ela ficou atrás de mim, bem perto.
— Primeiro de tudo, algo fundamental... em qualquer jogo sexual que a gente tiver... até o último dia que a gente tiver... nunca quero cruzar o teu olhar... olha para o chão... qualquer parte do meu corpo, fecha os olhos... mas nunca o meu olhar, porque esse será o fim do jogo... e um adiamento de qualquer tipo de jogo por um longo... longo tempo.
Além disso... a partir dessa nova fase... para suavizar um pouco a ousadia de estar assim nu e tão desafiador, só me chama de ama, nada de Debi.
— Sim, ama...
Ela chegou mais perto, a mão esquerda subiu pelo meu peito e com as unhas brincava suavemente com meu mamilo direito; a mão direita, ela colocou como uma concha e com as unhas percorria meu tronco, bem suave, bem devagar, eu gemia baixinho.
— Coitado do teu papi... faz uma semana que não deixo ele gozar... deixo ele me pegar ou bato uma pra ele como agora...
— Não sei, ama...
— O que você prefere...
— Que eu bata uma pra ele, ama...
— Você tem inveja dele me comer?
— Siiim, ama...
— Você é muito tarado... não consegue se segurar...
— Consigo sim, ama...
— Quer provar?
— Siiim, ama... — pensei que ela ia deixar eu penetrar ela.
Ela chegou perto da minha orelha; brincava com a língua e os dentes, as unhas da mão direita apertaram mais firme meu pau algumas vezes e, por mais que eu quisesse segurar, meu pau cuspia jatos de porra na risada da Deborah.
— Ha... ha... pobre pintinha... deixa tudo bem limpinho.
Ela tirou o casaco e foi andando de forma sensual para o quarto, sabendo que eu estava olhando; da porta, ela se virou, mandou um beijo e entrou no quarto dela.
Eu estava com tesão de novo, fui para meu quarto e me masturbei feito um louco; nada de segurar, mesmo assim não me senti aliviado.
No fim de semana... correu sem novidades; Na segunda, quando voltei da escola, a Deborah estava vestida com o piloto de sexta-feira.
– Depois que comer, se despe e fica no seu lugar...
– Sim, ama...
Comi rapidão, e logo já estava nu, ajoelhado sobre a almofada.
Ela apareceu um pouco depois com a bebê, vestida só com as meias de liga; sentou no sofá e deu de mamar pra neném, eu tava extremamente excitado, com vontade de pegar ela quase que nem um selvagem. Ela foi levar a menina e, quando voltou, começou a passar creme no corpo todo, como se eu nem existisse. Foi pro quarto e voltou andando de um jeito sensual; calçou uns sapatos de salto alto, antes tava descalça, tinha uma espécie de chicote ou bastão comprido e fino, era rígido, chegou perto de mim e começou a andar ao meu redor, passando o chicote suavemente pelas minhas costas, meu peito, meus glúteos.
– Sexta-feira você se masturbou de novo, né?
– Sim, ama...
– E bateu uma que nem um macaco, violentamente... e gozou que nem um pobre coitado se masturbando... se sentindo furioso e vazio...
– Sim, ama, como cê sabe?
– Por alguma coisa eu sou sua ama...
Adorei que ela disse que era minha ama, me deu um senso de pertencimento, eu era algo dela.
– E agora há pouco, enquanto eu dava de mamar pra sua irmãzinha e passava creme... você tava que nem um cachorro selvagem, esperando a hora de pular na sua presa, se segurando, aguentando pra não pular em cima de mim e me pegar que nem um macho possessivo...
Abaissei a cabeça meio com vergonha. Ela me deu uns tapas mais fortes na bunda.
– Bate uma... quero que você sinta a experiência... vai... – comecei a bater uma violentamente, mas óbvio que não precisei de mais que umas duas sacudidas pra chegar lá.
– É... sentiu o vazio que um cachorro raivoso sente, incapaz de satisfazer sua ama... vamos suspender seu aprendizado até você conseguir se aproximar de mim de outro jeito... quando sentir que é um broxinha e não um comedor... eu poderia te educar desse jeito que você tá... mas sua soberba vai despertar minha raiva e vou te transformar num gozador precoce. Precoce... e isso não é educação... quando você se aproximar de mim e eu puder ler a palavra "rendição" na sua testa, aí a gente continua... nesse dia, nu e de joelhos... que é o lugar de um pijotinha... agora limpa tudo e vai estudar.Vídeo lindohttp://embed.redtube.com/player/?id
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Me deixaram com o carro na casa da mamãe, ela ficou encantada de me ver, beijos, abraços, e "como eu senti sua falta, meu filho".
Mamãe me disse que tinha pedido pro namorado não vir por 15 dias, que queria evitar problemas comigo.
— Mas não, mãe, eu me comportei que nem um selvagem; é sua casa, seu parceiro, como é que ele não vai ficar com a senhora? É seu companheiro — minha mãe me olhava entre surpresa e emocionada.
— Então não te incomoda se eu convidar ele?
— Chama ele já, mamãe, para de encher o saco...
Os 15 dias foram super de boa; durante o dia vinham amigos, videogame, computador, violão, a gente se divertiu pra caralho. De noite, depois do jantar, eu lavava a louça, de manhã fazia minha cama e arrumava meu quarto, minha mãe não acreditava, não levantei a voz nos 15 dias. Toda noite eu me despia e pensava na Deborah enquanto me masturbava, prolongava o momento de gozar, chegava no limite, segurava e começava de novo; até que em algum momento eu explodia sem conseguir me controlar.
Quando voltei pra casa do meu pai, minha mãe me deu um presente pra Deborah e um cartão. Que emoção quando vi a Deborah; ela estava gostosa como sempre, era sexta-feira e a gente ia sair pra jantar. Quando voltamos, ela me disse pra ficar ligado no quarto dela. Abriu a porta depois de um tempo, só de meia com liga, meu olhar era de cachorro no cio; daqueles que ela não gosta, mas a escuridão me protegia. Meu pai algemado na cama pelado, o pau dele duro apontando pra cima. Ela montou na cara dele, dando a buceta dela pra chupar de frente pra ele. Levava a mão direita pra trás e passava as unhas desde a base até a ponta do pau dele, meu pai parecia chupar com mais tesão quando ela fazia isso. Num momento, ela parou de acariciar ele com as unhas, levantou a cabeça e gemeu fundo enquanto acelerava o movimento da bacia dela no rosto do meu pai, ficou mais um pouco e se levantou, caminhou até a porta, pensei que ia fechar, mas saiu do quarto e veio na minha direção.
— Se despacha e Espera-me no banheiro.
Esperei por ela no banheiro, nu, quase tremendo de excitação. Ela entrou no banheiro vestindo um casaco que a cobria por completo. Mandou eu ficar em frente à pia, de frente para o espelho, com meu pau duro como pedra, bem na altura da pia. Ela ficou atrás de mim, bem perto.
— Primeiro de tudo, algo fundamental... em qualquer jogo sexual que a gente tiver... até o último dia que a gente tiver... nunca quero cruzar o teu olhar... olha para o chão... qualquer parte do meu corpo, fecha os olhos... mas nunca o meu olhar, porque esse será o fim do jogo... e um adiamento de qualquer tipo de jogo por um longo... longo tempo.
Além disso... a partir dessa nova fase... para suavizar um pouco a ousadia de estar assim nu e tão desafiador, só me chama de ama, nada de Debi.
— Sim, ama...
Ela chegou mais perto, a mão esquerda subiu pelo meu peito e com as unhas brincava suavemente com meu mamilo direito; a mão direita, ela colocou como uma concha e com as unhas percorria meu tronco, bem suave, bem devagar, eu gemia baixinho.
— Coitado do teu papi... faz uma semana que não deixo ele gozar... deixo ele me pegar ou bato uma pra ele como agora...
— Não sei, ama...
— O que você prefere...
— Que eu bata uma pra ele, ama...
— Você tem inveja dele me comer?
— Siiim, ama...
— Você é muito tarado... não consegue se segurar...
— Consigo sim, ama...
— Quer provar?
— Siiim, ama... — pensei que ela ia deixar eu penetrar ela.
Ela chegou perto da minha orelha; brincava com a língua e os dentes, as unhas da mão direita apertaram mais firme meu pau algumas vezes e, por mais que eu quisesse segurar, meu pau cuspia jatos de porra na risada da Deborah.
— Ha... ha... pobre pintinha... deixa tudo bem limpinho.
Ela tirou o casaco e foi andando de forma sensual para o quarto, sabendo que eu estava olhando; da porta, ela se virou, mandou um beijo e entrou no quarto dela.
Eu estava com tesão de novo, fui para meu quarto e me masturbei feito um louco; nada de segurar, mesmo assim não me senti aliviado.
No fim de semana... correu sem novidades; Na segunda, quando voltei da escola, a Deborah estava vestida com o piloto de sexta-feira.
– Depois que comer, se despe e fica no seu lugar...
– Sim, ama...
Comi rapidão, e logo já estava nu, ajoelhado sobre a almofada.
Ela apareceu um pouco depois com a bebê, vestida só com as meias de liga; sentou no sofá e deu de mamar pra neném, eu tava extremamente excitado, com vontade de pegar ela quase que nem um selvagem. Ela foi levar a menina e, quando voltou, começou a passar creme no corpo todo, como se eu nem existisse. Foi pro quarto e voltou andando de um jeito sensual; calçou uns sapatos de salto alto, antes tava descalça, tinha uma espécie de chicote ou bastão comprido e fino, era rígido, chegou perto de mim e começou a andar ao meu redor, passando o chicote suavemente pelas minhas costas, meu peito, meus glúteos.
– Sexta-feira você se masturbou de novo, né?
– Sim, ama...
– E bateu uma que nem um macaco, violentamente... e gozou que nem um pobre coitado se masturbando... se sentindo furioso e vazio...
– Sim, ama, como cê sabe?
– Por alguma coisa eu sou sua ama...
Adorei que ela disse que era minha ama, me deu um senso de pertencimento, eu era algo dela.
– E agora há pouco, enquanto eu dava de mamar pra sua irmãzinha e passava creme... você tava que nem um cachorro selvagem, esperando a hora de pular na sua presa, se segurando, aguentando pra não pular em cima de mim e me pegar que nem um macho possessivo...
Abaissei a cabeça meio com vergonha. Ela me deu uns tapas mais fortes na bunda.
– Bate uma... quero que você sinta a experiência... vai... – comecei a bater uma violentamente, mas óbvio que não precisei de mais que umas duas sacudidas pra chegar lá.
– É... sentiu o vazio que um cachorro raivoso sente, incapaz de satisfazer sua ama... vamos suspender seu aprendizado até você conseguir se aproximar de mim de outro jeito... quando sentir que é um broxinha e não um comedor... eu poderia te educar desse jeito que você tá... mas sua soberba vai despertar minha raiva e vou te transformar num gozador precoce. Precoce... e isso não é educação... quando você se aproximar de mim e eu puder ler a palavra "rendição" na sua testa, aí a gente continua... nesse dia, nu e de joelhos... que é o lugar de um pijotinha... agora limpa tudo e vai estudar.Vídeo lindohttp://embed.redtube.com/player/?id
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