Atendendo o Kioskito

Prometo contar minha estreia sexual com minha primeira namorada... a quem guardo no fundo do coração. E embora as mulheres talvez não saibam, os homens que perdem a virgindade com a primeira namorada sempre ficam apaixonados por essas lembranças lindas, se rolou amor de verdade.....

Andre era uma garota meio gordinha quando a conheci. Pele branca, olhos verdes e cabelo liso castanho. Talvez não fosse muito bonita de rosto... mas pra mim, as gordinhas sempre me dominaram desde que nasci. E aos meus olhos, ela era linda, sem dúvida....

Além disso, ela tinha uns 95 de busto aos 17 anos, que pra mim... era a glória. Porque nunca mais consegui ficar com uma mulher em um relacionamento sério com um peito desse tamanho.

Mamilos 100% rosados... imaginem uns peitos firmes... empinados... duas pintinhas redondas lindas que eu sempre "devorava" e que sempre chamei de MEUS....

Os pais dela, de vez em quando, iam nos domingos de verão para a chácara de amigos, e ela ficava sozinha com a avó de 90 e tantos anos....

Pra um novato como eu, foder era tão necessário quanto respirar. Experimentar então, nem te conto!!....

E num desses domingos, depois de jogar nas categorias de base do Estudiantes de Bs As... fui na casa dela.

Assim que cheguei, só um lanchinho leve... e partimos pro que interessava.

A avó dela, entre surda e com visão reduzida, coitada... não atrapalhava nada nas nossas sessões quentes de beijos e apalpadas na cozinha........vem....vamos pra cama dos meus velhos...ela me disse
Ela pegou na minha mão e me guiou como se eu não conhecesse a casa. Mesmo que eu nunca tivesse entrado naquele quarto... a janela dava pro pátio interno, generoso e coberto por uma parreira que era uma verdadeira delícia naquela época de calor.
Assim que entrei, ela fechou a porta atrás de mim... e, tirando a camiseta soltinha, confirmou o que eu já imaginava. Ela tava pelada, sem calcinha... Senti meu sangue ferver... Eram perfeitas. Grandes. Rosadas, lindas... e eu, um devoto religioso de peitos, quanto tempo vocês acham que demorei pra me agarrar naquelas tetas?...se quiser, a gente faz tudo no ritmo, porque minha avó foi deitar e minha mãe me deixou no comando do barraco...alcancei ouvir quando tirei minha boca da dela pra ela não se afogar 😉

Com o medo lógico de sermos descobertos, fiquei pelado. Minha pica já tava dura... cabeçuda e aquela veia típica ao longo do pau, já tava inchada também... Ou seja, o sangue tava fluindo a todo vapor!

Deixei ela pelada.............e meti de uma vez......tava molhada.....úmida.....quente.....

Coloquei ela por cima de mim, sentadinhos só na pontinha da cama dos pais dela e comecei a bombar......

Que gostoso, puta merda......

Nisso, tocou a campainha!!.......o kiosque!!!!!!

Ela pulou de cima de mim num pulo e, a duras penas, se vestiu enquanto andava até a garagem onde a mãe tinha montado o negócio dela.

Voltou uns dois minutos depois e, depois de dar uma espiada no quarto da vó, entrou andando e se despindo enquanto.............ver aquilo, ver aquela mulher vindo na minha direção......me deu outra ereção instantânea!!!

De novo pra dentro....agora de quatro.....agarrado naquelas tetas que tinham vida própria, indo e vindo a cada estocada.....

Nos meus relacionamentos sérios, depois do conhecimento lógico e prudente, sempre pratiquei o coito interrompido.....e gozar nas costas dela depois de ouvi-la ter o clímax por minha causa....era algo inesquecível!!!!!!!

Justo, a campainha de novo! O kiosque outra vez.....De novo se trocar.....de novo atender.....

Mas dessa vez....ela só vestiu a camiseta, largada e comprida, sem nada por baixo.... Qualquer cliente jamais poderia ver, já que só do lado de fora dava pra ver da altura dos peitos pra cima. Só isso....

Vi aquela imagem de longe....e, totalmente pelado, me aproximei. Ouvi a voz de uma mulher. Uma vizinha, sem dúvida.....

Quase me arrastando pelo chão frio,vi as nalgas saindo por baixo da camiseta...e me mexer como uma víbora começou a ficar mais complicado porque, diante daquela visão, meu pau era um empecilho...
Me posicionei embaixo do balcão ou expositor e comecei a acariciá-la enquanto atendia.
Ela notou minha presença na voz... mas tudo fluiu normalmente.
A mulher estava batendo papo... então deduzi que tinha mais alguns minutos.
Nem pensei duas vezes... levantei só a camiseta dela, deixando aquela buceta recém-comida à minha mercê...
Percorri com minha língua na hora... pra cima... pra baixo... e a mão dela desceu pros meus cabelos: primeiro puxando eles pra eu parar... mas depois, como um carinho...
A mulher, vizinha típica e fofoqueira, se atualizava... André, não sei que cara eu devo ter feito... mas os carinhos dela na minha cabeça mostravam que não tava desgostosa...
Num momento, tudo era umidade na área. A buceta dela tava inchada de novo... e eu acelerei minha língua... o que pregou uma peça nela, que soltou um suspiro mais fundo e que, sem dúvida, a vizinha interpretou como cansaço de ouvi-la kkkkk... Então, ela se despediu rapidinho......filho da puta....o que você tá fazendo!!??Ela me disse assim que fechou a janela, devorando minha boca.

Lembro de ter dito que só queria dar prazer pra ela ou alguma besteira assim...
De repente, a campainha de novo!! Outro cliente... e a ideia dela foi INCRÍVEL... ela me deu a camiseta dela, ficando pelada, mas totalmente embaixo do balcão, e como naquela época eu era bem mais magro, eu vesti... e abri a janela pra atender.
Ela começou a chupar minha pica...
Não fazia direito. Nós dois éramos novatos em muitas coisas naquela idade... mas sentir aquela boca chupando ela deixou ela grossa... cabeçuda... e hoje não lembro se gozei na boca dela, mas tenho certeza que não, porque ela não gostava do gosto da porra... então, acho que não.
O cara que pedia coisas que eu nem sabia onde ficavam... deve ter achado que eu tava tirando onda com ele... mas ele não percebeu. A Andrea tava me chupando pelada, totalmente embaixo da mesa expositora... que porra eu ia ligar pro que aquele cara queria num domingo à tarde no meio do verão cruel!?

Quando os pais dela voltaram, a surda da avó não ouviu nada e admitiu que tinha descansado como nunca. Os pais dela entraram mortos de cansaço, entre o sol e o calor... e eu fiquei com ela vendo um filme juntinhos, depois de desarrumar a cama dos pais do mesmo jeito bagunçado que a gente tinha encontrado...

4 comentários - Atendendo o Kioskito

que buen recuerdo!!!! esas cosas de cuando sos pendejo son la gloria!!!!
Vaya que si lo son!
ha pasado el tiempo y aun lo recuerdo a la perfección
Es impresionante esa emoción cuando somos pendejos!!!!
Totalmente!
También es una pena solo guardar recuerdos y no volver a experimentar cuestiones así.
fue único ese momento
Muy excitante el relato. Me ha encantado
Muchas gracias por escribir! Fue tal cual como lo escribí aunque pasaron algunos años
Gracias una vez más!