A madura gostosa de 40

Essa é mais uma das minhas histórias que vivi. Trabalhava numa empresa de café na região central do estado, era um dos funcionários mais novos no ramo administrativo, com o cargo de Representante Jurídico. Era por volta de abril, quando já não tem mais trabalho e a gente só fica arrumando papelada e fechando uns contratos futuros de café.
O chefe imediato no meu andar era uma Engenheira que praticamente vivia a vida melhor que eu em questão de diversão: festa atrás de festa, álcool, drogas, etc.
Numa sexta-feira, ela fazia aniversário e resolveram fazer uma festa em homenagem a ela. Era 1 da tarde, tinha garrafa de todo tipo: uísque, rum, tequila, cachaça de um grau elevado, enfim. Esse pequeno encontro acabou às 5 da tarde, com todo mundo praticamente bêbado. Eu não sou de beber; na minha juventude, só bebi no ensino médio.
Como eu era o único que não tinha provado uma gota de álcool, me nomearam motorista da vez. E assim fui levando cada membro da equipe: o gerente, o almoxarife, o contador, até que chegou a vez de levar a Engenheira na casa dela. Digo "casa" porque era uma mansão bem chamativa por fora, de três andares e um jardim enorme. No caminho da empresa até a casa dela, ela estava profundamente dormindo. Chamei pelo nome dela pra acordar, e ela acordou.
— Engenheira, cheguei na sua casa — falei. Ela respondeu pra esperar um pouco, que só ia pegar a mala de viagem, porque tinha que pegar o ônibus no terminal, já que, segundo ela, estudava outra faculdade nos fins de semana. E assim foi. Esperei meia hora no carro, vi ela vindo com uma mala de um tamanho meio exagerado. Peguei a mala e fui colocar no porta-malas; pesava bastante pra ser só roupa de um dia. Parti em direção ao terminal da cidade. Dessa vez, aproveitei que a mala tinha rodinhas, puxei ela, coloquei no ônibus dela, e ela seguiu viagem.
Eu Me considero uma pessoa que gosta de experimentar coisas novas todo dia. Junto com ex-colegas da faculdade, viajamos todo fim de semana pras baladas e casas noturnas adultas da cidade mais próxima. Normalmente a gente sempre troca de lugar a cada fim de semana, mas dessa vez, por causa da despedida de solteiro do meu amigo e porque o Titan era o preferido dele, decidimos agradá-lo. Antes de mais nada, menciono que esse foi o primeiro lugar que a gente frequentou quando era jovem e íamos lá direto.

Na entrada, o Nathanael, o segurança, falou que tinha carne nova. O Eduardo, num tom meio debochado, disse que nem tão nova assim. Como sempre, todo mundo riu igual uns loucos.

Entramos no lugar como qualquer casa de entretenimento: uma pista bem iluminada com luzes de todas as cores, dois tubos no centro, mesas VIP, mesas comuns, privês, quartos, mina pra todo gosto — loiras, morenas, duas colombianas, uma francesa, minas de fora e da cidade. Eu, de longe, avistei uma mina de cabelo cacheado avermelhado. Não consegui ver de frente, só de costas: uma cintura bem torneada, pernas definidas com uma meia-calça preta que deixava ver uma bunda linda.

Cada um pegou quem gostou. Eu me aproximei daquela mina que tava de costas. Levei o susto da minha vida: era uma coroa lá da minha cidade, uns 40 anos. Apesar da idade, ela se conserva pra caralho. Vestia um top preto esportivo que deixava ver os peitões enormes e gostosos dela e a pele clara. Eu já tinha visto ela umas duas vezes na academia. Falei "oi", ela só sorriu. Convidei ela pra um drink, ela pensou e aceitou, pedindo um cavalinho de tequila 99.000 horas. A gente foi sentar numa mesa. Eu só pedi uma limonada com água mineral. Quando ela viu o que o garçom trouxe, deu uma gargalhada e perguntou se eu não bebia. Respondi de um jeito meio brincando, falando que quando bebo fico muito sádico sexual. Ela pegou o shot de tequila e virou de uma vez. Pedi pro garçom... Servi mais duas, só que uma dose dupla, e decidi fazer companhia pra ela naquela noite.
A gente foi batendo papo, e ela me contou que vende cosméticos pras meninas que trabalham no estabelecimento. Depois de umas duas horas, a gente já tinha bebido duas garrafas inteiras de Caballito. Eu tava meio tonto, ela também parecia. Ela pediu pra eu chegar perto pra sussurrar algo no meu ouvido, falou baixinho que o clima tava chato e que queria se divertir mais. Sem pensar duas vezes, peguei na mão dela e saímos daquele lugar.

Quando chegamos na porta, não hesitei e beijei ela como se fôssemos um casal de namorados se experimentando pela primeira vez. Ela não recusou e me abraçou de um jeito que senti que queria mais. Abri a porta do carro pra ela e fomos pro hotel mais perto.

Já no quarto, comecei a beijar ela de novo, dessa vez segurando as bundas dela, apertando com força. Desci meus lábios pro pescoço dela, beijei, chupei e mordi. Ela tremia e se arrepiava toda. Tirei a jaqueta dela e aquela blusa preta, e vi os peitos lindos dela, ali esperando pra serem tocados. Não pensei duas vezes: empurrei ela contra a cama e comecei a brincar com eles, até beijar, morder e chupar gostoso, deixando umas marquinhas de tanto sugar. Ela não disse nada, só viveu o momento.

Depois de um tempo, ela começou a me despir. Tirou minha camisa social, minha calça e a cueca. Viu meu pau duro e grudou nele, chupando de um jeito incrível, passando a língua na minha glande e sugando todo o meu líquido pré-seminal. Eu só gemia, não conseguia fazer nada. Tava realizando uma fantasia que achei que nunca fosse rolar. Tava super excitado com o que ela tava fazendo.

Peguei ela pela cintura, deitei ela na cama, puxei a legging preta dela e vi aquela calcinha fio dental que ela tava usando. Era um conjunto minúsculo com uns corações pretos estampados. Tirei e cheirei: tinha um cheiro de rosas e jasmim. Ela tava nua na minha frente. Pelo corpo dela... Mal refletiam os anos que tinha. Me preparei pra lamber o clitóris dela, chupar os lábios maiores e menores, e enfiar minha língua naquela cavidade. O gosto era uma mistura agridoce e aquele cheiro gostoso de rosa. Não dava pra perder tempo com brincadeira de adolescente. Abri as pernas dela, ela não disse nada, fechou os olhos e eu meti. Ela ergueu um pouco os ombros e, com as mãos, pediu meu peito junto ao dela. Eu me movia pra dentro e pra fora, vendo meu pau penetrar devagar e rápido. Ela gemia de um jeito esplendoroso, gritava, mordia os lábios e apertava os peitos. Dei um beijo nela e mordi o lábio dela com força. Ela gemia como um animal no cio. Coloquei ela de quatro, repeti o sexo oral, mordi o lábio menor dela e puxei, chupei o clitóris. Ela tremeu de novo. Me pediu pra fazer sexo anal. Não pensei duas vezes: peguei meu pau com a mão, guiei no meio daquelas nádegas redondas, empurrei duas vezes até entrar com toda glória. Ela gritou, se movia pra frente e pra trás, gemendo e pedindo mais fogo nas minhas metidas. Criei coragem quando ela parou de gemer e dei um tapa na bunda dela, que fez ela chorar. Não eram lágrimas de dor, mas de satisfação. Tirei meu pau e meti de novo na buceta dela. Fodi até sentir o orgasmo dela. Ela tremeu e desabou deitada na cama. Eu continuei metendo na parte íntima dela até gozar. Juro que nunca tinha deixado tanta porra em alguém. Escorria pela buceta dela. Ela pegou meu pau e o pouco de porra que sobrou, saboreou como na primeira vez que tinha segurado ele nas mãos.

Entramos juntos no chuveiro. Ajudei ela a se lavar e ela me ajudou. Nos trocamos e pegamos a estrada de volta pra cidade. Ela não deixou eu levar ela direto em casa, só me deixou na esquina. Nos despedimos com um beijo e trocamos números.

Depois daquele dia, a gente se via uma vez por mês pra repetir aquela ocasião.

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