...Essa coisa de internet começou a me agradar bastante, tantos caras dispostos a sexo sem muitos problemas com a aparência geral da outra pessoa... Isso é o maravilhoso e trágico desses tempos, o sexo casual, cibernético e aceito de alguma forma, já não é mais tabu ou pelo menos como era há alguns anos atrás. De qualquer forma, alguns ainda ficam horrorizados com a ideia!
Enfim, nunca acreditei, de verdade, que ia ter tantas propostas para encontros...
Na real, sempre fui uma pessoa tímida, daquelas que preferem ser invisíveis a serem vistas, meu corpo, algumas questões arrastadas da adolescência e "o modelo de gostosa a seguir" sempre fizeram com que eu não tivesse uma autoestima alta.
Aprendi a curtir o sexo com meu (ex)parceiro, com quem fiquei junto por mais de 8 anos, descobrindo coisas incríveis que podiam ser experimentadas...
Voltando aos encontros casuais, eles aconteceram no mesmo dia, numa sequência de umas nove horas... Caras que eu conhecia da internet e com quem já tinha ficado pelo menos uma vez.
Meu dia tinha começado como qualquer outro, cedo, café da manhã com café e porra, umas torradas, saí pro trabalho, pensando que ia ser mais um dia de rotina. No meio da manhã, recebo uma mensagem do Alex (cara na casa dos quarenta, com quem a gente tinha se beijado e eu curti a rola enorme dele, e a porra na minha boca). Mensagem: "Tem tempo de me ver hoje? Tô livre à tarde."
Respondi que sim, mas que não ia voltar pra minha casa, como a gente fazia? Resposta dele: "Vamos pra um hotel perto do meu trampo, que depois tenho que voltar." Achei de boa, e na hora combinada a gente se encontrou na porta. Entramos, lugar bem rústico... Ele me deu um beijo me cumprimentando, "oi, como cê tá?". Respondi que bem, que precisava ir ao banheiro. Lá, fiz o possível pra tirar o meio-dia de trabalho de cima de mim, e saí o mais rápido que pude, ele me esperava na cama, só de cueca. Ele se ajoelhou, estendeu a mão pra mim... começamos a nos beijar apaixonadamente, nossas línguas não paravam de se procurar. Ele começou a me tocar por cima da roupa e eu fui tirando tudo, uma peça de cada vez, tipo pra deixar ele com mais vontade do que queria. Fiquei só de calcinha e sutiã, os do dia a dia, nada sexy, e ele me chamou pra cama com um movimento sutil. Eu tava deitada com ele em cima de mim, me beijando de novo com paixão e começando a descer pelo meu pescoço até chegar nos meus peitos com a língua. Ele levantou o sutiã e, desesperado, agarrou meus peitos e lambeu um por um, apertando com as mãos. Isso me fez ficar toda molhada, não conseguia parar de me contorcer e segurar a cabeça dele com força pra ele não parar. Ele levantou o olhar, me beijou de novo, chegou perto do meu ouvido e perguntou quanto tempo fazia que eu não transava, e eu respondi uns dias. Ele me beijou de novo e perguntou, me olhando: "Quer que eu te coma?" E eu, claro, respondi que sim.
Ele desceu pelo meu pescoço me beijando, depois no meio dos peitos, aquele espaço que pelo menos em mim aparece, e é muito gostoso quando beijam ali, a barriga, as pernas, na parte de dentro delas e depois por cima da calcinha, passou a língua umas duas vezes e disse: "Que molhada você tá!"
Num movimento só, a gente arrancou a calcinha com as quatro mãos e ele se afundou pra me beijar, me lamber, até que encontrou meu clitóris pronto pra explodir de prazer e a língua dele parou ali, bem apertando, fazendo força pra que finalmente meus sucos enchessem a boca dele. Dois dedos dele entraram na minha buceta, escandalosos, pra eu não perder o clímax, e começaram num ritmo de entrar e sair, enquanto a língua dele não parava de lamber minha pussy toda de cima a baixo.
Ele parou de repente, se ajoelhou e disse: "Chupa." Aí comecei meu trabalho, segurando o pau dele com as duas mãos e tentando enfiar tudo na boca. Era grande, maior do que eu tava acostumada, e minha boca fazia um esforço pra engolir. Uns minutos depois de lamber e enfiar de vez em quando tudo na boca, ele disse: "Quero te comer."
Eu me deitei na cama com as pernas pernas abertas enquanto ele colocava a camisinha, subiu em cima de mim e meteu aquela pica enorme na minha buceta, e começou a bombar sem parar, me beijando na boca, no pescoço, nos peitos de vez em quando e eu apertando as costas dele, pedindo pra ele não parar.
Depois de um tempo, ele pediu pra trocar de posição e eu fiquei de quatro, nessa posição ele continuou metendo a pica sem parar!
"Quero gozar na sua boca" foi o que ouvi em seguida, e aí eu já tava igual uma puta sedenta de leite, lambendo a cabeça dele enquanto ele se punhetava com força, até que recebi toda a porra quentinha dele.
Olhei pra ele, nos beijamos, fui no banheiro, já tínhamos que ir embora, nos despedimos com um beijo.
Saio de lá, vejo meu celular, duas mensagens...
_À tarde você tá em casa? uma, e outra:
_À noite o que você vai fazer?
Respondi que sim pras duas. Louca por mais!
...continua...
Enfim, nunca acreditei, de verdade, que ia ter tantas propostas para encontros...
Na real, sempre fui uma pessoa tímida, daquelas que preferem ser invisíveis a serem vistas, meu corpo, algumas questões arrastadas da adolescência e "o modelo de gostosa a seguir" sempre fizeram com que eu não tivesse uma autoestima alta.
Aprendi a curtir o sexo com meu (ex)parceiro, com quem fiquei junto por mais de 8 anos, descobrindo coisas incríveis que podiam ser experimentadas...
Voltando aos encontros casuais, eles aconteceram no mesmo dia, numa sequência de umas nove horas... Caras que eu conhecia da internet e com quem já tinha ficado pelo menos uma vez.
Meu dia tinha começado como qualquer outro, cedo, café da manhã com café e porra, umas torradas, saí pro trabalho, pensando que ia ser mais um dia de rotina. No meio da manhã, recebo uma mensagem do Alex (cara na casa dos quarenta, com quem a gente tinha se beijado e eu curti a rola enorme dele, e a porra na minha boca). Mensagem: "Tem tempo de me ver hoje? Tô livre à tarde."
Respondi que sim, mas que não ia voltar pra minha casa, como a gente fazia? Resposta dele: "Vamos pra um hotel perto do meu trampo, que depois tenho que voltar." Achei de boa, e na hora combinada a gente se encontrou na porta. Entramos, lugar bem rústico... Ele me deu um beijo me cumprimentando, "oi, como cê tá?". Respondi que bem, que precisava ir ao banheiro. Lá, fiz o possível pra tirar o meio-dia de trabalho de cima de mim, e saí o mais rápido que pude, ele me esperava na cama, só de cueca. Ele se ajoelhou, estendeu a mão pra mim... começamos a nos beijar apaixonadamente, nossas línguas não paravam de se procurar. Ele começou a me tocar por cima da roupa e eu fui tirando tudo, uma peça de cada vez, tipo pra deixar ele com mais vontade do que queria. Fiquei só de calcinha e sutiã, os do dia a dia, nada sexy, e ele me chamou pra cama com um movimento sutil. Eu tava deitada com ele em cima de mim, me beijando de novo com paixão e começando a descer pelo meu pescoço até chegar nos meus peitos com a língua. Ele levantou o sutiã e, desesperado, agarrou meus peitos e lambeu um por um, apertando com as mãos. Isso me fez ficar toda molhada, não conseguia parar de me contorcer e segurar a cabeça dele com força pra ele não parar. Ele levantou o olhar, me beijou de novo, chegou perto do meu ouvido e perguntou quanto tempo fazia que eu não transava, e eu respondi uns dias. Ele me beijou de novo e perguntou, me olhando: "Quer que eu te coma?" E eu, claro, respondi que sim.
Ele desceu pelo meu pescoço me beijando, depois no meio dos peitos, aquele espaço que pelo menos em mim aparece, e é muito gostoso quando beijam ali, a barriga, as pernas, na parte de dentro delas e depois por cima da calcinha, passou a língua umas duas vezes e disse: "Que molhada você tá!"
Num movimento só, a gente arrancou a calcinha com as quatro mãos e ele se afundou pra me beijar, me lamber, até que encontrou meu clitóris pronto pra explodir de prazer e a língua dele parou ali, bem apertando, fazendo força pra que finalmente meus sucos enchessem a boca dele. Dois dedos dele entraram na minha buceta, escandalosos, pra eu não perder o clímax, e começaram num ritmo de entrar e sair, enquanto a língua dele não parava de lamber minha pussy toda de cima a baixo.
Ele parou de repente, se ajoelhou e disse: "Chupa." Aí comecei meu trabalho, segurando o pau dele com as duas mãos e tentando enfiar tudo na boca. Era grande, maior do que eu tava acostumada, e minha boca fazia um esforço pra engolir. Uns minutos depois de lamber e enfiar de vez em quando tudo na boca, ele disse: "Quero te comer."
Eu me deitei na cama com as pernas pernas abertas enquanto ele colocava a camisinha, subiu em cima de mim e meteu aquela pica enorme na minha buceta, e começou a bombar sem parar, me beijando na boca, no pescoço, nos peitos de vez em quando e eu apertando as costas dele, pedindo pra ele não parar.
Depois de um tempo, ele pediu pra trocar de posição e eu fiquei de quatro, nessa posição ele continuou metendo a pica sem parar!
"Quero gozar na sua boca" foi o que ouvi em seguida, e aí eu já tava igual uma puta sedenta de leite, lambendo a cabeça dele enquanto ele se punhetava com força, até que recebi toda a porra quentinha dele.
Olhei pra ele, nos beijamos, fui no banheiro, já tínhamos que ir embora, nos despedimos com um beijo.
Saio de lá, vejo meu celular, duas mensagens...
_À tarde você tá em casa? uma, e outra:
_À noite o que você vai fazer?
Respondi que sim pras duas. Louca por mais!
...continua...
11 comentários - Três seguidas!
Aguardamos a la continuación no nos dejes esperar mucho 😘