Tenho um primo, chama-se Armand, somos primos por parte de pai, do único irmão que meu pai tem. Temos só 5 dias de diferença, eu sou mais velho que ele, e sempre que podia quando éramos jovens eu lembrava ele disso, só pra encher o saco. Fizemos 18 anos, os dois, e decidimos que como adultos que éramos, tínhamos que comemorar como deve ser. Uns meses antes havíamos planejado nossas próprias férias, uma semana na maravilhosa ilha de Ibiza. Minha tia ficou preocupada (quem conhece a fama dessa ilha no verão vai entender o porquê), mas meu pai e o irmão dele se encarregaram de convencê-la que éramos bons garotos (o que era verdade), que nunca havíamos feito nada que não devêssemos (nisso a gente poderia discordar), além disso nenhum de nós usava drogas e tínhamos isso bem claro, isso era 100% verdade. No final minha tia aceitou, ótimo. Algum de vocês deve estar se perguntando onde estava a Sonia em tudo isso, bom, direto e reto: não estava. Fazia 3 meses que meu pai e ela tinham terminado o relacionamento. Por quê? Porque meu pai descobriu que sua secretária de 25 anos era mais gostosa e fodia melhor que a Sonia, coisa que pessoalmente nunca entendi, mas enfim, também é verdade que nunca fiquei com a secretária dele, nem sequer a conheci. Bom, isso é mentira, sim, eu a conheci, um par de vezes. A primeira foi um dia que me deu na telha de visitar meu pai de surpresa no trabalho, e ela me atendeu muito bem enquanto ele terminava uma reunião de negócios com uns clientes e sócios. A verdade é que ela era bem bonita, magra, bunda boa, peito pequeno, cabelo loiro, falava vários idiomas, olhos azuis, tipo um docinho mesmo, e jovem. E a segunda vez que a conheci foi em outra visita surpresa, quando ela saía do escritório do meu pai, com o rosto vermelho e um pouco desarrumada. Entrei no escritório, e meu pai estava atrás da mesa, no telefone. Ele desligou e se levantou. Eu fiz ele notar que o zíper da calça dele estava aberto, ele agradeceu e se desculpou com o fato de que tinha acabado de sair do banheiro e tinha... Fui correndo atender o telefone, e como naquele momento eu estava ocupado com a Sonia, não pensei em nada. Mas quando aconteceu a ruptura entre eles, juntei os pontos: naquele dia, ele não estava atendendo o telefone, estava comendo a secretária dele. E pra ser sincero, eu também teria feito isso desde o primeiro dia que a conheci. Na verdade, naquele primeiro dia, eu já tinha feito mentalmente várias vezes, e de jeitos diferentes.
Enfim, a Sonia desapareceu das nossas vidas, da vida dos dois, sem deixar rastro. Mas ela deixou em mim um conhecimento sexual que não tinha preço, e isso meu pai nunca soube, nunca contei pra ele. Mas vamos voltar àquele verão de 1989. Meu primo e eu estávamos fazendo 18 anos, e chegou o dia de embarcarmos pra Palma. De lá, pegaríamos uma balsa até Ibiza. Chegamos na ilha e fomos pro hotel, um quarto compartilhado. O hotel não era ruim, perto da praia. Nos instalamos, tomamos banho e nos preparamos pra sair pra balada. Roupa limpa, cabelo arrumado, dentes escovados, barba feita e um par de camisinhas na carteira — pelo menos eu. Meu primo só levava uma. Falei pra ele pegar outra, caso acontecesse alguma coisa, e ele me ouviu.
Saímos pras boates, tinha muita gente, muitas garotas: espanholas, estrangeiras, de todo lugar. Gatas, feias, altas, baixas, gordas, magras, de tudo pra todo mundo. E muitas delas acompanhadas dos parceiros, o que reduzia o número de oportunidades. Fomos até o balcão e pedimos nossa bebida. Olhávamos pra todo lado, olhei pro meu primo e falei, levantando a voz: "Parecemos caçadores procurando presas". Ele me olhou, nós dois rimos, e ele disse: "E não é isso que a gente tá fazendo?" Concordei, enquanto terminava minha coca-Booty. Deixei o copo no balcão e fui pra pista dançar. Entrei lá no meio pra dançar, depois meu primo apareceu e também começou a dançar. Olhávamos pra todo lado e nada de nada. Ficamos assim umas duas horas e decidimos ir embora.
Caminhamos pela praia, xingando nossa decisão de ter vindo pra essa... A ilha que supostamente era pra gente foder até nas esquinas e... nada! Sentamos numa varanda e afogamos as mágoas num refrigerante (tínhamos decidido não consumir álcool pra ficar conscientes a todo momento do que estávamos fazendo). Depois do refri veio um sorvete. Porra, que merda. Tinham mulheres, claro, mas todas em grupos grandes ou com parceiro. Olhei pro meu primo e disse: "Armand, estamos ferrados. Acho que vamos passar a semana inteira assim, vamos ter que fazer um 5 contra 1" e fiz o gesto de bater uma punheta. Ele me olhou, pôs a mão no meu ombro e, num tom paternal, disse: "Querido Martin, te prometo que essa semana vai ser boa. Talvez tenhamos errado o primeiro tiro, mas a espingarda tá carregada. Não desespera, vamos descansar e amanhã é outro dia". Pagamos a conta e fomos pro hotel. Meu primo não sabia das minhas aventuras sexuais passadas e presumia que eu era virgem. Ele tinha tido uma namorada com quem tinha feito (segundo ele) de tudo. Chegamos no hotel e caímos rendidos na cama.
Quando acordei, meu primo estava sentado numa cadeira na varanda. Fui ao banheiro e tomei um banho frio - é a melhor coisa no verão. Descemos pra tomar café da manhã e decidimos ir pra praia, já que estávamos lá, íamos aproveitar ao máximo. Nos afastamos do hotel - aquela parte da praia estava lotada - e andamos sem rumo fixo. Chegamos numa pequena enseada e nos instalamos. Pouco tempo depois, chegou uma família que se colocou longe da gente. Eu entrei na água, tava com vontade de nadar. Meu primo ficou na toalha, tomando sol. Nadei pra dentro, dei meia-volta e voltei pra praia. E ao sair, vi as duas toalhas sozinhas. Onde diabos o Armand tinha ido? Olhei pra esquerda e direita, e vi ele, agachado, conversando com umas garotas. Me aproximei do grupo. Eram 3 garotas, norueguesas: 2 loiras quase albinas e uma ruiva. Já faz tempo e esqueci os nomes delas, mas digamos que os nomes eram Agnes, ela... Ela falava espanhol muito bem, a Katarina que falava italiano, e a que não falava nada, a Gina, ela era a ruiva, era mais corpulenta que as outras, sem chegar a ser gordinha, as três tinham 21 anos, cheguei lá pingando e as assaltei com um «Oi, (dei um tapa no meu primo) tava te procurando, mano» olhei pras garotas e meu primo me apresentou: «É meu irmão gêmeo» era algo que ele gostava de dizer às vezes, nunca soube porquê, segundo ele tinha garotas que ficavam excitadas pensando que poderiam agradar a dois irmãos, enfim, segui a onda dele e disse, «sim mas eu sou o mais velho, nasci 5 dias antes», Agnes, a única que falava espanhol, me olhou, e deu risada, traduziu pras amigas e as três riram, me olhou de novo e disse: «quer dizer 5 minutos antes, não dias, né?», «Claro, era uma piada pra ver se você tava atenta» disse, todo mundo dizia que parecíamos irmãos, e até hoje; acho que é verdade, por algum motivo nossos pais são irmãos. Depois de um tempo, nossas toalhas estavam junto das delas, e a gente conversava os 5, bom a Agnes mais que as outras, a Katarina que falava italiano, ia metendo a colher de vez em quando, e a terceira Gina, não entendia nada, a não ser que traduzissem pra ela. Assim passamos a manhã.
Pois bem, em um momento ficamos só nós 2, enquanto as 3 brincavam na água, meu primo tava embasbacado vendo como se molhavam entre elas, e eu disse, «mano para de olhar, olha seu pau, é melhor você deitar de bruços quando voltarem» «Martin, quero foder a Agnes, você teria que me dar uma mão, distrai as outras duas enquanto» ele me disse, ao que respondi: «Mas você não vai querer fazer aqui, não estamos sozinhos; por que a gente não faz uma coisa, convida elas pra sair hoje à tarde por aí, pelo povoado, sentamos numa esplanada, tomamos um sorvete, continuamos de brincadeira, e se a coisa fluir, bom você sabe como fazer, mas eu passo de fazer de babá», ele concordou, e se deitou de bruços, chegou a Gina, me Peguei na mão dela e, sem entender o que ela dizia, intuí que queria que eu entrasse na água com ela, o que aceitei. Ao me levantar, percebi que as três eram bem altas, quase como meu primo e eu. Ficamos ali perto um do outro, brincando, e quando vinha uma onda nossos corpos se esfregavam, os mamilos duros dela roçavam no meu peito, e eu aproveitava para passar minha mão pela cintura dela. Ela começou a falar em inglês – eu ainda conseguia me comunicar em inglês – e me disse que eram norueguesas, que haviam chegado há dois dias. Contei que nós chegamos ontem e que estávamos no hotel tal; elas estavam no hotel ao lado. Saímos da água, os três estavam sentados na toalha, e meu primo me disse: "Combinamos de encontrar às cinco para tomar alguma coisa, te parece bem?" "Claro, irmão." Nos despedimos com dois beijos para cada uma e fomos para o hotel. Estávamos com fome; elas tinham uns sanduíches e planejavam ficar mais tempo, mas se tem uma coisa que meu primo não perdoa é a hora de comer, então fomos almoçar. No caminho, comentei sobre a Gina na água; ele, por sua vez, me contou que tinha passado o tempo todo conversando com a Agnes, deitado de bruços e admirando a silhueta dela contra a luz. Comemos, tiramos uma soneca rápida e nos arrumamos para sair.
Tínhamos combinado na recepção do hotel às cinco. Estávamos lá, pontuais como um relógio suíço, sentados em algumas poltronas conversando. Eu estava perguntando ao meu primo se ele tinha trazido camisinhas, já que ele tinha a intenção de levar a Agnes para a cama. O imbecil tinha esquecido. Ele me olhou e disse: "Sem problema, levo ela para o nosso quarto, você dá um jeito, mas não volta muito cedo." Que merda, pensei. Joguei um olhar pra ele que ele escapou porque apareceram Gina, Katarina e Agnes. Levantei da poltrona, meu primo olhou para trás e imitou o que fiz. Cumprimentamos as três e saímos para passear. Sentamos numa varanda e tomamos sorvetes e refrigerantes. Eram oito horas, e elas insistiram... Fomos a um pub que tinham visto na noite anterior, aceitamos, chegamos lá, acho que meu primo e eu éramos os únicos não estrangeiros, o lugar era legal, sentamos numa mesa, pedimos mais alguns refrigerantes, amendoim pra ir comendo, e nos divertimos muito. Meu primo sentou com Agnes, e eu fiquei entre Katarina e Gina. Meu primo sussurrava coisas no ouvido de Agnes, e os dois riam enquanto nós três conversávamos, fazíamos isso em inglês, era o jeito de todos participarem. Gina se levantou pra ir ao banheiro, e Katarina foi com ela. Aproveitei pra me aproximar do bartender e pedir mais alguma coisa pra comer e beber, deixei meu primo e Agnes sozinhos. Virei um momento e já estavam se beijando loucamente. Bom, pelo menos meu primo estava fazendo a parte dele, e ainda por cima era correspondido, olé por ele. Essa noite ele ia se divertir, e eu? Eu ia fazer de babá com Katarina e Gina, assim era a vida. Quando me aproximei da mesa, eles continuaram como se nada tivesse acontecido. As duas voltaram do banheiro, e Gina decidiu que queria dançar comigo, aceitei e começamos a dançar. Depois de poucos minutos, Katarina se juntou a nós. Meu primo e Agnes tinham ido embora, já sabia o que me esperava: dançar a noite toda, passear ou o que fosse, mas não aparecer no hotel até amanhã. Ficamos várias horas naquele lugar, e no final saímos, era mais de meia-noite, a rua estava cheia de gente. Perguntei às garotas onde queriam ir, ou o que queriam fazer. Entramos em outro lugar, ficamos mais umas duas horas, e decidimos sair. Katarina estava exausta e se desculpou por isso. Nos convidou, a Gina e a mim, pra continuar a festa, mas ela ia pro hotel. Olhei pra Gina e disse pra Katarina: "Não tem problema, eu acompanho vocês ao hotel, amanhã podemos sair de novo". Me sentia mal pela garota ir sozinha, além disso Gina também não estava com muita vontade de continuar dançando. Caminhamos até o hotel conversando, em algum momento do trajeto Gina aproximava a mão dela da minha, brincava com meus dedos, soltava, eu olhava pra ela, e ela sorria. Chegamos no hotel, e eu decidi me despedir das duas. A Gina me olhou e disse: "Sobe, podemos conversar e jogar". Aceitei – o que eu ia fazer? Ficar passeando na praia, esperando meu primo terminar?
Subimos para o quarto delas. Elas tinham um quarto para as três, bem grande, com duas camas que serviam de cama principal e uma terceira um pouco mais afastada. As garotas tinham montado um supermercado no quarto – bebidas, comida, de tudo. Incrível. A Katarina foi tomar banho, e ficamos só eu e a Gina. Entre nós tinha algo que começou na água e não estava resolvido. Sem perceber, começamos a nos beijar apaixonadamente, brincando com nossas línguas na boca um do outro, nossas mãos acariciando nossos corpos. Mas não estávamos sozinhos no quarto. Ouvimos a Katarina terminando o banho e paramos. Ela olhou para minha virilha – meu pau estava semi-duro com tantos beijos e carícias. Ela me olhou, deu uma risadinha e tocou de leve por cima da calça. A porta do banheiro se abriu e saiu a Katarina, com uma camiseta e um shorts curtinho. A Gina me olhou e disse que também ia tomar banho, então ficou a Katarina ali comigo. Ficamos conversando sem mais nada, bebendo – ela uma cerveja, eu outra coca – e comendo uns biscoitos. Notei que ela não estava usando calcinha – os mamilos marcavam claramente debaixo da camiseta. Eu não sabia o que ia acontecer, o que eu ia fazer, mas pela primeira vez em muito tempo eu estava nervoso. A Gina saiu do banheiro e me ofereceu o chuveiro, caso eu quisesse tomar um banho. Depois de tantas horas por aí, a verdade é que eu estava cheirando a cigarro, especialmente a roupa. Aceitei. Entrei no banheiro, tirei a roupa e tomei uma ducha. Isso ajudou meu pau a relaxar – água fria faz maravilhas nesses casos. Saí do chuveiro e amarrei uma toalha grande na cintura. Alguém bateu na porta, e eu abri. Era a Gina. Ela entrou e disse que a Katarina estava dormindo. Me olhou e, sem dizer nada, se aproximou de mim. Ela tirou a toalha e aproximou a boca do meu pau, começou um boquete espetacular. Ela só usava uma camiseta comprida, ficou um bom tempo lambendo meu tronco, chupando minhas bolas. Eu estava no paraíso. Essa garota já tinha chupado muitos paus vikings antes de mim, dava pra perceber, e eu adorei. Ela se levantou e encheu minha boca com sua língua, depois se afastou. Eu tirei a camiseta dela - não tinha mais nada por baixo. Vi sua buceta com aquele pelo ruivo, aquela imagem me deixou com muito tesão. Ela agarrou meu pau e disse: "Fode-me, por favor, me fode com força". Não podia dizer não, eu estava com vontade. Procurei nos bolsos da minha calça, que estava no chão, e encontrei as camisinhas. Peguei uma e deixei por perto. Coloquei ela de frente para a parede, comecei a beijar seu pescoço, suas costas, e cheguei até sua bunda - uma bunda redonda, generosa. Lambi, separei as nádegas, lambi seu cu, ela cheirava tão bem. Ela se inclinou mais para deixar sua bunda e sua buceta à minha vista, e abriu as pernas para melhorar meu acesso. Comecei a lamber, a tocar, ela começou a ficar molhada. Meu pau estava duro, eu só queria enfiar naquela buceta ruiva, mas queria que ela aproveitasse mais, então continuei lambendo. Meus dedos brincavam em volta de seu cu, meu dedo indicador se aproximou de seu ânus, e ela permitiu. Fui introduzindo nele, e ela soltou os primeiros gemidos. Sua buceta estava molhada, muito molhada. Ela gemía, me olhava por cima do ombro e dizia coisas que eu não entendia. Eu continuei no meu trabalho. Ela começou a se mover mais, estava fodendo minha língua, gemía, dizia coisas incompreensíveis, e de repente me olhou e disse: "Me fode agora". Isso eu entendi. Me levantei, ela se virou, agarrou meu pau e me deu outro bom boquete. Ela mesma pegou a camisinha e colocou em mim. Voltou a se apoiar na parede, deixando sua bunda e sua buceta diante de mim. Aproximei meu pau de sua buceta e enfiei. Estava tão úmido, tão quente, que entrou sem problema. Começamos uma sessão sexual na qual trocamos várias posições. até que nós dois chegamos ao orgasmo, saímos do banheiro, e ela me levou pela mão até a cama grande. Katarina estava dormindo na cama de solteiro, eu me sentei na cama, e ela sentou em cima de mim, começamos a nos beijar de novo, eu coloquei minha mão na sua buceta, e comecei a masturbá-la, ela estava excitadíssima, começou a gemer de novo, e acordou Katarina.
Katarina nos olhou, Gina estava deitada na cama, nua, com as pernas abertas, e eu entre elas lambendo sem parar. Katarina acendeu a luz, eu me afastei de repente, fiquei sentado na cama, meu pau estava duro, nu. Katarina olhou para nós dois e começou a falar com sua amiga na língua dela, parecia estar reclamando do fato de estarmos transando ali. Gina não ficou quieta e respondeu, eu estava ali, sentado na cama, nu, pensando: que porra eu faço aqui? Vou embora? Fico? Falo? Fico quieto? Optei por ficar quieto e ver como tudo ia evoluir. Peguei o lençol e cobri meu pau. Katarina se levantou, se aproximou da cama, fez uma pergunta para Gina, notei pela entonação. As duas me olharam, esperando que eu dissesse algo, mas eu não tinha ideia do que estavam falando. Gina me olhou e me disse o que sua amiga e ela tinham conversado. Resumindo: Katarina também queria transar, e estavam falando sobre como fazer isso. Gina disse que no banheiro já tínhamos feito sexo, com o que Katarina disse que isso não era justo, como resolviam? E Gina me perguntou se eu estava a fim de ficar com as duas juntas. Olhei para Gina, olhei para Katarina, e concordei sem hesitar. Katarina sorriu e se aproximou de mim, eu me levantei, e comecei a beijá-la. Agarrei sua bunda com força, era dura, muito dura, uma bunda não tão redonda quanto a de Gina, mas muito firme. Levantei sua camiseta e comecei a lamber seus peitos, eram grandes, maiores que os de Gina. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu beijava seus seios. Tirei sua camiseta, enquanto nos beijávamos Gina se aproximou, e começou a chupar meu pau de novo. Katarina viu e se ajoelhou para acompanhar a amiga. Era minha primeira vez que duas mulheres faziam um boquete duplo em mim, foi glorioso. Elas compartilhavam meu pau, enquanto uma brincava com a glande, a outra lambia minhas bolas. Ficamos assim um bom tempo. Katarina deitou na cama e eu me aproximei de sua buceta, comecei a lamber. Gina puxou meu pau para trás e continuou a chupar. Eu estava no paraíso. Katarina estava muito molhada. Mudamos de posição e eu me deitei na cama. Gina sentou no meu rosto enquanto Katarina se dedicava ao meu pau. Eu estava concentrado na buceta da Gina, comendo, lambendo, mordendo seu clitóris, e ela gemendo e se mexendo sem parar. Sem perceber quando, Katarina colocou a camisinha e sentou em cima de mim, apoiando as mãos no meu peito e subindo e descendo sem parar. As duas gozaram, e eu também. Paramos um momento. Fui ao banheiro, precisava urinar, e fiz. Refresquei o rosto, me olhei no espelho e baixinho disse: "Obrigado, Armand, obrigado por ter querido pegar a Agnes." Saí do banheiro, elas tinham continuado a brincar entre si, estavam num maravilhoso 69, Gina embaixo e Katarina em cima, com a bunda empinada. Não pude me conter e aproximei minha língua do seu cu, lambi, relambi enquanto ela gozava muito. Entrei no seu cu e Gina na sua buceta, a mina estava muito molhada. De vez em quando eu parava de lamber a Gina e soltava gemidos de prazer. Introduzi um dedo no seu cu, e ela aceitou sem problema. Depois de um tempo, dois, ela continuava muito excitada, enquanto ambas se lambiam sem parar. Me levantei, coloquei outra camisinha e aproximei a ponta do meu pau do seu cu. Empurrei suavemente, ela fez um movimento para frente, mais por surpresa do que por não estar a fim, e eu entrei. Fiquei ali um tempinho, parado, enquanto Gina continuava lambendo o sexo da amiga e, de vez em quando, lambia minhas bolas. Comecei a me mover suavemente, Katarina começou a gemer de novo, abandonou completamente o sexo da Gina, e Gina saiu debaixo da Katarina, e se aproximou de mim, começou a me beijar apaixonadamente, eu cada vez empurrava com mais força a Katarina, Gina falava coisas para ela, enquanto a masturbava, Katarina acabou gozando como uma louca, Gina se colocou ao lado dela e apontando para sua bunda me fez entender que ela também queria, me aproximei dela, Katarina altamente excitada começou a lamber sua bunda junto comigo, de vez em quando nos beijávamos com paixão, eu agarrava aqueles peitos duros e bem colocados que ela tinha, eu estava no paraíso, nunca pensei que chegaria a esse ponto, uma vez dilatada a bunda da Gina, aproximei meu pau magistralmente enfiado pela Katarina, e entrei, suavemente, mas sem oposição, Gina começou a empurrar com força na minha direção, minhas bolas batiam em seu clitóris a cada empurrão, a agarrei pela cintura, a visão de sua bunda engolindo meu pau sem problema me excitou muito, Katarina e eu nos beijávamos sem parar, ela acariciava meu peito, brincava com meus mamilos com sua língua, enquanto Gina continuava empurrando e masturbando seu clitóris, a mim faltavam mãos e língua, mas eu estava me divertindo muito, nós estávamos nos divertindo muito, Gina gozou abundantemente, caiu rendida na cama, e eu fiquei de pé, com o pau duro e com a cabeça exposta, Katarina, tirou a camisinha e começou a chupar sem parar, eu estava prestes a gozar, avisei: «I come, I come» não sei se entendeu ou percebeu, mas Gina se colocou ao lado dela Katarina tirou o pau de sua boca e começou a agitá-lo, as duas ali diante de mim com a boca aberta, e soltei todo meu líquido que tinha nas bolas, estava seco, a cabeça me balançou, a vista ficou turva, e só não caí no chão porque me apoiei nelas, me limparam com cuidado, fiquei rendido na cama, nu, mal consegui me virar, elas foram se limpar no banheiro, voltaram, e dormimos o que restava da noite juntos na cama.
Essa semana foi incrível, enquanto meu primo achava que tinha encontrado o paraíso junto com a Agnes, eu sabia que cada noite entrava pela porta grande do meu amor, nos despedimos ao final da semana, Agnes e Armand prometeram amor eterno e trocaram endereços para se escreverem. Por minha parte, na última noite ficou claro que a Gina estava apaixonada por mim, ela mesma me deixou isso bem claro, e a Katarina estava apaixonada pelo meu jeito de foder ela. Por minha vez, eu disse às duas o que elas queriam ouvir: que eu amava as duas, e que ficaria encantado de nos vermos em breve. Elas me deram seus endereços postais, e eu fiz o mesmo. No que restou do ano, recebi e mandei cartas para as duas, mas com o tempo foram ficando mais espaçadas, e no final pararam de chegar, e eu parei de mandar. Por parte do meu primo, durou um pouco mais, no Natal ele encontrou a Agnes em Londres, eles se divertiram muito, mas no verão seguinte, tudo tinha desaparecido, e nossos caminhos nunca mais se cruzaram. Só me resta dizer: Viva as vikingas!
Enfim, a Sonia desapareceu das nossas vidas, da vida dos dois, sem deixar rastro. Mas ela deixou em mim um conhecimento sexual que não tinha preço, e isso meu pai nunca soube, nunca contei pra ele. Mas vamos voltar àquele verão de 1989. Meu primo e eu estávamos fazendo 18 anos, e chegou o dia de embarcarmos pra Palma. De lá, pegaríamos uma balsa até Ibiza. Chegamos na ilha e fomos pro hotel, um quarto compartilhado. O hotel não era ruim, perto da praia. Nos instalamos, tomamos banho e nos preparamos pra sair pra balada. Roupa limpa, cabelo arrumado, dentes escovados, barba feita e um par de camisinhas na carteira — pelo menos eu. Meu primo só levava uma. Falei pra ele pegar outra, caso acontecesse alguma coisa, e ele me ouviu.
Saímos pras boates, tinha muita gente, muitas garotas: espanholas, estrangeiras, de todo lugar. Gatas, feias, altas, baixas, gordas, magras, de tudo pra todo mundo. E muitas delas acompanhadas dos parceiros, o que reduzia o número de oportunidades. Fomos até o balcão e pedimos nossa bebida. Olhávamos pra todo lado, olhei pro meu primo e falei, levantando a voz: "Parecemos caçadores procurando presas". Ele me olhou, nós dois rimos, e ele disse: "E não é isso que a gente tá fazendo?" Concordei, enquanto terminava minha coca-Booty. Deixei o copo no balcão e fui pra pista dançar. Entrei lá no meio pra dançar, depois meu primo apareceu e também começou a dançar. Olhávamos pra todo lado e nada de nada. Ficamos assim umas duas horas e decidimos ir embora.
Caminhamos pela praia, xingando nossa decisão de ter vindo pra essa... A ilha que supostamente era pra gente foder até nas esquinas e... nada! Sentamos numa varanda e afogamos as mágoas num refrigerante (tínhamos decidido não consumir álcool pra ficar conscientes a todo momento do que estávamos fazendo). Depois do refri veio um sorvete. Porra, que merda. Tinham mulheres, claro, mas todas em grupos grandes ou com parceiro. Olhei pro meu primo e disse: "Armand, estamos ferrados. Acho que vamos passar a semana inteira assim, vamos ter que fazer um 5 contra 1" e fiz o gesto de bater uma punheta. Ele me olhou, pôs a mão no meu ombro e, num tom paternal, disse: "Querido Martin, te prometo que essa semana vai ser boa. Talvez tenhamos errado o primeiro tiro, mas a espingarda tá carregada. Não desespera, vamos descansar e amanhã é outro dia". Pagamos a conta e fomos pro hotel. Meu primo não sabia das minhas aventuras sexuais passadas e presumia que eu era virgem. Ele tinha tido uma namorada com quem tinha feito (segundo ele) de tudo. Chegamos no hotel e caímos rendidos na cama.
Quando acordei, meu primo estava sentado numa cadeira na varanda. Fui ao banheiro e tomei um banho frio - é a melhor coisa no verão. Descemos pra tomar café da manhã e decidimos ir pra praia, já que estávamos lá, íamos aproveitar ao máximo. Nos afastamos do hotel - aquela parte da praia estava lotada - e andamos sem rumo fixo. Chegamos numa pequena enseada e nos instalamos. Pouco tempo depois, chegou uma família que se colocou longe da gente. Eu entrei na água, tava com vontade de nadar. Meu primo ficou na toalha, tomando sol. Nadei pra dentro, dei meia-volta e voltei pra praia. E ao sair, vi as duas toalhas sozinhas. Onde diabos o Armand tinha ido? Olhei pra esquerda e direita, e vi ele, agachado, conversando com umas garotas. Me aproximei do grupo. Eram 3 garotas, norueguesas: 2 loiras quase albinas e uma ruiva. Já faz tempo e esqueci os nomes delas, mas digamos que os nomes eram Agnes, ela... Ela falava espanhol muito bem, a Katarina que falava italiano, e a que não falava nada, a Gina, ela era a ruiva, era mais corpulenta que as outras, sem chegar a ser gordinha, as três tinham 21 anos, cheguei lá pingando e as assaltei com um «Oi, (dei um tapa no meu primo) tava te procurando, mano» olhei pras garotas e meu primo me apresentou: «É meu irmão gêmeo» era algo que ele gostava de dizer às vezes, nunca soube porquê, segundo ele tinha garotas que ficavam excitadas pensando que poderiam agradar a dois irmãos, enfim, segui a onda dele e disse, «sim mas eu sou o mais velho, nasci 5 dias antes», Agnes, a única que falava espanhol, me olhou, e deu risada, traduziu pras amigas e as três riram, me olhou de novo e disse: «quer dizer 5 minutos antes, não dias, né?», «Claro, era uma piada pra ver se você tava atenta» disse, todo mundo dizia que parecíamos irmãos, e até hoje; acho que é verdade, por algum motivo nossos pais são irmãos. Depois de um tempo, nossas toalhas estavam junto das delas, e a gente conversava os 5, bom a Agnes mais que as outras, a Katarina que falava italiano, ia metendo a colher de vez em quando, e a terceira Gina, não entendia nada, a não ser que traduzissem pra ela. Assim passamos a manhã.
Pois bem, em um momento ficamos só nós 2, enquanto as 3 brincavam na água, meu primo tava embasbacado vendo como se molhavam entre elas, e eu disse, «mano para de olhar, olha seu pau, é melhor você deitar de bruços quando voltarem» «Martin, quero foder a Agnes, você teria que me dar uma mão, distrai as outras duas enquanto» ele me disse, ao que respondi: «Mas você não vai querer fazer aqui, não estamos sozinhos; por que a gente não faz uma coisa, convida elas pra sair hoje à tarde por aí, pelo povoado, sentamos numa esplanada, tomamos um sorvete, continuamos de brincadeira, e se a coisa fluir, bom você sabe como fazer, mas eu passo de fazer de babá», ele concordou, e se deitou de bruços, chegou a Gina, me Peguei na mão dela e, sem entender o que ela dizia, intuí que queria que eu entrasse na água com ela, o que aceitei. Ao me levantar, percebi que as três eram bem altas, quase como meu primo e eu. Ficamos ali perto um do outro, brincando, e quando vinha uma onda nossos corpos se esfregavam, os mamilos duros dela roçavam no meu peito, e eu aproveitava para passar minha mão pela cintura dela. Ela começou a falar em inglês – eu ainda conseguia me comunicar em inglês – e me disse que eram norueguesas, que haviam chegado há dois dias. Contei que nós chegamos ontem e que estávamos no hotel tal; elas estavam no hotel ao lado. Saímos da água, os três estavam sentados na toalha, e meu primo me disse: "Combinamos de encontrar às cinco para tomar alguma coisa, te parece bem?" "Claro, irmão." Nos despedimos com dois beijos para cada uma e fomos para o hotel. Estávamos com fome; elas tinham uns sanduíches e planejavam ficar mais tempo, mas se tem uma coisa que meu primo não perdoa é a hora de comer, então fomos almoçar. No caminho, comentei sobre a Gina na água; ele, por sua vez, me contou que tinha passado o tempo todo conversando com a Agnes, deitado de bruços e admirando a silhueta dela contra a luz. Comemos, tiramos uma soneca rápida e nos arrumamos para sair.
Tínhamos combinado na recepção do hotel às cinco. Estávamos lá, pontuais como um relógio suíço, sentados em algumas poltronas conversando. Eu estava perguntando ao meu primo se ele tinha trazido camisinhas, já que ele tinha a intenção de levar a Agnes para a cama. O imbecil tinha esquecido. Ele me olhou e disse: "Sem problema, levo ela para o nosso quarto, você dá um jeito, mas não volta muito cedo." Que merda, pensei. Joguei um olhar pra ele que ele escapou porque apareceram Gina, Katarina e Agnes. Levantei da poltrona, meu primo olhou para trás e imitou o que fiz. Cumprimentamos as três e saímos para passear. Sentamos numa varanda e tomamos sorvetes e refrigerantes. Eram oito horas, e elas insistiram... Fomos a um pub que tinham visto na noite anterior, aceitamos, chegamos lá, acho que meu primo e eu éramos os únicos não estrangeiros, o lugar era legal, sentamos numa mesa, pedimos mais alguns refrigerantes, amendoim pra ir comendo, e nos divertimos muito. Meu primo sentou com Agnes, e eu fiquei entre Katarina e Gina. Meu primo sussurrava coisas no ouvido de Agnes, e os dois riam enquanto nós três conversávamos, fazíamos isso em inglês, era o jeito de todos participarem. Gina se levantou pra ir ao banheiro, e Katarina foi com ela. Aproveitei pra me aproximar do bartender e pedir mais alguma coisa pra comer e beber, deixei meu primo e Agnes sozinhos. Virei um momento e já estavam se beijando loucamente. Bom, pelo menos meu primo estava fazendo a parte dele, e ainda por cima era correspondido, olé por ele. Essa noite ele ia se divertir, e eu? Eu ia fazer de babá com Katarina e Gina, assim era a vida. Quando me aproximei da mesa, eles continuaram como se nada tivesse acontecido. As duas voltaram do banheiro, e Gina decidiu que queria dançar comigo, aceitei e começamos a dançar. Depois de poucos minutos, Katarina se juntou a nós. Meu primo e Agnes tinham ido embora, já sabia o que me esperava: dançar a noite toda, passear ou o que fosse, mas não aparecer no hotel até amanhã. Ficamos várias horas naquele lugar, e no final saímos, era mais de meia-noite, a rua estava cheia de gente. Perguntei às garotas onde queriam ir, ou o que queriam fazer. Entramos em outro lugar, ficamos mais umas duas horas, e decidimos sair. Katarina estava exausta e se desculpou por isso. Nos convidou, a Gina e a mim, pra continuar a festa, mas ela ia pro hotel. Olhei pra Gina e disse pra Katarina: "Não tem problema, eu acompanho vocês ao hotel, amanhã podemos sair de novo". Me sentia mal pela garota ir sozinha, além disso Gina também não estava com muita vontade de continuar dançando. Caminhamos até o hotel conversando, em algum momento do trajeto Gina aproximava a mão dela da minha, brincava com meus dedos, soltava, eu olhava pra ela, e ela sorria. Chegamos no hotel, e eu decidi me despedir das duas. A Gina me olhou e disse: "Sobe, podemos conversar e jogar". Aceitei – o que eu ia fazer? Ficar passeando na praia, esperando meu primo terminar?
Subimos para o quarto delas. Elas tinham um quarto para as três, bem grande, com duas camas que serviam de cama principal e uma terceira um pouco mais afastada. As garotas tinham montado um supermercado no quarto – bebidas, comida, de tudo. Incrível. A Katarina foi tomar banho, e ficamos só eu e a Gina. Entre nós tinha algo que começou na água e não estava resolvido. Sem perceber, começamos a nos beijar apaixonadamente, brincando com nossas línguas na boca um do outro, nossas mãos acariciando nossos corpos. Mas não estávamos sozinhos no quarto. Ouvimos a Katarina terminando o banho e paramos. Ela olhou para minha virilha – meu pau estava semi-duro com tantos beijos e carícias. Ela me olhou, deu uma risadinha e tocou de leve por cima da calça. A porta do banheiro se abriu e saiu a Katarina, com uma camiseta e um shorts curtinho. A Gina me olhou e disse que também ia tomar banho, então ficou a Katarina ali comigo. Ficamos conversando sem mais nada, bebendo – ela uma cerveja, eu outra coca – e comendo uns biscoitos. Notei que ela não estava usando calcinha – os mamilos marcavam claramente debaixo da camiseta. Eu não sabia o que ia acontecer, o que eu ia fazer, mas pela primeira vez em muito tempo eu estava nervoso. A Gina saiu do banheiro e me ofereceu o chuveiro, caso eu quisesse tomar um banho. Depois de tantas horas por aí, a verdade é que eu estava cheirando a cigarro, especialmente a roupa. Aceitei. Entrei no banheiro, tirei a roupa e tomei uma ducha. Isso ajudou meu pau a relaxar – água fria faz maravilhas nesses casos. Saí do chuveiro e amarrei uma toalha grande na cintura. Alguém bateu na porta, e eu abri. Era a Gina. Ela entrou e disse que a Katarina estava dormindo. Me olhou e, sem dizer nada, se aproximou de mim. Ela tirou a toalha e aproximou a boca do meu pau, começou um boquete espetacular. Ela só usava uma camiseta comprida, ficou um bom tempo lambendo meu tronco, chupando minhas bolas. Eu estava no paraíso. Essa garota já tinha chupado muitos paus vikings antes de mim, dava pra perceber, e eu adorei. Ela se levantou e encheu minha boca com sua língua, depois se afastou. Eu tirei a camiseta dela - não tinha mais nada por baixo. Vi sua buceta com aquele pelo ruivo, aquela imagem me deixou com muito tesão. Ela agarrou meu pau e disse: "Fode-me, por favor, me fode com força". Não podia dizer não, eu estava com vontade. Procurei nos bolsos da minha calça, que estava no chão, e encontrei as camisinhas. Peguei uma e deixei por perto. Coloquei ela de frente para a parede, comecei a beijar seu pescoço, suas costas, e cheguei até sua bunda - uma bunda redonda, generosa. Lambi, separei as nádegas, lambi seu cu, ela cheirava tão bem. Ela se inclinou mais para deixar sua bunda e sua buceta à minha vista, e abriu as pernas para melhorar meu acesso. Comecei a lamber, a tocar, ela começou a ficar molhada. Meu pau estava duro, eu só queria enfiar naquela buceta ruiva, mas queria que ela aproveitasse mais, então continuei lambendo. Meus dedos brincavam em volta de seu cu, meu dedo indicador se aproximou de seu ânus, e ela permitiu. Fui introduzindo nele, e ela soltou os primeiros gemidos. Sua buceta estava molhada, muito molhada. Ela gemía, me olhava por cima do ombro e dizia coisas que eu não entendia. Eu continuei no meu trabalho. Ela começou a se mover mais, estava fodendo minha língua, gemía, dizia coisas incompreensíveis, e de repente me olhou e disse: "Me fode agora". Isso eu entendi. Me levantei, ela se virou, agarrou meu pau e me deu outro bom boquete. Ela mesma pegou a camisinha e colocou em mim. Voltou a se apoiar na parede, deixando sua bunda e sua buceta diante de mim. Aproximei meu pau de sua buceta e enfiei. Estava tão úmido, tão quente, que entrou sem problema. Começamos uma sessão sexual na qual trocamos várias posições. até que nós dois chegamos ao orgasmo, saímos do banheiro, e ela me levou pela mão até a cama grande. Katarina estava dormindo na cama de solteiro, eu me sentei na cama, e ela sentou em cima de mim, começamos a nos beijar de novo, eu coloquei minha mão na sua buceta, e comecei a masturbá-la, ela estava excitadíssima, começou a gemer de novo, e acordou Katarina.
Katarina nos olhou, Gina estava deitada na cama, nua, com as pernas abertas, e eu entre elas lambendo sem parar. Katarina acendeu a luz, eu me afastei de repente, fiquei sentado na cama, meu pau estava duro, nu. Katarina olhou para nós dois e começou a falar com sua amiga na língua dela, parecia estar reclamando do fato de estarmos transando ali. Gina não ficou quieta e respondeu, eu estava ali, sentado na cama, nu, pensando: que porra eu faço aqui? Vou embora? Fico? Falo? Fico quieto? Optei por ficar quieto e ver como tudo ia evoluir. Peguei o lençol e cobri meu pau. Katarina se levantou, se aproximou da cama, fez uma pergunta para Gina, notei pela entonação. As duas me olharam, esperando que eu dissesse algo, mas eu não tinha ideia do que estavam falando. Gina me olhou e me disse o que sua amiga e ela tinham conversado. Resumindo: Katarina também queria transar, e estavam falando sobre como fazer isso. Gina disse que no banheiro já tínhamos feito sexo, com o que Katarina disse que isso não era justo, como resolviam? E Gina me perguntou se eu estava a fim de ficar com as duas juntas. Olhei para Gina, olhei para Katarina, e concordei sem hesitar. Katarina sorriu e se aproximou de mim, eu me levantei, e comecei a beijá-la. Agarrei sua bunda com força, era dura, muito dura, uma bunda não tão redonda quanto a de Gina, mas muito firme. Levantei sua camiseta e comecei a lamber seus peitos, eram grandes, maiores que os de Gina. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu beijava seus seios. Tirei sua camiseta, enquanto nos beijávamos Gina se aproximou, e começou a chupar meu pau de novo. Katarina viu e se ajoelhou para acompanhar a amiga. Era minha primeira vez que duas mulheres faziam um boquete duplo em mim, foi glorioso. Elas compartilhavam meu pau, enquanto uma brincava com a glande, a outra lambia minhas bolas. Ficamos assim um bom tempo. Katarina deitou na cama e eu me aproximei de sua buceta, comecei a lamber. Gina puxou meu pau para trás e continuou a chupar. Eu estava no paraíso. Katarina estava muito molhada. Mudamos de posição e eu me deitei na cama. Gina sentou no meu rosto enquanto Katarina se dedicava ao meu pau. Eu estava concentrado na buceta da Gina, comendo, lambendo, mordendo seu clitóris, e ela gemendo e se mexendo sem parar. Sem perceber quando, Katarina colocou a camisinha e sentou em cima de mim, apoiando as mãos no meu peito e subindo e descendo sem parar. As duas gozaram, e eu também. Paramos um momento. Fui ao banheiro, precisava urinar, e fiz. Refresquei o rosto, me olhei no espelho e baixinho disse: "Obrigado, Armand, obrigado por ter querido pegar a Agnes." Saí do banheiro, elas tinham continuado a brincar entre si, estavam num maravilhoso 69, Gina embaixo e Katarina em cima, com a bunda empinada. Não pude me conter e aproximei minha língua do seu cu, lambi, relambi enquanto ela gozava muito. Entrei no seu cu e Gina na sua buceta, a mina estava muito molhada. De vez em quando eu parava de lamber a Gina e soltava gemidos de prazer. Introduzi um dedo no seu cu, e ela aceitou sem problema. Depois de um tempo, dois, ela continuava muito excitada, enquanto ambas se lambiam sem parar. Me levantei, coloquei outra camisinha e aproximei a ponta do meu pau do seu cu. Empurrei suavemente, ela fez um movimento para frente, mais por surpresa do que por não estar a fim, e eu entrei. Fiquei ali um tempinho, parado, enquanto Gina continuava lambendo o sexo da amiga e, de vez em quando, lambia minhas bolas. Comecei a me mover suavemente, Katarina começou a gemer de novo, abandonou completamente o sexo da Gina, e Gina saiu debaixo da Katarina, e se aproximou de mim, começou a me beijar apaixonadamente, eu cada vez empurrava com mais força a Katarina, Gina falava coisas para ela, enquanto a masturbava, Katarina acabou gozando como uma louca, Gina se colocou ao lado dela e apontando para sua bunda me fez entender que ela também queria, me aproximei dela, Katarina altamente excitada começou a lamber sua bunda junto comigo, de vez em quando nos beijávamos com paixão, eu agarrava aqueles peitos duros e bem colocados que ela tinha, eu estava no paraíso, nunca pensei que chegaria a esse ponto, uma vez dilatada a bunda da Gina, aproximei meu pau magistralmente enfiado pela Katarina, e entrei, suavemente, mas sem oposição, Gina começou a empurrar com força na minha direção, minhas bolas batiam em seu clitóris a cada empurrão, a agarrei pela cintura, a visão de sua bunda engolindo meu pau sem problema me excitou muito, Katarina e eu nos beijávamos sem parar, ela acariciava meu peito, brincava com meus mamilos com sua língua, enquanto Gina continuava empurrando e masturbando seu clitóris, a mim faltavam mãos e língua, mas eu estava me divertindo muito, nós estávamos nos divertindo muito, Gina gozou abundantemente, caiu rendida na cama, e eu fiquei de pé, com o pau duro e com a cabeça exposta, Katarina, tirou a camisinha e começou a chupar sem parar, eu estava prestes a gozar, avisei: «I come, I come» não sei se entendeu ou percebeu, mas Gina se colocou ao lado dela Katarina tirou o pau de sua boca e começou a agitá-lo, as duas ali diante de mim com a boca aberta, e soltei todo meu líquido que tinha nas bolas, estava seco, a cabeça me balançou, a vista ficou turva, e só não caí no chão porque me apoiei nelas, me limparam com cuidado, fiquei rendido na cama, nu, mal consegui me virar, elas foram se limpar no banheiro, voltaram, e dormimos o que restava da noite juntos na cama.
Essa semana foi incrível, enquanto meu primo achava que tinha encontrado o paraíso junto com a Agnes, eu sabia que cada noite entrava pela porta grande do meu amor, nos despedimos ao final da semana, Agnes e Armand prometeram amor eterno e trocaram endereços para se escreverem. Por minha parte, na última noite ficou claro que a Gina estava apaixonada por mim, ela mesma me deixou isso bem claro, e a Katarina estava apaixonada pelo meu jeito de foder ela. Por minha vez, eu disse às duas o que elas queriam ouvir: que eu amava as duas, e que ficaria encantado de nos vermos em breve. Elas me deram seus endereços postais, e eu fiz o mesmo. No que restou do ano, recebi e mandei cartas para as duas, mas com o tempo foram ficando mais espaçadas, e no final pararam de chegar, e eu parei de mandar. Por parte do meu primo, durou um pouco mais, no Natal ele encontrou a Agnes em Londres, eles se divertiram muito, mas no verão seguinte, tudo tinha desaparecido, e nossos caminhos nunca mais se cruzaram. Só me resta dizer: Viva as vikingas!
4 comentários - Meu Primeiro Menage