Tenho um primo, se chama Armand, somos primos por parte de pai, do único irmão que meu pai tem. A diferença de idade é de só 5 dias, eu sou mais velho que ele, e sempre que podia, quando éramos jovens, eu lembrava ele disso, só pra encher o saco. Nós dois fizemos 18 anos e decidimos que, como maiores de idade, tínhamos que comemorar como manda o figurino. Uns meses antes, a gente tinha planejado nossas próprias férias: uma semana na maravilhosa ilha de Ibiza. Minha tia ficou preocupada (quem conhece a fama daquela ilha no verão entende por quê), mas meu pai e o irmão dele deram um jeito de convencer ela de que éramos bons meninos (o que era verdade), que nunca tínhamos feito nada de errado (nisso a gente podia discordar), e além disso, nenhum de nós usava drogas e a gente tinha isso bem claro — isso era 100% verdade. No fim, minha tia topou. Demais.
Alguns de vocês devem estar se perguntando onde é que a Sonia estava nessa história. Resumindo: não estava. Fazia 3 meses que meu pai e ela tinham terminado. Por quê? Porque meu pai descobriu que a secretária dele, de 25 anos, era mais gostosa e transava melhor que a Sonia — coisa que eu, pessoalmente, nunca entendi, mas também é verdade que nunca peguei a secretária dele, nem conhecia ela. Bom, isso é mentira, sim, conheci sim, um par de vezes. A primeira vez foi num dia que resolvi visitar meu pai no trabalho de surpresa, e ela me atendeu super bem enquanto ele terminava uma reunião de negócios com uns clientes e sócios. A verdade é que ela era uma gostosa: magrinha, bundão, peito pequeno, cabelo loiro, falava vários idiomas, olhos azuis — tipo um tesão, e novinha. A segunda vez que conheci ela foi noutra visita surpresa, quando ela tava saindo do escritório do meu pai, com a cara vermelha e meio despenteada. Entrei no escritório, e meu pai estava atrás da mesa, no telefone. Ele desligou e levantou. Aí eu avisei que o zíper da calça dele estava aberto. Ele agradeceu e se desculpou, dizendo que tinha acabado de sair do banheiro e... Saí correndo pra atender o telefone, como naquele momento eu tava ocupado com a Sônia, não pensei em nada, mas quando rolou o término entre eles, liguei os pontos: naquele dia, ele não tava atendendo o telefone, tava era comendo a secretária dele, que, aliás, tenho que admitir, eu também teria feito desde o primeiro dia que conheci ela — na real, naquele primeiro dia eu já tinha imaginado várias vezes, de vários jeitos diferentes.
Enfim, a Sônia sumiu das nossas vidas, dos dois, sem deixar rastro, mas deixou em mim um puta conhecimento sexual que não tinha preço, e isso meu pai nunca soube, nunca contei pra ele. Mas, voltando àquele verão de 1989, eu e meu primo completávamos 18 anos, e chegou o dia de embarcar pra Palma, e de lá pegar uma balsa até Ibiza. Chegamos na ilha e fomos pro hotel, um quarto compartilhado. O hotel não era ruim, perto da praia. Nos instalamos, tomamos banho, e nos preparamos pra sair pra farra: roupa limpa, cabelo arrumado, dentes limpos, barba feita, e um par de camisinhas na carteira — pelo menos eu, meu primo só levou uma. Falei pra ele pegar outra, caso rolasse algo, e ele me ouviu. Saímos pras baladas, tinha muita gente, muitas minas, espanholas, estrangeiras, de todo canto: gostosas, feias, altas, baixas, gordas, magras, de tudo pra tudo, e muitas delas acompanhadas do namorado, o que reduzia o número de oportunidades. Chegamos no bar e pedimos nossa bebida, olhando pra todo lado. Olhei pro meu primo e falei, levantando a voz: «Parecemos caçadores atrás de presa». Ele me olhou, a gente riu junto, e ele disse: «E não é isso que a gente tá fazendo?» Concordei, enquanto terminava minha coca-Booty, larguei o copo no balcão e fui pra pista dançar. Entrei no meio do povo, dancei um pouco, depois meu primo apareceu e também começou a dançar. A gente olhava pra todo lado e nada de nada. Ficamos assim umas duas horas, e decidimos vazar.
Caminhamos pela praia xingando nossa decisão de vir pra essa merda. ilha onde a gente achava que dava pra foder até nas esquinas e nada de nada, sentamos num terraço e afogamos as mágoas num refrigerante (a gente tinha decidido não beber nada de álcool pra ficar consciente do que a gente tava fazendo), depois do refri veio um sorvete, porra isso era uma merda, tinha mulher, claro, mas todas em grupos grandes ou com namorado, olhei pro meu primo e falei: «Armand, tamos ferrados, acho que vamos passar a semana inteira assim, vamos ter que fazer um 5 contra 1» e fiz o gesto de bater uma pra nós, ele me olhou, colocou a mão no meu ombro e num tom paternal disse: «Querido Martin, te prometo que essa semana a gente vai se divertir, talvez a gente errou o primeiro tiro, mas o rifle tá carregado, não desespera, vamos descansar que amanhã é outro dia», pagamos a conta e fomos pro hotel; meu primo não sabia das minhas aventuras sexuais passadas, e achava que eu era virgem, ele tinha tido uma namorada com quem tinha feito (segundo ele) de tudo. Chegamos no hotel e caímos mortos na cama.
Quando acordei, meu primo tava sentado numa cadeira na varanda, fui pro banheiro e tomei um banho frio, é a melhor coisa no verão, descemos pra tomar café e decidimos ir pra praia, já que a gente tava lá, íamos aproveitar ao máximo o tempo, saímos do hotel, aquela parte da praia tava cheia de gente, e andamos sem rumo, chegamos numa pequena enseada e nos instalamos, pouco depois chegou uma família que ficou longe da gente, eu entrei na água, tava com vontade de nadar, meu primo ficou na toalha tomando sol, nadei pra dentro, virei e voltei pra praia, e quando saí, vi as duas toalhas sozinhas, cadê que o Armand tinha se metido, olhei pra esquerda e direita, e vi ele, agachado conversando com umas minas, me aproximei do grupo, eram 3 minas, norueguesas, 2 loiras, quase albinas, e uma ruiva; já faz tempo e esqueci os nomes delas, mas vamos dizer que os nomes eram Agnes, ela falava castelhano muito bem, a Katarina que falava italiano, e a que não falava nada, a Gina, ela era a ruiva, era mais encorpada que as outras, sem ser gordinha, as três tinham 21 anos, cheguei lá pingando e assaltei elas com um «Oi, (dei um tapa no meu primo) tava te procurando, cara» olhei pras minas e meu primo me apresentou: «É meu irmão gêmeo» era uma coisa que ele gostava de falar às vezes, nunca soube porquê, segundo ele tinha minas que ficavam excitadas pensando que poderiam agradar a dois irmãos, enfim, entrei na onda e falei, «é mas eu sou o mais velho, nasci 5 dias antes», a Agnes, a única que falava castelhano, me olhou, e caiu na risada, traduziu pras amigas e as 3 riram, ela me olhou de novo e disse: «cê quer dizer 5 minutos antes, não dias, né?», «Claro, era uma piada pra ver se cê tava ligada» falei, todo mundo dizia que a gente parecia irmãos, e até hoje; acho que é verdade, por algo nossos pais são irmãos. Depois de um tempo, nossas toalhas estavam junto das delas, e a gente batia papo os 5, bom, a Agnes mais que as outras, a Katarina que falava italiano, ia dando uma palhinha de vez em quando, e a terceira, Gina, não sacava nada, a não ser que traduzissem pra ela. Assim passamos a manhã.
Pois bem, num momento a gente ficou nós 2 sozinhos, enquanto as 3 brincavam na água, meu primo tava besta olhando como elas se molhavam entre si, e eu falei, «cara, para de olhar, olha teu pau, é melhor cê deitar de barriga pra baixo quando elas voltarem» «Martin, quero comer a Agnes, cê tem que me dar uma força, distrai as outras duas enquanto isso» ele falou, e eu respondi: «Mas cê não vai querer fazer aqui, não estamos sozinhos; que tal a gente fazer uma coisa, convidar elas hoje à tarde pra sair por ali, pelo povoado, a gente senta num bar, toma um sorvete, continua na brincadeira, e se rolar um clima, cê sabe como fazer, mas eu não vou de babá», ele concordou, e deitou de barriga pra baixo, a Gina chegou, me Pego na mão dela e, sem saber o que ela tava dizendo, percebi que queria que eu entrasse na água com ela, topei na hora. Quando me levantei, vi que as três eram bem altas, quase da altura do meu primo e eu. Ficamos ali, coladinhos, brincando, e quando vinha uma onda, nossos corpos se roçavam, os pezões duros dela raspando no meu peito, e eu aproveitava pra passar a mão na cintura dela. Ela começou a falar em inglês, e eu ainda conseguia me virar nessa língua. Me disse que eram norueguesas, que tinham chegado fazia 2 dias. Eu contei que a gente tinha chegado ontem e que tava no hotel tal, e elas estavam no hotel ao lado. Saímos os dois da água, e as três estavam sentadas na toalha. Meu primo virou pra mim e falou: «Combinamos de ir tomar algo às 5, beleza?» «Claro, irmão», nos despedimos com dois beijos em cada uma e fomos pro hotel. Tava na hora de comer, elas tinham sanduíches e iam ficar mais tempo, mas meu primo não perdoa a hora da comida. Então fomos almoçar, e no caminho comentei sobre a Gina na água. Ele me contou que tinha passado o tempo todo falando com a Agnes, deitado de bruços, admirando o corpo dela contra a luz. Comemos, tiramos um cochilo e nos arrumamos pra sair.
Combinamos de nos encontrar na recepção do hotel às 5. Chegamos lá, pontuais como um relógio suíço, sentamos nuns sofás e ficamos batendo papo. Perguntei pro meu primo se ele tinha trazido camisinha, já que ele tava afim de levar a Agnes pra cama. O idiota tinha esquecido. Ele me olhou e disse: «Tranquilo, vou levá-la pro nosso quarto, você se vira, mas não volta muito cedo.» Fudeu, pensei. Olhei feio pra ele, mas ele escapou porque Gina, Katarina e Agnes apareceram. Levantei do sofá, meu primo olhou pra trás e fez o mesmo. Cumprimentamos as três e saímos pra passear. Sentamos num terraço, pedimos uns sorvetes e uns refrigerantes. Eram 8 horas, e elas insistiram. Fomos num pub que elas tinham visto na noite anterior, topamos. Chegamos lá, acho que eu e meu primo éramos os únicos que não eram estrangeiros. O lugar era legal, sentamos numa mesa e pedimos mais uns refrigerantes, amendoim pra ir petiscando, e nos divertimos pra caralho. Meu primo sentou com a Agnes, e eu fiquei entre a Katarina e a Gina. Meu primo ficava sussurrando umas coisas no ouvido da Agnes, e os dois riam enquanto nós três conversávamos. A gente falava em inglês, era o jeito de todo mundo participar. A Gina levantou pra ir no banheiro, e a Katarina foi junto. Aproveitei pra chegar no barman e pedir mais uma comida e mais uma bebida, deixei meu primo e a Agnes sozinhos. Me virei por um segundo e eles já estavam se pegando de boca. Bom, pelo menos meu primo tava fazendo a parte dele, e ainda por cima era correspondido. Salve pra ele, ia passar a noite bem. E eu? Ia fazer de babá pra Katarina e Gina. Era a vida. Quando voltei pra mesa, eles continuaram como se nada. As duas voltaram do banheiro, e a Gina decidiu que queria dançar comigo. Aceitei e fomos dançar. Depois de alguns minutos, a Katarina entrou junto. Meu primo e a Agnes já tinham vazado. Já sabia o que me esperava: dançar a noite toda, passear ou o que fosse, mas não aparecer no hotel até amanhã. Ficamos várias horas naquele lugar, e no final saímos. Já passava das meia-noite, a rua tava cheia de gente. Perguntei pras minas onde queriam ir, ou o que queriam fazer. Entramos noutro bar, ficamos mais umas duas horas, e decidimos sair. A Katarina tava exausta e se desculpou por isso. Convidou eu e a Gina pra continuar a festa, mas ela ia pro hotel. Olhei pra Gina e falei pra Katarina: "Sem problemas, acompanho vocês até o hotel, amanhã a gente pode sair de novo". Ficava mal a mina ir sozinha, e além disso a Gina também não tava com muita vontade de continuar dançando. Caminhamos até o hotel conversando. Em algum momento do percurso, a Gina aproximava a mão da minha, brincava com meus dedos, soltava. Eu olhava pra ela, e ela sorria. Chegamos no hotel, e resolvi me despedir das duas. A Gina me olhou e falou: "Sobe, a gente pode bater um papo e brincar". Aceitei, o que mais eu ia fazer? Ficar andando pela praia esperando meu primo terminar?
Subimos pro quarto delas. Elas tinham um quarto pra três, bem grandinho, com duas camas que faziam de cama principal e uma terceira mais afastada. As minas tinham montado um supermercado no quarto: bebida, comida, de tudo, inacreditável. A Katarina foi tomar banho, e eu e a Gina ficamos sozinhos. Entre a gente tinha uma coisa que começou na água e não tinha se resolvido. Sem perceber, começamos a nos beijar apaixonadamente, nossas línguas brincando na boca um do outro, sem parar. Nossas mãos acariciavam nossos corpos, mas não estávamos sozinhos no quarto. Ouvimos a Katarina terminando o banho. Paramos. Ela olhou pra minha virilha, meu pau tava meio duro de tanto beijo e carícia. Me olhou, riu, e passou a mão de leve por cima da calça. A porta do banheiro abriu e saiu a Katarina, de camiseta e um shortinho curto. A Gina me olhou e falou que também ia tomar banho, então fiquei lá com a Katarina.
Ficamos conversando de boa, bebendo — ela uma cerveja, eu outra coca — e comendo uns biscoitos. Percebi que ela não tava de calcinha, os bicos dos peitos marcavam clarinho debaixo da camiseta. Eu não sabia o que ia rolar, o que fazer, mas pela primeira vez em muito tempo tava nervoso. A Gina saiu do banho e me ofereceu a ducha, caso eu quisesse tomar uma. Depois de tantas horas por ali, a verdade é que eu tava fedendo a tabaco, especialmente a roupa. Aceitei. Entrei no banheiro, tirei a roupa e tomei uma ducha. Isso ajudou meu pau a relaxar — água fria faz milagre nessas horas. Saí do banho e amarrei uma toalha grande na cintura. Alguém bateu na porta, e eu abri. Era a Gina. Ela entrou e falou que a Katarina tava dormindo. Me olhou e, sem dizer nada, se aproximou de mim. Ela tirou minha toalha e aproximou a boca do meu pau, começou um boquete espetacular. Ela só estava usando uma camiseta comprida. Ficou um tempão lambendo meu tronco, chupando minhas bolas. Eu estava no paraíso. Essa mina já tinha chupado muito pau viking antes de mim, isso era nítido, e eu adorava. Ela se levantou e encheu minha boca com a língua dela. Se afastou de mim, eu tirei a camiseta dela. Ela não estava usando nada por baixo. Vi a buceta dela com os pelos ruivos. Aquela imagem me deixou muito tesudo. Ela agarrou meu pau e disse: «Fuck me please, fuck me hard». Não dava pra dizer não, eu tava afim dela. Procurei nos bolsos da minha calça que estava no chão e achei as camisinhas. Peguei uma e deixei perto. Coloquei ela de frente pra parede, comecei a beijar o pescoço dela, as costas, e cheguei até a bunda dela. Uma bunda redonda, generosa. Lambi, separei as nádegas, lambi o cu dela. Que cheiro gostoso ela tinha. Ela se inclinou mais pra deixar a bunda e a buceta à mostra, e abriu as pernas pra melhorar meu acesso. Comecei a lamber, a tocar. Ela começou a ficar molhada. Meu pau tava duro, só queria meter naquela buceta ruiva, mas queria que ela aproveitasse mais, então continuei lambendo. Meus dedos brincavam ao redor do cu dela. Meu dedo indicador se aproximava do ânus dela, e ela deixava. Fui introduzindo ele, e ela foi soltando os primeiros gemidos. A buceta dela tava molhada, muito molhada. Ela gemia, me olhava por cima do ombro e dizia coisas que eu não entendia. Eu continuava na minha. Ela começou a se mexer mais, ela tava fodendo minha língua. Gemia, dizia coisas incompreensíveis, e de repente me olhou e disse «Fuck me now». Isso eu entendi. Me levantei, ela se virou, agarrou meu pau e me deu outro boquete bom. Ela mesma pegou a camisinha e colocou em mim. Voltou a se apoiar na parede, deixando a bunda e a buceta na minha frente. Aproximei meu pau da buceta dela e meti. Tava tão úmida, tão quente que entrou sem problema. Começamos uma sessão de sexo onde trocamos de posições várias vezes. até que os dois chegamos ao orgasmo, saímos do banheiro, e ela me levou pela mão até a cama grande. Katarina estava dormindo na cama de solteiro. Sentei na cama, e ela sentou em cima de mim. Começamos a nos beijar de novo, coloquei a mão na buceta dela e comecei a masturbá-la. Ela estava louca de tesão, começou a gemer de novo e acabou acordando a Katarina.
Katarina olhou pra gente. Gina estava deitada na cama, pelada, com as pernas abertas, e eu entre elas lambendo sem parar. Katarina acendeu a luz. Eu me afastei de repente, fiquei sentado na cama, com o pau duro, pelado. Katarina olhou pra nós dois e começou a falar com a amiga no idioma delas, parecia estar recriminando ela por estarmos transando ali. Gina não ficou calada e respondeu. Eu estava ali, sentado na cama, pelado, pensando: que porra tô fazendo aqui? Vazo. Fico. Falo. Calo. Optei por ficar quieto e ver como a coisa evoluía. Peguei o lençol e cobri o pau. Katarina levantou, chegou perto da cama, fez uma pergunta pra Gina — percebi pela entonação. As duas me olharam, esperando que eu falasse alguma coisa, mas eu não fazia ideia do que estavam conversando. Gina me olhou e contou o que ela e a amiga tinham falado. Resumindo: Katarina também queria foder, e estavam discutindo como fazer. Gina disse que no banheiro a gente já tinha transado, então Katarina reclamou que não era justo, que como iam resolver isso. E Gina me perguntou se eu topava ficar com as duas juntas. Olhei pra Gina, olhei pra Katarina, e concordei sem hesitar. Katarina sorriu e se aproximou de mim. Eu levantei e comecei a beijá-la. Agarrei a bunda dela com força, era dura, muito dura — não era tão redonda quanto a da Gina, mas muito firme. Levantei a camiseta dela e comecei a lamber os peitos dela, que eram grandes, maiores que os da Gina. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu beijava os seios dela. Tirei a camiseta dela, e enquanto nos beijávamos, Gina se aproximou e começou a chupar meu pau de novo. Katarina viu aquilo e se ajoelhou pra acompanhar a amiga. Era a primeira vez que duas mulheres me faziam um boquete ao mesmo tempo, foi glorioso. Elas dividiam minha pica, enquanto uma brincava com a minha glande, a outra lambia minhas bolas. Ficamos assim por um bom tempo. Katarina se deitou na cama, e eu me aproximei da buceta dela, comecei a lamber. Gina puxou minha pica pra trás e continuou me chupando, eu tava no paraíso. Katarina tava muito molhada. Trocamos de posição e eu me deitei na cama. Gina sentou na minha cara enquanto Katarina cuidava da minha pica. Eu tava concentrado na buceta da Gina, chupava, lambia, mordia o clitóris dela, e ela gemia e se mexia sem parar. Sem perceber, Katarina já tinha colocado a camisinha em mim e sentou em cima, apoiando as mãos no meu peito e subindo e descendo sem parar. As duas gozaram, e eu também. Paramos um momento, fui ao banheiro, precisava mijar. Mijei, lavei o rosto, me olhei no espelho e falei baixinho: "Valeu, Armand, valeu por ter querido pegar a Agnes." Saí do banheiro, elas tinham continuado a brincar entre si, estavam num 69 maravilhoso, Gina embaixo e Katarina em cima, com a bunda empinada. Não consegui me segurar e aproximei minha língua do cu dela, lambi, lambi de novo, enquanto ela curtia muito. Eu entrei no cu dela e Gina na buceta, a mina tava muito molhada. De vez em quando ela parava de lamber a Gina e soltava gemidos de prazer. Enfiei um dedo no cu dela, e ela aceitou de boa. Depois de um tempo, dois, ela continuava muito excitada, enquanto as duas se lambiam sem parar. Levantei, coloquei outra camisinha e aproximei a ponta da minha pica no cu dela. Empurrei devagar, ela fez um movimento pra frente, mais por surpresa do que por não querer, e eu enfiei. Fiquei ali paradinho por um tempo, enquanto Gina continuava lambendo a buceta da amiga e de vez em quando lambia minhas bolas. Comecei a me mexer devagar, Katarina começou a gemer de novo, largou completamente a buceta da Gina. Gina saiu. debaixo da Katarina, e chegou perto de mim, começou a me beijar apaixonadamente, eu cada vez empurrava com mais força a Katarina, a Gina falava umas coisas pra ela, enquanto a masturbava, a Katarina gozou que nem uma condenada, a Gina ficou do lado dela e apontando pra bunda dela me fez entender que ela também queria, eu cheguei perto dela, a Katarina toda excitada começou a lamber a bunda dela junto comigo, de vez em quando a gente se beijava de língua com paixão, eu pegava naqueles peitos duros e bem colocados que ela tinha, eu tava no paraíso, nunca pensei que chegaria naquele ponto, uma vez dilatado o cu da Gina, aproximei meu pau enfiado magistralmente pela Katarina, e entrei, devagar, mas sem resistência, a Gina começou a empurrar com força contra mim, minhas bolas batiam no clitóris dela a cada empurrada, eu segurei ela pela cintura, a visão da bunda dela engolindo meu pau sem problema me excitou pra caralho, a Katarina e eu nos beijávamos sem parar, ela passava a mão no meu peito, brincava com meus mamilos com a língua, enquanto a Gina continuava empurrando e se masturbando o clitóris, eu não tinha mãos nem língua suficientes, mas tava me divertindo pra caralho, a gente tava se divertindo pra caralho, a Gina gozou abundantemente, caiu exausta na cama, e eu fiquei de pé, com o pau duro e desencapado, a Katarina tirou a camisinha e começou a chupar sem parar, eu tava quase gozando, avisei ela: «I come, I come» não sei se ela entendeu ou percebeu, mas a Gina ficou do lado dela, a Katarina tirou o pau da boca e começou a bater uma, as duas ali na minha frente de boca aberta, e eu soltei todo o líquido que tinha nas bolas, tava seco, a cabeça rodou, a vista escureceu, e só não caí no chão porque me apoiei nelas, me limparam direitinho, fiquei exausto na cama, pelado, com dificuldade consegui me virar, elas foram se limpar no banheiro, voltaram, e a gente dormiu o que restou da noite juntos na cama. Aquela semana foi foda, enquanto meu primo achava que tinha encontrado o paraíso com a Agnes, eu sabia que toda noite entrava pela porta da frente do céu, a gente se despediu no fim da semana. Agnes e Armand juraram amor eterno e trocaram endereços pra se escrever. Já do meu lado, na última noite ficou claro que a Gina tava apaixonada por mim, ela mesma me falou, e a Katarina tava apaixonada pelo jeito que eu comia ela. Da minha parte, falei pras duas o que elas queriam ouvir: que amava as duas e que adoraria vê-las logo. Elas me deram o endereço postal, e eu fiz o mesmo. No resto do ano, recebi e mandei cartas pras duas, mas com o tempo foram espaçando, até que pararam de chegar, e eu parei de mandar. Já com meu primo, durou um pouco mais: no Natal ele encontrou a Agnes em Londres, se divertiram pra caralho, mas no verão seguinte tudo tinha sumido, e nossos caminhos nunca mais se cruzaram. Só me resta dizer: viva as vikings!
Alguns de vocês devem estar se perguntando onde é que a Sonia estava nessa história. Resumindo: não estava. Fazia 3 meses que meu pai e ela tinham terminado. Por quê? Porque meu pai descobriu que a secretária dele, de 25 anos, era mais gostosa e transava melhor que a Sonia — coisa que eu, pessoalmente, nunca entendi, mas também é verdade que nunca peguei a secretária dele, nem conhecia ela. Bom, isso é mentira, sim, conheci sim, um par de vezes. A primeira vez foi num dia que resolvi visitar meu pai no trabalho de surpresa, e ela me atendeu super bem enquanto ele terminava uma reunião de negócios com uns clientes e sócios. A verdade é que ela era uma gostosa: magrinha, bundão, peito pequeno, cabelo loiro, falava vários idiomas, olhos azuis — tipo um tesão, e novinha. A segunda vez que conheci ela foi noutra visita surpresa, quando ela tava saindo do escritório do meu pai, com a cara vermelha e meio despenteada. Entrei no escritório, e meu pai estava atrás da mesa, no telefone. Ele desligou e levantou. Aí eu avisei que o zíper da calça dele estava aberto. Ele agradeceu e se desculpou, dizendo que tinha acabado de sair do banheiro e... Saí correndo pra atender o telefone, como naquele momento eu tava ocupado com a Sônia, não pensei em nada, mas quando rolou o término entre eles, liguei os pontos: naquele dia, ele não tava atendendo o telefone, tava era comendo a secretária dele, que, aliás, tenho que admitir, eu também teria feito desde o primeiro dia que conheci ela — na real, naquele primeiro dia eu já tinha imaginado várias vezes, de vários jeitos diferentes.
Enfim, a Sônia sumiu das nossas vidas, dos dois, sem deixar rastro, mas deixou em mim um puta conhecimento sexual que não tinha preço, e isso meu pai nunca soube, nunca contei pra ele. Mas, voltando àquele verão de 1989, eu e meu primo completávamos 18 anos, e chegou o dia de embarcar pra Palma, e de lá pegar uma balsa até Ibiza. Chegamos na ilha e fomos pro hotel, um quarto compartilhado. O hotel não era ruim, perto da praia. Nos instalamos, tomamos banho, e nos preparamos pra sair pra farra: roupa limpa, cabelo arrumado, dentes limpos, barba feita, e um par de camisinhas na carteira — pelo menos eu, meu primo só levou uma. Falei pra ele pegar outra, caso rolasse algo, e ele me ouviu. Saímos pras baladas, tinha muita gente, muitas minas, espanholas, estrangeiras, de todo canto: gostosas, feias, altas, baixas, gordas, magras, de tudo pra tudo, e muitas delas acompanhadas do namorado, o que reduzia o número de oportunidades. Chegamos no bar e pedimos nossa bebida, olhando pra todo lado. Olhei pro meu primo e falei, levantando a voz: «Parecemos caçadores atrás de presa». Ele me olhou, a gente riu junto, e ele disse: «E não é isso que a gente tá fazendo?» Concordei, enquanto terminava minha coca-Booty, larguei o copo no balcão e fui pra pista dançar. Entrei no meio do povo, dancei um pouco, depois meu primo apareceu e também começou a dançar. A gente olhava pra todo lado e nada de nada. Ficamos assim umas duas horas, e decidimos vazar.
Caminhamos pela praia xingando nossa decisão de vir pra essa merda. ilha onde a gente achava que dava pra foder até nas esquinas e nada de nada, sentamos num terraço e afogamos as mágoas num refrigerante (a gente tinha decidido não beber nada de álcool pra ficar consciente do que a gente tava fazendo), depois do refri veio um sorvete, porra isso era uma merda, tinha mulher, claro, mas todas em grupos grandes ou com namorado, olhei pro meu primo e falei: «Armand, tamos ferrados, acho que vamos passar a semana inteira assim, vamos ter que fazer um 5 contra 1» e fiz o gesto de bater uma pra nós, ele me olhou, colocou a mão no meu ombro e num tom paternal disse: «Querido Martin, te prometo que essa semana a gente vai se divertir, talvez a gente errou o primeiro tiro, mas o rifle tá carregado, não desespera, vamos descansar que amanhã é outro dia», pagamos a conta e fomos pro hotel; meu primo não sabia das minhas aventuras sexuais passadas, e achava que eu era virgem, ele tinha tido uma namorada com quem tinha feito (segundo ele) de tudo. Chegamos no hotel e caímos mortos na cama.
Quando acordei, meu primo tava sentado numa cadeira na varanda, fui pro banheiro e tomei um banho frio, é a melhor coisa no verão, descemos pra tomar café e decidimos ir pra praia, já que a gente tava lá, íamos aproveitar ao máximo o tempo, saímos do hotel, aquela parte da praia tava cheia de gente, e andamos sem rumo, chegamos numa pequena enseada e nos instalamos, pouco depois chegou uma família que ficou longe da gente, eu entrei na água, tava com vontade de nadar, meu primo ficou na toalha tomando sol, nadei pra dentro, virei e voltei pra praia, e quando saí, vi as duas toalhas sozinhas, cadê que o Armand tinha se metido, olhei pra esquerda e direita, e vi ele, agachado conversando com umas minas, me aproximei do grupo, eram 3 minas, norueguesas, 2 loiras, quase albinas, e uma ruiva; já faz tempo e esqueci os nomes delas, mas vamos dizer que os nomes eram Agnes, ela falava castelhano muito bem, a Katarina que falava italiano, e a que não falava nada, a Gina, ela era a ruiva, era mais encorpada que as outras, sem ser gordinha, as três tinham 21 anos, cheguei lá pingando e assaltei elas com um «Oi, (dei um tapa no meu primo) tava te procurando, cara» olhei pras minas e meu primo me apresentou: «É meu irmão gêmeo» era uma coisa que ele gostava de falar às vezes, nunca soube porquê, segundo ele tinha minas que ficavam excitadas pensando que poderiam agradar a dois irmãos, enfim, entrei na onda e falei, «é mas eu sou o mais velho, nasci 5 dias antes», a Agnes, a única que falava castelhano, me olhou, e caiu na risada, traduziu pras amigas e as 3 riram, ela me olhou de novo e disse: «cê quer dizer 5 minutos antes, não dias, né?», «Claro, era uma piada pra ver se cê tava ligada» falei, todo mundo dizia que a gente parecia irmãos, e até hoje; acho que é verdade, por algo nossos pais são irmãos. Depois de um tempo, nossas toalhas estavam junto das delas, e a gente batia papo os 5, bom, a Agnes mais que as outras, a Katarina que falava italiano, ia dando uma palhinha de vez em quando, e a terceira, Gina, não sacava nada, a não ser que traduzissem pra ela. Assim passamos a manhã.
Pois bem, num momento a gente ficou nós 2 sozinhos, enquanto as 3 brincavam na água, meu primo tava besta olhando como elas se molhavam entre si, e eu falei, «cara, para de olhar, olha teu pau, é melhor cê deitar de barriga pra baixo quando elas voltarem» «Martin, quero comer a Agnes, cê tem que me dar uma força, distrai as outras duas enquanto isso» ele falou, e eu respondi: «Mas cê não vai querer fazer aqui, não estamos sozinhos; que tal a gente fazer uma coisa, convidar elas hoje à tarde pra sair por ali, pelo povoado, a gente senta num bar, toma um sorvete, continua na brincadeira, e se rolar um clima, cê sabe como fazer, mas eu não vou de babá», ele concordou, e deitou de barriga pra baixo, a Gina chegou, me Pego na mão dela e, sem saber o que ela tava dizendo, percebi que queria que eu entrasse na água com ela, topei na hora. Quando me levantei, vi que as três eram bem altas, quase da altura do meu primo e eu. Ficamos ali, coladinhos, brincando, e quando vinha uma onda, nossos corpos se roçavam, os pezões duros dela raspando no meu peito, e eu aproveitava pra passar a mão na cintura dela. Ela começou a falar em inglês, e eu ainda conseguia me virar nessa língua. Me disse que eram norueguesas, que tinham chegado fazia 2 dias. Eu contei que a gente tinha chegado ontem e que tava no hotel tal, e elas estavam no hotel ao lado. Saímos os dois da água, e as três estavam sentadas na toalha. Meu primo virou pra mim e falou: «Combinamos de ir tomar algo às 5, beleza?» «Claro, irmão», nos despedimos com dois beijos em cada uma e fomos pro hotel. Tava na hora de comer, elas tinham sanduíches e iam ficar mais tempo, mas meu primo não perdoa a hora da comida. Então fomos almoçar, e no caminho comentei sobre a Gina na água. Ele me contou que tinha passado o tempo todo falando com a Agnes, deitado de bruços, admirando o corpo dela contra a luz. Comemos, tiramos um cochilo e nos arrumamos pra sair.
Combinamos de nos encontrar na recepção do hotel às 5. Chegamos lá, pontuais como um relógio suíço, sentamos nuns sofás e ficamos batendo papo. Perguntei pro meu primo se ele tinha trazido camisinha, já que ele tava afim de levar a Agnes pra cama. O idiota tinha esquecido. Ele me olhou e disse: «Tranquilo, vou levá-la pro nosso quarto, você se vira, mas não volta muito cedo.» Fudeu, pensei. Olhei feio pra ele, mas ele escapou porque Gina, Katarina e Agnes apareceram. Levantei do sofá, meu primo olhou pra trás e fez o mesmo. Cumprimentamos as três e saímos pra passear. Sentamos num terraço, pedimos uns sorvetes e uns refrigerantes. Eram 8 horas, e elas insistiram. Fomos num pub que elas tinham visto na noite anterior, topamos. Chegamos lá, acho que eu e meu primo éramos os únicos que não eram estrangeiros. O lugar era legal, sentamos numa mesa e pedimos mais uns refrigerantes, amendoim pra ir petiscando, e nos divertimos pra caralho. Meu primo sentou com a Agnes, e eu fiquei entre a Katarina e a Gina. Meu primo ficava sussurrando umas coisas no ouvido da Agnes, e os dois riam enquanto nós três conversávamos. A gente falava em inglês, era o jeito de todo mundo participar. A Gina levantou pra ir no banheiro, e a Katarina foi junto. Aproveitei pra chegar no barman e pedir mais uma comida e mais uma bebida, deixei meu primo e a Agnes sozinhos. Me virei por um segundo e eles já estavam se pegando de boca. Bom, pelo menos meu primo tava fazendo a parte dele, e ainda por cima era correspondido. Salve pra ele, ia passar a noite bem. E eu? Ia fazer de babá pra Katarina e Gina. Era a vida. Quando voltei pra mesa, eles continuaram como se nada. As duas voltaram do banheiro, e a Gina decidiu que queria dançar comigo. Aceitei e fomos dançar. Depois de alguns minutos, a Katarina entrou junto. Meu primo e a Agnes já tinham vazado. Já sabia o que me esperava: dançar a noite toda, passear ou o que fosse, mas não aparecer no hotel até amanhã. Ficamos várias horas naquele lugar, e no final saímos. Já passava das meia-noite, a rua tava cheia de gente. Perguntei pras minas onde queriam ir, ou o que queriam fazer. Entramos noutro bar, ficamos mais umas duas horas, e decidimos sair. A Katarina tava exausta e se desculpou por isso. Convidou eu e a Gina pra continuar a festa, mas ela ia pro hotel. Olhei pra Gina e falei pra Katarina: "Sem problemas, acompanho vocês até o hotel, amanhã a gente pode sair de novo". Ficava mal a mina ir sozinha, e além disso a Gina também não tava com muita vontade de continuar dançando. Caminhamos até o hotel conversando. Em algum momento do percurso, a Gina aproximava a mão da minha, brincava com meus dedos, soltava. Eu olhava pra ela, e ela sorria. Chegamos no hotel, e resolvi me despedir das duas. A Gina me olhou e falou: "Sobe, a gente pode bater um papo e brincar". Aceitei, o que mais eu ia fazer? Ficar andando pela praia esperando meu primo terminar?
Subimos pro quarto delas. Elas tinham um quarto pra três, bem grandinho, com duas camas que faziam de cama principal e uma terceira mais afastada. As minas tinham montado um supermercado no quarto: bebida, comida, de tudo, inacreditável. A Katarina foi tomar banho, e eu e a Gina ficamos sozinhos. Entre a gente tinha uma coisa que começou na água e não tinha se resolvido. Sem perceber, começamos a nos beijar apaixonadamente, nossas línguas brincando na boca um do outro, sem parar. Nossas mãos acariciavam nossos corpos, mas não estávamos sozinhos no quarto. Ouvimos a Katarina terminando o banho. Paramos. Ela olhou pra minha virilha, meu pau tava meio duro de tanto beijo e carícia. Me olhou, riu, e passou a mão de leve por cima da calça. A porta do banheiro abriu e saiu a Katarina, de camiseta e um shortinho curto. A Gina me olhou e falou que também ia tomar banho, então fiquei lá com a Katarina.
Ficamos conversando de boa, bebendo — ela uma cerveja, eu outra coca — e comendo uns biscoitos. Percebi que ela não tava de calcinha, os bicos dos peitos marcavam clarinho debaixo da camiseta. Eu não sabia o que ia rolar, o que fazer, mas pela primeira vez em muito tempo tava nervoso. A Gina saiu do banho e me ofereceu a ducha, caso eu quisesse tomar uma. Depois de tantas horas por ali, a verdade é que eu tava fedendo a tabaco, especialmente a roupa. Aceitei. Entrei no banheiro, tirei a roupa e tomei uma ducha. Isso ajudou meu pau a relaxar — água fria faz milagre nessas horas. Saí do banho e amarrei uma toalha grande na cintura. Alguém bateu na porta, e eu abri. Era a Gina. Ela entrou e falou que a Katarina tava dormindo. Me olhou e, sem dizer nada, se aproximou de mim. Ela tirou minha toalha e aproximou a boca do meu pau, começou um boquete espetacular. Ela só estava usando uma camiseta comprida. Ficou um tempão lambendo meu tronco, chupando minhas bolas. Eu estava no paraíso. Essa mina já tinha chupado muito pau viking antes de mim, isso era nítido, e eu adorava. Ela se levantou e encheu minha boca com a língua dela. Se afastou de mim, eu tirei a camiseta dela. Ela não estava usando nada por baixo. Vi a buceta dela com os pelos ruivos. Aquela imagem me deixou muito tesudo. Ela agarrou meu pau e disse: «Fuck me please, fuck me hard». Não dava pra dizer não, eu tava afim dela. Procurei nos bolsos da minha calça que estava no chão e achei as camisinhas. Peguei uma e deixei perto. Coloquei ela de frente pra parede, comecei a beijar o pescoço dela, as costas, e cheguei até a bunda dela. Uma bunda redonda, generosa. Lambi, separei as nádegas, lambi o cu dela. Que cheiro gostoso ela tinha. Ela se inclinou mais pra deixar a bunda e a buceta à mostra, e abriu as pernas pra melhorar meu acesso. Comecei a lamber, a tocar. Ela começou a ficar molhada. Meu pau tava duro, só queria meter naquela buceta ruiva, mas queria que ela aproveitasse mais, então continuei lambendo. Meus dedos brincavam ao redor do cu dela. Meu dedo indicador se aproximava do ânus dela, e ela deixava. Fui introduzindo ele, e ela foi soltando os primeiros gemidos. A buceta dela tava molhada, muito molhada. Ela gemia, me olhava por cima do ombro e dizia coisas que eu não entendia. Eu continuava na minha. Ela começou a se mexer mais, ela tava fodendo minha língua. Gemia, dizia coisas incompreensíveis, e de repente me olhou e disse «Fuck me now». Isso eu entendi. Me levantei, ela se virou, agarrou meu pau e me deu outro boquete bom. Ela mesma pegou a camisinha e colocou em mim. Voltou a se apoiar na parede, deixando a bunda e a buceta na minha frente. Aproximei meu pau da buceta dela e meti. Tava tão úmida, tão quente que entrou sem problema. Começamos uma sessão de sexo onde trocamos de posições várias vezes. até que os dois chegamos ao orgasmo, saímos do banheiro, e ela me levou pela mão até a cama grande. Katarina estava dormindo na cama de solteiro. Sentei na cama, e ela sentou em cima de mim. Começamos a nos beijar de novo, coloquei a mão na buceta dela e comecei a masturbá-la. Ela estava louca de tesão, começou a gemer de novo e acabou acordando a Katarina.
Katarina olhou pra gente. Gina estava deitada na cama, pelada, com as pernas abertas, e eu entre elas lambendo sem parar. Katarina acendeu a luz. Eu me afastei de repente, fiquei sentado na cama, com o pau duro, pelado. Katarina olhou pra nós dois e começou a falar com a amiga no idioma delas, parecia estar recriminando ela por estarmos transando ali. Gina não ficou calada e respondeu. Eu estava ali, sentado na cama, pelado, pensando: que porra tô fazendo aqui? Vazo. Fico. Falo. Calo. Optei por ficar quieto e ver como a coisa evoluía. Peguei o lençol e cobri o pau. Katarina levantou, chegou perto da cama, fez uma pergunta pra Gina — percebi pela entonação. As duas me olharam, esperando que eu falasse alguma coisa, mas eu não fazia ideia do que estavam conversando. Gina me olhou e contou o que ela e a amiga tinham falado. Resumindo: Katarina também queria foder, e estavam discutindo como fazer. Gina disse que no banheiro a gente já tinha transado, então Katarina reclamou que não era justo, que como iam resolver isso. E Gina me perguntou se eu topava ficar com as duas juntas. Olhei pra Gina, olhei pra Katarina, e concordei sem hesitar. Katarina sorriu e se aproximou de mim. Eu levantei e comecei a beijá-la. Agarrei a bunda dela com força, era dura, muito dura — não era tão redonda quanto a da Gina, mas muito firme. Levantei a camiseta dela e comecei a lamber os peitos dela, que eram grandes, maiores que os da Gina. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu beijava os seios dela. Tirei a camiseta dela, e enquanto nos beijávamos, Gina se aproximou e começou a chupar meu pau de novo. Katarina viu aquilo e se ajoelhou pra acompanhar a amiga. Era a primeira vez que duas mulheres me faziam um boquete ao mesmo tempo, foi glorioso. Elas dividiam minha pica, enquanto uma brincava com a minha glande, a outra lambia minhas bolas. Ficamos assim por um bom tempo. Katarina se deitou na cama, e eu me aproximei da buceta dela, comecei a lamber. Gina puxou minha pica pra trás e continuou me chupando, eu tava no paraíso. Katarina tava muito molhada. Trocamos de posição e eu me deitei na cama. Gina sentou na minha cara enquanto Katarina cuidava da minha pica. Eu tava concentrado na buceta da Gina, chupava, lambia, mordia o clitóris dela, e ela gemia e se mexia sem parar. Sem perceber, Katarina já tinha colocado a camisinha em mim e sentou em cima, apoiando as mãos no meu peito e subindo e descendo sem parar. As duas gozaram, e eu também. Paramos um momento, fui ao banheiro, precisava mijar. Mijei, lavei o rosto, me olhei no espelho e falei baixinho: "Valeu, Armand, valeu por ter querido pegar a Agnes." Saí do banheiro, elas tinham continuado a brincar entre si, estavam num 69 maravilhoso, Gina embaixo e Katarina em cima, com a bunda empinada. Não consegui me segurar e aproximei minha língua do cu dela, lambi, lambi de novo, enquanto ela curtia muito. Eu entrei no cu dela e Gina na buceta, a mina tava muito molhada. De vez em quando ela parava de lamber a Gina e soltava gemidos de prazer. Enfiei um dedo no cu dela, e ela aceitou de boa. Depois de um tempo, dois, ela continuava muito excitada, enquanto as duas se lambiam sem parar. Levantei, coloquei outra camisinha e aproximei a ponta da minha pica no cu dela. Empurrei devagar, ela fez um movimento pra frente, mais por surpresa do que por não querer, e eu enfiei. Fiquei ali paradinho por um tempo, enquanto Gina continuava lambendo a buceta da amiga e de vez em quando lambia minhas bolas. Comecei a me mexer devagar, Katarina começou a gemer de novo, largou completamente a buceta da Gina. Gina saiu. debaixo da Katarina, e chegou perto de mim, começou a me beijar apaixonadamente, eu cada vez empurrava com mais força a Katarina, a Gina falava umas coisas pra ela, enquanto a masturbava, a Katarina gozou que nem uma condenada, a Gina ficou do lado dela e apontando pra bunda dela me fez entender que ela também queria, eu cheguei perto dela, a Katarina toda excitada começou a lamber a bunda dela junto comigo, de vez em quando a gente se beijava de língua com paixão, eu pegava naqueles peitos duros e bem colocados que ela tinha, eu tava no paraíso, nunca pensei que chegaria naquele ponto, uma vez dilatado o cu da Gina, aproximei meu pau enfiado magistralmente pela Katarina, e entrei, devagar, mas sem resistência, a Gina começou a empurrar com força contra mim, minhas bolas batiam no clitóris dela a cada empurrada, eu segurei ela pela cintura, a visão da bunda dela engolindo meu pau sem problema me excitou pra caralho, a Katarina e eu nos beijávamos sem parar, ela passava a mão no meu peito, brincava com meus mamilos com a língua, enquanto a Gina continuava empurrando e se masturbando o clitóris, eu não tinha mãos nem língua suficientes, mas tava me divertindo pra caralho, a gente tava se divertindo pra caralho, a Gina gozou abundantemente, caiu exausta na cama, e eu fiquei de pé, com o pau duro e desencapado, a Katarina tirou a camisinha e começou a chupar sem parar, eu tava quase gozando, avisei ela: «I come, I come» não sei se ela entendeu ou percebeu, mas a Gina ficou do lado dela, a Katarina tirou o pau da boca e começou a bater uma, as duas ali na minha frente de boca aberta, e eu soltei todo o líquido que tinha nas bolas, tava seco, a cabeça rodou, a vista escureceu, e só não caí no chão porque me apoiei nelas, me limparam direitinho, fiquei exausto na cama, pelado, com dificuldade consegui me virar, elas foram se limpar no banheiro, voltaram, e a gente dormiu o que restou da noite juntos na cama. Aquela semana foi foda, enquanto meu primo achava que tinha encontrado o paraíso com a Agnes, eu sabia que toda noite entrava pela porta da frente do céu, a gente se despediu no fim da semana. Agnes e Armand juraram amor eterno e trocaram endereços pra se escrever. Já do meu lado, na última noite ficou claro que a Gina tava apaixonada por mim, ela mesma me falou, e a Katarina tava apaixonada pelo jeito que eu comia ela. Da minha parte, falei pras duas o que elas queriam ouvir: que amava as duas e que adoraria vê-las logo. Elas me deram o endereço postal, e eu fiz o mesmo. No resto do ano, recebi e mandei cartas pras duas, mas com o tempo foram espaçando, até que pararam de chegar, e eu parei de mandar. Já com meu primo, durou um pouco mais: no Natal ele encontrou a Agnes em Londres, se divertiram pra caralho, mas no verão seguinte tudo tinha sumido, e nossos caminhos nunca mais se cruzaram. Só me resta dizer: viva as vikings!
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