Sandy, o armário dela e a irmã (II)




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Compêndio IE quem é o Leon?" perguntei, tentando fazer ela baixar a voz.
"Leon é o namorado da minha irmã."
Naquele momento, eu estava mais do que confuso. Sandy, que até aquela tarde eu via como uma garota infantil e distraída (com fortes suspeitas de que era virgem), acabou sendo uma pervertida voyeur, que ficava excitada vendo a irmã transando com o namorado, escondida no que parecia ser o armário e que agora eu descobria que era infiel.
Mas o que mais explodia minha mente era não saber como eu tinha ido parar naquele armário, já que sou marido de uma das amigas de confiança da Sandy e, originalmente, estava lá ajudando ela no trabalho de pesquisa dela.
No entanto, o tesão falava mais alto e, depois de me certificar de que ela ficaria mais calma e quieta, nos levantamos de novo.
"Leon é um sortudo!" comentou o cara, de forma provocativa, enquanto Danielle parecia limpar os lábios dos restos da gozada dele. "Você engole como uma verdadeira puta!"
"Cala a boca, Nat!" respondeu Danielle, confirmando as suspeitas de Sandy.
"Não fica brava, Dee!" disse ele, com um tom mais doce. "Agora você sabe que é sua vez!"
Parece que a "Dee" gostou da ideia, porque ela prendeu o cabelo e se levantou, ansiosa, até levantando a bunda na expectativa.
Assim como ela, Nat foi tirando a camisa, até mostrar o sutiã, e ficou ali, chupando os peitos dela por uns momentos...
"Nat, não seja mau!" pediu Dee, com uma voz melosa. "Você prometeu que seria minha vez..."
"É só um desvio rápido, gata!" exclamou ele, enquanto acariciava a cabeça dela nos peitos dele. "Vai me dizer que o Leon chupa melhor que eu?"
Mas admito que, assim como eu, Nat estava trapaceando, porque também enfiava os dedos dentro da saia dela, de um jeito insidioso, que a deixava sem reação.
"Não!... mas... fui obediente... bebi tudo..." respondia ela, com espasmos no corpo.
Enquanto eu contemplava o espetáculo, comecei a ouvir um leve e persistente tilintar metálico, acompanhado de um som baixinho... Pau de madeira, bem perto.
Girei na direção do barulho e vi não só a Sandy com o zíper da calça aberto, se dedando sem jeito, batendo num cabide com os movimentos, mas também ela começando a gemer baixinho, tipo um soluço.
Vendo que ela tava tão forte que não conseguia abafar e que, ainda por cima, não demoraria pra eles perceberem o som, enrolei ela com meu corpo, tampei a boca dela e, com a outra mão, continuei a massagem desastrada no lugar dela, imobilizando ela com meu aperto e enfiando o indicador no meio da fenda molhada dela.
— Vai, Nat!... Vai, Nat!... Você prometeu que era minha vez! — pediu a Dee de novo, enquanto Nat lambia os peitos inchados dela.
— Tá bom, boneca! Vou provar o seu!
E o Nat foi descendo com a língua até chegar no templo do prazer da Dee. Não conheço esse tal de Leon, mas o Nat me era simpático, porque pensava igual a mim.
Pelo que dava pra ver, o Nat também passava um tempão chupando o clitóris, o que fazia a mandíbula da Dee travar num sorriso de alegria nervosa, onde ela fechava os olhos e prendia a respiração, segurando o prazer.
Mas aí ele se abaixou um pouco mais, conseguindo deslizar a língua pra dentro da buceta, fazendo a Dee literalmente ficar na ponta dos pés de tanto tesão, com um suspiro intenso que parecia tomar conta dela toda.
Aproveitando que o Nat lambia sem parar, pude reparar melhor no corpo da Dee: uns peitos chamativos, de uns 92 cm, como os dos primeiros meses de gravidez da minha esposa, que seriam uma vez e meia o tamanho dos da Sandy; uma cintura fina e ombros pequenos, medindo 1,65 m, um pouco mais baixa que a irmã mais nova e, igual a ela, de cabelo escuro.
E como se tivesse uma certa simetria com o que tinha rolado antes, a Dee começou a cavalgar a boca do amigo, acariciando de leve os cabelos dele, até que ele... Gozou.
Suspiros intensos a tomavam de conta, como se fosse um fole, mas em vez de continuar lambendo, Nat jogou ela na cama.
Com um sorriso bem feliz, Dee abriu as pernas pro amigo. Nat demorou uns segundos, colocando a camisinha.
Consegui ver com bastante detalhe como a buceta peluda ia admitindo devagar o pau do Nat, que suspirava forte, como se fizesse um esforço sobre-humano pra se segurar.
O que mais me chamava a atenção era que não custou muito pra enfiar a vara toda dentro da Dee, a ponto de só sobrarem os colhões inchados à vista.
Dee gemia baixinho, enquanto o amigo entrava e saía do fundo dela. Os peitos dela balançavam de leve, por causa do vai e vem do cacete.
Mas como bom garoto, ele agarrou esses peitos com as duas mãos.
“Mais rápido, porra! Mais rápido!” pedia a Dee, desesperada.
A voz brava da parceira parecia dar novas forças pro moleque, cujos movimentos começaram a ficar bem mais ágeis e potentes, fazendo ela gemer cada vez mais alto. Eventualmente, ela começou a sentir orgasmos fortes, refletidos em berros de puro prazer.
No entanto, o garoto começou a bufar como um touro, mostrando os dentes, tentando segurar a vontade de gozar tão cedo e, de repente, ficou parado, com umas sacudidas espaçadas, enquanto se abraçavam.
Mas aí, senti uns dedos na minha cabeça do pau, apertando de leve. Vi o olhar vidrado da Sandy, pedindo uma pausa.
Aí percebi a umidade na minha mão. Tava tão ligado no que rolava lá fora, que sem perceber tinha continuado dedando a Sandy e que não só tinha o indicador enfiado na fenda dela, como também tinha metido o anular e o do meio, entrando e saindo bem rápido.
Na real, se no começo ela resistiu por causa da mordaça que eu fiz com a mão, agora Ela tinha a palma bem babada e segurava a minha com firmeza com a mão gelada dela, pra eu não mexer.
E o vai e vem que ela dava era incrível, porque parecia subir e descer junto com os movimentos da minha mão direita, que continuava masturbando ela, mas ao mesmo tempo, balançando a bunda dela em cima do meu pacote.
Nem tinha percebido que eu tava “montando no seco” e que cada sacudida que eu dava fazia ela enterrar a bunda no meu pacote.
Claro que continuei dedando ela até ela ter um orgasmo poderoso e desabar, exausta, em cima das próprias pernas.
Fora do armário quente, os dois também descansavam, recuperando as forças, um do lado do outro.
Mas a Sandy foi engatinhando até a portinha, com a calça arrastando. Enquanto eu seguia ela, consegui entender a origem do cheiro que senti assim que entrei naquele armário: eram os fluidos de gozadas anteriores.
Quando ela sentou na cadeira onde eu tinha trabalhado, notei uma mistura de cansaço e pesar no olhar dela.
“É normal sua irmã fazer uma parada dessas! Ela não é casada com o Leon… e tem todo o direito de experimentar!”
Foi a primeira coisa que veio na minha cabeça.
Mas era óbvio pelo jeito que ela me olhava que aquela preocupação tinha ficado em segundo plano.
Sinceramente, me arrependi das minhas ações. Ela não me olhava mais com a alegria e o respeito daquela manhã, mas sim acompanhava cada movimento meu com muita atenção.
Dava pra sentir o nervosismo e a desconfiança dela em relação a mim, como se a qualquer momento eu fosse pular em cima dela, por isso decidi sair bem triste daquele lugar.
O que eu não esperava era que tudo que aconteceu tinha me deixado com uma ereção terrível, me causando uma sensação desagradável de vergonha, misturada com desespero de verdade.
Me arrependi de não ter seguido o conselho da minha esposa, porque na caminhonete ninguém ia perceber minha ereção.
O maior problema é que era uma daquelas ereções que não desceria por conta própria. No mínimo, eu precisava me masturbar e aí estava meu dilema e desespero.
Não ousava ir ao banheiro me masturbar, com o risco de Danielle ou o amante dela me pegarem naquela situação.
A outra opção era me masturbar no quarto, sob o olhar atônito da Sandy, o que era impossível…
Mas o que aconteceu depois, eu não consegui entender.
De alguma forma, a Sandy se aproximou e se ajoelhou, olhando para minha calça.
“A Marisol diz que quando isso acontece com você, ela faz assim…” disse ela, abrindo meu zíper com bastante desenvoltura.
E sem querer me gabar, quando minha ereção apareceu com pompa e circunstância, ela ficou impressionada, já que era o triplo da grossura da do Nat e até um pouco mais comprida.
Ela me olhou com bastante surpresa, sorriu, abriu a boca e…
Simplesmente, foi incrível!
Assim como minha esposa, eu achava que a arte do boquete exigia dedicação e prática.
Mas a Sandy era uma “mamadora nata”…
“Ela faz até melhor do que eu?” perguntou minha mulher com bastante preocupação.
Mas era verdade. Nem os boquetes da Pamela ou os da minha sogra chegavam perto. Talvez a única que fizesse frente fosse os que a Celeste me dava, quando colocava temperos.
Expliquei que ela subia e descia a cabeça bem rápido, enfiando mais pau na boca a cada vez.
Obviamente, a Marisol se esforçou para imitá-la e não só conseguiu, como também não pude contar o que aconteceu até que ela me fez gozar selvagemente nos lábios dela, depois de combinar a técnica da amiga com a chupada tipo aspirador que minha esposa me dá e que me deixou besta por uns minutos.
Mas é que a Sandy usava muita língua e mamava com desespero, a ponto de ser impossível tirar o pau dos lábios dela e, cada vez, parecia que ela devorava um pedaço maior, me fazendo acreditar que comeria até minhas bolas também.
O único problema foi na hora de gozar. Minha esposa, a Lizzie e até a Hannah sabem que a A melhor opção é deixar na boca e engolir o máximo que der.
Mas como a Sandy não tem experiência chupando paus, quando sentiu minhas sacudidas, tirou da boca, ficou olhando pro meu pau e, inevitavelmente, acabei gozando na cara linda dela com quatro jatos potentes.

Pensei que ela ia ficar enojada, porque a porra era bem grossa e cheirosa, cobrindo as pálpebras, as bochechas, o nariz e os lábios. Mas, sem hesitar, ela lambeu um pouco os lábios e espalhou o resto da minha gozada com os dedos.

E com a simples intenção de ajudar, procurei algo pra ela se limpar, avistando o que parecia um lenço de pano amassado no chão.

Depois de apalpar melhor, percebi que estava molhado e, ao abrir, vi que não era um lenço, mas sim a calcinha dela, escorrendo os sucos dela.

A partir daquele momento, o tesão tomou conta de mim e, depois de entregar a peça pra ela se limpar, não a via mais como a amiga sem graça da minha esposa, mas como uma garotinha miúda e bem gostosa, com quem eu tinha uma puta vontade de transar.

E enquanto eu olhava pra ela com maldade nos pensamentos, ela sorria pra mim, bem amigável, me devolvendo um inocente…
“Valeu!”
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1 comentários - Sandy, o armário dela e a irmã (II)

Genial que mas sigue? Pendiente del siguiente! Saludos
Ahí lo acabo de escribir. Saludos y espero que lo disfrutes.