Decidimos essas férias com minha amada Estela ir acampar no interior. A verdade é que, com a compra da casa e a troca do carro, a grana não dava pra umas férias muito luxuosas, então foi assim que ficamos.
Saímos num sábado de madrugada, depois de duas horas de viagem chegamos a uma cidadezinha bonita do interior. Já sabíamos onde íamos ficar, então fomos direto pra um camping com balneário que era bem legal. Entramos e nos instalamos do lado da piscina, bem perto dos banheiros por questão de conforto. Montamos a barraca e fomos direto nadar um pouco. Ela foi se trocar, pedi pra ela usar um biquíni fio dental que eu tinha dado de presente no ano anterior no Brasil, mas ela estava meio tímida. Quando saiu, me disse que não se sentia à vontade porque aquele lugar não era nem Brasil nem Ibiza, mas que com o tempo ela pensaria no assunto. Ao meio-dia, decidimos procurar um lugar pra comer e foi o que fizemos. Depois, à tarde, ficamos na piscina até quase às sete. Aí eu disse que faria umas pizzas na churrasqueira que tínhamos do lado da barraca, então fui num supermercado comprar os ingredientes. Quando voltei, encontrei ela conversando com os vizinhos de umas barracas ao lado, uns jovens muito legais que estavam passando as férias viajando pelo país. Um era da Capital Federal, Javier, um cara de 30 anos, loiro, olhos azuis, shape bonito, abdômen bem definido. Notei porque vi minha esposa olhando sem disfarçar. Outro era da província de Buenos Aires, Ernesto, de 28 anos, pele branca, cabelo escuro e olhos azuis também. O corpo dele também era bem trabalhado. Eles se conheciam da academia, o que explicava os corpos sarados. O outro era do Uruguai, Mariano, de 26 anos, um moreno de olhos castanhos, cabelo comprido e, embora não tivesse um corpo de academia, dava pra ver que era jovem e praticava algum esporte. Depois fiquei sabendo que jogava futebol. E o quarto era do Brasil, Kaynan, de 33 anos, um cara alto, com 1,95m. Umas mãos e uns pés impressionantes, de raça negra, mas os olhos eram cinzas. Ele era o único usando uma sunga tipo boxer bem justa, que deixava ver o tamanho do pau dele — verdadeiramente impressionante o tamanho daquele pacote. Só de mole, devia ter uns 15 ou 16 centímetros. Eles tinham se conhecido uns dias antes e decidiram seguir viagem juntos, sem saber quanto tempo iam ficar — só dependiam da vontade de continuar ou de curtir.
A gente convidou eles pra comer, então cozinhei pra todo mundo. Eles foram buscar cerveja e a gente passou um tempão conversando e contando histórias. Assim, foram duas da manhã. Eles, muito educados, foram pras barracas deles, e a Estela me disse que antes de dormir queria tomar um banho. Enquanto isso, eu, nos meus pensamentos, bolava uma surpresa. Quando ela foi pro banheiro, eu segui ela escondido, procurando uma caixa de disjuntor. Quando achei, esperei uns minutos, verifiquei se não tinha ninguém por perto, nem nos banheiros. Depois de uns minutos, cortei a luz e entrei rápido no lugar. Ela saiu depois de um tempo. Cheguei por trás sem dizer nada e tapei a boca dela. No começo, ela se assustou, mas depois, imaginando que era eu, não fez muita força. Meti nela por trás com força, simulando um estupro. Fui quase brutal. Ela, com a minha mão na boca, gemia de prazer. Depois de uns orgasmos, gozei dentro dela e, sem dizer uma palavra, deixei ela apoiada numa parede. Ali mesmo, ela se ajoelhou. Quando saí, ela disse: "Vou daqui a pouco, love." Ao chegar na barraca, limpei o pau, tirei a roupa e fingi que tava dormindo. Daí ela chegou, me abraçou e disse: "Valeu, foi muito intenso." Não respondi nada e a gente dormiu.
No dia seguinte, acordamos quase às 11 da manhã. Ela foi fazer café e voltou com duas xícaras, dizendo que o de ontem à noite tinha sido espetacular. Eu fingi que não entendia nada, com cara de quem não tava sacando, e depois falei:
— Ahhh, você tá falando da pizza que a gente comeu. e tomar cerveja com os vizinhos??? Aí ela, meio hesitante, me respondeu.
- Eeeeeee sssssim, era isso que eu queria dizer…-
Depois pegamos o carro pra sair conhecer a cidade e alguns lugares, comemos num restaurante bonito e já eram umas 3 da tarde, aí fomos passear pela cidade, passamos por uma galeria pra ver o que comprar de lembrança, tinha de tudo um pouco, lá ela comprou umas roupas e quando passamos por uma loja de eletrônicos eu falei que entraria ali enquanto ela continuava vendo outros lugares, comprei uma câmera filmadora com visão noturna, porque tinha planejado pra essa mesma noite outra surpresa, mas queria imortalizar o momento.
Voltamos pro camping perto das seis da tarde e fomos pra piscina, aí eu fui preparar uns mates, enquanto ela continuava nadando, na hora um dos caras se aproximou de mim e conversamos um pouco enquanto os outros três nadavam perto da minha esposa, tenho certeza que na cabeça deles passava a ideia de comer ela a qualquer momento porque apesar da idade, minha amada Estela continuava uma gostosa do caralho, então falei pro Javier:
- Cê acha minha esposa atraente???
Surpreso com a pergunta, ele hesitou um pouco, mas ao ver meu olhar e meu sorriso respondeu:
- Sim senhor, é uma mulher muito bonita e com um corpo que qualquer mina de 20 anos invejaria e qualquer homem, de qualquer idade, ia querer ter, sinceramente, tenho inveja do senhor.
Então eu falei:
- Hoje à noite, sem falar nada pros seus amigos, quero que você observe nossos movimentos, quando ela for tomar banho, quero que você me veja atrás dos banheiros, onde estão as caixas de fusíveis.
- Pe pe mas, senhor….eeeeeeee
- Só faz o que eu tô pedindo e você vai ver que vai ter uma surpresa boa, por enquanto não precisa saber de mais nada.
- OK. Mas não preciso falar nada pros meus amigos???
- Isso mesmo.
Depois minha esposa se aproximou junto com os outros caras e tomamos mate por um bom tempo, conversando sobre vários assuntos, quando escureceu alguém perguntou - O que vamos jantar?- e um dos Muchachos responderam
— Ontem vocês convidaram, então hoje é a nossa vez. Vou preparar uns chorizos à pomarola com vinho branco, na brasa.
— Parece delicioso — respondeu Estela.
Ficamos conversando, fui comprar umas cervejas, começamos a jogar cartas até a comida ficar pronta. Jantamos entre risadas e conversas, o álcool começou a agitar nossos hormônios. Mariano disse:
— Que tal jogarmos essas últimas mãos por uma prenda? Quem perder, deixa no centro da mesa.
Ao contrário do que pensei, minha esposa respondeu na hora:
— Fecha, mas sem trapaça, porque só tenho minha camiseta, o short e, por baixo, meu biquíni.
Todo mundo riu, e jogamos um pouco. Todos tiramos camisetas e shorts, ficamos de cueca. Estela, só de biquíni. Bem na hora da última mão, ela perdeu.
O silêncio tomou a noite e, de repente, ela se levantou no banco e tirou a parte de baixo do biquíni, deixando à mostra seus peitos lindos e grandes. Foi descendo devagar até aparecer seu pequeno triângulo de pelo preto, depilado perfeitamente, deixando cair até os pés. Virou-se de costas, se abaixou e mostrou toda a bunda e a buceta. Pegou ela e, puxando para trás, caiu no centro da mesa. Disse:
— Galera, presenciem um espetáculo inesquecível, uma verdadeira mulher para vocês. Mas não estou tão bêbada a ponto de acharem que vão mais longe.
Depois saiu andando. Todos ficamos de pau duro, especialmente eu, enquanto pude ver entre as cuecas deles o tamanho das ereções. Eles vaiaram e foram embora, enquanto todos comentavam como minha esposa era gostosa. Dois deles me parabenizaram por ser o homem de uma mulher dessas e tal. Um tempo depois, tudo ficou em silêncio de novo.
Ao entrar na barraca, ela estava deitada. Disse que estava tonta e queria tomar um banho. Pegou uma toalha e foi até os banheiros. Eu a segui secretamente e me posicionei atrás. Aí já... O Javier tava lá, mandei ele esperar ali mesmo. Depois de verificar que não tinha ninguém, entrei no lugar, coloquei minha câmera num canto e voltei. Falei pra ele, bem específico, que acontecesse o que acontecesse, não soltasse uma palavra. Enquanto isso, ouvia minha esposa cantando alto no chuveiro, sinal de que tava bêbada. Passaram uns minutos e eu cortei a luz, aí entramos juntos e falei:
— Javier, agora vou pegar minha esposa por trás, vou amarrar as mãos dela pra trás, vou vendar os olhos dela e amordaçar. Depois, você vai pegar ela por trás e vai meter com força, mas em nenhum momento pode falar uma palavra. Se falar, paro tudo na hora.
— Entendido.
Entramos. Fiz com minha esposa o que disse que faria, e dei sinal pra ele fazer a parte dele. Ela, amordaçada, não parava de gemer. Mesmo através do pano que cobria a boca dela, dava pra entender que ela gritava e gozava e pedia mais e mais: "Me dá mais, Tony, me dá maaaaaaais". Ela sempre apoiada na parede, e eu de lado, em silêncio, gravando com a câmera numa mão e a outra no meu pau, me masturbando. Gozei cedo, depois o Javier gozou dentro da minha esposa, e ela já tava no quinto orgasmo, que foi o final. Aí o Javier veio até mim, e fiz sinal pra ele vazar. Soltei minha esposa e deixei ela lá, de joelhos, fodida e cheia de porra de outro cara. Depois fui pra barraca. Ela demorou uns dez minutos pra chegar. Eu fingindo que tava dormindo, não falei nada com ela. Ela me abraçou como na noite anterior e a gente dormiu.
No dia seguinte, não parava de ver o vídeo, o que me deixava de pau duro. Ela tava de ressaca e a gente decidiu não sair pra lugar nenhum. Tomamos café e fomos pra piscina. Mas o que me surpreendeu foi que quando ela tirou a camiseta e o short, já não tava mais de maiô inteiro, e sim usando aquele biquíni fio dental amarelo fluorescente que mal cobria o triangulinho de pelo preto da buceta dela, e um triângulo em cada mamilo, verdadeiramente minúsculo. Eu, contente, surpreso. mas contento. Já dentro da piscina, ela me disse que a noite anterior tinha sido algo espetacular. Eu falei: "É, não pensei que você ia se pelar na frente dos caras". Aí ela ficou ainda mais desconcertada, me olhando com cara de interrogação. Depois, não dei importância e continuamos nadando.
Mais tarde, os caras chegaram e nos convidaram pra jogar vôlei. Fomos. O que me surpreendeu de novo é que ela não vestiu a camiseta nem o short, ou seja, foi jogar vôlei quase pelada, com tudo que isso implica. Passamos cerca de uma hora numa quadra de areia. Aí vimos que a quadra de futebol de areia ficou livre, e alguém sugeriu jogarmos futebol. Todo mundo topou e trocamos de quadra. Alguns caras e minas entraram, mas definitivamente a mais chamativa era a minha linda Estela.
O jogo começou e percebi que os caras não perdiam chance de encostar, fazer falta e marcar de perto a minha esposa. De todo jeito, meteram a mão nela por todos os lados, principalmente quando caíam na areia e algum se jogava de propósito em cima dela. Eles faziam de tudo pra ela jogar. A cada gol, alguns deles tiravam a camisa e iam abraçá-la na comemoração. No fim do jogo, estávamos empatados em seis gols. Falei, no estilo argentino: "Beleza, quem fizer o gol ganha". E eles sacaram do meio, deram uns toques. Foram minutos intensos. De repente, o Kaynan gritou: "Me segue, Estela!" Pegou a bola, fez umas dribles que ninguém conseguia tirar, chegou no gol e, em vez de chutar, tocou pra minha esposa, que chutou com toda força e mandou pro fundo da rede. Ela saiu comemorando e, acho que na empolgação dos festejos dos outros, tirou a parte de cima do biquíni, ficando com os peitos de fora, e se abraçou com os companheiros de time, que não perderam a chance de tocar e abraçar ela.
Depois fomos pra barraca. Estávamos cansados e... Fomos tirar um cochilo, acordamos já de noite, eram umas oito e meia, saímos da barraca com fome, os caras estavam com música alta e, quando nos viram, se aproximaram. Decidimos com o Ernesto ir comprar comida pronta, saímos no meu carro e ela ficou com os outros ouvindo música e dançando. Chegamos a um restaurante de comida oriental, não entendo muito disso, mas o Ernesto me disse pra deixar ele escolher, e foi o que fiz. Depois passamos numa vinícola pra comprar várias bebidas, um saco de gelo e um pouco de refrigerante. Aí, na volta, do nada ele falou:
- Para, paraaaaaa - freiei de repente e ele disse:
- Dá a volta no quarteirão e, quando voltar, chegando naquela esquina, vai devagar e para que eu me viro.
Obedeci e, quando parei no lugar indicado, um jovem se aproximou. O Ernesto perguntou:
- Quanto é e qual é o mínimo?
- 130 pila a saquinha.
- Dá pra quantos?
- Dois sossegados.
- Me dá três, aqui tem 500, fica com o troco.
- Ok.
Ele passou uns pacotes e mandou eu arrancar, fiz isso e ele me mostrou:
- Não é nada demais, Tony, na real é maconha. Se quiser experimentar, experimenta, se não, só não faz, ninguém vai te obrigar.
Chegamos no camping, os caras estavam dançando com minha esposa e uma mina nova, uma tal de Nadia, que tinha jogado futebol à tarde e convidaram pra jantar. Era uma loira deslumbrante, com uns olhos verdes que cegavam, os peitos não tão grandes quanto os da Estela, mas uma cintura fina e uma raba espetacular. Dançavam todos juntos, tomando cerveja e cantando. Quando nos viram chegar, começaram a arrumar a mesa, e comemos todo mundo, tomamos saquê, e aí o Ernesto começou a preparar uns drinks malucos que eu não conhecia. Todo mundo provou de tudo, as bebidas iam e vinham. Depois de um tempo, o Mariano, o dos jogos, sugeriu jogar alguma coisa.
- Eu acho que a gente canta tipo karaokê, mesmo sem aparelho, a gente bota a música escolhida e quem participa tem que Seguir a letra: se errar, toma um gole e tira uma peça de roupa.
- Dá-lheeeee...
Gritaram todos em uníssono. Então, Mariano, como dono da ideia, assumiu o comando e disse: "Todo mundo na frente, eu grito e vocês obedecem. Quem errar, canta." E começamos.
- Sentados.
Todo mundo sentou.
- Em pé.
Todo mundo levantou.
- Sentados.
Todo mundo sentou.
- Deitados.
Todo mundo deitou, menos a Nadia.
Ele escolheu um tema de Papo e Canto, mas por causa das bebidas, errou e tirou o sutiã na hora, e mandou um gole até o fundo. Assim fomos passando todos. Em algum momento, começamos a errar. Depois de um tempo, já estávamos todos cansados e sem vontade de continuar o jogo, todos bêbados e quase pelados. Os homens só de cueca, a Nadia totalmente nua, a Estela só de fio dental. Mariano bolou uns baseados e ofereceu pros caras. Estela chegou perto dele e falou:
- Só pra eles que você oferece???
Pegou um cigarro e fumou, soprando a fumaça na cara dele. Depois, mudaram um pouco o ritmo da música. Kaynan colocou um som brasileiro e desafiou todo mundo a dançar com uma garrafa no chão. Óbvio que minha esposa, que vive na academia e fez salsa, bachata, zumba e lambada, não se acanhou. E assim fizeram. Em determinado momento, o clima esquentou. Eu, que esperava dar uma surpresa pra minha esposa à noite com dois dos caras, percebi que a surpresa ia ser minha, de um jeito ou de outro.
Depois de um tempo, todo mundo já tinha experimentado alguma droga, bêbados e sem vergonha, enquanto eu tentava não perder o controle. Alguém colocou umas músicas lentas, e o Ernesto me pediu permissão pra tirar minha esposa pra dançar. Eu concordei com o olhar, só queria ver até onde aquilo ia, mesmo sabendo no fundo onde terminaria. Peguei a Nadia pela mão, ela aceitou. Puxei ela pela cintura, e ela se apoiou no meu peito, me segurando pelo pescoço. A mesma coisa aconteceu com a Estela e o parceiro dela. Notei que o Ernesto desceu a mão e agarrou os glúteos da minha esposa. esposa se apoiando com força no meu pau, que mesmo estando coberto pelo corpo da Estela, tenho certeza de que naquele momento estava totalmente duro. Aí o Javier chegou e ficou atrás da Nadia, fazendo um sanduíche. Nós dois começamos a apertar ela, ela beijava meu pescoço e ele beijava ela, mas eu não tirava os olhos da minha amada esposa. Foi aí que vi o Kaynan ficar atrás dela e começar a beijar ela também, pegando nos peitos dela com as mãos grandes. Ela tirou uma mão do pescoço do Ernesto e colocou na bunda do negão, como se apertasse ele contra si. Tentei me aproximar pra não perder nenhum detalhe da cena, enquanto sentia o tesão da Nadia e do Javi atrás dela, encostando o pacote dele na bunda dela. Eu sentia que tava de pau duro. Aí ela se abaixou, puxou minha cueca e a do Javi, pegou os paus dos dois e começou a chupar e bater punheta pros dois. Minutos depois, a Estela fez o mesmo com os parceiros de dança dela, puxando primeiro o pau do Ernesto, que era grande e tava muito duro. Mas mesmo bêbada e drogada, ela não conseguiu deixar de se surpreender ao pegar no brinquedo do Kaynan. Aí começou o trabalho dela: começou a enfiar um por um na boca, embora tivesse dificuldade com o do brasileiro, porque não só devia ter uns 22 cm, mas a grossura era impressionante, impossível de calcular, e o brilho e a ereção eram algo monstruoso. Ficamos assim por um tempo, até que o Javier falou: "Peraí, quero provar a boca da Estela também". Então decidimos ficar em fila e elas passarem uma por uma chupando e batendo punheta pra todo mundo igual. Quando chegou minha vez de ser chupado pela Estela, ela olhou nos meus olhos e falou: "Tô te dizendo isso há três dias: obrigada." Aí eu entendi que não era eu que tava brincando com minha esposa, era ela que tava brincando comigo. De vez em quando elas tomavam um gole ou direto da garrafa, ou fumavam um baseado ou um cigarro, a gente fazia a mesma coisa, até que a Nadia levantou, empurrou o Kaynan e montou nele. A Estela fez o mesmo. Estela com Javier, Ernesto e eu nos olhamos e ficamos de lado pra elas nos chuparem enquanto isso, os gemidos das duas começavam a esquentar ainda mais o clima, mas o grito da NADIA sacudiu tudo quando ela se jogou de vez sobre a pica do negão, e depois de uns segundos começou a cavalgar ele e me chupar ao mesmo tempo. De repente, vi o Ernesto ir pra trás da Estela, pegar o baseado dela, colocar na boca dela, ela deu uns tragos e depois cuspiu na mão e enfiou um dedo no cu dela, e ela respondeu com um gritinho, mistura de prazer e uma dorzinha, aí enfiou dois, depois três dedos enquanto cuspia mais duas ou três vezes pra lubrificar o cu da minha amada. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, fiz o mesmo com a Nadia. Depois vi o Ernesto se ajeitar atrás da Estela e enfiar a cabeça da pica, ela parou de se mexer por um tempo, e depois de se acostumar com a penetração, começou a se movimentar de novo. Eu, feito um macaquinho copiador, segui os passos do Ernesto com a Nadia, que fez a mesma coisa. Depois de uns minutos, o ritmo dos movimentos era quase como se a gente tivesse ensaiado por anos. Aí trocamos de posição com o Kaynan e o Ernesto e o Javi fizeram o mesmo. A primeira a gozar foi a NADIA, que depois do primeiro orgasmo continuou com uma sequência de múltiplos orgasmos até ficar totalmente exausta, enquanto a Estela só curtia mas não tinha gozado nenhuma vez até aquele momento, mas a cara dela não era de uma mina frígida, pelo contrário, conhecendo ela, eu sabia que ela tava controlando tudo no gosto e no prazer. A Nadia pegou nos nossos membros, no meu e no do Kaynan, e começou a chupar e bater punheta sem parar, até que nós dois gozamos na boca dela, ela engoliu parte da nossa porra e o resto caiu na cara, nos peitos e na barriga dela. Depois desse prazer do caralho, sentamos com o Kaynan pra tomar uns drinks, a Nadia ficou deitada na grama e dormiu em segundos, enquanto a gente se recuperava e batia um papo:
— Que esposa foda que você tem, parceiro, quando eu casar queria uma assim. encontrar uma mulher tão gostosa, entregada e puta como a sua, sem ofender, mas cara, é algo impressionante e falo isso como elogio.
- Pois é, irmão brasileiro, ela é uma puta de primeira, por isso amo tanto ela e cuido bem.
Depois de alguns minutos, vi que a Estela tinha chegado ao primeiro orgasmo, porque os gritos de prazer dela acordavam a vizinhança inteira, enquanto pedia mais e mais.
- Me dá mais pica, seus punheteiros, me dá mais forte, sei que vocês conseguem, maaaaais, dá pra essa puta o que ela merece, maaaaais, quero maaaaaais.
E eles respondiam coisas tipo:
- Sim, puta, gosta que seu marido veja o quão puta você é? Gosta de receber pica em todos os seus buracos? Vadia, puta, prostituta e oferecida.
- Isso, mamãe, monta nessa rola que você tanto gosta.
De repente, vi que a pica do Kaynan endureceu de novo, seja pela idade ou pela raça dele, não sei, só sei que a minha tava completamente morta, então falei sem rodeios:
- Vai ajudar seus amigos, porque senão ela vai acabar com eles na UTI.
- Você é o marido dela, você manda, amigo.
Ele se levantou, se ajoelhou do lado dela, e minha amada esposa, nem lerda nem preguiçosa, pegou ele com a mão e levou à boca. Minutos depois, o Ernesto começou a gozar dentro do cu da Estela, com uma bombada que beirava o brutal e o sádico. Ele tirou a pica de dentro da minha esposa, e ela ordenou pro Kaynan:
- É sua vez, negão, substitui o Ernesto e enfia até o fundo, que já deixei ela dura e pronta pra você.
Trocaram de posição, e ela pegou a pica do Ernesto pra limpar os restos de porra que tinha, que ela saboreava e engolia sem nojo nenhum. KAYNAN se posicionou atrás dela e apoiou o membro enorme no cu delicado da minha amada, depois deu um empurrão que resultou num grito aterrorizante dela.
- Aiiiiiiiiii dóiiiiiiiiiiiiiiii, tá me matandooooooooooooooooooo.
- Quer que eu tire, puta?
- Nãaaaaaaaaaaaaao, nem pensa nissoooooooo, negão maldito, enfia mais. adentrooooo.
- Tu manda, golfinha.
Então ele começou a empurrar com cuidado, ciente do aparelho que carregava, soube tratar com cuidado ao penetrá-la, enquanto Javi estava prestes a gozar e ela disse pra ele gozar dentro da buceta, sem medo. Foi o que ele fez e encheu a buceta dela de porra, nessa altura metade da pica do brasileiro já estava dentro do cu da minha esposa. Javi saiu como pôde, com restos de sêmen também no pau, então ela pegou e chupou do mesmo jeito. Quando os caras estavam com os paus já limpos, sentaram pra uns drinks e uns baseados ou cigarros. Ela pegou uma garrafa e enfiou na buceta enquanto dava ordens pro invasor traseiro.
- Por favor, empurra até o fundo, entra o máximo que der, quero sentir ela toda dentro de mim, nunca tive uma tão grande no meu cu, vai mais fundo, essa puta hoje é sua puta, negão safado, me dá esse caceteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim maaaaaaaaaaaaissssssssssss
Nesse exato momento, ela foi interrompida por um último empurrão do negro, deixando ela totalmente empalada com 22 centímetros de pica preta e dura dentro dela, que chegava pelo menos até o estômago. Assim, ela começou a se mover devagar, entrando e saindo, primeiro lentamente enfiando aquele sabre negro e curvo, grande e preto, depois de alguns minutos foi com um pouco mais de intensidade e depois mais e mais forte. Enquanto via aquele espetáculo, provocou uma ereção em nós três, que diante de tamanha cena nos limitávamos a não interromper e só batíamos punheta. Aí eu olhei pro lado e vi a Nadia dormindo, mas com a bunda quase pra cima, meio de lado. Fiquei atrás dela e na hora mesmo a penetrei, sem parar de ver minha esposa sendo sodomizada por aquela estaca preta monumental até o fundo, enquanto Javier e Ernesto só batiam punheta e não paravam de fumar e beber.
Passaram uns vinte minutos de bombada extrema até os gemidos e bufadas do Kaynan nos Avisaram que ele ia gozar, e os movimentos dele foram totalmente brutais. Ela não sentia dor, só prazer, e com o cu de uma garrafa na buceta dela, só vinham orgasmos atrás de orgasmos, uma vez e outra, até que finalmente o negão gozou dentro do cu da minha esposa, se jogando em cima dela, os dois exaustos por um momento, deitados um sobre o outro no chão. Depois ele se levantou e eu vi em primeiro plano como tinha deixado o cu da minha esposa: não era um cu, era uma cratera enorme. Aos poucos começou a se fechar enquanto transbordava os litros de porra que ainda estavam lá dentro. Nisso, Javier, Ernesto e eu nos aproximamos dela e gozamos em cima dela, que tentou engolir o que dava, e o resto ficou em todo o cabelo, rosto, peitos e barriga dela.
Todos ficamos cansados. Depois de alguns minutos, os caras começaram a ir um por um para suas barracas. Kaynan pegou a Nadia e eu disse pra ele colocá-la na nossa barraca, que tinha espaço. Depois, Estela tentou se levantar, e entre eu e Javier ajudamos ela a entrar também, onde ficou deitada de cansaço e cheia de porra por todo lado. Não importava, a gente tinha passado uma noite espetacular. Dormi entre as duas minas. De manhã, acordei totalmente tesudo, devia ser porque sonhei a noite toda com a festa passada e com o quanto minha amada Estela era uma puta. Então peguei a Nadia, que estava de conchinha de costas pra mim, e meti na buceta dela. Depois de um tempo bombando, ela começou a gemer e a se tocar nos peitos e no clitóris. Depois, pegou meu pau, tirou da buceta dela e enfiou no cu dela. Nisso, Estela acordou e disse:
— Bom dia, posso tomar café da manhã com vocês?
E a Nadia respondeu:
— Claro, amor, chupa minha buceta pra você desjejuar gostoso e suculento.
Fiquei metendo no cu dela até gozar dentro, enquanto minha esposa chupava a buceta dela. Depois de terminar, me deitei de lado e elas se deram prazer num 69 épico. Aí minha esposa enfiou a mão na bolsa dela... mãos e tirou um consolador duplo, com o qual se amaram por uns 35 minutos. Depois disso, Nadia deu um baita beijo de língua na Estela e depois em mim, indo embora e dizendo:
- Gente, tive uma noite espetacular, divina, a melhor despedida de solteira que poderia ter, porque amanhã à noite eu caso.
- Em qual barraca você tá, querida? - perguntou Estela.
- Em nenhuma, eu trabalho aqui e moro na cidade. Agora vou ver meu futuro marido, que também teve a despedida de solteiro dele. Espero que no próximo verão vocês nos visitem de novo.
- Espero também que seja assim. - falei.
Depois ela foi embora e não a vimos pelo resto da estadia. Quando saímos da barraca, Estela estava toda coberta de porra, doía tudo, o cabelo duro e grudento. Ela foi tomar banho, já eram umas 4 da tarde. Aí lembrei da câmera e percebi que estava numa posição como se tivesse gravado tudo, mas não lembrava de ter ligado. Troquei a bateria e comecei a ver o que tinha, e encontrei o vídeo do banheiro e depois uma mensagem da Estela, que dizia:
- Oi, bobinho. Soube desde o primeiro dia o que você queria. Obviamente, sabendo disso, me fiz de sonsa e planejei tudo pra dar ainda melhor do que você imaginou.
Depois disso, a festa inteira estava gravada desde o momento que terminamos de comer, tudo, absolutamente tudo. Tava entretido vendo o vídeo quando ouvi a voz dela dizendo:
- Quantas vezes te agradeci? Várias, né? É pelo que você estava planejando.
Com um beijo e um sorriso, fomos comer alguma coisa, e depois voltamos ao acampamento. Encontramos os caras, ainda tínhamos 12 dias. Foram 12 dias lindos, quentes e muito divertidos. Mas isso é história pra outro relato. Espero que tenham gostado, porque escrevendo esse relato junto com a Estela, a gente se excitou muito e vamos dar uma boa trepada assim que terminarmos de publicar. Beijos em todas as suas bucetinhas e uma chupada de pica da Estela pra todos.
Saímos num sábado de madrugada, depois de duas horas de viagem chegamos a uma cidadezinha bonita do interior. Já sabíamos onde íamos ficar, então fomos direto pra um camping com balneário que era bem legal. Entramos e nos instalamos do lado da piscina, bem perto dos banheiros por questão de conforto. Montamos a barraca e fomos direto nadar um pouco. Ela foi se trocar, pedi pra ela usar um biquíni fio dental que eu tinha dado de presente no ano anterior no Brasil, mas ela estava meio tímida. Quando saiu, me disse que não se sentia à vontade porque aquele lugar não era nem Brasil nem Ibiza, mas que com o tempo ela pensaria no assunto. Ao meio-dia, decidimos procurar um lugar pra comer e foi o que fizemos. Depois, à tarde, ficamos na piscina até quase às sete. Aí eu disse que faria umas pizzas na churrasqueira que tínhamos do lado da barraca, então fui num supermercado comprar os ingredientes. Quando voltei, encontrei ela conversando com os vizinhos de umas barracas ao lado, uns jovens muito legais que estavam passando as férias viajando pelo país. Um era da Capital Federal, Javier, um cara de 30 anos, loiro, olhos azuis, shape bonito, abdômen bem definido. Notei porque vi minha esposa olhando sem disfarçar. Outro era da província de Buenos Aires, Ernesto, de 28 anos, pele branca, cabelo escuro e olhos azuis também. O corpo dele também era bem trabalhado. Eles se conheciam da academia, o que explicava os corpos sarados. O outro era do Uruguai, Mariano, de 26 anos, um moreno de olhos castanhos, cabelo comprido e, embora não tivesse um corpo de academia, dava pra ver que era jovem e praticava algum esporte. Depois fiquei sabendo que jogava futebol. E o quarto era do Brasil, Kaynan, de 33 anos, um cara alto, com 1,95m. Umas mãos e uns pés impressionantes, de raça negra, mas os olhos eram cinzas. Ele era o único usando uma sunga tipo boxer bem justa, que deixava ver o tamanho do pau dele — verdadeiramente impressionante o tamanho daquele pacote. Só de mole, devia ter uns 15 ou 16 centímetros. Eles tinham se conhecido uns dias antes e decidiram seguir viagem juntos, sem saber quanto tempo iam ficar — só dependiam da vontade de continuar ou de curtir.
A gente convidou eles pra comer, então cozinhei pra todo mundo. Eles foram buscar cerveja e a gente passou um tempão conversando e contando histórias. Assim, foram duas da manhã. Eles, muito educados, foram pras barracas deles, e a Estela me disse que antes de dormir queria tomar um banho. Enquanto isso, eu, nos meus pensamentos, bolava uma surpresa. Quando ela foi pro banheiro, eu segui ela escondido, procurando uma caixa de disjuntor. Quando achei, esperei uns minutos, verifiquei se não tinha ninguém por perto, nem nos banheiros. Depois de uns minutos, cortei a luz e entrei rápido no lugar. Ela saiu depois de um tempo. Cheguei por trás sem dizer nada e tapei a boca dela. No começo, ela se assustou, mas depois, imaginando que era eu, não fez muita força. Meti nela por trás com força, simulando um estupro. Fui quase brutal. Ela, com a minha mão na boca, gemia de prazer. Depois de uns orgasmos, gozei dentro dela e, sem dizer uma palavra, deixei ela apoiada numa parede. Ali mesmo, ela se ajoelhou. Quando saí, ela disse: "Vou daqui a pouco, love." Ao chegar na barraca, limpei o pau, tirei a roupa e fingi que tava dormindo. Daí ela chegou, me abraçou e disse: "Valeu, foi muito intenso." Não respondi nada e a gente dormiu.
No dia seguinte, acordamos quase às 11 da manhã. Ela foi fazer café e voltou com duas xícaras, dizendo que o de ontem à noite tinha sido espetacular. Eu fingi que não entendia nada, com cara de quem não tava sacando, e depois falei:
— Ahhh, você tá falando da pizza que a gente comeu. e tomar cerveja com os vizinhos??? Aí ela, meio hesitante, me respondeu.
- Eeeeeee sssssim, era isso que eu queria dizer…-
Depois pegamos o carro pra sair conhecer a cidade e alguns lugares, comemos num restaurante bonito e já eram umas 3 da tarde, aí fomos passear pela cidade, passamos por uma galeria pra ver o que comprar de lembrança, tinha de tudo um pouco, lá ela comprou umas roupas e quando passamos por uma loja de eletrônicos eu falei que entraria ali enquanto ela continuava vendo outros lugares, comprei uma câmera filmadora com visão noturna, porque tinha planejado pra essa mesma noite outra surpresa, mas queria imortalizar o momento.
Voltamos pro camping perto das seis da tarde e fomos pra piscina, aí eu fui preparar uns mates, enquanto ela continuava nadando, na hora um dos caras se aproximou de mim e conversamos um pouco enquanto os outros três nadavam perto da minha esposa, tenho certeza que na cabeça deles passava a ideia de comer ela a qualquer momento porque apesar da idade, minha amada Estela continuava uma gostosa do caralho, então falei pro Javier:
- Cê acha minha esposa atraente???
Surpreso com a pergunta, ele hesitou um pouco, mas ao ver meu olhar e meu sorriso respondeu:
- Sim senhor, é uma mulher muito bonita e com um corpo que qualquer mina de 20 anos invejaria e qualquer homem, de qualquer idade, ia querer ter, sinceramente, tenho inveja do senhor.
Então eu falei:
- Hoje à noite, sem falar nada pros seus amigos, quero que você observe nossos movimentos, quando ela for tomar banho, quero que você me veja atrás dos banheiros, onde estão as caixas de fusíveis.
- Pe pe mas, senhor….eeeeeeee
- Só faz o que eu tô pedindo e você vai ver que vai ter uma surpresa boa, por enquanto não precisa saber de mais nada.
- OK. Mas não preciso falar nada pros meus amigos???
- Isso mesmo.
Depois minha esposa se aproximou junto com os outros caras e tomamos mate por um bom tempo, conversando sobre vários assuntos, quando escureceu alguém perguntou - O que vamos jantar?- e um dos Muchachos responderam
— Ontem vocês convidaram, então hoje é a nossa vez. Vou preparar uns chorizos à pomarola com vinho branco, na brasa.
— Parece delicioso — respondeu Estela.
Ficamos conversando, fui comprar umas cervejas, começamos a jogar cartas até a comida ficar pronta. Jantamos entre risadas e conversas, o álcool começou a agitar nossos hormônios. Mariano disse:
— Que tal jogarmos essas últimas mãos por uma prenda? Quem perder, deixa no centro da mesa.
Ao contrário do que pensei, minha esposa respondeu na hora:
— Fecha, mas sem trapaça, porque só tenho minha camiseta, o short e, por baixo, meu biquíni.
Todo mundo riu, e jogamos um pouco. Todos tiramos camisetas e shorts, ficamos de cueca. Estela, só de biquíni. Bem na hora da última mão, ela perdeu.
O silêncio tomou a noite e, de repente, ela se levantou no banco e tirou a parte de baixo do biquíni, deixando à mostra seus peitos lindos e grandes. Foi descendo devagar até aparecer seu pequeno triângulo de pelo preto, depilado perfeitamente, deixando cair até os pés. Virou-se de costas, se abaixou e mostrou toda a bunda e a buceta. Pegou ela e, puxando para trás, caiu no centro da mesa. Disse:
— Galera, presenciem um espetáculo inesquecível, uma verdadeira mulher para vocês. Mas não estou tão bêbada a ponto de acharem que vão mais longe.
Depois saiu andando. Todos ficamos de pau duro, especialmente eu, enquanto pude ver entre as cuecas deles o tamanho das ereções. Eles vaiaram e foram embora, enquanto todos comentavam como minha esposa era gostosa. Dois deles me parabenizaram por ser o homem de uma mulher dessas e tal. Um tempo depois, tudo ficou em silêncio de novo.
Ao entrar na barraca, ela estava deitada. Disse que estava tonta e queria tomar um banho. Pegou uma toalha e foi até os banheiros. Eu a segui secretamente e me posicionei atrás. Aí já... O Javier tava lá, mandei ele esperar ali mesmo. Depois de verificar que não tinha ninguém, entrei no lugar, coloquei minha câmera num canto e voltei. Falei pra ele, bem específico, que acontecesse o que acontecesse, não soltasse uma palavra. Enquanto isso, ouvia minha esposa cantando alto no chuveiro, sinal de que tava bêbada. Passaram uns minutos e eu cortei a luz, aí entramos juntos e falei:
— Javier, agora vou pegar minha esposa por trás, vou amarrar as mãos dela pra trás, vou vendar os olhos dela e amordaçar. Depois, você vai pegar ela por trás e vai meter com força, mas em nenhum momento pode falar uma palavra. Se falar, paro tudo na hora.
— Entendido.
Entramos. Fiz com minha esposa o que disse que faria, e dei sinal pra ele fazer a parte dele. Ela, amordaçada, não parava de gemer. Mesmo através do pano que cobria a boca dela, dava pra entender que ela gritava e gozava e pedia mais e mais: "Me dá mais, Tony, me dá maaaaaaais". Ela sempre apoiada na parede, e eu de lado, em silêncio, gravando com a câmera numa mão e a outra no meu pau, me masturbando. Gozei cedo, depois o Javier gozou dentro da minha esposa, e ela já tava no quinto orgasmo, que foi o final. Aí o Javier veio até mim, e fiz sinal pra ele vazar. Soltei minha esposa e deixei ela lá, de joelhos, fodida e cheia de porra de outro cara. Depois fui pra barraca. Ela demorou uns dez minutos pra chegar. Eu fingindo que tava dormindo, não falei nada com ela. Ela me abraçou como na noite anterior e a gente dormiu.
No dia seguinte, não parava de ver o vídeo, o que me deixava de pau duro. Ela tava de ressaca e a gente decidiu não sair pra lugar nenhum. Tomamos café e fomos pra piscina. Mas o que me surpreendeu foi que quando ela tirou a camiseta e o short, já não tava mais de maiô inteiro, e sim usando aquele biquíni fio dental amarelo fluorescente que mal cobria o triangulinho de pelo preto da buceta dela, e um triângulo em cada mamilo, verdadeiramente minúsculo. Eu, contente, surpreso. mas contento. Já dentro da piscina, ela me disse que a noite anterior tinha sido algo espetacular. Eu falei: "É, não pensei que você ia se pelar na frente dos caras". Aí ela ficou ainda mais desconcertada, me olhando com cara de interrogação. Depois, não dei importância e continuamos nadando.
Mais tarde, os caras chegaram e nos convidaram pra jogar vôlei. Fomos. O que me surpreendeu de novo é que ela não vestiu a camiseta nem o short, ou seja, foi jogar vôlei quase pelada, com tudo que isso implica. Passamos cerca de uma hora numa quadra de areia. Aí vimos que a quadra de futebol de areia ficou livre, e alguém sugeriu jogarmos futebol. Todo mundo topou e trocamos de quadra. Alguns caras e minas entraram, mas definitivamente a mais chamativa era a minha linda Estela.
O jogo começou e percebi que os caras não perdiam chance de encostar, fazer falta e marcar de perto a minha esposa. De todo jeito, meteram a mão nela por todos os lados, principalmente quando caíam na areia e algum se jogava de propósito em cima dela. Eles faziam de tudo pra ela jogar. A cada gol, alguns deles tiravam a camisa e iam abraçá-la na comemoração. No fim do jogo, estávamos empatados em seis gols. Falei, no estilo argentino: "Beleza, quem fizer o gol ganha". E eles sacaram do meio, deram uns toques. Foram minutos intensos. De repente, o Kaynan gritou: "Me segue, Estela!" Pegou a bola, fez umas dribles que ninguém conseguia tirar, chegou no gol e, em vez de chutar, tocou pra minha esposa, que chutou com toda força e mandou pro fundo da rede. Ela saiu comemorando e, acho que na empolgação dos festejos dos outros, tirou a parte de cima do biquíni, ficando com os peitos de fora, e se abraçou com os companheiros de time, que não perderam a chance de tocar e abraçar ela.
Depois fomos pra barraca. Estávamos cansados e... Fomos tirar um cochilo, acordamos já de noite, eram umas oito e meia, saímos da barraca com fome, os caras estavam com música alta e, quando nos viram, se aproximaram. Decidimos com o Ernesto ir comprar comida pronta, saímos no meu carro e ela ficou com os outros ouvindo música e dançando. Chegamos a um restaurante de comida oriental, não entendo muito disso, mas o Ernesto me disse pra deixar ele escolher, e foi o que fiz. Depois passamos numa vinícola pra comprar várias bebidas, um saco de gelo e um pouco de refrigerante. Aí, na volta, do nada ele falou:
- Para, paraaaaaa - freiei de repente e ele disse:
- Dá a volta no quarteirão e, quando voltar, chegando naquela esquina, vai devagar e para que eu me viro.
Obedeci e, quando parei no lugar indicado, um jovem se aproximou. O Ernesto perguntou:
- Quanto é e qual é o mínimo?
- 130 pila a saquinha.
- Dá pra quantos?
- Dois sossegados.
- Me dá três, aqui tem 500, fica com o troco.
- Ok.
Ele passou uns pacotes e mandou eu arrancar, fiz isso e ele me mostrou:
- Não é nada demais, Tony, na real é maconha. Se quiser experimentar, experimenta, se não, só não faz, ninguém vai te obrigar.
Chegamos no camping, os caras estavam dançando com minha esposa e uma mina nova, uma tal de Nadia, que tinha jogado futebol à tarde e convidaram pra jantar. Era uma loira deslumbrante, com uns olhos verdes que cegavam, os peitos não tão grandes quanto os da Estela, mas uma cintura fina e uma raba espetacular. Dançavam todos juntos, tomando cerveja e cantando. Quando nos viram chegar, começaram a arrumar a mesa, e comemos todo mundo, tomamos saquê, e aí o Ernesto começou a preparar uns drinks malucos que eu não conhecia. Todo mundo provou de tudo, as bebidas iam e vinham. Depois de um tempo, o Mariano, o dos jogos, sugeriu jogar alguma coisa.
- Eu acho que a gente canta tipo karaokê, mesmo sem aparelho, a gente bota a música escolhida e quem participa tem que Seguir a letra: se errar, toma um gole e tira uma peça de roupa.
- Dá-lheeeee...
Gritaram todos em uníssono. Então, Mariano, como dono da ideia, assumiu o comando e disse: "Todo mundo na frente, eu grito e vocês obedecem. Quem errar, canta." E começamos.
- Sentados.
Todo mundo sentou.
- Em pé.
Todo mundo levantou.
- Sentados.
Todo mundo sentou.
- Deitados.
Todo mundo deitou, menos a Nadia.
Ele escolheu um tema de Papo e Canto, mas por causa das bebidas, errou e tirou o sutiã na hora, e mandou um gole até o fundo. Assim fomos passando todos. Em algum momento, começamos a errar. Depois de um tempo, já estávamos todos cansados e sem vontade de continuar o jogo, todos bêbados e quase pelados. Os homens só de cueca, a Nadia totalmente nua, a Estela só de fio dental. Mariano bolou uns baseados e ofereceu pros caras. Estela chegou perto dele e falou:
- Só pra eles que você oferece???
Pegou um cigarro e fumou, soprando a fumaça na cara dele. Depois, mudaram um pouco o ritmo da música. Kaynan colocou um som brasileiro e desafiou todo mundo a dançar com uma garrafa no chão. Óbvio que minha esposa, que vive na academia e fez salsa, bachata, zumba e lambada, não se acanhou. E assim fizeram. Em determinado momento, o clima esquentou. Eu, que esperava dar uma surpresa pra minha esposa à noite com dois dos caras, percebi que a surpresa ia ser minha, de um jeito ou de outro.
Depois de um tempo, todo mundo já tinha experimentado alguma droga, bêbados e sem vergonha, enquanto eu tentava não perder o controle. Alguém colocou umas músicas lentas, e o Ernesto me pediu permissão pra tirar minha esposa pra dançar. Eu concordei com o olhar, só queria ver até onde aquilo ia, mesmo sabendo no fundo onde terminaria. Peguei a Nadia pela mão, ela aceitou. Puxei ela pela cintura, e ela se apoiou no meu peito, me segurando pelo pescoço. A mesma coisa aconteceu com a Estela e o parceiro dela. Notei que o Ernesto desceu a mão e agarrou os glúteos da minha esposa. esposa se apoiando com força no meu pau, que mesmo estando coberto pelo corpo da Estela, tenho certeza de que naquele momento estava totalmente duro. Aí o Javier chegou e ficou atrás da Nadia, fazendo um sanduíche. Nós dois começamos a apertar ela, ela beijava meu pescoço e ele beijava ela, mas eu não tirava os olhos da minha amada esposa. Foi aí que vi o Kaynan ficar atrás dela e começar a beijar ela também, pegando nos peitos dela com as mãos grandes. Ela tirou uma mão do pescoço do Ernesto e colocou na bunda do negão, como se apertasse ele contra si. Tentei me aproximar pra não perder nenhum detalhe da cena, enquanto sentia o tesão da Nadia e do Javi atrás dela, encostando o pacote dele na bunda dela. Eu sentia que tava de pau duro. Aí ela se abaixou, puxou minha cueca e a do Javi, pegou os paus dos dois e começou a chupar e bater punheta pros dois. Minutos depois, a Estela fez o mesmo com os parceiros de dança dela, puxando primeiro o pau do Ernesto, que era grande e tava muito duro. Mas mesmo bêbada e drogada, ela não conseguiu deixar de se surpreender ao pegar no brinquedo do Kaynan. Aí começou o trabalho dela: começou a enfiar um por um na boca, embora tivesse dificuldade com o do brasileiro, porque não só devia ter uns 22 cm, mas a grossura era impressionante, impossível de calcular, e o brilho e a ereção eram algo monstruoso. Ficamos assim por um tempo, até que o Javier falou: "Peraí, quero provar a boca da Estela também". Então decidimos ficar em fila e elas passarem uma por uma chupando e batendo punheta pra todo mundo igual. Quando chegou minha vez de ser chupado pela Estela, ela olhou nos meus olhos e falou: "Tô te dizendo isso há três dias: obrigada." Aí eu entendi que não era eu que tava brincando com minha esposa, era ela que tava brincando comigo. De vez em quando elas tomavam um gole ou direto da garrafa, ou fumavam um baseado ou um cigarro, a gente fazia a mesma coisa, até que a Nadia levantou, empurrou o Kaynan e montou nele. A Estela fez o mesmo. Estela com Javier, Ernesto e eu nos olhamos e ficamos de lado pra elas nos chuparem enquanto isso, os gemidos das duas começavam a esquentar ainda mais o clima, mas o grito da NADIA sacudiu tudo quando ela se jogou de vez sobre a pica do negão, e depois de uns segundos começou a cavalgar ele e me chupar ao mesmo tempo. De repente, vi o Ernesto ir pra trás da Estela, pegar o baseado dela, colocar na boca dela, ela deu uns tragos e depois cuspiu na mão e enfiou um dedo no cu dela, e ela respondeu com um gritinho, mistura de prazer e uma dorzinha, aí enfiou dois, depois três dedos enquanto cuspia mais duas ou três vezes pra lubrificar o cu da minha amada. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, fiz o mesmo com a Nadia. Depois vi o Ernesto se ajeitar atrás da Estela e enfiar a cabeça da pica, ela parou de se mexer por um tempo, e depois de se acostumar com a penetração, começou a se movimentar de novo. Eu, feito um macaquinho copiador, segui os passos do Ernesto com a Nadia, que fez a mesma coisa. Depois de uns minutos, o ritmo dos movimentos era quase como se a gente tivesse ensaiado por anos. Aí trocamos de posição com o Kaynan e o Ernesto e o Javi fizeram o mesmo. A primeira a gozar foi a NADIA, que depois do primeiro orgasmo continuou com uma sequência de múltiplos orgasmos até ficar totalmente exausta, enquanto a Estela só curtia mas não tinha gozado nenhuma vez até aquele momento, mas a cara dela não era de uma mina frígida, pelo contrário, conhecendo ela, eu sabia que ela tava controlando tudo no gosto e no prazer. A Nadia pegou nos nossos membros, no meu e no do Kaynan, e começou a chupar e bater punheta sem parar, até que nós dois gozamos na boca dela, ela engoliu parte da nossa porra e o resto caiu na cara, nos peitos e na barriga dela. Depois desse prazer do caralho, sentamos com o Kaynan pra tomar uns drinks, a Nadia ficou deitada na grama e dormiu em segundos, enquanto a gente se recuperava e batia um papo:
— Que esposa foda que você tem, parceiro, quando eu casar queria uma assim. encontrar uma mulher tão gostosa, entregada e puta como a sua, sem ofender, mas cara, é algo impressionante e falo isso como elogio.
- Pois é, irmão brasileiro, ela é uma puta de primeira, por isso amo tanto ela e cuido bem.
Depois de alguns minutos, vi que a Estela tinha chegado ao primeiro orgasmo, porque os gritos de prazer dela acordavam a vizinhança inteira, enquanto pedia mais e mais.
- Me dá mais pica, seus punheteiros, me dá mais forte, sei que vocês conseguem, maaaaais, dá pra essa puta o que ela merece, maaaaais, quero maaaaaais.
E eles respondiam coisas tipo:
- Sim, puta, gosta que seu marido veja o quão puta você é? Gosta de receber pica em todos os seus buracos? Vadia, puta, prostituta e oferecida.
- Isso, mamãe, monta nessa rola que você tanto gosta.
De repente, vi que a pica do Kaynan endureceu de novo, seja pela idade ou pela raça dele, não sei, só sei que a minha tava completamente morta, então falei sem rodeios:
- Vai ajudar seus amigos, porque senão ela vai acabar com eles na UTI.
- Você é o marido dela, você manda, amigo.
Ele se levantou, se ajoelhou do lado dela, e minha amada esposa, nem lerda nem preguiçosa, pegou ele com a mão e levou à boca. Minutos depois, o Ernesto começou a gozar dentro do cu da Estela, com uma bombada que beirava o brutal e o sádico. Ele tirou a pica de dentro da minha esposa, e ela ordenou pro Kaynan:
- É sua vez, negão, substitui o Ernesto e enfia até o fundo, que já deixei ela dura e pronta pra você.
Trocaram de posição, e ela pegou a pica do Ernesto pra limpar os restos de porra que tinha, que ela saboreava e engolia sem nojo nenhum. KAYNAN se posicionou atrás dela e apoiou o membro enorme no cu delicado da minha amada, depois deu um empurrão que resultou num grito aterrorizante dela.
- Aiiiiiiiiii dóiiiiiiiiiiiiiiii, tá me matandooooooooooooooooooo.
- Quer que eu tire, puta?
- Nãaaaaaaaaaaaaao, nem pensa nissoooooooo, negão maldito, enfia mais. adentrooooo.
- Tu manda, golfinha.
Então ele começou a empurrar com cuidado, ciente do aparelho que carregava, soube tratar com cuidado ao penetrá-la, enquanto Javi estava prestes a gozar e ela disse pra ele gozar dentro da buceta, sem medo. Foi o que ele fez e encheu a buceta dela de porra, nessa altura metade da pica do brasileiro já estava dentro do cu da minha esposa. Javi saiu como pôde, com restos de sêmen também no pau, então ela pegou e chupou do mesmo jeito. Quando os caras estavam com os paus já limpos, sentaram pra uns drinks e uns baseados ou cigarros. Ela pegou uma garrafa e enfiou na buceta enquanto dava ordens pro invasor traseiro.
- Por favor, empurra até o fundo, entra o máximo que der, quero sentir ela toda dentro de mim, nunca tive uma tão grande no meu cu, vai mais fundo, essa puta hoje é sua puta, negão safado, me dá esse caceteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim maaaaaaaaaaaaissssssssssss
Nesse exato momento, ela foi interrompida por um último empurrão do negro, deixando ela totalmente empalada com 22 centímetros de pica preta e dura dentro dela, que chegava pelo menos até o estômago. Assim, ela começou a se mover devagar, entrando e saindo, primeiro lentamente enfiando aquele sabre negro e curvo, grande e preto, depois de alguns minutos foi com um pouco mais de intensidade e depois mais e mais forte. Enquanto via aquele espetáculo, provocou uma ereção em nós três, que diante de tamanha cena nos limitávamos a não interromper e só batíamos punheta. Aí eu olhei pro lado e vi a Nadia dormindo, mas com a bunda quase pra cima, meio de lado. Fiquei atrás dela e na hora mesmo a penetrei, sem parar de ver minha esposa sendo sodomizada por aquela estaca preta monumental até o fundo, enquanto Javier e Ernesto só batiam punheta e não paravam de fumar e beber.
Passaram uns vinte minutos de bombada extrema até os gemidos e bufadas do Kaynan nos Avisaram que ele ia gozar, e os movimentos dele foram totalmente brutais. Ela não sentia dor, só prazer, e com o cu de uma garrafa na buceta dela, só vinham orgasmos atrás de orgasmos, uma vez e outra, até que finalmente o negão gozou dentro do cu da minha esposa, se jogando em cima dela, os dois exaustos por um momento, deitados um sobre o outro no chão. Depois ele se levantou e eu vi em primeiro plano como tinha deixado o cu da minha esposa: não era um cu, era uma cratera enorme. Aos poucos começou a se fechar enquanto transbordava os litros de porra que ainda estavam lá dentro. Nisso, Javier, Ernesto e eu nos aproximamos dela e gozamos em cima dela, que tentou engolir o que dava, e o resto ficou em todo o cabelo, rosto, peitos e barriga dela.
Todos ficamos cansados. Depois de alguns minutos, os caras começaram a ir um por um para suas barracas. Kaynan pegou a Nadia e eu disse pra ele colocá-la na nossa barraca, que tinha espaço. Depois, Estela tentou se levantar, e entre eu e Javier ajudamos ela a entrar também, onde ficou deitada de cansaço e cheia de porra por todo lado. Não importava, a gente tinha passado uma noite espetacular. Dormi entre as duas minas. De manhã, acordei totalmente tesudo, devia ser porque sonhei a noite toda com a festa passada e com o quanto minha amada Estela era uma puta. Então peguei a Nadia, que estava de conchinha de costas pra mim, e meti na buceta dela. Depois de um tempo bombando, ela começou a gemer e a se tocar nos peitos e no clitóris. Depois, pegou meu pau, tirou da buceta dela e enfiou no cu dela. Nisso, Estela acordou e disse:
— Bom dia, posso tomar café da manhã com vocês?
E a Nadia respondeu:
— Claro, amor, chupa minha buceta pra você desjejuar gostoso e suculento.
Fiquei metendo no cu dela até gozar dentro, enquanto minha esposa chupava a buceta dela. Depois de terminar, me deitei de lado e elas se deram prazer num 69 épico. Aí minha esposa enfiou a mão na bolsa dela... mãos e tirou um consolador duplo, com o qual se amaram por uns 35 minutos. Depois disso, Nadia deu um baita beijo de língua na Estela e depois em mim, indo embora e dizendo:
- Gente, tive uma noite espetacular, divina, a melhor despedida de solteira que poderia ter, porque amanhã à noite eu caso.
- Em qual barraca você tá, querida? - perguntou Estela.
- Em nenhuma, eu trabalho aqui e moro na cidade. Agora vou ver meu futuro marido, que também teve a despedida de solteiro dele. Espero que no próximo verão vocês nos visitem de novo.
- Espero também que seja assim. - falei.
Depois ela foi embora e não a vimos pelo resto da estadia. Quando saímos da barraca, Estela estava toda coberta de porra, doía tudo, o cabelo duro e grudento. Ela foi tomar banho, já eram umas 4 da tarde. Aí lembrei da câmera e percebi que estava numa posição como se tivesse gravado tudo, mas não lembrava de ter ligado. Troquei a bateria e comecei a ver o que tinha, e encontrei o vídeo do banheiro e depois uma mensagem da Estela, que dizia:
- Oi, bobinho. Soube desde o primeiro dia o que você queria. Obviamente, sabendo disso, me fiz de sonsa e planejei tudo pra dar ainda melhor do que você imaginou.
Depois disso, a festa inteira estava gravada desde o momento que terminamos de comer, tudo, absolutamente tudo. Tava entretido vendo o vídeo quando ouvi a voz dela dizendo:
- Quantas vezes te agradeci? Várias, né? É pelo que você estava planejando.
Com um beijo e um sorriso, fomos comer alguma coisa, e depois voltamos ao acampamento. Encontramos os caras, ainda tínhamos 12 dias. Foram 12 dias lindos, quentes e muito divertidos. Mas isso é história pra outro relato. Espero que tenham gostado, porque escrevendo esse relato junto com a Estela, a gente se excitou muito e vamos dar uma boa trepada assim que terminarmos de publicar. Beijos em todas as suas bucetinhas e uma chupada de pica da Estela pra todos.
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