15 dias en el camping. (1)

Decidimos essas férias com minha amada Estela ir acampar no interior. A verdade é que, com a compra da casa e a troca do carro, a grana não dava pra umas férias muito luxuosas, então foi assim que ficamos.
Saímos num sábado de madrugada, depois de duas horas de viagem chegamos a uma cidadezinha bonita do interior. Já sabíamos onde íamos ficar, então fomos direto pra um camping com balneário que era bem legal. Entramos e nos instalamos do lado da piscina, bem perto dos banheiros por comodidade. Montamos a barraca e fomos direto nadar um pouco. Ela foi se trocar, pedi pra ela usar um biquíni fio dental que eu tinha dado de presente no ano anterior no Brasil, mas ela estava meio tímida. Quando saiu, me disse que não se sentia à vontade porque aquele lugar não era nem Brasil nem Ibiza, mas que com o tempo pensaria no assunto. Ao meio-dia, decidimos ir procurar um lugar pra comer e foi o que fizemos. Depois, à tarde, ficamos na piscina até quase sete horas. Aí eu disse que faria umas pizzas na churrasqueira que tínhamos do lado da barraca, então fui num supermercado comprar os ingredientes. Quando voltei, encontrei ela conversando com os vizinhos de umas barracas ao lado, uns jovens muito legais que estavam passando as férias viajando pelo país. Um era da Capital Federal, Javier, um cara de 30 anos, loiro, olhos azuis, corpo bonito, abdômen bem definido. Notei isso porque vi minha esposa olhando sem disfarçar. Outro era da província de Buenos Aires, Ernesto, de 28 anos, pele branca, cabelo escuro e olhos azuis também, o corpo também era bem torneado. Eles se conheciam da academia, o que explicava os corpos trabalhados. O outro era do Uruguai, Mariano, de 26 anos, um moreno de olhos castanhos, cabelo comprido e, embora não tivesse um corpo de academia, dava pra ver que era jovem e praticava algum esporte. Depois fiquei sabendo que jogava futebol. E o quarto era do Brasil, Kaynan, de 33 anos, um cara alto, com 1,95 m. Umas mãos e uns pés impressionantes, de raça negra, mas os olhos eram cinzas. Ele era o único usando uma sunga tipo boxer bem justa, que deixava ver o tamanho do pau dele, verdadeiramente impressionante o tamanho daquele pacote. Só de mole, devia ter uns 15 ou 16 centímetros. Eles tinham se conhecido uns dias antes e decidiram seguir viagem juntos, sem saber quanto tempo iam ficar, só dependendo da vontade de continuar ou de se divertir.

Convidamos eles pra comer, então cozinhei pra todo mundo. Eles foram buscar cerveja e a gente passou um tempão conversando e contando histórias. Assim, foram duas da manhã. Eles, muito educados, foram pras barracas deles, e a Estela me disse que antes de dormir queria tomar um banho. Enquanto isso, eu, nos meus pensamentos, bolava uma surpresa. Quando ela foi pro banheiro, eu segui ela escondido, procurando uma caixa de disjuntor. Quando achei, esperei uns minutos, verifiquei se não tinha ninguém por perto, nem nos banheiros. Depois de uns minutos, cortei a luz e entrei rápido no lugar. Ela saiu depois de uns minutos. Cheguei por trás sem falar nada e tapei a boca dela. No começo ela se assustou, mas depois, imaginando que era eu, não fez muita força. Meti nela por trás com força, simulando um estupro. Fui quase brutal. Ela, com a minha mão na boca, gemia de prazer. Depois de uns orgasmos, gozei dentro dela e, sem dizer uma palavra, deixei ela apoiada numa parede. Ali mesmo ela se ajoelhou. Quando saí, ela disse: "Vou daqui a pouco, love". Ao chegar na barraca, limpei o pau, tirei a roupa e fingi que tava dormindo. Depois ela chegou, me abraçou e disse: "Valeu, foi muito intenso". Não respondi nada e a gente dormiu.

No dia seguinte, acordamos quase às 11 da manhã. Ela foi fazer café e voltou com duas canecas, dizendo que a noite anterior tinha sido espetacular. Eu fingi que não entendia nada, com cara de quem não sacou, e depois falei:

— Ahhh, você tá falando da pizza que a gente comeu. e tomar cerveja com os vizinhos??? Aí ela, meio hesitante, me respondeu.
- Eeeeeee sssssim, era isso que eu queria dizer…-

Depois pegamos o carro pra sair conhecer a cidade e alguns lugares, comemos num restaurante bonito e já eram umas 3 da tarde, aí fomos passear pela cidade, passamos por uma galeria pequena pra ver o que comprar de lembrança, tinha de tudo um pouco, lá ela comprou umas roupas e quando passamos por uma loja de eletrônicos, falei que ia entrar ali enquanto ela continuava vendo outros lugares. Comprei uma câmera filmadora com visão noturna, porque tinha planejado pra essa mesma noite outra surpresa, mas queria imortalizar o momento.

Voltamos pro camping perto das seis da tarde e fomos pra piscina, depois fui preparar uns mates, enquanto ela continuava nadando. Nisso, um dos caras se aproximou de mim e conversamos um pouco enquanto os outros três nadavam perto da minha esposa. Tenho certeza que na cabeça deles passava a ideia de comer ela a qualquer momento, porque apesar da idade, minha amada Estela continuava uma bomba sexual. Então falei pro Javier:
- Cê acha minha esposa atraente???

Surpreso com a pergunta, ele hesitou um pouco, mas quando viu meu olhar e meu sorriso, respondeu:
- Sim, senhor, é uma mulher muito gostosa e com um corpo que qualquer mina de 20 anos invejaria e qualquer homem, de qualquer idade, ia querer ter. Verdade, tenho inveja do senhor.

Aí eu falei:
- Essa noite, sem falar nada pros seus amigos, quero que você observe nossos movimentos. Quando ela for tomar banho, quero que você me veja atrás dos banheiros, onde estão as caixas de fusíveis.
- Pe-pe-pero, senhor… eeeeeeee
- Só faz o que eu tô pedindo e você vai ver que vai ter uma boa surpresa. Por enquanto, não precisa saber de mais nada.
- OK. Mas não preciso falar nada pros meus amigos???
- Isso mesmo.

Depois minha esposa se aproximou junto com os outros caras e ficamos tomando mate por um bom tempo, conversando sobre vários assuntos. Quando escureceu, alguém perguntou: - O que a gente janta?- e um dos Molecada respondeu
— Ontem vocês convidaram, então hoje é a nossa vez. Vou preparar uns chorizos ao molho pomarola com vinho branco, na brasa.
— Parece uma delícia — respondeu Estela.

Ficamos batendo papo, fui comprar umas cervejas, começamos a jogar cartas até a comida ficar pronta. Jantamos entre risadas e conversas, o álcool começou a agitar nossos hormônios. Mariano disse:
— Que tal jogarmos essas últimas rodadas por uma prenda? Quem perder, deixa no centro da mesa.

Ao contrário do que pensei, minha esposa respondeu na hora:
— Fechou, mas sem trapaça, porque só tenho minha camiseta, o short e, por baixo, meu biquíni.

Todo mundo riu, e jogamos um pouco. Todos tiramos camisetas e shorts, ficamos de cueca e sutiã. Estela só de biquíni. Bem na hora da última mão, ela perdeu.

O silêncio tomou conta da noite e, de repente, ela se levantou em cima do banco e tirou a calcinha do biquíni, deixando à mostra os peitos lindos e grandes. Foi descendo devagar até aparecer aquele triângulo de pelo preto, depilado perfeitamente, deixando cair até os pés. Virou-se de costas, se abaixou e mostrou toda a bunda e a buceta. Pegou ela e puxou pra trás, caindo no centro da mesa. Disse:
— Galera, assistam a um espetáculo inesquecível, uma verdadeira mulher pra vocês. Mas não tô tão bêbada a ponto de vocês pensarem que vão mais longe.

Depois saiu andando. Todo mundo ficou de pau duro, especialmente eu, enquanto dava pra ver entre as cuecas deles o tamanho das ereções. Eles vaiaram e foram embora, enquanto todos comentavam como minha esposa era gostosa. Dois deles me parabenizaram por ser o homem de uma mulherão dessas e tal. Um tempo depois, tudo ficou em silêncio de novo.

Quando entrei na barraca, ela estava deitada. Disse que estava tonta e queria tomar um banho. Pegou uma toalha e foi até os banheiros. Eu segui ela escondido e fiquei atrás. Aí já... O Javier tava lá, mandei ele esperar ali mesmo. Depois de verificar que não tinha ninguém, entrei no lugar, coloquei minha câmera num canto e voltei. Falei pra ele, bem específico, que não importava o que acontecesse, não soltasse uma palavra. Enquanto isso, ouvia minha esposa cantando alto no chuveiro, sinal de que tava bêbada. Passaram uns minutos e cortei a luz, aí entramos juntos e eu disse:

— Javier, agora vou pegar minha esposa por trás, vou amarrar as mãos dela pra trás, colocar uma venda nos olhos e amordaçar ela. Depois, você vai pegar ela por trás e meter com força, mas em nenhum momento pode falar uma palavra. Se falar, paro tudo na hora.

— Entendido.

Entramos, fiz com minha esposa o que tinha dito, e dei sinal pra ele fazer a parte dele. Ela, amordaçada, não parava de gemer. Mesmo pelo pano na boca, dava pra perceber que ela gritava e gozava, pedindo mais e mais: "Me dá mais, Tony, me dá maaaaaaais". Ela sempre apoiada na parede, e eu de lado, em silêncio, gravando com a câmera numa mão e a outra no meu pau, me masturbando. Gozei rápido, e depois o Javier gozou dentro da minha esposa. Ela já tava no quinto orgasmo, que foi o final. Aí o Javier veio até mim, fiz sinal pra ele vazar. Soltei minha esposa e deixei ela ali de joelhos, fodida e cheia de porra de outro cara. Depois fui pra barraca. Ela demorou uns dez minutos pra chegar. Eu fingi que tava dormindo, não falei nada com ela. Ela me abraçou como na noite anterior e a gente dormiu.

No dia seguinte, não parava de ver o vídeo, o que me deixava de pau duro. Ela tava de ressaca e a gente decidiu não sair pra lugar nenhum. Tomamos café e fomos pra piscina. Mas o que me surpreendeu foi que, quando ela tirou a camiseta e o short, não tava mais de maiô inteiro, e sim usando aquele biquíni fio dental amarelo fluorescente que mal cobria o triangulinho de pelo preto da buceta dela, e um triângulo em cada mamilo, realmente minúsculo. Eu, feliz, surpreso. mas feliz. Já dentro da piscina, ela me disse que a noite anterior tinha sido algo espetacular. Eu falei: "É, não pensei que você ia ficar pelada na frente dos caras". Aí ela ficou ainda mais confusa, me olhando com cara de interrogação. Depois, não dei importância e continuamos nadando. Mais tarde, os caras chegaram e nos chamaram pra jogar vôlei. Fomos jogar, e o que me surpreendeu de novo foi que ela não vestiu a camiseta nem o short, ou seja, foi jogar vôlei quase nua, com tudo que isso implica. Passamos cerca de uma hora numa quadra de areia, aí vimos que a quadra de futebol de praia ficou livre e alguém sugeriu jogar futebol. Todo mundo topou e trocamos de quadra. Entraram alguns caras e minas, mas definitivamente a mais chamativa era a minha linda Estela. O jogo começou e eu percebi que os caras não perdiam chance de encostar, fazer falta e marcar de perto a minha esposa. De todo jeito, meteram a mão nela por todos os lados, principalmente quando caíam na areia e algum deles se jogava de propósito em cima dela. Eles faziam de tudo pra ela jogar. A cada gol, alguns deles tiravam a camisa e iam abraçar ela na comemoração. No fim do jogo, estávamos empatados em seis gols. Falei, no estilo argentino: "Bom, quem fizer o gol ganha". Aí eles sacaram do meio, deram uns toques, foram minutos intensos. De repente, o Kaynan gritou: "Me segue, Estela!", pegou a bola, fez umas dribles que ninguém conseguia tirar, chegou no gol e, em vez de chutar, tocou pra minha esposa, que chutou com toda força e mandou pro fundo da rede. Ela saiu comemorando e, acho que na empolgação dos festejos, tirou a parte de cima do biquíni, ficando com os peitos de fora, e se abraçou com os companheiros de time, que não perderam a chance de pegar e abraçar ela. Depois fomos pra barraca, estávamos cansados e... Fomos tirar um cochilo, acordamos já de noite, era umas oito e meia, saímos da barraca com fome, os caras estavam com música alta e quando nos viram, vieram perto. Eu e o Ernesto decidimos ir comprar comida pronta, saímos no meu carro e ela ficou com os outros ouvindo música e dançando. Chegamos num restaurante de comida oriental, não entendo muito disso, mas o Ernesto falou pra deixar ele escolher, e foi o que fiz. Depois passamos numa vinícola pra comprar umas bebidas diferentes, um saco de gelo e um pouco de refrigerante. Na volta, de repente ele falou:
- Para, paraaaaaaa – freiei de uma vez e ele disse:
- Dá a volta no quarteirão e quando voltar, chegando naquela esquina, vai devagar e para que eu me viro.
Obedeci e, quando parei no lugar certo, um jovem se aproximou. O Ernesto perguntou:
- Quanto é e qual o mínimo?
- 130 pila a saquinha.
- Dá pra quantos?
- Dois sossegados.
- Me dá três, aqui tem 500 e fica com o troco.
- Beleza.
Ele passou uns pacotes e mandou eu arrancar, fiz isso e ele me mostrou:
- Não é nada demais, Tony, na real é maconha. Se quiser experimentar, experimenta, se não, só não faz, ninguém vai te obrigar.
Chegamos no camping, os caras estavam dançando com minha esposa e uma mina nova, uma tal de Nadia, que tinha jogado futebol à tarde e convidaram pra jantar. Era uma loira deslumbrante, com uns olhos verdes que cegavam, os peitos não tão grandes quanto os da Estela, mas uma cintura fina e uma raba espetacular. Dançavam todos juntos, tomando cerveja e cantando. Quando nos viram chegar, começaram a arrumar a mesa, e comemos todos, tomamos saquê, e depois o Ernesto começou a preparar uns drinks malucos que eu não conhecia. Todo mundo provou de tudo, as bebidas iam e vinham, e depois de um tempo, o Mariano, o dos jogos, sugeriu jogar alguma coisa.
- Eu acho que a gente canta tipo karaokê, mesmo sem aparelho, a gente bota a música escolhida e quem participa tem que Seguir a letra, se errar toma um gole e tira uma peça de roupa.
- Vaaaaaai…..
Gritaram todos em uníssono, então, Mariano, como dono da ideia, tomou a frente e disse: todo mundo na frente, eu grito e vocês obedecem; quem errar, canta. Aí começamos.
- Sentados.
Todo mundo sentou.
- Em pé.
Todo mundo levantou.
- Sentados.
Todo mundo sentou.
- Deitados.
Todo mundo deitou, menos a Nadia.
Ela escolheu um tema do Papo e canto, mas por causa das bebidas errou e tirou o sutiã na hora, e mandou um gole até o fundo. Assim fomos passando todos, em algum momento começamos a errar, depois de um tempo já estávamos todos cansados e sem vontade de continuar o jogo, todos bêbados e quase pelados, os homens só de cueca, a Nadia totalmente nua, a Estela só de fio dental. Mariano bolou uns baseados e ofereceu pros caras, a Estela chegou perto dele e falou:
- Só pra eles que você oferece???
Pegou um cigarro e fumou, soprando a fumaça na cara dele. Depois mudaram um pouco o ritmo da música, o Kaynan colocou um som brasileiro e desafiou todo mundo a dançar com uma garrafa no chão. Óbvio que minha esposa, que vive na academia e fez salsa, bachata, zumba e lambada, não se acanhou. E assim fizeram. Num dado momento, o clima esquentou. Eu, que tava planejando dar uma surpresa pra minha esposa à noite com dois dos caras, percebi que a surpresa ia ser minha, de um jeito ou de outro.
Depois de um tempo, todo mundo já tinha provado alguma droga, bêbados e soltos, enquanto eu tentava não perder o controle. Alguém colocou umas músicas lentas e o Ernesto me pediu permissão pra tirar minha esposa pra dançar. Eu concordei com o olhar, só queria ver até onde aquilo ia, mesmo sabendo no fundo onde ia parar. Peguei a Nadia pela mão, ela aceitou, puxei ela pela cintura e ela se apoiou no meu peito, me segurando pelo pescoço. A mesma coisa aconteceu com a Estela e o parceiro dela. Notei que o Ernesto desceu a mão e agarrou a bunda da minha esposa. esposa se apoiando com força no meu pau, que embora estivesse coberto pelo corpo da Estela, tenho certeza de que naquele momento estava totalmente duro. Aí o Javier chegou e ficou atrás da Nadia, fazendo um sanduíche. Nós dois começamos a apertar ela, ela beijava meu pescoço e ele beijava ela, mas eu não tirava os olhos da minha amada esposa. Foi assim que vi o Kaynan ficar atrás dela e começar a beijar ela também, pegando nos peitos dela com as mãos grandes. Ela tirou uma mão do pescoço do Ernesto e colocou na bunda do negão, apertando ele contra si. Tentei me aproximar pra não perder nenhum detalhe da cena, enquanto sentia o tesão da Nadia e do Javi atrás dela, encostando o pacote dele na bunda dela. Eu sentia que tava duro. Aí ela se abaixou, puxou minha cueca e a do Javi, pegou os paus dos dois e começou a chupar e bater punheta pra ambos. Minutos depois, a Estela fez o mesmo com os parceiros de dança dela, puxando primeiro o pau do Ernesto, que era bem grande e tava muito duro. Mas, mesmo bêbada e drogada, ela não conseguiu deixar de se surpreender ao pegar no brinquedo do Kaynan. Aí começou o trabalho dela: foi enfiando um por um na boca, embora tivesse dificuldade com o do brasileiro, porque não só devia ter uns 22 cm, mas a grossura era impressionante, impossível de calcular, e o brilho e a ereção eram algo fora do normal. Ficamos assim por um tempo, até que o Javier falou: "Um momento, quero experimentar a boca da Estela também". Então decidimos nos colocar em fila e elas passarem uma por uma chupando e batendo punheta pra todo mundo igual. Quando chegou minha vez de ser chupado pela Estela, ela olhou nos meus olhos e falou: "Tô te dizendo isso há três dias: obrigada." Aí eu entendi que não era eu que tava brincando com minha esposa, era ela que tava brincando comigo. De vez em quando elas tomavam um gole ou direto da garrafa, ou fumavam um baseado ou um cigarro, a gente fazia o mesmo, até que a Nadia levantou, empurrou o Kaynan e montou nele. A Estela fez o mesmo. Estela com Javier, Ernesto e eu nos olhamos e ficamos de lado pra elas nos chuparem enquanto isso, os gemidos das duas começavam a esquentar ainda mais o clima, mas o grito da NADIA estremeceu tudo quando ela se deixou cair completamente sobre o pau do negão, mas depois de uns segundos começou a cavalgá-lo e a me chupar, de repente vi o Ernesto ir pra trás da Estela, pegou o baseado dela, colocou na boca dela, ela deu uns tragos e depois cuspiu na mão e enfiou um dedo no cu dela, ao que ela respondeu com um gritinho, mistura de prazer e uma dorzinha, depois enfiou dois, depois três dedos enquanto continuava cuspindo duas ou três vezes mais pra lubrificar o cu da minha amada, eu, nem lerdo nem preguiçoso, fiz o mesmo com a Nadia, depois vi o Ernesto se ajeitar atrás da Estela e enfiar a cabeça do pau, ela parou de se mexer por um tempo, depois de se acostumar com a penetração, começou de novo os movimentos, eu, feito um macaquinho imitador, seguia os passos do Ernesto com a Nadia, que fez a mesma coisa, depois de uns minutos o ritmo dos movimentos era quase como se tivéssemos praticado por anos, depois trocamos de posição com o Kaynan e a mesma coisa fizeram o Ernesto e o Javi. A primeira a gozar foi a NADIA que, depois do primeiro, continuou com uma sequência de múltiplos orgasmos até ficar totalmente exausta, enquanto a Estela só curtia mas não tinha gozado nenhuma até aquele momento, mas a cara dela não era de uma mina frígida, pelo contrário, conhecendo ela, sabia que ela tava no controle, no gosto e no prazer. A Nadia pegou no pau do Kaynan e no meu e começou a chupar e bater uma sem parar, até que nós dois gozamos na boca dela, ela engoliu parte do nosso leite e parte caiu na cara, nos peitos e na barriga dela. Depois desse prazer extremo, sentamos com o Kaynan pra tomar uns drinks, a Nadia ficou deitada na grama, dormindo em segundos, enquanto a gente se recuperava e batia um papo:
- Que esposa gostosa que você tem, amigo, quando eu casar queria uma assim. encontrar uma mulher tão gostosa, entregada e puta quanto a sua, sem ofender, mas cara, é algo impressionante e falo isso como um elogio.
- Pois é, irmão brasileiro, ela é uma puta de primeira, por isso amo tanto ela e cuido pra caralho.

Depois de uns minutos, vi que a Estela tinha chegado ao primeiro orgasmo, porque os gritos de prazer dela acordavam a cidade inteira, enquanto ela pedia mais e mais.
- Me dá mais pica, seus punheteiros, me dá mais forte, sei que vocês conseguem, maaaaais, dá pra essa puta o que ela merece, maaaaais, quero maaaaaais.

E eles respondiam coisas tipo:
- Sim, puta, você gosta que seu marido veja o quão puta você é?? Gosta de receber pica em todos os seus buracos? Vadia, puta, prostituta e oferecida.
- Isso, gostosa, monta nessa rola que você tanto ama.

De repente, vi que a pica do Kaynan ficou dura de novo, sei lá se por causa da idade ou da raça dele, só sei que a minha tava totalmente morta, então falei sem rodeios:
- Vai ajudar seus amigos, porque senão ela vai acabar com eles na UTI.
- Você é o marido dela, você manda, amigo.

Ele se levantou, se ajoelhou do lado dela, e minha amada esposa, nem lerda nem preguiçosa, pegou com a mão e levou à boca. Minutos depois, o Ernesto começou a gozar dentro do cu da Estela, com uma bombada que beirava o brutal e o sádico. Ele tirou a pica de dentro da minha esposa, e ela ordenou pro Kaynan:
- É sua vez, negão, substitui o Ernesto e enfia até o fundo, já deixei ela dura e pronta pra você.

Trocaram de posição, e ela pegou a pica do Ernesto pra limpar os restos de porra que tinha, saboreando e engolindo sem nojo nenhum. KAYNAN se posicionou atrás dela e apoiou o membro enorme no cuzinho delicado da minha amada, e deu uma estocada que resultou num grito mais aterrorizante dela:
- Aiiiiiiiiii, dóiiiiiiiiii, você tá me matandooooooooooooooo.
- Quer que eu tire, puta?
- Nãooooooooooooo, nem pense nisso, seu negro maldito, enfia mais. Adentrooooo.
- Você quem manda, gostosa.
Então ele começou a empurrar devagar, consciente do aparelho que carregava, soube tratar com cuidado ao penetrá-la, enquanto Javi estava prestes a gozar e ela disse pra ele gozar dentro da buceta dela, sem medo. Foi o que ele fez e encheu a buceta dela de porra, e nessa altura metade da pica do brasileiro já estava dentro do cu da minha esposa. Javi saiu como pôde, com restos de sêmen também no pau, então ela pegou e chupou do mesmo jeito. Quando os caras estavam com os paus já limpos, sentaram pra uns drinks e uns baseados ou becks. Ela pegou uma garrafa e enfiou na buceta enquanto dava ordens pro invasor traseiro.

- Por favor, empurra até o fundo, entra o máximo que puder, quero sentir ela toda dentro de mim, nunca tive uma tão grande no meu cu, vai fundo, essa puta hoje é sua puta, negão safado, me dá esse caceteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim maaaaaaaaaaaaissssssssssss

Nesse exato momento, ela foi interrompida por um último empurrão do negão, deixando ela totalmente empalada com 22 centímetros de pica preta e dura dentro dela, que chegava pelo menos até o estômago. Assim, ele começou a se mover devagar, entrando e saindo, primeiro lentamente enfiando aquele sabre preto e curvo, grande e preto, e depois de alguns minutos foi com um pouco mais de intensidade, e depois mais e mais forte. Enquanto via aquele espetáculo, os três ficaram de pau duro, mas diante de tamanha cena, a gente só se limitava a não interromper e só batia punheta. Aí eu olhei pro lado e vi a Nadia dormindo, mas com a bunda quase empinada, meio de lado. Eu fiquei atrás dela e na hora mesmo penetrei ela, sem parar de ver minha esposa sendo sodomizada por aquela estaca preta monumental até o fundo, enquanto Javier e Ernesto só batiam punheta e não paravam de fumar e beber.

Passaram uns vinte minutos de bombada extrema, até os gemidos e bufadas do Kaynan nos avisaram que ele ia gozar, e os movimentos dele foram totalmente brutais, ela não sentia dor, só prazer, e com o cu de uma garrafa na buceta dela, só vinham orgasmos atrás de orgasmos, uma e outra vez, até que finalmente o preto gozou dentro do cu da minha esposa, se jogando em cima dela, os dois exaustos por um momento deitados um sobre o outro no chão. Depois ele se levantou e eu vi em primeiro plano como tinha deixado o cu da minha esposa, não era um cu, era uma cratera enorme, aos poucos começou a fechar enquanto transbordava os litros de porra que ainda estavam lá dentro. Nisso, Javier, Ernesto e eu nos aproximamos dela e gozamos em cima dela, ela tentou engolir o que dava e o resto ficou em todo o cabelo, rosto, peitos e barriga dela. Todos ficamos cansados, depois de alguns minutos os caras começaram a ir um por um para suas barracas, Kaynan pegou a Nadia e eu disse pra ele colocá-la na nossa barraca, que tinha espaço. Depois a Estela tentou se levantar e eu e Javier ajudamos ela a entrar também, onde ficou deitada de cansaço e cheia de porra por todo lado, não importava, a gente tinha passado uma noite espetacular. Eu dormi entre as duas garotas. De manhã, acordei totalmente tesudo, devia ser porque sonhei a noite toda com a festa passada e com o quanto minha amada Estela era uma putinha. Então peguei a Nadia, que estava de conchinha de costas pra mim, e penetrei ela pela buceta. Depois de um tempo bombando, ela começou a gemer e a se tocar nos peitos e no clitóris, depois pegou meu pau, tirou da buceta dela e enfiou no cu dela. Nisso, a Estela acordou e disse:
— Bom dia, posso tomar café da manhã com vocês?
E a Nadia respondeu:
— Claro, amor, chupa minha buceta pra você desjejuar gostoso e suculento.
Eu fiquei metendo no cu dela até gozar dentro, enquanto minha esposa chupava a buceta dela. Depois de terminar, me deitei de lado e elas se deram prazer num 69 épico. Aí minha esposa enfiou a mão na bolsa dela mãos e tirou um consolador duplo, com o qual se amaram por uns 35 minutos. Depois disso, Nadia deu um baita beijo de língua na Estela e depois em mim, indo embora e dizendo:
- Gente, tive uma noite espetacular, divina, a melhor despedida de solteira que poderia ter, porque amanhã à noite eu caso.
- Em qual barraca você tá, linda? - perguntou Estela.
- Em nenhuma, eu trabalho aqui e moro na cidade. Agora vou ver meu futuro marido, que também teve a despedida de solteiro dele. Espero que no próximo verão vocês nos visitem de novo.
- Espero também que seja assim. - falei.
Depois ela foi embora e não a vimos pelo resto da estadia. Quando saímos da barraca, Estela estava toda coberta de porra, doía tudo, o cabelo duro e grudento. Ela foi tomar banho, já eram umas 4 da tarde. Aí lembrei da câmera e percebi que estava numa posição como se tivesse gravado tudo, mas não lembrava de ter colocado ela ali. Troquei a bateria e comecei a ver o que tinha, e me deparei com o vídeo do banheiro e depois uma mensagem da Estela, que dizia:
- Oi, bobinho. Eu soube desde o primeiro dia o que você pretendia. Obviamente, sabendo disso, me fiz de sonsa e planejei tudo pra dar ainda melhor do que você imaginou.
Depois disso, a festa inteira estava gravada desde o momento que terminamos de comer, absolutamente tudo. Eu tava entretido vendo o vídeo quando ouvi a voz dela dizendo:
- Quantas vezes te agradeci? Várias, né? É por causa do que você estava planejando.
Com um beijo e um sorriso, fomos comer alguma coisa, e depois voltamos pro acampamento. Encontramos os caras, ainda tínhamos 12 dias pela frente. E foram 12 dias lindos, quentes e muito divertidos. Mas isso é história pra outro relato. Espero que tenham gostado, porque escrevendo esse relato junto com a Estela, a gente se excitou pra caralho e vamos dar uma boa trepada assim que terminarmos de publicar. Beijos em todas as suas bucetinhas e uma chupadinha no pau da Estela pra todos.

8 comentários - 15 dias en el camping. (1)

Muy bien relato le podrías haber agregado algunas fotos de tu mujer eso te sumaría unos puntitos te doy mis 8 puntos.
buen relato, es lo mejor que te puede pasar con tu pareja, yo he vivido muchas situaciones similares y me han encantado
Stooge +1
muy buen relato, +10 merecidisimos. saludos
por dios ya preparamos la carpa , queremos acampar con ustedes , muy buen relato van pts
quiero ir de vacaciones con Uds!! me excito tremendamente tu relato!
JPmono +1
Muy buenoooo! me calentó a full! No se si me calienta más pensarlo como si fuera mi esposa o como si alguien me comparte a la suya, pero que me calienta no hay dudas 🙂

+10
kramalo +1
muy bueno...!! a pesar del tiempo...del post...digo...Saludos. hubo más..?
Ya no tengo mucho tiempo para escribir, tengo algunos en el tintero, pero voy a intentar editarlos y publicarlos.
kramalo +1
mientras más tiempo dejés pasar, más se te volatiliza el relato...un abrazo.