A namorada, a roupa dela e a vontade de uma pica

Como tantas vezes, eu procurava na p! gente morbosa, punheteira e disposta, o que não é pouco. Também, às vezes, procuro que sejam de La Pampa. Nunca descarto a possibilidade de algo mais real, mais próximo, sentir a adrenalina de ir me encontrar com alguém, de brincar, de ver, de sentir, de gozar... eu gosto de finais felizes..!
Me encontrei com alguém. Jovem, de namorado com uma mulher gostosa. Mas com fantasias, taras, necessidades.
Me contou que estudava e que morava com a namorada. Que ela era uma gostosa. Que transava muito, mas que fantasiava em sentir uma boa rola na mão, em sentir ela, em ver ela gozar. Em tocar porra. Achava que só isso, que já bastava.
Como tantos, tinha medos, de ser visto, de a namorada desconfiar.

Sou um cara casado, mais velho, muito bem fisicamente e muito tarado, fogoso e punheteiro. Fodo muito e me masturbo muito. Me excita desde uma tirinha de calcinha até um sapato de salto, desde a calcinha pendurada no supermercado até a senhora bem que deixa ver uma fio dental. Vivo excitado.

Ele me disse que a namorada não sabia de nada, mas que se eu me excitava vendo a roupa dela, não tinha problema, desde que pudesse ver minha rola.
Dava pra ver que ele tava ansioso, mas com muitas reservas. Me pediu fotos e disse pra esperar até ela viajar pra cidade dela. Queria aproveitar o momento sabendo que estaria completamente sozinho.

Passou um tempo. Achei que seria mais um com uma puta vontade passageira, que com duas punhetas passava tudo. Mas não. Um dia me manda um e-mail e diz "Amanhã te espero às três no meu apê. Me liga antes e te passo o endereço" e me deu o número de celular. Tinha um parágrafo inteiro sobre discrição, o prédio, etc, etc.

Adoro esses momentos. Desde de manhã acordei pensando no momento. Ao meio-dia fui pra academia, tomei banho, passei creme na rola e nas bolas. Tava cheiroso. Nem um pelo. Pra ele sentir, curtir... Desculpa.. pra gente sentir e curtir.
Liguei pra ele, me deu o endereço e lá estava eu. Banhadinho, perfumado. e com uma adrenalina no corpo que não dá pra explicar. Só se sente na pele.
Ela me recebeu com um sorriso nervoso, me fez entrar. O apê tava impecável, dava pra ver que era gente que tava bem. Muito nível. O cara era magrinho, delicado.
– Quer algo? – ele disse
– bora
– o que cê quer?
– o que pode ser?
– pra mim um uísque – falou o cara – tô meio nervoso
– bora, mas fica tranquilo. Tá tudo certo, aconteça o que acontecer

Acho que o que eu falei aliviou ele um pouco. A gente conversou sobre qualquer coisa até que num momento eu pergunto:
– como cê começou com essa fantasia?
– e, sabe como é... você olha pras mulheres, depois pras travestis gostosas... imagina aquelas picas lindas, quer ver elas gozando...
– te excita muito?
– uff, até quando tô com minha mina eu penso em picas..
– ahh, olha só – falei – sua mina é gostosa?
– ela é linda, mas...
– te entendo, a gente pode ver as roupinhas dela...

Fez um silêncio que durou uma eternidade, ele não falou nada, só fez um sinal e a gente foi pro quarto.

– Tá aí – ele disse, apontando pra uma gaveta dentro de um closet cheio de espelhos e tapetes

Abri a gaveta e tava cheia de sutiãs e calcinhas. Vocês imaginam, eu tava igual um moleque em loja de brinquedo. Pegava, cheirava, sentia a renda, o algodão... tinha Caro Cuore, Jesus Fernandez... muita coisa cara, pequena, elegante...

– cê gosta? – ele perguntou
– uff, adoro.. – falei, segurando a pica por cima da calça

Escolhi algumas, fui até a cama, deixei elas em cima e chamei ele. Mandei ele sentar do meu lado e eu, de pé, fui desabotoando a calça, sentia meus peitinhos pulsando, uma sensação de poder, de força, de tesão percorria meu corpo... Tirei ela pra fora e tava meio mole, grossa, linda... minha pica é linda. Ele olhava, os olhos não perdiam nenhum detalhe. Peguei uma calcinha fio dental de tule linda e enrolei na minha pica e comecei a bater uma devagar, bem devagar...

– Posso? – ele disse
– Pode, mas tira a roupa, quero te ver batendo uma tambémhttp://www.pic-upload.de/view-31203607/12208229_1513381968985878_1965993242_n.jpg.htmlEla se despiu, completamente lisinha. Tinha uma rola maior que a minha, não tão bonita, mas maior. Meio dura. Ela se aproximou e começou a acariciar, e quase instintivamente levou a boca até minha rola. Começou a percorrer ela com a língua. Fechava os olhos e abria. Ia com medo, passando pelas bolas, pela cabeça, percorria as veias com a língua e com as mãos tocava minhas pernas.http://www.pic-upload.de/view-31203608/12212192_1513381955652546_408947730_n.jpg.html- Bate uma punheta - falei pra ela. Ela se afastou um pouco, sentou de novo na cama e começou a se masturbar com força, com raiva, até gozar. Muito leite, muito mesmo. Ficou se recuperando, respirando pesado, quase bufando. Não olhava pra mim, só olhava pras mãos cheias de porra e pra barriga dela. Levantou e foi pro banheiro. Eu ainda não tinha terminado. Pra mim, o caminho é melhor que o final.
Continua...

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