Olá, amig@s do poringa.net.
Aqui vai mais um relato das minhas histórias de vida, que nunca contei pra ninguém.
Pra quem tá lendo meus relatos pela primeira vez, vou explicar: todas as minhas histórias são reais, assim como as fotos.
Adoro tirar fotos de cada encontro sexual que tenho, claro, se a outra pessoa me der permissão.
Dito isso, espero que vocês curtam e comentem. Isso aconteceu há muitos anos atrás.
Fui passar férias em Córdoba. Melhor coisa pra mudar de ares.
Quando cheguei no hotel, deixei a bagagem e fui explorar o lugar. Paisagem bonita, piscina gostosa, mas muita gente velha e nada que me interessasse.
Como tava um calor do caralho, fui pro quarto, peguei minha roupa de banho e entrei na piscina. Nadei um pouco e depois fui pegar um sol; foi quando vi uma mulher incrível que não tinha notado antes. Uma negona maravilhosa.
Sempre tive a fantasia de ficar com uma mulher de cor.
Ela sorriu pra mim e me cumprimentou quando viu que eu tava olhando. Acompanhada do marido, se acomodaram na área das cadeiras.
Ela, sem o marido perceber, ficava me encarando e se sentava de um jeito provocante, como se quisesse que eu visse ela toda.
Eu olhava e admirava aquele corpo de chocolate lindo.
Acendi um cigarro.
Quando me dei conta, ela veio na minha direção com um andar bem sensual.
Pediu fogo, com um sotaque bem latino.
Acendi o cigarro dela e começamos a bater um papo rápido.
Ela foi embora do mesmo jeito que chegou, me presenteando com uma caminhada gostosa, rebolando a bunda.
Quando chegou a noite, fui jantar num restaurante.
Enquanto escolhia o que comer, o lugar lotou.
Vi a negona parada na porta, procurando um lugar.
Não perdi a chance de me aproximar. Sabia que se não tivesse mesa, ela ia embora.
Ela acenou com a mão me cumprimentando, e cheguei bem na hora que a atendente disse que não tinha lugar.
Convidei ela pra comer na minha mesa, e ela aceitou na hora, feliz da vida, e foi buscar o marido contente, antes de me dar um beijo gostoso na bochecha de agradecimento.
Ela chegou e... O marido dela e eu pedimos comida e um vinho pra acompanhar uma noite tão gostosa.
O bom é que por isso esse lugar lota, porque depois de comer vira pista de dança.
Me contaram que eram da Costa Rica e tudo o que dava pra conversar.
O marido bebia igual um louco, o que incomodava ela pra caralho.
O povo começou a dançar e a gente ficou olhando da mesa.
Ela morria de vontade de dançar e o marido não queria.
Ele me tirou pra dançar e, com a permissão do marido já quase bêbado, a gente foi pra pista.
A dança foi ficando cada vez mais quente e os roçados dos corpos esquentavam mais as coisas entre nós.
Ela percebeu minha excitação na hora e não perdia chance de me tocar, sempre olhando pro marido pra ele não notar o que ela fazia.
O marido tava noutra e ela, no meio do tumulto de gente,
me comeu a boca e disse que me desejava muito.
Eu também respondi e beijei ela.
Ela falou: "Isso tá errado, não posso ser infiel."
Pediu desculpas e, me segurando pela mão, me levou de volta pra mesa.
Eu tava muito excitado, mas entendi.
Sabia que era impossível, ainda mais com o marido ali.
Quando chegamos na mesa, o marido já não aguentava mais de bêbado e ela ficou furiosa.
Ela me pediu ajuda pra levar ele, que não conseguia ficar em pé.
Tirou dinheiro da carteira e não deixou eu pagar nada.
Saímos e pegamos um táxi até o hotel.
Levei ele pro quarto e ajeitamos ele na cama.
Muito envergonhada, ela me pediu desculpas.
Tava muito puta com a atitude do marido.
Com sutileza, ela deu a entender que era hora de eu ir.
Ela ia cuidar dele e eu saí do quarto.
Deixei meu número de quarto caso precisasse de algo.
Ela se despediu com um beijo carinhoso na boca.
Já no meu quarto, não conseguia tirar aquela negra da cabeça nem pensar em como fazer algo rolar.
Mas quando já tava tirando essa ideia da cabeça,
falei pra mim mesmo: "É impossível, para de pensar besteira."
Quando batem na minha porta, abro e era ela.
"Aconteceu algo?", perguntei.
Ela: "Meu marido tá dormindo, tá muito... Bêbado e odeio isso, e pensei que a gente podia tomar um café.
Não sei se você quer ou tá com muito sono?
Eu: não, nada disso, fica tranquila.
A gente conversa enquanto isso.
Fiz café e sentamos juntos, enquanto conversava eu tocava nela e ela em mim.
Depois do café, a noite ficou mais romântica.
Com beijos e carícias. A gente tava quente, os dois.
Minhas mãos tocavam o corpo todo dela e ela o meu.
Mas ela tava muito interessada no volume da minha calça.
Com a fama dos negros, achei que o meu era nada pra essa mulher foda.
Comecei a tirar a roupa dela e ela a minha.
Ela gostou do tamanho da minha pica branca.
Chupei cada parte do corpo dela como quem degusta uma escultura de chocolate que derretia na minha mão e boca.
Ela degustava aquela baunilha quente que não deixava esfriar.
Ficamos enroscados num 69 delicioso, arrancando gemidos dos dois.
A buceta quente dela derretia na minha língua e minha pica duríssima pegava a boca dela com energia.
Ela pedia pra eu meter, que não aguentava mais.
Eu levantei e ela de barriga pra cima, me olhando e esperando ser penetrada.
Me aproximei e, com a cabeça pendurada na borda da cama, fiz ela chupar assim, coisa que ela amou.
Minha pica branca sumia na boca vermelha dela e inchava a garganta preta dela.
A negra pedia pica e pica.
Chegou a hora: fodi pela primeira vez aquela buceta gostosa dela.
Não acreditava como entrava tão bem naquela buceta, como se fosse feita sob medida pro meu enorme falo branco.
Ela gozava igual louca e se contorcia, pedindo que eu metesse assim, suave, gostoso e bem fundo.
Eu chupava os peitos dela igual louco, o que dava muito prazer pra ela.
Fodi ela em todas as posições possíveis, deixando ela exausta.
Parei ela na beira da cama e, enquanto metia na buceta dela, comecei a brincar com o cu dela.
Ela viu minha intenção e disse: "Vai me dar no cu?"
Eu: sim, adoraria. Você gosta por aí?
Ela: adoro, mas faz tempo que meu marido não faz em mim.
Ele não curte muito, mas eu sim.
Eu: se você gosta, então o que a gente tá esperando? respondi.
Com ela Melhor cara de puta que se preparou.
Com a própria saliva, lubrificou aquela bundinha apertada que se abria pra mim.
Apoiei meu pau naquele buraco preto e, com pequenas estocadas, fui enfiando bem devagar, mas bem fundo.
Ela gritava, mas ao mesmo tempo gostava pra caralho.
Gemendo e sentindo a dor e o prazer.
Ela, extasiada de prazer, me elogiava pela minha resistência e por como eu comia ela direito.
Aumentando meu ego com os elogios dela.
Depois de uma boa fodida, fazendo aquele cuzinho aproveitar.
A negra, louca, pedia pra eu encher a bundinha dela de porra, com aquele sotaque latino que me deixava muito excitado.
Eu deixei toda a minha porra vazar naquele cu.
Mas não tirei até ele ficar bem molinho. E ela pediu pra eu tirar.
A negra não parou de sentir prazer nem com o pau mole. Isso a deixou louca.
E assim ficamos os dois deitados na cama.
Depois de recuperar o fôlego, ela se vestiu e voltou pro quarto dela dormir com o marido, que nunca percebeu nada.
Nesses 10 dias, a gente transou e realizou nossas fantasias: eu, de comer uma negra, e ela, de ser infiel e foder com um branco de pau bom. Já que o marido parecia não ser um negão dos mitos, hahaha.
Em outros encontros, ela deixou eu tirar as fotos que postei aqui. Espero que vocês curtam tanto quanto eu.
Essa é uma das minhas melhores lembranças.
FIM......
P.S.: Não esqueçam de comentar e deixar seus pontos.
Até a próxima.
P.S.: Espero seus comentários e que vocês curtam.
Até a próxima.
Aqui vai mais um relato das minhas histórias de vida, que nunca contei pra ninguém.
Pra quem tá lendo meus relatos pela primeira vez, vou explicar: todas as minhas histórias são reais, assim como as fotos.
Adoro tirar fotos de cada encontro sexual que tenho, claro, se a outra pessoa me der permissão.
Dito isso, espero que vocês curtam e comentem. Isso aconteceu há muitos anos atrás.
Fui passar férias em Córdoba. Melhor coisa pra mudar de ares.
Quando cheguei no hotel, deixei a bagagem e fui explorar o lugar. Paisagem bonita, piscina gostosa, mas muita gente velha e nada que me interessasse.
Como tava um calor do caralho, fui pro quarto, peguei minha roupa de banho e entrei na piscina. Nadei um pouco e depois fui pegar um sol; foi quando vi uma mulher incrível que não tinha notado antes. Uma negona maravilhosa.
Sempre tive a fantasia de ficar com uma mulher de cor.
Ela sorriu pra mim e me cumprimentou quando viu que eu tava olhando. Acompanhada do marido, se acomodaram na área das cadeiras.
Ela, sem o marido perceber, ficava me encarando e se sentava de um jeito provocante, como se quisesse que eu visse ela toda.
Eu olhava e admirava aquele corpo de chocolate lindo.
Acendi um cigarro.
Quando me dei conta, ela veio na minha direção com um andar bem sensual.
Pediu fogo, com um sotaque bem latino.
Acendi o cigarro dela e começamos a bater um papo rápido.
Ela foi embora do mesmo jeito que chegou, me presenteando com uma caminhada gostosa, rebolando a bunda.
Quando chegou a noite, fui jantar num restaurante.
Enquanto escolhia o que comer, o lugar lotou.
Vi a negona parada na porta, procurando um lugar.
Não perdi a chance de me aproximar. Sabia que se não tivesse mesa, ela ia embora.
Ela acenou com a mão me cumprimentando, e cheguei bem na hora que a atendente disse que não tinha lugar.
Convidei ela pra comer na minha mesa, e ela aceitou na hora, feliz da vida, e foi buscar o marido contente, antes de me dar um beijo gostoso na bochecha de agradecimento.
Ela chegou e... O marido dela e eu pedimos comida e um vinho pra acompanhar uma noite tão gostosa.
O bom é que por isso esse lugar lota, porque depois de comer vira pista de dança.
Me contaram que eram da Costa Rica e tudo o que dava pra conversar.
O marido bebia igual um louco, o que incomodava ela pra caralho.
O povo começou a dançar e a gente ficou olhando da mesa.
Ela morria de vontade de dançar e o marido não queria.
Ele me tirou pra dançar e, com a permissão do marido já quase bêbado, a gente foi pra pista.
A dança foi ficando cada vez mais quente e os roçados dos corpos esquentavam mais as coisas entre nós.
Ela percebeu minha excitação na hora e não perdia chance de me tocar, sempre olhando pro marido pra ele não notar o que ela fazia.
O marido tava noutra e ela, no meio do tumulto de gente,
me comeu a boca e disse que me desejava muito.
Eu também respondi e beijei ela.
Ela falou: "Isso tá errado, não posso ser infiel."
Pediu desculpas e, me segurando pela mão, me levou de volta pra mesa.
Eu tava muito excitado, mas entendi.
Sabia que era impossível, ainda mais com o marido ali.
Quando chegamos na mesa, o marido já não aguentava mais de bêbado e ela ficou furiosa.
Ela me pediu ajuda pra levar ele, que não conseguia ficar em pé.
Tirou dinheiro da carteira e não deixou eu pagar nada.
Saímos e pegamos um táxi até o hotel.
Levei ele pro quarto e ajeitamos ele na cama.
Muito envergonhada, ela me pediu desculpas.
Tava muito puta com a atitude do marido.
Com sutileza, ela deu a entender que era hora de eu ir.
Ela ia cuidar dele e eu saí do quarto.
Deixei meu número de quarto caso precisasse de algo.
Ela se despediu com um beijo carinhoso na boca.
Já no meu quarto, não conseguia tirar aquela negra da cabeça nem pensar em como fazer algo rolar.
Mas quando já tava tirando essa ideia da cabeça,
falei pra mim mesmo: "É impossível, para de pensar besteira."
Quando batem na minha porta, abro e era ela.
"Aconteceu algo?", perguntei.
Ela: "Meu marido tá dormindo, tá muito... Bêbado e odeio isso, e pensei que a gente podia tomar um café.
Não sei se você quer ou tá com muito sono?
Eu: não, nada disso, fica tranquila.
A gente conversa enquanto isso.
Fiz café e sentamos juntos, enquanto conversava eu tocava nela e ela em mim.
Depois do café, a noite ficou mais romântica.
Com beijos e carícias. A gente tava quente, os dois.
Minhas mãos tocavam o corpo todo dela e ela o meu.
Mas ela tava muito interessada no volume da minha calça.
Com a fama dos negros, achei que o meu era nada pra essa mulher foda.
Comecei a tirar a roupa dela e ela a minha.
Ela gostou do tamanho da minha pica branca.
Chupei cada parte do corpo dela como quem degusta uma escultura de chocolate que derretia na minha mão e boca.
Ela degustava aquela baunilha quente que não deixava esfriar.
Ficamos enroscados num 69 delicioso, arrancando gemidos dos dois.
A buceta quente dela derretia na minha língua e minha pica duríssima pegava a boca dela com energia.
Ela pedia pra eu meter, que não aguentava mais.
Eu levantei e ela de barriga pra cima, me olhando e esperando ser penetrada.
Me aproximei e, com a cabeça pendurada na borda da cama, fiz ela chupar assim, coisa que ela amou.
Minha pica branca sumia na boca vermelha dela e inchava a garganta preta dela.
A negra pedia pica e pica.
Chegou a hora: fodi pela primeira vez aquela buceta gostosa dela.
Não acreditava como entrava tão bem naquela buceta, como se fosse feita sob medida pro meu enorme falo branco.
Ela gozava igual louca e se contorcia, pedindo que eu metesse assim, suave, gostoso e bem fundo.
Eu chupava os peitos dela igual louco, o que dava muito prazer pra ela.
Fodi ela em todas as posições possíveis, deixando ela exausta.
Parei ela na beira da cama e, enquanto metia na buceta dela, comecei a brincar com o cu dela.
Ela viu minha intenção e disse: "Vai me dar no cu?"
Eu: sim, adoraria. Você gosta por aí?
Ela: adoro, mas faz tempo que meu marido não faz em mim.
Ele não curte muito, mas eu sim.
Eu: se você gosta, então o que a gente tá esperando? respondi.
Com ela Melhor cara de puta que se preparou.
Com a própria saliva, lubrificou aquela bundinha apertada que se abria pra mim.
Apoiei meu pau naquele buraco preto e, com pequenas estocadas, fui enfiando bem devagar, mas bem fundo.
Ela gritava, mas ao mesmo tempo gostava pra caralho.
Gemendo e sentindo a dor e o prazer.
Ela, extasiada de prazer, me elogiava pela minha resistência e por como eu comia ela direito.
Aumentando meu ego com os elogios dela.
Depois de uma boa fodida, fazendo aquele cuzinho aproveitar.
A negra, louca, pedia pra eu encher a bundinha dela de porra, com aquele sotaque latino que me deixava muito excitado.
Eu deixei toda a minha porra vazar naquele cu.
Mas não tirei até ele ficar bem molinho. E ela pediu pra eu tirar.
A negra não parou de sentir prazer nem com o pau mole. Isso a deixou louca.
E assim ficamos os dois deitados na cama.
Depois de recuperar o fôlego, ela se vestiu e voltou pro quarto dela dormir com o marido, que nunca percebeu nada.
Nesses 10 dias, a gente transou e realizou nossas fantasias: eu, de comer uma negra, e ela, de ser infiel e foder com um branco de pau bom. Já que o marido parecia não ser um negão dos mitos, hahaha.
Em outros encontros, ela deixou eu tirar as fotos que postei aqui. Espero que vocês curtam tanto quanto eu.
Essa é uma das minhas melhores lembranças.
FIM...... P.S.: Não esqueçam de comentar e deixar seus pontos.
Até a próxima.
P.S.: Espero seus comentários e que vocês curtam.
Até a próxima.
6 comentários - Minha primeira negra gostosa