A coisa continua, e embora todos estejamos esperando a viagem, Matías tinha outro assunto em mente... uma ideia maluca rondava a cabeça dele desde sempre, e ele encontrou o momento pra botar em prática...
De agora em diante, vou apresentar as protagonistas com fotos como estímulo, mas lembrem-se, imaginem elas como quiserem, as fotos são só guias, e eu troco elas pra não prender os personagens a uma única forma...
De agora em diante, aproveitem!


ProtagonistasJulieta...


Candela... (já sei que com essa a gente joga o realismo no lixo, mas que se dane!)

Agora sim... vamos ao que interessa.
As irmãs complicavam tudo. Quando parecia uma manhã normal pra ir trabalhar, com meia hora de folga que ele sabia bem como aproveitar, recebeu a notícia que o desestabilizou. Poucos dias antes de partir pro encontro familiar de fim de ano em Misiones, a irmã dele, Florencia, ia visitá-lo pra ir junto.
Um amigo da Flor tava viajando pra cidade, ele deixava ela amanhã perto da casa dela, então, estando com ele, ela viajaria no carro dele, economizando a viagem de transporte. Flor sempre foi uma mão de vaca.
Isso complicava a vida de "primos" que Matías levava com a Juli, já que dividiam tudo desde que a Moni sabia e tinha deixado a Juli se mudar "pra testar a vida independente". Claro, essa era a desculpa pro resto da família, como o Matías não fica direto em casa, não era nada muito diferente dos típicos irmãos ou amigos que dividem um teto pra estudar. Eles dividiam mais que um teto, dividiam tudo, até o sexo matinal.
Como sempre, antes de sair pro trabalho, o homem colocava ela de lado na cama, feito uma boneca de pano, e ela, fazendo o papel de dorminhoca, abria as pernas pro homem acariciar a buceta dela até sentir a temperatura subir nas pontas dos dedos, tirava a calcinha dela de um puxão e partia pra clássica chupada de buceta com a delicadeza de um amante. Não importava o estado das coisas, a ação do dia anterior ou os acidentes noturnos, ele precisava da dose de energia matinal, do jeito que estivesse.
A língua dele tinha virado uma expert em esbofetear aquele clitóris cada vez mais empinado, enquanto com dois dedos, remexia na buceta dela como se quisesse coçar a barriguinha dela por dentro. A prima Juli levava os dedos à boca pra não gemer, acompanhada de suspiros profundos, mas sempre em questão de minutos, sentia um caudal ardente encharcar os dedos dele do mais puro néctar, que ele depois levava à boca pra se embriagar do sabor. Espera, primo, já vai?
- Naquele dia, a loira largou o papel de dorminhoca pra mostrar que era bem esperta.
- Quero retribuir o gesto.
- Como quiser. Mas lembra que hoje é a grande noite
- Revelando o pau que ela conhecia tão bem
- Não vai deixar ele secar.
- Hoje à noite?
- Algumas coisas foram adiantadas, você chupa, eu explico.
Feito uma faminta, ela se ajoelhou, mandou um olhar de puta e começou a chupar ele num boquete bem funcional. Sabia que tinha que ser rápida, então abraçou a cabeça do pau na boca, lambendo igual pirulito, enquanto a mão batia uma com fervor.
- Mmmm, isso é muito bom. Você sabe como fazer um homem apressado gozar.
- A prática leva ao mestre… – Disse com a boquinha cheia de pau, com a mão livre começou um massagem suave no saco, que, junto com o olhar de amor de baixo, deixava cada sentido dele louco. Os cinco: o tato, a audição (com o barulhinho da mão batendo na vara), a visão e, acima de tudo, o paladar, a língua dela ainda saboreando o sexo que teve minutos atrás.
Quando os dois sentiram que era a hora, Matias passou pro modo manual, colocou as mãos no cabelo loiro bagunçado e no pescoço dela, enquanto ela deixou as mãos caídas na cama, feito morta.
Feito um possesso, entre berros de bicho, ele pegou aquela cabeça e aquela boca de pecado até soltar as primeiras gotas de leite no fundo da garganta dela. Sentiu o fundo da boca, passando bem da língua e das papilas gustativas estourando de saliva, até que se sentiu seco e soltou ela da linguiça branca que enchia a boca.
- Cada vez melhor – Beijando ela na boca antes de sair. – Ah, por sinal, minha irmã chega em dois dias, avisa a Candela e o Santino que é hoje à noite ou depois do Ano Novo, se é que a gente sobrevive…
Juli não respondeu, fez um gesto tipo tchau, como quem diz “fica tranquilo”, e se cobriu de novo.
No trampo, como sempre, teve um dia bem produtivo, abaixava a cabeça como um fabricante tailandês e trabalhava sem parar. Não só porque precisava ganhar o respeito do chefe e compensar as férias que vinham, mas porque o trabalho era sua âncora. Quando se via uma vida tão estranha e prazerosa, baixar a cabeça, ficar horas e horas concentrado em algo tão normal quanto rotineiro o ajudava a se sentir humano, calmo, a sentir que, mesmo estando caindo de amores por alguém proibida e o risco do caldeirão estourar estar ali na esquina, o mundo lá fora continuava girando como sempre. Com milhares de falhas, tragédias e perversões piores, mas o mundo, ao abandonar aquele apartamento, mostrava uma cara de normalidade que ele começava a sentir falta.
Quando Matías voltou do trabalho, não estranhou saber que ela tinha esquecido de organizar tudo e ele teve que fazer sozinho. Tinham grandes planos antes de viajar, mas a chegada de Flor acelerava as coisas.
- Santi não tem problema, já me respondeu, tá vindo. Falta sua amiguinha.
- Ela vai vir. Tá morrendo de vontade de repetir. – Disse ele enquanto comia na frente da TV uma torta de acelga com batata. Não perdia um episódio da sua série favorita por nada. Matías observava da mesa, comendo um hambúrguer completo.
- Você falou pra ela que só tem um papel no final, né?
- Ela já sabe. Adorou a ideia. – E a garota enfiou a mão no bolso pra pegar o celular. – É ela, como eu imaginei, tá vindo voando.
As engrenagens perversas continuaram girando favoravelmente. Será que a sorte tava do lado dele? A verdade é que Julieta queria algo específico e, apesar do risco, Matías não podia negar.
Primeiro chegou Santino, todo arrumadinho, muito mudado desde a última vez que viu. Tava tudo pronto, mas por via das dúvidas, depois de cumprimentar, tomou um gole longo de cerveja e leu o roteiro como se fosse fazer uma prova difícil.
- Nervoso, irmão? – Disse Juli – Relaxa, não precisa decorar as falas ao pé da letra. Pode improvisar.
- Eu sei, mas e se ele nos descobrir?
- Pensei que vocês já tinham conversado, Juli. - Disse Matías, meio desconfiado. A vontade dele de filmar um pornô de incesto e postar num blog internacional de incesto talvez não estivesse tão bem planejada.
- Se quiser, eu te substituo, primo, mas não é a mesma coisa um vídeo com irmãos de verdade do que com primos de verdade. Hoje em dia, primos trepando não é grande pecado, muita gente tem essa fantasia e pra esses rednecks é tão comum quanto beber água da torneira.
- Não tô dizendo que não, mas... não sei o que ia rolar.
- Vamos, Santi! Quem vai nos matar se nos descobrirem? Quem da família vai procurar irmãos transando? Já viu sair num jornal um vídeo desses? A mamãe já sabe, pro papai tanto faz tudo, ele nem quer nos ver, que se foda o filho da puta, a gente tem que fazer. Essas coisas nunca vazam.
- É que... - Por sorte, quando Santino ia continuar duvidando, apesar de na prática todo mundo saber que ele tava afiado como um ator pornô profissional, chegou Candela, com um vestido vermelho pra acabar com qualquer dúvida.
Era um convite latino pra pisar fundo no acelerador, meter sexta, sétima, o que viesse sem parar um segundo. Um conjunto vermelho que destacava cada curva como uma placa de trânsito. Matías ainda não acreditava que ela tava a fim dele e que ele tinha comido ela na frente da Julieta, e naquela mesma noite, depois de provar aquela buceta latina e furar ela como um campeão, no carro ela tinha dado o cu pra ele, aquela noite toda parecia sobrenatural e distante. Será que iam superar isso um dia?
- Linda como sempre, te fizeram com capricho, batendo bem a massa.
- Não importa como me bateram no passado, e sim como vão me bater agora... - Se fazendo de doida, todos riram enquanto ela se sentava. - Tá tudo pronto?
- Acho que alguém tá apressadinha... - Fez ela corar, Matías, enquanto servia cerveja boa em vários copos e os aproximava. - Me conta como foi no trabalho? Não precisa ir tão rápido.
- Foi bem dessa vez, não me saí tão mal, só Queria que meus colegas de escritório parassem de olhar pra minhas tetas e minha bunda. São tão óbvios.
- Você vai vestida assim? Não tô dizendo que isso justifica tudo, mas com um decote desse é igual um ímã pra olho de homem.
- Não, isso que é estranho, me visto feito uma caretona mas é como se eles tivessem raio-X nos olhos e vissem a puta que tem dentro.
- Lembram daquele aplicativo falso que saiu anos atrás pra celular que dizia ter raio-X? Que furada…
Santino fez o certo, acalmar o ambiente, relaxar, dilatar pra chegar no ponto final sem tensão, mais mentalizados, com cada coisa bem digerida. Foi assim que, com a TV ligada, na presença de bons drinks e o calor do aquecedor, as coisas foram ficando mais quentes, até que chegou a hora.
- A câmera profissional me emprestam uns dias. Querem ver como funciona? - Perguntou com sarcasmo Matías. A hora tinha chegado, antes de dar meia-noite, já estavam bem posicionados, a mesa dobrada contra a parede, nada de barulho, nada que distraísse na sala, só o sofá, a câmera apontando pros irmãos prontos pro salto na web.
- Você vai ser minha câmera, já sabe como é o roteiro, quando eu entro… Alguma pergunta?
Ninguém tinha nada a dizer, só a fazer. Julieta sentou no sofá do lado do irmão. Não sabiam qual dos dois tava mais nervoso, enquanto Matías repetia pra Candela como segurar a câmera, como deviam ser os closes, etc. Embora ela já tivesse mais que manjado.
- Depois de tudo isso, largamos o cinema e partimos pra realidade, né?
- Depois de filmar realidade, Cande, a gente faz realidade, mas com você. Não se preocupa.
Vale destacar o quanto a Juli, prima dele, tava gostosa. Pela primeira vez usava meia longa listrada passando do joelho, uma calça jeans apertadíssima pouco maior que uma calcinha, com tênis de lona cor fluorescente bem chamativos. Em cima, uma camiseta moderna e colorida, e por cima dela, uma jaqueta listrada. A ideia era que ela fosse a Julieta convencional, a loira de óculos e inocente que todo mundo conhecia, cometendo incesto num dia normal.
E pras mina, Santino não ficava atrás, talvez na ideia de ser fichado pelo pornô, tava vestido como qualquer um que se veste pra esses vídeos: uma jeans com vários rasgos, justa e preta, uma camiseta colada, colares de bandido, anéis… pro gosto do Matías, ele tinha exagerado na ideia de “estiloso mas realista”, mas tava de boa. Já tinha visto dezenas de caras mascarados que, no pornô, sempre se vestiam como mascarados.
- Qualquer coisa se edita, eu edito, não se preocupem com os erros, a regra é que tudo flua… Prontos?
Os irmãos concordaram. Santi levantou o polegar como se tivesse no coliseu. Candela ligou a câmera e disse a palavra-chave: Gravando. O melhor filme de incesto real tava sendo filmado.
Cande, com a voz dela, deu as boas-vindas, os irmãos cumprimentaram os “telespectadores” e, depois de vários tecnicismos e agradecimentos pra animar o show, foram direto ao ponto.
- Se apresentem pro mundo, e digam pra gente por que vocês têm a mesma cor de pele, de cabelo, e até diria as mesmas sobrancelhas e nariz. - Falou com voz de locutora sensual a Candela. Pra ambos, pareceu melhor do que ter uma voz de um cara que sempre soa como um tarado anônimo. Além disso, ouvir a voz de uma mulher como “apresentadora” era original, e quem assistisse o vídeo ia querer conhecê-la ou fantasiar com ela. Acharam muito mais atraente.
- Bom, não queremos dizer nossos nomes por um bom motivo. - Disse Julieta.
- Ah, é? No estúdio a gente morre de curiosidade.
- Somos irmãos, eu sou a mais velha e San, digo, ele, é o mais novo.
- Tem provas além da cara de vocês pra confirmar?
- Claro, trouxemos a prova irrefutável. - Falou Santi, e entre risadas, os dois pegaram os documentos do bolso e mostraram. Tinham colocado fita isolante de pouca... cola para tampar todos os dados, exceto o país, e claro, o sobrenome.
- Bom, então achamos que vocês têm algo importante pra nos mostrar, né?… pode mandar ver.
E numa introdução rápida (que pra quem tá com a gansa na mão parece uma eternidade), como quem não quer nada, eles se aproximaram, se acariciaram, riram feito dois bobinhos, e começaram a se dar uns beijinhos. Tavam seguindo o roteiro direitinho.
Se ia ser o melhor filme de incesto, tinha que ter tudo, tinham que botar tudo, então os beijinhos não demoraram pra virar beijos intensos, que ficavam grudados, pra depois virar chupões no abraço, e depois sugadas de língua, tudo de forma progressiva, no ritmo perfeito.
Twich… Mchak… Chuikkm… Mmmchuik… – essas onomatopeias serviam pra descrever o único som no salão.
Quando o Santi tava comendo a boca da irmã igual os velhos japoneses pervertidos comiam as alunas nos vídeos, o Matías deu o sinal pra Cande fazer eles avançarem.
- A gente vê que vocês são bons demais na respiração boca a boca, poderiam salvar muitas vidas, aliás, mais de um se ver isso vai perder o fôlego.
- Bom, o que a gente pode dizer… – A Juli se soltou, mas ainda ligada por um fio de baba – A gente gosta muito do sabor disso, senão não faria.
- E pra quem nos vê, se nos conhece, um abraço grande… – O Santi acenou com a mão – Não se desesperem, vão com calma. Os outros, que se divirtam.
- E falando em diversão, nossa audiência vai querer ver mercadoria. Porque pra ver beijo molhado, podiam espiar qualquer casalzinho numa praça ou cinema…
- Bom, admito que um dos motivos disso ser tão gostoso… – A Julieta se abriu com toda a naturalidade – É isso…
Com paciência, tirou o cinto do irmão, e sem rodeios, baixou a cueca dele também, revelando o mangalho enorme que ele tinha, do qual ela tanto se orgulhava.
- Lembro que desde anos atrás, no verão, quando via ele andar com Cuecas largas, percebi que pendia algo bem pesado.
- Apertando a piroca borrachuda pra inflar, depois puxou a capa pra revelar uma cabeça crescendo que já pedia atenção.
- Fica de pé, assim a gente vê um close, enquanto tu pode continuar contando casos da vida…
Dava pra ver que a câmera era comandada por uma mulher igual a Cande, porque filmou aquele pau como se fosse uma estrela de cinema, enquanto a irmã acariciava a vara, passando um dedo nas veias inchadas e mostrava as bolas pro mundo. Matías agradecia ter nascido homem pra nunca ter que enfiar uma parada daquelas pra dentro, de jeito nenhum.
- Não tem tantos não, eu era das curiosas, não das pervertidas.
- Conta pra eles o que tu me confessou outro dia, Sis. – Era assim que ele tava chamando ultimamente.
- Ah sim, nos últimos anos eu vivia roubando cuecas usadas pra me excitar com o cheiro. Guardava no meu quarto, e no escuro da noite, enfiava na boca e no nariz enquanto me masturbava que nem uma dodói…
- Que boba, falei quando ela me contou, se tivesse me dito antes, já teria provado ao vivo faz tempo. – E o Santi passou a vara no rosto dela, principalmente na boca e no nariz.
- Isso é o que eu te contei, mas também vivia espiando, e apalpando quando dava. Lembra quando a gente jogou futebol na casa do tio Carlos?
- Ah sim… que filha da puta, tinha esquecido dessa.
- A audiência quer saber dos pombinhos. – Exigiu Cande, hipnotizada pela desenvoltura dos irmãos.
- Acertei as bolas dele com a bola, e sem querer, enquanto ele tava no chão se contorcendo de dor, puxei tudo pra baixo e comecei a acariciar as bolas dele… Juro que nem percebi! Foi na maior inocência, quando vi que tava errado já tinha feito e tava com os testíbooties quentinhos na minha mão.
Cande soltou um berro danado, Santino tava vermelho de vergonha, igual a irmã.
- Que tal se tu me fizer de neném neném bundinha de sapo igual naquele dia? O boquete ainda não tava no roteiro, mas a Cande percebeu a tensão do momento e falou pra amiga mostrar que tava gostando.
- Pra ir esquentando os motores, é bom lubrificar as ferramentas, ainda mais quando são tão grossas... - Cande foi esquentando o clima, enquanto a Juli chupava o pau.
O Santi largou a calça no chão e, de pé, passou uma perna por trás das costas da Juli, pra ela, sentada no meio, lamber as bolas dele igual uma cachorra, e depois, claro, chupar o tronco o máximo que conseguia.
- É o máximo que você consegue? Não entra tudo? - A amiga provocou.
A Juli disse que tava só começando, e depois de beijar bem a cabeça do pau, tentou de novo, dessa vez faltou pouco pra bochecha dela encostar nas bolas. Mesmo assim, era incrível que coubesse tanta coisa. O Mati não tinha um pau tão grande, então era um desafio médio, mas o primo dela...
- Os espectadores vão querer saber o calibre da arma, já mediram alguma vez?
- Claro... - Respondeu depois de respirar fundo - tem 24 centímetros, um termo do caralho. - E meteu na boca de novo. Se aquele termo continuasse sendo tratado daquele jeito, o filme terminava com o mate derramado em cinco minutos.
O Matías viu a prima fazer o boquete mais putaria da carreira dela, igual uma atriz pornô. Babando pra todo lado, enfiando a cabeça no pau do irmão sem parar. O Matías esperava que depois de um banquete daqueles, ela achasse o prato dele sem graça. Mas a loirinha tava devorando aquele pau como se não houvesse amanhã, sem usar as mãos, só na garganta e no engasgo.
Depois de um tempo, a Candela quis equilibrar as coisas, pros caras verem o petisco que o Santino tava comendo e, de quebra, ela mesma receber um pouco de prazer no corpo.
- Acho que pra começar, essa baioneta tá afiada, é hora de ver como tá a bainha...
- Hummm, espero que aguente. - Deixando escorrer um rio de saliva da boca, por causa da vara enfiada no fundo da garganta sem parar. Menina, um pirulito já fazia ela salivar pra caralho, agora era a mesma coisa, mas na potência máxima.
Matías viu com tristeza o chão todo lambuzado de saliva, e o pior ainda estava por vir. Ele não tinha previsto esse detalhe.
— Não se preocupa, que o que eu vou fazer vai deixar ela bem afiada. — Com desenvoltura, entre mais beijos, Santi tirou a jaqueta dela, e depois levantou a camiseta pra deixar os dois peitos à mostra, ainda de adolescente, peitos rebeldes que se recusavam a crescer apesar de estarem mais estimulados que um novato no meio das coroas.
— Que fofo… você chupa que nem um bebezinho… continua, por favor. — A câmera capturou em toda a glória aqueles lábios fogosos de homem envolvendo os delicados mamilos juvenis e sugando eles num ritmo harmonioso que lembrava o do Matías. Ele adorava a mesma coisa. Com a outra mão, não parava de beliscar o outro mamilo pra endurecer.
— Peitinhos lindos, seu irmão parece amar eles… — Disse Cande, sem fôlego já fazia um tempo, e com a luxúria marcada a fogo no rosto: morrendo de vontade de entrar na jogada.
— Agora é hora dela mostrar um pouco de carne. — Com Santi sentado e Juli em pé, ele foi descendo o short jeans minúsculo e apertado até deixar abaixo das bundinhas. — Que bundinha pequena e deliciosa.
— É, eu amo, são pequenas mas perfeitas. Difícil de explicar. — Santi estava do lado delas, olhando pra câmera, abrindo e fechando a bunda da irmã, inclinada contra o encosto do sofá, de costas pra câmera, embora olhasse tudo. Com a devoção que uma raba daquelas merecia, ele brincou com ela até começar a descer a calcinha; uma calcinha branca, até deixar o buraquinho preto à mostra.
O garoto criou o suspense necessário, pra que Matías sentisse como se tivesse vendo aquela bunda pela primeira vez. Santi apertou as bundinhas e aos poucos foi abrindo até revelar o cu em toda a glória, e abriu mais até que o asterisco ficasse esticado como se tivesse sido borrado. Ele repetiu o abre e fecha. fechado de bundão, bestão, umas cinco vezes.
— Que buraquinho tão lindo, cê pode mexer ele um pouquinho pra mim?
— Pisca o olho preto pra câmera, vai.— Pediu Cande com a voz sensual.
— Bom, se o público tá exigindo assim.
Juli obedeceu e, entre risadinhas, fez o bumbum se contrair e se abrir, contrair e se abrir, tipo um buraquinho que precisava respirar. Santi passou os dedos por ele, igual aqueles virjões que veem tudo besta na primeira vez, passou o dedinho por cada fresta rosada do buraco, sentindo ele abrir e fechar, enfiando só até a unha, pra sentir ele apertar o dedo.
— Simplesmente lindo, agora vamos descer, ver o que a gente acha...
Terminou de tirar o short dele, e a calcinha deslizou pelas pernas finas. Pra todo mundo ficou a parte mais rosada do corpo dela, a conchinha pequena, tão saboreada pelo primo Matías, agora o irmão dela observava ela em toda a glória, abrindo e fechando aqueles alerõezinhos que já tavam brilhando de tanta umidade. Passando os dois dedos na ponta pra esquentar o sulco entre os dois lábios.
— Não sei por onde começar, é uma escolha impossível.— Admirando os dois buracos, chegando o nariz num e no outro pra se drogar com a essência de mulher.
— Eu te ajudo...— E Juli pegou a cabeça do irmão e enfiou na buceta dela. Ele, guloso, babou e chupou igual um cachorro de rua. Subindo e descendo a cara que nem quem passa um cartão de crédito na fenda do caixa eletrônico.
— Tá vendo que tava com muita fome.— Comentou a dona da câmera, se deliciando com o afundamento daquela boca e nariz na buceta. Parecia que queria se meter, e se juntar com o útero proibido.
— Muito bem, isso aí, seja um bom homem e coma bem essa buceta...
Não precisava falar, ele separou bem os lábios com os dedos pra chegar no fundo do negócio de mulher. Sorvendo de vez em quando, igual fazia com os peitos dela. Parece que ou não tinha superado a fase de mamar, ou via a irmã mais velha como uma fonte nutricional.
- Essa boca entra muito bem ali, mas essa tromba de mamute capaz que não.
- Isso a gente vai ver. - Ela pendurou a perna da Juli no ombro, como quem joga uma toalha, e depois de esfregar bem a cabeça, começou uma penetração lenta e gostosa, interrompida por beijos que abafavam gemidos.
- Não vai entrar, não vou conseguir… - Ela se fez de sonsa. O Matías lembrou daquela vez no carro, quando ele foi enfiando e tirando a pica até satisfazê-la, enterrando o pau nela.
O sexo tinha começado, e o resultado estava melhor do que o esperado. O Santi metia forte como se ela fosse uma qualquer. A Juli gemia com a cabeça pra trás enquanto as mãos dele percorriam o corpo, apertavam os peitos, a raba… Até que ele calou ela com um novo beijo, que deixou ouvir o barulho das coxas batendo.
A Cande capturou todas as cenas possíveis se movendo pelo set. Desde as bolas indo pra frente e pra trás como um saco de pancadas, até a carinha de safada da Juli curtindo um beijo com gosto e cheiro da própria buceta.
- Para, irmão, tá doendo pra caralho… mmmha mmmmha… mmmhgga - Ela falou ao se soltar do beijo do Santi. Acostumada com o tamanho padrão dele, a grossura e o comprimento do irmão eram demais pra meter tão rápido e tão forte. Se fosse o Matías, ele teria preparado ela com os dedos e algum brinquedo.
- Você tá esmagando minha gansa, que apertadinha você tá, mana… - E ele continuou metendo, talvez pensando que a Juli tava fingindo, mas nem o Mati nem a Cande acharam que era encenação. Dava pra ver na cara dela.
- Sério… tá doendo… - Tentando tirar o Santi de cima. - Tá doendo!
- Talvez seja melhor que, como bom irmão, eu cuide da minha irmã com mais uns carinhos…
O Santi aceitou, meio sem graça, tirando a piroca de repente e arrumando a irmã pra um 69.
- Isso vai passar a ardência, sua putinha… - E começou uma segunda lambida na buceta. De qualquer forma, mesmo sendo uma dama… agradeceria o gesto, parecia um toque vingativo, já que ele subiu em cima dela e praticamente fez ela engolir o pedaço sem piedade.
Mas isso não estava no roteiro, onde tinham coisas muito boas escritas, também não queria dizer que o rumo do filme estava errado. Só adiantava um pouco as coisas. Depois de uns diálogos picantes da Candela sobre a chupada do Santino, Matías decidiu entrar no personagem.
- Que porra é essa aqui! Exijo uma explicação! - Essa fala era roubada dos Condorito que eles liam juntos quando crianças.
- Posso explicar, primo... - Santi se levantou. - Olha, a gente não achava que você ia descobrir.
- A gente pede desculpa. - Juli se jogou em cima dele. Pra não cortar o clima, a introdução do novo personagem tinha que ser rápida. Tinha gente batendo punheta atrás da quarta parede, precisavam passar de ação pra mais ação.
- Isso é o fim da picada, são irmãos, e eu sou primo deles, mas encontro vocês assim... Tão pelados! Transando na minha casa como se fosse visita de presídio! - Apontou o dedo em tom de bronca, tudo conforme o plano.
- A gente fez uma merda grande, a gente admite. Mas por favor, não conta pra ninguém. - O filho da puta atuava bem, mandava muito bem no papel de pego no flagra arrependido.
- Por que ao invés de brigar, vocês não largam a guerra e fazem o amor? - Cande entrou na conversa, toda na dela.
- E essa quem é? Tá me filmando, puta?
- Isso não importa, se ela tem razão. Chega, primo, não fica contra a gente. - E a roda girou de novo. Juli se pendurou nele e começou a beijar ele como uma possessa. O gosto daquela boca era um inferno.
Continuar aquele beijo foi a coisa mais gay que ele fez na vida, foi como beijar uma rola enfiada pra dentro. Mati fingiu horror numa atuação foda, que na verdade, foi pelo gosto daquela boca.
- Bom, se vocês insistem tanto... - Apalpando os peitos da prima com muito mais convicção, fingindo que tava diante daquela delícia "teen" pela primeira vez. - Aquilo que vocês tavam fazendo, vamos ver. Mostra pro primo mais velho. - Virou. Julieta, com certa rapidez, abriu as pernas dele como se fosse fazer uma revista, e Santi se ajoelhou pra continuar.
- O que eu fazia era isso, abrir os lábios, e lamber tudo que era rosa… até onde ela mija.
- Não seja porco, irmão, para de lamber aí… tão saindo gotinhas.
E falando em porcaria, depois de brincar com os peitos dela por trás, como se fosse um disco de vinil de dois lados, Matías ficou no lado B, partindo pra aquelas nádegas, examinando o cu com fervor.
- Me irritou que eles fizessem aquele 69, na minha casa, sem me dar lugar… - Tirando a camisa, revelando o físico que, como já descrevemos, era meio musculoso. – Mas agora encontrei meu lugar no mundo.
Como todo dia desde que Juli morava lá, os lábios dele eram atraídos quase magneticamente praquele cu tão precioso. Candela ficou doida, filmando de um lado o Santi lambendo a buceta e do outro o Matías metendo a língua na estrada de terra. Ele abria o buraco com força com os dedos, e enfiava a língua no cu com uma cara de êxtase do caralho. Santi chupava aquele buraquinho minúsculo como se fosse uma torneira, tava provando mais que só fluxo.
Os gemidos da Julieta ficaram ensurdecedores, poucas minas podiam dizer que foram paparicadas nos dois buracos por duas bocas, ambas da família, e pra ajudar um e outro, de vez em quando ela cuspia na própria boceta, que o Santi sorvia como suco, e também, com as duas mãos, esticava aquele rabinho até não poder mais, pra mostrar o cuzinho preto em toda sua glória.
Graças aos ex-namorados dela, ela tinha aprendido a amar sexo sujo, e teve que ser a Candela que seguiu o roteiro e mandou eles continuarem. Se fosse pelo Matías, ele não parava com o beijo grego.
- Talvez com essa buceta mais relaxada dê pra rolar um segundo round. Pau contra boceta, e ainda, um competidor surpresa. De que lado do ring ele vai ficar?
- Agora que eu tô aqui, posso ajudar, - Matías tirou tudo e pegou o lubrificante, que servia pra qualquer coisa. orifício.- Tem que besuntar bem pra não machucar.
- Mesmo assim. Não sei se aguenta – Os dois homens despejaram jorros generosos de lubrificante nos dois lados e guiavam com os dedos para os orifícios. Santi enfiava três dedos de maneira barulhenta, enquanto Matías metia o bico pequeno do frasco no anelzinho, pra lubrificar bem por dentro.
- Não aguentei a do meu irmão na minha buceta, e com dois…
- Não pensa, não se preocupa, com isso entra como uma luva. – Enfiando mais e mais óleo oleaginoso na cavidade vaginal. – Tô te sentindo bem mais esticadinha.
Por fim, ela se sentiu pronta. Matías ia pegar o cu, então sentou no sofá, com ela por cima, e começaram o ponto forte da função. O highlight. A dupla penetração da Julieta.
Escorrendo lubrificante pelos dois orifícios, Matías começou a penetrá-la sem problemas, enfiando tudo bem devagar, o que fez ela soltar um gemido longo e baixo, quase como se estivesse sustentando uma nota.
- Devagar, irmão… devagar. – Dessa vez, Santi queria gozar, então ia colaborar. Foi apresentando a peça pra encaixar, com a glande brilhando da meleca vaginal, metendo centímetro por centímetro, aumentando o sorriso. Aquele óleo era uma delícia, dos dois lados.
Matías já tinha feito umas poucas penetrações duplas com as ex, mas com a prima era outra história. Assim que começaram a se mexer e a Juli a exercitar a garganta com os gemidos clássicos, ele sentiu no tronco o "esbarro" entre os dois sabres. A parede que dividia uma cavidade da outra era bem fina, sentia o outro membro quase como se estivesse dividindo a mesma bainha. Também o óleo escorrendo de cima pra baixo a cada investida era uma sensação interessante.
- Ai, deus, pelo amor de deus, é a melhor coisa já filmada. O que se sente tendo seu irmão e seu primo dentro de você… forçando pra gozar dentro de você?
- Se… sente… muito… tasty… – Falou pausada pelo vai e vem. Era como falar dentro de um carro numa estrada de terra. pedregoso. Tava babando, quase com os olhos virados de tanto prazer e as gozadas que tava tomando. Os dois caras se revezavam pra beijar a boquinha dela, como se tivessem dividindo uma putinha de balada típica.
- Meu cu... e usa a palavra: buceta... furados pelo meu irmão e primo... isso é um sonho.
Tava deixando o cu dela igual um túnel de trem, o óleo permitia uma penetração massiva, e o pau do lado, como um bom vizinho, apertava tudo de um jeito que o reto colava no pau a cada movimento. Queria que aquilo durasse pra sempre, mas o Santino já tava de pau duro fazia tempo, com o pau em ação.
- Vou gozar, a puta, a puta, a puta, a puta mãe... vou gozar...
- Goza dentro, irmão! - ajudando com o olhar mais safado que conseguiu soltar.
Virou uma gritaria infernal, Juli soluçou entre gritos de dor. Santino, empolgado igual um touro, bombou o esperma pra dentro dela com frenesi.
- Agggghh mmmmhaaaaa. - soltou como um bocejo de ursa a Juli, ao ver a gozada violenta do irmão dela, a porra escorreu pra todo lado da buceta dela, por causa do pau do Matías, que continuava remexendo o reto dela, sem parar de penetrar nem por um segundo. Candela falava, mas ninguém mais entendia o que ela dizia, tavam em transe farmacológico.
Santi se levantou e sem perguntar enfiou o pau na boca dela, até chegar a vez dele de gozar.
- Vou gozar, foca no cu, foca bem... aahhhaha... uufffffff.
Depois de uma batucada clássica, deixou a colaboração leitosa no cu vermelho da Juli, e abriu as nádegas bem abertas pra tirar o pau devagar. Quando destampou o conteúdo fazendo "sluchk", derramou um jorro de porra bem grossa, que deixou o sofá e o tapete uma miséria, mas mais na miséria ainda estavam os dois buracos: A buceta aberta igual um matambre vazio e o cu, parecia um ferimento de bala.
Os caras, como ato final, meteram e tiraram os paus da boca babada da Juli, até que depois de alguns minutos, após várias gargantas profundas (Santi era um sem-vergonha, enfiava a pica nela até chegar no meio da goela da coitada) gozaram de novo.
As pinceladas foram de mestre, não sobrou nada. Mati mirou na boca, mas acertou nos óculos, no queixo e num olho, enquanto Santi deixou tudo no cabelo dela, até escorrer pela testa e nariz. Mesmo assim, algumas gotas chegaram na boca, e Juli deixou escorrer pelo queixo pra fazerem corda bamba do queixo até o peito. Era o final perfeito, melhor do que o esperado. Só faltava alguém beliscar ela e acordar. Porra, que prima gostosa que eu tinha.
- Algumas palavras finais pra esse marco na história do cinema? – Falou Candela sem fôlego, com uma mão perdida na boceta, e tirou ela toda molhada. Não tinha se segurado.
- Não acredito. Que loucura, que leitada que eu tomei. Sou mais puta que as galinhas…
- Juro que nem pensei em nada, minha mente ficou em branco, igual você agora Juli, que tá toda branca. Me deixei levar e me senti um ator pornô.
- Agora entendo por que vocês saíram tão incestuosos, isso tem um gostinho especial. E olha que você não provou o cu.
- Nem pensa nisso Santi, não dá ideia! Com a sua pica você me deixa na cadeira de rodas, cê é um animal.
- Um animal? Então imagino… - Candela, em cima da mesa, na frente dos três que estavam pelados. (Matías percebeu que Juli ainda tava de meia e um tênis) - Que cê tem força pra mim, né?
- Não esquecemos do trato… - Vendo a morena levantar o conjunto vermelho pra mostrar uma calcinha fio dental de renda vermelha, que tava transparente de tão molhada, e ela levantou tanto que o fio que ia no cu marcou a rachinha molhada. - Só demos uma pausa.
Feito um faminto diante de um ensopado quente, Santi inclinou ela sobre a mesa pra devorar a boceta. Era uma vulva mais protuberante, grande, com mais experiência. Tanto contraste era gostoso de ver.
Matías não perdeu o Tempo passou e ele fechou aquela boca com a sua, pegando ela pelo corpo como uma amante para beijá-la como alguém tão paciente merecia. Provar aquela boca lasciva em toda a sua glória deixou a arma engatilhada como se nada tivesse acontecido. As mãos suadas dele destaparam os peitos dela para lubrificá-los com as mãos úmidas. Passou as mãos por aqueles seios até sentir os bicos durinhos no máximo.
Candela se deitou na mesa, virando o prato principal dos dois. Matías largou aqueles lábios molhados para passar para aqueles bicos magníficos empinados, que pediam por uns bons chupões. Esticou eles com a boca o máximo que pôde, e depois tentou enfiar o peito inteiro, deixando tudo babado.
— Amiga, vem cá… quero te falar uma coisa. — Juli, que observava tudo com a mãozinha massageando a própria buceta, se aproximou, e assim que Cande a teve por perto, beijou ela nos lábios com fervor. O show lésbico tinha demorado, mas começou, e até Santi parou de lamber o clitóris para admirar o espetáculo.
Juli se inclinou contra ela, para beijá-la num abraço que balançava a mesa, mas o culpado era Santi, que estava comendo ela com a vontade que só ele tinha. Mati apertou o pau contra as bocas das duas e deixaram uma brecha para passar ele entre os lábios de ambas.
Era daquelas noites que não deviam acabar nunca. Trocaram de posição, mas nunca de atitude. Feito uns porcos, se revezaram para bombar a buceta da argentina infernal, que ainda tinha umas ideias bem de putona.
Quando Matías metia forte naquela pussy, e Santi com uma perna levantada enfiava os ovos na boca dela, Cande indicou pra Juli qual era o lugar dela, abrindo as nádegas de Santino.
— Deixa eu chupar teu cu, irmãozinho? — Se aproximando feito uma gatinha no cio.
— Claro, se tu tiver coragem… ooohhh… ou pelo amor… então é assim que se sente um beijo negro, que delícia. — Enquanto Cande chupava os ovos dele, bem pertinho, ajoelhada como quem vai beber. de uma fonte, Juli abriu as nádegas pra passar a língua no rabo dela.
Começou do fim das costas, onde nascia a vala, até parar no cu pra chupar ele.
- Pelo amor de deus, isso me esquenta tanto, que doentes que nós somos - Exclamou doido o Matías, que sentia o pau dele revigorado por tal espetáculo de perversão.
A ousadia da Juli era admirável, era a primeira vez que ela comia um cu, e fazia isso totalmente sem vergonha, com os olhinhos fechados, saboreando o negócio com aquela língua safada.
- Não acredito como ela tá furando meu cu, é o máximo.
E ele tava tão duro que precisava se agarrar em algo, e o mais perto era a boquinha da Cande, que bem disposta, depois de babar a boca dela, se lambuzou com aquele manche que perfurava a traqueia dela.
Com as perninhas bem abertas pra facilitar tudo pra irmã, ele disse que não aguentava mais e soltou outra carga de porra na língua da Candela.
- Vem, Sis, continua com o teu que tá bem gostoso. – Santi se acomodou no sofá de barriga pra cima, abriu as nadeguinhas e Juli continuou com o trabalho oral dela.
- Tá, mas não se acostuma, porque é uma situação especial.
- Devíamos ter colocado algo disso no vídeo. Não sabia que você ia se animar. – Falou, sem saber pra onde olhar, se pra mulher que se pendurava nele igual um coala pra ele segurar as bundonas dela, ou pra mulher de trás, com a boca ligada no cu, e mesmo sem ver, pelo barulho dava pra notar que aquela língua não parava quieta.
Quando as mãos da Juli começaram a masturbar ele, enquanto ele segurava ela pelo rabo, o irmão disse que ia gozar de novo e fez isso logo depois, dessa vez sem força, então o sêmen escorreu pela mão da Juli, grudando nos dedos dela.
- Não acredito, Juli, que sensação, agora entendo porque você gosta tanto de chupar.
- Você me deve um beijo grego, hein.
Ouvir tanta perversão, ver queixo e lábios molhados de baba, além da língua ardente e molhada buceta pela qual o pau dele se abria caminho, foram os estímulos necessários que ele teve para, abraçado com a Candela, dar o golpe de misericórdia bem fundo dentro dela.
Para fechar a noite, os dois casais se beijaram por minutos até que aquelas bucetas não aguentavam mais de tanto cum e aqueles paus puderam descansar depois de derramar as últimas gotas por todo lado. Sabiam que a Candela era uma argentina, bem latina com olhinhos puxados? Era de parar o coração, mas naquela vez, com aquela expressão de cachorra, ela dormia no sofá encostada no corpo dele. Não aguentava mais de tanta sorte.
- Valeu.
- Por quê, Cande?
- Valeu por aquele dia, tudo orquestrado por você, que resultou nisso, e te juro, com essa câmera na mão, nunca pensei que ia me divertir tanto. E o depois... que milagre.
Com isso e mais algumas risadas, terminou mais um acontecimento memorável na vida do Matías, que ficou morto no sofá. Foi o último a tomar banho, já que cedeu o lugar pra Juli primeiro, e depois pro irmão dela, que como se fosse a coisa mais normal do mundo encher o rabo de leite de uma irmã, estavam de boa tomando cerveja. A Juli parecia frenética, como se tivesse tomado dez xícaras de café.
- Na próxima você tem um papel principal, hein, não vai escapar. As oportunidades vão se multiplicar, como você disse. - Comentou Santino, o cara meio tarado que virou estrela pornô. Tava no sangue dele.
- Claro, e falando em filmar, o volume dois vai ter outro casal de irmãos. - A Juli também estava como nunca tinham visto ela. Grudada no irmão sem ele mandar ela pastar ou chamar ela de chata. Quem disse que incesto enfraquece laços familiares?
- O que cê tá falando, mana? Em quem cê tá pensando? - Embora o Santi não tenha percebido, o Matías sim, e não podia acreditar. Era impossível que aquilo acontecesse. Ou será que não? Ele já tinha quebrado tantas barreiras, se a Juliera, a prima mais gostosa que alguém poderia ter, dizia que a Florencia faria algo com ele, então ia rolar.
- Seu bobo. Santi, a Florencia tá vindo pra cá.
- Ela quer economizar uma viagem, e como um amigo dela traz ela de carro, beleza, ela pega carona e depois eu levo ela pra festa de fim de ano.
- Isso parece interessante – pulou a Candela, toda compenetrada.
- Como dona da casa, vou guiar ela pelo caminho certo, quero ver o Mati e a Flor na mesma situação que eu. – E fazendo cara de maliciosa... – Não vai escapar de mim.
Todo mundo riu daquela imitação de vilão que nem dava medo. Juli não conseguia meter medo, calafrio sim, mas medo não.
- Impossível, a Flor é um doce de pessoa, todas aquelas experiências que vocês contaram antes... a gente nunca fez nada disso. Nem espiei ela nem nada. Com ela, nunca nem pensei nisso.
- Tá amarelando? Você, justamente? Vamos, Mati!
As palavras do Santino faziam ele parecer uma lenda do incesto, um super degenerado capaz de comer qualquer coisa que tivesse laço de sangue. Se doasse uma gota de sangue pra uma velha de oitenta anos, ele comeria ela também, mas nada disso era verdade.
Ele só tinha dado uns amassos na prima Juli, no começo, e um pouco na Moni. Eram primas, do mesmo lado, as duas infernais (a Juli era pra ele), e era bem comum fantasiar com primas. Mas a irmã dele, Flor? Isso já era outra história.
Por sorte, o dia chegou. A campainha tocou e o Mati acordou a Juli.
- A Flor chegou, vou receber ela. Pelo menos veste uma roupinha, meu amor. – E entregou um pijama bem discreto.
- Daqui a pouco... eu levanto. – Com muito esforço, ele viu ela lutar pra vestir o pijama e cair de novo na cama, morta. Ela era bem preguiçosa, ainda mais com as noites que estavam tendo.
- Descansa, preciosidade. – E depois de beijar a testa dela, fechou a porta.
Embora tivessem pensado, era muita confusão subir uma cama pro apartamento. Iam falar pra Flor que, por enquanto, não tinham problema em dividir a cama, cada um dormindo no seu canto.
Isso ia parecer estranho no começo, mas ela entenderia.
No elevador, ele repetiu pra si mesmo, várias vezes, que não. Ele ia ficar sabendo, que não ia rolar nenhuma treta, que como tinham conversado com a Juli, combinaram de manter o incesto em segredo e largar a ideia de um novo vídeo com a Flor. (O Santi sugeriu a Moni participar, e isso era mais viável)
Tudo isso foi por água abaixo quando a Flor passou pela porta e abraçou ele. Ele percebeu que fazia tempo demais que não via ela, e o quanto sentia falta dos cabelos pretos e lisos dela, do rostinho branquinho cheio de sardas, dos olhos azuis…
- Ô, quando é que você vem me visitar, seu sem-vergonha? Hum, que cheiro ruim que você tem, sempre tão sujo. - Mati aproveitou a distância pra olhar ela de cima a baixo. Por dentro, agradeceu a Deus pela invenção da legging e viu que a irmã dele estava mais gostosa do que nunca.
A Flor sempre foi baixinha, muito branca, de usar roupa esportiva, mas pelo visto, nos últimos tempos, a bunda dela tinha crescido pra caralho, ele pôde apreciar aquele formato clássico de bolha, e os peitos dela… que peitos, por baixo de uma camiseta de futebol branca, dava pra ver o sutiã escuro, percebendo que tinha um trabalho duro pela frente (ou um trabalho lindo, dependendo do ponto de vista) segurando aquele par.
- E você sempre tão pão-duro. Economizando passagem? Também economiza em roupa? Se me pedisse, te dava uns trocados pra comprar uma legging menos apertada. E uma camiseta do Barcelona, não desses mortos do Inter.
- É do Real, e não fica de babão, para de olhar minha bunda. – Matías riu e chamou ela pro elevador.
- Vem, sobe que eu tenho muita, mas muita coisa pra te contar. Você não sabe com quem eu estou morando.
Florencia ou tava dentro, ou tava dentro, de qualquer jeito. Ela soube que a semente do incesto tinha criado raízes em cada parte do ser dela, a ponto de corromper a imagem da irmã, que agora ela via como o novo desafio a superar. E se com a Juli tinha dado tão certo, por que não continuar sendo otimista?
Obrigado por ler e seguir essa história.
Deixo aqui os links dos episódios anteriores, caso vocês tenham se viciado nesse. Já vão dando nota, comentando ou compartilhando sem medo.
obrigado!
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.htmlParte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/2881590/Jugando-con-su-primita-IV.htmlSalve, é a Juli pra todo mundo!
De agora em diante, vou apresentar as protagonistas com fotos como estímulo, mas lembrem-se, imaginem elas como quiserem, as fotos são só guias, e eu troco elas pra não prender os personagens a uma única forma...
De agora em diante, aproveitem!



ProtagonistasJulieta...



Candela... (já sei que com essa a gente joga o realismo no lixo, mas que se dane!)

Agora sim... vamos ao que interessa.As irmãs complicavam tudo. Quando parecia uma manhã normal pra ir trabalhar, com meia hora de folga que ele sabia bem como aproveitar, recebeu a notícia que o desestabilizou. Poucos dias antes de partir pro encontro familiar de fim de ano em Misiones, a irmã dele, Florencia, ia visitá-lo pra ir junto.
Um amigo da Flor tava viajando pra cidade, ele deixava ela amanhã perto da casa dela, então, estando com ele, ela viajaria no carro dele, economizando a viagem de transporte. Flor sempre foi uma mão de vaca.
Isso complicava a vida de "primos" que Matías levava com a Juli, já que dividiam tudo desde que a Moni sabia e tinha deixado a Juli se mudar "pra testar a vida independente". Claro, essa era a desculpa pro resto da família, como o Matías não fica direto em casa, não era nada muito diferente dos típicos irmãos ou amigos que dividem um teto pra estudar. Eles dividiam mais que um teto, dividiam tudo, até o sexo matinal.
Como sempre, antes de sair pro trabalho, o homem colocava ela de lado na cama, feito uma boneca de pano, e ela, fazendo o papel de dorminhoca, abria as pernas pro homem acariciar a buceta dela até sentir a temperatura subir nas pontas dos dedos, tirava a calcinha dela de um puxão e partia pra clássica chupada de buceta com a delicadeza de um amante. Não importava o estado das coisas, a ação do dia anterior ou os acidentes noturnos, ele precisava da dose de energia matinal, do jeito que estivesse.
A língua dele tinha virado uma expert em esbofetear aquele clitóris cada vez mais empinado, enquanto com dois dedos, remexia na buceta dela como se quisesse coçar a barriguinha dela por dentro. A prima Juli levava os dedos à boca pra não gemer, acompanhada de suspiros profundos, mas sempre em questão de minutos, sentia um caudal ardente encharcar os dedos dele do mais puro néctar, que ele depois levava à boca pra se embriagar do sabor. Espera, primo, já vai?
- Naquele dia, a loira largou o papel de dorminhoca pra mostrar que era bem esperta.
- Quero retribuir o gesto.
- Como quiser. Mas lembra que hoje é a grande noite
- Revelando o pau que ela conhecia tão bem
- Não vai deixar ele secar.
- Hoje à noite?
- Algumas coisas foram adiantadas, você chupa, eu explico.
Feito uma faminta, ela se ajoelhou, mandou um olhar de puta e começou a chupar ele num boquete bem funcional. Sabia que tinha que ser rápida, então abraçou a cabeça do pau na boca, lambendo igual pirulito, enquanto a mão batia uma com fervor.
- Mmmm, isso é muito bom. Você sabe como fazer um homem apressado gozar.
- A prática leva ao mestre… – Disse com a boquinha cheia de pau, com a mão livre começou um massagem suave no saco, que, junto com o olhar de amor de baixo, deixava cada sentido dele louco. Os cinco: o tato, a audição (com o barulhinho da mão batendo na vara), a visão e, acima de tudo, o paladar, a língua dela ainda saboreando o sexo que teve minutos atrás.
Quando os dois sentiram que era a hora, Matias passou pro modo manual, colocou as mãos no cabelo loiro bagunçado e no pescoço dela, enquanto ela deixou as mãos caídas na cama, feito morta.
Feito um possesso, entre berros de bicho, ele pegou aquela cabeça e aquela boca de pecado até soltar as primeiras gotas de leite no fundo da garganta dela. Sentiu o fundo da boca, passando bem da língua e das papilas gustativas estourando de saliva, até que se sentiu seco e soltou ela da linguiça branca que enchia a boca.
- Cada vez melhor – Beijando ela na boca antes de sair. – Ah, por sinal, minha irmã chega em dois dias, avisa a Candela e o Santino que é hoje à noite ou depois do Ano Novo, se é que a gente sobrevive…
Juli não respondeu, fez um gesto tipo tchau, como quem diz “fica tranquilo”, e se cobriu de novo.
No trampo, como sempre, teve um dia bem produtivo, abaixava a cabeça como um fabricante tailandês e trabalhava sem parar. Não só porque precisava ganhar o respeito do chefe e compensar as férias que vinham, mas porque o trabalho era sua âncora. Quando se via uma vida tão estranha e prazerosa, baixar a cabeça, ficar horas e horas concentrado em algo tão normal quanto rotineiro o ajudava a se sentir humano, calmo, a sentir que, mesmo estando caindo de amores por alguém proibida e o risco do caldeirão estourar estar ali na esquina, o mundo lá fora continuava girando como sempre. Com milhares de falhas, tragédias e perversões piores, mas o mundo, ao abandonar aquele apartamento, mostrava uma cara de normalidade que ele começava a sentir falta.
Quando Matías voltou do trabalho, não estranhou saber que ela tinha esquecido de organizar tudo e ele teve que fazer sozinho. Tinham grandes planos antes de viajar, mas a chegada de Flor acelerava as coisas.
- Santi não tem problema, já me respondeu, tá vindo. Falta sua amiguinha.
- Ela vai vir. Tá morrendo de vontade de repetir. – Disse ele enquanto comia na frente da TV uma torta de acelga com batata. Não perdia um episódio da sua série favorita por nada. Matías observava da mesa, comendo um hambúrguer completo.
- Você falou pra ela que só tem um papel no final, né?
- Ela já sabe. Adorou a ideia. – E a garota enfiou a mão no bolso pra pegar o celular. – É ela, como eu imaginei, tá vindo voando.
As engrenagens perversas continuaram girando favoravelmente. Será que a sorte tava do lado dele? A verdade é que Julieta queria algo específico e, apesar do risco, Matías não podia negar.
Primeiro chegou Santino, todo arrumadinho, muito mudado desde a última vez que viu. Tava tudo pronto, mas por via das dúvidas, depois de cumprimentar, tomou um gole longo de cerveja e leu o roteiro como se fosse fazer uma prova difícil.
- Nervoso, irmão? – Disse Juli – Relaxa, não precisa decorar as falas ao pé da letra. Pode improvisar.
- Eu sei, mas e se ele nos descobrir?
- Pensei que vocês já tinham conversado, Juli. - Disse Matías, meio desconfiado. A vontade dele de filmar um pornô de incesto e postar num blog internacional de incesto talvez não estivesse tão bem planejada.
- Se quiser, eu te substituo, primo, mas não é a mesma coisa um vídeo com irmãos de verdade do que com primos de verdade. Hoje em dia, primos trepando não é grande pecado, muita gente tem essa fantasia e pra esses rednecks é tão comum quanto beber água da torneira.
- Não tô dizendo que não, mas... não sei o que ia rolar.
- Vamos, Santi! Quem vai nos matar se nos descobrirem? Quem da família vai procurar irmãos transando? Já viu sair num jornal um vídeo desses? A mamãe já sabe, pro papai tanto faz tudo, ele nem quer nos ver, que se foda o filho da puta, a gente tem que fazer. Essas coisas nunca vazam.
- É que... - Por sorte, quando Santino ia continuar duvidando, apesar de na prática todo mundo saber que ele tava afiado como um ator pornô profissional, chegou Candela, com um vestido vermelho pra acabar com qualquer dúvida.
Era um convite latino pra pisar fundo no acelerador, meter sexta, sétima, o que viesse sem parar um segundo. Um conjunto vermelho que destacava cada curva como uma placa de trânsito. Matías ainda não acreditava que ela tava a fim dele e que ele tinha comido ela na frente da Julieta, e naquela mesma noite, depois de provar aquela buceta latina e furar ela como um campeão, no carro ela tinha dado o cu pra ele, aquela noite toda parecia sobrenatural e distante. Será que iam superar isso um dia?
- Linda como sempre, te fizeram com capricho, batendo bem a massa.
- Não importa como me bateram no passado, e sim como vão me bater agora... - Se fazendo de doida, todos riram enquanto ela se sentava. - Tá tudo pronto?
- Acho que alguém tá apressadinha... - Fez ela corar, Matías, enquanto servia cerveja boa em vários copos e os aproximava. - Me conta como foi no trabalho? Não precisa ir tão rápido.
- Foi bem dessa vez, não me saí tão mal, só Queria que meus colegas de escritório parassem de olhar pra minhas tetas e minha bunda. São tão óbvios.
- Você vai vestida assim? Não tô dizendo que isso justifica tudo, mas com um decote desse é igual um ímã pra olho de homem.
- Não, isso que é estranho, me visto feito uma caretona mas é como se eles tivessem raio-X nos olhos e vissem a puta que tem dentro.
- Lembram daquele aplicativo falso que saiu anos atrás pra celular que dizia ter raio-X? Que furada…
Santino fez o certo, acalmar o ambiente, relaxar, dilatar pra chegar no ponto final sem tensão, mais mentalizados, com cada coisa bem digerida. Foi assim que, com a TV ligada, na presença de bons drinks e o calor do aquecedor, as coisas foram ficando mais quentes, até que chegou a hora.
- A câmera profissional me emprestam uns dias. Querem ver como funciona? - Perguntou com sarcasmo Matías. A hora tinha chegado, antes de dar meia-noite, já estavam bem posicionados, a mesa dobrada contra a parede, nada de barulho, nada que distraísse na sala, só o sofá, a câmera apontando pros irmãos prontos pro salto na web.
- Você vai ser minha câmera, já sabe como é o roteiro, quando eu entro… Alguma pergunta?
Ninguém tinha nada a dizer, só a fazer. Julieta sentou no sofá do lado do irmão. Não sabiam qual dos dois tava mais nervoso, enquanto Matías repetia pra Candela como segurar a câmera, como deviam ser os closes, etc. Embora ela já tivesse mais que manjado.
- Depois de tudo isso, largamos o cinema e partimos pra realidade, né?
- Depois de filmar realidade, Cande, a gente faz realidade, mas com você. Não se preocupa.
Vale destacar o quanto a Juli, prima dele, tava gostosa. Pela primeira vez usava meia longa listrada passando do joelho, uma calça jeans apertadíssima pouco maior que uma calcinha, com tênis de lona cor fluorescente bem chamativos. Em cima, uma camiseta moderna e colorida, e por cima dela, uma jaqueta listrada. A ideia era que ela fosse a Julieta convencional, a loira de óculos e inocente que todo mundo conhecia, cometendo incesto num dia normal.
E pras mina, Santino não ficava atrás, talvez na ideia de ser fichado pelo pornô, tava vestido como qualquer um que se veste pra esses vídeos: uma jeans com vários rasgos, justa e preta, uma camiseta colada, colares de bandido, anéis… pro gosto do Matías, ele tinha exagerado na ideia de “estiloso mas realista”, mas tava de boa. Já tinha visto dezenas de caras mascarados que, no pornô, sempre se vestiam como mascarados.
- Qualquer coisa se edita, eu edito, não se preocupem com os erros, a regra é que tudo flua… Prontos?
Os irmãos concordaram. Santi levantou o polegar como se tivesse no coliseu. Candela ligou a câmera e disse a palavra-chave: Gravando. O melhor filme de incesto real tava sendo filmado.
Cande, com a voz dela, deu as boas-vindas, os irmãos cumprimentaram os “telespectadores” e, depois de vários tecnicismos e agradecimentos pra animar o show, foram direto ao ponto.
- Se apresentem pro mundo, e digam pra gente por que vocês têm a mesma cor de pele, de cabelo, e até diria as mesmas sobrancelhas e nariz. - Falou com voz de locutora sensual a Candela. Pra ambos, pareceu melhor do que ter uma voz de um cara que sempre soa como um tarado anônimo. Além disso, ouvir a voz de uma mulher como “apresentadora” era original, e quem assistisse o vídeo ia querer conhecê-la ou fantasiar com ela. Acharam muito mais atraente.
- Bom, não queremos dizer nossos nomes por um bom motivo. - Disse Julieta.
- Ah, é? No estúdio a gente morre de curiosidade.
- Somos irmãos, eu sou a mais velha e San, digo, ele, é o mais novo.
- Tem provas além da cara de vocês pra confirmar?
- Claro, trouxemos a prova irrefutável. - Falou Santi, e entre risadas, os dois pegaram os documentos do bolso e mostraram. Tinham colocado fita isolante de pouca... cola para tampar todos os dados, exceto o país, e claro, o sobrenome.
- Bom, então achamos que vocês têm algo importante pra nos mostrar, né?… pode mandar ver.
E numa introdução rápida (que pra quem tá com a gansa na mão parece uma eternidade), como quem não quer nada, eles se aproximaram, se acariciaram, riram feito dois bobinhos, e começaram a se dar uns beijinhos. Tavam seguindo o roteiro direitinho.
Se ia ser o melhor filme de incesto, tinha que ter tudo, tinham que botar tudo, então os beijinhos não demoraram pra virar beijos intensos, que ficavam grudados, pra depois virar chupões no abraço, e depois sugadas de língua, tudo de forma progressiva, no ritmo perfeito.
Twich… Mchak… Chuikkm… Mmmchuik… – essas onomatopeias serviam pra descrever o único som no salão.
Quando o Santi tava comendo a boca da irmã igual os velhos japoneses pervertidos comiam as alunas nos vídeos, o Matías deu o sinal pra Cande fazer eles avançarem.
- A gente vê que vocês são bons demais na respiração boca a boca, poderiam salvar muitas vidas, aliás, mais de um se ver isso vai perder o fôlego.
- Bom, o que a gente pode dizer… – A Juli se soltou, mas ainda ligada por um fio de baba – A gente gosta muito do sabor disso, senão não faria.
- E pra quem nos vê, se nos conhece, um abraço grande… – O Santi acenou com a mão – Não se desesperem, vão com calma. Os outros, que se divirtam.
- E falando em diversão, nossa audiência vai querer ver mercadoria. Porque pra ver beijo molhado, podiam espiar qualquer casalzinho numa praça ou cinema…
- Bom, admito que um dos motivos disso ser tão gostoso… – A Julieta se abriu com toda a naturalidade – É isso…
Com paciência, tirou o cinto do irmão, e sem rodeios, baixou a cueca dele também, revelando o mangalho enorme que ele tinha, do qual ela tanto se orgulhava.
- Lembro que desde anos atrás, no verão, quando via ele andar com Cuecas largas, percebi que pendia algo bem pesado.
- Apertando a piroca borrachuda pra inflar, depois puxou a capa pra revelar uma cabeça crescendo que já pedia atenção.
- Fica de pé, assim a gente vê um close, enquanto tu pode continuar contando casos da vida…
Dava pra ver que a câmera era comandada por uma mulher igual a Cande, porque filmou aquele pau como se fosse uma estrela de cinema, enquanto a irmã acariciava a vara, passando um dedo nas veias inchadas e mostrava as bolas pro mundo. Matías agradecia ter nascido homem pra nunca ter que enfiar uma parada daquelas pra dentro, de jeito nenhum.
- Não tem tantos não, eu era das curiosas, não das pervertidas.
- Conta pra eles o que tu me confessou outro dia, Sis. – Era assim que ele tava chamando ultimamente.
- Ah sim, nos últimos anos eu vivia roubando cuecas usadas pra me excitar com o cheiro. Guardava no meu quarto, e no escuro da noite, enfiava na boca e no nariz enquanto me masturbava que nem uma dodói…
- Que boba, falei quando ela me contou, se tivesse me dito antes, já teria provado ao vivo faz tempo. – E o Santi passou a vara no rosto dela, principalmente na boca e no nariz.
- Isso é o que eu te contei, mas também vivia espiando, e apalpando quando dava. Lembra quando a gente jogou futebol na casa do tio Carlos?
- Ah sim… que filha da puta, tinha esquecido dessa.
- A audiência quer saber dos pombinhos. – Exigiu Cande, hipnotizada pela desenvoltura dos irmãos.
- Acertei as bolas dele com a bola, e sem querer, enquanto ele tava no chão se contorcendo de dor, puxei tudo pra baixo e comecei a acariciar as bolas dele… Juro que nem percebi! Foi na maior inocência, quando vi que tava errado já tinha feito e tava com os testíbooties quentinhos na minha mão.
Cande soltou um berro danado, Santino tava vermelho de vergonha, igual a irmã.
- Que tal se tu me fizer de neném neném bundinha de sapo igual naquele dia? O boquete ainda não tava no roteiro, mas a Cande percebeu a tensão do momento e falou pra amiga mostrar que tava gostando.
- Pra ir esquentando os motores, é bom lubrificar as ferramentas, ainda mais quando são tão grossas... - Cande foi esquentando o clima, enquanto a Juli chupava o pau.
O Santi largou a calça no chão e, de pé, passou uma perna por trás das costas da Juli, pra ela, sentada no meio, lamber as bolas dele igual uma cachorra, e depois, claro, chupar o tronco o máximo que conseguia.
- É o máximo que você consegue? Não entra tudo? - A amiga provocou.
A Juli disse que tava só começando, e depois de beijar bem a cabeça do pau, tentou de novo, dessa vez faltou pouco pra bochecha dela encostar nas bolas. Mesmo assim, era incrível que coubesse tanta coisa. O Mati não tinha um pau tão grande, então era um desafio médio, mas o primo dela...
- Os espectadores vão querer saber o calibre da arma, já mediram alguma vez?
- Claro... - Respondeu depois de respirar fundo - tem 24 centímetros, um termo do caralho. - E meteu na boca de novo. Se aquele termo continuasse sendo tratado daquele jeito, o filme terminava com o mate derramado em cinco minutos.
O Matías viu a prima fazer o boquete mais putaria da carreira dela, igual uma atriz pornô. Babando pra todo lado, enfiando a cabeça no pau do irmão sem parar. O Matías esperava que depois de um banquete daqueles, ela achasse o prato dele sem graça. Mas a loirinha tava devorando aquele pau como se não houvesse amanhã, sem usar as mãos, só na garganta e no engasgo.
Depois de um tempo, a Candela quis equilibrar as coisas, pros caras verem o petisco que o Santino tava comendo e, de quebra, ela mesma receber um pouco de prazer no corpo.
- Acho que pra começar, essa baioneta tá afiada, é hora de ver como tá a bainha...
- Hummm, espero que aguente. - Deixando escorrer um rio de saliva da boca, por causa da vara enfiada no fundo da garganta sem parar. Menina, um pirulito já fazia ela salivar pra caralho, agora era a mesma coisa, mas na potência máxima.
Matías viu com tristeza o chão todo lambuzado de saliva, e o pior ainda estava por vir. Ele não tinha previsto esse detalhe.
— Não se preocupa, que o que eu vou fazer vai deixar ela bem afiada. — Com desenvoltura, entre mais beijos, Santi tirou a jaqueta dela, e depois levantou a camiseta pra deixar os dois peitos à mostra, ainda de adolescente, peitos rebeldes que se recusavam a crescer apesar de estarem mais estimulados que um novato no meio das coroas.
— Que fofo… você chupa que nem um bebezinho… continua, por favor. — A câmera capturou em toda a glória aqueles lábios fogosos de homem envolvendo os delicados mamilos juvenis e sugando eles num ritmo harmonioso que lembrava o do Matías. Ele adorava a mesma coisa. Com a outra mão, não parava de beliscar o outro mamilo pra endurecer.
— Peitinhos lindos, seu irmão parece amar eles… — Disse Cande, sem fôlego já fazia um tempo, e com a luxúria marcada a fogo no rosto: morrendo de vontade de entrar na jogada.
— Agora é hora dela mostrar um pouco de carne. — Com Santi sentado e Juli em pé, ele foi descendo o short jeans minúsculo e apertado até deixar abaixo das bundinhas. — Que bundinha pequena e deliciosa.
— É, eu amo, são pequenas mas perfeitas. Difícil de explicar. — Santi estava do lado delas, olhando pra câmera, abrindo e fechando a bunda da irmã, inclinada contra o encosto do sofá, de costas pra câmera, embora olhasse tudo. Com a devoção que uma raba daquelas merecia, ele brincou com ela até começar a descer a calcinha; uma calcinha branca, até deixar o buraquinho preto à mostra.
O garoto criou o suspense necessário, pra que Matías sentisse como se tivesse vendo aquela bunda pela primeira vez. Santi apertou as bundinhas e aos poucos foi abrindo até revelar o cu em toda a glória, e abriu mais até que o asterisco ficasse esticado como se tivesse sido borrado. Ele repetiu o abre e fecha. fechado de bundão, bestão, umas cinco vezes.
— Que buraquinho tão lindo, cê pode mexer ele um pouquinho pra mim?
— Pisca o olho preto pra câmera, vai.— Pediu Cande com a voz sensual.
— Bom, se o público tá exigindo assim.
Juli obedeceu e, entre risadinhas, fez o bumbum se contrair e se abrir, contrair e se abrir, tipo um buraquinho que precisava respirar. Santi passou os dedos por ele, igual aqueles virjões que veem tudo besta na primeira vez, passou o dedinho por cada fresta rosada do buraco, sentindo ele abrir e fechar, enfiando só até a unha, pra sentir ele apertar o dedo.
— Simplesmente lindo, agora vamos descer, ver o que a gente acha...
Terminou de tirar o short dele, e a calcinha deslizou pelas pernas finas. Pra todo mundo ficou a parte mais rosada do corpo dela, a conchinha pequena, tão saboreada pelo primo Matías, agora o irmão dela observava ela em toda a glória, abrindo e fechando aqueles alerõezinhos que já tavam brilhando de tanta umidade. Passando os dois dedos na ponta pra esquentar o sulco entre os dois lábios.
— Não sei por onde começar, é uma escolha impossível.— Admirando os dois buracos, chegando o nariz num e no outro pra se drogar com a essência de mulher.
— Eu te ajudo...— E Juli pegou a cabeça do irmão e enfiou na buceta dela. Ele, guloso, babou e chupou igual um cachorro de rua. Subindo e descendo a cara que nem quem passa um cartão de crédito na fenda do caixa eletrônico.
— Tá vendo que tava com muita fome.— Comentou a dona da câmera, se deliciando com o afundamento daquela boca e nariz na buceta. Parecia que queria se meter, e se juntar com o útero proibido.
— Muito bem, isso aí, seja um bom homem e coma bem essa buceta...
Não precisava falar, ele separou bem os lábios com os dedos pra chegar no fundo do negócio de mulher. Sorvendo de vez em quando, igual fazia com os peitos dela. Parece que ou não tinha superado a fase de mamar, ou via a irmã mais velha como uma fonte nutricional.
- Essa boca entra muito bem ali, mas essa tromba de mamute capaz que não.
- Isso a gente vai ver. - Ela pendurou a perna da Juli no ombro, como quem joga uma toalha, e depois de esfregar bem a cabeça, começou uma penetração lenta e gostosa, interrompida por beijos que abafavam gemidos.
- Não vai entrar, não vou conseguir… - Ela se fez de sonsa. O Matías lembrou daquela vez no carro, quando ele foi enfiando e tirando a pica até satisfazê-la, enterrando o pau nela.
O sexo tinha começado, e o resultado estava melhor do que o esperado. O Santi metia forte como se ela fosse uma qualquer. A Juli gemia com a cabeça pra trás enquanto as mãos dele percorriam o corpo, apertavam os peitos, a raba… Até que ele calou ela com um novo beijo, que deixou ouvir o barulho das coxas batendo.
A Cande capturou todas as cenas possíveis se movendo pelo set. Desde as bolas indo pra frente e pra trás como um saco de pancadas, até a carinha de safada da Juli curtindo um beijo com gosto e cheiro da própria buceta.
- Para, irmão, tá doendo pra caralho… mmmha mmmmha… mmmhgga - Ela falou ao se soltar do beijo do Santi. Acostumada com o tamanho padrão dele, a grossura e o comprimento do irmão eram demais pra meter tão rápido e tão forte. Se fosse o Matías, ele teria preparado ela com os dedos e algum brinquedo.
- Você tá esmagando minha gansa, que apertadinha você tá, mana… - E ele continuou metendo, talvez pensando que a Juli tava fingindo, mas nem o Mati nem a Cande acharam que era encenação. Dava pra ver na cara dela.
- Sério… tá doendo… - Tentando tirar o Santi de cima. - Tá doendo!
- Talvez seja melhor que, como bom irmão, eu cuide da minha irmã com mais uns carinhos…
O Santi aceitou, meio sem graça, tirando a piroca de repente e arrumando a irmã pra um 69.
- Isso vai passar a ardência, sua putinha… - E começou uma segunda lambida na buceta. De qualquer forma, mesmo sendo uma dama… agradeceria o gesto, parecia um toque vingativo, já que ele subiu em cima dela e praticamente fez ela engolir o pedaço sem piedade.
Mas isso não estava no roteiro, onde tinham coisas muito boas escritas, também não queria dizer que o rumo do filme estava errado. Só adiantava um pouco as coisas. Depois de uns diálogos picantes da Candela sobre a chupada do Santino, Matías decidiu entrar no personagem.
- Que porra é essa aqui! Exijo uma explicação! - Essa fala era roubada dos Condorito que eles liam juntos quando crianças.
- Posso explicar, primo... - Santi se levantou. - Olha, a gente não achava que você ia descobrir.
- A gente pede desculpa. - Juli se jogou em cima dele. Pra não cortar o clima, a introdução do novo personagem tinha que ser rápida. Tinha gente batendo punheta atrás da quarta parede, precisavam passar de ação pra mais ação.
- Isso é o fim da picada, são irmãos, e eu sou primo deles, mas encontro vocês assim... Tão pelados! Transando na minha casa como se fosse visita de presídio! - Apontou o dedo em tom de bronca, tudo conforme o plano.
- A gente fez uma merda grande, a gente admite. Mas por favor, não conta pra ninguém. - O filho da puta atuava bem, mandava muito bem no papel de pego no flagra arrependido.
- Por que ao invés de brigar, vocês não largam a guerra e fazem o amor? - Cande entrou na conversa, toda na dela.
- E essa quem é? Tá me filmando, puta?
- Isso não importa, se ela tem razão. Chega, primo, não fica contra a gente. - E a roda girou de novo. Juli se pendurou nele e começou a beijar ele como uma possessa. O gosto daquela boca era um inferno.
Continuar aquele beijo foi a coisa mais gay que ele fez na vida, foi como beijar uma rola enfiada pra dentro. Mati fingiu horror numa atuação foda, que na verdade, foi pelo gosto daquela boca.
- Bom, se vocês insistem tanto... - Apalpando os peitos da prima com muito mais convicção, fingindo que tava diante daquela delícia "teen" pela primeira vez. - Aquilo que vocês tavam fazendo, vamos ver. Mostra pro primo mais velho. - Virou. Julieta, com certa rapidez, abriu as pernas dele como se fosse fazer uma revista, e Santi se ajoelhou pra continuar.
- O que eu fazia era isso, abrir os lábios, e lamber tudo que era rosa… até onde ela mija.
- Não seja porco, irmão, para de lamber aí… tão saindo gotinhas.
E falando em porcaria, depois de brincar com os peitos dela por trás, como se fosse um disco de vinil de dois lados, Matías ficou no lado B, partindo pra aquelas nádegas, examinando o cu com fervor.
- Me irritou que eles fizessem aquele 69, na minha casa, sem me dar lugar… - Tirando a camisa, revelando o físico que, como já descrevemos, era meio musculoso. – Mas agora encontrei meu lugar no mundo.
Como todo dia desde que Juli morava lá, os lábios dele eram atraídos quase magneticamente praquele cu tão precioso. Candela ficou doida, filmando de um lado o Santi lambendo a buceta e do outro o Matías metendo a língua na estrada de terra. Ele abria o buraco com força com os dedos, e enfiava a língua no cu com uma cara de êxtase do caralho. Santi chupava aquele buraquinho minúsculo como se fosse uma torneira, tava provando mais que só fluxo.
Os gemidos da Julieta ficaram ensurdecedores, poucas minas podiam dizer que foram paparicadas nos dois buracos por duas bocas, ambas da família, e pra ajudar um e outro, de vez em quando ela cuspia na própria boceta, que o Santi sorvia como suco, e também, com as duas mãos, esticava aquele rabinho até não poder mais, pra mostrar o cuzinho preto em toda sua glória.
Graças aos ex-namorados dela, ela tinha aprendido a amar sexo sujo, e teve que ser a Candela que seguiu o roteiro e mandou eles continuarem. Se fosse pelo Matías, ele não parava com o beijo grego.
- Talvez com essa buceta mais relaxada dê pra rolar um segundo round. Pau contra boceta, e ainda, um competidor surpresa. De que lado do ring ele vai ficar?
- Agora que eu tô aqui, posso ajudar, - Matías tirou tudo e pegou o lubrificante, que servia pra qualquer coisa. orifício.- Tem que besuntar bem pra não machucar.
- Mesmo assim. Não sei se aguenta – Os dois homens despejaram jorros generosos de lubrificante nos dois lados e guiavam com os dedos para os orifícios. Santi enfiava três dedos de maneira barulhenta, enquanto Matías metia o bico pequeno do frasco no anelzinho, pra lubrificar bem por dentro.
- Não aguentei a do meu irmão na minha buceta, e com dois…
- Não pensa, não se preocupa, com isso entra como uma luva. – Enfiando mais e mais óleo oleaginoso na cavidade vaginal. – Tô te sentindo bem mais esticadinha.
Por fim, ela se sentiu pronta. Matías ia pegar o cu, então sentou no sofá, com ela por cima, e começaram o ponto forte da função. O highlight. A dupla penetração da Julieta.
Escorrendo lubrificante pelos dois orifícios, Matías começou a penetrá-la sem problemas, enfiando tudo bem devagar, o que fez ela soltar um gemido longo e baixo, quase como se estivesse sustentando uma nota.
- Devagar, irmão… devagar. – Dessa vez, Santi queria gozar, então ia colaborar. Foi apresentando a peça pra encaixar, com a glande brilhando da meleca vaginal, metendo centímetro por centímetro, aumentando o sorriso. Aquele óleo era uma delícia, dos dois lados.
Matías já tinha feito umas poucas penetrações duplas com as ex, mas com a prima era outra história. Assim que começaram a se mexer e a Juli a exercitar a garganta com os gemidos clássicos, ele sentiu no tronco o "esbarro" entre os dois sabres. A parede que dividia uma cavidade da outra era bem fina, sentia o outro membro quase como se estivesse dividindo a mesma bainha. Também o óleo escorrendo de cima pra baixo a cada investida era uma sensação interessante.
- Ai, deus, pelo amor de deus, é a melhor coisa já filmada. O que se sente tendo seu irmão e seu primo dentro de você… forçando pra gozar dentro de você?
- Se… sente… muito… tasty… – Falou pausada pelo vai e vem. Era como falar dentro de um carro numa estrada de terra. pedregoso. Tava babando, quase com os olhos virados de tanto prazer e as gozadas que tava tomando. Os dois caras se revezavam pra beijar a boquinha dela, como se tivessem dividindo uma putinha de balada típica.
- Meu cu... e usa a palavra: buceta... furados pelo meu irmão e primo... isso é um sonho.
Tava deixando o cu dela igual um túnel de trem, o óleo permitia uma penetração massiva, e o pau do lado, como um bom vizinho, apertava tudo de um jeito que o reto colava no pau a cada movimento. Queria que aquilo durasse pra sempre, mas o Santino já tava de pau duro fazia tempo, com o pau em ação.
- Vou gozar, a puta, a puta, a puta, a puta mãe... vou gozar...
- Goza dentro, irmão! - ajudando com o olhar mais safado que conseguiu soltar.
Virou uma gritaria infernal, Juli soluçou entre gritos de dor. Santino, empolgado igual um touro, bombou o esperma pra dentro dela com frenesi.
- Agggghh mmmmhaaaaa. - soltou como um bocejo de ursa a Juli, ao ver a gozada violenta do irmão dela, a porra escorreu pra todo lado da buceta dela, por causa do pau do Matías, que continuava remexendo o reto dela, sem parar de penetrar nem por um segundo. Candela falava, mas ninguém mais entendia o que ela dizia, tavam em transe farmacológico.
Santi se levantou e sem perguntar enfiou o pau na boca dela, até chegar a vez dele de gozar.
- Vou gozar, foca no cu, foca bem... aahhhaha... uufffffff.
Depois de uma batucada clássica, deixou a colaboração leitosa no cu vermelho da Juli, e abriu as nádegas bem abertas pra tirar o pau devagar. Quando destampou o conteúdo fazendo "sluchk", derramou um jorro de porra bem grossa, que deixou o sofá e o tapete uma miséria, mas mais na miséria ainda estavam os dois buracos: A buceta aberta igual um matambre vazio e o cu, parecia um ferimento de bala.
Os caras, como ato final, meteram e tiraram os paus da boca babada da Juli, até que depois de alguns minutos, após várias gargantas profundas (Santi era um sem-vergonha, enfiava a pica nela até chegar no meio da goela da coitada) gozaram de novo.
As pinceladas foram de mestre, não sobrou nada. Mati mirou na boca, mas acertou nos óculos, no queixo e num olho, enquanto Santi deixou tudo no cabelo dela, até escorrer pela testa e nariz. Mesmo assim, algumas gotas chegaram na boca, e Juli deixou escorrer pelo queixo pra fazerem corda bamba do queixo até o peito. Era o final perfeito, melhor do que o esperado. Só faltava alguém beliscar ela e acordar. Porra, que prima gostosa que eu tinha.
- Algumas palavras finais pra esse marco na história do cinema? – Falou Candela sem fôlego, com uma mão perdida na boceta, e tirou ela toda molhada. Não tinha se segurado.
- Não acredito. Que loucura, que leitada que eu tomei. Sou mais puta que as galinhas…
- Juro que nem pensei em nada, minha mente ficou em branco, igual você agora Juli, que tá toda branca. Me deixei levar e me senti um ator pornô.
- Agora entendo por que vocês saíram tão incestuosos, isso tem um gostinho especial. E olha que você não provou o cu.
- Nem pensa nisso Santi, não dá ideia! Com a sua pica você me deixa na cadeira de rodas, cê é um animal.
- Um animal? Então imagino… - Candela, em cima da mesa, na frente dos três que estavam pelados. (Matías percebeu que Juli ainda tava de meia e um tênis) - Que cê tem força pra mim, né?
- Não esquecemos do trato… - Vendo a morena levantar o conjunto vermelho pra mostrar uma calcinha fio dental de renda vermelha, que tava transparente de tão molhada, e ela levantou tanto que o fio que ia no cu marcou a rachinha molhada. - Só demos uma pausa.
Feito um faminto diante de um ensopado quente, Santi inclinou ela sobre a mesa pra devorar a boceta. Era uma vulva mais protuberante, grande, com mais experiência. Tanto contraste era gostoso de ver.
Matías não perdeu o Tempo passou e ele fechou aquela boca com a sua, pegando ela pelo corpo como uma amante para beijá-la como alguém tão paciente merecia. Provar aquela boca lasciva em toda a sua glória deixou a arma engatilhada como se nada tivesse acontecido. As mãos suadas dele destaparam os peitos dela para lubrificá-los com as mãos úmidas. Passou as mãos por aqueles seios até sentir os bicos durinhos no máximo.
Candela se deitou na mesa, virando o prato principal dos dois. Matías largou aqueles lábios molhados para passar para aqueles bicos magníficos empinados, que pediam por uns bons chupões. Esticou eles com a boca o máximo que pôde, e depois tentou enfiar o peito inteiro, deixando tudo babado.
— Amiga, vem cá… quero te falar uma coisa. — Juli, que observava tudo com a mãozinha massageando a própria buceta, se aproximou, e assim que Cande a teve por perto, beijou ela nos lábios com fervor. O show lésbico tinha demorado, mas começou, e até Santi parou de lamber o clitóris para admirar o espetáculo.
Juli se inclinou contra ela, para beijá-la num abraço que balançava a mesa, mas o culpado era Santi, que estava comendo ela com a vontade que só ele tinha. Mati apertou o pau contra as bocas das duas e deixaram uma brecha para passar ele entre os lábios de ambas.
Era daquelas noites que não deviam acabar nunca. Trocaram de posição, mas nunca de atitude. Feito uns porcos, se revezaram para bombar a buceta da argentina infernal, que ainda tinha umas ideias bem de putona.
Quando Matías metia forte naquela pussy, e Santi com uma perna levantada enfiava os ovos na boca dela, Cande indicou pra Juli qual era o lugar dela, abrindo as nádegas de Santino.
— Deixa eu chupar teu cu, irmãozinho? — Se aproximando feito uma gatinha no cio.
— Claro, se tu tiver coragem… ooohhh… ou pelo amor… então é assim que se sente um beijo negro, que delícia. — Enquanto Cande chupava os ovos dele, bem pertinho, ajoelhada como quem vai beber. de uma fonte, Juli abriu as nádegas pra passar a língua no rabo dela.
Começou do fim das costas, onde nascia a vala, até parar no cu pra chupar ele.
- Pelo amor de deus, isso me esquenta tanto, que doentes que nós somos - Exclamou doido o Matías, que sentia o pau dele revigorado por tal espetáculo de perversão.
A ousadia da Juli era admirável, era a primeira vez que ela comia um cu, e fazia isso totalmente sem vergonha, com os olhinhos fechados, saboreando o negócio com aquela língua safada.
- Não acredito como ela tá furando meu cu, é o máximo.
E ele tava tão duro que precisava se agarrar em algo, e o mais perto era a boquinha da Cande, que bem disposta, depois de babar a boca dela, se lambuzou com aquele manche que perfurava a traqueia dela.
Com as perninhas bem abertas pra facilitar tudo pra irmã, ele disse que não aguentava mais e soltou outra carga de porra na língua da Candela.
- Vem, Sis, continua com o teu que tá bem gostoso. – Santi se acomodou no sofá de barriga pra cima, abriu as nadeguinhas e Juli continuou com o trabalho oral dela.
- Tá, mas não se acostuma, porque é uma situação especial.
- Devíamos ter colocado algo disso no vídeo. Não sabia que você ia se animar. – Falou, sem saber pra onde olhar, se pra mulher que se pendurava nele igual um coala pra ele segurar as bundonas dela, ou pra mulher de trás, com a boca ligada no cu, e mesmo sem ver, pelo barulho dava pra notar que aquela língua não parava quieta.
Quando as mãos da Juli começaram a masturbar ele, enquanto ele segurava ela pelo rabo, o irmão disse que ia gozar de novo e fez isso logo depois, dessa vez sem força, então o sêmen escorreu pela mão da Juli, grudando nos dedos dela.
- Não acredito, Juli, que sensação, agora entendo porque você gosta tanto de chupar.
- Você me deve um beijo grego, hein.
Ouvir tanta perversão, ver queixo e lábios molhados de baba, além da língua ardente e molhada buceta pela qual o pau dele se abria caminho, foram os estímulos necessários que ele teve para, abraçado com a Candela, dar o golpe de misericórdia bem fundo dentro dela.
Para fechar a noite, os dois casais se beijaram por minutos até que aquelas bucetas não aguentavam mais de tanto cum e aqueles paus puderam descansar depois de derramar as últimas gotas por todo lado. Sabiam que a Candela era uma argentina, bem latina com olhinhos puxados? Era de parar o coração, mas naquela vez, com aquela expressão de cachorra, ela dormia no sofá encostada no corpo dele. Não aguentava mais de tanta sorte.
- Valeu.
- Por quê, Cande?
- Valeu por aquele dia, tudo orquestrado por você, que resultou nisso, e te juro, com essa câmera na mão, nunca pensei que ia me divertir tanto. E o depois... que milagre.
Com isso e mais algumas risadas, terminou mais um acontecimento memorável na vida do Matías, que ficou morto no sofá. Foi o último a tomar banho, já que cedeu o lugar pra Juli primeiro, e depois pro irmão dela, que como se fosse a coisa mais normal do mundo encher o rabo de leite de uma irmã, estavam de boa tomando cerveja. A Juli parecia frenética, como se tivesse tomado dez xícaras de café.
- Na próxima você tem um papel principal, hein, não vai escapar. As oportunidades vão se multiplicar, como você disse. - Comentou Santino, o cara meio tarado que virou estrela pornô. Tava no sangue dele.
- Claro, e falando em filmar, o volume dois vai ter outro casal de irmãos. - A Juli também estava como nunca tinham visto ela. Grudada no irmão sem ele mandar ela pastar ou chamar ela de chata. Quem disse que incesto enfraquece laços familiares?
- O que cê tá falando, mana? Em quem cê tá pensando? - Embora o Santi não tenha percebido, o Matías sim, e não podia acreditar. Era impossível que aquilo acontecesse. Ou será que não? Ele já tinha quebrado tantas barreiras, se a Juliera, a prima mais gostosa que alguém poderia ter, dizia que a Florencia faria algo com ele, então ia rolar.
- Seu bobo. Santi, a Florencia tá vindo pra cá.
- Ela quer economizar uma viagem, e como um amigo dela traz ela de carro, beleza, ela pega carona e depois eu levo ela pra festa de fim de ano.
- Isso parece interessante – pulou a Candela, toda compenetrada.
- Como dona da casa, vou guiar ela pelo caminho certo, quero ver o Mati e a Flor na mesma situação que eu. – E fazendo cara de maliciosa... – Não vai escapar de mim.
Todo mundo riu daquela imitação de vilão que nem dava medo. Juli não conseguia meter medo, calafrio sim, mas medo não.
- Impossível, a Flor é um doce de pessoa, todas aquelas experiências que vocês contaram antes... a gente nunca fez nada disso. Nem espiei ela nem nada. Com ela, nunca nem pensei nisso.
- Tá amarelando? Você, justamente? Vamos, Mati!
As palavras do Santino faziam ele parecer uma lenda do incesto, um super degenerado capaz de comer qualquer coisa que tivesse laço de sangue. Se doasse uma gota de sangue pra uma velha de oitenta anos, ele comeria ela também, mas nada disso era verdade.
Ele só tinha dado uns amassos na prima Juli, no começo, e um pouco na Moni. Eram primas, do mesmo lado, as duas infernais (a Juli era pra ele), e era bem comum fantasiar com primas. Mas a irmã dele, Flor? Isso já era outra história.
Por sorte, o dia chegou. A campainha tocou e o Mati acordou a Juli.
- A Flor chegou, vou receber ela. Pelo menos veste uma roupinha, meu amor. – E entregou um pijama bem discreto.
- Daqui a pouco... eu levanto. – Com muito esforço, ele viu ela lutar pra vestir o pijama e cair de novo na cama, morta. Ela era bem preguiçosa, ainda mais com as noites que estavam tendo.
- Descansa, preciosidade. – E depois de beijar a testa dela, fechou a porta.
Embora tivessem pensado, era muita confusão subir uma cama pro apartamento. Iam falar pra Flor que, por enquanto, não tinham problema em dividir a cama, cada um dormindo no seu canto.
Isso ia parecer estranho no começo, mas ela entenderia.
No elevador, ele repetiu pra si mesmo, várias vezes, que não. Ele ia ficar sabendo, que não ia rolar nenhuma treta, que como tinham conversado com a Juli, combinaram de manter o incesto em segredo e largar a ideia de um novo vídeo com a Flor. (O Santi sugeriu a Moni participar, e isso era mais viável)
Tudo isso foi por água abaixo quando a Flor passou pela porta e abraçou ele. Ele percebeu que fazia tempo demais que não via ela, e o quanto sentia falta dos cabelos pretos e lisos dela, do rostinho branquinho cheio de sardas, dos olhos azuis…
- Ô, quando é que você vem me visitar, seu sem-vergonha? Hum, que cheiro ruim que você tem, sempre tão sujo. - Mati aproveitou a distância pra olhar ela de cima a baixo. Por dentro, agradeceu a Deus pela invenção da legging e viu que a irmã dele estava mais gostosa do que nunca.
A Flor sempre foi baixinha, muito branca, de usar roupa esportiva, mas pelo visto, nos últimos tempos, a bunda dela tinha crescido pra caralho, ele pôde apreciar aquele formato clássico de bolha, e os peitos dela… que peitos, por baixo de uma camiseta de futebol branca, dava pra ver o sutiã escuro, percebendo que tinha um trabalho duro pela frente (ou um trabalho lindo, dependendo do ponto de vista) segurando aquele par.
- E você sempre tão pão-duro. Economizando passagem? Também economiza em roupa? Se me pedisse, te dava uns trocados pra comprar uma legging menos apertada. E uma camiseta do Barcelona, não desses mortos do Inter.
- É do Real, e não fica de babão, para de olhar minha bunda. – Matías riu e chamou ela pro elevador.
- Vem, sobe que eu tenho muita, mas muita coisa pra te contar. Você não sabe com quem eu estou morando.
Florencia ou tava dentro, ou tava dentro, de qualquer jeito. Ela soube que a semente do incesto tinha criado raízes em cada parte do ser dela, a ponto de corromper a imagem da irmã, que agora ela via como o novo desafio a superar. E se com a Juli tinha dado tão certo, por que não continuar sendo otimista?
Obrigado por ler e seguir essa história.
Deixo aqui os links dos episódios anteriores, caso vocês tenham se viciado nesse. Já vão dando nota, comentando ou compartilhando sem medo.
obrigado! Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.htmlParte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/2881590/Jugando-con-su-primita-IV.htmlSalve, é a Juli pra todo mundo!
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