
Impulso
É uma série de contos onde a protagonista
(que iremos conhecendo com o desenrolar dos mesmos)
Ela narra desde o começo suas experiências sexuais e como seus impulsos a incentivam a realizar seus prazeres que, no seu círculo social, são proibidos, embora ela saiba que o único segredo para a felicidade dela é ignorar tudo isso e satisfazer sua natureza, que a leva a cometer atos sexuais de todo tipo.
Vou publicando aos poucos para não ficar muito pesado.
Primeira parte:
Vou publicando aos poucos para não ficar muito pesado.
Primeira parte:
Impulso – Minha primeira história erótica
No caminho de volta pra casa, comecei a entender o que meu corpo realmente precisava, mas, acima de tudo, percebi como o tempo é relativo. A viagem foi interminável, a ansiedade me devorava a cada segundo um pouco mais, minhas batidas do coração disparavam numa velocidade tão louca que eu temia um ataque cardíaco, e minha respiração ofegante pedia, sem palavras, um pau tão grande quanto o do ator. Mas, mais que tudo, minha ansiedade vinha do fato de que eu não precisava de um — eu mesma podia me satisfazer assim que chegasse.
Finalmente cheguei em casa, meus pais estavam lá, na sala. Meus pais? Mas eles nunca estão nesse horário. Senti meu mundo desmoronar ao meu redor, embora meus impulsos estivessem a mil. Não podia ter tanta má sorte assim, justo hoje, justo agora. E enquanto pensava na minha "sorte maravilhosa", meu pai disse: "Vamos com sua mãe pra casa dos seus avós. Vamos?" Era minha chance. Minha alma voltou ao corpo e o destino me deu uma piscadinha. Com uma felicidade imensa — sem demonstrar, claro — respondi com um "Não".
A casa vazia, só eu e minha vontade incontrolável de me tocar. E lá estava eu, sentada no sofá da sala, tirando a roupa e, conforme fazia isso, minha respiração e minhas batidas se descontrolavam cada vez mais, e o tremor que tomou conta de mim só aumentava.
A casa vazia, comigo, meus impulsos e minha calcinha, minha bombachinha rosa, como único obstáculo pra esse propósito tão desejado. Com a mão direita tremendo como nunca, acariciei minha barriga, deslizando por ela, enfiei meus dedos dentro da minha calcinha molhada e só acariciei, acariciei e esfreguei, até que chegou o momento: meus dedos indicador e médio dentro da minha bucetinha inocente. O prazer que senti não dava pra explicar com nada, mas eu gritava de um prazer imenso. O nervosismo ainda estava lá, mas o prazer era maior.
Foram meses de fantasias, de ir dormir pensando no prazer que um homem poderia me dar, e o segredo estava na minha mão — e eu já estava descobrindo isso, ali na minha casa, vazia e Em silêncio, onde só se ouviam os gemidos de uma garota já completamente nua, com a mão direita redescobrindo a própria anatomia e a esquerda esfregando os bicos dos peitos caucasianos, tamanho 76, e eu sem acreditar que aquela garota era eu.
Penso em tudo que perdi esse tempo todo, embora a excitação me faça esquecer na hora.
Em questão de minutos, tive um orgasmo triunfal, os jatos que saíram de mim foram espalhados pelo sofá inteiro, mas eu não conseguia parar. Continuava e continuava, com mais força, mais velocidade e frenesi, meu clitóris ardia depois de 3 horas, mas não tinha jeito de parar. Eu estava no topo, me sentia a garota mais feliz do mundo.
A partir daquele momento, daquele bendito dia, a masturbação virou rotina na minha vida. Eu me tocava todo dia: assim que acordava, em qualquer ocasião em que estivesse sozinha em casa, antes de dormir ou antes do banho, até quando a vontade era incontrolável, aproveitava a privacidade do meu quarto e enfiava dedinho por dedinho para me satisfazer, com um nervosismo danado de medo da minha mãe entrar e me ver ali, de pernas abertas, com a boca aberta de prazer, gemendo quase em silêncio, enquanto a outra mão acariciava cada cantinho da minha pele.
Às vezes, tinha a fantasia de ser pega me masturbando, me esfregando na cama ou no travesseiro, e ela me olhava fixamente, se aproximava, e, parando bem do lado da minha cama, abaixava devagar aquele vestido tão típico dela, sem tirar os olhos de mim, e, virando-se, abaixava a calcinha fio dental, me deixando ver toda a bunda linda e grande dela, firme e redonda, para depois deitar ao meu lado, e, depois de cruzar uma das pernas longas e finas sobre mim, me acompanhava se tocando também até que os orgasmos mútuos e simultâneos dissessem 'chega'.
Não só me masturbava todo dia quatro ou cinco vezes, como cada sessão 'comigo mesma' tinha múltiplos orgasmos triunfais que lembro de cada um. Eles com um carinho magnífico. Mas tanta punheta e tanto pornô (algo cotidiano também desde 'aquele dia') te deixam com vontade de experimentar outras coisinhas um pouco mais... hardcore.
Continua...
Finalmente cheguei em casa, meus pais estavam lá, na sala. Meus pais? Mas eles nunca estão nesse horário. Senti meu mundo desmoronar ao meu redor, embora meus impulsos estivessem a mil. Não podia ter tanta má sorte assim, justo hoje, justo agora. E enquanto pensava na minha "sorte maravilhosa", meu pai disse: "Vamos com sua mãe pra casa dos seus avós. Vamos?" Era minha chance. Minha alma voltou ao corpo e o destino me deu uma piscadinha. Com uma felicidade imensa — sem demonstrar, claro — respondi com um "Não".
A casa vazia, só eu e minha vontade incontrolável de me tocar. E lá estava eu, sentada no sofá da sala, tirando a roupa e, conforme fazia isso, minha respiração e minhas batidas se descontrolavam cada vez mais, e o tremor que tomou conta de mim só aumentava.
A casa vazia, comigo, meus impulsos e minha calcinha, minha bombachinha rosa, como único obstáculo pra esse propósito tão desejado. Com a mão direita tremendo como nunca, acariciei minha barriga, deslizando por ela, enfiei meus dedos dentro da minha calcinha molhada e só acariciei, acariciei e esfreguei, até que chegou o momento: meus dedos indicador e médio dentro da minha bucetinha inocente. O prazer que senti não dava pra explicar com nada, mas eu gritava de um prazer imenso. O nervosismo ainda estava lá, mas o prazer era maior.
Foram meses de fantasias, de ir dormir pensando no prazer que um homem poderia me dar, e o segredo estava na minha mão — e eu já estava descobrindo isso, ali na minha casa, vazia e Em silêncio, onde só se ouviam os gemidos de uma garota já completamente nua, com a mão direita redescobrindo a própria anatomia e a esquerda esfregando os bicos dos peitos caucasianos, tamanho 76, e eu sem acreditar que aquela garota era eu.
Penso em tudo que perdi esse tempo todo, embora a excitação me faça esquecer na hora.
Em questão de minutos, tive um orgasmo triunfal, os jatos que saíram de mim foram espalhados pelo sofá inteiro, mas eu não conseguia parar. Continuava e continuava, com mais força, mais velocidade e frenesi, meu clitóris ardia depois de 3 horas, mas não tinha jeito de parar. Eu estava no topo, me sentia a garota mais feliz do mundo.
A partir daquele momento, daquele bendito dia, a masturbação virou rotina na minha vida. Eu me tocava todo dia: assim que acordava, em qualquer ocasião em que estivesse sozinha em casa, antes de dormir ou antes do banho, até quando a vontade era incontrolável, aproveitava a privacidade do meu quarto e enfiava dedinho por dedinho para me satisfazer, com um nervosismo danado de medo da minha mãe entrar e me ver ali, de pernas abertas, com a boca aberta de prazer, gemendo quase em silêncio, enquanto a outra mão acariciava cada cantinho da minha pele.
Às vezes, tinha a fantasia de ser pega me masturbando, me esfregando na cama ou no travesseiro, e ela me olhava fixamente, se aproximava, e, parando bem do lado da minha cama, abaixava devagar aquele vestido tão típico dela, sem tirar os olhos de mim, e, virando-se, abaixava a calcinha fio dental, me deixando ver toda a bunda linda e grande dela, firme e redonda, para depois deitar ao meu lado, e, depois de cruzar uma das pernas longas e finas sobre mim, me acompanhava se tocando também até que os orgasmos mútuos e simultâneos dissessem 'chega'.
Não só me masturbava todo dia quatro ou cinco vezes, como cada sessão 'comigo mesma' tinha múltiplos orgasmos triunfais que lembro de cada um. Eles com um carinho magnífico. Mas tanta punheta e tanto pornô (algo cotidiano também desde 'aquele dia') te deixam com vontade de experimentar outras coisinhas um pouco mais... hardcore.
Continua...
12 comentários - Impulso - Mi primer relato erótico. Pt 2