Nati: La Putica que quiere entrar a la Familia

Esta é a história de como a namorada do meu filho, uma putinha de 16 anos, me oferece a buceta dela em troca de eu bancar uma viagem pro meu filho com ela e a família dela pra ilha de San Andrés como presente de formatura do ensino médio.

Meu nome é Alberto, sou diretor de um colégio de ensino médio numa cidade bem folclórica da minha querida Colômbia, tenho 48 anos e uma família composta pela minha esposa Teresa, de 42 anos, uma filha mais velha de 19 e meu filho Carlos, de 16 anos, um ator muito ativo nessa história louca que começou há apenas um mês.

Tudo começou numa tarde do final de novembro, eu estava no meu escritório preparando os boletins finais dos alunos do 11º ano que iam se formar, quando de repente entra meu filho Carlos, com uma cara de cordeiro sacrificado. Na hora imaginei que ele queria me pedir alguma coisa, mas não esperava que fosse algo tão exigente. Ele queria que eu o mandasse uma semana de férias pra ilha de San Andrés, me entregou um orçamento de todo o plano de viagem e o presentinho saía nada mais, nada menos que 4 milhões de pesos colombianos. Ele me explicou que a namorada e a família dela iam passar férias lá e a namorada tinha insistido pra ele fazer de tudo pra acompanhá-la, que os pais dela não eram problema porque ele já tinha conversado. Vale dizer que a menininha, Natalia é o nome dela, é uma garota de 16 anos, magrinha, corpo simples, mas muito, muito gostosa, e pra piorar, filha de um político importante da cidade, ou seja, grana não faltava. Expliquei pro meu filho que eu não tinha dinheiro pra um presente desse, que podia dar outra coisa mais simples, um videogame ou algo assim. No fim, a conversa terminou em discussão e acabei expulsando ele do meu escritório.

Na manhã seguinte, no último dia de aula, estou sozinho no meu escritório preenchendo uns papéis quando minha secretária bate na porta e pergunta se posso atender a aluna do 11º ano, Natalia, com um pouco de Sem vontade, mandei ela entrar. Já imaginava o motivo. A garota entrou, se aproximou e me cumprimentou com um selinho na bochecha, como a gente sempre faz quando tá em clima de família. Como estávamos sozinhos, não tinha problema nenhum. Falei pra ela sentar e me contar a que veio. Ela disse que vinha interceder pelo Carlos pra eu dar o dinheiro da excursão dele. Expliquei que não tava em condições financeiras de ajudar, mas ela me interrompeu de um jeito grosso, dizendo:

— Seu Alberto, o senhor sabe que eu adoro o Carlinhos e tô disposta a fazer o que for preciso pra ele me acompanhar nesse passeio.

Respondi que não era questão de querer ou não, mas de ter o dinheiro. O que veio depois me deixou estupefato. A Natália levantou da cadeira, ficou de frente pra mim e ergueu a saia longa do uniforme, me surpreendendo com o fato de que não tava usando calcinha nenhuma. Pude ver que tinha a bucetinha toda lisinha, sem um pelo, mas com uns lábios vaginais grandes que até se destacavam.

— Pense bem, seu Alberto. Olha, se conseguir o dinheiro pro Carlinhos, isso que o senhor tá vendo aqui pode ser seu — ela disse, enquanto se acariciava a pepita com uma mão. E arrematou: — E não se preocupe com a virgindade, não. Com o seu filho a gente já trepou uns meses atrás e não tem um dia que a gente não dê uma boa foda. Então, seu, se quiser uma provinha, o senhor tem até o intervalo pra me dar uma resposta — falou de um jeito atrevido.

Disse isso e saiu da minha sala na hora. Não conseguia acreditar. A Natália, aquela menina educada e séria da família, tava se oferecendo em troca de 4 milhões, e eu, sem ninguém saber, tinha o dinheiro disponível de verdade.

Não sabia o que fazer. Ela era a namorada do meu filho, e eu não tinha o costume de trair minha esposa, com quem o sexo é no máximo duas vezes por semana e sem problemas pra nós dois. Não sabia como lidar com essa situação. Nisso, chegou uma mensagem de texto no meu celular. Encontre a gente agora mesmo no banheiro dos meninos. Na mesma hora, pulei da minha cadeira como se fosse uma mola e, com passos rápidos, fui até o banheiro dos garotos. Ao chegar, tentei fazer o menor barulho possível, andando devagar enquanto ouvia uns gemidos bem baixinhos vindo de um dos banheiros. Quando me aproximei do que estava ocupado e de onde saíam os gemidos, entrei no boxe ao lado e subi no vaso para espiar por cima. Lá pude ver do que se tratava: Natália, com a saia levantada até o peito, montando de costas no Carlitos, que estava sentado no vaso e abria as bundinhas dela de par em par, deixando à mostra o buraquinho minúsculo do cu dela. Vi como Carlitos tentava enfiar o polegar direito, mas ela tirava a mão dele, dizendo que por ali nem sonhasse. Depois de ver aquele espetáculo, não me ocorreu nada além de sair dali na hora. Cheguei no meu escritório e me tranquei para bater uma punheta daquelas, quando sinto que, pouco depois, batem na porta de novo. Minha secretária anunciando a Natália outra vez. Essa menina vai me enlouquecer, pensei comigo. Natália entrou e já foi soltando: — Espero que tenha gostado do pequeno show que demos no banheiro. Nisso, ela se aproximou de onde eu estava sentado, pegou minha mão direita e levou até a boca dela. Eu, feito um idiota, deixei. — Puxa, sr. Alberto, vejo que gostou muito do que viu. Olha só como está esse troço. Ela tentou tocar, mas eu não deixei. O que não esperava é que a mão que ela segurava, de repente, ela levasse até a virilha dela. — Olha como o Carlitos me deixou toda melada. Senti um tremor no corpo quando notei a bucetinha dela toda encharcada de fluidos. Pra ser sincero, não sei se era do Carlitos ou dela. O fato é que, naquele momento, esqueci que eu era o diretor do colégio e ela, uma aluna. Além disso, ela era minha nora, e eu um senhor de idade. E, sem pensar, enfiei um dedo na rachinha já aberta dela. Ela abriu as pernas ainda mais. consentindo minha ousadia, levantei da cadeira e fechei as persianas, tranquei a porta, peguei ela pelas mãos e coloquei ela inclinada de costas pra mim em cima da mesa, levantei a saia dela enquanto dizia que ia dar o dinheiro pro Carlos sim, mas em troca de algo mais, ela respondeu — não se preocupe, Sr. Alberto, vou deixar o senhor me comer à vontade e ninguém precisa ficar sabendo disso, muito menos o Carlinhos. nisso, abri as pernas dela bem mais e cobri a cabeça dela com a saia, com as mãos separei as nádegas dela o máximo que pude e dei uma lambida em toda a fenda do cu, ela deu um pulo com a bunda e falou — aiii, Sr. Alberto, o que o senhor tá fazendo? não respondi e, em vez disso, enfiei a língua no cu dela — Sr. Alberto, o que o senhor tá fazendo comigo? não era isso que a gente tinha combinado. respondi: cala a boca, putinha, eu sei que você vai gostar muito mais disso. abri a bunda dela o máximo que pude e cuspi duas vezes lá dentro, enquanto dizia — se você quer que o Carlinhos te acompanhe essa noite, hoje eu tenho que arrombar esse cu. a sem-vergonha caiu na risada e falou — eu sabia que o senhor era um velho tarado. vai arrombar o cu da que muito provavelmente vai ser a esposa do seu filho? respondi: mas foi a minha nora que entrou nesse escritório se oferecendo como uma puta vulgar, e é assim que vou te tratar de agora em diante. nisso, tirei a pica pra fora, que já tava bem dura, e coloquei a cabeça dela bem no centro do cu. ela tirou a saia da cabeça, virou pra mim e disse — Sr. Alberto, com cuidado, por favor, olha que por ali só entrou o dedão do seu filho. respondi: não se preocupa, Nati, vou arrombar esse buraquinho gostoso com muito cuidado. é óbvio que vai doer no começo, mas tenho certeza que depois, com a puta que você se mostrou ser, não vai querer que eu tire. ela respondeu: Sr. Alberto, então para de falar e mete de uma vez. foi assim que, sem mais palavras, comecei a enfiar devagar a glande no cu apertado dela. que resistia até o ponto de eu ouvir ela chorar enquanto mordia a saia, depois de lutar contra o esfíncter dela por vários minutos, finalmente tinha enfiado metade da pica e devo dizer que não sou um cavalo nem nada do tipo, não posso me gabar de ter um pau grande, mas consola a boa grossura que tem, que tenho certeza que assim que essa bunda engolir tudo, essa menininha não vai precisar mais fazer força pra cagar, aos poucos minha pica ia invadindo o reto dela, mas não conseguia meter até a base, Natália me dizia que doía muito, que por favor tirasse, eu só podia falar pra ela aguentar um pouco que já tava acabando, nisso ela me surpreendeu com o que saiu, Sr. Alberto, me empresta seu celular por favor, eu concentrado na enrabada não entendia o que ela pedia e ela repetiu, por favor me empresta o celular, tirei do bolso da calça e passei já destravado e tudo enquanto tentava entrar ainda mais fundo naquele cu, ela começou a discar e quase me deu um infarto quando ouvi ela falando - Oi Cami, Cami pelo amor, tô numa enrascada, tão querendo meter no meu cu e não entra, vê se você me empresta seu lubrificante, tô na reitoria, por favor traz pra cá agora, e desligou, eu me afastei dela na hora e perguntei se ela era louca, como você pôde fazer isso, vão me prender se descobrirem, ela gesticulando de dor me disse - Sr. Alberto, por favor se acalma, Cami é minha melhor amiga, ela sabia que eu possivelmente ia estar dando o cu aqui no escritório do senhor, não se preocupa que ela não fala nada, não vê que ela tá na mesma com o professor de física, ele só come ela pelo cu porque ela não quis perder a virgindade e então ele deu um lubrificante exclusivo pra enrabada, nisso bateram na porta, ajeitamos a roupa os dois e eu abri, era a Camila com um porta-lápis na mão, recebi dela mas quando ela ia se retirar, Natália disse pra ela não ir, que entrasse um momento, Camila Entrei e tranquei a porta na hora, Natalia disse pra Camila. — Certo, amiga, você não vai contar nada do que rola aqui, né? Camila respondeu: — Claro que não, amiga, de jeito nenhum. O que essas duas putinhas em potencial fizeram quase me deu um treco. Natalia pediu pra Camila mostrar como estava a bunda dela depois de ter transado com o Professor Romero, o professor de física. Camila não pensou duas vezes: virou de costas pra gente, levantou a saia com as duas mãos, arqueou as costas e mostrou um par de nádegas carnudas. Porque a Camila era uma morena simpática, digamos assim, mas exuberante pra idade dela. Do corpo jovem dela, o que mais se destacava era aquele rabão enorme, uma bucetona que, imagino, despertou a vontade do professor de física. E como a menina não é nem um pouco uma boa aluna, o cara com certeza se aproveitou da situação. Camila mostrou o cu escuro, avermelhado e visivelmente aberto. Natalia: — Nossa, amiga, como deixaram esse buraquinho aberto desse jeito? Camila: — Amiga, e olha que encheram ele antes da primeira aula, viu? Já passou mais de três horas e ainda sinto ele aberto. Natalia chegou perto de mim, me beijou na boca e disse: — Então, Sr. Alberto, é assim que quer deixar minha bunda? Naquele momento, apareceu o último lampejo de culpa possível. — O melhor é parar por aqui, Nati. É o melhor que a gente pode fazer. Pelo Carlitos, não se preocupa, que eu vou dar o dinheiro. Natalia: — Não, Sr. Alberto, trato é trato. Combinamos que o senhor daria o dinheiro pro Carlitos se primeiro me comesse gostoso. Depois o senhor teve a brilhante ideia de dizer que era melhor uma enculada, e a verdade é que já me deu vontade de estrear essa bunda. Então, por favor, pelo bem de todos, não volte atrás. Olha só: o Carlitos ganha o passeio pra San Andrés, o senhor ganha ao estrear minha bunda, e eu também ganho, porque finalmente vou transar com um coroa experiente. Nisso, Camila interrompeu: — Também ganho. Eu, que tô com a formatura enrolada, mas isso a gente resolve agora. Nisso, a Camila se ajoelha na minha frente, tira minha rola da calça e mete na boca dela antes que eu pudesse falar que aquele pedaço de carne tinha acabado de sair do cu da melhor amiga dela, coisa que não pareceu importar pra ela. — Hummm, Sr. Reitor, vejo que já enfiou no cu da Nati. Reconheço o gosto de uma pica depois de sair de dentro de um cu — ela falou enquanto me fazia um boquete de campeonato. As palavras dela me estranharam, mas tudo ficou claro quando a Natália levantou a saia dela por trás e se ajoelhou atrás dela, enfiando a cara no meio daquelas nalgas. Que espetáculo mais lindo: uma menina branca, com a bucetinha rosada, de família rica, muito bem-educada, lambendo o cu de uma morena não tão bem de família, mas tão puta quanto ela. As melhores amigas. (Isso mostra que, pra um sexo bom, não existe nada além de uma rola qualquer com uma buceta ou um cu dispostos a batalhar até cansar.) Depois do boquete que a Camila me deu, ela se levantou e disse pra Natália que o cu dela tava pronto pra ir primeiro. E quando a Natália passou o lubrificante pra Camila, ela respondeu: — Fica tranquila, amiga, não vai precisar. Eu já levo no seco mesmo. Além disso, adoro sentir a rola roçando as beiradas do meu cu antes de entrar tudo. Amiga, isso me dá um tesão. A Camila me empurrou até eu sentar numa das cadeiras dos convidados que tenho no escritório, na frente da minha mesa, e ela mesma montou de costas pra mim, encaixou minha rola dentro do cu que não ofereceu resistência nenhuma. Meteu até o talo, coisa que comemorou com a amiga: — Aii, amiga, foi até o cem! A Natália, que observava o espetáculo de perto enquanto enfiava dois dedinhos na buceta, se aproximou e começou a me beijar na boca. Eu sentia o gosto de cu da Camila nos lábios dela. Que loucura do caralho. Camila começou a cavalgar em mim com mais força, enquanto eu, por baixo da blusa escolar dela, brincava com os peitos dela sem nem tirar o sutiã. Eu já tava quase gozando, não aguentava mais, e quando a Natalia percebeu, ela empurrou a amiga e disse que aquele jato enorme de porra era pra ser dela. Então, ela tirou a saia toda de uma vez, pegou o lubrificante, passou no próprio cu, tanto por dentro quanto por fora, e sentou com as pernas abertas na minha mesa, me convidando pra meter de vez. Dessa vez, não precisei lutar tanto; o esfíncter dela quase não ofereceu resistência, e meu pau sumiu no meio daquelas nádegas macias. Dava pra ver meu pau desaparecendo naquele buraquinho vermelho. Enfiei tudo, e ela, olhando nos meus olhos, disse: — Finalmente enfiei, finalmente sinto você tão dentro de mim. Comecei a meter rápido, e não levei nem dois minutos quando soltei um jato de porra que tenho certeza que inundou o intestino dela. Era uma sensação incrível ver a cara dela no momento em que meu pau inchava pra soltar a porra, aquela cara de putinha aproveitando. Ela abria a boca sem parar de me olhar nos olhos. Antes do meu pau sair do cu dela, a Camila pegou ele com as mãos e levou direto pra boca pra limpar tudo. Enquanto isso, eu via como tinha ficado o buraco já não mais virgem da Cami; a porra escorria aos poucos, caindo na minha mesa. Não foi problema, porque ela se levantou na hora e limpou com a língua, dizendo: — Não pode perder nem uma gota. Aí eu percebi que ainda não tinha feito elas gozarem. Quando eu ia posicionar a Natalia pra meter na buceta dela, bateram na porta. Não sei onde eu fiquei, é como se tivessem me acordado de um sonho. Pedi pra me darem 5 minutos, que eu tava resolvendo um problema sério, enquanto a gente se arrumava e perfumava o escritório, porque o cheiro de sexo tava insuportável. Foi assim que, num dia de trabalho inesperado, acabei comendo duas menores de idade e uma delas, a namorada do meu próprio filho… Continua

4 comentários - Nati: La Putica que quiere entrar a la Familia

Tanto esperar a que subas relatos de la culona de tu mamá para que salgas con esto?