Esta é a história de como a namorada do meu filho, uma novinha gostosa de 16 anos, me oferece a bunda dela em troca de eu bancar uma viagem pro meu filho com ela e a família dela pra ilha de San Andrés como presente de formatura do ensino médio.
Meu nome é Alberto, sou diretor de um colégio de ensino médio numa cidade bem folclórica da minha querida Colômbia, tenho 48 anos e uma família composta pela minha esposa Teresa, de 42 anos, uma filha mais velha de 19 e meu filho Carlos, de 16 anos, um cara bem ativo nessa história louca que começou há apenas um mês.
Tudo começou numa tarde do final de novembro, eu estava no meu escritório preparando os boletins finais dos alunos do 11º ano que iam se formar, quando de repente entra meu filho Carlos, com uma cara de cordeiro sacrificado. Na hora imaginei que ele queria me pedir alguma coisa, mas não esperava que fosse algo tão exigente. Ele queria que eu mandasse ele passar uma semana de férias em San Andrés, me entregou um orçamento de todo o plano de viagem e o presentinho saía nada mais, nada menos que 4 milhões de pesos colombianos. Ele explicou que a namorada e a família dela iam viajar pra lá e a namorada tinha insistido pra ele fazer de tudo pra acompanhá-la, que os pais dela não eram problema porque ele já tinha conversado. Vale dizer que a menininha, Natalia é o nome dela, é uma garota de 16 anos, magrinha, corpo simples, mas muito, muito linda, e pra piorar, filha de um político importante da cidade, ou seja, grana não faltava. Expliquei pro meu filho que eu não tinha dinheiro pra um presente desse, que podia dar outra coisa mais simples, um videogame ou algo assim. No fim, a conversa virou discussão e acabei expulsando ele do meu escritório.
Na manhã seguinte, no último dia de aula, estou sozinho no meu escritório preenchendo uns papéis quando minha secretária bate na porta e pergunta se posso atender a aluna do 11º ano, Natalia. Com um pouco de Sem vontade, mandei ela entrar. Já imaginava o que ela queria. A mina entrou, chegou perto de mim e me cumprimentou com um selinho na bochecha, como a gente sempre faz quando tá em clima de família. Como a gente tava sozinho, não tinha problema nenhum. Falei pra ela sentar e me contar o motivo da visita. Ela disse que veio interceder pelo Carlos pra eu dar o dinheiro pra excursão dele. Expliquei que não tava em condições financeiras de ajudar, mas ela me interrompeu de um jeito grosso, dizendo:
— Seu Alberto, o senhor sabe que eu adoro o Carlinhos e tô disposta a fazer o que for preciso pra ele me acompanhar nesse passeio.
Respondi que não era questão de querer ou não, mas de ter o dinheiro. O que veio depois me deixou pasmo. A Natália levantou da cadeira, ficou de frente pra mim e ergueu a saia comprida do uniforme, me surpreendendo com o fato de que não tava usando calcinha nenhuma. Pude ver que a buceta dela tava lisinha, sem um pelo, mas com uns lábios vaginais grandes que até se destacavam.
— Pense bem, seu Alberto. Olha, se o senhor conseguir o dinheiro pro Carlinhos, isso que o senhor tá vendo aqui pode ser seu — ela disse, enquanto se acariciava a pepita com uma mão, e finalizou: — E não se preocupe com a virgindade, não, que com seu filho a gente já trepou uns meses atrás e não tem um dia que a gente não dê uma boa foda. Então, seu, se quiser uma provinha, o senhor tem até o intervalo pra me dar uma resposta — falou de um jeito malcriado.
Ela disse isso e saiu da minha sala na hora. Não conseguia acreditar. A Natália, a menina educada e séria da família, tava se oferecendo pra mim em troca de 4 milhões, e eu, sem ninguém saber, tinha o dinheiro disponível. Não sabia o que fazer. Ela era a namorada do meu filho, e eu não era de trair minha esposa, com quem o sexo é no máximo duas vezes por semana e sem problemas pra nós dois. Não sabia como lidar com essa situação. Nisso, chegou uma mensagem de texto no meu celular. Encontre a gente agora mesmo no banheiro dos meninos. Na mesma hora, pulei da minha cadeira como se fosse uma mola e, com passo rápido, fui até o banheiro dos garotos. Ao chegar, tentei fazer o menor barulho possível, andando devagar enquanto ouvia uns gemidos bem suaves vindo de um dos banheiros. Quando me aproximei do que estava ocupado, de onde saíam os gemidos, entrei no boxe ao lado e subi no vaso para espiar por cima. Lá pude ver do que se tratava: Natália com a saia levantada até o peito, cavalgando de costas para Carlitos, que estava sentado no vaso e abria as bundinhas dela de par em par, deixando à mostra o buraquinho minúsculo do cu dela. Vi como Carlitos tentava enfiar o polegar direito, mas ela tirava a mão dele, dizendo que por ali nem sonhasse. Depois de ver aquele espetáculo, não me ocorreu nada além de sair dali na hora. Cheguei no meu escritório e me tranquei para bater uma punheta daquelas, quando sinto que, pouco depois, batem na porta de novo. Minha secretária anunciando a Natália outra vez. Essa menina vai me enlouquecer, pensei comigo. Natália entrou e já foi soltando: — Espero que tenha gostado do pequeno show que demos no banheiro. Nisso, ela se aproximou de onde eu estava sentado, pegou minha mão direita e a levou até a boca dela. Eu, feito um idiota, deixei. — Puxa, sr. Alberto, vejo que gostou muito do que viu. Olha só como está esse troço. Ela tentou tocar, mas eu não deixei. O que não esperava é que a mão que me segurava, ela levasse, de repente, até a virilha dela. — Olha como o Carlitos me deixou toda melada. Senti um tremor no corpo quando notei a bucetinha dela toda encharcada de fluidos. Pra ser sincero, não sei se era do Carlitos ou dela. O fato é que, naquele momento, esqueci que eu era o diretor do colégio e ela, uma aluna. Além disso, ela era minha nora, e eu, um senhor de idade. E, sem pensar, enfiei um dedo na rachinha já aberta dela. Ela abriu as pernas ainda mais. consentindo minha ousadia, levantei da cadeira e fechei as persianas, também tranquei a porta, peguei ela pelas mãos e a coloquei inclinada de costas pra mim sobre a escrivaninha, levantei a saia dela enquanto dizia que ia dar o dinheiro pro Carlos sim, mas em troca de algo mais. Ela me respondeu: "não se preocupe, Sr. Alberto, vou deixar o senhor me comer à vontade e ninguém precisa ficar sabendo disso, muito menos o Carlinhos". Nisso, abri muito mais as pernas dela e com a saia cobri a cabeça dela, com as mãos separei as nádegas dela o máximo que pude e dei uma lambida por toda a racha do cu. Ela deu um pulo com a bunda e gritou: "ai, Sr. Alberto, o que o senhor tá fazendo?" Não respondi e, em vez disso, enfiei a língua no cu dela. "Sr. Alberto, o que o senhor tá fazendo comigo? Não era isso que a gente tinha combinado." Respondi: "cala a boca, putinha, eu sei que você vai gostar muito mais disso." Abri a bunda dela o máximo que pude e cuspi duas vezes lá dentro, enquanto dizia: "se você quer que o Carlinhos te acompanhe essa noite, hoje eu tenho que arrombar esse cu." A sem-vergonha caiu na risada e disse: "eu sabia que o senhor era um velho tarado. Vai arrombar o cu de quem muito provavelmente vai ser a esposa do seu filho?" Respondi: "mas foi a minha nora que entrou nessa sala se oferecendo como uma puta vulgar, e é assim que vou te tratar de agora em diante." Nisso, tirei a pica pra fora, que já tava bem dura, e coloquei a cabeça dela bem no centro do cu. Ela tirou a saia da cabeça, se virou pra mim e disse: "Sr. Alberto, com cuidado, por favor, olha que por aí não entrou nada além do polegar do seu filho." Respondi: "não se preocupa, Nati, vou arrombar esse buraquinho gostoso com muito cuidado. É óbvio que vai doer no começo, mas tenho certeza que depois, com a puta que você se mostrou ser, não vai querer que eu tire." Ela replicou: "Sr. Alberto, então para de falar e mete de uma vez." Foi assim que, sem mais palavras, comecei a enfiar suavemente a glande no cu apertado dela. que resistia a ponto de eu ouvir ela chorar enquanto mordia a saia dela, depois de lutar contra o esfíncter dela por vários minutos finalmente tinha enfiado metade da pica e devo dizer não sou um cavalo nem nada do tipo não posso me gabar de ter um pau grande mas consola a boa grossura que tem, tenho certeza que assim que essa bunda engolir tudo, essa menininha não vai precisar mais fazer força pra cagar, aos poucos minha pica ia invadindo o reto dela mas não conseguia meter até a base, Natália me dizia que tava doendo muito que por favor tirasse, eu só podia falar pra ela aguentar mais um pouco que já tava quase acabando, nisso ela me surpreendeu com o que saiu, Sr Alberto me empresta seu celular por favor, eu concentrado na enrabada não entendia o que ela tava pedindo e ela repetiu, por favor me empresta o celular, tirei do bolso da calça e passei já desbloqueado e tudo enquanto tentava entrar ainda mais fundo naquele cu, ela começou a discar e quase me deu um infarto quando ouvi ela falando - Oi Cami, Cami pelo amor, tô numa enrascada, tão querendo meter no meu cu e não entra, vê se você me empresta seu lubrificante, tô na reitoria por favor traz pra cá agora, e desligou, eu me desgrudei dela na hora e perguntei se ela era louca, como você pôde fazer isso, vão me prender se descobrirem, ela gesticulando de dor me disse - Sr Alberto por favor se acalma, Cami é minha melhor amiga, ela sabia que eu possivelmente ia estar dando o cu aqui no escritório do senhor, não se preocupa que ela não fala nada, não vê que ela tá na mesma com o professor de física, ele só come ela pelo cu porque ela não quis perder a virgindade e então ele deu um lubrificante exclusivo pra enrabadas, nisso bateram na porta, ajeitamos a roupa os dois e eu abri, era a Camila com um porta-lápis na mão, recebi mas quando ela ia saindo, Natália falou pra ela não ir, que entrasse um momento, Camila Entrei e tranquei a porta na hora, Natalia disse pra Camila. — Certo, amiga, você não vai contar nada do que rola aqui, né? Cami respondeu: — Claro que não, amiga. O que essas duas putinhas em potencial fizeram quase me deu um treco. Natalia pediu pra Camila mostrar como estava a bunda dela depois de ter trepado com o Professor Romero, o professor de física. Camila não hesitou: virou de costas pra gente, levantou a saia com as duas mãos, arqueou as costas e mostrou um par de nádegas carnudas. Porque a Camila era uma moreninha simpática, digamos assim, mas exuberante pra idade dela. Do corpo jovem dela, o que mais se destacava era aquele rabão enorme, uma bucetuda que, imagino, despertou a vontade do professor de física. E como a menina não é nada de boa aluna, o cara com certeza se aproveitou da situação. Camila mostrou o cu escuro, avermelhado e visivelmente aberto. Natalia: — Nossa, amiga, como deixaram esse buraquinho aberto. Camila: — Amiga, e olha que encheram ele antes da primeira aula. Já passou mais de três horas e ainda sinto ele aberto. Natalia chegou perto de mim, me beijou na boca e disse: — Então, Sr. Alberto, é assim que quer deixar a minha bunda? Naquele momento, apareceu o último lampejo de culpa possível. — Melhor a gente parar por aqui, Nati. É o melhor que a gente pode fazer. Pelo Carlitos, não se preocupa, que eu vou dar o dinheiro. Natalia: — Não, Sr. Alberto, trato é trato. Combinamos que o senhor daria o dinheiro pro Carlitos se primeiro me comesse gostoso. Depois o senhor teve a brilhante ideia de dizer que era melhor me comer no cu, e a verdade é que já me deu vontade de estrear ele. Então, por favor, pelo bem de todo mundo, não volte atrás. Olha só: o Carlitos ganha o passeio pra San Andrés, o senhor ganha de estrear minha bunda, e eu também ganho, porque finalmente vou trepar com um coroa experiente. Nisso, Camila interrompeu: — Também ganho. Eu, que tô com a formatura enrolada, mas a gente resolve isso agora. Nisso, a Camila se ajoelha na minha frente, tira minha pica da calça e enfia na boca dela antes que eu pudesse falar que aquele pedaço de carne tinha acabado de sair do cu da melhor amiga dela, coisa que não pareceu importar ela. — Hummm, Sr. Reitor, vejo que já enfiou no cu da Nati. Reconheço o gosto de uma pica depois de sair de dentro de um cu — ela falou enquanto me fazia um boquete de campeonato. As palavras dela me estranharam, mas tudo ficou claro quando a Natalia levantou a saia dela por trás e se ajoelhou atrás, enfiando a cara no meio daquelas nalgas enormes. Que espetáculo mais lindo: uma menina branca, com a bucetinha rosadinha, de família rica e muito bem-educada, lambendo o cu de uma morena não tão bem-nascida, mas tão puta quanto ela. As melhores amigas. (Isso mostra que, pra um sexo bom, não existe nada além de uma pica qualquer com uma buceta ou um cu dispostos a batalhar até cansar.) Depois do boquete que a Camila me deu, ela se levantou e falou pra Natalia que o cu dela tava pronto pra ir primeiro. E quando a Natalia passou o lubrificante pra Camila, ela respondeu: — Fica tranquila, amiga, não vai precisar. Eu já levo no seco mesmo. Além disso, adoro sentir a pica roçando as beiradas do meu cu antes de entrar tudo. Amiga, isso me dá um tesão. A Camila me empurrou até eu sentar numa das cadeiras dos convidados que tenho no escritório, na frente da minha mesa, e ela, sozinha, montou de costas pra mim, encaixou minha pica dentro do cu dela, que não ofereceu resistência nenhuma. Enfiou até o talo, coisa que comemorou com a amiga: — Aii, amiga, foi até o cem! A Natalia, que observava o espetáculo de pertinho enquanto enfiava dois dedinhos na buceta, chegou perto e começou a me beijar na boca. Eu sentia o gosto de cu da Camila nos lábios dela. Que loucura do caralho. Camila começou a cavalgar em mim com mais força enquanto eu, por baixo da blusa escolar dela, brincava com os peitos dela sem nem tirar o sutiã. Eu já tava quase gozando, não aguentava mais, e quando a Natalia percebeu, ela empurrou a amiga e disse que a porra toda tinha que ser pra ela. Então, ela tirou a saia de uma vez, pegou o lubrificante, passou no próprio cu, tanto por dentro quanto por fora, e sentou com as pernas abertas na minha mesa, me convidando pra finalmente meter. Dessa vez não precisei lutar tanto, o esfíncter dela quase não resistiu, e meu pau sumiu no meio daquela bunda macia. Dava pra ver meu pau desaparecendo naquele buraquinho vermelho. Enfiei tudo, e ela, olhando nos meus olhos, disse: — Finalmente eu senti, finalmente eu sinto você tão dentro de mim. Comecei a meter rápido e não levei nem dois minutos quando jorrei uma porrada de porra que tenho certeza que inundou o intestino dela. Era uma sensação incrível ver a cara dela no momento em que meu pau inchava pra soltar a porra, aquela cara de putinha se acabando. Ela abria a boca sem tirar os olhos de mim. Antes do meu pau sair do cu dela, a Camila pegou ele com as mãos e levou direto pra boca pra limpar tudo. Enquanto isso, eu via como tinha ficado o buraco já não mais virgem da Cami: a porra escorria aos poucos, caindo na minha mesa, o que não foi problema porque ela se levantou na hora e lambeu tudo, dizendo: — Não pode perder nem uma gota. Aí eu percebi que ainda não tinha feito elas gozarem. Quando eu ia posicionar a Natalia pra meter na buceta dela, bateram na porta. Não sei onde parei, é como se tivessem me acordado de um sonho. Pedi pra me darem 5 minutos, que eu tava resolvendo um problema sério, enquanto a gente se arrumava e perfumava o escritório, porque o cheiro de sexo tava insuportável. Foi assim que, num dia de trabalho inesperado, acabei comendo duas menores de idade e uma delas, a namorada do meu próprio filho… Continua.
Meu nome é Alberto, sou diretor de um colégio de ensino médio numa cidade bem folclórica da minha querida Colômbia, tenho 48 anos e uma família composta pela minha esposa Teresa, de 42 anos, uma filha mais velha de 19 e meu filho Carlos, de 16 anos, um cara bem ativo nessa história louca que começou há apenas um mês.
Tudo começou numa tarde do final de novembro, eu estava no meu escritório preparando os boletins finais dos alunos do 11º ano que iam se formar, quando de repente entra meu filho Carlos, com uma cara de cordeiro sacrificado. Na hora imaginei que ele queria me pedir alguma coisa, mas não esperava que fosse algo tão exigente. Ele queria que eu mandasse ele passar uma semana de férias em San Andrés, me entregou um orçamento de todo o plano de viagem e o presentinho saía nada mais, nada menos que 4 milhões de pesos colombianos. Ele explicou que a namorada e a família dela iam viajar pra lá e a namorada tinha insistido pra ele fazer de tudo pra acompanhá-la, que os pais dela não eram problema porque ele já tinha conversado. Vale dizer que a menininha, Natalia é o nome dela, é uma garota de 16 anos, magrinha, corpo simples, mas muito, muito linda, e pra piorar, filha de um político importante da cidade, ou seja, grana não faltava. Expliquei pro meu filho que eu não tinha dinheiro pra um presente desse, que podia dar outra coisa mais simples, um videogame ou algo assim. No fim, a conversa virou discussão e acabei expulsando ele do meu escritório.
Na manhã seguinte, no último dia de aula, estou sozinho no meu escritório preenchendo uns papéis quando minha secretária bate na porta e pergunta se posso atender a aluna do 11º ano, Natalia. Com um pouco de Sem vontade, mandei ela entrar. Já imaginava o que ela queria. A mina entrou, chegou perto de mim e me cumprimentou com um selinho na bochecha, como a gente sempre faz quando tá em clima de família. Como a gente tava sozinho, não tinha problema nenhum. Falei pra ela sentar e me contar o motivo da visita. Ela disse que veio interceder pelo Carlos pra eu dar o dinheiro pra excursão dele. Expliquei que não tava em condições financeiras de ajudar, mas ela me interrompeu de um jeito grosso, dizendo:
— Seu Alberto, o senhor sabe que eu adoro o Carlinhos e tô disposta a fazer o que for preciso pra ele me acompanhar nesse passeio.
Respondi que não era questão de querer ou não, mas de ter o dinheiro. O que veio depois me deixou pasmo. A Natália levantou da cadeira, ficou de frente pra mim e ergueu a saia comprida do uniforme, me surpreendendo com o fato de que não tava usando calcinha nenhuma. Pude ver que a buceta dela tava lisinha, sem um pelo, mas com uns lábios vaginais grandes que até se destacavam.
— Pense bem, seu Alberto. Olha, se o senhor conseguir o dinheiro pro Carlinhos, isso que o senhor tá vendo aqui pode ser seu — ela disse, enquanto se acariciava a pepita com uma mão, e finalizou: — E não se preocupe com a virgindade, não, que com seu filho a gente já trepou uns meses atrás e não tem um dia que a gente não dê uma boa foda. Então, seu, se quiser uma provinha, o senhor tem até o intervalo pra me dar uma resposta — falou de um jeito malcriado.
Ela disse isso e saiu da minha sala na hora. Não conseguia acreditar. A Natália, a menina educada e séria da família, tava se oferecendo pra mim em troca de 4 milhões, e eu, sem ninguém saber, tinha o dinheiro disponível. Não sabia o que fazer. Ela era a namorada do meu filho, e eu não era de trair minha esposa, com quem o sexo é no máximo duas vezes por semana e sem problemas pra nós dois. Não sabia como lidar com essa situação. Nisso, chegou uma mensagem de texto no meu celular. Encontre a gente agora mesmo no banheiro dos meninos. Na mesma hora, pulei da minha cadeira como se fosse uma mola e, com passo rápido, fui até o banheiro dos garotos. Ao chegar, tentei fazer o menor barulho possível, andando devagar enquanto ouvia uns gemidos bem suaves vindo de um dos banheiros. Quando me aproximei do que estava ocupado, de onde saíam os gemidos, entrei no boxe ao lado e subi no vaso para espiar por cima. Lá pude ver do que se tratava: Natália com a saia levantada até o peito, cavalgando de costas para Carlitos, que estava sentado no vaso e abria as bundinhas dela de par em par, deixando à mostra o buraquinho minúsculo do cu dela. Vi como Carlitos tentava enfiar o polegar direito, mas ela tirava a mão dele, dizendo que por ali nem sonhasse. Depois de ver aquele espetáculo, não me ocorreu nada além de sair dali na hora. Cheguei no meu escritório e me tranquei para bater uma punheta daquelas, quando sinto que, pouco depois, batem na porta de novo. Minha secretária anunciando a Natália outra vez. Essa menina vai me enlouquecer, pensei comigo. Natália entrou e já foi soltando: — Espero que tenha gostado do pequeno show que demos no banheiro. Nisso, ela se aproximou de onde eu estava sentado, pegou minha mão direita e a levou até a boca dela. Eu, feito um idiota, deixei. — Puxa, sr. Alberto, vejo que gostou muito do que viu. Olha só como está esse troço. Ela tentou tocar, mas eu não deixei. O que não esperava é que a mão que me segurava, ela levasse, de repente, até a virilha dela. — Olha como o Carlitos me deixou toda melada. Senti um tremor no corpo quando notei a bucetinha dela toda encharcada de fluidos. Pra ser sincero, não sei se era do Carlitos ou dela. O fato é que, naquele momento, esqueci que eu era o diretor do colégio e ela, uma aluna. Além disso, ela era minha nora, e eu, um senhor de idade. E, sem pensar, enfiei um dedo na rachinha já aberta dela. Ela abriu as pernas ainda mais. consentindo minha ousadia, levantei da cadeira e fechei as persianas, também tranquei a porta, peguei ela pelas mãos e a coloquei inclinada de costas pra mim sobre a escrivaninha, levantei a saia dela enquanto dizia que ia dar o dinheiro pro Carlos sim, mas em troca de algo mais. Ela me respondeu: "não se preocupe, Sr. Alberto, vou deixar o senhor me comer à vontade e ninguém precisa ficar sabendo disso, muito menos o Carlinhos". Nisso, abri muito mais as pernas dela e com a saia cobri a cabeça dela, com as mãos separei as nádegas dela o máximo que pude e dei uma lambida por toda a racha do cu. Ela deu um pulo com a bunda e gritou: "ai, Sr. Alberto, o que o senhor tá fazendo?" Não respondi e, em vez disso, enfiei a língua no cu dela. "Sr. Alberto, o que o senhor tá fazendo comigo? Não era isso que a gente tinha combinado." Respondi: "cala a boca, putinha, eu sei que você vai gostar muito mais disso." Abri a bunda dela o máximo que pude e cuspi duas vezes lá dentro, enquanto dizia: "se você quer que o Carlinhos te acompanhe essa noite, hoje eu tenho que arrombar esse cu." A sem-vergonha caiu na risada e disse: "eu sabia que o senhor era um velho tarado. Vai arrombar o cu de quem muito provavelmente vai ser a esposa do seu filho?" Respondi: "mas foi a minha nora que entrou nessa sala se oferecendo como uma puta vulgar, e é assim que vou te tratar de agora em diante." Nisso, tirei a pica pra fora, que já tava bem dura, e coloquei a cabeça dela bem no centro do cu. Ela tirou a saia da cabeça, se virou pra mim e disse: "Sr. Alberto, com cuidado, por favor, olha que por aí não entrou nada além do polegar do seu filho." Respondi: "não se preocupa, Nati, vou arrombar esse buraquinho gostoso com muito cuidado. É óbvio que vai doer no começo, mas tenho certeza que depois, com a puta que você se mostrou ser, não vai querer que eu tire." Ela replicou: "Sr. Alberto, então para de falar e mete de uma vez." Foi assim que, sem mais palavras, comecei a enfiar suavemente a glande no cu apertado dela. que resistia a ponto de eu ouvir ela chorar enquanto mordia a saia dela, depois de lutar contra o esfíncter dela por vários minutos finalmente tinha enfiado metade da pica e devo dizer não sou um cavalo nem nada do tipo não posso me gabar de ter um pau grande mas consola a boa grossura que tem, tenho certeza que assim que essa bunda engolir tudo, essa menininha não vai precisar mais fazer força pra cagar, aos poucos minha pica ia invadindo o reto dela mas não conseguia meter até a base, Natália me dizia que tava doendo muito que por favor tirasse, eu só podia falar pra ela aguentar mais um pouco que já tava quase acabando, nisso ela me surpreendeu com o que saiu, Sr Alberto me empresta seu celular por favor, eu concentrado na enrabada não entendia o que ela tava pedindo e ela repetiu, por favor me empresta o celular, tirei do bolso da calça e passei já desbloqueado e tudo enquanto tentava entrar ainda mais fundo naquele cu, ela começou a discar e quase me deu um infarto quando ouvi ela falando - Oi Cami, Cami pelo amor, tô numa enrascada, tão querendo meter no meu cu e não entra, vê se você me empresta seu lubrificante, tô na reitoria por favor traz pra cá agora, e desligou, eu me desgrudei dela na hora e perguntei se ela era louca, como você pôde fazer isso, vão me prender se descobrirem, ela gesticulando de dor me disse - Sr Alberto por favor se acalma, Cami é minha melhor amiga, ela sabia que eu possivelmente ia estar dando o cu aqui no escritório do senhor, não se preocupa que ela não fala nada, não vê que ela tá na mesma com o professor de física, ele só come ela pelo cu porque ela não quis perder a virgindade e então ele deu um lubrificante exclusivo pra enrabadas, nisso bateram na porta, ajeitamos a roupa os dois e eu abri, era a Camila com um porta-lápis na mão, recebi mas quando ela ia saindo, Natália falou pra ela não ir, que entrasse um momento, Camila Entrei e tranquei a porta na hora, Natalia disse pra Camila. — Certo, amiga, você não vai contar nada do que rola aqui, né? Cami respondeu: — Claro que não, amiga. O que essas duas putinhas em potencial fizeram quase me deu um treco. Natalia pediu pra Camila mostrar como estava a bunda dela depois de ter trepado com o Professor Romero, o professor de física. Camila não hesitou: virou de costas pra gente, levantou a saia com as duas mãos, arqueou as costas e mostrou um par de nádegas carnudas. Porque a Camila era uma moreninha simpática, digamos assim, mas exuberante pra idade dela. Do corpo jovem dela, o que mais se destacava era aquele rabão enorme, uma bucetuda que, imagino, despertou a vontade do professor de física. E como a menina não é nada de boa aluna, o cara com certeza se aproveitou da situação. Camila mostrou o cu escuro, avermelhado e visivelmente aberto. Natalia: — Nossa, amiga, como deixaram esse buraquinho aberto. Camila: — Amiga, e olha que encheram ele antes da primeira aula. Já passou mais de três horas e ainda sinto ele aberto. Natalia chegou perto de mim, me beijou na boca e disse: — Então, Sr. Alberto, é assim que quer deixar a minha bunda? Naquele momento, apareceu o último lampejo de culpa possível. — Melhor a gente parar por aqui, Nati. É o melhor que a gente pode fazer. Pelo Carlitos, não se preocupa, que eu vou dar o dinheiro. Natalia: — Não, Sr. Alberto, trato é trato. Combinamos que o senhor daria o dinheiro pro Carlitos se primeiro me comesse gostoso. Depois o senhor teve a brilhante ideia de dizer que era melhor me comer no cu, e a verdade é que já me deu vontade de estrear ele. Então, por favor, pelo bem de todo mundo, não volte atrás. Olha só: o Carlitos ganha o passeio pra San Andrés, o senhor ganha de estrear minha bunda, e eu também ganho, porque finalmente vou trepar com um coroa experiente. Nisso, Camila interrompeu: — Também ganho. Eu, que tô com a formatura enrolada, mas a gente resolve isso agora. Nisso, a Camila se ajoelha na minha frente, tira minha pica da calça e enfia na boca dela antes que eu pudesse falar que aquele pedaço de carne tinha acabado de sair do cu da melhor amiga dela, coisa que não pareceu importar ela. — Hummm, Sr. Reitor, vejo que já enfiou no cu da Nati. Reconheço o gosto de uma pica depois de sair de dentro de um cu — ela falou enquanto me fazia um boquete de campeonato. As palavras dela me estranharam, mas tudo ficou claro quando a Natalia levantou a saia dela por trás e se ajoelhou atrás, enfiando a cara no meio daquelas nalgas enormes. Que espetáculo mais lindo: uma menina branca, com a bucetinha rosadinha, de família rica e muito bem-educada, lambendo o cu de uma morena não tão bem-nascida, mas tão puta quanto ela. As melhores amigas. (Isso mostra que, pra um sexo bom, não existe nada além de uma pica qualquer com uma buceta ou um cu dispostos a batalhar até cansar.) Depois do boquete que a Camila me deu, ela se levantou e falou pra Natalia que o cu dela tava pronto pra ir primeiro. E quando a Natalia passou o lubrificante pra Camila, ela respondeu: — Fica tranquila, amiga, não vai precisar. Eu já levo no seco mesmo. Além disso, adoro sentir a pica roçando as beiradas do meu cu antes de entrar tudo. Amiga, isso me dá um tesão. A Camila me empurrou até eu sentar numa das cadeiras dos convidados que tenho no escritório, na frente da minha mesa, e ela, sozinha, montou de costas pra mim, encaixou minha pica dentro do cu dela, que não ofereceu resistência nenhuma. Enfiou até o talo, coisa que comemorou com a amiga: — Aii, amiga, foi até o cem! A Natalia, que observava o espetáculo de pertinho enquanto enfiava dois dedinhos na buceta, chegou perto e começou a me beijar na boca. Eu sentia o gosto de cu da Camila nos lábios dela. Que loucura do caralho. Camila começou a cavalgar em mim com mais força enquanto eu, por baixo da blusa escolar dela, brincava com os peitos dela sem nem tirar o sutiã. Eu já tava quase gozando, não aguentava mais, e quando a Natalia percebeu, ela empurrou a amiga e disse que a porra toda tinha que ser pra ela. Então, ela tirou a saia de uma vez, pegou o lubrificante, passou no próprio cu, tanto por dentro quanto por fora, e sentou com as pernas abertas na minha mesa, me convidando pra finalmente meter. Dessa vez não precisei lutar tanto, o esfíncter dela quase não resistiu, e meu pau sumiu no meio daquela bunda macia. Dava pra ver meu pau desaparecendo naquele buraquinho vermelho. Enfiei tudo, e ela, olhando nos meus olhos, disse: — Finalmente eu senti, finalmente eu sinto você tão dentro de mim. Comecei a meter rápido e não levei nem dois minutos quando jorrei uma porrada de porra que tenho certeza que inundou o intestino dela. Era uma sensação incrível ver a cara dela no momento em que meu pau inchava pra soltar a porra, aquela cara de putinha se acabando. Ela abria a boca sem tirar os olhos de mim. Antes do meu pau sair do cu dela, a Camila pegou ele com as mãos e levou direto pra boca pra limpar tudo. Enquanto isso, eu via como tinha ficado o buraco já não mais virgem da Cami: a porra escorria aos poucos, caindo na minha mesa, o que não foi problema porque ela se levantou na hora e lambeu tudo, dizendo: — Não pode perder nem uma gota. Aí eu percebi que ainda não tinha feito elas gozarem. Quando eu ia posicionar a Natalia pra meter na buceta dela, bateram na porta. Não sei onde parei, é como se tivessem me acordado de um sonho. Pedi pra me darem 5 minutos, que eu tava resolvendo um problema sério, enquanto a gente se arrumava e perfumava o escritório, porque o cheiro de sexo tava insuportável. Foi assim que, num dia de trabalho inesperado, acabei comendo duas menores de idade e uma delas, a namorada do meu próprio filho… Continua.
4 comentários - Nati: A Putinha que quer entrar na Família