Volto com a história do Matías. Pra quem acabou de entrar nessa, essa parte começa com um resuminho da história até agora. Espero que curtam, aí vão umas imagens de incentivo ou decoração de como são, mais ou menos, as damas da história.
Se vocês são ansiosos, a "ação" tá no começo e no final, embora também não vão querer perder o que rola no meio. Aproveitem.
Com vocês, Juli:


Com vocês, Moni


Agora sim! Vamos usar a imaginação...Às vezes, mesmo sem querer, as histórias verossímeis viram inverossímeis por mais que a gente tente encontrar uma explicação, é assim que funciona. Com a prima Juli, tudo tinha começado inocentemente — ou nem tanto — com uma massagem curiosa que ela fez na região genital dele durante um jogo (veja a parte 1 para mais contexto). Mas aquele simples contato germinou a semente de uma fantasia que, com raízes fortes, deu frutos suculentos quando ela fez 18 e ele, 30.
Não só tinham transado pra caralho num jogo de prendas, como também com a melhor amiga dela, Candela, formaram o que é vulgarmente conhecido como "suruba" no carro dele. E quando as coisas não podiam melhorar, ele viu a fonte do seu desejo, Juli, trocar de casal e montar no pauzão do irmão dele, Santino, envolvido por acaso, enquanto ele saboreava a Candela numa noite que nem uma pancada forte na cabeça apagaria da memória.
As coisas seguiram nessa rota pornô por semanas, e o casal premiado de primos, Matías e Julieta, já estava ficando sem jogos de tabuleiro.
Naquela noite de verão, eles testaram um inédito. O T.E.X., um jogo com um mapa gigante e casas no estilo do jogo da velha, com desafios sexuais e perguntas de acordo com o país onde caíam.
Juli caiu numa das cinco casas correspondentes à "França" — isso só podia significar uma coisa.
— Diz: "Casa de pontuação, de 5, 10 ou 15 pontos... Amarelo, laranja ou vermelho, até onde enfia na boca?"
O desenho não podia ser mais claro. Matías colocou três elásticos no pau, igual ao desenho da carta: o vermelho na base, o laranja no meio e o amarelo a um quarto.
— Então, Juli, quando quiser... — Com os elásticos coloridos no lugar, o desafio estava posto. Ela estava presa num tour pela Europa e faltavam poucos pontos para vencer.
— Você sabe para que as francesas são boas.
— Preciso deixar crescer os Bode ou a selva lá embaixo? Vale destacar que ela estava mais autêntica do que nunca, com seus óculos enormes de sempre, o cabelo loiro liso natural, aquela roupinha inocente de menina grande que costumava usar, e tudo no lugar. Ela adorava despir ela e vestir de acordo com o que o desafio mandava, ou fazer isso com a roupa que tanto marcava a prima dela. Ele (uma descrição necessária caso as damas estejam lendo) estava quebrando aos poucos as barreiras do homem "normal", com um físico moderado graças à academia e às peladas de futebol 5, estava mais moderno que a versão anterior, tudo para agradar ela... que descia para agradar ele. - Você não vai ter dificuldade, desde o primeiro dia você engoliu inteira. Era verdade. Os lábios da prima dele abraçaram a glande vermelha e pulsante para, dali, descer devagar e molhado, sem escalas, até a base, onde ela fechou os olhinhos e segurou o pau o máximo que pôde. Com a língua habilidosa, ela pressionava o tronco, até que fez algo novo. A língua dela encontrou uma brecha e saiu da boca, entre os dentes e o pau, para acariciar de leve o espaço entre as bolas e o tronco. Era excitante ver ela se esforçando tanto para agradar o primo mais velho. Depois de um tempo, Matías contou trinta segundos, e a boca começou a subir como um elevador enquanto ela cravava um olhar de amor. - 30 pontos fáceis. Tô perto de um novo troféu. - E tirou os três elásticos da boca, que tinha tirado na degustação de pau. - Agora é a minha vez... Matías jogou o dado. - Olha, aqui diz: "Nos EUA, faça honra ao FBI, faça perguntas difíceis como se ela fosse iraniana". - Os iranianos levam muitas perguntas? - Claro, boba, depois do 11 de setembro os controles e preconceitos... para, não vamos nos desviar. - Pensando nas perguntas, guardando a cobra no pacote, que naquele momento estava apertado como sunga de toureiro. - Tenho minhas perguntas. Você faria com uma mulher? - Hummm - Fazendo-se de indecisa. - Isso não é resposta. Passando a mão no queixo dela com carinho. Ela retribuiu o gesto com mais força.
— Sim, eu faria. Depois daquela parada com o carro, acho que encaro qualquer situação. — Cada resposta afirmativa somava um ponto pro interrogador. As negativas, pro entrevistado.
— Você fez de novo alguma coisa "indecente" com seu irmão mais novo?
— Sim, hoje de manhã dei outro boquete nele antes de ele ir pra escola... bom, já respondi. Nem se arrisca com as perguntas, vai logo.
Matías não era muito bom em perguntar, às vezes a mente dele travava, e não era pra menos. Juli estava uma gostosa, com uma minissaia de couro vinho, uma camiseta preta justa com uma estampa jovem que deixava à mostra um piercing novo lindo no umbigo. Ele já tinha levantado aquela camiseta três vezes no jogo pra saborear aqueles peitos naturais, que, no ritmo dela, ainda estavam em fase de crescimento.
E olha que nem vou falar da minissaia e das pernas dela com meias longas de criança. A calcinha ela tinha perdido fazia tempo, porque numa das peças ele molhou ela com aquela clássica dedada.
— Beleza, minha última pergunta é: você tá procurando namorado ou um relacionamento sério?
Ela ficou meio sem graça com uma pergunta normal sobre a intimidade dela e, depois de pensar, balançou a cabeça negando.
— Eu também não, amor. Sacou por quê? — Aproximando-se, porque primo chega junto da prima, como diz o ditado.
— Porque não se compara ao incesto?
— Exato... — Passando as mãos grandes e fortes pelas pernas dela, rumo ao meio...
— Matías, a gente nunca termina um jogo, sempre corta pra ir pro que interessa, mas dessa vez eu queria terminar. E se no final tiver o melhor?
Era verdade. Sempre na metade ou nos três quartos começavam a se pegar feito coelhos no pasto. Pra Matías, o jogo era o gatilho, a desculpa, a ferramenta que "ajudava" (como se ele precisasse de ajuda pra comer a prima querida. Ele comeria ela até no escuro) a chegar no que importava, o ato em si. Como ela era a convidada na casa departamento, foi na onda dela.
- É minha vez de novo - Jogou os dados. - Continuo na Europa, espero não cair na Rússia de novo. Beleza! Caí na Itália "Lar da boa comida, na Itália uma massa não é nada sem um bom molho". Olha o desenho.
- Que loucura, bom, escolhi uma comida da geladeira que já tô pronto, embora não tenha muita coisa. - Descobrindo o pau mais uma vez. A prima também adorava descobrir e cobrir a buceta do parceiro.
Juli voltou com uma torrada Bimbo.
- Aqui vai dar pra passar bem. Tá pronto, primo?
- Fala pouco, me ajuda um pouquinho...
A aposta era comer algo que tivesse esperma, assim ela ganharia 20 pontos, deixando ela quase com a vitória. Ela levantou a camiseta pro homem se inclinar e chupar um dos peitinhos dela, que, como de costume, ele adorava mamar nos bicos fazendo barulho.
- Os vizinhos vão te ouvir, Mati... caralho, como eu queria ter eles maiores.
- Cala a boca, eles são lindos assim, não faz loucura, nem perfura eles. - Com a mão livre, apertou como se fosse um saco de confeitar pra devorar aquele bico com devoção. Tinha como lema chupar cada parte do corpo dela como se fosse a primeira vez, e funcionava. O pau dele tava enchendo pra valer.
- Não gasta tudo não, que a gente tem que continuar, hein.
- Beleza, já tô pronto, agora.
Ela colocou a fatia de pão na linha de tiro na frente da glande pra receber todo o jato sem desperdiçar uma gota. O esperma encharcou a comida deixando uma mancha branca e grumosa no meio que lembrava condicionador de cabelo.
- Tá pronta?
Julieta sorriu, sem dúvida ela via aquilo muito carregado, e não era do tipo que curtia muito o gosto de porra, mas não ia chegar até ali sem fazer isso... e comeu tudo.
- Devo admitir que cada vez aguento mais... não é tão ruim se misturar com comida.
O jogo continuou, sentando de novo. Era incrível como antes, quando recém se iniciavam naqueles jogos incestuosos, Matías implorava pra Juli fazer certas peças ou querer jogar alguns jogos, e agora, com muito mais experiência, sabia que não tinha quase nada que ela não faria.
- Agora é minha vez. - Depois de jogar o dado, caiu numa área costeira da Flórida. "Mergulho com equipamento qualquer um faz, mas fazer sem respirador, isso sim é um teste"
Matías passou o cartão pra ela ver o desenho ilustrativo enquanto o homem colocava a cabeça no sofá, pronto pra mergulhar fundo. Ganharia tantos pontos quantos segundos aguentasse.
- Quero que você sente, tem que cobrir bem minha boca e tampar meu nariz. Senta sem medo, como se fosse fazer xixi.
- Já sei, primo. - Tirando a saia, ficando excitante sem nada por baixo, e tudo por cima - Finalmente é minha vez de te dar algo meu... aí vai.
Sentir os lábios da buceta cobrindo sua boca era a glória em pessoa. Matías fechou os olhos e se concentrou em massagear com a língua a buceta molhada e macia. Juli passou por várias fases, de peluda, a depilada, e agora, um meio-termo, tinha pelos pubianos sobre o clitóris em forma de triângulo, e ele sentia no nariz e adorava.
- Mmm primo, cada vez você chupa melhor... ahmmm ahmmm ahmmmm... - Ela gemia como se fosse a primeira vez que ele chupava ela.
Não deixou um milímetro sem provar, passando por cada ingrediente daquela iguaria que as fécuties tinham entre as pernas e lambuzava cada poro do rosto dele com um cheiro que, apesar de estar tapando o nariz, parecia o perfume mais perfeito. Naquele dia, ele se sentia faminto de gozo, e não demorou pra ter uma generosa provada dos seus sucos, com os quais enxaguou a boca pra se encher daquele sabor e cheiro...
- Olha, te mostro o gozo como você me mostra a porra na sua boca - E mostrou a mistura de fluidos antes de engolir.
- Beleza primo, não sei quanto você tá, mas 40 pontos estariam bons, né? Mesmo assim, tô ganhando, caíram peças que dão muito ponto, pra você só merda. perguntas.
- O que você quiser. - Disse de baixo, se lambendo. - Faz mais um gozo e chega nos 200, aí a gente vê o que sai.
Os dados dançaram na madeira da mesa pela enésima vez, mostrando um caminho longo de doze casas, passando da Europa para a indomável Turquia.
- "O Islã e suas leis proíbem várias coisas, mas tem alternativas pra chegar casta no casamento" - Cê é sortudo, filho da puta, hein... - E jogou a carta com falsa raiva.
- Olha o lado bom, você ganha, eu ganho, todo mundo ganha. Vou lubrificar com cuspe ou óleo?
- É a terceira vez que a gente faz... na primeira foi com cuspe, na segunda, você despejou meia garrafa de óleo...
- É? E agora? - Colocando ela contra a mesa, abrindo as pernas dela enquanto esfregava o pau na racha. Ela tinha uma bunda bem branquinha e pequena, bem de novinha, daquelas que têm um sulco vermelho e um buraquinho bem contrastante, cinza e enrugado mas com o centro rosado igual à buceta dela. Ele tinha comido aquele cu incontáveis vezes, era a obsessão dele, mas dessa vez, ia beijá-lo com o pau dele por dentro.
- Lembra daquelas fodas que você deu no carro? Quero que seja igual à que você deu na Cande. A seco, do jeito que você tá.
- Te aviso que doeu até em mim.
- Como quiser, mas eu topo - Virando o rosto desafiador. - E você?
- O que você quiser, meu amor, vamos fazer bem a seco. - Pegou um guardanapo e passou na bunda dela pra não ficar nem uma gota de suor, e depois no pau dele, pra tirar a saliva doce que ainda o envolvia. - Sabia que a atriz Belladonna gosta de anal a seco?
- Ontem à noite não consegui dormir por não saber disso. Vai, fode minha bunda.
- Beleza, não fica brava, lá vou eu.
Se ela queria a seco, ia ter a seco. O normal era abrir as nádegas pra clarear o caminho, mas, indo totalmente ao contrário, Matías apertou as nádegas dela e, devagar, foi abrindo caminho entre elas até sentir o nózinho de carne apertado. Doía, mas a excitação foi um impulso mais forte, e contra todas as expectativas, ele deu uma estocada e a glande entrou.
- Nossa, é como se você estivesse enfiando o… anel pra dentro, que apertado…
- Você gosta? Já me deixou louco.
Matías afastava e aproximava ela, dando empurrões que enfiavam a cabeça pra dentro, depois tirava devagar pra sentir o cu se soltar da glande, e repetia o esquema, até que na quinta ida e volta, ele se propôs a ir o mais fundo que pudesse, e pra sua surpresa, chegou bem profundo, sentindo a cavidade se abrir centímetro por centímetro com a glande espremida.
- Uuufff, que apertadinho que dá pra sentir, é fantástico. O que você acha?
- Eu e minhas ideias, a puta mãe! - Juli estava com os olhos marejados, sem chorar ainda, mas era certo que quando ele começasse a foder aquele cu, assim que enfiasse de quinta, ela sentiria de verdade.
Cada vez que ele acelerava, parecia que tudo lá dentro era uma mão áspera segurando o pau, dificultando os movimentos, mas com persistência, ele insistiu até que os movimentos ficaram fluidos e as nádegas encostaram nas coxas dele, o que significava que o anel de carne tinha chegado na base do tronco.
- Entrou toda, agora vou… aguenta, gostosa.
Ela não disse nada, com as mãos agarradas em cada lado da mesa, parecia morder a língua a cada bombeada daquele aríete de carne entrando pela retaguarda, separando as paredes internas cada vez mais, aumentando a temperatura com o atrito, todas sensações que tornavam aquela rodada de sexo anal única.
- Que apertadinha que você tá, prima, parece que tô te arrombando pela primeira vez.
- Anngh Anngh Anngh… - Ela gemia como nunca, o cu apertava mais e mais. As mãos dele não paravam de apertar as nádegas dela em direção ao centro, pra sentir em cada milímetro do pau a buceta apertada que ele enfiava com frenesi.
- Não vai falar nada?
- Na… próxima vez, vai ser sempre com óleo. Nnnghaaaa… - os gemidos dela eram cada vez mais raros.- Você é um filho da puta, ganhei eu, mas no final acabo arrombando minha bunda de novo…
- Vou compensar você… não se preocupa.
Continuou bombando a bunda dela com ritmo e convicção, fazendo as coxas dela baterem como um tambor. Tinha as bolas doloridas de tanto apertá-las e batê-las como um saco de boxe contra a buceta molhada dela. Era incrível a evolução sexual dela, Juli já nem precisava tocar a própria boceta pra ficar excitada, só de sentir a linguiça do primo abrindo caminho no cu dela já era estímulo suficiente.
A bunda dela também tava cada vez melhor. Como nas outras vezes, engolia a piroca como um aspirador quando conseguia aguentar a dor, e os grunhidos guturais de estuprada mudaram pras exclamações clássicas de puta do redtube.
- Ahha… ahhha… ahhha… mais… Sim, mais, mais… Arromba minha bunda de novo, arromba tudo…
- Como você gosta de levar no cu, hein priminha? – Disse ele se jogando contra as costas dela, sussurrando coisas sujas no ouvido. – Acho que você já se acostumou, tá mais molinho, mais gostoso… Cê gosta que eu mexa sua tripinha, não gosta, prima?
- Vai… goza… enche minha barriguinha de leite… ahhha ahhha, enche meu cu de porra.
Como sempre, os desejos dela eram ordens. Ele não demorou a se concentrar e, depois de sentir o pau carregar umas sete vezes, na oitava ele baixou as barreiras mentais e abriu os portões pra se embriagar com o prazer estupefaciente de sentir jorrar jatos de sêmen naquele orifício proibido e flagelado.
- Me alcança a câmera… Isso tem que ser filmado. – Entre gemidos de prazer, ela se esticou pra pegar a câmera fotográfica numa prateleira e ligar. Obviamente ela também filmava, foi ela quem começou a gravação.
- Aqui, eu Juli, a Juli inocente, filhinha da mamãe…
- Dá um alô pra sua mãe, que tá nos vendo pela TV.
- Oi mãe! Arrombaram minha rabeta mas tô bem. – Os dois riram. – Aqui com meu primo Matías, estreando uma terceira arrombada de cu… E de piroca? Cê deve ter desgastado ela toda aí, né? Dentro?
- Vamos ver, me passa ela, sinto ela pulsar como se tivesse estourado.
- Sem perder a dureza do pau (tava tão duro que parecia crônico), ele passou a câmera pelo corpo nu da Juli, o sorrisinho safado dela e depois o dele…
- Agora vamos ver como ficou minha nova obra de arte…
Com a lente na posição certa, e gravando, ele eternizou o momento em que a porra do pau se libertava daquela cavidade sufocante e deixava uma caverna vermelha onde antes tinha um anelzinho pequeno e lindo.
- Vamos ver… pisca o olho pra câmera…
E com muito esforço, bem devagar, ele conseguiu fechar de novo, soltando um fiozinho de gozo de dentro, mas no segundo seguinte abriu de novo. A gravação terminou aí e foi direto pro arquivo pessoal, onde ele tinha dezenas de fotos da Juli pelada e vídeos curtos dela. O pau dele ficou dentro tempo demais, pelo visto.
- Que lindo, meu deus, tá tão quente, ferveu… - enfiando um dedinho com cuidado, sentindo bem lá dentro a porra pegajosa.
- É melhor que você consiga fechar de novo.
- Calma. Tenho uma parada especial, comprei da outra vez com o lubrificante anal.
Matías voltou com um creme transparente parecido com álcool em gel. Chamava ANALgésico.
- Arde?
- Acho que não, é refrescante, é pra isso.
E com toda delicadeza, depois de passar na ponta do dedo, começou a espalhar como um pintor por toda a cavidade, devagar e com cuidado.
- É frio, faz cócegas. - a putinha adorando o dedo passando essa geleia analgésica toda na bunda, indo bem fundo, quase até onde a cabeça do pau chegou pra deixar a pasta. Depois soprou lá dentro pra não arder, e passou do calor extremo pro frio. Funcionou na hora. Quando sentiu que tava fresca, terminou passando no cu, deixando tudo besuntado pra caralho.
- Com isso, daqui uma hora você vai estar como nova, é antibacteriano também…
- Devia ter passado da última vez. vez.
- Pensei nisso, mas como você nem reclamou e não ficou nem de longe tão aberta.
Juli começou a beijá-lo, como costumava fazer antes de dormir, e assim foram direto pra cama, pelados, enroscados num abraço de corpo e lábios. Ela por cima, e ele com as mãos cobriu os dois corpos com os lençóis enquanto tirava os óculos dela com cuidado pra deixar na mesinha de cabeceira.
- Não é possível que eu goste tanto de você, prima, que loucura. - Soltando o cabelo dela, pra que caísse como uma cortina toda em cima dele.
- Não tenta entender, só aproveita enquanto dura. - Ela disse enquanto a luz se apagava, e tudo estava pronto pra que, mais uma vez, dividissem a cama. O agarramento pós-sexo era uma experiência linda que as outras parceiras dele não compartilhavam. Ele adorava apertar ela nos braços, se embriagar com o gosto obsceno da saliva dela e o cheiro de fluidos da boca.
- Boa noite, primo, se amanhã eu não conseguir andar, enfio o rolo de massa no teu cu.
O homem riu. Tava tão entregue a ela que, se ela pedisse, até as portas dos fundos seriam abertas pros desejos dela, embora não com o rolo de massa, claro.
Como sempre acontecia com a prima dele na cama, o sono durava pouco. A chata da mãe ligou às seis da manhã pra saber como ela tava. Na escuridão, uma Juli sonolenta atendeu, não sem antes soltar uns palavrões de caminhoneiro.
- O que você quer, mãe?!... Tô bem, sim. Não, não vou voltar de manhã.
Depois de uma pausa em que não deu pra entender o que a Moni dizia.
- Não vou cuidar dele, que o Santino cuide. Sim, tô com alguém. Não, você não conhece. Ah, mãe, isso não é da sua conta.
O interrogatório continuou, e Matías ficou surpreso com a grosseria da prima. Ela não se importou em admitir pra mãe que tava na cama com um homem.
- Me desculpa, primo, ela é um saco…
- Não se preocupa, Juli, mas não precisa preocupar ela à toa. Tem que ser… - Chegando perto do ouvido dela - cautelosos.
- Ela não nos descobriria nem se a gente transasse na cama dela. cama, te juro.
— Confio em você, meu amor, mas qualquer cuidado é pouco nessas situações. Quero que você não saia mais sem ter uma boa desculpa na ponta da língua. Agora você tem que inventar pra ele que tá namorando ou algo assim.
— Para de fazer drama — abraçando-se com toda a preguiça — Já falei que tô me vendo com um cara, nada oficial. Ele não tem motivo pra desconfiar.
A manhã não podia ter sido pior. Ele dormiu demais e às oito saiu cagando de pressa, mal deu tempo de pegar um salgado, deixar 200 pesos pra prima junto com um bilhete carinhoso: “Para com essa dieta besta, compra uns salgados.” E foi pro trampo no jornal local.
Ele fornecia conteúdo pra internet, desde fotos até matérias. Por sorte, não esqueceu a câmera fotográfica como de costume e chegou na hora certa pra sentar na cadeira em frente ao PC. O crime perfeito: podia ser um cara comum de dia e um pervertido incestuoso de noite. Isso era um superpoder? Talvez não, mas se sentia cada vez melhor tendo isso.
Às 14:30, na hora de sair, ele olhou o celular e viu uma mensagem de Mônica, a mãe de Juli:
“Você não passa me pegar no Gym Tártarus de novo? Não tenho crédito no cartão, por favor”
— Me avisa na hora certa, prima, tava indo embora — respondeu, e quando recebeu, disse que já tava a caminho. Já tinha feito isso antes, era uma viagem longa, mas segundo a previsão, tava vindo um temporal, não custava nada ajudar.
Rápido e furioso, movido pela fome, passou pra pegar Mônica naquele gym e teve uma surpresa bem gostosa com a presença dela. Ela tava vestida pra causar, com umas leggings pretas que eram como uma segunda pele, um top que deixava a barriga de fora e a pele brilhando de malhar. Tinha pintado o cabelo de preto, como sempre, adorava experimentar, e não satisfeita, tinha um lado raspado, como se usava.
— Oi, primo, beleza? — e beijou a bochecha dela com força — Me salvou, esqueci que outro dia o Santi usou meu cartão e deixou seco.
— Não te relaxa, não precisa me agradecer por nada. Pra isso que servem os primos. – dando um tapinha na perna dela – Cê vai pra academia pra dar aula? Se não precisa de nada, tá gostosa pra caralho. – elogiou ela, e ela, como sempre, se detonou depois. Sempre se achava gordinha, quando tava no ponto.
– Não fala besteira, quando quiser passa lá no jornal, os babacas que trabalham comigo te colocam na primeira página por qualquer merda.
Não tinha pensado nisso, mas a Mônica tava muito bem. Se a Juli fosse encher as roupas como ela quando se desenvolver, louvada seja a genética, ele ia adorar a mudança. Tinha a carne no lugar certo, e apesar de ter uns oito ou dez anos a mais que ele, a gostosa sabia como fazer parecer o contrário.
– Moni Argento – sempre falava na zoeira – Acho que esqueci a câmera no escritório, vê se tá na mochila de trás.
Ela, obediente, se virou toda e procurou no banco de trás. Ele, sem nenhum pudor, aproveitou o sinal vermelho pra observar bem a bunda dela enquanto procurava. Aquela rabeta marcava a bucetuda dela como o prato delicioso que devia ser, e, além disso, por ter saído da academia, devia estar bem temperada.
– Sim, tá aqui, fica tranquilo.
Ele nem disfarçou o gesto obsceno, a ideia de que podia comer cada prima começava a fazer barulho na cabeça dele. A Juli podia ser única, a primeira, a especial, mas a Moni tinha o dela, seria uma conquista foda na vida dele. Não era só incesto, também tinha o tempero milf.
– Uma vez tive que voltar pra buscar, desde então sempre confiro, sou muito esquecido.
– Você e minha filha são iguais nisso. A menina nem me falou que saiu ontem à noite.
– Passou a noite toda fora? – se fez de desentendido.
– Sim, acredita? – explicou enquanto olhava pela janela – É uma atrevida, tá saindo com um cara, não sei quem. Tá desenfreada.
– É um cara ruim?
– Não sabemos, não acho que seja algo sério. Uma coisa eu sei: nunca vi ela tão feliz. Despreocupada, tranquila… é o que uma boa transa faz, saca.
- O importante é que ela se cuide, se ela se cuida e faz bem pra ela, deixa ela.
E ficou pensando na cara de pau que tinha se tornado, já que sempre se considerou meio tímido e um defensor da verdade. Parece que realizar fantasias sexuais deixava qualquer um corajoso.
- Olha aquele cachorro, é um sharpei! – A exclamação o tirou do devaneio – Amo esses cachorros todos enrugados!
Num semáforo bem congestionado, uma senhora do bairro nobre passeava com aquele exemplar magnífico.
Até Matías, que era mais fã de gatos, admirou o canino até que sua prima teve uma ideia que quase o matou do coração.
- Vou tirar uma foto dele… – Virou pra pegar a câmera e começou a fotografar enquanto dava.
- Desculpa, mas o sinal tá verde, vamos nessa. – E acelerou enquanto a senhora acenava, percebendo que o cachorro dela estava sendo fotografado.
- Que fofura, pena que custam uma fortuna, adoro. Deixa eu ver como ficou… – E começou a revisar.
De repente, como naqueles programas americanos de acidentes, “aconteceu o desastre”, Matías ouviu um diálogo recente que confirmava seu maior medo.
A segunda coisa não acontecia, parecia que a mulher estava processando a imagem crua da filha sendo sodomizada incestuosamente, se é que uma mãe consegue processar isso.
- Tudo foi feito com o consentimento dela. Tem coisas que a gente não escolhe, e as fantasias são uma delas.
Mônica cravou o olhar de hiena nele, ele tinha ousado se defender antes de levar um ataque, tinha sorte se não tentasse castrá-lo ali mesmo enquanto ele estava no volante, por isso, decidiu parar numa praça que não sabia onde era.
- Desde quando isso acontece... essa merda? A verdade. - Apontando o dedo no peito dele. O homem engoliu o orgulho e tentou parecer a mosca mais morta do bairro.
- Ela veio me visitar pouco depois que estreiei o apartamento. Depois disso... de vez em quando.
- De quanto em quanto tempo exatamente?
- Uma semana. Mais ou menos. Olha, Mônica, acredita em mim, nós dois nos deixamos levar sem...
- Cala a boca um pouco. - Ela ficou em silêncio e o homem soube que se começasse a chorar, era pior que uma surra, ataque, insulto, ou qualquer outra reação. Se sentir um filho da puta pedófilo degenerado era pouco, a voz da razão gritava "te falei, otário". Qualquer explicação era inútil quando ele sabia que se defender era defender o indefensável.
- Você esperou ela fazer 18 pelo menos?
- Sim, embora não estivesse nos meus planos fazer isso aos 18, 19 ou nunca. É difícil de explicar, ainda mais sabendo que no mínimo, mereço uma martelada no saco, mas não é algo que se planeja ou se faz por maldade. Te juro, não foi maldade contra você, nem nada...
- Então o que moveu vocês? O que você achou que eu sentiria ao descobrir? Parece que estão tirando sarro de mim no vídeo.
- Não é o tipo de coisa que você pensa no pior, e aquele cumprimentozinho foi uma brincadeira, sem maldade. A gente se deixou levar e esperou o melhor. Por viu, é mais que impossível. Posso te jurar não fazer de novo, se é que adianta alguma coisa, se você quer se vingar, sinceramente… — E com o tom mais submisso que encontrou na garganta, finalmente pigarreou — Eu mereço o pior.
O silêncio mais constrangedor da história dos silêncios se instalou. Ela devia estar pensando com qual dos facas cegas ia arrancar as bolas dele pela raiz, como quem arranca um mato danado do jardim.
— Me responde uma coisa: por que vocês curtem tanto? — Será que ela estava assimilando as coisas tão bem assim? O homem pensou que ia levar uma porrada violenta, mas, se pudesse dar bons argumentos, talvez doesse menos. Embora uma parte dele quisesse que o golpe doesse de verdade.
— Não tem resposta se você não sente, Mônica. Por que existe gente que quer comer um cachorro? Por que filhos da puta se excitam com menininhas? Por que existe necrofilia? Se soubesse o porquê, dava pra evitar. Só posso te afirmar, com o coração nas suas mãos, que não foi nem de longe um estupro, nem algo planejado. A gente se esquentou do mesmo jeito no mesmo momento no mesmo lugar.
— Arranca, me leva pra casa. Preciso pensar.
Sem dizer mais uma palavra, ele arrancou e começou a viagem, a viagem mais longa da história dele. Aquele trajeto na periferia parecia que ia pro interior, o clima no ar era denso como cimento, mas pelo menos ele foi esperto o bastante pra não abrir mais a bocona. Já tinha jogado as cartas dele, faltava ela terminar a última mão.
Quando chegaram, no mesmo ponto onde semanas atrás ele teve a melhor experiência da vida, estava prestes a ter a pior. Era o fim da linha. Ela tinha que dar o veredito.
— Tenho uma balança onde tô pesando todas as possibilidades: cortar suas bolas, te denunciar com esse vídeo de prova, expulsar minha filha de casa, todas as possibilidades. Sabe o quê?
— Você decide o que quer que aconteça. Sem mais segredos, Mônica.
— Sou uma espectadora acidental, não Não toquei em nenhum pinto nessa história toda, descobri algo que não devia ter descoberto, uma verdade insuportável, puxei o tapete errado. Minha menina já não é mais uma menina, e em toda família tem demônios. Que surpresa, que nessa aqui seja você, que sempre foi o mais santo.
- E então?
- Já encaixei cada uma das suas escapadas com ela no tempo, e o que te salva é que minha filha mudou pra melhor, eu percebi a mudança, uma mãe percebe, mas nunca pensei que tinha sido por causa disso. Mas se você não quiser que eu vire o mundo de cabeça pra baixo com isso, nem considere as outras opções mais caóticas, vai ter que me fazer uns favores bem grandes.
- Não faria pela ameaça, faria pra você se sentir melhor depois de um baque desses.
Pedir desculpa seria desrespeitar você, o que eu quero é assumir a responsabilidade.
Estranhamente, a prima dela esboçou um sorriso discreto.
- O que eu não consigo entender é por que todo esse tempo você se esquentou com ela e não comigo. - Levando as mãos ao rosto - Acho que tô com muito ciúme.
- Bom, se você quer sinceridade absoluta... isso não é totalmente verdade. Com a Juli tem algo especial, além de compartilharmos o mesmo gosto, digamos que antes de acontecer, teve uns indícios de "algo". Pra ser franco, ela me apalpou.
- Então você se esquentou comigo sim? - A mulher o deixava confuso com essas mudanças de humor, agora sorria pra ele, como se tudo o que veio antes tivesse sido bom.
- O que posso te dizer, Moni? A fantasia com uma prima sempre tive, pra você fiz um monte de dedicatórias na minha adolescência, mas... quem veio no meu apartamento quando tudo aconteceu foi a Juli. E como com ela eu tenho a idade a favor, você sabe que as meninas gostam dos caras um pouco mais velhos.
Se existisse um manual pra entender as mulheres, Matías teria rezado pra encontrar um. Mônica parecia mais calma e colocou a mão no ombro dele, acariciando.
- É uma pena que com a Juli você tenha expressado bem o que sentia primeiro e comigo não. Não sei se você me ouviu, sou uma espectadora acidental, e não toco em nenhum pinto nisso…
- Não tô te seguindo.
- Se ela tentava seduzir ele pra cravar um alicate na jugular, não precisava, ele já tava rendido desde que ouviu a voz dela reproduzida na câmera.
- Vou te deixar claro… só se você me der um espacinho, vou deixar vocês em paz… Sabe por que vou vestida assim pra academia? Acredita que os babacas que vão lá são um mais cagão que o outro?
De repente, uma chuva de verão torrencial começou a cair no carro, mas quando ele virou pra olhar a janela, o banco dela baixou e a Mônica tava em cima dele, com os peitões enormes colados no dele.
- Não entendo nada, prima, e o que acho que tô entendendo me assusta.
- Como caralhos você arrumou umas namoradas tão gostosas e realizou sua fantasia sendo tão burro? Quero que me meta no seu “clube”, idiota, tô afim de “algo” bem pesado.
Será que toda vez que ela pedia pra ele levar ela da academia pra casa, na real tava mandando outro recado? De qualquer forma, não demorou pro cérebro dele ligar os pontos e ele começar a beijar os lábios dela, num abraço inesperado.
Nada naquela tarde, nem um sinal, deixou ele prever um desfecho desses. Ele se achava morto, depois com chance de pelo menos salvar a pele, e agora, na maior glória. Que mulherão essa Moni, que compassiva e mente aberta, agora beijando ele como uma possessa, enrolando a língua como se fosse mais uma amante. E ele não ficava atrás, chupando bem os lábios dela, sugando a língua a cada roçada.
A boca dela era uma delícia, a safada sabia chupar, sorvendo bem os lábios e a língua do cara. Depois, como dois pombinhos jovens, deram uns beijinhos enquanto ele se perguntava: até onde ela era capaz de ir? A resposta veio rápido, naquele dia não ia ter porra de freio.
- Já tá com o pau duro, primo? Só com uns beijinhos? - Pegando a cabeça dela pra dar outro beijo, enquanto a mão habilidosa da mulher acariciava as bolas dele por fora da cueca. O pau dele achava que era uma perna, enfiando pela calça.
- Isso é tão estranho, excitante, mas estranho.
- Vamos pro apartamento, primo, quero pagar minha mensalidade do clube.
- Você tá sozinha?
- Tô, o Santino não tá nessa hora, vem.
Ver ela assim já era um infarto vivo, mas molhada da chuva era um tiro na cabeça… nas duas cabeças. O elevador foi o próximo cenário, onde se abraçaram bem molhados e se encharcaram a boca com beijos úmidos bem sonoros. Se alguém tivesse entrado, não ia parar eles.
Sem saber se entravam no apartamento certo, enroscados feito cobras, grudados na boca, depois de ouvir um tilintar de chaves, se viram na sala da casa da Mônica.
- Vamos ver o corpo do delito.
Ajoelhando no meio da sala acarpetada, puxou a calça dele de uma vez e, depois de uma leve punheta em que sentiu a dureza do pau, começou a engolir ele que nem uma desesperada. Desde o primeiro segundo, soube que ela tinha experiência em boquetes. Enfiava a cabeça o mais fundo que a anatomia permitia, chegando com maior facilidade com os lábios na base do tronco duro.
Percebeu que o pau dele não tava muito higiênico. Tinha ido numa Booty na noite anterior e, sem tempo de tomar banho de manhã, foi assim pro trabalho. Mônica degustava, sem saber, uma arma bacteriológica. Ou talvez soubesse, afinal, tinha visto o vídeo, sabia que aquela cobra de um olho tinha olhado a barriga da filha dela por dentro.
Matías fechou os olhos, colocou as mãos nos cabelos pretos dela e fez ela rebolar a cabeça que nem uma deusa, extasiado de prazer ao sentir aquela língua roçando a parte de baixo do falo e a cabeça do pau percorrendo desde a ponta da língua até além dela. O som do boquete era aquela ânsia repetida que se ouve de qualquer atriz pornô.
E falando em atrizes pornô, ele descobriu os peitos dela pra admirar a perfeição áurea. Marcaram um antes e um depois da realidade. fantasia na vida dela. Até aquele ponto, sabia que tudo era real. Depois de ver aqueles peitos, soube que devia estar em coma numa sala de emergência, lobotomizado no hospício, ou sob efeito de uma dose quase letal de droga em algum beco.
- Que par, pelo amor de Deus, os melhores que já vi na vida. Agora sei que tô sonhando.
Mônica tirou o falo brilhante do fundo da garganta pra dar um olhar lascivo seguido de um sorrisinho.
- Quer ver pra que serve um bom par de peitos? - E se posicionando no sofá, de frente pra ele, colocou o falo entre os montes de carne pra envolvê-lo por completo, deixando a cabeça molhada de fora. - Inclina contra mim, assim... muito bem, esfrega ele bem contra meus peitos, essa pica suja de cu vou limpar com uns tetazos.
O ato conhecido como "Boobs fuck" não podia ser mais prazeroso quando o pau tava bem lubrificado. Em outras oportunidades, tinha feito com ex-parceiras, mas elas não tinham o cuidado de molhar bem pra não sentir a pele áspera contra a glande. Mônica sabia disso, pelo visto, já que não parava de cuspir nos próprios peitos pra deleite do homem, que esfregava a pica contra os peitos cada vez mais rápido.
- Daqui a alguns anos, quando os da minha filha crescerem, você vai poder receber uma Boobs fuck dela...
- Sei não, por enquanto, tô aproveitando esses... talvez não cresçam tanto... e tão redondos, que peitões gostosos. - Ele não ia se cansar de falar isso.
- Tá vendo o que eu quero dizer? Se queria experimentar incesto, podia ter começado com tudo, bobão.
- Não sabia, nem imaginava que era possível. - Explicou, estranhando que o assunto fosse tão falado.
Mônica, por sorte, deixou a conversa de lado e continuou com o boquete, até provou os ovos dele com prazer, chupando eles com aqueles lábios febris que podiam derreter o Perito Moreno em um segundo.
- Cê gosta de sexo sujo, não é, prima?
Ela enfiou ambas as bolas na boca e, com a baba escorrendo do queixo, concordou com ênfase. Depois disso, tudo... Foi ladeira acima. Como uma tradição familiar doentia, compartilharam todos os gostos se beijando num terceiro beijo cada vez mais intenso.
- Tenho que retribuir o gesto, é meu costume.
E se atirou faminto naqueles peitos pra chupar e mamar como um guerrilheiro nigeriano. Chupou aqueles mamilos grandes e marrons até a imaginação fazer ele acreditar que a boca tava cheia de porra cremosa.
- Cê tá com fome, primo? Será que a filha ingrata não te deu de comer? - E a mulher, feito uma dominatrix, agarrou ele pelos cabelos com força e prendeu ele entre as pernas. Esfregou a calça legging molhada bem na boca dele, parecido com o teste da Juli no jogo do dia anterior.
- Gostou do cheiro, primo? Comeria uma buceta assim?
Matías não gostava de tanta conversa na hora da ação. Sem responder, deixou a legging encharcada de saliva e puxou pra baixo pra ver a calcinha dela. Era um verdadeiro deleite pros olhos, a glande vermelha e inchada dele parecia querer se soltar e voar igual bala naquela periquita depilada de menina, mal coberta por uma fio dental transparente pelo suco da excitação.
Aberta de pernas, totalmente entregue, esfregou o rosto inteiro dela contra a calcinha cheia de lubrificação até não aguentar mais, puxou a fio dental e chupou a buceta. O cunnilingus era uma das especialidades dele, e os gemidos da Moni provavam isso.
Assim que focou no clitóris sugando como se fosse um mamilo em miniatura, fez ela ver estrelas entre gemidos que ecoavam por todos os andares. Ele adorava bucetas bem salgadas e molhadas. Passou a língua em cada lábio e fresta, sempre abocanhando a vulva inteira a cada poucos segundos, sugando tudo. Depois colou bem o nariz no clitóris e enfiou a língua o mais fundo que pôde na buceta, fazendo círculos que o encharcaram de prazer.
Mônica mudou de posição, passando por cima do homem, montando na cara dele, enfiando a cabeça contra o sofá até sentir a boca encher de mais fluxo, tanto que escorreu pelos dois lados da boca dela.
- Não aguento mais, quero furar minha barriga de pica...
Em menos de dois segundos, já estava em cima dele, de costas, com as pernas sobre os joelhos dele, se apoiando com uma mão no sofá e com a outra colocando o pau na buceta. Assim que entrou, começou a subir e descer como uma profissional, se estimulando o clitóris com a mão. Ele viu que ela tinha uma tatuagem tribal em cima da racha do cu, onde terminava as costas, esse detalhe deixou ele louco.
Tirando alguns episódios passados com as ex, Belén e Carla, era o mais perto de uma experiência de filme pornô profissional que ele já tinha vivido. Sim, claro, a foda no carro com a Candela e a Juli, com anal nas duas incluído, era o dia mais memorável dele, sem desmerecer, mas tecnicamente falando tinha sido uma experiência muito visceral, selvagem, quase desesperada, enquanto naquele sofá com a Moni, ele se sentia no auge da habilidade com uma mulher tão experiente quanto ele. Tecnicamente, ele soube que se quisesse ser ator pornô, não faltariam muitas qualidades pra isso.
Quando passaram mais de quinze minutos entre trocas de posição sem diminuir a quarta velocidade, ele soube que aguentar já não era um problema, e isso deu muita confiança. Tanta que conseguiu enfiar dois dedos na buceta sem parar de penetrar ela, pra sentir o pau fervendo e oleado esticar aquela vulva que dava pra ver que fazia tempo que não era esticada por dentro.
- Você gosta que eu enfie os dedos assim, puta? Nem uma rola te satisfaz?
- Mmm mmm sim, sim, sim mmmm mmm ahhh mmmm. Mexe mais esses dedos, me abre bem - gemeu igual uma freira violentada, as mãos do homem passaram a massagear e apertar aqueles peitos por trás, abraçando ela, colando as costas dela no peito dele.
Embriagado pelo sabor da buceta dela e o cheiro do suor misturado com os outros fluidos, começou a bombar ela com força, dando-lhe de caderadas nas suas nádegas, fazendo aquele som clássico de chapinhar. Os dois curtiam sexo sujo. Sentindo o pau como um chifre, carregou a pistola várias vezes sem parar, sabendo que o momento tava chegando.
- Arrebenta eu, vai, vai, vai mmmm sim, sim, sim…- Ele bombou até o limite, sentindo as gotinhas de gozo escorrendo pelas bolas - Vamos gozar? Vai… sim, sim… mmm
Matías virou rápido pra apoiar ela com todo o peso, e sem dizer uma palavra, gemeu igual um bezerro até os gemidos dos dois se misturarem como os próprios fluidos internos, descarregando a porra crua no útero dela, sentindo a cavidade encher em toda a glória, até respingar umas gotas pra fora. Com Juli ele nunca tinha comido tão forte, como se quisesse mandar a porra direto pro estômago, mas com Moni, era como se não tivesse barreira, e na gozada final enfiou tudo com o peso do corpo.
- Mmm que gozada gostosa… espera, não tira… - E ela não sei de onde, mas pegou um telefone, talvez da mesa ou da legging jogada de lado. - Quero registrar isso também…
- É perigoso, prima.
- Quem você tem medo que descubra? Eu? Vai. Tô filmando… assim que se arrebenta uma boa buceta…- E devagar, o pau foi saindo e como se fosse uma rolha de garrafa, ao destapar deixou cair uns grumos de porra grossa.
- Deus, isso sim é porra…- E se beijaram de novo, esfregando a pica molhada na barriga dela. Durante o beijo longo, a câmera ficou habilmente segurada de lado, captando tudo de perfil.
- Esse vídeo tem destinatário, prima?
- Um certo infeliz que me fez muito mal. Espero que você não se importe.
- Depois disso, nada na vida pode me importar. Bem-vinda ao clube do incesto– Deitando de lado, quando decidiram dar uma pausa nisso tudo. - Como você quer que isso continue?
Você sabe que a mente de um homem não descansa, que vou pensar numa segunda vez de agora em diante.
- Vai a seguir como deve seguir. Do menor, ao maior.
– Disse se aproximando, dando um beijinho. E assim como estava, se levantou e foi pra cozinha pegar duas latas de cerveja, sem nem cobrir os peitos com o top que ficou todo dobrado debaixo dos melões.
– Só espero que você não brinque com o coração da Julieta. Não confunda ela com promessas bestas nem nada, e muito menos esconda isso dela. Conta a verdade.
– Acredite, ela tem mais consciência do que eu. Aliás, acho que o iludido sou eu.
Ele se deliciou vendo aquela bunda se mexendo ao caminhar, linda, espetacular, e com uma visão ainda mais da buceta quando ela se inclinou pra pegar as latas na geladeira.
– O natural é que isso continue. Não faz mal a ninguém, e é tão gostoso, tenho que admitir. É contraditório, mas fazer isso com alguém da família e de confiança como você parece mais seguro – e jogou uma lata pra ele.
– São os benefícios do clube, tudo fica entre nós.
– Já sei qual é o nosso próximo destino.
– Do que você tá falando?
– Tá chegando o fim de ano, bobão. Não lembra do que a gente conversou da última vez no aniversário da Julieta? Vamos todos pra casa do Román. Ele dá a casa.
– Ah, é. Fim de ano com toda a família. Vamos pra Misiones? Onde moram todos os nossos primos?
– Exato. O Román, as duas irmãs dele, e a gente passa pelo primo Agustín e sua irmã na capital, de quebra. Já tá tudo arrumado, como você disse que não podia ir por causa do trabalho, não falei mais nada, mas agora imagino que vai mudar os planos. A Julieta e eu precisamos de um motorista de confiança, e além disso, quem sabe a gente não inventa algo interessante pra fazer no fim de ano, além de contar os minutos no Crônica e comer feito uns famintos…
– Claro que sim – A mente dele já se lambuzava com a imagem da Julieta e da Moni mimando ele ao mesmo tempo, como a boca se delicia com um bom chocolate – Bom, é preciso se preparar, vai ser uma loucura isso – imaginando na cabeça doida todo tipo de situação envolvendo a viagem, a Moni, a Juli, ele claro, e alguém que, pelo visto, a Moni tinha esquecido.
- Me contam do jeito que for, mas você esquece de alguém, Moni Argento. No carro, vão vocês duas e o Santino.
- Ele vai passar as festas com os amigos, me disse. Não se dá tão bem em família, é melhor ele não saber disso.
De repente, como uma sombra, o próprio Santino apareceu feito o diabo vindo dos quartos, olhou pros dois pelados e sorrindo.
- Acho que não. - Disse feito um vencedor. - Aliás, ouvi tudo, sei de tudo, e acho que preciso treinar intensamente até o fim do ano. Parece que também vou mudar meus planos.
Mônica abafou um grito, tentou cobrir os peitos, mas logo levou as mãos à boca, deixando-os à mostra de novo, em pânico. Matías piscou pra ela, porque o atrevido do Santi já vinha com o pau duro balançando em toda sua glória.
- Quero aguentar tanto quanto vocês, primos, vocês são meus ídolos. Quanto tempo você ficou metendo sem parar? 30 minutos sem pausa? Então vou ter que treinar com quem estiver por perto, afinal, somos todos do clube, né?
- Bom, prima, ele estava no clube primeiro, é uma longa história. Você vai ter que passar mais provas de admissão, me parece. - Vestindo a cueca e a calça. Precisava fugir antes que a tarde perfeita voltasse a ser imperfeita... descobrir que a filha era uma foxy incestuosa era uma coisa, mas ainda por cima incluir o filho... não sabia nem queria saber como lidaria com isso.
- Isso já é surreal, nunca pensei que você, Santi...
- Santi tem uma boa história pra contar. Eu recomendo que você não deixe ele assim com o pau de fora, vai pegar um resfriado.
A missão dele ali tinha acabado. Morto de fome, pegou uma empada (de presunto e queijo dessa vez) da geladeira e deixou os dois sozinhos pra fazerem o que quisessem. Tudo tinha limite, fazer a dois com a Moni era acelerar demais as coisas, tinha que guardar melhores jogadas pro futuro. Por enquanto, não queria nada além de ver um filme abraçado na Juli, comer umas Boas pizzas, e brincar de algo proibido com sua prima incestuosa, que desde aquele dia, não era a única sortuda do clube. E o melhor ainda estava por vir.Espero que vocês tenham gostado! A próxima parte tá em andamento, mas não sei quanto tempo vai levar.
Deixo aqui os links das outras partes, caso queiram começar a história do zero. Recomendo.
Brincando com a priminha -http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlBrincando com a priminha IIhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlBrincando com a priminha III -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.html
Se vocês são ansiosos, a "ação" tá no começo e no final, embora também não vão querer perder o que rola no meio. Aproveitem.
Com vocês, Juli:


Com vocês, Moni


Agora sim! Vamos usar a imaginação...Às vezes, mesmo sem querer, as histórias verossímeis viram inverossímeis por mais que a gente tente encontrar uma explicação, é assim que funciona. Com a prima Juli, tudo tinha começado inocentemente — ou nem tanto — com uma massagem curiosa que ela fez na região genital dele durante um jogo (veja a parte 1 para mais contexto). Mas aquele simples contato germinou a semente de uma fantasia que, com raízes fortes, deu frutos suculentos quando ela fez 18 e ele, 30.Não só tinham transado pra caralho num jogo de prendas, como também com a melhor amiga dela, Candela, formaram o que é vulgarmente conhecido como "suruba" no carro dele. E quando as coisas não podiam melhorar, ele viu a fonte do seu desejo, Juli, trocar de casal e montar no pauzão do irmão dele, Santino, envolvido por acaso, enquanto ele saboreava a Candela numa noite que nem uma pancada forte na cabeça apagaria da memória.
As coisas seguiram nessa rota pornô por semanas, e o casal premiado de primos, Matías e Julieta, já estava ficando sem jogos de tabuleiro.
Naquela noite de verão, eles testaram um inédito. O T.E.X., um jogo com um mapa gigante e casas no estilo do jogo da velha, com desafios sexuais e perguntas de acordo com o país onde caíam.
Juli caiu numa das cinco casas correspondentes à "França" — isso só podia significar uma coisa.
— Diz: "Casa de pontuação, de 5, 10 ou 15 pontos... Amarelo, laranja ou vermelho, até onde enfia na boca?"
O desenho não podia ser mais claro. Matías colocou três elásticos no pau, igual ao desenho da carta: o vermelho na base, o laranja no meio e o amarelo a um quarto.
— Então, Juli, quando quiser... — Com os elásticos coloridos no lugar, o desafio estava posto. Ela estava presa num tour pela Europa e faltavam poucos pontos para vencer.
— Você sabe para que as francesas são boas.
— Preciso deixar crescer os Bode ou a selva lá embaixo? Vale destacar que ela estava mais autêntica do que nunca, com seus óculos enormes de sempre, o cabelo loiro liso natural, aquela roupinha inocente de menina grande que costumava usar, e tudo no lugar. Ela adorava despir ela e vestir de acordo com o que o desafio mandava, ou fazer isso com a roupa que tanto marcava a prima dela. Ele (uma descrição necessária caso as damas estejam lendo) estava quebrando aos poucos as barreiras do homem "normal", com um físico moderado graças à academia e às peladas de futebol 5, estava mais moderno que a versão anterior, tudo para agradar ela... que descia para agradar ele. - Você não vai ter dificuldade, desde o primeiro dia você engoliu inteira. Era verdade. Os lábios da prima dele abraçaram a glande vermelha e pulsante para, dali, descer devagar e molhado, sem escalas, até a base, onde ela fechou os olhinhos e segurou o pau o máximo que pôde. Com a língua habilidosa, ela pressionava o tronco, até que fez algo novo. A língua dela encontrou uma brecha e saiu da boca, entre os dentes e o pau, para acariciar de leve o espaço entre as bolas e o tronco. Era excitante ver ela se esforçando tanto para agradar o primo mais velho. Depois de um tempo, Matías contou trinta segundos, e a boca começou a subir como um elevador enquanto ela cravava um olhar de amor. - 30 pontos fáceis. Tô perto de um novo troféu. - E tirou os três elásticos da boca, que tinha tirado na degustação de pau. - Agora é a minha vez... Matías jogou o dado. - Olha, aqui diz: "Nos EUA, faça honra ao FBI, faça perguntas difíceis como se ela fosse iraniana". - Os iranianos levam muitas perguntas? - Claro, boba, depois do 11 de setembro os controles e preconceitos... para, não vamos nos desviar. - Pensando nas perguntas, guardando a cobra no pacote, que naquele momento estava apertado como sunga de toureiro. - Tenho minhas perguntas. Você faria com uma mulher? - Hummm - Fazendo-se de indecisa. - Isso não é resposta. Passando a mão no queixo dela com carinho. Ela retribuiu o gesto com mais força.
— Sim, eu faria. Depois daquela parada com o carro, acho que encaro qualquer situação. — Cada resposta afirmativa somava um ponto pro interrogador. As negativas, pro entrevistado.
— Você fez de novo alguma coisa "indecente" com seu irmão mais novo?
— Sim, hoje de manhã dei outro boquete nele antes de ele ir pra escola... bom, já respondi. Nem se arrisca com as perguntas, vai logo.
Matías não era muito bom em perguntar, às vezes a mente dele travava, e não era pra menos. Juli estava uma gostosa, com uma minissaia de couro vinho, uma camiseta preta justa com uma estampa jovem que deixava à mostra um piercing novo lindo no umbigo. Ele já tinha levantado aquela camiseta três vezes no jogo pra saborear aqueles peitos naturais, que, no ritmo dela, ainda estavam em fase de crescimento.
E olha que nem vou falar da minissaia e das pernas dela com meias longas de criança. A calcinha ela tinha perdido fazia tempo, porque numa das peças ele molhou ela com aquela clássica dedada.
— Beleza, minha última pergunta é: você tá procurando namorado ou um relacionamento sério?
Ela ficou meio sem graça com uma pergunta normal sobre a intimidade dela e, depois de pensar, balançou a cabeça negando.
— Eu também não, amor. Sacou por quê? — Aproximando-se, porque primo chega junto da prima, como diz o ditado.
— Porque não se compara ao incesto?
— Exato... — Passando as mãos grandes e fortes pelas pernas dela, rumo ao meio...
— Matías, a gente nunca termina um jogo, sempre corta pra ir pro que interessa, mas dessa vez eu queria terminar. E se no final tiver o melhor?
Era verdade. Sempre na metade ou nos três quartos começavam a se pegar feito coelhos no pasto. Pra Matías, o jogo era o gatilho, a desculpa, a ferramenta que "ajudava" (como se ele precisasse de ajuda pra comer a prima querida. Ele comeria ela até no escuro) a chegar no que importava, o ato em si. Como ela era a convidada na casa departamento, foi na onda dela.
- É minha vez de novo - Jogou os dados. - Continuo na Europa, espero não cair na Rússia de novo. Beleza! Caí na Itália "Lar da boa comida, na Itália uma massa não é nada sem um bom molho". Olha o desenho.
- Que loucura, bom, escolhi uma comida da geladeira que já tô pronto, embora não tenha muita coisa. - Descobrindo o pau mais uma vez. A prima também adorava descobrir e cobrir a buceta do parceiro.
Juli voltou com uma torrada Bimbo.
- Aqui vai dar pra passar bem. Tá pronto, primo?
- Fala pouco, me ajuda um pouquinho...
A aposta era comer algo que tivesse esperma, assim ela ganharia 20 pontos, deixando ela quase com a vitória. Ela levantou a camiseta pro homem se inclinar e chupar um dos peitinhos dela, que, como de costume, ele adorava mamar nos bicos fazendo barulho.
- Os vizinhos vão te ouvir, Mati... caralho, como eu queria ter eles maiores.
- Cala a boca, eles são lindos assim, não faz loucura, nem perfura eles. - Com a mão livre, apertou como se fosse um saco de confeitar pra devorar aquele bico com devoção. Tinha como lema chupar cada parte do corpo dela como se fosse a primeira vez, e funcionava. O pau dele tava enchendo pra valer.
- Não gasta tudo não, que a gente tem que continuar, hein.
- Beleza, já tô pronto, agora.
Ela colocou a fatia de pão na linha de tiro na frente da glande pra receber todo o jato sem desperdiçar uma gota. O esperma encharcou a comida deixando uma mancha branca e grumosa no meio que lembrava condicionador de cabelo.
- Tá pronta?
Julieta sorriu, sem dúvida ela via aquilo muito carregado, e não era do tipo que curtia muito o gosto de porra, mas não ia chegar até ali sem fazer isso... e comeu tudo.
- Devo admitir que cada vez aguento mais... não é tão ruim se misturar com comida.
O jogo continuou, sentando de novo. Era incrível como antes, quando recém se iniciavam naqueles jogos incestuosos, Matías implorava pra Juli fazer certas peças ou querer jogar alguns jogos, e agora, com muito mais experiência, sabia que não tinha quase nada que ela não faria.
- Agora é minha vez. - Depois de jogar o dado, caiu numa área costeira da Flórida. "Mergulho com equipamento qualquer um faz, mas fazer sem respirador, isso sim é um teste"
Matías passou o cartão pra ela ver o desenho ilustrativo enquanto o homem colocava a cabeça no sofá, pronto pra mergulhar fundo. Ganharia tantos pontos quantos segundos aguentasse.
- Quero que você sente, tem que cobrir bem minha boca e tampar meu nariz. Senta sem medo, como se fosse fazer xixi.
- Já sei, primo. - Tirando a saia, ficando excitante sem nada por baixo, e tudo por cima - Finalmente é minha vez de te dar algo meu... aí vai.
Sentir os lábios da buceta cobrindo sua boca era a glória em pessoa. Matías fechou os olhos e se concentrou em massagear com a língua a buceta molhada e macia. Juli passou por várias fases, de peluda, a depilada, e agora, um meio-termo, tinha pelos pubianos sobre o clitóris em forma de triângulo, e ele sentia no nariz e adorava.
- Mmm primo, cada vez você chupa melhor... ahmmm ahmmm ahmmmm... - Ela gemia como se fosse a primeira vez que ele chupava ela.
Não deixou um milímetro sem provar, passando por cada ingrediente daquela iguaria que as fécuties tinham entre as pernas e lambuzava cada poro do rosto dele com um cheiro que, apesar de estar tapando o nariz, parecia o perfume mais perfeito. Naquele dia, ele se sentia faminto de gozo, e não demorou pra ter uma generosa provada dos seus sucos, com os quais enxaguou a boca pra se encher daquele sabor e cheiro...
- Olha, te mostro o gozo como você me mostra a porra na sua boca - E mostrou a mistura de fluidos antes de engolir.
- Beleza primo, não sei quanto você tá, mas 40 pontos estariam bons, né? Mesmo assim, tô ganhando, caíram peças que dão muito ponto, pra você só merda. perguntas.
- O que você quiser. - Disse de baixo, se lambendo. - Faz mais um gozo e chega nos 200, aí a gente vê o que sai.
Os dados dançaram na madeira da mesa pela enésima vez, mostrando um caminho longo de doze casas, passando da Europa para a indomável Turquia.
- "O Islã e suas leis proíbem várias coisas, mas tem alternativas pra chegar casta no casamento" - Cê é sortudo, filho da puta, hein... - E jogou a carta com falsa raiva.
- Olha o lado bom, você ganha, eu ganho, todo mundo ganha. Vou lubrificar com cuspe ou óleo?
- É a terceira vez que a gente faz... na primeira foi com cuspe, na segunda, você despejou meia garrafa de óleo...
- É? E agora? - Colocando ela contra a mesa, abrindo as pernas dela enquanto esfregava o pau na racha. Ela tinha uma bunda bem branquinha e pequena, bem de novinha, daquelas que têm um sulco vermelho e um buraquinho bem contrastante, cinza e enrugado mas com o centro rosado igual à buceta dela. Ele tinha comido aquele cu incontáveis vezes, era a obsessão dele, mas dessa vez, ia beijá-lo com o pau dele por dentro.
- Lembra daquelas fodas que você deu no carro? Quero que seja igual à que você deu na Cande. A seco, do jeito que você tá.
- Te aviso que doeu até em mim.
- Como quiser, mas eu topo - Virando o rosto desafiador. - E você?
- O que você quiser, meu amor, vamos fazer bem a seco. - Pegou um guardanapo e passou na bunda dela pra não ficar nem uma gota de suor, e depois no pau dele, pra tirar a saliva doce que ainda o envolvia. - Sabia que a atriz Belladonna gosta de anal a seco?
- Ontem à noite não consegui dormir por não saber disso. Vai, fode minha bunda.
- Beleza, não fica brava, lá vou eu.
Se ela queria a seco, ia ter a seco. O normal era abrir as nádegas pra clarear o caminho, mas, indo totalmente ao contrário, Matías apertou as nádegas dela e, devagar, foi abrindo caminho entre elas até sentir o nózinho de carne apertado. Doía, mas a excitação foi um impulso mais forte, e contra todas as expectativas, ele deu uma estocada e a glande entrou.
- Nossa, é como se você estivesse enfiando o… anel pra dentro, que apertado…
- Você gosta? Já me deixou louco.
Matías afastava e aproximava ela, dando empurrões que enfiavam a cabeça pra dentro, depois tirava devagar pra sentir o cu se soltar da glande, e repetia o esquema, até que na quinta ida e volta, ele se propôs a ir o mais fundo que pudesse, e pra sua surpresa, chegou bem profundo, sentindo a cavidade se abrir centímetro por centímetro com a glande espremida.
- Uuufff, que apertadinho que dá pra sentir, é fantástico. O que você acha?
- Eu e minhas ideias, a puta mãe! - Juli estava com os olhos marejados, sem chorar ainda, mas era certo que quando ele começasse a foder aquele cu, assim que enfiasse de quinta, ela sentiria de verdade.
Cada vez que ele acelerava, parecia que tudo lá dentro era uma mão áspera segurando o pau, dificultando os movimentos, mas com persistência, ele insistiu até que os movimentos ficaram fluidos e as nádegas encostaram nas coxas dele, o que significava que o anel de carne tinha chegado na base do tronco.
- Entrou toda, agora vou… aguenta, gostosa.
Ela não disse nada, com as mãos agarradas em cada lado da mesa, parecia morder a língua a cada bombeada daquele aríete de carne entrando pela retaguarda, separando as paredes internas cada vez mais, aumentando a temperatura com o atrito, todas sensações que tornavam aquela rodada de sexo anal única.
- Que apertadinha que você tá, prima, parece que tô te arrombando pela primeira vez.
- Anngh Anngh Anngh… - Ela gemia como nunca, o cu apertava mais e mais. As mãos dele não paravam de apertar as nádegas dela em direção ao centro, pra sentir em cada milímetro do pau a buceta apertada que ele enfiava com frenesi.
- Não vai falar nada?
- Na… próxima vez, vai ser sempre com óleo. Nnnghaaaa… - os gemidos dela eram cada vez mais raros.- Você é um filho da puta, ganhei eu, mas no final acabo arrombando minha bunda de novo…
- Vou compensar você… não se preocupa.
Continuou bombando a bunda dela com ritmo e convicção, fazendo as coxas dela baterem como um tambor. Tinha as bolas doloridas de tanto apertá-las e batê-las como um saco de boxe contra a buceta molhada dela. Era incrível a evolução sexual dela, Juli já nem precisava tocar a própria boceta pra ficar excitada, só de sentir a linguiça do primo abrindo caminho no cu dela já era estímulo suficiente.
A bunda dela também tava cada vez melhor. Como nas outras vezes, engolia a piroca como um aspirador quando conseguia aguentar a dor, e os grunhidos guturais de estuprada mudaram pras exclamações clássicas de puta do redtube.
- Ahha… ahhha… ahhha… mais… Sim, mais, mais… Arromba minha bunda de novo, arromba tudo…
- Como você gosta de levar no cu, hein priminha? – Disse ele se jogando contra as costas dela, sussurrando coisas sujas no ouvido. – Acho que você já se acostumou, tá mais molinho, mais gostoso… Cê gosta que eu mexa sua tripinha, não gosta, prima?
- Vai… goza… enche minha barriguinha de leite… ahhha ahhha, enche meu cu de porra.
Como sempre, os desejos dela eram ordens. Ele não demorou a se concentrar e, depois de sentir o pau carregar umas sete vezes, na oitava ele baixou as barreiras mentais e abriu os portões pra se embriagar com o prazer estupefaciente de sentir jorrar jatos de sêmen naquele orifício proibido e flagelado.
- Me alcança a câmera… Isso tem que ser filmado. – Entre gemidos de prazer, ela se esticou pra pegar a câmera fotográfica numa prateleira e ligar. Obviamente ela também filmava, foi ela quem começou a gravação.
- Aqui, eu Juli, a Juli inocente, filhinha da mamãe…
- Dá um alô pra sua mãe, que tá nos vendo pela TV.
- Oi mãe! Arrombaram minha rabeta mas tô bem. – Os dois riram. – Aqui com meu primo Matías, estreando uma terceira arrombada de cu… E de piroca? Cê deve ter desgastado ela toda aí, né? Dentro?
- Vamos ver, me passa ela, sinto ela pulsar como se tivesse estourado.
- Sem perder a dureza do pau (tava tão duro que parecia crônico), ele passou a câmera pelo corpo nu da Juli, o sorrisinho safado dela e depois o dele…
- Agora vamos ver como ficou minha nova obra de arte…
Com a lente na posição certa, e gravando, ele eternizou o momento em que a porra do pau se libertava daquela cavidade sufocante e deixava uma caverna vermelha onde antes tinha um anelzinho pequeno e lindo.
- Vamos ver… pisca o olho pra câmera…
E com muito esforço, bem devagar, ele conseguiu fechar de novo, soltando um fiozinho de gozo de dentro, mas no segundo seguinte abriu de novo. A gravação terminou aí e foi direto pro arquivo pessoal, onde ele tinha dezenas de fotos da Juli pelada e vídeos curtos dela. O pau dele ficou dentro tempo demais, pelo visto.
- Que lindo, meu deus, tá tão quente, ferveu… - enfiando um dedinho com cuidado, sentindo bem lá dentro a porra pegajosa.
- É melhor que você consiga fechar de novo.
- Calma. Tenho uma parada especial, comprei da outra vez com o lubrificante anal.
Matías voltou com um creme transparente parecido com álcool em gel. Chamava ANALgésico.
- Arde?
- Acho que não, é refrescante, é pra isso.
E com toda delicadeza, depois de passar na ponta do dedo, começou a espalhar como um pintor por toda a cavidade, devagar e com cuidado.
- É frio, faz cócegas. - a putinha adorando o dedo passando essa geleia analgésica toda na bunda, indo bem fundo, quase até onde a cabeça do pau chegou pra deixar a pasta. Depois soprou lá dentro pra não arder, e passou do calor extremo pro frio. Funcionou na hora. Quando sentiu que tava fresca, terminou passando no cu, deixando tudo besuntado pra caralho.
- Com isso, daqui uma hora você vai estar como nova, é antibacteriano também…
- Devia ter passado da última vez. vez.
- Pensei nisso, mas como você nem reclamou e não ficou nem de longe tão aberta.
Juli começou a beijá-lo, como costumava fazer antes de dormir, e assim foram direto pra cama, pelados, enroscados num abraço de corpo e lábios. Ela por cima, e ele com as mãos cobriu os dois corpos com os lençóis enquanto tirava os óculos dela com cuidado pra deixar na mesinha de cabeceira.
- Não é possível que eu goste tanto de você, prima, que loucura. - Soltando o cabelo dela, pra que caísse como uma cortina toda em cima dele.
- Não tenta entender, só aproveita enquanto dura. - Ela disse enquanto a luz se apagava, e tudo estava pronto pra que, mais uma vez, dividissem a cama. O agarramento pós-sexo era uma experiência linda que as outras parceiras dele não compartilhavam. Ele adorava apertar ela nos braços, se embriagar com o gosto obsceno da saliva dela e o cheiro de fluidos da boca.
- Boa noite, primo, se amanhã eu não conseguir andar, enfio o rolo de massa no teu cu.
O homem riu. Tava tão entregue a ela que, se ela pedisse, até as portas dos fundos seriam abertas pros desejos dela, embora não com o rolo de massa, claro.
Como sempre acontecia com a prima dele na cama, o sono durava pouco. A chata da mãe ligou às seis da manhã pra saber como ela tava. Na escuridão, uma Juli sonolenta atendeu, não sem antes soltar uns palavrões de caminhoneiro.
- O que você quer, mãe?!... Tô bem, sim. Não, não vou voltar de manhã.
Depois de uma pausa em que não deu pra entender o que a Moni dizia.
- Não vou cuidar dele, que o Santino cuide. Sim, tô com alguém. Não, você não conhece. Ah, mãe, isso não é da sua conta.
O interrogatório continuou, e Matías ficou surpreso com a grosseria da prima. Ela não se importou em admitir pra mãe que tava na cama com um homem.
- Me desculpa, primo, ela é um saco…
- Não se preocupa, Juli, mas não precisa preocupar ela à toa. Tem que ser… - Chegando perto do ouvido dela - cautelosos.
- Ela não nos descobriria nem se a gente transasse na cama dela. cama, te juro.
— Confio em você, meu amor, mas qualquer cuidado é pouco nessas situações. Quero que você não saia mais sem ter uma boa desculpa na ponta da língua. Agora você tem que inventar pra ele que tá namorando ou algo assim.
— Para de fazer drama — abraçando-se com toda a preguiça — Já falei que tô me vendo com um cara, nada oficial. Ele não tem motivo pra desconfiar.
A manhã não podia ter sido pior. Ele dormiu demais e às oito saiu cagando de pressa, mal deu tempo de pegar um salgado, deixar 200 pesos pra prima junto com um bilhete carinhoso: “Para com essa dieta besta, compra uns salgados.” E foi pro trampo no jornal local.
Ele fornecia conteúdo pra internet, desde fotos até matérias. Por sorte, não esqueceu a câmera fotográfica como de costume e chegou na hora certa pra sentar na cadeira em frente ao PC. O crime perfeito: podia ser um cara comum de dia e um pervertido incestuoso de noite. Isso era um superpoder? Talvez não, mas se sentia cada vez melhor tendo isso.
Às 14:30, na hora de sair, ele olhou o celular e viu uma mensagem de Mônica, a mãe de Juli:
“Você não passa me pegar no Gym Tártarus de novo? Não tenho crédito no cartão, por favor”
— Me avisa na hora certa, prima, tava indo embora — respondeu, e quando recebeu, disse que já tava a caminho. Já tinha feito isso antes, era uma viagem longa, mas segundo a previsão, tava vindo um temporal, não custava nada ajudar.
Rápido e furioso, movido pela fome, passou pra pegar Mônica naquele gym e teve uma surpresa bem gostosa com a presença dela. Ela tava vestida pra causar, com umas leggings pretas que eram como uma segunda pele, um top que deixava a barriga de fora e a pele brilhando de malhar. Tinha pintado o cabelo de preto, como sempre, adorava experimentar, e não satisfeita, tinha um lado raspado, como se usava.
— Oi, primo, beleza? — e beijou a bochecha dela com força — Me salvou, esqueci que outro dia o Santi usou meu cartão e deixou seco.
— Não te relaxa, não precisa me agradecer por nada. Pra isso que servem os primos. – dando um tapinha na perna dela – Cê vai pra academia pra dar aula? Se não precisa de nada, tá gostosa pra caralho. – elogiou ela, e ela, como sempre, se detonou depois. Sempre se achava gordinha, quando tava no ponto.
– Não fala besteira, quando quiser passa lá no jornal, os babacas que trabalham comigo te colocam na primeira página por qualquer merda.
Não tinha pensado nisso, mas a Mônica tava muito bem. Se a Juli fosse encher as roupas como ela quando se desenvolver, louvada seja a genética, ele ia adorar a mudança. Tinha a carne no lugar certo, e apesar de ter uns oito ou dez anos a mais que ele, a gostosa sabia como fazer parecer o contrário.
– Moni Argento – sempre falava na zoeira – Acho que esqueci a câmera no escritório, vê se tá na mochila de trás.
Ela, obediente, se virou toda e procurou no banco de trás. Ele, sem nenhum pudor, aproveitou o sinal vermelho pra observar bem a bunda dela enquanto procurava. Aquela rabeta marcava a bucetuda dela como o prato delicioso que devia ser, e, além disso, por ter saído da academia, devia estar bem temperada.
– Sim, tá aqui, fica tranquilo.
Ele nem disfarçou o gesto obsceno, a ideia de que podia comer cada prima começava a fazer barulho na cabeça dele. A Juli podia ser única, a primeira, a especial, mas a Moni tinha o dela, seria uma conquista foda na vida dele. Não era só incesto, também tinha o tempero milf.
– Uma vez tive que voltar pra buscar, desde então sempre confiro, sou muito esquecido.
– Você e minha filha são iguais nisso. A menina nem me falou que saiu ontem à noite.
– Passou a noite toda fora? – se fez de desentendido.
– Sim, acredita? – explicou enquanto olhava pela janela – É uma atrevida, tá saindo com um cara, não sei quem. Tá desenfreada.
– É um cara ruim?
– Não sabemos, não acho que seja algo sério. Uma coisa eu sei: nunca vi ela tão feliz. Despreocupada, tranquila… é o que uma boa transa faz, saca.
- O importante é que ela se cuide, se ela se cuida e faz bem pra ela, deixa ela.
E ficou pensando na cara de pau que tinha se tornado, já que sempre se considerou meio tímido e um defensor da verdade. Parece que realizar fantasias sexuais deixava qualquer um corajoso.
- Olha aquele cachorro, é um sharpei! – A exclamação o tirou do devaneio – Amo esses cachorros todos enrugados!
Num semáforo bem congestionado, uma senhora do bairro nobre passeava com aquele exemplar magnífico.
Até Matías, que era mais fã de gatos, admirou o canino até que sua prima teve uma ideia que quase o matou do coração.
- Vou tirar uma foto dele… – Virou pra pegar a câmera e começou a fotografar enquanto dava.
- Desculpa, mas o sinal tá verde, vamos nessa. – E acelerou enquanto a senhora acenava, percebendo que o cachorro dela estava sendo fotografado.
- Que fofura, pena que custam uma fortuna, adoro. Deixa eu ver como ficou… – E começou a revisar.
De repente, como naqueles programas americanos de acidentes, “aconteceu o desastre”, Matías ouviu um diálogo recente que confirmava seu maior medo.
- Aqui, eu Juli, a inocente Juli, filhinha da mamãe...
- Dá um alô pra sua mãe, que tá nos olhando pela TV.
- Oi, mãe! Me arrebentaram a bunda, mas tô bem. Aqui com meu primo Matías, estreando um terceiro rombo no cu... E o pau? Cê deve ter triturado ele todo aí dentro, né?
- Vamos ver, passa ele pra cá, sinto ele pulsando como se tivesse explodido. Agora vamos ver como ficou minha nova obra de arte...
Mônica abaixou a câmera com o rosto branco igual cera. Matías engoliu um balde de saliva enquanto tentava estacionar direito e se preparar para o ataque iminente.- Dá um alô pra sua mãe, que tá nos olhando pela TV.
- Oi, mãe! Me arrebentaram a bunda, mas tô bem. Aqui com meu primo Matías, estreando um terceiro rombo no cu... E o pau? Cê deve ter triturado ele todo aí dentro, né?
- Vamos ver, passa ele pra cá, sinto ele pulsando como se tivesse explodido. Agora vamos ver como ficou minha nova obra de arte...
A segunda coisa não acontecia, parecia que a mulher estava processando a imagem crua da filha sendo sodomizada incestuosamente, se é que uma mãe consegue processar isso.
- Tudo foi feito com o consentimento dela. Tem coisas que a gente não escolhe, e as fantasias são uma delas.
Mônica cravou o olhar de hiena nele, ele tinha ousado se defender antes de levar um ataque, tinha sorte se não tentasse castrá-lo ali mesmo enquanto ele estava no volante, por isso, decidiu parar numa praça que não sabia onde era.
- Desde quando isso acontece... essa merda? A verdade. - Apontando o dedo no peito dele. O homem engoliu o orgulho e tentou parecer a mosca mais morta do bairro.
- Ela veio me visitar pouco depois que estreiei o apartamento. Depois disso... de vez em quando.
- De quanto em quanto tempo exatamente?
- Uma semana. Mais ou menos. Olha, Mônica, acredita em mim, nós dois nos deixamos levar sem...
- Cala a boca um pouco. - Ela ficou em silêncio e o homem soube que se começasse a chorar, era pior que uma surra, ataque, insulto, ou qualquer outra reação. Se sentir um filho da puta pedófilo degenerado era pouco, a voz da razão gritava "te falei, otário". Qualquer explicação era inútil quando ele sabia que se defender era defender o indefensável.
- Você esperou ela fazer 18 pelo menos?
- Sim, embora não estivesse nos meus planos fazer isso aos 18, 19 ou nunca. É difícil de explicar, ainda mais sabendo que no mínimo, mereço uma martelada no saco, mas não é algo que se planeja ou se faz por maldade. Te juro, não foi maldade contra você, nem nada...
- Então o que moveu vocês? O que você achou que eu sentiria ao descobrir? Parece que estão tirando sarro de mim no vídeo.
- Não é o tipo de coisa que você pensa no pior, e aquele cumprimentozinho foi uma brincadeira, sem maldade. A gente se deixou levar e esperou o melhor. Por viu, é mais que impossível. Posso te jurar não fazer de novo, se é que adianta alguma coisa, se você quer se vingar, sinceramente… — E com o tom mais submisso que encontrou na garganta, finalmente pigarreou — Eu mereço o pior.
O silêncio mais constrangedor da história dos silêncios se instalou. Ela devia estar pensando com qual dos facas cegas ia arrancar as bolas dele pela raiz, como quem arranca um mato danado do jardim.
— Me responde uma coisa: por que vocês curtem tanto? — Será que ela estava assimilando as coisas tão bem assim? O homem pensou que ia levar uma porrada violenta, mas, se pudesse dar bons argumentos, talvez doesse menos. Embora uma parte dele quisesse que o golpe doesse de verdade.
— Não tem resposta se você não sente, Mônica. Por que existe gente que quer comer um cachorro? Por que filhos da puta se excitam com menininhas? Por que existe necrofilia? Se soubesse o porquê, dava pra evitar. Só posso te afirmar, com o coração nas suas mãos, que não foi nem de longe um estupro, nem algo planejado. A gente se esquentou do mesmo jeito no mesmo momento no mesmo lugar.
— Arranca, me leva pra casa. Preciso pensar.
Sem dizer mais uma palavra, ele arrancou e começou a viagem, a viagem mais longa da história dele. Aquele trajeto na periferia parecia que ia pro interior, o clima no ar era denso como cimento, mas pelo menos ele foi esperto o bastante pra não abrir mais a bocona. Já tinha jogado as cartas dele, faltava ela terminar a última mão.
Quando chegaram, no mesmo ponto onde semanas atrás ele teve a melhor experiência da vida, estava prestes a ter a pior. Era o fim da linha. Ela tinha que dar o veredito.
— Tenho uma balança onde tô pesando todas as possibilidades: cortar suas bolas, te denunciar com esse vídeo de prova, expulsar minha filha de casa, todas as possibilidades. Sabe o quê?
— Você decide o que quer que aconteça. Sem mais segredos, Mônica.
— Sou uma espectadora acidental, não Não toquei em nenhum pinto nessa história toda, descobri algo que não devia ter descoberto, uma verdade insuportável, puxei o tapete errado. Minha menina já não é mais uma menina, e em toda família tem demônios. Que surpresa, que nessa aqui seja você, que sempre foi o mais santo.
- E então?
- Já encaixei cada uma das suas escapadas com ela no tempo, e o que te salva é que minha filha mudou pra melhor, eu percebi a mudança, uma mãe percebe, mas nunca pensei que tinha sido por causa disso. Mas se você não quiser que eu vire o mundo de cabeça pra baixo com isso, nem considere as outras opções mais caóticas, vai ter que me fazer uns favores bem grandes.
- Não faria pela ameaça, faria pra você se sentir melhor depois de um baque desses.
Pedir desculpa seria desrespeitar você, o que eu quero é assumir a responsabilidade.
Estranhamente, a prima dela esboçou um sorriso discreto.
- O que eu não consigo entender é por que todo esse tempo você se esquentou com ela e não comigo. - Levando as mãos ao rosto - Acho que tô com muito ciúme.
- Bom, se você quer sinceridade absoluta... isso não é totalmente verdade. Com a Juli tem algo especial, além de compartilharmos o mesmo gosto, digamos que antes de acontecer, teve uns indícios de "algo". Pra ser franco, ela me apalpou.
- Então você se esquentou comigo sim? - A mulher o deixava confuso com essas mudanças de humor, agora sorria pra ele, como se tudo o que veio antes tivesse sido bom.
- O que posso te dizer, Moni? A fantasia com uma prima sempre tive, pra você fiz um monte de dedicatórias na minha adolescência, mas... quem veio no meu apartamento quando tudo aconteceu foi a Juli. E como com ela eu tenho a idade a favor, você sabe que as meninas gostam dos caras um pouco mais velhos.
Se existisse um manual pra entender as mulheres, Matías teria rezado pra encontrar um. Mônica parecia mais calma e colocou a mão no ombro dele, acariciando.
- É uma pena que com a Juli você tenha expressado bem o que sentia primeiro e comigo não. Não sei se você me ouviu, sou uma espectadora acidental, e não toco em nenhum pinto nisso…
- Não tô te seguindo.
- Se ela tentava seduzir ele pra cravar um alicate na jugular, não precisava, ele já tava rendido desde que ouviu a voz dela reproduzida na câmera.
- Vou te deixar claro… só se você me der um espacinho, vou deixar vocês em paz… Sabe por que vou vestida assim pra academia? Acredita que os babacas que vão lá são um mais cagão que o outro?
De repente, uma chuva de verão torrencial começou a cair no carro, mas quando ele virou pra olhar a janela, o banco dela baixou e a Mônica tava em cima dele, com os peitões enormes colados no dele.
- Não entendo nada, prima, e o que acho que tô entendendo me assusta.
- Como caralhos você arrumou umas namoradas tão gostosas e realizou sua fantasia sendo tão burro? Quero que me meta no seu “clube”, idiota, tô afim de “algo” bem pesado.
Será que toda vez que ela pedia pra ele levar ela da academia pra casa, na real tava mandando outro recado? De qualquer forma, não demorou pro cérebro dele ligar os pontos e ele começar a beijar os lábios dela, num abraço inesperado.
Nada naquela tarde, nem um sinal, deixou ele prever um desfecho desses. Ele se achava morto, depois com chance de pelo menos salvar a pele, e agora, na maior glória. Que mulherão essa Moni, que compassiva e mente aberta, agora beijando ele como uma possessa, enrolando a língua como se fosse mais uma amante. E ele não ficava atrás, chupando bem os lábios dela, sugando a língua a cada roçada.
A boca dela era uma delícia, a safada sabia chupar, sorvendo bem os lábios e a língua do cara. Depois, como dois pombinhos jovens, deram uns beijinhos enquanto ele se perguntava: até onde ela era capaz de ir? A resposta veio rápido, naquele dia não ia ter porra de freio.
- Já tá com o pau duro, primo? Só com uns beijinhos? - Pegando a cabeça dela pra dar outro beijo, enquanto a mão habilidosa da mulher acariciava as bolas dele por fora da cueca. O pau dele achava que era uma perna, enfiando pela calça.
- Isso é tão estranho, excitante, mas estranho.
- Vamos pro apartamento, primo, quero pagar minha mensalidade do clube.
- Você tá sozinha?
- Tô, o Santino não tá nessa hora, vem.
Ver ela assim já era um infarto vivo, mas molhada da chuva era um tiro na cabeça… nas duas cabeças. O elevador foi o próximo cenário, onde se abraçaram bem molhados e se encharcaram a boca com beijos úmidos bem sonoros. Se alguém tivesse entrado, não ia parar eles.
Sem saber se entravam no apartamento certo, enroscados feito cobras, grudados na boca, depois de ouvir um tilintar de chaves, se viram na sala da casa da Mônica.
- Vamos ver o corpo do delito.
Ajoelhando no meio da sala acarpetada, puxou a calça dele de uma vez e, depois de uma leve punheta em que sentiu a dureza do pau, começou a engolir ele que nem uma desesperada. Desde o primeiro segundo, soube que ela tinha experiência em boquetes. Enfiava a cabeça o mais fundo que a anatomia permitia, chegando com maior facilidade com os lábios na base do tronco duro.
Percebeu que o pau dele não tava muito higiênico. Tinha ido numa Booty na noite anterior e, sem tempo de tomar banho de manhã, foi assim pro trabalho. Mônica degustava, sem saber, uma arma bacteriológica. Ou talvez soubesse, afinal, tinha visto o vídeo, sabia que aquela cobra de um olho tinha olhado a barriga da filha dela por dentro.
Matías fechou os olhos, colocou as mãos nos cabelos pretos dela e fez ela rebolar a cabeça que nem uma deusa, extasiado de prazer ao sentir aquela língua roçando a parte de baixo do falo e a cabeça do pau percorrendo desde a ponta da língua até além dela. O som do boquete era aquela ânsia repetida que se ouve de qualquer atriz pornô.
E falando em atrizes pornô, ele descobriu os peitos dela pra admirar a perfeição áurea. Marcaram um antes e um depois da realidade. fantasia na vida dela. Até aquele ponto, sabia que tudo era real. Depois de ver aqueles peitos, soube que devia estar em coma numa sala de emergência, lobotomizado no hospício, ou sob efeito de uma dose quase letal de droga em algum beco.
- Que par, pelo amor de Deus, os melhores que já vi na vida. Agora sei que tô sonhando.
Mônica tirou o falo brilhante do fundo da garganta pra dar um olhar lascivo seguido de um sorrisinho.
- Quer ver pra que serve um bom par de peitos? - E se posicionando no sofá, de frente pra ele, colocou o falo entre os montes de carne pra envolvê-lo por completo, deixando a cabeça molhada de fora. - Inclina contra mim, assim... muito bem, esfrega ele bem contra meus peitos, essa pica suja de cu vou limpar com uns tetazos.
O ato conhecido como "Boobs fuck" não podia ser mais prazeroso quando o pau tava bem lubrificado. Em outras oportunidades, tinha feito com ex-parceiras, mas elas não tinham o cuidado de molhar bem pra não sentir a pele áspera contra a glande. Mônica sabia disso, pelo visto, já que não parava de cuspir nos próprios peitos pra deleite do homem, que esfregava a pica contra os peitos cada vez mais rápido.
- Daqui a alguns anos, quando os da minha filha crescerem, você vai poder receber uma Boobs fuck dela...
- Sei não, por enquanto, tô aproveitando esses... talvez não cresçam tanto... e tão redondos, que peitões gostosos. - Ele não ia se cansar de falar isso.
- Tá vendo o que eu quero dizer? Se queria experimentar incesto, podia ter começado com tudo, bobão.
- Não sabia, nem imaginava que era possível. - Explicou, estranhando que o assunto fosse tão falado.
Mônica, por sorte, deixou a conversa de lado e continuou com o boquete, até provou os ovos dele com prazer, chupando eles com aqueles lábios febris que podiam derreter o Perito Moreno em um segundo.
- Cê gosta de sexo sujo, não é, prima?
Ela enfiou ambas as bolas na boca e, com a baba escorrendo do queixo, concordou com ênfase. Depois disso, tudo... Foi ladeira acima. Como uma tradição familiar doentia, compartilharam todos os gostos se beijando num terceiro beijo cada vez mais intenso.
- Tenho que retribuir o gesto, é meu costume.
E se atirou faminto naqueles peitos pra chupar e mamar como um guerrilheiro nigeriano. Chupou aqueles mamilos grandes e marrons até a imaginação fazer ele acreditar que a boca tava cheia de porra cremosa.
- Cê tá com fome, primo? Será que a filha ingrata não te deu de comer? - E a mulher, feito uma dominatrix, agarrou ele pelos cabelos com força e prendeu ele entre as pernas. Esfregou a calça legging molhada bem na boca dele, parecido com o teste da Juli no jogo do dia anterior.
- Gostou do cheiro, primo? Comeria uma buceta assim?
Matías não gostava de tanta conversa na hora da ação. Sem responder, deixou a legging encharcada de saliva e puxou pra baixo pra ver a calcinha dela. Era um verdadeiro deleite pros olhos, a glande vermelha e inchada dele parecia querer se soltar e voar igual bala naquela periquita depilada de menina, mal coberta por uma fio dental transparente pelo suco da excitação.
Aberta de pernas, totalmente entregue, esfregou o rosto inteiro dela contra a calcinha cheia de lubrificação até não aguentar mais, puxou a fio dental e chupou a buceta. O cunnilingus era uma das especialidades dele, e os gemidos da Moni provavam isso.
Assim que focou no clitóris sugando como se fosse um mamilo em miniatura, fez ela ver estrelas entre gemidos que ecoavam por todos os andares. Ele adorava bucetas bem salgadas e molhadas. Passou a língua em cada lábio e fresta, sempre abocanhando a vulva inteira a cada poucos segundos, sugando tudo. Depois colou bem o nariz no clitóris e enfiou a língua o mais fundo que pôde na buceta, fazendo círculos que o encharcaram de prazer.
Mônica mudou de posição, passando por cima do homem, montando na cara dele, enfiando a cabeça contra o sofá até sentir a boca encher de mais fluxo, tanto que escorreu pelos dois lados da boca dela.
- Não aguento mais, quero furar minha barriga de pica...
Em menos de dois segundos, já estava em cima dele, de costas, com as pernas sobre os joelhos dele, se apoiando com uma mão no sofá e com a outra colocando o pau na buceta. Assim que entrou, começou a subir e descer como uma profissional, se estimulando o clitóris com a mão. Ele viu que ela tinha uma tatuagem tribal em cima da racha do cu, onde terminava as costas, esse detalhe deixou ele louco.
Tirando alguns episódios passados com as ex, Belén e Carla, era o mais perto de uma experiência de filme pornô profissional que ele já tinha vivido. Sim, claro, a foda no carro com a Candela e a Juli, com anal nas duas incluído, era o dia mais memorável dele, sem desmerecer, mas tecnicamente falando tinha sido uma experiência muito visceral, selvagem, quase desesperada, enquanto naquele sofá com a Moni, ele se sentia no auge da habilidade com uma mulher tão experiente quanto ele. Tecnicamente, ele soube que se quisesse ser ator pornô, não faltariam muitas qualidades pra isso.
Quando passaram mais de quinze minutos entre trocas de posição sem diminuir a quarta velocidade, ele soube que aguentar já não era um problema, e isso deu muita confiança. Tanta que conseguiu enfiar dois dedos na buceta sem parar de penetrar ela, pra sentir o pau fervendo e oleado esticar aquela vulva que dava pra ver que fazia tempo que não era esticada por dentro.
- Você gosta que eu enfie os dedos assim, puta? Nem uma rola te satisfaz?
- Mmm mmm sim, sim, sim mmmm mmm ahhh mmmm. Mexe mais esses dedos, me abre bem - gemeu igual uma freira violentada, as mãos do homem passaram a massagear e apertar aqueles peitos por trás, abraçando ela, colando as costas dela no peito dele.
Embriagado pelo sabor da buceta dela e o cheiro do suor misturado com os outros fluidos, começou a bombar ela com força, dando-lhe de caderadas nas suas nádegas, fazendo aquele som clássico de chapinhar. Os dois curtiam sexo sujo. Sentindo o pau como um chifre, carregou a pistola várias vezes sem parar, sabendo que o momento tava chegando.
- Arrebenta eu, vai, vai, vai mmmm sim, sim, sim…- Ele bombou até o limite, sentindo as gotinhas de gozo escorrendo pelas bolas - Vamos gozar? Vai… sim, sim… mmm
Matías virou rápido pra apoiar ela com todo o peso, e sem dizer uma palavra, gemeu igual um bezerro até os gemidos dos dois se misturarem como os próprios fluidos internos, descarregando a porra crua no útero dela, sentindo a cavidade encher em toda a glória, até respingar umas gotas pra fora. Com Juli ele nunca tinha comido tão forte, como se quisesse mandar a porra direto pro estômago, mas com Moni, era como se não tivesse barreira, e na gozada final enfiou tudo com o peso do corpo.
- Mmm que gozada gostosa… espera, não tira… - E ela não sei de onde, mas pegou um telefone, talvez da mesa ou da legging jogada de lado. - Quero registrar isso também…
- É perigoso, prima.
- Quem você tem medo que descubra? Eu? Vai. Tô filmando… assim que se arrebenta uma boa buceta…- E devagar, o pau foi saindo e como se fosse uma rolha de garrafa, ao destapar deixou cair uns grumos de porra grossa.
- Deus, isso sim é porra…- E se beijaram de novo, esfregando a pica molhada na barriga dela. Durante o beijo longo, a câmera ficou habilmente segurada de lado, captando tudo de perfil.
- Esse vídeo tem destinatário, prima?
- Um certo infeliz que me fez muito mal. Espero que você não se importe.
- Depois disso, nada na vida pode me importar. Bem-vinda ao clube do incesto– Deitando de lado, quando decidiram dar uma pausa nisso tudo. - Como você quer que isso continue?
Você sabe que a mente de um homem não descansa, que vou pensar numa segunda vez de agora em diante.
- Vai a seguir como deve seguir. Do menor, ao maior.
– Disse se aproximando, dando um beijinho. E assim como estava, se levantou e foi pra cozinha pegar duas latas de cerveja, sem nem cobrir os peitos com o top que ficou todo dobrado debaixo dos melões.
– Só espero que você não brinque com o coração da Julieta. Não confunda ela com promessas bestas nem nada, e muito menos esconda isso dela. Conta a verdade.
– Acredite, ela tem mais consciência do que eu. Aliás, acho que o iludido sou eu.
Ele se deliciou vendo aquela bunda se mexendo ao caminhar, linda, espetacular, e com uma visão ainda mais da buceta quando ela se inclinou pra pegar as latas na geladeira.
– O natural é que isso continue. Não faz mal a ninguém, e é tão gostoso, tenho que admitir. É contraditório, mas fazer isso com alguém da família e de confiança como você parece mais seguro – e jogou uma lata pra ele.
– São os benefícios do clube, tudo fica entre nós.
– Já sei qual é o nosso próximo destino.
– Do que você tá falando?
– Tá chegando o fim de ano, bobão. Não lembra do que a gente conversou da última vez no aniversário da Julieta? Vamos todos pra casa do Román. Ele dá a casa.
– Ah, é. Fim de ano com toda a família. Vamos pra Misiones? Onde moram todos os nossos primos?
– Exato. O Román, as duas irmãs dele, e a gente passa pelo primo Agustín e sua irmã na capital, de quebra. Já tá tudo arrumado, como você disse que não podia ir por causa do trabalho, não falei mais nada, mas agora imagino que vai mudar os planos. A Julieta e eu precisamos de um motorista de confiança, e além disso, quem sabe a gente não inventa algo interessante pra fazer no fim de ano, além de contar os minutos no Crônica e comer feito uns famintos…
– Claro que sim – A mente dele já se lambuzava com a imagem da Julieta e da Moni mimando ele ao mesmo tempo, como a boca se delicia com um bom chocolate – Bom, é preciso se preparar, vai ser uma loucura isso – imaginando na cabeça doida todo tipo de situação envolvendo a viagem, a Moni, a Juli, ele claro, e alguém que, pelo visto, a Moni tinha esquecido.
- Me contam do jeito que for, mas você esquece de alguém, Moni Argento. No carro, vão vocês duas e o Santino.
- Ele vai passar as festas com os amigos, me disse. Não se dá tão bem em família, é melhor ele não saber disso.
De repente, como uma sombra, o próprio Santino apareceu feito o diabo vindo dos quartos, olhou pros dois pelados e sorrindo.
- Acho que não. - Disse feito um vencedor. - Aliás, ouvi tudo, sei de tudo, e acho que preciso treinar intensamente até o fim do ano. Parece que também vou mudar meus planos.
Mônica abafou um grito, tentou cobrir os peitos, mas logo levou as mãos à boca, deixando-os à mostra de novo, em pânico. Matías piscou pra ela, porque o atrevido do Santi já vinha com o pau duro balançando em toda sua glória.
- Quero aguentar tanto quanto vocês, primos, vocês são meus ídolos. Quanto tempo você ficou metendo sem parar? 30 minutos sem pausa? Então vou ter que treinar com quem estiver por perto, afinal, somos todos do clube, né?
- Bom, prima, ele estava no clube primeiro, é uma longa história. Você vai ter que passar mais provas de admissão, me parece. - Vestindo a cueca e a calça. Precisava fugir antes que a tarde perfeita voltasse a ser imperfeita... descobrir que a filha era uma foxy incestuosa era uma coisa, mas ainda por cima incluir o filho... não sabia nem queria saber como lidaria com isso.
- Isso já é surreal, nunca pensei que você, Santi...
- Santi tem uma boa história pra contar. Eu recomendo que você não deixe ele assim com o pau de fora, vai pegar um resfriado.
A missão dele ali tinha acabado. Morto de fome, pegou uma empada (de presunto e queijo dessa vez) da geladeira e deixou os dois sozinhos pra fazerem o que quisessem. Tudo tinha limite, fazer a dois com a Moni era acelerar demais as coisas, tinha que guardar melhores jogadas pro futuro. Por enquanto, não queria nada além de ver um filme abraçado na Juli, comer umas Boas pizzas, e brincar de algo proibido com sua prima incestuosa, que desde aquele dia, não era a única sortuda do clube. E o melhor ainda estava por vir.Espero que vocês tenham gostado! A próxima parte tá em andamento, mas não sei quanto tempo vai levar.
Deixo aqui os links das outras partes, caso queiram começar a história do zero. Recomendo. Brincando com a priminha -http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlBrincando com a priminha IIhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlBrincando com a priminha III -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.html
5 comentários - Brincando com a priminha IV