OI, GALERA, VOLTEI DEPOIS DE UM TEMPO SEM PUBLICAR RELATOS, VOCÊS JÁ SABEM O QUE ACONTECEU COMIGO E MEU EX, E BOM, FIQUEI MEIO NA MINHA POR UM TEMPO. PRA QUEM ME CRITICA, NÃO VOU MAIS RESPONDER, ME SEPAREI E TÔ FICANDO SEM COMPROMISSO COM UM CARA, SOU SOLTEIRA E FAÇO O QUE EU QUISER. PRA QUEM ME DEU APOIO E PALAVRAS DE ÂNIMO, AGRADEÇO, TÔ APRENDENDO A GOSTAR DE VOCÊS. BOM, ESSE RELATO ACHO QUE NÃO É TÃO ROMÂNTICO QUANTO OS OUTROS, MEIO ÓBVIO PORQUE NÃO TÔ MAIS FAZENDO AMOR, É SÓ SEXO POR PRAZER. ESPERO QUE GOSTEM. BORA LER!!!!!!!
Com o Ernesto a gente se vê uma vez por semana quando vou trabalhar em Mar del Plata. Nas primeiras semanas a gente se encontrava num motel, um período de uma hora e meia onde aos poucos fui me soltando e passei de fazer um simples papai-e-mamãe segurando o gemido pra cavalgar com raiva e gritar sem vergonha. Fomos ganhando confiança, eu principalmente, ele é um cara experiente, leva muito bem seus 43 anos, sabe não só como comer uma mulher, mas é cavalheiro, sabe como tratar ela, talvez porque tenha uma filha quase da minha idade. Ele não apressa as coisas, sutilmente deixa eu controlar o ritmo, pra eu me sentir segura. Não pede nada, não exige que eu faça boquete, nem me pressiona pra fazer alguma posição específica. A verdade é que é um bom homem, de quem eu poderia até me apaixonar se não fosse porque agora não tô a fim disso, e de algum jeito consegui bloquear meu coração e sentimentos pra evitar que isso aconteça.
Agora a gente se encontra num hotel normal, de turistas com café da manhã incluso. Eu chego na cidade quarta-feira umas 5 da tarde, e ele me espera na praça, daí a gente caminha umas quadras até o hotel onde ficamos juntos por duas noites, como se fôssemos um casal de anos. Ele sempre paga tudo, o que me incomodava no começo, porque sentia que tava me prostituindo, ele pagar a estadia em troca de sexo me deixava desconfortável, Mas agora eu encaro isso como um gesto legal da parte dele, além disso ele já confessou várias vezes que não acredita que tá transando comigo, que eu sou uma bonequinha e que o mínimo que ele pode fazer é bancar minha estadia na cidade.
A gente tem como regra não se escrever durante a semana. O nosso negócio é só sexo. Cada um é o brinquedo do outro. Foi assim que a gente combinou desde o começo e foi assim que aceitamos. Eu aviso quando tô chegando, e na sexta, quando vou embora, é sinal de ficarmos incomunicáveis até a quarta-feira seguinte. Nada de mensagens sensuais, nem educadas, nem emojis, nada.
Às vezes penso nele e sei que ele pensa em mim. Penso que isso que ele faz comigo talvez esteja fazendo com outras mulheres. Eu sou a mina das quartas e quintas, mas com certeza ele tem as minas das sextas e sábados, e alguma pros domingos à tarde. Nunca pergunto, não quero que ele pense que tô com ciúmes ou algo assim. Ele também não pergunta sobre minha vida particular, a gente conversa coisas simples, besteiras, eu do meu trampo, ele do dele, ele fala da filha, eu conto minhas histórias de garçonete. A gente quebra o gelo assim, até que de repente a gente se pega se beijando.
Tenho que admitir que gosto de transar com ele. Me dá prazer. Me dá arrepios. Me dá orgasmos cada vez melhores. Fisicamente, nossos corpos nasceram pra ficar juntos. Temos uma química sexual intensa. Gosto de brincar com ele e que ele faça o mesmo comigo. Geralmente, quando entramos no quarto, meu coração começa a bater rápido, e como já tem intimidade, assim que fechamos a porta, eu empurro ele carinhosamente contra a parede ou a própria porta, vou levando ele até lá com beijos que me fazem ficar na ponta dos pés, porque senão não alcanço a boca dele. Depois de encurralado, eu ajoelho ou fico de cócoras, dependendo do conforto que minha roupa permite, e sem dizer nada, puxo a calça dele pra baixo. Sempre é difícil, ele usa cinto e botões, e enquanto tô tirando aquela parte, ele Acaricio o rosto dele, a nuca, ou enfio um dedo na minha boca enquanto olho pra ele de baixo com cara de menininha e faço um biquinho ou trombinha, sei que ele gosta, todo homem gosta disso, eu estico a língua e lambo o dedo dele pra ele ir sentindo o que vem por aí, embora ele já saiba, já sentiu várias vezes. Faço um "rapidinho", às vezes nem termina em gozo, é só pra começar. Depois arrumo minha bolsa e minhas coisas, eu viajo com muita tralha mesmo que sejam só dois dias, organizo o armário e os trecos do banheiro, além de sempre levar um livro que deixo por perto e não vou ler, mas fica na mesinha de cabeceira, plugo o celular e ligo a TV enquanto ele se veste, arruma as poucas coisas dele e se deita, ou vai no banheiro se limpar caso tenha gozado. Aí vou eu enxaguar a boca e me deito do lado dele.
Essa última vez foi especial. Não sei se porque já me sinto super à vontade e lido com confiança, se porque ele tava inspirado e me comeu melhor do que nunca, ou sei lá, mas foi especial. Não lembro de ter gozado tanto com um homem, nunca. Mas vamos por partes.
Já no elevador comecei a paquera. Subíamos sozinhos, então encostei minha bunda nas coxas dele e me mexi como se tivesse dançando devagar enquanto cantarolava uma música improvisada, ele afastou meu cabelo pro lado e desceu até meu pescoço como se fosse um vampiro, ali me beijou onde mais gosto, atrás da orelha, depois lambeu minha pele fazendo ela arrepiar, e quando fechei meus olhos pra aproveitar mais o momento, as portas do elevador abriram e tivemos que sair.
Dessa vez, como se soubéssemos que seria especial, começamos a nos beijar desde o corredor, como se fôssemos recém-casados, eu andava na ponta dos pés pendurada no pescoço dele, dávamos beijinhos e sorríamos um pro outro, eu esticava a língua e mexia de baixo pra cima, fazendo pontinha, e lambia a boca dele, igual uma gata. Ele me segurava pelas nádegas, ninguém nos viu, mas eu nem ligaria. importado se a gente visse a gente.
Já no quarto, tomei a iniciativa. Tirei a camisa dele, soltei o cinto, ia despir ele antes que ele fizesse o mesmo comigo. Queria ver ele pelado enquanto eu ainda estava vestida, isso me daria mais poder. Quando consegui, minha vontade de ajoelhar e fazer um boquete gostoso foi imensa. Às vezes, tenho muita vontade de chupar e brincar com o pau; outras, faço só porque sei que é parte da preliminar, do compromisso. Mandei ele sentar na beira da cama e me afastei uns metros. Comecei a dançar sensual, mesmo sem música. Ele tentou tocar minha bunda quando me virei, mas proibi. A brincadeira era que ele só ia olhar. Tirei a regata, fingi que ia tirar o sutiã, mas deixei no lugar. Lambi meu dedo. Olhei pra ele com cara de menina inocente e mandei um beijinho. Sem parar de dançar, comecei a descer o jeans. Quando ele viu a pele da minha bunda, soltou um gemido no ar. Sabia que ele tava me desejando, que, se fosse por ele, já estaria em cima de mim me comendo, mas não podia — eu tava torturando ele. Fiquei só de calcinha e sutiã. Olhei pra ele: o pau já tava duro e ele tava se masturbando, mas quis ser mais cruel e proibi isso também. Queria fazer ele explodir. "Não toca, que é meu", falei.
Fiquei na frente dele. Ele tava com as pernas abertas, os colhões pendurados na borda do colchão. Não podia me tocar. Eu descia e subia dançando. Mostrava minha bunda e fazia movimentos pélvicos perto do pau dele pra provocar.
Já pelada, fui além. Meu coração batia forte, tava nervosa. Nunca tinha brincado assim com um homem que não fosse meu namorado, e nem com meu ex eu tinha dançado daquele jeito. Levantei uma perna e apoiei do lado dele no colchão. Nessa posição, comecei a me tocar, a me masturbar na frente dele. Ernesto tentou me tocar, mas eu parei com um seco "chhhhht". Não ia deixar. Ia levar o jogo ao extremo. Me aproximava pra beijar ele e, quando tava quase lá... Corri. Fingi prazer e gemi. Minha buceta começou a lubrificar, e os fluidos começaram a fazer barulho por causa do movimento dos meus dedos lá dentro. Sem saber qual seria a reação do meu amante, levei os dedos à boca. Parece que ele gostou, porque soltou um gemido interminável enquanto me chamava de "slut gostosa". O gosto dos fluidos vaginais é algo com que estou me acostumando, porque transo com minha amiga Luz com bastante frequência; é parecido com o líquido pré-seminal que os homens soltam. Continuei me masturbando e, quando meus dedos ficaram molhados de novo, passei o fluido nos lábios do meu macho enquanto dizia: "olha, me prova". Ele abriu a boca e enfiou os dedos para lamber. Enfiei eles de novo lá dentro pra molhar, e daí desci minha mão pela primeira vez até o pau dele e perguntei se ele gostava que eu molhasse ele assim.
O pinto dele estava muito duro, parecia que ia explodir, pulsava forte e dava pra ver uma veia na lateral. Tinha chegado a hora de fazer o melhor boquete da vida dele. Se vou ser a amante de um homem, tenho que ser a melhor. Me ajoelhei na frente dele e beijei a parte interna das coxas. Passava minha boca perto do pau dele, mas não tocava. Beijava a outra coxa. Desci ainda mais e dei beijinhos suaves nas bolas dele. Ele gemeu. Passei minha língua nelas e ele gemeu de novo. Enfiei uma delas com cuidado na boca, sempre olhando nos olhos dele, e aí ele segurou minha nuca, como todos fazem quando a gente chupa. Deixei ele me tocar, já achei que era tortura demais. Ele acariciou meu rosto com ternura, e eu apoiei minha língua na base do tronco, e bem devagar fui subindo até chegar na ponta, onde parei pra brincar um pouco na glande, nas bordas, no olho, chupando, deixando minha saliva escorrer nele.
Finalmente enfiei o pau dele inteiro na boca. Ele soltou um gemido alto com a letra "O", minha cabeça subia e descia no membro dele, minha boca soltava muita saliva, fazendo ele ficar todo melado. Tudo e caíam gotas no chão, quando eu tirava ele pra respirar melhor e olhar pra ele, se formava uma ponte de baba entre minha língua e a ponta do pau dele.
Eu me levantei e empurrei ele pra cair deitado. Eu engatinhei por cima dele até ficar sentada na cara dele, e daí comecei a cavalgar a boca dele, ele sabe como lamber, como mexer a língua. Eu tava perdida de prazer e já nem tentava esconder meus gemidos. Sabia que gozar em cima dele era questão de segundos, sempre tento gozar pelo menos uma vez antes da penetração, assim fica toda a área sensível e o clitóris, e isso facilita chegar ao orgasmo no coito propriamente dito. Fechei meus olhos e me concentrei em tentar chegar ao clímax o mais rápido possível. Sentir a cócega descendo pelo estômago me deu confiança pra pedir que ele não parasse, que continuasse chupando assim. Falei um “vou gozar, vou gozar”, e fiquei parada pra ele fazer o resto, ele é um cavalheiro que manteve o ritmo da lambida pra eu chegar ao orgasmo, minhas coxas tremeram enquanto eu gemia e tive que me apoiar na parede pra não cair, ao mesmo tempo que meus fluidos saíram com um pouco mais de força, molhando a cara toda dele.
Eu engatinhei pra trás, e embora quando gozo fico exausta e preciso de uns minutos pra me recuperar, dessa vez eu tava muito excitada, sem nem pensar sentei no pau dele que entrou no meu corpo de uma vez, minha lubrificação era muita, apoiei minhas mãos dos lados da cabeça dele e levantei a bunda, ele com os movimentos pélvicos fez o resto, mesmo eu estando por cima era ele quem comandava tudo, era ele quem tava me comendo.
Foi incrível. Gozei várias vezes. Tive orgasmos tão intensos que doíam. Antes do prazer senti um ardor que mais que gemer me fazia gritar. Minha agitação era intensa, custava a respirar normal, ele não parava, continuava penetrando naquele ritmo que só conseguia me dar prazer, nem mais lento nem mais rápido, esse homem sabe o ritmo certo que tem que me penetrar. Eu gritava, depois o prazer e gemia, depois a falta de ar, e o homem continuava bombeando dentro de mim. Chegou uma hora que minhas coxas adormeceram, não sentia mais nada, a única coisa que eu sentia no meu corpo era meu clitóris implorando por misericórdia. Ele teve pena de mim então, ou a masculinidade dele não aguentou mais e apertando minhas nádegas ele ofegou e fechou os olhos com força. Gozou dentro de mim. Foi a primeira vez que o sêmen dele esteve dentro do meu corpo, até agora sempre usávamos camisinha, ou ele tirava para gozar na minha barriga ou nos meus peitos. Dessa vez o tesão nos dominou. Nenhum de nós dois quis perder um segundo sequer pra colocar a borracha.
Já vai dar tempo de se arrepender.
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Com o Ernesto a gente se vê uma vez por semana quando vou trabalhar em Mar del Plata. Nas primeiras semanas a gente se encontrava num motel, um período de uma hora e meia onde aos poucos fui me soltando e passei de fazer um simples papai-e-mamãe segurando o gemido pra cavalgar com raiva e gritar sem vergonha. Fomos ganhando confiança, eu principalmente, ele é um cara experiente, leva muito bem seus 43 anos, sabe não só como comer uma mulher, mas é cavalheiro, sabe como tratar ela, talvez porque tenha uma filha quase da minha idade. Ele não apressa as coisas, sutilmente deixa eu controlar o ritmo, pra eu me sentir segura. Não pede nada, não exige que eu faça boquete, nem me pressiona pra fazer alguma posição específica. A verdade é que é um bom homem, de quem eu poderia até me apaixonar se não fosse porque agora não tô a fim disso, e de algum jeito consegui bloquear meu coração e sentimentos pra evitar que isso aconteça.
Agora a gente se encontra num hotel normal, de turistas com café da manhã incluso. Eu chego na cidade quarta-feira umas 5 da tarde, e ele me espera na praça, daí a gente caminha umas quadras até o hotel onde ficamos juntos por duas noites, como se fôssemos um casal de anos. Ele sempre paga tudo, o que me incomodava no começo, porque sentia que tava me prostituindo, ele pagar a estadia em troca de sexo me deixava desconfortável, Mas agora eu encaro isso como um gesto legal da parte dele, além disso ele já confessou várias vezes que não acredita que tá transando comigo, que eu sou uma bonequinha e que o mínimo que ele pode fazer é bancar minha estadia na cidade.
A gente tem como regra não se escrever durante a semana. O nosso negócio é só sexo. Cada um é o brinquedo do outro. Foi assim que a gente combinou desde o começo e foi assim que aceitamos. Eu aviso quando tô chegando, e na sexta, quando vou embora, é sinal de ficarmos incomunicáveis até a quarta-feira seguinte. Nada de mensagens sensuais, nem educadas, nem emojis, nada.
Às vezes penso nele e sei que ele pensa em mim. Penso que isso que ele faz comigo talvez esteja fazendo com outras mulheres. Eu sou a mina das quartas e quintas, mas com certeza ele tem as minas das sextas e sábados, e alguma pros domingos à tarde. Nunca pergunto, não quero que ele pense que tô com ciúmes ou algo assim. Ele também não pergunta sobre minha vida particular, a gente conversa coisas simples, besteiras, eu do meu trampo, ele do dele, ele fala da filha, eu conto minhas histórias de garçonete. A gente quebra o gelo assim, até que de repente a gente se pega se beijando.
Tenho que admitir que gosto de transar com ele. Me dá prazer. Me dá arrepios. Me dá orgasmos cada vez melhores. Fisicamente, nossos corpos nasceram pra ficar juntos. Temos uma química sexual intensa. Gosto de brincar com ele e que ele faça o mesmo comigo. Geralmente, quando entramos no quarto, meu coração começa a bater rápido, e como já tem intimidade, assim que fechamos a porta, eu empurro ele carinhosamente contra a parede ou a própria porta, vou levando ele até lá com beijos que me fazem ficar na ponta dos pés, porque senão não alcanço a boca dele. Depois de encurralado, eu ajoelho ou fico de cócoras, dependendo do conforto que minha roupa permite, e sem dizer nada, puxo a calça dele pra baixo. Sempre é difícil, ele usa cinto e botões, e enquanto tô tirando aquela parte, ele Acaricio o rosto dele, a nuca, ou enfio um dedo na minha boca enquanto olho pra ele de baixo com cara de menininha e faço um biquinho ou trombinha, sei que ele gosta, todo homem gosta disso, eu estico a língua e lambo o dedo dele pra ele ir sentindo o que vem por aí, embora ele já saiba, já sentiu várias vezes. Faço um "rapidinho", às vezes nem termina em gozo, é só pra começar. Depois arrumo minha bolsa e minhas coisas, eu viajo com muita tralha mesmo que sejam só dois dias, organizo o armário e os trecos do banheiro, além de sempre levar um livro que deixo por perto e não vou ler, mas fica na mesinha de cabeceira, plugo o celular e ligo a TV enquanto ele se veste, arruma as poucas coisas dele e se deita, ou vai no banheiro se limpar caso tenha gozado. Aí vou eu enxaguar a boca e me deito do lado dele.
Essa última vez foi especial. Não sei se porque já me sinto super à vontade e lido com confiança, se porque ele tava inspirado e me comeu melhor do que nunca, ou sei lá, mas foi especial. Não lembro de ter gozado tanto com um homem, nunca. Mas vamos por partes.
Já no elevador comecei a paquera. Subíamos sozinhos, então encostei minha bunda nas coxas dele e me mexi como se tivesse dançando devagar enquanto cantarolava uma música improvisada, ele afastou meu cabelo pro lado e desceu até meu pescoço como se fosse um vampiro, ali me beijou onde mais gosto, atrás da orelha, depois lambeu minha pele fazendo ela arrepiar, e quando fechei meus olhos pra aproveitar mais o momento, as portas do elevador abriram e tivemos que sair.
Dessa vez, como se soubéssemos que seria especial, começamos a nos beijar desde o corredor, como se fôssemos recém-casados, eu andava na ponta dos pés pendurada no pescoço dele, dávamos beijinhos e sorríamos um pro outro, eu esticava a língua e mexia de baixo pra cima, fazendo pontinha, e lambia a boca dele, igual uma gata. Ele me segurava pelas nádegas, ninguém nos viu, mas eu nem ligaria. importado se a gente visse a gente.
Já no quarto, tomei a iniciativa. Tirei a camisa dele, soltei o cinto, ia despir ele antes que ele fizesse o mesmo comigo. Queria ver ele pelado enquanto eu ainda estava vestida, isso me daria mais poder. Quando consegui, minha vontade de ajoelhar e fazer um boquete gostoso foi imensa. Às vezes, tenho muita vontade de chupar e brincar com o pau; outras, faço só porque sei que é parte da preliminar, do compromisso. Mandei ele sentar na beira da cama e me afastei uns metros. Comecei a dançar sensual, mesmo sem música. Ele tentou tocar minha bunda quando me virei, mas proibi. A brincadeira era que ele só ia olhar. Tirei a regata, fingi que ia tirar o sutiã, mas deixei no lugar. Lambi meu dedo. Olhei pra ele com cara de menina inocente e mandei um beijinho. Sem parar de dançar, comecei a descer o jeans. Quando ele viu a pele da minha bunda, soltou um gemido no ar. Sabia que ele tava me desejando, que, se fosse por ele, já estaria em cima de mim me comendo, mas não podia — eu tava torturando ele. Fiquei só de calcinha e sutiã. Olhei pra ele: o pau já tava duro e ele tava se masturbando, mas quis ser mais cruel e proibi isso também. Queria fazer ele explodir. "Não toca, que é meu", falei.
Fiquei na frente dele. Ele tava com as pernas abertas, os colhões pendurados na borda do colchão. Não podia me tocar. Eu descia e subia dançando. Mostrava minha bunda e fazia movimentos pélvicos perto do pau dele pra provocar.
Já pelada, fui além. Meu coração batia forte, tava nervosa. Nunca tinha brincado assim com um homem que não fosse meu namorado, e nem com meu ex eu tinha dançado daquele jeito. Levantei uma perna e apoiei do lado dele no colchão. Nessa posição, comecei a me tocar, a me masturbar na frente dele. Ernesto tentou me tocar, mas eu parei com um seco "chhhhht". Não ia deixar. Ia levar o jogo ao extremo. Me aproximava pra beijar ele e, quando tava quase lá... Corri. Fingi prazer e gemi. Minha buceta começou a lubrificar, e os fluidos começaram a fazer barulho por causa do movimento dos meus dedos lá dentro. Sem saber qual seria a reação do meu amante, levei os dedos à boca. Parece que ele gostou, porque soltou um gemido interminável enquanto me chamava de "slut gostosa". O gosto dos fluidos vaginais é algo com que estou me acostumando, porque transo com minha amiga Luz com bastante frequência; é parecido com o líquido pré-seminal que os homens soltam. Continuei me masturbando e, quando meus dedos ficaram molhados de novo, passei o fluido nos lábios do meu macho enquanto dizia: "olha, me prova". Ele abriu a boca e enfiou os dedos para lamber. Enfiei eles de novo lá dentro pra molhar, e daí desci minha mão pela primeira vez até o pau dele e perguntei se ele gostava que eu molhasse ele assim.
O pinto dele estava muito duro, parecia que ia explodir, pulsava forte e dava pra ver uma veia na lateral. Tinha chegado a hora de fazer o melhor boquete da vida dele. Se vou ser a amante de um homem, tenho que ser a melhor. Me ajoelhei na frente dele e beijei a parte interna das coxas. Passava minha boca perto do pau dele, mas não tocava. Beijava a outra coxa. Desci ainda mais e dei beijinhos suaves nas bolas dele. Ele gemeu. Passei minha língua nelas e ele gemeu de novo. Enfiei uma delas com cuidado na boca, sempre olhando nos olhos dele, e aí ele segurou minha nuca, como todos fazem quando a gente chupa. Deixei ele me tocar, já achei que era tortura demais. Ele acariciou meu rosto com ternura, e eu apoiei minha língua na base do tronco, e bem devagar fui subindo até chegar na ponta, onde parei pra brincar um pouco na glande, nas bordas, no olho, chupando, deixando minha saliva escorrer nele.
Finalmente enfiei o pau dele inteiro na boca. Ele soltou um gemido alto com a letra "O", minha cabeça subia e descia no membro dele, minha boca soltava muita saliva, fazendo ele ficar todo melado. Tudo e caíam gotas no chão, quando eu tirava ele pra respirar melhor e olhar pra ele, se formava uma ponte de baba entre minha língua e a ponta do pau dele.
Eu me levantei e empurrei ele pra cair deitado. Eu engatinhei por cima dele até ficar sentada na cara dele, e daí comecei a cavalgar a boca dele, ele sabe como lamber, como mexer a língua. Eu tava perdida de prazer e já nem tentava esconder meus gemidos. Sabia que gozar em cima dele era questão de segundos, sempre tento gozar pelo menos uma vez antes da penetração, assim fica toda a área sensível e o clitóris, e isso facilita chegar ao orgasmo no coito propriamente dito. Fechei meus olhos e me concentrei em tentar chegar ao clímax o mais rápido possível. Sentir a cócega descendo pelo estômago me deu confiança pra pedir que ele não parasse, que continuasse chupando assim. Falei um “vou gozar, vou gozar”, e fiquei parada pra ele fazer o resto, ele é um cavalheiro que manteve o ritmo da lambida pra eu chegar ao orgasmo, minhas coxas tremeram enquanto eu gemia e tive que me apoiar na parede pra não cair, ao mesmo tempo que meus fluidos saíram com um pouco mais de força, molhando a cara toda dele.
Eu engatinhei pra trás, e embora quando gozo fico exausta e preciso de uns minutos pra me recuperar, dessa vez eu tava muito excitada, sem nem pensar sentei no pau dele que entrou no meu corpo de uma vez, minha lubrificação era muita, apoiei minhas mãos dos lados da cabeça dele e levantei a bunda, ele com os movimentos pélvicos fez o resto, mesmo eu estando por cima era ele quem comandava tudo, era ele quem tava me comendo.
Foi incrível. Gozei várias vezes. Tive orgasmos tão intensos que doíam. Antes do prazer senti um ardor que mais que gemer me fazia gritar. Minha agitação era intensa, custava a respirar normal, ele não parava, continuava penetrando naquele ritmo que só conseguia me dar prazer, nem mais lento nem mais rápido, esse homem sabe o ritmo certo que tem que me penetrar. Eu gritava, depois o prazer e gemia, depois a falta de ar, e o homem continuava bombeando dentro de mim. Chegou uma hora que minhas coxas adormeceram, não sentia mais nada, a única coisa que eu sentia no meu corpo era meu clitóris implorando por misericórdia. Ele teve pena de mim então, ou a masculinidade dele não aguentou mais e apertando minhas nádegas ele ofegou e fechou os olhos com força. Gozou dentro de mim. Foi a primeira vez que o sêmen dele esteve dentro do meu corpo, até agora sempre usávamos camisinha, ou ele tirava para gozar na minha barriga ou nos meus peitos. Dessa vez o tesão nos dominou. Nenhum de nós dois quis perder um segundo sequer pra colocar a borracha.
Já vai dar tempo de se arrepender.
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36 comentários - Minha Amante, Ernesto
Muy lindo, aunque este precepto a veces es difícil de mantener.
besos linda, sigue escribiendo, lo haces de maravilla y que bueno que ya estés mejor, más tranquila y disfrutes del sexo, se ve que te encanta
Y que bueno que sigas compartiendo tu sexo con tu amiga Luz. Se nota por lo que escribiste antes q se quieren y valoran mucho
Como no imaginar tu silueta dibujada, bailando moviéndote al ritmo imaginario de un Rock de esos que te hacen sentir que te vas explotando la virilidad...
Como no imaginarte explotando en un órgano. ..
Pasa por mi muro...
Besos