Os complexos da Lucía

Uma vez, quando eu era estudante na faculdade, tive uma conversa com uma amiga que acabou indo parar em temas sexuais, e isso virou uma experiência bem divertida.

Naquela época, em 2010, o Facebook já era usado, sim. Mas o MSN - Messenger - ainda não tinha morrido, era um chat simples onde dava pra trocar documentos, fotos, fazer videochamadas e qualquer coisa que você imaginasse, inclusive cibersexo.

Enquanto eu fazia um trabalho e estava online no chat, uma amiga minha, a Lucia, me chamou.

Ela mandou uma mensagem - pelo MSN - pedindo ajuda com o trabalho, precisava que eu passasse umas referências pra ela terminar a tarefa. Como não me custava nada, mandei as referências. Ela agradeceu e, logo depois, a gente começou a conversar sobre qualquer coisa: música, arte, a professora fulana... coisas bestas.

Aí ela me perguntou se eu não tinha namorada. Eu respondi que não... E vieram todas aquelas perguntas típicas: por quê?, como eu gostava?, quem eu gostava na escola?, etc.

Não lembro nem como, mas a conversa foi parar no cibersexo.

Ela me perguntou se eu já tinha tido alguma experiência assim. Eu disse que não - porque nunca tinha tido - e aí ela perguntou se eu sabia o que era ou como se fazia. Falei que mais ou menos tinha uma ideia...

Depois ela disse: os casais falam coisas sensuais um pro outro. Mandam fotos safadinhas, mostrando as partes ou insinuando. E isso excita eles. Alguns se masturbam na webcam e coisas do tipo. Aí ela perguntou: você ficaria excitado se eu te mandasse fotos? Ela perguntou assim, direto e sem rodeios.

Ela, pra ser sincero, era uma mina gostosa. Magra, pele clara, cabelo castanho claro, olhos verdes, uns lábios bem bonitos e carnudos, um pescoço lindo e alongado. Uns peitões grandes que contrastavam com a magreza dela, deviam ser uns 36B ou pelo menos foi o que ela me disse, tinha uma cintura fina, um abdômen tanquinho... mas ela tinha um complexo, uma coisa que não Gostava; as pernas dela eram muito finas e a bunda era muito pequena e chata. Por causa desse complexo, ela vivia brigando com outra colega nossa, que também era magra, e elas tinham uma certa desconfiança entre si.

Quando ela me perguntou se eu ficaria excitado vendo ela, não soube bem o que responder. Mas falei que tudo dependeria da foto que ela me mandasse.

— Como assim depende da foto?

— Bom, é que... sei lá, se você me mandar algo que eu não goste, então não sei. Na verdade, eu estava enrascado e, mesmo estando numa conversa virtual, já estava ficando vermelho — sou bem tímido e era ainda mais naquela época.

— Quem você acha mais gostosa, eu ou Alondra (a rival simbólica dela)? De qual das duas você gostaria mais de ver algo?

— Bom, olha, na verdade as duas são bonitas.

— Escolhe uma...

Como não sou idiota, sabia que tinha que responder que era ela, senão tudo teria acabado. Mas não foi só por obrigação, porque eu realmente acreditava nisso, falei: Você.

— Eu, mas por quê?

— Bom, gosto mais da sua personalidade, você é mais legal comigo e isso me agrada. Alondra é legal, mas não queria nada com ela, sinceramente.

— Mas você diria que gostou mais de mim? — puta merda, uma mulher pode ser linda e ainda assim ser insegura, pensei na hora.

— Sim, gosto mais de você. Mas não conta pra Alondra.

— Pode deixar.

Nesse momento, ela trocou a foto do perfil e colocou uma dela, onde aparecia sorrindo com um decote lindo, mas a foto não era sensual nem sugestiva, era mais uma foto inocente tirada por uma amiga, suponho.

— Você gosta dessa foto do perfil?

— Sim... dá pra ver bastante sua personalidade.

— E você topa fazer cibersexo comigo?

— É... sei lá. Kkkk talvez você não goste. — Falei só pra falar alguma coisa.

— Vai, mas eu adoraria. Por isso que estou te falando. Se uma mina não tivesse interesse num cara, não diria nada, a não ser que seja uma puta provocadora.

— Ooorale...

— Na verdade, tem um boato no grupo.

— Ah, é? Qual? Qual Alondra é piranha?

- Não. Bom, além dessa.

- Então?

- Que você é bem dotado.

- Hahaha, e isso?

- Porque você não se gaba nem se exibe, nem tem interesse em entrar naquela competição de "eu tenho a maior" e tal, isso faz a gente pensar que ou você é muito bem dotado ou muito mal.

- Opa, hahaha.

- E eu acho que é muito bem...

Naquele dia a gente se desconectou e a conversa ficou por ali. Lucia tinha feito umas confissões interessantes que me fizeram ver ela de outro jeito, porque até aquele dia eu achava ela bonitinha, mas tipo a garota inocente e só. Nunca tinha pensado nela de forma sensual ou sexual. Até aquele momento.

Uns dias depois, acabei encontrando a Lucia na sala logo de manhã. Estavam ela e a prima Ailee. Eu já tinha esquecido a conversa que a gente teve no MSN. Quando cheguei na sala, achei estranho só estarem elas duas.

- Oi, meninas, e os outros?

- Foram todos embora, disse a Lucia.

- Como assim, pra onde ou o quê?

- É que o professor ligou falando que não ia vir, e como a gente tem duas horas livres, foram tomar café ou algo assim.

- E vocês?

- Ficamos pra fazer um trabalho, não estávamos a fim de ir, disse a Ailee.

Eu sentei e peguei um livro, já que não tinha nada pra fazer na próxima hora e meia, fiquei lendo. Depois de um tempo, elas começaram a conversar porque já tinham terminado o trabalho.

- Ei, disse a Lucia pra prima. Já te contei sobre a conversa do outro dia?

- Não, me conta...

- É que outro dia a gente conversou, eu e ele, sobre cibersexo. Ele disse que nunca fez...

- Sério? Perguntou a Ailee, e eu, naturalmente, já estava ficando vermelho.

- Ei, Lucy, não fofoqueira... hahaha

- Qual é?

- Também contei sobre o boato que tem...

- Ah, sim, esse boato te coloca numa situação complicada.

- Hahaha, eu ri, porque achei engraçado.

Depois elas se levantaram, uma foi pra porta e a Lucy se aproximou de mim, sentou na mesa do professor e disse: "E aí, você... mostra, me mostra? Aileé, cuida pra ninguém chegar...

Sem me dar tempo pra nada, ela tirou a jaqueta que tava usando, deixando ver os peitos dela na blusa, tavam muito bons. Eram grandes e ainda parecia que tinham biquinho durinho. A prima só olhava pela janela e dava uma espiada de vez em quando.

Lucy abriu as pernas e se tocou por cima da calça jeans...

— Já, Lucy, para com isso que você vai me deixar com tesão...

— Jijiji, isso te deixa com tesão?

— Ué, não sou de pau...

— E isso te deixa mais tesuda ainda?

Ela apertou a blusa deixando os peitos à mostra, marcava até a linha do sutiã. Enfiou a mão por baixo da blusa e soltou uma alça, depois a outra. Eu já tava de pau duro. Ela tirou o sutiã ainda com a blusa vestida e jogou pra mim. Tentei pegar no ar, mas não consegui. Aileé riu...

Lucy apertou a blusa de novo e agora os biquinhos dela marcaram, tavam tão nítidos que parecia que eu realmente tava vendo eles.

— Nossa, prima, que putinha, disse Aileé.

Ela chegou perto de mim sem falar nada, se inclinou e eu pude ver os peitos dela pelo decote — sem ver o biquinho direito —, depois passou a mão no meu peito. Pegou minha mão e colocou num dos peitos dela, senti a dureza do biquinho ereto na palma da mão.

Depois desceu a mão e agarrou meu pau por cima da calça jeans e soltou um suspiro.

— Tá duro? perguntou Aileé.

— Sim, e parece grande...

— Deixa eu ver, tira ele... ela falou me olhando nos olhos. Aí simplesmente desabotoou meu cinto.

— Não, não vem ninguém, Aileé? Perguntei.

— Não

— Pfffs — disse Lucia — vou te masturbar.

E na mesma hora desabotoou o botão da calça jeans e puxou pra baixo. Enquanto meu pau duro não cabia dentro da cueca. Ela agarrou ele e sacudiu enquanto mordia os lábios e olhava pra Aileé de um jeito safado. As duas riram.

Eu não aguentei mais e comecei a puxar a cueca pra baixo. Quando baixei a cueca, do meu pau escorria líquido pré-seminal. Lucy pegou com o dedo indicador e passou na cabeça toda. Depois agarrou com a mão toda bate a palma no pau.
-Ô Aileé, não pode perder isso não... vem.

Aileé deu uma última olhada na janela e veio. Depois olhou pro pau e me encarou surpresa. -Sinceramente, não acho que ele seja grande-
-Ele é gostoso... ela disse. E então pegou ele enquanto Lucy segurava minhas bolas. Eu levantei a blusa da Lucy e vi os peitos dela com os bicos duros e uma auréola linda, apertei eles. Ela gemeu. Aileé enfiou a mão por dentro da calça e se tocou enquanto acariciava minha rola.

Aileé sentou do meu lado direito e eu, do jeito que dava, enfiei a mão sentindo a calcinha dela molhada e um pouco de pelinho pubiano, acariciando a buceta dela enquanto Lucy me batia uma e eu com uma mão apertava os peitos dela.

Eu dei duas arqueadas e Lucy soltou na hora o pau que tava prestes a gozar. Mas não consegui gozar. A gente se olhou e Aileé tava quase tendo o orgasmo dela. Eu, todo feliz com a situação, via os peitos da Lucy, sentia a buceta da Aileé e era algo surreal.

Lucy pegou firme no meu pau, apertou e depois soltou enquanto dava umas puxadas irregulares. Eu me arqueei e dessa vez consegui gozar. Meu sêmen caiu em cima da poltrona e a Lucy passou o dedo indicador e depois levou à boca...

A gente se recompôs. Limpamos a cena e brincamos um pouco depois com uns beijinhos e carícias enquanto a Aileé ajudava a Lucy a colocar o sutiã e eu dava um beijo nela.
-Pois é, parece que o boato é verdade...
-Quantos centímetros tem? 19?
-Hahaha, não... só uns 17.
-Pois tá muito bom...
-Outro dia a gente mede, né Aileé?

Depois disso, e quase que no ponto certo e perfeito, os outros colegas começaram a chegar, entre eles a Alondra, que a Lucy cumprimentou como nunca... porque sabia que finalmente tinha ganhado dela em alguma coisa.

J.R. 2016

1 comentários - Os complexos da Lucía

Muy bueno!
Que bueno que te gustó, gracias por pasar y comentar. Saludos