Naquele dia eu tinha passado do ponto, não parei de zoar minha namorada. Ela é linda, jovem e é uma gostosa, tem 1,50m e só 19 anos. Tem uma raba divina, bem bunduda, e uns peitões deliciosos, firmes e bem colocados, além de uma cinturinha fina — uma verdadeira obra-prima pra dar uma gozada, claro, morena do jeito que eu gosto. Então, naquele sábado que a gente ia pra balada, passei o tempo todo enchendo o saco dela, falando que ela não tava bonita e que todas as amigas dela eram mais gostosas. Ela sabia que era brincadeira, e no começo até ria ou me dava um tapa, mas conforme a tarde passava, ela começou a ficar puta. E eu, em vez de parar, continuei com as piadas.
**O PIOR ERRO DA MINHA VIDA!**
Quando passamos na casa dela pra nos arrumar, eu só passei um pente no cabelo e vesti um blazer que tava no carro. Mas ela, depois de uma hora e meia, saiu de arrasar: uma maquiagem lindíssima, uns lábios rosa putinha-lolita, cabelo solto, e um micro-vestido vermelho que mal cobria a bunda dela, super colado e feito de um tecido fininho entre seda e lycra, parecia que ela não tava vestindo nada. Não tinha alças nem nada naquele decote enorme, onde os peitões dela quase escapavam. Tudo finalizado com uns saltos vermelhos gigantescos, que destacavam ainda mais a raba dela. Quase pulei em cima dela quando ela colocou a mão na minha cara e disse:
— Ah, não tô gostosa, não? Melhor você ir comer suas amigas pra ver se elas são assim — e saiu de casa pra entrar no carro.
A viagem inteira fiquei excitadíssimo, e ela não parava de sorrir de um jeito safado, sabia como tava me deixando e curtia a vingança dela — ou melhor, a primeira parte da vingança. Quando chegamos na balança, a gente bebeu como nunca, e quando os dois já estavam bem bêbados e tentei agarrar ela, ela disse de novo:
— Que nada, cara, se nem te curto!
— Ah, é verdade, suas amiguinhas são mais gostosas, né? — e lá fui eu, otário, continuar com a brincadeira. Vi a cara dela de "agora você se ferrou", mas em vez de pedir desculpas, ri como se tivesse contado a melhor piada do mundo.
— Ah, é? Então acho que não... que te incomode eu ficar dançando sozinha!!! Com certeza vai ter alguém que queira dançar com esse corpinho! – e fez o movimento mais sexy.
- Fica à vontade, love, sem problema, enquanto eu fico de olho nas garçonetes que são bem gostosas. – que vaca fui aquele dia.
Ela, visivelmente irritada, foi pro meio da pista enquanto eu ria que nem um idiota na mesa, naquela hora era o auge da balada, então eu via ela meio que, dançando sozinha, do jeito mais sexy que podia e sem parar de olhar pra nossa mesa, mas de vez em quando sumia da minha vista. Eu aproveitei um desses momentos pra ir ao banheiro e quando voltei… ela tava dançando com um cara!!! Embora à primeira vista parecesse uma dança normal, percebi na hora que o cara era um dos muitos que tinham ficado olhando pra ela desde que a gente chegou, e como ela não tinha deixado eu nem abraçar ela por causa da raiva que tava, devia ter pensado que ele era só um amigo. O cara era mais alto que eu, e obviamente mais forte, dava pra ver que vivia na academia, eu chuto que ele tinha uns 28 anos (eu tinha 25).
De início não me incomodei, achei que era normal chamarem ela pra dançar se tava sozinha na pista, mas conforme o tempo passava e uma música atrás da outra, comecei a ficar nervoso, ainda mais que por uns instantes eles se perdiam no meio da multidão. O pouco que eu via é que ele se aproximava dela a cada oportunidade e baixava as mãos mais do que a linha da cintura, como se fosse sem querer, falava coisas no ouvido dela e ela ria que nem uma boba, de vez em quando virava pra me olhar com uns olhos que só podiam dizer “TÁ VENDO, VACA?!”… eles flertavam descaradamente.
Depois de meia hora ela voltou pra mesa, e eu achei que tinha acabado tudo, me sentia humilhado e arrependido, mas não queria dar o braço a torcer falando isso, então decidi fingir que tava pouco me lixando pra tudo. Quando ela chegou na mesa, a primeira coisa que fez foi virar de uma vez o drink dela e o meu, dizendo:
- Que sede que deu! (e me sorriu descaradamente), que bom que teve quem quisesse. Me tirou pra dançar.
—Que bom, meu amor —respondi—, e você não vai continuar dançando com seu amigo?
—Sei não, amor, ele tava se esfregando demais em mim.
—Acho que não, gata, eu danço assim com minhas amigas.
Ela arregalou os olhões, e por um momento achei que as coisas iam mudar a meu favor, mas aí ela falou, como quem não quer nada, já com uma voz cheia de safadeza (depois me confessou que foi naquele momento que decidiu ver até onde eu aguentava):
—Ah, ok, amor, nesse caso deixa eu dançar com esse cara mais um pouco, ele me disse que um dos amigos dele também queria dançar comigo, vou dar o gostinho pra ele, claro, papi, se você não se importa.
—Como vou me importar, meu amor, se eu sei que mesmo que você se esfregue neles não acontece nada, você seria incapaz de fazer isso com maldade. — Eu já tava exagerando minha atitude, de que tava pouco me fodendo, mesmo morrendo de ciúmes, talvez por isso que fiz isso — aliás, como é o nome desse cara?
—Ah, nem sei nem me importo, hahahaha, só sei que ele dança bem gostoso, ah, desculpa, bem foda, hahaha.
E foi pra onde aquele cara tava, eu pensava que ela só tava blefando, mas a putinha se atreveu a ir, e saiu pra dançar de novo. O negão tava super feliz e até excitado de rebolar na minha mina, vi que ela também dançou não só com ele, mas com o amigo que ela tinha me falado, outro bombadão de academia, que não demorou nada pra começar a se esfregar na minha namorada por todo o corpo, ela não parava de tocar o peito dele, que com certeza tava duro, e agarrar os brações dele. Esse segundo cara, sem perder tempo, começou a passar a mão na bunda dela, aí pensei que a brincadeira ia acabar e ela ia dar um tapa nele e voltar pra mim, mas ela só riu. Antes, ela tinha virado de vez em quando pra me olhar, agora não olhava mais pra nada, era como se eu não existisse e ela tivesse ali com aqueles dois.
Foi horrível pra mim porque cada vez mais as pessoas me impediam de ver o que realmente tava rolando. Surpreendentemente, entre o ciúme terrível, a raiva e a humilhação, começou a nascer outro sentimento, comecei a... Me excitar, não sei se por ver minha mina tão gostosa e pequenininha nos braços de uns monstros daqueles, ou por ver ela já completamente sem vergonha, entregue na dança, eu queria arrancar ela dos braços deles pra levar pro carro e comer ela gostoso pra caralho.
Num momento que eles sumiram da minha vista por uns 4 minutos, e não apareciam no meio do povo, começou a tocar uma bachata, eu comecei a suar frio, se já estavam se esfregando na minha mina agora ia ser o fim da picada!!!!! E claro, quando levantei pra procurar eles, vi que já dançavam num canto mais afastado da pista, onde minha mina com certeza sabia que eu não conseguia ver da mesa, mas agora ela tava entre os dois caras.
A imagem era inacreditável, minha pequenininha e super gostosa mina no meio de dois brutamontes que tinham pelo menos uma cabeça a mais de altura e eram pilares de puro músculo, vi com estupefação como as mãos dos dois passavam a mão nela por cima do vestido e as mãos dela não paravam de agarrar os bíceps ou os peitorais deles, enquanto a cintura dela buscava acompanhar a deles, um tava com a bunda da minha mina entre a virilha, e com certeza os dois com o pau na entreperna dela, tentei desesperadamente chegar neles mas o povo não deixava, quando a música acabou ela pareceu perceber, se separou deles e veio até mim.
Voltamos juntos pra mesa e quando eu sentava com uma cara de puto, ela me surpreendeu pegando na minha piroca dura:
— Viu que você gostou de me ver sendo esfregada todinha, né??!!—
Eu não consegui mentir, o tesão falou mais alto:
— Sim, meu amor, você tava parecendo uma putinha!!!
— E não ficou com ciúmes, neném??
— Pra caralho, mas também me excitei.
— Vou te contar um segredo?— ela fez sinal com o dedo pra eu aproximar o ouvido da boca dela enquanto colocava minha mão na entreperna dela, e murmurou— Eu tô encharcada de tesão!
Quase estourou minha piroca com essa revelação óbvia e foda.
— Mais ainda, meu amor, vou continuar dançando com eles, pra ver se consigo gozar só assim Esfregando meu corpinho de putinha contra os músculos definidos deles, cê me dá permissão???…
Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, mas menos ainda no que tava sentindo. Em vez de ficar puto, eu endureci, embora tenha que admitir que naquele momento achei que ainda tinha um limite que a gente não ia ultrapassar.
— Sim, mamacita!!! — respondi — contanto que não coloquem a mão por baixo da roupa…
Ela fez cara de decepção.
— Tá bom, mas cê não vai ficar bravo, né????
— Claro que não, nena, afinal, quem vai te comer daqui a pouco sou eu! Enquanto for só dança, não tem problema, mesmo que dê pra ver que cê já quer ser comida.
— Ai sim, sim, sim, sim. Daria tudo pra ter as duas gigantescas pirocas que dá pra sentir me rasgando todinha — e levantou as mãos pra mexer o corpo de um jeito incrivelmente sexual. — Mataria pra ser penetrada do jeito que a gente dançava, um em cada buraquinho meu ao mesmo tempo.
Foi aí que eu fiquei sério:
— Cê já tá passando dos limites, love, pelo amor de Deus, uma coisa é uma dança colada, outra é…
— Ah!!!!!!! Já vai começar!!!!!!!!! É só uma fantasia, cara, cê sabe que eu nunca faria isso contigo!!!!!
— Tá bom, meu love, porque isso sim ia quebrar meu coraç…
— Já chega! Sério, não começa, eu te amo e isso nunca vai acontecer, é só uma dança e uma fantasia, ok?
— OK!
— Então, love, que tal se você me deixar me despedir deles e a gente vai embora, vai?
E ela voltou pros dois bombadões, parece que disse que já ia embora porque eles fizeram cara de tristeza, com certeza esperavam comer ela. Ela apontou pra mim e os dois viraram, com certeza disse que eu era o namorado porque os dois começaram a rir às gargalhadas. Isso me deixou mais puto ainda, e pra piorar, começaram a falar com ela como se pedindo mais uma dança. Minha namorada virou pra mim e fez sinal de que queria dançar mais uma música, e eu (já que é isso) balancei a cabeça afirmativamente.
No meio da última música, não vi mais eles e tentei procurar. Demorei o suficiente pra começar outra música até encontrar eles. Dessa vez, estavam num lugar ainda mais afastado, praticamente escondidos atrás de uma coluna e era óbvio o porquê.
MINHA NAMORADA TAVA NO MEIO DOS DOIS, ESFREGANDO O CORPO INTEIRO DELA NELES ENQUANTO MORDIA O PEITO DO CARA NA FRENTE E OS DOIS CHUPAVAM O PESCOÇO DELA, UM DE CADA LADO, ELA TAVA COM A SAIA LEVANTADA E AS BUNDA DELA NO AR DEIXAVA VER A TANGA DELA, OS DOIS NÃO PARAVAM DE ESFREGAR AS BUNDAS E AS PERNAS DELA!!! A ÚLTIMA PEDRA NO MEU CAIXÃO FOI VER ELA COMEÇAR A BEIJAR OS DOIS NA BOCA!
Mas em vez de encarar eles, eu não conseguia acreditar que minha namorada tinha feito aquilo comigo, simplesmente fiquei paralisado, sem reação, sem aceitar que estavam pegando minha namorada na minha cara, só consegui passar reto de onde eles estavam e entrar no banheiro, me olhei no espelho por um minuto e joguei água no rosto, me convenci que era mesmo minha namorada, mas pensei que devia ser o álcool que não deixava ela reagir.
Saí do banheiro com toda a atitude pra acabar com tanta putaria, custasse o que custasse (juro, juro, os caras eram muito bombados), mas quando fui pro lugar escondido atrás da coluna, eles já não estavam mais lá, pensei que talvez ela já estivesse na minha mesa me esperando, mas também não tava. Já com um nó na garganta, fui na mesa dos caras e também não, procurei por quase meia hora no maldito antro inteiro, em cada mesa, em cada canto, empurrei todo mundo, quase briguei com alguém, perguntei pra todos os garçons e já no auge do desespero saí do lugar e procurei na rua.
Voltei pra dentro e depois de ter ligado 30 vezes pro celular dela e mandado dezenas de mensagens, não sabia o que fazer, será que tavam comendo ela naquele momento? Será que tavam fazendo dupla penetração nela, como ela insinuou? Será que ela tinha dado o cu pra um daqueles monstros musculosos, o cu que ela nunca quis me dar na vida?
Depois dos 45 minutos mais longos da minha vida, consegui ver os dois filhos da puta voltando pra mesa deles, se ajeitando na roupa, pareciam suados e descabelados, mas muito mais aliviados. Relaxado, eu tava vindo de onde era a área das piscinas, corri na hora pro banheiro e vi minha mina saindo.
A saia dela tava absurdamente levantada, dava pra ver a tanguinha vermelha e ela tava lutando com um peito pra não escapar de vez do vestido. O cabelo todo bagunçado, a máscara de cílios borrada e o batom espalhado pela boca toda, e o corpo obviamente suado. Cheguei com o coração na mão e perguntei onde diabos ela tinha ido!!!
– Ai meu amor, você não sabe, passei meia hora no banheiro, de tão bêbada que tava nem conseguia levantar e não parava de vomitar, me senti super mal!
Respirei um pouco aliviado, mas não conseguia acreditar nela, então acusei ela na cara dura de ter ido com aqueles bombados.
– E daí? – ela disse – Cê acha que eu comi eles no banheiro?! Tá de sacanagem! Kkkkkkkkkkkkk!
– Ok amor, desculpa, é que também não vi eles…
– E que importa, que eles fossem pra qualquer lugar não é problema nosso!
– Cê tem razão amor, de qualquer forma já não importa, vamos embora, tô com muita vontade de transar com você.
– Ai papai, tô me sentindo muito mal, toda quebrada, outro dia será.
Quando a gente tava saindo da balada, não deu pra evitar de olhar pra onde eles estavam, ela mandou um beijo pra eles e eles também, minha mina nunca mandava beijos… Ao subir no carro, notei que as pernas dela estavam escorrendo um líquido transparente, e vi ela fazer uma careta de dor ao sentar, o cheiro do hálito dela era tão típico de sêmen que qualquer dúvida que tivesse ficado de que aqueles bombados tinham comido ela no banheiro se desfez quando ela disse:
– Aliás. – apontou enquanto sorria e mordia o lábio com a maior cara de puta que eu já tinha visto – …os dois se chamavam MANDINGO!!!
**O PIOR ERRO DA MINHA VIDA!**
Quando passamos na casa dela pra nos arrumar, eu só passei um pente no cabelo e vesti um blazer que tava no carro. Mas ela, depois de uma hora e meia, saiu de arrasar: uma maquiagem lindíssima, uns lábios rosa putinha-lolita, cabelo solto, e um micro-vestido vermelho que mal cobria a bunda dela, super colado e feito de um tecido fininho entre seda e lycra, parecia que ela não tava vestindo nada. Não tinha alças nem nada naquele decote enorme, onde os peitões dela quase escapavam. Tudo finalizado com uns saltos vermelhos gigantescos, que destacavam ainda mais a raba dela. Quase pulei em cima dela quando ela colocou a mão na minha cara e disse:
— Ah, não tô gostosa, não? Melhor você ir comer suas amigas pra ver se elas são assim — e saiu de casa pra entrar no carro.
A viagem inteira fiquei excitadíssimo, e ela não parava de sorrir de um jeito safado, sabia como tava me deixando e curtia a vingança dela — ou melhor, a primeira parte da vingança. Quando chegamos na balança, a gente bebeu como nunca, e quando os dois já estavam bem bêbados e tentei agarrar ela, ela disse de novo:
— Que nada, cara, se nem te curto!
— Ah, é verdade, suas amiguinhas são mais gostosas, né? — e lá fui eu, otário, continuar com a brincadeira. Vi a cara dela de "agora você se ferrou", mas em vez de pedir desculpas, ri como se tivesse contado a melhor piada do mundo.
— Ah, é? Então acho que não... que te incomode eu ficar dançando sozinha!!! Com certeza vai ter alguém que queira dançar com esse corpinho! – e fez o movimento mais sexy.
- Fica à vontade, love, sem problema, enquanto eu fico de olho nas garçonetes que são bem gostosas. – que vaca fui aquele dia.
Ela, visivelmente irritada, foi pro meio da pista enquanto eu ria que nem um idiota na mesa, naquela hora era o auge da balada, então eu via ela meio que, dançando sozinha, do jeito mais sexy que podia e sem parar de olhar pra nossa mesa, mas de vez em quando sumia da minha vista. Eu aproveitei um desses momentos pra ir ao banheiro e quando voltei… ela tava dançando com um cara!!! Embora à primeira vista parecesse uma dança normal, percebi na hora que o cara era um dos muitos que tinham ficado olhando pra ela desde que a gente chegou, e como ela não tinha deixado eu nem abraçar ela por causa da raiva que tava, devia ter pensado que ele era só um amigo. O cara era mais alto que eu, e obviamente mais forte, dava pra ver que vivia na academia, eu chuto que ele tinha uns 28 anos (eu tinha 25).
De início não me incomodei, achei que era normal chamarem ela pra dançar se tava sozinha na pista, mas conforme o tempo passava e uma música atrás da outra, comecei a ficar nervoso, ainda mais que por uns instantes eles se perdiam no meio da multidão. O pouco que eu via é que ele se aproximava dela a cada oportunidade e baixava as mãos mais do que a linha da cintura, como se fosse sem querer, falava coisas no ouvido dela e ela ria que nem uma boba, de vez em quando virava pra me olhar com uns olhos que só podiam dizer “TÁ VENDO, VACA?!”… eles flertavam descaradamente.
Depois de meia hora ela voltou pra mesa, e eu achei que tinha acabado tudo, me sentia humilhado e arrependido, mas não queria dar o braço a torcer falando isso, então decidi fingir que tava pouco me lixando pra tudo. Quando ela chegou na mesa, a primeira coisa que fez foi virar de uma vez o drink dela e o meu, dizendo:
- Que sede que deu! (e me sorriu descaradamente), que bom que teve quem quisesse. Me tirou pra dançar.
—Que bom, meu amor —respondi—, e você não vai continuar dançando com seu amigo?
—Sei não, amor, ele tava se esfregando demais em mim.
—Acho que não, gata, eu danço assim com minhas amigas.
Ela arregalou os olhões, e por um momento achei que as coisas iam mudar a meu favor, mas aí ela falou, como quem não quer nada, já com uma voz cheia de safadeza (depois me confessou que foi naquele momento que decidiu ver até onde eu aguentava):
—Ah, ok, amor, nesse caso deixa eu dançar com esse cara mais um pouco, ele me disse que um dos amigos dele também queria dançar comigo, vou dar o gostinho pra ele, claro, papi, se você não se importa.
—Como vou me importar, meu amor, se eu sei que mesmo que você se esfregue neles não acontece nada, você seria incapaz de fazer isso com maldade. — Eu já tava exagerando minha atitude, de que tava pouco me fodendo, mesmo morrendo de ciúmes, talvez por isso que fiz isso — aliás, como é o nome desse cara?
—Ah, nem sei nem me importo, hahahaha, só sei que ele dança bem gostoso, ah, desculpa, bem foda, hahaha.
E foi pra onde aquele cara tava, eu pensava que ela só tava blefando, mas a putinha se atreveu a ir, e saiu pra dançar de novo. O negão tava super feliz e até excitado de rebolar na minha mina, vi que ela também dançou não só com ele, mas com o amigo que ela tinha me falado, outro bombadão de academia, que não demorou nada pra começar a se esfregar na minha namorada por todo o corpo, ela não parava de tocar o peito dele, que com certeza tava duro, e agarrar os brações dele. Esse segundo cara, sem perder tempo, começou a passar a mão na bunda dela, aí pensei que a brincadeira ia acabar e ela ia dar um tapa nele e voltar pra mim, mas ela só riu. Antes, ela tinha virado de vez em quando pra me olhar, agora não olhava mais pra nada, era como se eu não existisse e ela tivesse ali com aqueles dois.
Foi horrível pra mim porque cada vez mais as pessoas me impediam de ver o que realmente tava rolando. Surpreendentemente, entre o ciúme terrível, a raiva e a humilhação, começou a nascer outro sentimento, comecei a... Me excitar, não sei se por ver minha mina tão gostosa e pequenininha nos braços de uns monstros daqueles, ou por ver ela já completamente sem vergonha, entregue na dança, eu queria arrancar ela dos braços deles pra levar pro carro e comer ela gostoso pra caralho.
Num momento que eles sumiram da minha vista por uns 4 minutos, e não apareciam no meio do povo, começou a tocar uma bachata, eu comecei a suar frio, se já estavam se esfregando na minha mina agora ia ser o fim da picada!!!!! E claro, quando levantei pra procurar eles, vi que já dançavam num canto mais afastado da pista, onde minha mina com certeza sabia que eu não conseguia ver da mesa, mas agora ela tava entre os dois caras.
A imagem era inacreditável, minha pequenininha e super gostosa mina no meio de dois brutamontes que tinham pelo menos uma cabeça a mais de altura e eram pilares de puro músculo, vi com estupefação como as mãos dos dois passavam a mão nela por cima do vestido e as mãos dela não paravam de agarrar os bíceps ou os peitorais deles, enquanto a cintura dela buscava acompanhar a deles, um tava com a bunda da minha mina entre a virilha, e com certeza os dois com o pau na entreperna dela, tentei desesperadamente chegar neles mas o povo não deixava, quando a música acabou ela pareceu perceber, se separou deles e veio até mim.
Voltamos juntos pra mesa e quando eu sentava com uma cara de puto, ela me surpreendeu pegando na minha piroca dura:
— Viu que você gostou de me ver sendo esfregada todinha, né??!!—
Eu não consegui mentir, o tesão falou mais alto:
— Sim, meu amor, você tava parecendo uma putinha!!!
— E não ficou com ciúmes, neném??
— Pra caralho, mas também me excitei.
— Vou te contar um segredo?— ela fez sinal com o dedo pra eu aproximar o ouvido da boca dela enquanto colocava minha mão na entreperna dela, e murmurou— Eu tô encharcada de tesão!
Quase estourou minha piroca com essa revelação óbvia e foda.
— Mais ainda, meu amor, vou continuar dançando com eles, pra ver se consigo gozar só assim Esfregando meu corpinho de putinha contra os músculos definidos deles, cê me dá permissão???…
Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, mas menos ainda no que tava sentindo. Em vez de ficar puto, eu endureci, embora tenha que admitir que naquele momento achei que ainda tinha um limite que a gente não ia ultrapassar.
— Sim, mamacita!!! — respondi — contanto que não coloquem a mão por baixo da roupa…
Ela fez cara de decepção.
— Tá bom, mas cê não vai ficar bravo, né????
— Claro que não, nena, afinal, quem vai te comer daqui a pouco sou eu! Enquanto for só dança, não tem problema, mesmo que dê pra ver que cê já quer ser comida.
— Ai sim, sim, sim, sim. Daria tudo pra ter as duas gigantescas pirocas que dá pra sentir me rasgando todinha — e levantou as mãos pra mexer o corpo de um jeito incrivelmente sexual. — Mataria pra ser penetrada do jeito que a gente dançava, um em cada buraquinho meu ao mesmo tempo.
Foi aí que eu fiquei sério:
— Cê já tá passando dos limites, love, pelo amor de Deus, uma coisa é uma dança colada, outra é…
— Ah!!!!!!! Já vai começar!!!!!!!!! É só uma fantasia, cara, cê sabe que eu nunca faria isso contigo!!!!!
— Tá bom, meu love, porque isso sim ia quebrar meu coraç…
— Já chega! Sério, não começa, eu te amo e isso nunca vai acontecer, é só uma dança e uma fantasia, ok?
— OK!
— Então, love, que tal se você me deixar me despedir deles e a gente vai embora, vai?
E ela voltou pros dois bombadões, parece que disse que já ia embora porque eles fizeram cara de tristeza, com certeza esperavam comer ela. Ela apontou pra mim e os dois viraram, com certeza disse que eu era o namorado porque os dois começaram a rir às gargalhadas. Isso me deixou mais puto ainda, e pra piorar, começaram a falar com ela como se pedindo mais uma dança. Minha namorada virou pra mim e fez sinal de que queria dançar mais uma música, e eu (já que é isso) balancei a cabeça afirmativamente.
No meio da última música, não vi mais eles e tentei procurar. Demorei o suficiente pra começar outra música até encontrar eles. Dessa vez, estavam num lugar ainda mais afastado, praticamente escondidos atrás de uma coluna e era óbvio o porquê.
MINHA NAMORADA TAVA NO MEIO DOS DOIS, ESFREGANDO O CORPO INTEIRO DELA NELES ENQUANTO MORDIA O PEITO DO CARA NA FRENTE E OS DOIS CHUPAVAM O PESCOÇO DELA, UM DE CADA LADO, ELA TAVA COM A SAIA LEVANTADA E AS BUNDA DELA NO AR DEIXAVA VER A TANGA DELA, OS DOIS NÃO PARAVAM DE ESFREGAR AS BUNDAS E AS PERNAS DELA!!! A ÚLTIMA PEDRA NO MEU CAIXÃO FOI VER ELA COMEÇAR A BEIJAR OS DOIS NA BOCA!
Mas em vez de encarar eles, eu não conseguia acreditar que minha namorada tinha feito aquilo comigo, simplesmente fiquei paralisado, sem reação, sem aceitar que estavam pegando minha namorada na minha cara, só consegui passar reto de onde eles estavam e entrar no banheiro, me olhei no espelho por um minuto e joguei água no rosto, me convenci que era mesmo minha namorada, mas pensei que devia ser o álcool que não deixava ela reagir.
Saí do banheiro com toda a atitude pra acabar com tanta putaria, custasse o que custasse (juro, juro, os caras eram muito bombados), mas quando fui pro lugar escondido atrás da coluna, eles já não estavam mais lá, pensei que talvez ela já estivesse na minha mesa me esperando, mas também não tava. Já com um nó na garganta, fui na mesa dos caras e também não, procurei por quase meia hora no maldito antro inteiro, em cada mesa, em cada canto, empurrei todo mundo, quase briguei com alguém, perguntei pra todos os garçons e já no auge do desespero saí do lugar e procurei na rua.
Voltei pra dentro e depois de ter ligado 30 vezes pro celular dela e mandado dezenas de mensagens, não sabia o que fazer, será que tavam comendo ela naquele momento? Será que tavam fazendo dupla penetração nela, como ela insinuou? Será que ela tinha dado o cu pra um daqueles monstros musculosos, o cu que ela nunca quis me dar na vida?
Depois dos 45 minutos mais longos da minha vida, consegui ver os dois filhos da puta voltando pra mesa deles, se ajeitando na roupa, pareciam suados e descabelados, mas muito mais aliviados. Relaxado, eu tava vindo de onde era a área das piscinas, corri na hora pro banheiro e vi minha mina saindo.
A saia dela tava absurdamente levantada, dava pra ver a tanguinha vermelha e ela tava lutando com um peito pra não escapar de vez do vestido. O cabelo todo bagunçado, a máscara de cílios borrada e o batom espalhado pela boca toda, e o corpo obviamente suado. Cheguei com o coração na mão e perguntei onde diabos ela tinha ido!!!
– Ai meu amor, você não sabe, passei meia hora no banheiro, de tão bêbada que tava nem conseguia levantar e não parava de vomitar, me senti super mal!
Respirei um pouco aliviado, mas não conseguia acreditar nela, então acusei ela na cara dura de ter ido com aqueles bombados.
– E daí? – ela disse – Cê acha que eu comi eles no banheiro?! Tá de sacanagem! Kkkkkkkkkkkkk!
– Ok amor, desculpa, é que também não vi eles…
– E que importa, que eles fossem pra qualquer lugar não é problema nosso!
– Cê tem razão amor, de qualquer forma já não importa, vamos embora, tô com muita vontade de transar com você.
– Ai papai, tô me sentindo muito mal, toda quebrada, outro dia será.
Quando a gente tava saindo da balada, não deu pra evitar de olhar pra onde eles estavam, ela mandou um beijo pra eles e eles também, minha mina nunca mandava beijos… Ao subir no carro, notei que as pernas dela estavam escorrendo um líquido transparente, e vi ela fazer uma careta de dor ao sentar, o cheiro do hálito dela era tão típico de sêmen que qualquer dúvida que tivesse ficado de que aqueles bombados tinham comido ela no banheiro se desfez quando ela disse:
– Aliás. – apontou enquanto sorria e mordia o lábio com a maior cara de puta que eu já tinha visto – …os dois se chamavam MANDINGO!!!
2 comentários - Minha namorada rebolando na balada
A seguir así 👍
Lo bueno es que no exageras las cosas como otros usuarios que por ejemplo pueden acabar 5 veces siempre llenando de leche.