Olá, pessoal! Agradeço pelos comentários. Sobre a ortografia, tô escrevendo pelo celular e escondido da minha esposa, porque ela descobriu a situação que vou contar outro dia.
Depois daquele dia, eu vivia cagado de medo por causa do que a Flor me disse. Ela agia normal, não se preocupava com nada e, sempre que podia, passava a mão na minha pica e andava de legging sem calcinha, mostrando como a buceta marcava. As tetas dela, bem durinhas, roçavam no meu corpo toda vez que ela se aproximava. Isso até ela viajar.
"Finalmente posso descansar dessa agonia", pensei, bem otário. Mas foi aí que a história com a Flor começou.
Flor: "Bom, já que meu irmão viajou, eu quero algo pra mim."
Ela falou num tom autoritário, olhando nos meus olhos, na frente da mãe dela. Minha esposa concordou e pediu pra eu dar o gosto, mas ela não sabia que tava me condenando, por assim dizer.
Flor começou a me chantagear, pedindo dinheiro, roupa, celular e um monte de outras coisas. Eu cedia pra minha mulher não descobrir, o que me fez me endividar ainda mais.
Foi uma semana de terror. Naquele sábado, Flor tinha um aniversário e me pediu pra comprar um vestido.
Flor: "Preciso de um vestido pra ir no aniversário da Nádia (a colega dela)."
Eu: "Neném, você já tem roupa demais."
Flor: "Claro, pra Lore dão tudo e pra mim não. Você disse que ia me dar o mesmo que pra ela."
Eu: "Tá bom, se troca que eu te levo pra comprar a roupa."
Saímos os três pro centro. Entramos numa loja bem cara. Minha esposa foi pro provador e Flor pro outro. Daí a pouco, minha esposa me chama. Espiei e ela tava com um vestido com uma Hello Kitty na lateral, até a coxa, um decote que mostrava quase a teta inteira. Tava uma gostosa. Dei o ok e saí. Ela saiu e foi atrás de outro vestido. Chego no balcão e Flor me chama. Sem me mostrar, ela pede pra eu subir o zíper do vestido. Espio e vejo que ela tá vestindo um vestido preto sem manga. com gola, um decote mais pronunciado que o da minha mulher e bem curtinho, que mal cobria aquela bunda bem empinada e redonda, os peitos pareciam dois melões bem juntinhos, isso deixou minha pica dura pra caralho. Nisso, caiu um cinto que ela tinha no vestido, ela se abaixou e eu não conseguia parar de olhar quando vi aquela bunda imponente com aquele vestido tão curto deixando ver a buceta rosada com uns lábios bem juntinhos, a safada não estava de calcinha. Minha pica não aguentava mais, não dava pra esconder minha ereção. Quando ela se endireitou, me viu de pau duro e disse, arrumando os peitos: "Gostou do que viu?". Saí sem falar nada, tentando disfarçar a pica.
Saímos, compramos mais umas coisas, quando a Flor se colocou entre eu e minha mulher, nos abraçando. Ela pegou na minha mão e, de vez em quando, me abraçava e dava um beijo na bochecha. Subimos no carro, ela sentou no banco do carona e minha esposa atrás, que estava falando no telefone com minha cunhada. A Flor sentou meio de lado no banco, com as costas viradas pra porta, sentada em uma das pernas, olhando pra mim. Depois de um pouco andando, percebi que ela estava com a saia levantada, deixando ver a buceta, e se tocava bem disfarçadamente. Enquanto isso, ela olhava pra mãe dela e pra frente do carro, sem me encarar. Minha pica chegou a encostar no volante, tava dura que nem ferro.
Chegamos em casa, eu sentei no sofá pra ver TV e tentar me acalmar. Minha esposa foi tomar banho e a Flor foi pro quarto dela. Estando sozinho, tentei ajeitar a pica pra não ficar marcando a tesão, quando senti no meu ouvido:
Flor: "Você não respondeu o que te perguntei no provador."
Eu: "Não sei, tô meio besta."
Flor: "Mas teu corpo não diz a mesma coisa."
Quando ela disse isso, percebi que a Lore tinha contado tudo (depois ela me contou) e ela tava falando quase a mesma coisa que a Lore, pegando na minha pica por cima da calça, me disse: "Hoje à noite você me leva e me busca no aniversário, sem desculpa, senão eu falo" (o que eu odiava, ir buscar elas em festa, sempre era minha mulher que fazia). Ela se virou e foi pro quarto. Deu meia-volta e foi embora. Eu, todo tarado, entrei no banheiro com minha mulher pra tomar um banho e aliviar o tesão. Entrei e vi a bunda da minha mulher empinada, ela agachada ensaboando os pés. Não pensei duas vezes, me agachei e comecei a chupar a bunda dela. Ela abriu bem as nádegas e escancarou o cu enquanto eu enfiava os dedos na pussy. Levantei, encaixei a cock no cu dela e meti até o talo. Nem precisei dilatar, porque minha mulher adora sexo anal. Dei umas bombadas e, enquanto ela gozava, eu enfiava mais a cock. Ela se solta, começa a chupar minha cock, enchendo a boca dela de cum. Ela engoliu tudo, a gente se lavou e se trocou.
Chegou a noite, Flor me pediu pra levar ela. Saímos os três e deixei ela na festa. A mina tava uma delícia. Com minha esposa, demos umas voltas enquanto eu dirigia. Ela ficava mexendo na minha cock e foi se esquentando, até que puxou minha cock pra fora e começou a chupar. Eu dirigia como dava. Nisso, ela levanta a cabeça e fala pra parar numa farmácia. Desce, quando volta, pergunto o que tinha comprado. Ela responde que comprou um óleo da Sweetie e uns comprimidos pra mim, porque a gente ia amanhecer transando. Naquela noite, a gente comeu a noite inteira. Pra ser sincero, o óleo e o comprimido deixaram minha cock dura a noite toda (depois conto o que rolou nessa noite).
Umas 5 da manhã, fui buscar a Flor. Minha esposa ficou dormindo e eu fui sozinho, meio doidão. Chego, Flor sobe com uma amiga e fala que ia dormir em casa. Chegamos e elas foram pro quarto. Eu tava tomando um café quando Flor aparece com uma camiseta que mal tapava a bunda e sem calcinha, os pezinhos durinhos aparecendo.
Flor: "Cê não tem sono, não?"
Eu: "Tenho, vou deitar. Só tava com fome."
Ela, de costas pra mim, pegando suco na geladeira, e eu via a bunda toda e a pussy que parecia uma empanada. Ela se vira e olha pra minha cock, dizendo:
Flor: "Já não gosta mais do que vê?"
Eu: "Gosto, mas não quero confusão."
Flor: "Então fala pra sua cock o que cê pensa."
Eu já tava... tinha parado de novo, ela se aproxima, me pega na pika, me beija
Flor_ não seja cagão, não vou falar nada, te falei que quero o mesmo que você deu pra minha irmã
Eu_ que gostosa você é, me deixa com muito tesão igual sua irmã
Flor_ ela já me contou tudo
E começou a chupar minha pika desesperadamente enquanto eu metia a mão na buceta dela, toda molhada, já vinha da festa assim a mina. Sentei ela na mesa, eu na cadeira, e comecei a chupar a buceta dela, depiladinha, rosadinha, igual a da irmã. Cada chupada que eu dava, mais suculenta ela ficava. Enquanto chupava a buceta, queria meter dois dedos no cu dela, mas ela não deixou. Levantei, agarrei ela pelo cabelo e falei no ouvido: "Não queria o mesmo que sua irmã? Vai me dar o cu."
Flor_ sim, mas minha irmã sempre faz, eu nunca fiz
Eu_ bom, sempre tem uma primeira vez, baby
Ajeitei minha pika na entrada da buceta dela e enfiei. Era mais apertada que a da Lore. Meti umas oito vezes, quando ela gozou, me abraçou com as pernas na cintura.
Ela desceu da mesa e começou a me chupar. Agarrei ela pela nuca e comecei a meter mais fundo, engasgando ela. Virei ela de bruços, abri as nádegas e chupei aquele buraco virgem. Dilatei um pouco e encostei a ponta, fui enfiando até entrar. Quase cortou minha pika com o cu. Comi ela gostoso até sentir uma meleca molhada. Olhei e era ela, saindo suco da buceta, parecia uma torneira aberta. Isso me fez explodir e enchi o cu dela de porra. Quando tirei, ela pegou minha pika e chupou, dizendo: "Você não me deu o que deu pra minha irmã, eu queria engolir a porra."
Com o passar dos dias, comia minhas duas enteadas e minha esposa, até que minha esposa começou a desconfiar.
Espero que gostem, deixem comentários.
Depois daquele dia, eu vivia cagado de medo por causa do que a Flor me disse. Ela agia normal, não se preocupava com nada e, sempre que podia, passava a mão na minha pica e andava de legging sem calcinha, mostrando como a buceta marcava. As tetas dela, bem durinhas, roçavam no meu corpo toda vez que ela se aproximava. Isso até ela viajar.
"Finalmente posso descansar dessa agonia", pensei, bem otário. Mas foi aí que a história com a Flor começou.
Flor: "Bom, já que meu irmão viajou, eu quero algo pra mim."
Ela falou num tom autoritário, olhando nos meus olhos, na frente da mãe dela. Minha esposa concordou e pediu pra eu dar o gosto, mas ela não sabia que tava me condenando, por assim dizer.
Flor começou a me chantagear, pedindo dinheiro, roupa, celular e um monte de outras coisas. Eu cedia pra minha mulher não descobrir, o que me fez me endividar ainda mais.
Foi uma semana de terror. Naquele sábado, Flor tinha um aniversário e me pediu pra comprar um vestido.
Flor: "Preciso de um vestido pra ir no aniversário da Nádia (a colega dela)."
Eu: "Neném, você já tem roupa demais."
Flor: "Claro, pra Lore dão tudo e pra mim não. Você disse que ia me dar o mesmo que pra ela."
Eu: "Tá bom, se troca que eu te levo pra comprar a roupa."
Saímos os três pro centro. Entramos numa loja bem cara. Minha esposa foi pro provador e Flor pro outro. Daí a pouco, minha esposa me chama. Espiei e ela tava com um vestido com uma Hello Kitty na lateral, até a coxa, um decote que mostrava quase a teta inteira. Tava uma gostosa. Dei o ok e saí. Ela saiu e foi atrás de outro vestido. Chego no balcão e Flor me chama. Sem me mostrar, ela pede pra eu subir o zíper do vestido. Espio e vejo que ela tá vestindo um vestido preto sem manga. com gola, um decote mais pronunciado que o da minha mulher e bem curtinho, que mal cobria aquela bunda bem empinada e redonda, os peitos pareciam dois melões bem juntinhos, isso deixou minha pica dura pra caralho. Nisso, caiu um cinto que ela tinha no vestido, ela se abaixou e eu não conseguia parar de olhar quando vi aquela bunda imponente com aquele vestido tão curto deixando ver a buceta rosada com uns lábios bem juntinhos, a safada não estava de calcinha. Minha pica não aguentava mais, não dava pra esconder minha ereção. Quando ela se endireitou, me viu de pau duro e disse, arrumando os peitos: "Gostou do que viu?". Saí sem falar nada, tentando disfarçar a pica.
Saímos, compramos mais umas coisas, quando a Flor se colocou entre eu e minha mulher, nos abraçando. Ela pegou na minha mão e, de vez em quando, me abraçava e dava um beijo na bochecha. Subimos no carro, ela sentou no banco do carona e minha esposa atrás, que estava falando no telefone com minha cunhada. A Flor sentou meio de lado no banco, com as costas viradas pra porta, sentada em uma das pernas, olhando pra mim. Depois de um pouco andando, percebi que ela estava com a saia levantada, deixando ver a buceta, e se tocava bem disfarçadamente. Enquanto isso, ela olhava pra mãe dela e pra frente do carro, sem me encarar. Minha pica chegou a encostar no volante, tava dura que nem ferro.
Chegamos em casa, eu sentei no sofá pra ver TV e tentar me acalmar. Minha esposa foi tomar banho e a Flor foi pro quarto dela. Estando sozinho, tentei ajeitar a pica pra não ficar marcando a tesão, quando senti no meu ouvido:
Flor: "Você não respondeu o que te perguntei no provador."
Eu: "Não sei, tô meio besta."
Flor: "Mas teu corpo não diz a mesma coisa."
Quando ela disse isso, percebi que a Lore tinha contado tudo (depois ela me contou) e ela tava falando quase a mesma coisa que a Lore, pegando na minha pica por cima da calça, me disse: "Hoje à noite você me leva e me busca no aniversário, sem desculpa, senão eu falo" (o que eu odiava, ir buscar elas em festa, sempre era minha mulher que fazia). Ela se virou e foi pro quarto. Deu meia-volta e foi embora. Eu, todo tarado, entrei no banheiro com minha mulher pra tomar um banho e aliviar o tesão. Entrei e vi a bunda da minha mulher empinada, ela agachada ensaboando os pés. Não pensei duas vezes, me agachei e comecei a chupar a bunda dela. Ela abriu bem as nádegas e escancarou o cu enquanto eu enfiava os dedos na pussy. Levantei, encaixei a cock no cu dela e meti até o talo. Nem precisei dilatar, porque minha mulher adora sexo anal. Dei umas bombadas e, enquanto ela gozava, eu enfiava mais a cock. Ela se solta, começa a chupar minha cock, enchendo a boca dela de cum. Ela engoliu tudo, a gente se lavou e se trocou.
Chegou a noite, Flor me pediu pra levar ela. Saímos os três e deixei ela na festa. A mina tava uma delícia. Com minha esposa, demos umas voltas enquanto eu dirigia. Ela ficava mexendo na minha cock e foi se esquentando, até que puxou minha cock pra fora e começou a chupar. Eu dirigia como dava. Nisso, ela levanta a cabeça e fala pra parar numa farmácia. Desce, quando volta, pergunto o que tinha comprado. Ela responde que comprou um óleo da Sweetie e uns comprimidos pra mim, porque a gente ia amanhecer transando. Naquela noite, a gente comeu a noite inteira. Pra ser sincero, o óleo e o comprimido deixaram minha cock dura a noite toda (depois conto o que rolou nessa noite).
Umas 5 da manhã, fui buscar a Flor. Minha esposa ficou dormindo e eu fui sozinho, meio doidão. Chego, Flor sobe com uma amiga e fala que ia dormir em casa. Chegamos e elas foram pro quarto. Eu tava tomando um café quando Flor aparece com uma camiseta que mal tapava a bunda e sem calcinha, os pezinhos durinhos aparecendo.
Flor: "Cê não tem sono, não?"
Eu: "Tenho, vou deitar. Só tava com fome."
Ela, de costas pra mim, pegando suco na geladeira, e eu via a bunda toda e a pussy que parecia uma empanada. Ela se vira e olha pra minha cock, dizendo:
Flor: "Já não gosta mais do que vê?"
Eu: "Gosto, mas não quero confusão."
Flor: "Então fala pra sua cock o que cê pensa."
Eu já tava... tinha parado de novo, ela se aproxima, me pega na pika, me beija
Flor_ não seja cagão, não vou falar nada, te falei que quero o mesmo que você deu pra minha irmã
Eu_ que gostosa você é, me deixa com muito tesão igual sua irmã
Flor_ ela já me contou tudo
E começou a chupar minha pika desesperadamente enquanto eu metia a mão na buceta dela, toda molhada, já vinha da festa assim a mina. Sentei ela na mesa, eu na cadeira, e comecei a chupar a buceta dela, depiladinha, rosadinha, igual a da irmã. Cada chupada que eu dava, mais suculenta ela ficava. Enquanto chupava a buceta, queria meter dois dedos no cu dela, mas ela não deixou. Levantei, agarrei ela pelo cabelo e falei no ouvido: "Não queria o mesmo que sua irmã? Vai me dar o cu."
Flor_ sim, mas minha irmã sempre faz, eu nunca fiz
Eu_ bom, sempre tem uma primeira vez, baby
Ajeitei minha pika na entrada da buceta dela e enfiei. Era mais apertada que a da Lore. Meti umas oito vezes, quando ela gozou, me abraçou com as pernas na cintura.
Ela desceu da mesa e começou a me chupar. Agarrei ela pela nuca e comecei a meter mais fundo, engasgando ela. Virei ela de bruços, abri as nádegas e chupei aquele buraco virgem. Dilatei um pouco e encostei a ponta, fui enfiando até entrar. Quase cortou minha pika com o cu. Comi ela gostoso até sentir uma meleca molhada. Olhei e era ela, saindo suco da buceta, parecia uma torneira aberta. Isso me fez explodir e enchi o cu dela de porra. Quando tirei, ela pegou minha pika e chupou, dizendo: "Você não me deu o que deu pra minha irmã, eu queria engolir a porra."
Com o passar dos dias, comia minhas duas enteadas e minha esposa, até que minha esposa começou a desconfiar.
Espero que gostem, deixem comentários.
9 comentários - Festa de formatura da minha enteada (final)