OI, GALERA. PRA SER SINCERA, NÃO SEI SE ESSE POST TÁ DENTRO DAS REGRAS DO SITE, NEM LI ELAS PRA FALAR A VERDADE. ESPERO QUE NÃO REMOVAM. É UMA CARTA QUE ESCREVI NA SEXTA PASSADA, DEPOIS DA MARCHA DO "NI UNA MENOS". ALGUNS JÁ CONHECEM, QUEM NÃO CONHECE, ESSA É MINHA HISTÓRIA.
Tô escrevendo essa carta pra você, que me fez extremamente feliz por muito tempo, pra você que me manteve com todos os luxos, realizou meus caprichos, me tratou como uma rainha. Lembro que minhas amigas me invejavam, todas falavam de você, por causa das viagens que a gente fazia, das roupas que você comprava pra mim, dos anéis, correntes, pulseiras, tudo. Sempre tive tudo, sempre tive o celular mais novo, sempre tive a melhor câmera, e até um PlayStation portátil. Lembra como eu enchi o saco por aquele PlayStation? Eu tinha 22 anos e queria um, e você me perguntou o que eu faria pra ter ele, e eu respondi que qualquer coisa, que era o que eu mais queria na vida. Tudo era parte do nosso jogo, a gente tinha começado a namorar fazia pouco tempo, e nossos hormônios estavam pegando fogo. Por aquele videogame, comecei a fazer coisas que até então nunca tinha feito, como deixar você me filmar enquanto te fazia um boquete. Lembra que nas primeiras vezes eu queria ver os vídeos na hora pra ver como tinha ficado? E você dizia que eu precisava relaxar mais o rosto e fazer cara de "slut". Aí eu descia e a gente fazia a segunda tomada do filme, e eu, obediente, fazia mais cara de "slut", ou pelo menos era o que eu achava, porque não sei direito o que é cara de "slut". Cara de prazer é cara de "slut"? Será que gozar sexualmente te transforma numa slut? Naquela época eu não sabia, e entrei nesse jogo de se filmar. Gostava de te agradar, porque era sua namorada, sua parceira, e um parceiro tem que agradar o outro, né? Não era isso que a gente sempre falava? Você sempre dizia isso, que minha obrigação como mulher era te dar prazer. Você, claro, me dava prazer também, nunca reclamei disso. disso, mas agora sei que aquilo que você chamava de me dar prazer, na verdade era pro seu próprio prazer. Sinceramente, nunca tinha passado pela minha cabeça receber o tal "beijo negro", sabia que existia, claro, mas achava que só acontecia em filme pornô, e que na vida real isso não rolava. Você fez em mim e eu gostei, verdade que é gostoso, dá uma sensação boa, muito prazer, cócegas, impossível não gemer. E o que você falava quando eu gemia? Me perguntava se eu tava gostando, sua putinha, lembra? "Tá gostando, putinha?", você dizia. Eu respondia que sim, por que ia mentir pra você, se era uma delícia o que você fazia.
A gente viajava junto pelo país inteiro, duas vezes por ano a gente tirava férias. Chegávamos no hotel e a primeira coisa era transar, a qualquer hora, se a camareira tivesse limpando o quarto ao lado não importava, que nos ouvissem, você gostava que nos ouvissem, no fundo, ou nem tanto, queria que todo mundo soubesse que você tava me comendo, porque você falava isso, "assim que chegarmos vou te dar uma fodida...", e eu, submissa, cega pelos luxos, não via a hora de chegar pra te entregar meu corpo. Se no dia seguinte me olhavam no café da manhã não ligava, você me ensinou a ser egoísta, eles tão olhando com inveja porque não transam, eu pensava.
Você sempre foi de marcar território, por exemplo, vivia me dando ordens em voz alta pra todo mundo ouvir e ver que eu te obedecia. Não era nada demais, não falava nada de mal, "meu amor, me traz isso", "minha vida, por que não vai no quarto pegar aquilo", e eu, escrava e feliz, ia, e quando eu parava você me dava um tapa na bunda na frente de todo mundo, tipo pra mostrar que podia tocar meu corpo quando e onde quisesse. Não me incomodava, claro, nessa altura já tinha me acostumado a ser sua, nunca tinha tido outro namorado, achava que tudo aquilo era normal, e que se os outros casais não faziam era porque já tinham perdido a paixão.
Depois começaram as pequenas... Correções em público. Se eu opinava sobre algum assunto e você não pensava igual, mandava eu calar a boca, que eu não sabia nada daquilo, e procurava cúmplices na mesa, e todo mundo caía na gargalhada da minha ignorância no geral. Aí as outras mulheres, muito menos submissas do que eu, se defendiam — não de forma violenta, afinal estávamos sempre em jantares com amigos — mas elas, entre ironias e sarcasmos, não ficavam caladas. Eu, sim. Eu ficava quietinha na minha cadeira, só sorria, e aí você dizia que eu nem sabia do que estava rindo. Nunca me passou pela cabeça te falar algo, te reprovar, porque nessas noites a gente voltava pra casa e fazia amor — eu fazia amor, você me comia. Lembra quando você pedia pra eu te comer como uma puta? Como é que as putas comem? Eu não sabia o que fazer. Lá no fundo, pensava que tinha que fazer algo diferente, algo... sei lá, mais de puta. Então eu me mexia mais rápido, gritava, comecei a falar putaria. Você pedia, lembra? "O que você tá fazendo? Me conta?", você falava de baixo, e se eu não respondesse, você me dava um tapa bem forte na bunda e fazia a pergunta de novo. Aí eu tinha que responder, porque minha bunda ardia. "Tô pulando no seu pau", eu dizia, e você gemia e berrava pros quatro ventos: "Aaah, que puta gostosa". E eu, boba, acreditava que era uma puta gostosa.
Pra minha má sorte, nenhuma das minhas amigas estava num relacionamento pra eu poder conversar com alguém que também tivesse parceiro. E você usava isso a seu favor. Lembra que você dizia que todas as minhas amigas eram solteironas, que com certeza eram umas histéricas e que não tinham namorado porque não sabiam chupar? E eu ria, porque você falava isso num tom de humor, com ironia, e eu não via como agressão. Aí eu descia e te chupava, só pra te provar que eu sabia chupar, e que merecia ter namorado só por causa disso.
Lembra da primeira vez que descobri uma traição sua? Você disse que era porque eu "antes comia melhor". e que por isso você saiu pra procurar fora, e eu fiquei deprimida e pesquisei na internet como fazer direito o amor no meu namorado, porque eu tinha que melhorar minha performance na cama se não quisesse ser traída de novo, porque sua traição foi minha culpa, se eu transasse bem não seria corna.
Graças a Deus, nos últimos tempos você ficou violento fisicamente, e eu aos poucos comecei a abrir os olhos, porque se você não tivesse me sacudido naquela noite em que não quis te dar o cu, ainda estaríamos juntos. Eu disse não e você ficou louco, me deu tapas com uma força que não era erótica, não eram incentivos íntimos, você estava me castigando, me pagando só porque eu disse não. E o que você fez naquela noite, lembra? Me pegou pelos cabelos e meteu na minha boca, eu engasgava porque você estava comendo minha cara como se fosse normal, tentei te tirar mas não consegui, você me segurava firme, e gozou dentro da minha boca e me obrigou a engolir, e me “sugeriu” que dissesse que gostava de tomar o cum, eu te obedeci, porque foi a primeira vez que senti medo de estar ao seu lado.
Quantas vezes você me disse “se eu pedir pra você me chupar, você me chupa”? Era seu jeito de mostrar seu poder, do nada você aparecia querendo um boquete e eu tinha que fazer, seja a hora que fosse, se eu tava vendo TV e você queria uma mamada eu tinha que te dar, se não fosse na boa você me ajoelhava à força e fazia na maldade. Se eu tava saindo pra tomar algo à tarde com minhas amigas, porque sair à noite era impossível já que você proibia, o que você fazia?, lembra?, boquete e deixava minha cara cheia de sêmen, sabendo que minhas amigas estavam pra chegar. Quantas vezes elas me esperaram no sofá enquanto eu tomava banho?, depois elas zoavam, diziam que eu era a típica mina que sempre chega atrasada em todo lugar, e riam, e eu tinha que entrar na brincadeira porque não ia contar que tava atrasada porque você tinha me obrigado a Te dar um boquete, e minha cara, meu cabelo e minha roupa ficarem manchadas com seu sêmen. Quantas vezes você abriu minhas pernas à força e me "fez amor", como você dizia? Eu falava que você estava me estuprando, porque eu não tava a fim, e você dizia que não, que era meu namorado e que tava me fazendo amor, e no dia seguinte pedia desculpa, dizendo que achava que era tudo parte de um joguinho de amo e escrava, aquele jogo que você me acostumou a jogar, e que eu curti pra caramba na época, mas sem saber que no futuro ia virar contra mim, porque toda vez que eu falava não, você tinha a desculpa perfeita de achar que era tudo parte do jogo, que eu tava me fazendo de difícil, que era a menina inocente que fingia. No começo eu falava não, pedia pra você me comer devagar pelo menos, e tentava te tirar de cima de mim, depois, sinceramente, eu me conformei. Eu pensava, já meteu tantas vezes nesses 8 anos, meter mais uma vez não vai dar em nada, e assim virei sua boneca inflável. Lembra quando você me empurrou porque eu falei que queria começar a treinar com um grupo de corrida? A gente discutiu, você disse que todas as cuties de lá são putas porque usam legging, e que os homens são todos espertinhos que se fazem de gay pra comer todas. A gente discutiu e você me empurrou, me jogou contra a mesinha da sala e gritou que eu era tão puta quanto elas, e que se descobrisse que eu participava daquele grupo, ia me encher de porrada, eu e aqueles caras. Foi a última vez que você me tocou. O resto foi humilhante pra mim. Num ataque de nervos, sem saber que palavras usar, como fazer, sem saber nada, com vergonha, tímida e chorando, contei pra uma amiga o que tava rolando. Não tive forças pra contar pra minha mãe, até hoje se eu olho nos olhos dela, eu quebro e choro, isso você conseguiu, que eu não consiga olhar nos olhos da minha mãe, e então foi minha amiga que teve que contar. Se eu fosse Uma puta como vocês dizem, teria te denunciado, mas não fiz isso, não por ter medo de você, medo eu tenho porque sei que você pode me encher de porrada, porque é maior e tem mais força, mas no fundo você é um pobre coitado, fraco e inseguro, então prefiro só te largar e não reviver tudo isso em depoimentos para promotores, peritos, psicólogos e juízes.
Às vezes choro do nada em silêncio. Às vezes sinto raiva e me sinto uma idiota, não acredito que me deixei levar por tudo isso, é impossível não entender como não percebi.
Mas sabe de uma coisa? Estou bem, você adoraria ouvir que estou triste, traumatizada e que você estragou minha vida, mas não, você roubou muitas coisas de mim: a confiança nas pessoas, a inocência, os melhores anos da minha juventude, mas não conseguiu roubar meu sorriso, porque a partir de agora vou ter uma vida linda.
OBRIGADA POR LER.
BEIJOS.
Tô escrevendo essa carta pra você, que me fez extremamente feliz por muito tempo, pra você que me manteve com todos os luxos, realizou meus caprichos, me tratou como uma rainha. Lembro que minhas amigas me invejavam, todas falavam de você, por causa das viagens que a gente fazia, das roupas que você comprava pra mim, dos anéis, correntes, pulseiras, tudo. Sempre tive tudo, sempre tive o celular mais novo, sempre tive a melhor câmera, e até um PlayStation portátil. Lembra como eu enchi o saco por aquele PlayStation? Eu tinha 22 anos e queria um, e você me perguntou o que eu faria pra ter ele, e eu respondi que qualquer coisa, que era o que eu mais queria na vida. Tudo era parte do nosso jogo, a gente tinha começado a namorar fazia pouco tempo, e nossos hormônios estavam pegando fogo. Por aquele videogame, comecei a fazer coisas que até então nunca tinha feito, como deixar você me filmar enquanto te fazia um boquete. Lembra que nas primeiras vezes eu queria ver os vídeos na hora pra ver como tinha ficado? E você dizia que eu precisava relaxar mais o rosto e fazer cara de "slut". Aí eu descia e a gente fazia a segunda tomada do filme, e eu, obediente, fazia mais cara de "slut", ou pelo menos era o que eu achava, porque não sei direito o que é cara de "slut". Cara de prazer é cara de "slut"? Será que gozar sexualmente te transforma numa slut? Naquela época eu não sabia, e entrei nesse jogo de se filmar. Gostava de te agradar, porque era sua namorada, sua parceira, e um parceiro tem que agradar o outro, né? Não era isso que a gente sempre falava? Você sempre dizia isso, que minha obrigação como mulher era te dar prazer. Você, claro, me dava prazer também, nunca reclamei disso. disso, mas agora sei que aquilo que você chamava de me dar prazer, na verdade era pro seu próprio prazer. Sinceramente, nunca tinha passado pela minha cabeça receber o tal "beijo negro", sabia que existia, claro, mas achava que só acontecia em filme pornô, e que na vida real isso não rolava. Você fez em mim e eu gostei, verdade que é gostoso, dá uma sensação boa, muito prazer, cócegas, impossível não gemer. E o que você falava quando eu gemia? Me perguntava se eu tava gostando, sua putinha, lembra? "Tá gostando, putinha?", você dizia. Eu respondia que sim, por que ia mentir pra você, se era uma delícia o que você fazia.
A gente viajava junto pelo país inteiro, duas vezes por ano a gente tirava férias. Chegávamos no hotel e a primeira coisa era transar, a qualquer hora, se a camareira tivesse limpando o quarto ao lado não importava, que nos ouvissem, você gostava que nos ouvissem, no fundo, ou nem tanto, queria que todo mundo soubesse que você tava me comendo, porque você falava isso, "assim que chegarmos vou te dar uma fodida...", e eu, submissa, cega pelos luxos, não via a hora de chegar pra te entregar meu corpo. Se no dia seguinte me olhavam no café da manhã não ligava, você me ensinou a ser egoísta, eles tão olhando com inveja porque não transam, eu pensava.
Você sempre foi de marcar território, por exemplo, vivia me dando ordens em voz alta pra todo mundo ouvir e ver que eu te obedecia. Não era nada demais, não falava nada de mal, "meu amor, me traz isso", "minha vida, por que não vai no quarto pegar aquilo", e eu, escrava e feliz, ia, e quando eu parava você me dava um tapa na bunda na frente de todo mundo, tipo pra mostrar que podia tocar meu corpo quando e onde quisesse. Não me incomodava, claro, nessa altura já tinha me acostumado a ser sua, nunca tinha tido outro namorado, achava que tudo aquilo era normal, e que se os outros casais não faziam era porque já tinham perdido a paixão.
Depois começaram as pequenas... Correções em público. Se eu opinava sobre algum assunto e você não pensava igual, mandava eu calar a boca, que eu não sabia nada daquilo, e procurava cúmplices na mesa, e todo mundo caía na gargalhada da minha ignorância no geral. Aí as outras mulheres, muito menos submissas do que eu, se defendiam — não de forma violenta, afinal estávamos sempre em jantares com amigos — mas elas, entre ironias e sarcasmos, não ficavam caladas. Eu, sim. Eu ficava quietinha na minha cadeira, só sorria, e aí você dizia que eu nem sabia do que estava rindo. Nunca me passou pela cabeça te falar algo, te reprovar, porque nessas noites a gente voltava pra casa e fazia amor — eu fazia amor, você me comia. Lembra quando você pedia pra eu te comer como uma puta? Como é que as putas comem? Eu não sabia o que fazer. Lá no fundo, pensava que tinha que fazer algo diferente, algo... sei lá, mais de puta. Então eu me mexia mais rápido, gritava, comecei a falar putaria. Você pedia, lembra? "O que você tá fazendo? Me conta?", você falava de baixo, e se eu não respondesse, você me dava um tapa bem forte na bunda e fazia a pergunta de novo. Aí eu tinha que responder, porque minha bunda ardia. "Tô pulando no seu pau", eu dizia, e você gemia e berrava pros quatro ventos: "Aaah, que puta gostosa". E eu, boba, acreditava que era uma puta gostosa.
Pra minha má sorte, nenhuma das minhas amigas estava num relacionamento pra eu poder conversar com alguém que também tivesse parceiro. E você usava isso a seu favor. Lembra que você dizia que todas as minhas amigas eram solteironas, que com certeza eram umas histéricas e que não tinham namorado porque não sabiam chupar? E eu ria, porque você falava isso num tom de humor, com ironia, e eu não via como agressão. Aí eu descia e te chupava, só pra te provar que eu sabia chupar, e que merecia ter namorado só por causa disso.
Lembra da primeira vez que descobri uma traição sua? Você disse que era porque eu "antes comia melhor". e que por isso você saiu pra procurar fora, e eu fiquei deprimida e pesquisei na internet como fazer direito o amor no meu namorado, porque eu tinha que melhorar minha performance na cama se não quisesse ser traída de novo, porque sua traição foi minha culpa, se eu transasse bem não seria corna.
Graças a Deus, nos últimos tempos você ficou violento fisicamente, e eu aos poucos comecei a abrir os olhos, porque se você não tivesse me sacudido naquela noite em que não quis te dar o cu, ainda estaríamos juntos. Eu disse não e você ficou louco, me deu tapas com uma força que não era erótica, não eram incentivos íntimos, você estava me castigando, me pagando só porque eu disse não. E o que você fez naquela noite, lembra? Me pegou pelos cabelos e meteu na minha boca, eu engasgava porque você estava comendo minha cara como se fosse normal, tentei te tirar mas não consegui, você me segurava firme, e gozou dentro da minha boca e me obrigou a engolir, e me “sugeriu” que dissesse que gostava de tomar o cum, eu te obedeci, porque foi a primeira vez que senti medo de estar ao seu lado.
Quantas vezes você me disse “se eu pedir pra você me chupar, você me chupa”? Era seu jeito de mostrar seu poder, do nada você aparecia querendo um boquete e eu tinha que fazer, seja a hora que fosse, se eu tava vendo TV e você queria uma mamada eu tinha que te dar, se não fosse na boa você me ajoelhava à força e fazia na maldade. Se eu tava saindo pra tomar algo à tarde com minhas amigas, porque sair à noite era impossível já que você proibia, o que você fazia?, lembra?, boquete e deixava minha cara cheia de sêmen, sabendo que minhas amigas estavam pra chegar. Quantas vezes elas me esperaram no sofá enquanto eu tomava banho?, depois elas zoavam, diziam que eu era a típica mina que sempre chega atrasada em todo lugar, e riam, e eu tinha que entrar na brincadeira porque não ia contar que tava atrasada porque você tinha me obrigado a Te dar um boquete, e minha cara, meu cabelo e minha roupa ficarem manchadas com seu sêmen. Quantas vezes você abriu minhas pernas à força e me "fez amor", como você dizia? Eu falava que você estava me estuprando, porque eu não tava a fim, e você dizia que não, que era meu namorado e que tava me fazendo amor, e no dia seguinte pedia desculpa, dizendo que achava que era tudo parte de um joguinho de amo e escrava, aquele jogo que você me acostumou a jogar, e que eu curti pra caramba na época, mas sem saber que no futuro ia virar contra mim, porque toda vez que eu falava não, você tinha a desculpa perfeita de achar que era tudo parte do jogo, que eu tava me fazendo de difícil, que era a menina inocente que fingia. No começo eu falava não, pedia pra você me comer devagar pelo menos, e tentava te tirar de cima de mim, depois, sinceramente, eu me conformei. Eu pensava, já meteu tantas vezes nesses 8 anos, meter mais uma vez não vai dar em nada, e assim virei sua boneca inflável. Lembra quando você me empurrou porque eu falei que queria começar a treinar com um grupo de corrida? A gente discutiu, você disse que todas as cuties de lá são putas porque usam legging, e que os homens são todos espertinhos que se fazem de gay pra comer todas. A gente discutiu e você me empurrou, me jogou contra a mesinha da sala e gritou que eu era tão puta quanto elas, e que se descobrisse que eu participava daquele grupo, ia me encher de porrada, eu e aqueles caras. Foi a última vez que você me tocou. O resto foi humilhante pra mim. Num ataque de nervos, sem saber que palavras usar, como fazer, sem saber nada, com vergonha, tímida e chorando, contei pra uma amiga o que tava rolando. Não tive forças pra contar pra minha mãe, até hoje se eu olho nos olhos dela, eu quebro e choro, isso você conseguiu, que eu não consiga olhar nos olhos da minha mãe, e então foi minha amiga que teve que contar. Se eu fosse Uma puta como vocês dizem, teria te denunciado, mas não fiz isso, não por ter medo de você, medo eu tenho porque sei que você pode me encher de porrada, porque é maior e tem mais força, mas no fundo você é um pobre coitado, fraco e inseguro, então prefiro só te largar e não reviver tudo isso em depoimentos para promotores, peritos, psicólogos e juízes.
Às vezes choro do nada em silêncio. Às vezes sinto raiva e me sinto uma idiota, não acredito que me deixei levar por tudo isso, é impossível não entender como não percebi.
Mas sabe de uma coisa? Estou bem, você adoraria ouvir que estou triste, traumatizada e que você estragou minha vida, mas não, você roubou muitas coisas de mim: a confiança nas pessoas, a inocência, os melhores anos da minha juventude, mas não conseguiu roubar meu sorriso, porque a partir de agora vou ter uma vida linda.
OBRIGADA POR LER.
BEIJOS.
110 comentários - Carta pra minha Ex
Sólo puedo decirte que la fuerza q tenés en tu interior brilla con tanta fuerza y con tan energía que ni toda la oscuridad del mundo la puede corromper... y q esta destinada a vivir en luz y en gracia... viví a tu modo y q respeten tu modo, ya sabes medir y encontrar los q no te permiten brillar con fuerza, ya sabes cual es el lado oscuro de la luna...
Junto a vos...
re lindas palabras
beso
desde q me di cuenta q algo iba mal hasta q lo dejé fueron unos meses solamente
pero fueron los peores meses de mi vida
antes todo era normal para mí
lo bueno y malo a la vez es q si no se hubiese llegado a la violencia fisica jamas me habria dado cuenta de la psicologica, estaba tan ciega...
gracias
le digo lo mismo a todos
si no llegaba a lo fisico jamas me habria dado cuenta de lo psicologico
estaba ciega en una burbuja
La verdad sin conocerte, sin saber como sos ni nada, me parte el alma tener que leer cosas así..
Espero puedas sacar una lección de toda esa pesadilla, por mas que no sepas para dande salir hoy, que sepas a donde no tenes que volver ya es un punto positivo en todo esto.
La vida continua nena, y frente en alto, sin verguenza, eso de no poder mirar a tu mamá, no no.. vos no sos culpable de nada, no dejes de lado el apollo de tu familia
Ojala no borren esto, pido encarecidamente que no lo hagan.
beso
besos
no te creas que no me lo propusieron mis amigos
pero me niego a responder con violencia la violencia recibida
Tuviste una mala experiencia,aprovecha la enseñanza,eso no quiere decir salir a voltearte a medio mundo,eso solo esta bien si lo sentis pero no creo sea tu caso,ya tuviste una experiencia en tu ultimo viaje(aunque disfrutaste fisicamentw me parece que no te completo),nobte cierres a conocer a nadie,nunca sabes donde esta el indicado eso si elnindicado te.esta esperando.
Sabes que podes contar conmigo aunque sea mayor y casado.un beso y nobte caigas y habla con tu mama y si te sentis bien denuncia a ese hijo de mil putas que nunca te quiso y solo te lastimo.2
Tene en cuenta, que nadie se va de ésta vida, sin pagar...de una u otra forma, lo va a pagar.
Hace tu vida. un abrazo y un beso..
seguro perdio como en la guerra, porque a vos, no va a volver a tenerte. un beso, y si..ahora vivi tu vida. un beso.
y te enamoras pk les crees
La mujer de uno..es una compañera en la vida...no es propiedad de un hombre, ni de nadie.
Ojala hoy día, o en el corto tiempo...puedas empezar una relación...sana y seria..con un verdadero hombre..que te ame, te cuide y te valore.
saludos.
Sos una mujer fuerte y hoy estas aquí!!!
Saludos!
Si a lo primero son todos buenos
Te felicito y aplaudo por salir adelante!
Besos
Q suert q lo lograst dejar atras..de verdad me pone muy bien q lo hayas podido dejar..la vida tiene demaciadas dificultades como para q alguien t maltrat..aprobecha ahora a disfrutar lo lindo de la vida..lo q t gust y nunca mas t dejes usar..gracias x compartir tu historia..asi combatimos la violencia..t dejo muchos besos..fuerza mica!
Se que la respuesta a la violencia no es mas violencia pero la verdad que a tipos así da ganas de Cagarlo a patadas en los huevos hasta que no les sirvan para nada nunca mas.
Humilló, maltrato, lastimó y violó a quien debía contener, proteguer, cuidar y amar.
¡Perdón en nombre de los hombres!
La venda cayó de tus ojos y ahora sos libre. Disfrutalo y sé feliz. Lo merecés.
Estar en pareja es encontrar placer en la felicidad y placer del otro. sanamente.
Hssta me he sentido avergonzado, porque tal vez haya realizado comentarios, sobre una persona que estuvo en tú situación.,pido disculpas Si existe otra mujer en esta página a la que le esté pasando lo mismo que a vos espero tenga tú valor para salir de esa relación.
Ojalá de ahora en más seas feliz y encuentres a alguien que te haga sentir bien.
Te felicito por otra parte y ojala sirva de ejemplo.
que cualquier mujer que sea forzada a realizar algo que no le guste tenga la tenacidad de decir basta, de hablar. mujeres bellas y hermosas en este mundo mucha fuerza.
Fuerza
Saludos y que estes muy bien.
Son muy valientes tus palabras al contarlo, y contarlo acá, te felicito, ojala el futuro sea bien distinto y entre todos puedamos hacer que la felicidad no tenga un genero, y que el poder sobre los demas sea algo del pasado!!
Fuerza y vamo' arriba!!
Y ser mujer y mejor persona también se trata de levantar cabeza y sonreír como vos lo haces.
Mucha fuerza y de nuevo admiro tus ovarios por compartirlo. Y te pido perdón por el género masculino!
Un abrazo a la distancia.
Es terrible lo que te pasó, pero como vos decís, el es un pobre tipo, y no vale ni un poco más de tu tiempo. Lamentablemente, no muchas pueden salir de ese infierno, y terminan muertas. Es importante que lo cuentes acá, pero más que nada pq te hace bien a vos.
Y por otro lado, es bueno ver las reacciones de la gente. Algunas cosas están cambiando para bien, aunque va a llevar mucho tiempo...
Mucha fuerza!!
Igual mas allá de la ayuda que voy a recibir pk empiezo terapia en unos dias. Ya se q hay cosas que no le voy a volver a permitir a un hombre