Claudia é uma puta vingativa 121
E assim as coisas foram mais ou menos, Javier completamente feliz com o papel que ele estava assumindo, aos poucos ele tinha se transformado num amante cuck perfeito, viciado em chifres e em tudo que vinha da Claudia. A única diferença nessa época era meu estado, um novo estado de espírito que crescia em mim, eu me sentia cada vez mais forte, apesar de estar mais velho, menos fogoso, me sentia maduro, mais poderoso, a vontade de dar briga voltava. Sei lá, algo estranho nascia em mim. Chegou um fim de semana e Claudia disse, se divertindo com a gente:
-Vou para o litoral com o Marcelo… vamos ter um fim de semana romântico… quase uma lua de mel… você, otária - ela disse me olhando - cuida das crianças… e você… - disse para o Javier - se quiser, vem no domingo perto das dez e deixa o inútil do meu marido te amarrar na cama… e me espera até eu chegar…
Pouco depois ela foi embora, Javier foi para casa dele e eu sentia um estado novo e estranho nascendo em mim. Enquanto caminhava até a porta balançando aquela rabuda, ouvia uma voz dentro de mim dizendo: vou te partir em quatro, sua filha da puta, você não vai sentar por um mês. Me dava graça e ao mesmo tempo um pouco de medo, sentia uma violência muito forte dentro de mim.
Passei o fim de semana superbem com as crianças, a Lúcia veio com o parceiro dela, estavam muito felizes, eu abracei ela e senti uma emoção imensa, fazia tempo que não a via, era uma mulher feita e direita em todos os sentidos, estava avançando no curso de biologia, queria ser bióloga marinha. Eu olhava para ela e minha alma tremia. No domingo, perto das nove e meia, o Javier chegou. Ele tinha uma marca de ansiedade no rosto, não aguentava a hora da Claudia chegar, me fazia lembrar de mim em outra época. Levei ele para o quarto, ele se despiu e eu o amarrei. Depois, enquanto esperava na sala com uma taça de licor na mão, me veio uma ideia. Voltei ao quarto e coloquei no Javier uma calcinha fio dental da Claudia, o pau dele ficou bem duro por baixo da thong, ele ia reclamar mas nem olhei pra ele.
—A Claudia vai amar, falei e saí do quarto, dormi não sei quanto tempo, acordei com a Claudia me dando um beijo suave nos lábios, ela saiu andando, rebolando a bunda pro quarto. Tava com o vestido preto. Toda arrumada. Quando entrou no quarto, o rosto dela iluminou.
—Que surpresa gostosa… olha só minha mariconinha mais nova… que linda que tá… de quem foi a ideia…? —Foi dele, respondeu Javier— Muito bem… minhas mariconas tão cada vez melhores… e eu vim com o cuzão molhado… —tirou o vestido, ficou de calcinha e sutiã e montou no Javier.— Nossa, que cock linda e dura… comi pra caralho no fim de semana também… aaaa… siiiim… que delícia… e já teve o primeiro orgasmo. Dava pra ver que ela tava com o cuzão ardendo.
Naquele momento eu soube que uma nova história começava, que algo em mim mudou pra sempre, me despi bem devagar e tranquilo, meu cock tava duro como há muito tempo não ficava, sem ninguém me humilhar. Me acomodei atrás da Claudia, que tava apoiada no peito do Javier, puxei o fio da thong dela e penetrei devagar pelo cuzão.
—Que bunda gostosa que você tem, putinha… —ela levantou a cabeça pra me olhar—
—O que cê tá fazendo… —disse sem conseguir disfarçar a voz de puta no cio. Peguei a Booty dela pelos cabelos com as duas mãos e cravei meus cotovelos nas costas dela enquanto começava a bombar bem forte e sentia o cock duro do Javier na buceta dela. Claudia tava com os olhos semi-cerrados e a boca aberta, virei a cabeça dela e cuspi na boca dela.
—Vou arrebentar teu cuzão… viado… você é minha putinha… última saída de fim de semana…
—O que cê tá dizendo… —ela falava entre surpresa e sem conseguir disfarçar a tesão
—Acabou… você é minha putinha… não quero mais que você trabalhe naquele laboratório…
—E quem vai trazer dinheiro…
—Sei lá, a gente vive com menos… e se você quer ser puta, vou arrumar cliente pra você… eu vou te explorar… —ela teve um orgasmo muito forte, se agarrou na boca do Javier, precisava beijar alguém, sentir que podia se segurar, sei lá Tudo muito estranho.
Ela ficou um tempão sem falar. Quando senti que tava perto de gozar, saí do cu dela, fui no banheiro e lavei a pica, voltei com tudo pro quarto. A Cláudia me olhou entrar.
— Amanhã você vai se arrepender, certeza… vai me pedir desculpas…
Me enfiei entre os dois, virei a cabeça da Cláudia e coloquei minha pica entre as bocas dos dois. Sentia a Cláudia chupando e os lábios do Javier roçando na minha pica. A Cláudia teve outro orgasmo, tava irreconhecível, mais puta do que nunca.
— Chupa bem, vagabunda… vai, cuzão… acabou… quer ser puta? É minha puta… eu sou seu dono… seu cafetão…
Fiquei um tempão curtindo, e quando tava quase gozando, me afastei um pouco e cuspi minha porra na cara dos dois. Mandei eles se beijarem e cuspi minha porra com muito tesão. A Cláudia chupava a cara do Javier, pegando os restos que tinham nela. Eu saí, me sentia feliz, completo. Fui no banheiro e tomei um banho cantarolando. Me vesti e fui fumar um cigarro na sacada. A Cláudia ainda tava com o Javier no quarto. Deitei na sala e cochilei um pouco, não sei quanto tempo passou, mas a Cláudia saiu acompanhando o Javier até a porta. Quando voltou, me disse:
— O Javier foi embora… vem pra cama?
— Vou dormir aqui… deita você… quero dormir aqui… tô feliz… completo… e quero continuar assim…
— Como você quiser… — disse com um olhar quase interrogador, me deu um beijo bem leve nos lábios — descansa… — e foi andando, balançando aquele rabão na direção do quarto.
E assim as coisas foram mais ou menos, Javier completamente feliz com o papel que ele estava assumindo, aos poucos ele tinha se transformado num amante cuck perfeito, viciado em chifres e em tudo que vinha da Claudia. A única diferença nessa época era meu estado, um novo estado de espírito que crescia em mim, eu me sentia cada vez mais forte, apesar de estar mais velho, menos fogoso, me sentia maduro, mais poderoso, a vontade de dar briga voltava. Sei lá, algo estranho nascia em mim. Chegou um fim de semana e Claudia disse, se divertindo com a gente:
-Vou para o litoral com o Marcelo… vamos ter um fim de semana romântico… quase uma lua de mel… você, otária - ela disse me olhando - cuida das crianças… e você… - disse para o Javier - se quiser, vem no domingo perto das dez e deixa o inútil do meu marido te amarrar na cama… e me espera até eu chegar…
Pouco depois ela foi embora, Javier foi para casa dele e eu sentia um estado novo e estranho nascendo em mim. Enquanto caminhava até a porta balançando aquela rabuda, ouvia uma voz dentro de mim dizendo: vou te partir em quatro, sua filha da puta, você não vai sentar por um mês. Me dava graça e ao mesmo tempo um pouco de medo, sentia uma violência muito forte dentro de mim.
Passei o fim de semana superbem com as crianças, a Lúcia veio com o parceiro dela, estavam muito felizes, eu abracei ela e senti uma emoção imensa, fazia tempo que não a via, era uma mulher feita e direita em todos os sentidos, estava avançando no curso de biologia, queria ser bióloga marinha. Eu olhava para ela e minha alma tremia. No domingo, perto das nove e meia, o Javier chegou. Ele tinha uma marca de ansiedade no rosto, não aguentava a hora da Claudia chegar, me fazia lembrar de mim em outra época. Levei ele para o quarto, ele se despiu e eu o amarrei. Depois, enquanto esperava na sala com uma taça de licor na mão, me veio uma ideia. Voltei ao quarto e coloquei no Javier uma calcinha fio dental da Claudia, o pau dele ficou bem duro por baixo da thong, ele ia reclamar mas nem olhei pra ele.
—A Claudia vai amar, falei e saí do quarto, dormi não sei quanto tempo, acordei com a Claudia me dando um beijo suave nos lábios, ela saiu andando, rebolando a bunda pro quarto. Tava com o vestido preto. Toda arrumada. Quando entrou no quarto, o rosto dela iluminou.
—Que surpresa gostosa… olha só minha mariconinha mais nova… que linda que tá… de quem foi a ideia…? —Foi dele, respondeu Javier— Muito bem… minhas mariconas tão cada vez melhores… e eu vim com o cuzão molhado… —tirou o vestido, ficou de calcinha e sutiã e montou no Javier.— Nossa, que cock linda e dura… comi pra caralho no fim de semana também… aaaa… siiiim… que delícia… e já teve o primeiro orgasmo. Dava pra ver que ela tava com o cuzão ardendo.
Naquele momento eu soube que uma nova história começava, que algo em mim mudou pra sempre, me despi bem devagar e tranquilo, meu cock tava duro como há muito tempo não ficava, sem ninguém me humilhar. Me acomodei atrás da Claudia, que tava apoiada no peito do Javier, puxei o fio da thong dela e penetrei devagar pelo cuzão.
—Que bunda gostosa que você tem, putinha… —ela levantou a cabeça pra me olhar—
—O que cê tá fazendo… —disse sem conseguir disfarçar a voz de puta no cio. Peguei a Booty dela pelos cabelos com as duas mãos e cravei meus cotovelos nas costas dela enquanto começava a bombar bem forte e sentia o cock duro do Javier na buceta dela. Claudia tava com os olhos semi-cerrados e a boca aberta, virei a cabeça dela e cuspi na boca dela.
—Vou arrebentar teu cuzão… viado… você é minha putinha… última saída de fim de semana…
—O que cê tá dizendo… —ela falava entre surpresa e sem conseguir disfarçar a tesão
—Acabou… você é minha putinha… não quero mais que você trabalhe naquele laboratório…
—E quem vai trazer dinheiro…
—Sei lá, a gente vive com menos… e se você quer ser puta, vou arrumar cliente pra você… eu vou te explorar… —ela teve um orgasmo muito forte, se agarrou na boca do Javier, precisava beijar alguém, sentir que podia se segurar, sei lá Tudo muito estranho.
Ela ficou um tempão sem falar. Quando senti que tava perto de gozar, saí do cu dela, fui no banheiro e lavei a pica, voltei com tudo pro quarto. A Cláudia me olhou entrar.
— Amanhã você vai se arrepender, certeza… vai me pedir desculpas…
Me enfiei entre os dois, virei a cabeça da Cláudia e coloquei minha pica entre as bocas dos dois. Sentia a Cláudia chupando e os lábios do Javier roçando na minha pica. A Cláudia teve outro orgasmo, tava irreconhecível, mais puta do que nunca.
— Chupa bem, vagabunda… vai, cuzão… acabou… quer ser puta? É minha puta… eu sou seu dono… seu cafetão…
Fiquei um tempão curtindo, e quando tava quase gozando, me afastei um pouco e cuspi minha porra na cara dos dois. Mandei eles se beijarem e cuspi minha porra com muito tesão. A Cláudia chupava a cara do Javier, pegando os restos que tinham nela. Eu saí, me sentia feliz, completo. Fui no banheiro e tomei um banho cantarolando. Me vesti e fui fumar um cigarro na sacada. A Cláudia ainda tava com o Javier no quarto. Deitei na sala e cochilei um pouco, não sei quanto tempo passou, mas a Cláudia saiu acompanhando o Javier até a porta. Quando voltou, me disse:
— O Javier foi embora… vem pra cama?
— Vou dormir aqui… deita você… quero dormir aqui… tô feliz… completo… e quero continuar assim…
— Como você quiser… — disse com um olhar quase interrogador, me deu um beijo bem leve nos lábios — descansa… — e foi andando, balançando aquele rabão na direção do quarto.
7 comentários - Cuck se rebela, boa sorte pra ele...