Meu padrasto e os amigos gays dele

Vou começar contando a história da minha primeira vez, que aconteceu em novembro de 2013, um mês e uns dias depois que eu fiz 19 anos. Foi com meu padrasto de 41 anos, que vou chamar de "Antonio", e dois amigos dele, que vou chamar de "Marcelo", de 42, e "Luis", de 45. Os três são pedreiros e amigos há muito tempo.

Era sábado, umas 17h, tava um calorzinho. Minha mãe, como sempre todo sábado, ia pra casa da minha tia porque os amigos do Antonio vinham "beber". Eles sempre se juntavam pra tomar umas cervejas, e minha mãe odiava aquilo. Eu cheguei em casa, tinha passado a tarde com um amigo jogando umas partidas no PS2 dele, e ouvi eles falando alto. Pensei: "é mesmo, é sábado, porra. Bom, vou me trocar e vazar pra não aturar eles." Entrei em casa, meu padrasto me chamou pra sentar com eles e tomar umas cervejas, mas ignorei e fui direto pro meu quarto. Tomei banho, me troquei, deve ter passado uma hora.

Quando eu tava saindo, o Antonio me chamou:
— Vem aqui rapidinho que quero te fazer uma pergunta.
— Pergunta, que tô com pressa — falei.
— Quer uma cerveja? — ele perguntou.
— Não, tenho que ir — respondi e virei pra sair.
— Peraí — ele disse, e eu olhei com cara de "e agora?". — Segundo eles — ele apontou pros amigos —, você é virgem. Então vem aqui e conta algo pra eles verem que não é.

Passaram uns segundos, ninguém falava nada, nem eu nem eles. Aí o Antonio perguntou:
— Cê é virgem? — entre risadas.
— S-sim... sou — respondi.
E o Luis falou: — Fala a verdade, Antonio. Fala que você pegou o celular dele e achou foto e vídeo de viado — num tom meio de zoação.
— Como assim, pegou meu celular? — perguntei com raiva e um pouco de medo.
— Bom, sim, é verdade. Cê gosta de ter o cu arrombado? Fica tranquilo que não vou contar nada pra sua mãe — disse o Antonio.
— Nunca fiquei com ninguém, mas queria sim, isso. Cê já viu meu celular e sabe do que eu gosto — respondi nervoso.

Quando eu falei isso, o Antonio, o Marce e o Luis me cercaram. E o Antonio disse:
— Agora você vai sentir três picas, já que tanto quer. gostosa.

Ao dizer isso, começaram a tirar minha roupa, enquanto de vez em quando me davam tapas na bunda. Quando eu estava completamente pelado, me fizeram ajoelhar, os 3 se colocaram na minha frente, tiraram a roupa e deixaram os 3 paus na minha cara. O do Marce era visivelmente mais comprido, grosso e com a cabeça grande, o do Antonio era longo, não tanto quanto o do Marce, mas era quase igual de grosso e cabeçudo, e o do Luis era o menor, mas ainda assim parecia grande pra mim.

- Todas suas - Disse Antonio e me agarrou pela nuca, fazendo eu engolir o pau dele.

Comecei a chupar o pau do Antonio enquanto batia uma pro Marce e pro Luis, e de vez em quando ia trocando qual eu chupava. Eles falavam coisas tipo "você adora pau, putinha", "chupa tudo, vai", "como a virgem puta chupa bem" e me deixavam louco. Depois de uns 15 minutos saboreando esses paus gostosos como um doido, Antonio disse:

- Vamos pro quarto dele pra poder arrebentar o cu dele mais confortável.

Ao ouvir isso, meu coração acelerou de ansiedade, por um lado eu gostava da ideia de ter 3 caras só pra mim, mas ficava com medo por ser minha primeira vez. No caminho da sala pro meu quarto, eles iam me dando tapas na bunda, enquanto acariciavam minhas pernas e minha bunda com os paus deles.

Quando cheguei no meu quarto, me levantaram e me levaram pra minha cama (de solteiro), me fizeram ficar de quatro, deixando minha bunda na beira da cama. Marce e Luis se colocaram na minha frente pra eu continuar chupando o pau deles, e Antonio ficou atrás de mim e começou a encher meu cu de cuspe, batia o pau no meu cu, passava o pau pela minha racha, tudo enquanto continuava cuspindo. Depois de uns 2 minutos, ele enfiou 1 dedo babado no meu cu, que foi muito gostoso, pra ser sincero, eu tentava gemer, mas não conseguia porque tinha um pau na boca o tempo todo. Passaram uns 15 minutos, Antonio tinha 3 dedos no meu cu, Marce e Luis reclamavam que se eu continuasse chupando daquele jeito, eles nunca gozariam, e de vez em quando me agarravam pela nuca e faziam eu engolir tudo.

Antonio disse "isso já tá bem dilatado", passou um pouco de saliva na pica e apoiou a cabeça no meu cu, falou "agora você vai se sentir uma puta" e começou a fazer força pra enfiar a pica. Depois de algumas tentativas, conseguiu enfiar a cabeça, eu senti uma dor terrível e tentei me puxar pra frente, mas ele me segurou pelos quadris e disse "te falei que você ia se sentir uma puta" e começou a enfiar a pica toda, eu tentava pedir pra ele parar, mas não conseguia, porque quando tentava tirar a pica do Luis da boca, ele me segurava pela nuca e me fazia engolir tudo.

Antonio começou com estocadas fortes, enquanto eu tentava gritar de dor, mas não conseguia tirar a pica da boca. Luis tirou a pica da minha boca pra eu continuar com a do Marce, e quando consegui, falei "mais devagar", mas Antonio disse "não, daqui você vai sair bem puta" e começou a arrebentar meu cu com estocadas fortes.

Passou um tempão e Antonio começou a gemer, sinal que ia gozar, pediu pro Marce e pro Luis gozarem também pra encher minha boca de porra. Antonio ficou na minha frente, e eu comecei a chupar a pica dele com desespero e prazer até que ele encheu minha boca de porra.

- Engole - ele disse, e quando viu que eu engoli, continuou com - Viu que você ia sair bem puta daqui? - e foi pra sala, me deixando com Marce e Luis.

Luis me segurou pela nuca e eu comecei a chupar ele de novo, Marce ficou atrás de mim e ficava enfiando e tirando a cabeça da pica dele, doía um pouco, mas ele ficava muito excitado. Depois de um tempinho assim, ele disse que ia arrebentar meu cu em outra posição.

Ele me virou, deixando minha cabeça pendurada, olhando pra cima, e Luis aproveitou pra foder minha boca, enquanto Marce levantava minhas pernas e colocava um travesseiro nas minhas costas, deixando meu cu na posição certa pra ser penetrado. Ele começou a brincar de novo, enfiando e tirando a cabeça, até que enfiou a pica toda de uma vez. Senti uma dor forte, mas um puta prazer, Marce segurou minhas pernas com força e começou a Penetrar sem piedade, eu sentia meu cu queimando, não aguentava mais, mas Marce continuava sem dó, assim como Luis enfiando o pau na minha boca, eu não dava mais conta, mas eles seguiam como se nada.

Marce de vez em quando tirava e enfiava inteiro de novo, Luis, que não me dava descanso e continuava com o pau na minha boca, começou a ofegar, então percebi que não ia demorar pra gozar. Devem ter passado uns 30 segundos e comecei a sentir Luis enchendo minha boca com a porra grossa dele. Quando terminou, disse "muito bem, promíscua" e saiu do quarto.

Quando Luis saiu do quarto, Marce me virou, me deixando de bruços, subiu em cima de mim e começou a me penetrar com força. Eu já não sentia tanta dor, sentia prazer. Marce me cavalgava como um louco e falava coisas no meu ouvido tipo "vou encher sua bunda de porra", "de agora em diante você é minha puta", "quando eu mandar, você entrega a raba". Passaram uns 10 minutos e senti toda aquela porra quentinha dentro do meu cu, e Marce se jogou em cima de mim. Depois de 5 minutos, tirou o pau, me deu uns tapas na bunda e disse "quando eu pedir, você me dá" e saiu do quarto. Olhei o relógio e eram 19:15, tinham passado praticamente 1 hora arrombando meu cu!

Saí do quarto pra tomar banho e Luis disse "sábado que vem é minha vez de te penetrar", e Antonio falou "sábado a gente repete tudo", e eu concordei com a cabeça, com uma carinha de felicidade do caralho. No próximo relato, vou contar o que rolou no sábado seguinte.

6 comentários - Meu padrasto e os amigos gays dele