Aquela noite chegamos na casa do Fabián, que nos recebeu super atencioso, deu um aperto de mão pra mim e um beijo no rosto da minha esposa, que agiu como se tivesse acabado de conhecê-lo. A putinha tentou disfarçar.
A noite foi bem agradável e tranquila. Élida ajudou ele a servir o jantar e depois a tirar a mesa. Ouvimos música, comemos bem, e antes da sobremesa eu reclamei que meu tornozelo estava doendo um pouco. Fabián sugeriu que eu deitasse um pouco e me acompanhou até o quarto que ele tinha me descrito. Fiquei com pena da preocupação da minha mulher e da sugestão dela de voltarmos pro hotel. De jeito nenhum.
Lá estava a varanda fechada, tipo jardim de inverno, que ligava os dois quartos. Ele deixou uns calmantes e um copo d'água na minha mesinha de cabeceira e disse pra eu esperar a música parar. Que quando isso acontecesse, eu fosse pela varanda até a janela do outro quarto.
Fiquei lá quieto, ouvindo a música e fingindo que tava dormindo, caso minha mulher aparecesse pra me ver, o que ela fez pouco tempo depois.
* * *
Quando chegamos na casa, Fabián nos recebeu super atencioso, cumprimentou meu marido e me deu um beijo casto na bochecha, como se não tivesse passado a manhã chupando meu pau com vontade.
Nos sentamos na sala de jantar e ele me pediu pra ajudar com o jantar. Fomos pra cozinha e lá, entre um prato e outro, nos pegamos gostoso. Acariciei o pau quente dele por cima da roupa, enquanto ele enfiava os dedos na minha buceta. Nós dois estávamos mais do que excitados, sonhando com a noite que teríamos pela frente. Isso se repetiu toda vez que íamos pra cozinha, enquanto Fabián me contava como o plano ia funcionar.
Finalmente, meu marido, cumprindo sua parte do acordo, reclamou da dor no tornozelo. Eu insisti, como boa filha de puta, pra voltarmos pro hotel, mas ele recusou, e então Fabián o levou pra deitar um pouco. Quando voltei pra sala de jantar, começamos a nos beijar como desesperados. Depois de um bom tempo, e antes de começarmos a tirar a roupa, ele me indicou que Fui ver como estava meu marido, que certamente ia fingir que estava dormindo. Fiz isso, e de fato o corno estava se fazendo de sonolento pelos sedativos. Me aproximei e falei baixinho com ele, mas o desgraçado não respondeu. Ele era bom ator, quase tanto quanto eu.
Continuamos com o nosso momento quando voltei à sala de jantar. Abri a braguilha dele e engoli seu pau até o fundo. Senti ele chegando na minha garganta. Ele me deixou fazer.
- Continua, putinha, continua, até o fundo, isso, isso - ele dizia enquanto acariciava minha cabeça.
- Bom, é hora de começar o show. Finja que você é uma atriz fazendo um espetáculo para uma única pessoa. E não pense que é seu marido - ele disse enquanto pegava minha mão e me levava ao quarto.
- Se me permite, quero me divertir. No melhor do aquecimento, vou dar uma olhada no meu maridinho. Quero que ele se mexa um pouco e se canse - falei sorrindo.
- Você é mais puta do que parece. Faça isso, minha putinha.
Ele desligou a música, que era o sinal combinado com o corno, e esperamos um momento antes de entrar, para que ele se acomodasse confortavelmente. E então começamos a atuação que tínhamos planejado. Entramos no quarto e fiz o papel da recatada tímida que não quer ser fodida porque é muito fiel ao marido, e que acaba cedendo forçada pelo macho dominante. Na verdade, eu estava encharcada, e mal podia esperar para ser possuída.
* * *
E de repente, a música parou.
Eu estava paralisado. Acabara de entregar minha esposinha fiel a outro homem, e ainda por cima estava gostando. Naquela tarde, quando ela me contou as coisas que os outros diziam para ela, quase enlouqueci. Fiquei tão excitado que mal consegui penetrá-la e gozei. Não entendi como ela tinha aguentado tantas insinuações sem nunca ceder, e agradeci internamente. Mas agora estava prestes a vê-la transando com outro homem e com meu consentimento, embora ela não soubesse. Levantei-me silenciosamente e abri a porta da varanda tentando não fazer barulho. A escuridão da noite era total. Aproximei-me da janela do outro quarto, onde Fabián tinha deixado a persiana um pouco levantada para que eu pudesse ver pelas frestas o que acontecia. As cortinas corridas facilitavam a visão. Além disso, uma luz dentro do quarto, posicionada no ângulo da janela e iluminando para dentro, impedia que minha sombra fosse vista lá fora, mas também destacava em detalhes tudo o que acontecia dentro, mesmo sendo uma luz suave. O grande filho da puta tinha pensado em tudo. Ele ia me oferecer um espetáculo completo, com minha mulherzinha como oferenda.
Fabián entrou, praticamente arrastando minha esposa.
- Não, Fabián, não acho certo.
- Vamos, gostosa, você achou certo pular em cima de mim hoje na montanha, não foi?
- Não sei o que deu em mim. Nunca fui infiel. Deve ter sido o lugar, o ar da montanha, sei lá — disse ela, enquanto resistia ao empurrão do macho, o que me agradou.
- Eu sei o que deu em você. Você precisa de um pouco de sexo selvagem fora do casamento, vamos, confessa.
- Não, Fabián. Sou muito feliz com meu marido, não se engane.
- Quando foi a última vez que ele te comeu?
- Não é da sua conta, mas foi hoje à tarde, para seu conhecimento.
- E você gozou?
- Como sempre que transo com ele — ela mentiu, o que eu agradeci. Na verdade, eram raras as vezes que eu conseguia.
- No entanto, você está pegando fogo — disse o macho.
- Não é verdade.
Fabián a abraçou e a beijou como um selvagem, enquanto sua mão se perdia dentro da calça de elástico que ela vestia, até chegar à sua buceta. Ela tentou se afastar, mas a força do macho a impediu.
Ele tirou os dedos melados da calça e os chupou na frente dela, descaradamente.
- Você está fervendo, gostosa. Se tivesse gozado, não estaria assim. Mas não se preocupe, vou te dar o que você precisa. Vamos, me desvista.
Ela se recusou, e ele a subjugou novamente com sua boca, enfiando a língua fundo em sua garganta até deixá-la sem ar. Notoriamente, a resistência da minha mulher estava cedendo, e era compreensível com o tratamento que estava recebendo.
Quando ele... separou, insistiu. - Me despe, e minha mulher timidamente se aproximou e começou a desabotochar a camisa dele. Naquele momento eu já estava muito excitado. E minha mulher, dava pra ver que, apesar do esforço, estava sendo dominada pela vontade do macho. Eu a entendi perfeitamente. Ela não tinha experiência em lidar com esse tipo de cara. Fabián ficou parado, deixando a mulher trabalhar. Ela tirou a camisa dele, depois se ajoelhou e tirou os sapatos e as meias, e finalmente desabotochou a calça e a tirou pelos pés, deixando-o só de cueca, que estava prestes a estourar pela pressão de um pau totalmente relaxado. Nesse ponto, ela se levantou e deu um passo para trás. - Ainda falta, disse Fabián, dominante. - Olha, vamos pensar melhor nisso. Meu marido está ali do lado. Ele pode nos surpreender. - Querida, seu maridinho está dormindo como uma pedra. Dei uns sedativos que derrubariam um elefante. Então ele não vai acordar nem se você gritar como uma virgem quando eu te enfiar no colchão. Vamos, continue sua tarefa, disse ele, colocando os braços na cintura. Minha mulher, com cara de assustada, se aproximou de novo, e por um momento eu tive vontade de intervir para evitar que ela passasse por essa humilhação, mas me segurei. Eu tinha combinado isso e queria ver. Ela se posicionou na frente dele e pegou as laterais da cueca. Fabián a impediu. - Não, querida. Você vai tirar ajoelhada na minha frente. Vai ser mais fácil para o que vem depois. Minha mulher e eu imaginávamos o que viria. Ela fez cara de susto e meu pau cresceu mais uns centímetros. Lentamente, ela se ajoelhou e pegou a cueca para puxar para baixo. Quando ela fez isso, um pau duro como ferro saltou como uma fera saindo da jaula e ficou balançando na frente do rosto da minha esposa. Fabián saiu da cueca, fazendo com que o pêndulo continuasse se movendo com seus gestos. - Faça o que você sabe fazer de melhor, putinha, disse ele, colocando os braços na cintura novamente e exibindo impudentemente sua lança ereta. E a cena que eu tinha visto na montanha se repetiu... repetir, desta vez a apenas dois metros de distância. Ver aquela pica desaparecendo na boca da minha mulherinha me deixou louco. Esta tarde ela tinha feito o mesmo, mas essa pica era perigosa. Nem imaginei como ela conseguiu engolir tudo. Depois de um tempo, Fabián pegou a cabeça dela e começou a se masturbar na boca dela.
- Você é boa nisso. Imagino que seu marido deve aproveitar. Que prazer você me dá, putinha. Vou compensar você, não se preocupe. Vai valer a pena.
Evidentemente, desde o momento em que minha mulher tocou naquela pica, ela não tinha mais controle sobre o próprio corpo. Dava pra ver que ela estava excitada e descontrolada.
- Agora quero que você se desnude bem devagar. E que valha a pena, disse enquanto a levantava do chão e a obrigava a largar o pirulzinho. A verdade é que minha mulher estava com pouca vontade de soltar.
- Primeiro quero ver se meu marido está realmente dormindo.
Filha da puta!!!!, tive que me apressar em voltar pro quarto e me deitar. Depois de um tempo, minha mulherinha apareceu na porta e me chamou. Não respondi. Ela se aproximou e me mexeu.
- Por favor, acorda, e vamos pra casa. Faz isso por mim, disse com uma voz que dava pra ver que estava assustada. Fiquei com pena, mas estava decidido a seguir com o plano. Continuei inconsciente. Lentamente, ela se afastou e fechou a porta atrás de si.
Esperei alguns segundos e depois corri de volta pro meu ponto de observação.
Quando cheguei, minha mulherinha estava se despindo devagar, com muita sensualidade e cara de medo, o que certamente só deixava o macho que ia comer ela mais excitado. E a mim também.
Fabián, sentado na cama, curtia o espetáculo.
- Isso, isso, putinha, assim que eu gosto, dizia enquanto se masturbava lentamente, como se soubesse que isso excitava minha mulher. Ela ficava louca quando eu me masturbava na frente dela, e, de fato, enquanto se despia, apesar do medo nos olhos, mordia o lábio inferior e não tirava os olhos daquela pica dura.
Quando ela estava completamente nua, mostrando todos os seus atributos por inteiro, Fabián se levantou, a... Ele pegou na mão dela e a fez sentar na beirada, aos pés da cama. Depois, lentamente, fez com que ela reclinasse as costas no colchão.
- Me diz, gostosa, você gosta que comam sua buceta?
Ela tentou juntar as pernas instintivamente, mas como o macho estava no meio, não conseguiu.
- Nunca fizeram isso em mim, respondeu com sinceridade. Era verdade.
Fabián riu.
- Vai me dizer que seu marido nunca meteu a linguinha na sua xoxota? Então ele não sabe o que está perdendo, nem você também. Você vai ver.
E unindo o dito ao feito, ajoelhou-se, colocou as pernas da minha mulher sobre seus ombros, puxou ela bem até a beirada e, nessa posição, enterrou o rosto entre suas pernas. Minha mulher agarrou os lençóis como se fosse rasgá-los.
- Uhhhhhhh, foi tudo o que ela disse diante das sensações que aquela língua estava proporcionando.
Fechou os olhos e ficou imóvel. Lentamente foi soltando os lençóis e suas mãos se agarraram à nuca do macho, empurrando-o para que entrasse mais fundo, se isso fosse possível.
Ficaram assim por um longo tempo e, com espanto, vi que minha mulher começou a se sacudir, a tremer e finalmente explodiu num orgasmo selvagem. Suas pernas se tensionaram, levantando-se dos ombros do macho. Suas mãos se apoiaram nas próprias coxas enquanto seu corpo se elevava da cama, para terminar caindo totalmente entregue sobre o colchão, com os braços em cruz. O clímax tinha sido muito profundo. Lentamente, tirei meu pau e comecei a me masturbar. O espetáculo era incrível.
Finalmente, Fabián se levantou da posição, e Élida, já recuperada, sentou-se na cama.
- Agora, deita direitinho porque vou te bombear um pouco, disse ele, acariciando com ternura seu cabelo.
Minha mulher, obediente, recuou até apoiar a cabeça no travesseiro. Ficou ali com as pernas flexionadas e abertas, mostrando que estava receptiva para o que quisessem dar a ela.
Lentamente, o macho subiu na cama e se acomodou entre suas pernas, para começar a beijar seu rosto, seu pescoço e sua boca, enquanto se... Ele se apoiava nos cotovelos para não esmagá-la. Também dedicou um tempo a massagear e chupar seus mamilos. Enquanto isso, minha mulher, enfiando uma mão entre os dois corpos, começou a masturbar lentamente seu pau, deixando-o ainda mais excitado, se é que isso era possível. Dava medo mesmo o tamanho daquela rola apontando para minha mulherzinha delicada. Se não fosse por já ter visto como ela engolia aquilo, eu duvidaria que ela conseguisse.
— Acomoda você — ele sussurrou no ouvido dela, e ela, com uma mão, abriu sua buceta, separando os lábios, e com a outra puxou a cabeça do pau e posicionou na entrada.
Eles se olharam com desejo. Era evidente a conexão que havia entre eles. E enquanto se encaravam, Fabián avançou e a cabeça de seu pau desapareceu dentro da minha esposa, que naquele momento fechou os olhos por um segundo, para depois abri-los e tentar dominar a boca do macho, o que ele permitiu. Enquanto minha mulher enfiava a língua fundo, Fabián a fodia sem pressa, mas sem parar, até que seus corpos colidiram. Aí minha mulher soltou sua boca e gemeu de prazer, ao se sentir cheia como nunca antes. Para piorar, o orgasmo que ela tinha tido um pouco antes a deixou super sensível, porque foi sentir ele todo dentro e ela gozar de novo.
— Mas olha só que vadia tarada você é. É complicado te satisfazer, puta. Acho que nem todas as picas da cidade dariam conta — ele disse enquanto começava a bombar ela selvagemente.
— Não, não dão, me dá mais, me dá mais, me arrebenta, cabrão, me parte em quatro, seu viadinho — dizia minha esposa totalmente fora de si.
— Como é que você se vira só com a do seu marido?
— Eu aguento, papi, eu aguento, mas hoje eu quero pau, muito pau, e quero que você me dê leite, que me inunde, que me banhe. Quero sair prenha — ela dizia enquanto se mexia como uma cobra espetada numa estaca, que era mais ou menos o que estava acontecendo.
Eu estava enlouquecido. Nunca tinha visto minha mulher dessa forma. E tive medo. Depois de sentir o que estava sentindo, será que ela voltaria a recusar o carpinteiro ou o... Moleque da esquina? Eu estava começando a gostar dos paus alheios e isso era perigoso. Muito perigoso. Mas por enquanto, eu gozei feito um selvagem, mesmo tendo parado de me masturbar e, pra piorar, nem sequer baixou. Tive que continuar assistindo a cena com meu pau duro. Nunca tinha me acontecido isso.
Fabián recuou um pouco e levantou as pernas da minha mulher, encaixando-as sobre seus ombros para, nessa posição, investir novamente com seu aríete, que agora entrava até o fundo, como indicavam os gritos da minha esposa. Ele estava realmente partindo ela. Fiquei assustado até conseguir entender seus gritos.
"Assim, seu viado do caralho!!!! Me dá tudo que você tem que eu como, vamos, empurra, empurra forte, não seja puto. Me mostra o que é um homem", ela o desafiava, e Fabián, em resposta, empurrava mais e mais e a bombava cada vez mais violentamente. E de repente ele ficou extático. Rosnou como um animal e se esmagou sobre ela, enquanto suas nádegas mostravam como ele estava injetando seu sêmen dentro da minha mulher. Era selvagem.
"Aí vai, sua puta, e mais um, e outro ainda. Te inundo com minha porra, sua vadia puta, vou te engravidar, vou te engravidar", ele dizia enquanto investia e contraía suas nádegas, liberando os jatos grossos de sêmen que minha mulherzinha desejava.
Depois de alguns minutos, Fabián rolou e ficou ao lado dela. Minha mulher ficou com as pernas abertas e um verdadeiro rio de grumos esbranquiçados começou a escorrer de sua buceta. A porra tinha sido impressionante. Se minha mulher não se cuidasse, não tenho dúvidas de que ele a teria engravidado.
Os dois viraram de lado e começaram a se beijar. Uma verdadeira cerimônia de amantes, como se existisse amor entre eles, coisa que eu sabia que não era assim, mas seus beijos eram ternos e doces.
"Foi lindo, gata, lindo. Agora levanta ela de volta que quero continuar. A noite é jovem", ele disse, e minha mulher, descendo um pouco, enfiou na boca o pau roliço, ainda como tinha ficado da sessão anterior.
Por um tempo, só se ouvia o chupão da minha esposa. E finalmente, com um rosto vitorioso, ela voltou a se posicionar como antes.
- Agora você vai se virar, disse Fabián, e ela, obediente, girou ficando de frente para a janela onde eu estava.
Fabián se posicionou atrás dela, levantou sua perna, a acomodou na sua cintura e, nessa posição, pegou seu pau tão duro como antes e enfiou de uma vez, até o fundo. Minha mulherzinha devia estar bem dilatada porque dessa vez ela não disse nada. Apenas fez uma cara de puta digna de campeonato.
Uma das mãos do macho apertava seus peitos, enquanto a outra a segurava pelo pescoço, como se quisesse enforcá-la. Enquanto isso, eu via o pau dele entrando e saindo da minha esposa. Os movimentos sinuosos do macho eram repetidos pelo corpo elástico da minha mulher. Agora eu entendia por que ela fazia ginástica. Para se mover como uma verdadeira puta.
Meia hora depois, e depois de tê-la feito passar por várias posições, desde a de quatro até comê-la em pé contra a parede, fazendo minha mulher gozar várias vezes, eu deixei o mirante. Eu mesmo tinha gozado mais duas vezes. A última foi só mentalmente porque não tinha mais nada para soltar. Destruído, voltei para minha cama para esperar que Fabián viesse me "acordar" para me levar para casa.
Passou mais meia hora e, finalmente, Fabián, corretamente vestido, veio me acordar para me levar para casa. Minha mulher, mesmo fingindo, dava para ver que estava com dificuldade para se mover, e era porque, com certeza, a sessão tinha sido demais para os hábitos sexuais aos quais ela estava acostumada. Ou pelo menos foi o que eu quis acreditar.
Eles me deixaram no hotel, e minha mulher desceu para pedir que me preparassem um chá, me deixando sozinho com Fabián.
- Você se satisfez, cabrão, eu disse.
- A verdade é que valeu a pena, e espero que você tenha aproveitado o espetáculo, disse ele sorrindo.
- Foi interessante e, sinceramente, eu gostei, mas te invejo a presença de espírito. Eu não conseguiria comer uma mulher com o marido olhando.
- São anos, Ricardo. Nesse trabalho eu já vi de tudo. E agora vou te deixar descansar. Trate sua mulher com carinho por alguns dias até ela se recuperar. Boa sorte.
Ele se levantou e chegou até a porta. Parou e me olhou.
— Preciso te explicar que a gente não tinha combinado nada antes, e você também não tinha colocado isso como limite, então quando sua mulherzinha me pediu para sodomizá-la, eu fiz com muito prazer. De agora em diante vai ser fácil meter nela. Eu abri bem. Deixo isso como presente pra você.
Ele abriu a porta e saiu.
Fiquei gelado. Aquele filho da puta tinha sodomizado minha mulher. Por isso ela não conseguia andar. E eu não tinha percebido.
Fiquei pensando como seria complicado fazer o grandalhão da esquina vir aqui em casa para sodomizar minha mulher, e assim eu poder curtir ao vivo. Mas isso é outra história.
A noite foi bem agradável e tranquila. Élida ajudou ele a servir o jantar e depois a tirar a mesa. Ouvimos música, comemos bem, e antes da sobremesa eu reclamei que meu tornozelo estava doendo um pouco. Fabián sugeriu que eu deitasse um pouco e me acompanhou até o quarto que ele tinha me descrito. Fiquei com pena da preocupação da minha mulher e da sugestão dela de voltarmos pro hotel. De jeito nenhum.
Lá estava a varanda fechada, tipo jardim de inverno, que ligava os dois quartos. Ele deixou uns calmantes e um copo d'água na minha mesinha de cabeceira e disse pra eu esperar a música parar. Que quando isso acontecesse, eu fosse pela varanda até a janela do outro quarto.
Fiquei lá quieto, ouvindo a música e fingindo que tava dormindo, caso minha mulher aparecesse pra me ver, o que ela fez pouco tempo depois.
* * *
Quando chegamos na casa, Fabián nos recebeu super atencioso, cumprimentou meu marido e me deu um beijo casto na bochecha, como se não tivesse passado a manhã chupando meu pau com vontade.
Nos sentamos na sala de jantar e ele me pediu pra ajudar com o jantar. Fomos pra cozinha e lá, entre um prato e outro, nos pegamos gostoso. Acariciei o pau quente dele por cima da roupa, enquanto ele enfiava os dedos na minha buceta. Nós dois estávamos mais do que excitados, sonhando com a noite que teríamos pela frente. Isso se repetiu toda vez que íamos pra cozinha, enquanto Fabián me contava como o plano ia funcionar.
Finalmente, meu marido, cumprindo sua parte do acordo, reclamou da dor no tornozelo. Eu insisti, como boa filha de puta, pra voltarmos pro hotel, mas ele recusou, e então Fabián o levou pra deitar um pouco. Quando voltei pra sala de jantar, começamos a nos beijar como desesperados. Depois de um bom tempo, e antes de começarmos a tirar a roupa, ele me indicou que Fui ver como estava meu marido, que certamente ia fingir que estava dormindo. Fiz isso, e de fato o corno estava se fazendo de sonolento pelos sedativos. Me aproximei e falei baixinho com ele, mas o desgraçado não respondeu. Ele era bom ator, quase tanto quanto eu.
Continuamos com o nosso momento quando voltei à sala de jantar. Abri a braguilha dele e engoli seu pau até o fundo. Senti ele chegando na minha garganta. Ele me deixou fazer.
- Continua, putinha, continua, até o fundo, isso, isso - ele dizia enquanto acariciava minha cabeça.
- Bom, é hora de começar o show. Finja que você é uma atriz fazendo um espetáculo para uma única pessoa. E não pense que é seu marido - ele disse enquanto pegava minha mão e me levava ao quarto.
- Se me permite, quero me divertir. No melhor do aquecimento, vou dar uma olhada no meu maridinho. Quero que ele se mexa um pouco e se canse - falei sorrindo.
- Você é mais puta do que parece. Faça isso, minha putinha.
Ele desligou a música, que era o sinal combinado com o corno, e esperamos um momento antes de entrar, para que ele se acomodasse confortavelmente. E então começamos a atuação que tínhamos planejado. Entramos no quarto e fiz o papel da recatada tímida que não quer ser fodida porque é muito fiel ao marido, e que acaba cedendo forçada pelo macho dominante. Na verdade, eu estava encharcada, e mal podia esperar para ser possuída.
* * *
E de repente, a música parou.
Eu estava paralisado. Acabara de entregar minha esposinha fiel a outro homem, e ainda por cima estava gostando. Naquela tarde, quando ela me contou as coisas que os outros diziam para ela, quase enlouqueci. Fiquei tão excitado que mal consegui penetrá-la e gozei. Não entendi como ela tinha aguentado tantas insinuações sem nunca ceder, e agradeci internamente. Mas agora estava prestes a vê-la transando com outro homem e com meu consentimento, embora ela não soubesse. Levantei-me silenciosamente e abri a porta da varanda tentando não fazer barulho. A escuridão da noite era total. Aproximei-me da janela do outro quarto, onde Fabián tinha deixado a persiana um pouco levantada para que eu pudesse ver pelas frestas o que acontecia. As cortinas corridas facilitavam a visão. Além disso, uma luz dentro do quarto, posicionada no ângulo da janela e iluminando para dentro, impedia que minha sombra fosse vista lá fora, mas também destacava em detalhes tudo o que acontecia dentro, mesmo sendo uma luz suave. O grande filho da puta tinha pensado em tudo. Ele ia me oferecer um espetáculo completo, com minha mulherzinha como oferenda.
Fabián entrou, praticamente arrastando minha esposa.
- Não, Fabián, não acho certo.
- Vamos, gostosa, você achou certo pular em cima de mim hoje na montanha, não foi?
- Não sei o que deu em mim. Nunca fui infiel. Deve ter sido o lugar, o ar da montanha, sei lá — disse ela, enquanto resistia ao empurrão do macho, o que me agradou.
- Eu sei o que deu em você. Você precisa de um pouco de sexo selvagem fora do casamento, vamos, confessa.
- Não, Fabián. Sou muito feliz com meu marido, não se engane.
- Quando foi a última vez que ele te comeu?
- Não é da sua conta, mas foi hoje à tarde, para seu conhecimento.
- E você gozou?
- Como sempre que transo com ele — ela mentiu, o que eu agradeci. Na verdade, eram raras as vezes que eu conseguia.
- No entanto, você está pegando fogo — disse o macho.
- Não é verdade.
Fabián a abraçou e a beijou como um selvagem, enquanto sua mão se perdia dentro da calça de elástico que ela vestia, até chegar à sua buceta. Ela tentou se afastar, mas a força do macho a impediu.
Ele tirou os dedos melados da calça e os chupou na frente dela, descaradamente.
- Você está fervendo, gostosa. Se tivesse gozado, não estaria assim. Mas não se preocupe, vou te dar o que você precisa. Vamos, me desvista.
Ela se recusou, e ele a subjugou novamente com sua boca, enfiando a língua fundo em sua garganta até deixá-la sem ar. Notoriamente, a resistência da minha mulher estava cedendo, e era compreensível com o tratamento que estava recebendo.
Quando ele... separou, insistiu. - Me despe, e minha mulher timidamente se aproximou e começou a desabotochar a camisa dele. Naquele momento eu já estava muito excitado. E minha mulher, dava pra ver que, apesar do esforço, estava sendo dominada pela vontade do macho. Eu a entendi perfeitamente. Ela não tinha experiência em lidar com esse tipo de cara. Fabián ficou parado, deixando a mulher trabalhar. Ela tirou a camisa dele, depois se ajoelhou e tirou os sapatos e as meias, e finalmente desabotochou a calça e a tirou pelos pés, deixando-o só de cueca, que estava prestes a estourar pela pressão de um pau totalmente relaxado. Nesse ponto, ela se levantou e deu um passo para trás. - Ainda falta, disse Fabián, dominante. - Olha, vamos pensar melhor nisso. Meu marido está ali do lado. Ele pode nos surpreender. - Querida, seu maridinho está dormindo como uma pedra. Dei uns sedativos que derrubariam um elefante. Então ele não vai acordar nem se você gritar como uma virgem quando eu te enfiar no colchão. Vamos, continue sua tarefa, disse ele, colocando os braços na cintura. Minha mulher, com cara de assustada, se aproximou de novo, e por um momento eu tive vontade de intervir para evitar que ela passasse por essa humilhação, mas me segurei. Eu tinha combinado isso e queria ver. Ela se posicionou na frente dele e pegou as laterais da cueca. Fabián a impediu. - Não, querida. Você vai tirar ajoelhada na minha frente. Vai ser mais fácil para o que vem depois. Minha mulher e eu imaginávamos o que viria. Ela fez cara de susto e meu pau cresceu mais uns centímetros. Lentamente, ela se ajoelhou e pegou a cueca para puxar para baixo. Quando ela fez isso, um pau duro como ferro saltou como uma fera saindo da jaula e ficou balançando na frente do rosto da minha esposa. Fabián saiu da cueca, fazendo com que o pêndulo continuasse se movendo com seus gestos. - Faça o que você sabe fazer de melhor, putinha, disse ele, colocando os braços na cintura novamente e exibindo impudentemente sua lança ereta. E a cena que eu tinha visto na montanha se repetiu... repetir, desta vez a apenas dois metros de distância. Ver aquela pica desaparecendo na boca da minha mulherinha me deixou louco. Esta tarde ela tinha feito o mesmo, mas essa pica era perigosa. Nem imaginei como ela conseguiu engolir tudo. Depois de um tempo, Fabián pegou a cabeça dela e começou a se masturbar na boca dela.
- Você é boa nisso. Imagino que seu marido deve aproveitar. Que prazer você me dá, putinha. Vou compensar você, não se preocupe. Vai valer a pena.
Evidentemente, desde o momento em que minha mulher tocou naquela pica, ela não tinha mais controle sobre o próprio corpo. Dava pra ver que ela estava excitada e descontrolada.
- Agora quero que você se desnude bem devagar. E que valha a pena, disse enquanto a levantava do chão e a obrigava a largar o pirulzinho. A verdade é que minha mulher estava com pouca vontade de soltar.
- Primeiro quero ver se meu marido está realmente dormindo.
Filha da puta!!!!, tive que me apressar em voltar pro quarto e me deitar. Depois de um tempo, minha mulherinha apareceu na porta e me chamou. Não respondi. Ela se aproximou e me mexeu.
- Por favor, acorda, e vamos pra casa. Faz isso por mim, disse com uma voz que dava pra ver que estava assustada. Fiquei com pena, mas estava decidido a seguir com o plano. Continuei inconsciente. Lentamente, ela se afastou e fechou a porta atrás de si.
Esperei alguns segundos e depois corri de volta pro meu ponto de observação.
Quando cheguei, minha mulherinha estava se despindo devagar, com muita sensualidade e cara de medo, o que certamente só deixava o macho que ia comer ela mais excitado. E a mim também.
Fabián, sentado na cama, curtia o espetáculo.
- Isso, isso, putinha, assim que eu gosto, dizia enquanto se masturbava lentamente, como se soubesse que isso excitava minha mulher. Ela ficava louca quando eu me masturbava na frente dela, e, de fato, enquanto se despia, apesar do medo nos olhos, mordia o lábio inferior e não tirava os olhos daquela pica dura.
Quando ela estava completamente nua, mostrando todos os seus atributos por inteiro, Fabián se levantou, a... Ele pegou na mão dela e a fez sentar na beirada, aos pés da cama. Depois, lentamente, fez com que ela reclinasse as costas no colchão.
- Me diz, gostosa, você gosta que comam sua buceta?
Ela tentou juntar as pernas instintivamente, mas como o macho estava no meio, não conseguiu.
- Nunca fizeram isso em mim, respondeu com sinceridade. Era verdade.
Fabián riu.
- Vai me dizer que seu marido nunca meteu a linguinha na sua xoxota? Então ele não sabe o que está perdendo, nem você também. Você vai ver.
E unindo o dito ao feito, ajoelhou-se, colocou as pernas da minha mulher sobre seus ombros, puxou ela bem até a beirada e, nessa posição, enterrou o rosto entre suas pernas. Minha mulher agarrou os lençóis como se fosse rasgá-los.
- Uhhhhhhh, foi tudo o que ela disse diante das sensações que aquela língua estava proporcionando.
Fechou os olhos e ficou imóvel. Lentamente foi soltando os lençóis e suas mãos se agarraram à nuca do macho, empurrando-o para que entrasse mais fundo, se isso fosse possível.
Ficaram assim por um longo tempo e, com espanto, vi que minha mulher começou a se sacudir, a tremer e finalmente explodiu num orgasmo selvagem. Suas pernas se tensionaram, levantando-se dos ombros do macho. Suas mãos se apoiaram nas próprias coxas enquanto seu corpo se elevava da cama, para terminar caindo totalmente entregue sobre o colchão, com os braços em cruz. O clímax tinha sido muito profundo. Lentamente, tirei meu pau e comecei a me masturbar. O espetáculo era incrível.
Finalmente, Fabián se levantou da posição, e Élida, já recuperada, sentou-se na cama.
- Agora, deita direitinho porque vou te bombear um pouco, disse ele, acariciando com ternura seu cabelo.
Minha mulher, obediente, recuou até apoiar a cabeça no travesseiro. Ficou ali com as pernas flexionadas e abertas, mostrando que estava receptiva para o que quisessem dar a ela.
Lentamente, o macho subiu na cama e se acomodou entre suas pernas, para começar a beijar seu rosto, seu pescoço e sua boca, enquanto se... Ele se apoiava nos cotovelos para não esmagá-la. Também dedicou um tempo a massagear e chupar seus mamilos. Enquanto isso, minha mulher, enfiando uma mão entre os dois corpos, começou a masturbar lentamente seu pau, deixando-o ainda mais excitado, se é que isso era possível. Dava medo mesmo o tamanho daquela rola apontando para minha mulherzinha delicada. Se não fosse por já ter visto como ela engolia aquilo, eu duvidaria que ela conseguisse.
— Acomoda você — ele sussurrou no ouvido dela, e ela, com uma mão, abriu sua buceta, separando os lábios, e com a outra puxou a cabeça do pau e posicionou na entrada.
Eles se olharam com desejo. Era evidente a conexão que havia entre eles. E enquanto se encaravam, Fabián avançou e a cabeça de seu pau desapareceu dentro da minha esposa, que naquele momento fechou os olhos por um segundo, para depois abri-los e tentar dominar a boca do macho, o que ele permitiu. Enquanto minha mulher enfiava a língua fundo, Fabián a fodia sem pressa, mas sem parar, até que seus corpos colidiram. Aí minha mulher soltou sua boca e gemeu de prazer, ao se sentir cheia como nunca antes. Para piorar, o orgasmo que ela tinha tido um pouco antes a deixou super sensível, porque foi sentir ele todo dentro e ela gozar de novo.
— Mas olha só que vadia tarada você é. É complicado te satisfazer, puta. Acho que nem todas as picas da cidade dariam conta — ele disse enquanto começava a bombar ela selvagemente.
— Não, não dão, me dá mais, me dá mais, me arrebenta, cabrão, me parte em quatro, seu viadinho — dizia minha esposa totalmente fora de si.
— Como é que você se vira só com a do seu marido?
— Eu aguento, papi, eu aguento, mas hoje eu quero pau, muito pau, e quero que você me dê leite, que me inunde, que me banhe. Quero sair prenha — ela dizia enquanto se mexia como uma cobra espetada numa estaca, que era mais ou menos o que estava acontecendo.
Eu estava enlouquecido. Nunca tinha visto minha mulher dessa forma. E tive medo. Depois de sentir o que estava sentindo, será que ela voltaria a recusar o carpinteiro ou o... Moleque da esquina? Eu estava começando a gostar dos paus alheios e isso era perigoso. Muito perigoso. Mas por enquanto, eu gozei feito um selvagem, mesmo tendo parado de me masturbar e, pra piorar, nem sequer baixou. Tive que continuar assistindo a cena com meu pau duro. Nunca tinha me acontecido isso.
Fabián recuou um pouco e levantou as pernas da minha mulher, encaixando-as sobre seus ombros para, nessa posição, investir novamente com seu aríete, que agora entrava até o fundo, como indicavam os gritos da minha esposa. Ele estava realmente partindo ela. Fiquei assustado até conseguir entender seus gritos.
"Assim, seu viado do caralho!!!! Me dá tudo que você tem que eu como, vamos, empurra, empurra forte, não seja puto. Me mostra o que é um homem", ela o desafiava, e Fabián, em resposta, empurrava mais e mais e a bombava cada vez mais violentamente. E de repente ele ficou extático. Rosnou como um animal e se esmagou sobre ela, enquanto suas nádegas mostravam como ele estava injetando seu sêmen dentro da minha mulher. Era selvagem.
"Aí vai, sua puta, e mais um, e outro ainda. Te inundo com minha porra, sua vadia puta, vou te engravidar, vou te engravidar", ele dizia enquanto investia e contraía suas nádegas, liberando os jatos grossos de sêmen que minha mulherzinha desejava.
Depois de alguns minutos, Fabián rolou e ficou ao lado dela. Minha mulher ficou com as pernas abertas e um verdadeiro rio de grumos esbranquiçados começou a escorrer de sua buceta. A porra tinha sido impressionante. Se minha mulher não se cuidasse, não tenho dúvidas de que ele a teria engravidado.
Os dois viraram de lado e começaram a se beijar. Uma verdadeira cerimônia de amantes, como se existisse amor entre eles, coisa que eu sabia que não era assim, mas seus beijos eram ternos e doces.
"Foi lindo, gata, lindo. Agora levanta ela de volta que quero continuar. A noite é jovem", ele disse, e minha mulher, descendo um pouco, enfiou na boca o pau roliço, ainda como tinha ficado da sessão anterior.
Por um tempo, só se ouvia o chupão da minha esposa. E finalmente, com um rosto vitorioso, ela voltou a se posicionar como antes.
- Agora você vai se virar, disse Fabián, e ela, obediente, girou ficando de frente para a janela onde eu estava.
Fabián se posicionou atrás dela, levantou sua perna, a acomodou na sua cintura e, nessa posição, pegou seu pau tão duro como antes e enfiou de uma vez, até o fundo. Minha mulherzinha devia estar bem dilatada porque dessa vez ela não disse nada. Apenas fez uma cara de puta digna de campeonato.
Uma das mãos do macho apertava seus peitos, enquanto a outra a segurava pelo pescoço, como se quisesse enforcá-la. Enquanto isso, eu via o pau dele entrando e saindo da minha esposa. Os movimentos sinuosos do macho eram repetidos pelo corpo elástico da minha mulher. Agora eu entendia por que ela fazia ginástica. Para se mover como uma verdadeira puta.
Meia hora depois, e depois de tê-la feito passar por várias posições, desde a de quatro até comê-la em pé contra a parede, fazendo minha mulher gozar várias vezes, eu deixei o mirante. Eu mesmo tinha gozado mais duas vezes. A última foi só mentalmente porque não tinha mais nada para soltar. Destruído, voltei para minha cama para esperar que Fabián viesse me "acordar" para me levar para casa.
Passou mais meia hora e, finalmente, Fabián, corretamente vestido, veio me acordar para me levar para casa. Minha mulher, mesmo fingindo, dava para ver que estava com dificuldade para se mover, e era porque, com certeza, a sessão tinha sido demais para os hábitos sexuais aos quais ela estava acostumada. Ou pelo menos foi o que eu quis acreditar.
Eles me deixaram no hotel, e minha mulher desceu para pedir que me preparassem um chá, me deixando sozinho com Fabián.
- Você se satisfez, cabrão, eu disse.
- A verdade é que valeu a pena, e espero que você tenha aproveitado o espetáculo, disse ele sorrindo.
- Foi interessante e, sinceramente, eu gostei, mas te invejo a presença de espírito. Eu não conseguiria comer uma mulher com o marido olhando.
- São anos, Ricardo. Nesse trabalho eu já vi de tudo. E agora vou te deixar descansar. Trate sua mulher com carinho por alguns dias até ela se recuperar. Boa sorte.
Ele se levantou e chegou até a porta. Parou e me olhou.
— Preciso te explicar que a gente não tinha combinado nada antes, e você também não tinha colocado isso como limite, então quando sua mulherzinha me pediu para sodomizá-la, eu fiz com muito prazer. De agora em diante vai ser fácil meter nela. Eu abri bem. Deixo isso como presente pra você.
Ele abriu a porta e saiu.
Fiquei gelado. Aquele filho da puta tinha sodomizado minha mulher. Por isso ela não conseguia andar. E eu não tinha percebido.
Fiquei pensando como seria complicado fazer o grandalhão da esquina vir aqui em casa para sodomizar minha mulher, e assim eu poder curtir ao vivo. Mas isso é outra história.
7 comentários - Subindo a montanha, comeram minha mulher