Mamãe Come Mais Quando o Corno Não Está em Casa 1

Este relato é fictício, só fantasia. Era um que encontrei na net e decidi editar pra dar um pouco mais de conteúdo.

Essa história começa quando fui a única testemunha de como minha mãe era uma puta sem jeito, e eu, que há tempos a desejava — desde os treze anos me masturbava pensando nela —, com 18 anos recém-completados, esse desejo não morreu, só adormeceu. Até que um dia, vendo ela de novo enfestada com o vizinho e um amigo, decidi botar um ponto final nisso: filmei tudo pra chantagear ela e acabei comendo ela até fazer dela minha puta pessoal. Os fatos foram rolando aos poucos.

Me chamo Andrés, minha mãe e minhas amigas e amigos me chamam carinhosamente de Andy. Tenho 18 anos e quero contar minha história, então vou começar. Sou filho único. Minha família é composta pelo meu pai, Carlos, 46 anos, cabelo preto meio grisalho e uma barriguinha; e minha mãe, Mônica, 36 anos, um monumento de mulher. Ela é magra, voluptuosa, com peitões que são um poema — bem redondinhos, com auréolas largas e um mamilo grosso — e uma raba de campeonato: larga, dura e bem empinada. O que mais prende e enlouquece é a redondeza das nádegas, formando um formato de maçã bem sexy. Cabelo preto ondulado, olhos azuis. Ela adora provocar os homens, especialmente quando percebeu que eu sinto algo por ela. Eu a desejo pra caralho, ela me esquenta demais. Isso vem rolando desde a puberdade: um desejo e uma tesão que nunca consegui realizar por causa do assunto delicado de ela ser minha mãe.

Quando minha mãe é bem comida, ela fica com fome. Nunca vi ela descer pra geladeira de noite, que é quando meu pai fode ela. Mas de tarde, depois que o Maxi, o vizinho, pega ela — depois que se trancam no quarto do meu pai, depois que ouço ela gritar e gemer duas ou três vezes como se estivesse morrendo —, depois de tudo isso, se eu me escondo no armário da vassoura, sempre vejo minha mãe semi-nua, de calcinha e peitos de fora, aqueles... calcinhas pequenas bem enfiadas no meio da bunda que ela usa quando quem come ela não é o pai, vejo ela fuçando na geladeira, petiscando alguma coisa, e levando refrigerante ou cerveja pro quarto. Acho que ela não sabe que eu sei, embora me conheça tão bem que é difícil dizer. Eu finjo de bobo, especialmente quando vem o Maxi, ou o amigo que ele apresentou um mês atrás. É pra não me expulsarem e poder observar melhor. Como também finjo de bobo quando vêm aqueles caras que consertam coisas, tipo pedreiros, ou gasistas, ou instaladores de paradas. Mamãe tem uma fraqueza, suponho. Nesses casos eu primeiro finjo que não percebo que mamãe tá se fazendo de gostosa com eles. Porque quem começa sempre é mamãe. Um sorrisinho, a raba empinada... Quando ela já sabe que esses tipos de macho, como ela chama, vêm, e sabe que o pai não vai estar em casa, a putinha se veste com minissaias bem curtinhas, com regatas apertadas, se maquia, se produz como casual, mas sempre pra ser comida de roupa e tudo. E é inevitável que rolar alguma coisa, porque mamãe fica confiante, ri que nem uma idiota e dá tapinhas de brincadeira no peito ou nos braços deles, ou se abaixa mais do que devia. Quando a conversa já vai entre risadas e agarramentos, começo a me afastar. Eu decidi encarar a mamãe depois que tudo isso acontecer, então peguei meu celular e comecei a me camuflar no ambiente e comecei a filmar tudo. A figura da mamãe cresce, como se a bunda e os peitos dela aumentassem naquele momento. E a minha figura diminui até desaparecer. É questão de tempo, mamãe leva eles pela mão inevitavelmente pro quarto, fecha a porta e eu me jogo de cabeça pra espiar pelo buraco da fechadura e ouvir o show e também decidi filmar a porta quando ela começava a soltar os gemidos. E como é gostoso ouvir e filmar a mamãe enquanto ela dá quando o pai tá no trabalho. Porque quando o cuck — bom: o pai; mas mamãe me disse que tudo bem chamar o pai de cuck —, quando o cuck come ela, dizia, os Os sons da mamãe são os bocejos dela. Já quando ela leva o Maxi pela mão pro quarto, com a saia curtinha pulando a cada passo, mostrando a ponta da fio dental enterrada na bunda, é só fechar a porta e começar a ouvir música. —Ai, Maxi, que pedaço de pau…—Vai fundo, putona… Sente ele todinho… E começam os “Ahhhhhhh…” “Ahhhhh…” da mamãe. E o barulho da cama reclamando: Tchi… Tchi… Tchi… Com o papai ela nunca faz esse barulho. Mas com o Maxi ou o amigo do Maxi, sempre. Além disso, vêm os gemidos fortes e os gritos. —Sim… sim… Sim… Não para! Não para, Maxi, continua! Ohhh… Meu Deeeus…!—Toma, puta! Vou esticar tanto essa bunda que até o otário do teu marido vai se ligar!—Sim, Maxi, sim, me estica pro corno!! Quero que me destrua pra mostrar pro Cornundãoooohhh!!!… —Puta! Puta! Puta! Pelo buraco da fechadura sempre dá pra ver a mamãe de bunda pra cima e o macho metendo o pau com tudo. A calcinha de lado, cortando a bunda redonda e cheinha da mamãe, e o pau suculento entrando e saindo como um pistão de carne. Às vezes metem pela frente, às vezes pelo cu. Não importa, depois que a mamãe vai na cozinha e volta com algo pra comer e beber, recuperam as forças e na segunda rodada ela engole o pau pelo lado que não levou. Com os pedreiros é pior. Muito pior. Não sei por que com eles ela não dá pra cada um separado, como com o Maxi e o amigo dele, mas leva todos pro quarto do papai. Sejam dois, ou três. Ou como aconteceu uma vez só, cinco. Quando a mamãe é comida por dois ou três pedreiros, a coisa fica inacreditável. O que ela grita e xinga não tem nome. Ela xinga os pedreiros enquanto eles enfiam pela frente e por trás ao mesmo tempo, e xinga o papai, gritando “corno de merda” cada vez que explode num grito e num orgasmo. E fala isso várias vezes. A mamãe faz um escândalo danado nessas sessões. Uma vez, depois que ela entrou no quarto pra transar com o Maxi e o amigo dele, decidi filmar ela toda de cada canto da casa quando Ela tava saindo de mão beijada com esses dois pro quarto dela pra ficar quase três horas transando com os dois depois que saiu de trepar com o Maxi e o amigo dele, decidi botar um ponto final e, se ia guardar o segredo dela, tinha que tirar minha parte também. E não gostava que ela fosse deles e de quantos mais. Eu desejava ela há muito tempo e, se ia comer ela, ia garantir que só eu fosse o cara que come ela todo santo dia. Então, quando terminaram, vi a mamãe saindo pra se despedir do Maxi e do amigo dele na porta. Filmei ela desde que saiu do quarto com os dois até fechar a porta depois que eles foram embora. Ela vem andando com aquela saia curta pela sala quando, no meio do caminho, me encontra parado, sério, com cara de puto. Ela não ia dar muita bola pra minha atitude até notar meu celular na mão. Eu aperto o play no vídeo e boto a tela na cara dela, e lá aparecia, com detalhes, partes da casa, e depois ela levando os dois caras pro quarto dela, e aí tava a voz dela gritando, gemendo e pedindo pra esticarem. Use a palavra: pussy pro corno quando se despede deles. Ela ficou toda gelada. — O que é isso que você fez? — Acho que tá claro, mas não o que eu fiz, e sim o que você fez, sua puta. Mas agora, quando o corno chegar, mostro pra ele e a gente pergunta. Falei, seguro de mim. — O que você quer, Andy, pra me chantagear? — Ela disse, me encarando firme, puta. Percebeu minha ereção e acho que sacou o que eu queria, mas nunca imaginou que o filho dela, de 18 anos recém-completados, tivesse uma piroca enorme pra fazer qualquer mulher gozar e delirar. Eu tava calçando uma cock de 20x8cm. — Mmmm, não sei, sua puta oferecida. Usa a imaginação. Falei. — Não fala assim comigo, Andy, por que me xinga desse jeito? — Ela disse, meio sem graça, mas não tirava os olhos da minha ereção e ficou pensativa. Aí quebrou o silêncio: — Você não vai querer... isso... — disse, fazendo alusão à sessão recente de sexo com aqueles dois caras. — Claro que é isso que eu quero. Respondi como se fosse a coisa mais normal. normal do mundo –Mas Andy, sou sua mãe, isso não está certo. Ela disse, se fazendo de moralista –Ah, tá bom, vamos ver se o papai vai gostar do que aparece no vídeo da esposa dele, ou pra você tá de boa se enfiar em festa com uns caras enquanto seu marido tá trabalhando que nem uma puta sem vergonha?. Respondi, ela se viu encurralada e cedeu pela metade –Tá bom, Andy. Amanhã, quando o chifrudo do seu pai for trabalhar depois do café, eu te meto no meu quarto. Ela disse, eu não aguentei ela ter dado pra aqueles dois e me deixado pra amanhã, então, furioso do jeito que tava, falei: -Perfeito, eu mostro o vídeo pro papai assim que ele chegar e amanhã a gente vê o que faz. Falei –Mas Andy, você viu a surra que eu levei, tô destruída. Ela disse, se justificando –Pronto, puta, deixa assim, puta de merda. Quando o papai chegar, eu mostro o vídeo e conto as infinitas vezes que você se veste que nem uma puta oferecida pra ser comida, puta. Faço isso e pronto, acabou a história. E sabe de uma? Vai tomar no cu da sua mãe, puta de merda. Falei, explodindo de raiva, e me tranquei no quarto. Ela ficou mal por eu ter reagido daquele jeito, não sabia por que eu tinha agido assim. Ficou pensando, e aí caiu a ficha: pra eles, já tinha rolado, ela se entregou, e ele deixou pra amanhã, mesmo sendo o filho e tendo mais privilégios. –Puxa, Andy, então isso é só questão de ego, mas será que você vai aguentar uma puta como eu?. Ela disse pra si mesma, mas aí lembrou como eu fiquei magoado no meu orgulho, ficou mal porque sabia que eu tava muito puto e que ia dedar ela pro papai. Toda envergonhada, foi até a porta do meu quarto –Andy, podemos conversar, querido? Não fica assim comigo, não quero que a gente termine brigado por uma bobagem. Ela dizia –Vai embora, puta! Gritei com raiva –Por favor, Andy, não me xinga assim. Abre a porta, vem aqui, papi, por favor. Ela implorava –Não, puta, vai pra merda. Daqui a pouco o papai chega, agora se fode, infeliz, eu vou fazer o que tenho que fazer. Respondi, muito irritado –Vai, Papuchi. Abre a porta e vamos conversar, ainda temos um tempinho pra trocar ideia e quem sabe, se a gente chegar num bom acordo, hoje posso te fazer um boquete gostoso e deixar você gozar na minha boquinha. Ela disse se fazendo de gostosa, eu já tava a mil, mas também tava puto porque ela me enrolando pra amanhã e com esses caras ela já tava dando hoje, então abri a porta, ela entrou, fechou a porta e sentou na minha cama onde eu tava deitado de costas pra ela – Meu amor, me entende, tô destruída, vamos pro meu quarto pra gente chegar e meter uma rapidinha, não tava pensando nisso, nem que você me queria, nem que você queria isso, se eu soubesse, teria me guardado pra passar um tempo gostoso com você. Ela disse se fazendo de carinhosa, eu olhei sério pra ela, ela sorriu e eu continuei sério, e aí com toda minha coragem falei: – Tá bom, se eu tiver que esperar até amanhã, você vai ter que seguir uma regra que vou impor, porque eu não sou segundo de ninguém. Falei confiante, nem eu sei de onde tirei essa segurança – Você não é segundo em nada, meu bem. Ela respondeu – Cala a boca, não mente pra mim, eu não sou corno, você me enrolando pra amanhã e com eles dando hoje, pronto, mas essa foda é a última com eles e com ninguém, porque a partir de amanhã o único que te come sou eu, e se eu descobrir ou te pegar com alguém, acabou, mostro o vídeo pro seu pai e conto tudo. Falei firme na minha posição, ela abaixou a cabeça, presa e derrotada, concordou e disse: – Tá bom, Andy, tá bom, assim que seu pai for trabalhar, você vai me comer todo dia, então vou ter que comprar um bom estoque de camisinhas e creminha pra minha buceta. Disse levantando a saia e puxando a calcinha fio dental pra deixar à vista a buceta depiladinha, com lábios grossos e carnudos, e tava molhadinha, aí ela olhou nos meus olhos e falou: – Tira a calça que vou te chupar um pouco, assim fode você até amanhã, vai, se apressa que tenho que tomar banho porque seu pai não demora a chegar e eu tô toda leitada. todos os lados. A putinha me dizia com toda sinceridade, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Quando ela me disse isso, eu levantei da cama, fiquei parado na frente dela, afrouxei o cinto, desabotoei o botão, abaixei a braguilha e puxei minha calça para baixo até que ficou nos meus tornozelos. Ela ficou de boca aberta, surpresa e chocada ao ver o volume enorme na minha cueca. Ficou com a boca aberta e os olhos arregalados como pires. Pensei comigo: "Não tava esperando essa, né? Puta, não sabia que seu filho tinha uma porra dessa, não?" Ela não conseguia articular uma palavra. A única coisa que conseguiu dizer, enquanto se recuperava do choque, foi: –Uau, Andy, isso é uma... uma... uma pica do caralho, meu Deus, olha que enorme que você tem, meu Deus, e que grossa que é. Ela falava meio gaguejando –Pelo jeito que você ficou, não sei se você vai aguentar até amanhã. Eu ataquei. Quando puxei minha cueca e coloquei pra fora, ela ficou encantada, olhando fixamente, lambendo os lábios e mordendo o lábio inferior timidamente. Ela se aproximou de mim com um olhar felino, pegou com uma mão, puxou a pele para trás e, quando viu a cabeça grossa e redonda, só disse: –Uau, Andy, acho que com isso eu consigo sobreviver sem problemas, papai. Olha só essa pica, é o dobro das duas que eu comi hoje. Disse com total descaramento. Dava pra ver no rosto dela o desejo total que ela tinha pela minha pica, era impossível esconder. Ela estava muito excitada, a putinha. Ela se sentou bem na cama, me ajeitou para que eu ficasse na frente dela com a pica apontando para o rosto dela. Ela me masturbava devagar, lambendo os lábios, e quando eu dei um passo em direção a ela e deixei a porra praticamente na cara dela, ela pegou com uma mão e começou o trabalho. Ela lambia toda a minha cabeça, depois lambia da cabeça até as bolas, e nem preciso dizer como começou a devorar minhas bolas. Ela lambia, chupava, era uma puta de campeonato. Assim ela estava naquela tarefa até que eu não aguentei mais, peguei a cabeça dela e guiei para minha pica. Ela abriu a boca o máximo que conseguiu e ali recebeu a maior porra que já entrou naquela boquinha de puta. Ela chupava com muito esmero, massageava com a língua enquanto lubrificava meu pau com a saliva dela. Quando viu que eu empurrava e fazia força, e a porra teimava em não avançar, ela tirou tudo da boca, pegou um ar, depois de tossir um pouco, e começou a lamber ele todo de novo. Ao ver que eu pressionava pra ela chupar de novo, ela pegou meu pau com uma mão, puxou bem pra trás a pele e, me olhando fixo, juntou saliva na boca e cuspiu no meu pau — o cuspe acertou direto na cabeça — e aí, assim mesmo, enfiou na boca. Comecei a empurrar, o pau avançou mais e, já excitado, falei: — Ei, puta de merda. Isso é por dar a rola pra eles primeiro e me deixar pra amanhã. Falei e empurrei a cabeça dela com muita força até meu pau esfaquear a garganta dela. O queixo e a boca dela bateram nas minhas bolas. Ela tava vermelha, teve vários engasgos, mas não soltei a cabeça. Deixei meu pau enterrado na garganta dela, vi ela sofrer por um bom tempo até que tirei de repente. Ela começou a tossir pra caralho — Coff! Coff! Coff! Coff! — dava pra ouvir a tosse. Quando começou a recuperar o fôlego, me olhou meio brava: — Que malvado que você é, Andy. Por que fez isso comigo? Quase me fez uma traqueostomia com essa coisa. Falou num tom meio tristonho. — Você merece, sua puta mesquinha. Tudo pra esses miseráveis e pra mim você me deixa pra amanhã. — Vejo que você ainda tá ressentido com isso, Andy. Meu Deus. Olha, deita aqui que eu te fodo e a gente acaba com esse ressentimento todo. Falou de mal jeito, e eu não ia permitir que me tratasse assim. Guardei o pau. Ela me olhava triste e estalando os dedos, eu falei: — Vai, toma logo, puta. Assim sem vontade você não vai transar comigo. Toma logo, vai tomar banho, sua puta imunda. Gritei de mal jeito. Ela viu que eu fiquei puto pra caralho e foi chorando. Depois saiu com a roupa na mão e entrou no banheiro. Daí a pouco ouvi o barulho do chuveiro. Durante 15 minutos ouço a voz dela me chamando: "Andy, vem aqui um pouquinho, por favor, vai, Papu, não fica bravo com a mamãe." Fui correndo, entrei no banheiro, ela estava na frente do espelho enrolada numa toalha. Pra esconder meu tesão, falei grosso: "O que você quer?!" – "Mmmm, não, Papuchi, meu amor, não fica assim, mamãe vai te dar tudo o que você quiser e mais. Fica bonzinho e passa óleo no corpinho da mamãe." Ela disse, deixando a toalha cair, ficando só de tanga. Quando se virou, pude ver os melões dela com aqueles bicos que começavam a endurecer de tesão. Ela me passou o vidrão de óleo corporal, pegou na minha pica e começou a apalpar, me olhando e lambendo os lábios. Depois disse: – "Mmmm, papai, como você tem essa pica. Quer me comer, né? Mas não faz isso, meu amor, tô falando sério, por favor, Papu, quero estar descansadinha pra poder aproveitar ao máximo sua pica amanhã. Você vira meu macho." Ela falava enquanto me batia uma, segurando minha pica por cima da cueca, já que a putinha tinha aberto minha calça. Continuava me masturbando assim, por cima do slip, movendo minha pica bem rápido. Queria me fazer gozar pra eu não comer ela. Então fui mais rápido, me encostei nela, apoiando o volume na racha da bunda dela, e com as duas mãos agarrei os melões dela e comecei a apertar. Ela soltou minha pica pra se apoiar na pia, porque eu tava deixando ela louca. E já que ela não queria se deixar comer, mesmo morrendo de vontade, nunca soube por que, resolvi brincar com o tesão dela até ela mesma ceder. Enquanto apertava os peitos dela e enfiava meu volume na bunda dela, ela empurrava a bunda contra minha pica. Decidi avançar no meu plano: peguei ela pela cintura e comecei a dar picadas na racha da bunda dela com meu volume. Ela apoiou as mãos na pia e não conseguiu segurar uns gemidinhos: – "Mmmmm! Uhhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ai, Deus, Você Vai Me Fazer Gozar, Papu, Com Essa Pica, Você Tá Me Deixando Louca, Papuuu! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ela gemia, toda gostosa e tarada, não ia demorar pra pedir pra eu meter. Aí eu parti pro segundo movimento, enquanto continuava esfregando o pau no cu dela. Desci uma das mãos que tava segurando os peitões dela e enfiei por dentro da calcinha, na parte da frente. Comecei a passar a mão na buceta dela e dedar ela, e ela começou a gemir igual uma louca: - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Meu Deeeus Andyyyy Jáááá Papaiiiii Jáááá Vou Gozaaaar Andyyyy Vou Gozaaaar Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! E teve um orgasmo que espirrou pela calcinha, e ela começou a gemir pra caralho: - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Gozei Filho Da Puta Gozei To Gozando Seu Idiota Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ai Andy, você me fez gozar duas vezes e ainda nem me comeu direito, você é um puta canalha Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Falou ela, ainda gemendo, enfiando a mão dentro da minha cueca, puxando meu pau pra fora e batendo uma devagar. Depois levou a mão pro meio do cu dela e começou a esfregar a cabeça do pau na calcinha toda, até passar por todo o contorno da buceta por cima da calcinha, que tava encharcada. Nisso, vi ela mesma puxar a calcinha pro lado pra sentir pele com pele. Eu entendi que tava na mão e comecei a empurrar meu pau, ia entrando devagar na buceta molhada dela. Quando meu pau chegou na metade do caminho, ela me empurrou forte pra trás e gritou puta da vida: - Falei que hoje não! Eu fiquei mais puto ainda e gritei: - Vai tomar no cu, sua puta de merda! Agora você vai ver quando o papai chegar, sua vagabunda infeliz! Gritei, joguei o vidro de óleo corporal na pia do banheiro, fazendo ele se espatifar, e saí batendo a porta. Ela ficou paralisada, quase chorando, percebendo que o joguinho dela de me deixar desesperado até amanhã com chantagem tinha ido longe demais, e eu tinha ficado muito puto e podia cumprir minha ameaça. Além disso, ela se sentia mal porque comigo era com quem ela... Tinha que conviver quase o dia inteiro e, do jeito que ele tava furioso, cada dia seria uma tortura se eu não abrisse a boca essa noite e ela se fudesse toda por ser uma puta e uma piranha. Então, rapidinho, ela pega a toalha de novo e enrola aquele corpo infernal, sente o portão do meu quarto bater e sai. Vai pra cozinha procurar como limpar o pote destruído. Termina de limpar tudo e sai direto pro meu quarto. Chega na porta e começa com o teatrinho dela:

— Andy, Papu, me desculpa, não quis ser assim contigo. Me abre, por favor, fala, vamos conversar.

— Me deixa em paz, puta do caralho. Vai servir todo mundo, sua vadia, mas depois pede pra eles te darem um lugar pra morar, filha da puta, porque hoje acabou tudo pra você, sua puta maldita! — Gritei muito puto, tava furioso pelo jeito que ela me tratou no banheiro. Apesar dos meus xingos e gritos, ela continuava implorando até que o telefone tocou. Era o chifrudo do meu pai avisando que ia chegar tarde pra caralho porque tinha muito trampo e ia jantar com uns colegas. Quando ela soube que teria muito mais tempo, assim que desligou, veio quase correndo pro meu quarto. Chegou na porta, tentou abrir, mas tava trancada.

— Andy, abre, por favor, não me faz sofrer assim, Papu. Por favor, fala, tenho uma boa notícia pra você! — Ela dizia.

— Vai dar essa notícia pro filho da puta do vizinho, pra quem você se entrega inteira, sua puta do caralho, sua vadia maldita! — Gritei furioso.

— André, sua puta de mãe, pode me abrir, por favor? Não acredito, você é meu próprio filho e por querer me foder é capaz de cagar minha vida. Nunca pensei que você faria isso comigo! — Ela gritou chorando.

— Pode me deixar em paz, filha de uma puta, sua vadia do caralho. Você vem me dizer que eu quero cagar sua vida quando você se entrega como uma puta, cagando na sua própria família, sua vadia miserável!

— Para um pouco, Andy, fala, não gosto de ficar assim com você. Papu, olha como você me xinga. Fala, filho da puta, me abre e eu prometo ser boazinha. Mamãe quer falar com você, fala, não seja assim comigo! — Ela dizia com a voz de quem tava implorando. Fazendo biquinho atrás da porta, me venceu pelo cansaço, porque se eu não abrisse, ia encher meu saco o dia inteiro. Levantei da cama, mal abri a porta, ela entrou feito um raio. — Escuta aqui, que história é essa de me xingar desse jeito? Sou sua mãe, imbecil. Quem você pensa que é, seu merda? Sou sua mãe, ouviu? Senta aí que vamos conversar! — Gritou furiosa. — Quem caralhos você pensa que é para vir gritar comigo e me dar ordens? — Gritei mais alto. — Sou sua mãe, Andy, e te amo. Não gosto que você fique assim comigo. Se acalma, não estou com raiva, estou triste porque não gosto de estar assim com você. Me destrói ver e ouvir como você me xinga e me trata como se me odiasse! — Disse ela com a voz de quem tava sofrendo. — E eu, o que devo fazer quando vejo minha mãe se esfregando com qualquer um enquanto meu pai tá trabalhando, se entregando toda, e quando peço a mesma coisa, ela aceita, mas me enche de desculpas pra amanhã como se fosse algo insignificante pra ela? — Falei, me abrindo um pouco. Ela fez uma careta de tristeza e me olhou. — Você tem razão, Andy! Quer me comer hoje? Perfeito, vem, vamos transar, e espero que você aguente me dar o que preciso. Mas primeiro, vai ter que terminar a tarefa que te pedi no banheiro, antes de você ter destruído o vidro de óleo corporal no box. Esse vai ser meu castigo: não vou te comer até você terminar de olear meu corpinho! — Disse ela, entre séria e excitada. Veio na minha direção, estendeu a mão. — Vem comigo! — Falou, me pegando pela mão. Quando me colocou de pé, me abraçou, acariciou meu rosto e disse: — Me perdoa, Andy! — E devagar, levou a boca até a minha. Quando nos fundimos naquele beijo, ela começou a devorar minha boca, enfiando a língua, enroscando na minha, desesperada. Nunca fui beijado de um jeito tão safado quanto ela fez. Depois de um bom tempo, se separou, pegou minha mão e me levou de volta ao banheiro. Ficamos na mesma posição de antes de eu explodir de raiva contra ela, e minha mãe deixou a toalha cair de novo. O corpaço dela à mostra, dessa vez eu solto o cinto e o botão da calça, abaixo o zíper, deixo cair e me encosto nela. Quando ela sente minha encostada, estica o braço pra trás e me alcança um frasco novo de óleo – "Teu Castigo, neném, não esquece!" – falou entre divertida e risonha. Então, resignado, apoio a palma da mão nas costas dela e faço ela se inclinar, deixando o corpo meio curvado. Depois abro o frasco e jogo um baita jorro de óleo nas costas dela. Ela dá um pulinho por causa do frio do óleo, e minhas mãos entram em ação: começo a espalhar tudo pelas costas dela, massageando, e dava pra sentir como ela relaxava. Aí jogo mais óleo nas mãos e mando elas pra frente, agarrando os peitões enormes dela. Quando começo a apertar os seios, passando o óleo por toda a redondeza, ela levanta a cara pra cima – "Uffff! Ohhhh Siiiiim!" – suspirou e começou a lamber os lábios. Depois minhas mãos foram esfregando a barriga lisa dela e, assim que passei óleo suficiente por lá, ela pega minhas mãos e mete dentro da calcinha fio dental dela. Eu esfreguei óleo por toda a buceta depilada dela, que já tava toda melada e lubrificada pelo óleo que eu tava passando. Então me animei e enfiei dois dedos juntos; entraram de uma vez até o fundo, de tão molhada que ela tava, e comecei a meter e tirar em alta velocidade. Ela começou a soltar uns gritos fortes – "Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Deeuss Andyyyy, Poooor Deeuss Siiiiim Jááá Papaiii, Vooocê Vai Me Fazeer Gozaaar! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii!" – Ela começou a gemer enquanto minha mão se destacava no triângulo da frente da calcinha fio dental, dedando a pussy dela por dentro – "Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Deeuss, Queeem Maluuuco Andyy, Você Tá Fazeendo Mamãe Gozaaar! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii!" – E assim que vi que ela tava prestes a gozar, não dei trégua: tirei meu pau bem duro e, no momento em que ela começou o... Gozei. Puxei a calcinha dela pro lado, me agarrei nela e lembrei quando ela tirou e gritou comigo, mesmo eu metendo devagar. Aquilo me deu uma raiva, tomei impulso e enfiei tudo de uma vez.

- Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Meu Deeeus Andyyyy Puta Que Pariuuuu Me Partiu A Bucetaaaa Filho Da Putaaa Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii!

Ela gritava de dor e uma pica como a minha, acho que ela nunca comeu, a putinha. Continuava gritando sem parar enquanto eu bombava sem pena na pussy dela. Depois de uns minutos, ela começou a se mexer e não gritava mais, só gemia.

- Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Assim Me Come, Assim! Deeeus, Siim, Me Come, Andyyyy, Me Come, Siim, Come a Mamãe, Siim, Uiii Deeeus, Como Me Esquenta Teu Pau, Meu Deeeus, Siim, Me Come, Sou Tua Putinha, Andyyyy! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela gemia enquanto se endireitava, pegava meu rosto com as mãos e aproximava do dela, dizendo gemendo:

- Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Andyyy, Chega Perto E Me Beija, Siim, Me Beija, Meu Amor, Te Amo, Meu Amor, Te Amo! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela falava gemendo sem parar, depois pedia aos gritos pra eu comer ela. E o mais gostoso foi quando parei de meter e senti ela mesma me comendo, rebolando a bunda.

- Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Assim, Gostoso, Assim, Come a Mamãe, Assim, Cê Gosta, Como Eu Como, Deeeus, Siim, Cê Gosta, Como Eu Como, Mamãe! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela não parava de gemer e se empurrava pra trás, batendo a bunda na minha pica. Era uma máquina de foder, a putinha. Tava quase gozando, mas não queria dar o gosto de ela tirar minha gozada, então agarrei a bunda dela. e comecei a bombar ela -Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus Andyyyyy Meteeeee em Miiim Amoooor Meteeeee Siiiiii Meteeeee na Mamiiii Encheeee Deee Leiteeee Aaaa Bucetiiinhaaaa Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!. Ela gemia pedindo cock e cum e, segurando ela assim pelo rabo, comecei a bombar sua buceta com muita força. Ela gritava e gemia de prazer dizendo que ninguém tinha metido nela assim até que, de repente, meu cock explodiu dentro da buceta dela, fazendo um jato potente e abundante de cum grosso acertar em cheio o fundo da buceta dela, dando a ela o orgasmo mais intenso da vida dela -Uuuuhhhhhhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ah Meu Deeeus Siiiiii Minha Viiiiida Siiiiii Andyyyyy Goza em Miiim Papaiiiii Encheeee A Bucetiiinhaaaa da Mamiiiiii Siiiiii Assiiim Me Encheeee Deee Leiteeee Queee Estouuu Gozandooo Comooo Nuncaaaaa Em Toda Minha Viiiiida Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ela gemia sem parar, dominada por um orgasmo que deixou os olhos dela brancos de tanto prazer. Quando finalmente parei de gozar dentro da buceta dela, comecei a bombar mais devagar, metendo num ritmo mais suave enquanto ela se recuperava daquele orgasmo que quase a fez desmaiar. Depois que ela se recuperou um pouco do orgasmo, virou o rosto pra mim, me beijou morbidamente e disse, me olhando fixo: -Andy, amor, como você me comeu bem, meu deus, ninguém me fez sentir algo assim na minha vida. Ainda bem que terminamos hoje. Amanhã se prepara, cara: você acabou de deixar de ser meu filho. A partir de agora, você vai ser meu macho e o pesadelo do chifre!. Ela disse sem tirar meu cock da buceta dela, sentindo ele perder a ereção dentro dela. E quando ela fez sinal pra eu tirar, fui puxando devagar e um jato enorme de esperma escorreu por toda a buceta dela, enchendo de cum as pernas lindas dela. Depois ela se virou, me abraçou e me deu o beijo mais morbidão de todos. Minha curta vida enfiando a língua dela toda na minha boca, eu abracei ela e comecei a agarrar a bunda dela. Ela percebeu minha vontade, que eu tava pronto pra comer ela de novo, então ela desfez o beijo, olhando nos meus olhos, e me disse:
— Andy, vai dar uma descansadinha que vou tomar outro banho e a gente continua. O corno só chega de madrugada, a gente tem a noite quase toda pra foder gostoso. Isso sem falar de amanhã. Vai lá, bebão, descansa que vou me lavar e a gente segue transando, que quero mais gozo pra mamãe!

Eu subi a calça e saí do banheiro. Ela ficou lá, e depois de um tempo deu pra ouvir o barulho da água do chuveiro.

Continua...

8 comentários - Mamãe Come Mais Quando o Corno Não Está em Casa 1

jaja!! reputa la madre... muy bueno..!!
Buen post, pero algo extenso el relato... faltan fotitos bebe
ya te las posdre solo para ti