Bem, essa história começa quando eu ainda tava no colégio, cursando meu último ano, e tava decidida a criar uma lenda na escola. Queria ser aquela mina de quem todo mundo fala anos depois, a que podia satisfazer qualquer cara, mas tinha uma concorrência: minha amiga Laura, com quem eu tinha uma disputa constante, mas divertida. A gente se dava super bem, e juntas fazÃamos todo tipo de safadeza.
Já naquela época, a gente tinha dado boquete em todos os caras da sala, na maioria da turma e em vários do colégio inteiro, mas tÃnhamos nosso grupinho seleto, uns 6 caras com quem a gente saÃa e transava com mais frequência.
Então, a história começa num dia em que a gente se enfiou nuns depósitos que tinha no colégio, um lugar escuro e afastado, perfeito pra nós. Tava eu e Laura, com umas saias que a gente arregaçou pra deixar bem curtinhas, e a camisa do colégio amarrada, pra mostrar a barriga lisinha e destacar os peitos, que, mesmo sendo feio eu falar, os meus eram maiores. No fundo do depósito, tinha umas caixas de papelão enormes, acho que eram de geladeira, mas vazias, o que deu a ideia de transformá-las nas nossas caixas do prazer.
A ideia era fazer uns buracos numa delas, eu e Laura entrarmos lá dentro, e os caras enfiarem os paus pelos buracos. Uma de nós chupava até gozar, e o cara tinha que adivinhar se foi a Laura ou fui eu. Se acertassem, a gente dava um tratamento especial depois. Mas a Laura teve a ideia de a gente entrar pelada, pra esquentar mais o clima. E foi assim: a gente entrou na caixa, que até parecia grande, mas mal dava pra se mexer, e, bem apertadinhas, tiramos toda a roupa e passamos por baixo. Assim, os caras iam saber que a gente tava pelada, mas só iam ver se colassem o olho pra descobrir quem tinha sido a boqueteira.
O primeiro cara enfiou o pau, e a Laura, sem falar muito, começou a chupar. Daà a pouco outro entrou por outro buraco e eu comecei a chupar ele. Adoro dar um boquete bem dado, curto pra caralho, ainda mais quando sei que meu boy tá curtindo. Tava tão gostoso chupando que soltei uns gemidos, e a Laura me deu um tapa na cabeça pra ninguém me ouvir, mas já era tarde demais. Um jato de porra encheu minha boca, mal consegui engolir tudo, e lá de fora ouvi chamarem meu nome. Porra, tinha perdido. Mas isso era o menor dos meus problemas, lá no fundo alguém tava chegando. Os caras saÃram correndo, deixando a gente dentro da caixa. Era nosso professor orientador, gritando pros meninos o que estavam fazendo ali... Eu e a Laura tentamos ficar quietinhas, mas era óbvio que a gente tava enfiada lá. O professor tirou a caixa e ficou meio besta ao nos ver peladas, abraçadas, apertando nossos peitos, peito contra peito, com cara de assustadas e excitadas.
— Mas o que vocês estão fazendo? — ele perguntou.
— Era um jogo, profe, não nos denuncia — pedimos quase ao mesmo tempo.
— Quero ver vocês depois da aula — ele disse, já com um tom mais sério —, e se vistam, isso é muito errado.
Ele tava com cara de bravo e satisfeito ao mesmo tempo, e não tirou os olhos da gente enquanto a gente se vestia. Pensei que talvez a gente pudesse escapar de uma expulsão ou algo assim.
Passamos o resto do dia meio nervosas, sem saber o que ia rolar. Acabou a aula, o professor passou pra nos buscar e fomos pro escritório dele. Lá tentamos explicar, mas ele encheu o saco, falou que foi muito errado, começou a falar de doenças sexualmente transmissÃveis e gravidez, mas a gente tomava pÃlula e se protegia quando dava. Nisso passamos umas duas horas, sem ninguém ceder nos argumentos.
— Bom, já é tarde — ele disse —, vou levar vocês pra casa no meu carro, quero falar com seus pais.
Naquela hora, meu mundo desabou. Não podia deixar ele me dedurar pra minha mãe, pra ela eu ainda era uma santinha. A mesma coisa Para a Laura, a gente se viu desesperada. O professor levou a gente no banco de trás do carro dele e a gente já chorando implorava pra ele não fazer aquilo, que a gente faria o que ele pedisse, já num tom mais sexual, eu falei que fosse o que fosse, que a gente era boa em muitas coisas. Foi aà que eu vi a cara de prazer dele, tipo pensando "consegui".
Eu sussurrei pra Laura que a gente tinha se salvado, que me seguisse a onda e comecei a beijar a boca dela, quando ele olhou pelo espelho, a gente tava toda enrolada, se tocando, brincando com as lÃnguas dentro da boca uma da outra, aà ele falou:
- Posso participar?
A gente parou e sorriu pra ele; - Só se não contar pra ninguém.
Ele pegou um desvio e em menos de 5 minutos, tava entrando num motel. A gente entrou no quarto, e a gente deitou na cama, enquanto ele fazia todos os preparos, depositou uma grana numa caixinha, e encheu a jacuzzi, falou pra gente tirar a roupa, e se preparar, enquanto ele entrava no banheiro, depois de um tempo ele saiu e da caixinha tirou uma garrafa de vinho e uns copos. A gente já tava pelada abraçada na cama, só esperando, a jacuzzi já tava cheia, ele encheu os copos, deu um pra cada uma e entrou na jacuzzi, pedindo pra gente segui-lo.
A gente entrou, uma de cada lado, sem falar nada, começamos a tomar o vinho, não era a primeira vez que a gente bebia álcool e ele percebeu. Ele não parava de olhar pros nossos peitos, aà eu falei pra ele pegar nos meus. Ele agarrou e chupou gostoso pra caralho, depois de uns minutos, fez a mesma coisa com a Laura, sem parar de falar que delÃcia.
Ele sentou, jogou a cabeça pra trás, e abraçou a gente duas, pra gente se acomodar de lado cada uma, apertando os peitos contra o lado dele, enquanto ele passava a mão na nossa bunda. O pau dele não podia estar mais duro, então eu brinquei com a mão segurando e masturbando ele, foi aÃ, quando ele enfiou um dedo no meu cu, eu pulei um pouco, porque foi de repente, e vi a Laura comendo a boca dela enquanto faziam o mesmo comigo. Decidi tomar a iniciativa e me ajeitei pra chupar o pau dele, enquanto ele não tirava o dedo do meu cu, que eu tava adorando pra caralho e ele sabia disso.
- Mas que putinha gostosa, ele falava pra gente. Gemam, gemam igual as vadias que vocês são. As palavras dele me excitavam, e eu gemia o quanto dava, com o pau dele até minha garganta, e o nÃvel da água quase me cobrindo. Cada vez mais excitado, ele pegou Laura pelo cabelo e puxou ela pra baixo comigo pra chupar o pau dele juntas, aà a gente brigava pra dar prazer pra ele, enquanto ele enfiava cada vez mais fundo, já não era um ou dois dedos, mas três. Já tava doendo quando ele enfiou quatro, chegando quase na palma da mão. Tive que parar de chupar e pedir pra ele parar, que tava doendo, mas quando levantei o olhar, ele tinha o punho inteiro enfiado no cu da Laura e ela tava adorando pra caralho.
Ele tirou a mão do meu cu, só pra me fazer descer de novo pra minha posição, quase me afogou com a água, me mandando chupar tudo. Vi a cara da Laura, que não parava de gemer, com os olhos quase virados, essa mina tava curtindo muito mais que eu, então me ajeitei pra levantar mais a raba, roubei o pau da Laura pra chupar melhor, peguei a mão do professor e guiei ele pra continuar enfiando no meu cu. De repente, ele enfiou o punho inteiro, me tirou o ar, um grito abafado saiu da minha boca, tava certa que tinha quebrado alguma coisa, doeu pra caralho e eu ainda não tinha me recuperado, quando um jato de porra, mais do que qualquer garoto jamais tinha me dado, saiu disparado bem na minha garganta. Laura se jogou pra pegar o que podia, e eu só conseguia olhar pra ela, já não tinha mais forças pra nada.
- Que vadias mais gostosas, o professor não parava de repetir, vamos pra cama! Laura deu três pulos e já tava deitada de barriga pra cima com as pernas bem abertas e um sorriso de orelha a orelha. O professor se levantou devagar e, me puxando pelo cabelo, praticamente me arrastou e me jogou na cama. Eu tava doendo tudo, já não queria mais nada, mas Laura... Tava louca, insaciável. O professor olhou pra gente, e me fez sentar contra a cabeceira da cama. A Laura apoiou a cabeça nos meus peitos, e o professor colocou uma camisinha e começou a meter na Laura com umas estocadas que balançavam a cama inteira.
Ele agarrava minhas tetas e gritava: "Olha bem, Sofia, olha bem pra Laura. Isso sim é uma verdadeira puta insaciável", enquanto dava tapas nela e metia cada vez mais forte. A Laura não parava de gritar de prazer, me olhava com os olhos quase virados, e parecia que ficava mais excitada a cada segundo. Eu, sem sair do espanto, só conseguia massagear os peitos da Laura, até que o professor tirou, arrancou a camisinha e banhou nós duas de porra. A Laura se jogou pra limpar o pau dele de baixo pra cima, passando a lÃngua por todo o palo até deixar brilhando. Depois, chupou a porra que tinha nos meus peitos, agradecendo ao professor: "Hum, que gostoso, muito obrigada, ai, delicioso", não parava de falar, lambendo os dedos com a porra que tirava do rosto. Aà começou a me beijar, passando um pouco do que tinha na boca, enfiando a lÃngua bem no fundo da minha boca, assim eu também pude provar aquela delÃcia.
A gente se limpou, se arrumou, e ele foi nos deixar em casa, sem problema nenhum pra ninguém. Mas naquela noite eu percebi que tava muito longe da lenda que queria construir. A Laura era mil vezes melhor puta do que eu, e isso me deu uma certa inveja. Desde aquele dia, fui decidida: nunca mais a Laura ia me superar, e eu tava determinada a provar isso.
Já naquela época, a gente tinha dado boquete em todos os caras da sala, na maioria da turma e em vários do colégio inteiro, mas tÃnhamos nosso grupinho seleto, uns 6 caras com quem a gente saÃa e transava com mais frequência.
Então, a história começa num dia em que a gente se enfiou nuns depósitos que tinha no colégio, um lugar escuro e afastado, perfeito pra nós. Tava eu e Laura, com umas saias que a gente arregaçou pra deixar bem curtinhas, e a camisa do colégio amarrada, pra mostrar a barriga lisinha e destacar os peitos, que, mesmo sendo feio eu falar, os meus eram maiores. No fundo do depósito, tinha umas caixas de papelão enormes, acho que eram de geladeira, mas vazias, o que deu a ideia de transformá-las nas nossas caixas do prazer.
A ideia era fazer uns buracos numa delas, eu e Laura entrarmos lá dentro, e os caras enfiarem os paus pelos buracos. Uma de nós chupava até gozar, e o cara tinha que adivinhar se foi a Laura ou fui eu. Se acertassem, a gente dava um tratamento especial depois. Mas a Laura teve a ideia de a gente entrar pelada, pra esquentar mais o clima. E foi assim: a gente entrou na caixa, que até parecia grande, mas mal dava pra se mexer, e, bem apertadinhas, tiramos toda a roupa e passamos por baixo. Assim, os caras iam saber que a gente tava pelada, mas só iam ver se colassem o olho pra descobrir quem tinha sido a boqueteira.
O primeiro cara enfiou o pau, e a Laura, sem falar muito, começou a chupar. Daà a pouco outro entrou por outro buraco e eu comecei a chupar ele. Adoro dar um boquete bem dado, curto pra caralho, ainda mais quando sei que meu boy tá curtindo. Tava tão gostoso chupando que soltei uns gemidos, e a Laura me deu um tapa na cabeça pra ninguém me ouvir, mas já era tarde demais. Um jato de porra encheu minha boca, mal consegui engolir tudo, e lá de fora ouvi chamarem meu nome. Porra, tinha perdido. Mas isso era o menor dos meus problemas, lá no fundo alguém tava chegando. Os caras saÃram correndo, deixando a gente dentro da caixa. Era nosso professor orientador, gritando pros meninos o que estavam fazendo ali... Eu e a Laura tentamos ficar quietinhas, mas era óbvio que a gente tava enfiada lá. O professor tirou a caixa e ficou meio besta ao nos ver peladas, abraçadas, apertando nossos peitos, peito contra peito, com cara de assustadas e excitadas.
— Mas o que vocês estão fazendo? — ele perguntou.
— Era um jogo, profe, não nos denuncia — pedimos quase ao mesmo tempo.
— Quero ver vocês depois da aula — ele disse, já com um tom mais sério —, e se vistam, isso é muito errado.
Ele tava com cara de bravo e satisfeito ao mesmo tempo, e não tirou os olhos da gente enquanto a gente se vestia. Pensei que talvez a gente pudesse escapar de uma expulsão ou algo assim.
Passamos o resto do dia meio nervosas, sem saber o que ia rolar. Acabou a aula, o professor passou pra nos buscar e fomos pro escritório dele. Lá tentamos explicar, mas ele encheu o saco, falou que foi muito errado, começou a falar de doenças sexualmente transmissÃveis e gravidez, mas a gente tomava pÃlula e se protegia quando dava. Nisso passamos umas duas horas, sem ninguém ceder nos argumentos.
— Bom, já é tarde — ele disse —, vou levar vocês pra casa no meu carro, quero falar com seus pais.
Naquela hora, meu mundo desabou. Não podia deixar ele me dedurar pra minha mãe, pra ela eu ainda era uma santinha. A mesma coisa Para a Laura, a gente se viu desesperada. O professor levou a gente no banco de trás do carro dele e a gente já chorando implorava pra ele não fazer aquilo, que a gente faria o que ele pedisse, já num tom mais sexual, eu falei que fosse o que fosse, que a gente era boa em muitas coisas. Foi aà que eu vi a cara de prazer dele, tipo pensando "consegui".
Eu sussurrei pra Laura que a gente tinha se salvado, que me seguisse a onda e comecei a beijar a boca dela, quando ele olhou pelo espelho, a gente tava toda enrolada, se tocando, brincando com as lÃnguas dentro da boca uma da outra, aà ele falou:
- Posso participar?
A gente parou e sorriu pra ele; - Só se não contar pra ninguém.
Ele pegou um desvio e em menos de 5 minutos, tava entrando num motel. A gente entrou no quarto, e a gente deitou na cama, enquanto ele fazia todos os preparos, depositou uma grana numa caixinha, e encheu a jacuzzi, falou pra gente tirar a roupa, e se preparar, enquanto ele entrava no banheiro, depois de um tempo ele saiu e da caixinha tirou uma garrafa de vinho e uns copos. A gente já tava pelada abraçada na cama, só esperando, a jacuzzi já tava cheia, ele encheu os copos, deu um pra cada uma e entrou na jacuzzi, pedindo pra gente segui-lo.
A gente entrou, uma de cada lado, sem falar nada, começamos a tomar o vinho, não era a primeira vez que a gente bebia álcool e ele percebeu. Ele não parava de olhar pros nossos peitos, aà eu falei pra ele pegar nos meus. Ele agarrou e chupou gostoso pra caralho, depois de uns minutos, fez a mesma coisa com a Laura, sem parar de falar que delÃcia.
Ele sentou, jogou a cabeça pra trás, e abraçou a gente duas, pra gente se acomodar de lado cada uma, apertando os peitos contra o lado dele, enquanto ele passava a mão na nossa bunda. O pau dele não podia estar mais duro, então eu brinquei com a mão segurando e masturbando ele, foi aÃ, quando ele enfiou um dedo no meu cu, eu pulei um pouco, porque foi de repente, e vi a Laura comendo a boca dela enquanto faziam o mesmo comigo. Decidi tomar a iniciativa e me ajeitei pra chupar o pau dele, enquanto ele não tirava o dedo do meu cu, que eu tava adorando pra caralho e ele sabia disso.
- Mas que putinha gostosa, ele falava pra gente. Gemam, gemam igual as vadias que vocês são. As palavras dele me excitavam, e eu gemia o quanto dava, com o pau dele até minha garganta, e o nÃvel da água quase me cobrindo. Cada vez mais excitado, ele pegou Laura pelo cabelo e puxou ela pra baixo comigo pra chupar o pau dele juntas, aà a gente brigava pra dar prazer pra ele, enquanto ele enfiava cada vez mais fundo, já não era um ou dois dedos, mas três. Já tava doendo quando ele enfiou quatro, chegando quase na palma da mão. Tive que parar de chupar e pedir pra ele parar, que tava doendo, mas quando levantei o olhar, ele tinha o punho inteiro enfiado no cu da Laura e ela tava adorando pra caralho.
Ele tirou a mão do meu cu, só pra me fazer descer de novo pra minha posição, quase me afogou com a água, me mandando chupar tudo. Vi a cara da Laura, que não parava de gemer, com os olhos quase virados, essa mina tava curtindo muito mais que eu, então me ajeitei pra levantar mais a raba, roubei o pau da Laura pra chupar melhor, peguei a mão do professor e guiei ele pra continuar enfiando no meu cu. De repente, ele enfiou o punho inteiro, me tirou o ar, um grito abafado saiu da minha boca, tava certa que tinha quebrado alguma coisa, doeu pra caralho e eu ainda não tinha me recuperado, quando um jato de porra, mais do que qualquer garoto jamais tinha me dado, saiu disparado bem na minha garganta. Laura se jogou pra pegar o que podia, e eu só conseguia olhar pra ela, já não tinha mais forças pra nada.
- Que vadias mais gostosas, o professor não parava de repetir, vamos pra cama! Laura deu três pulos e já tava deitada de barriga pra cima com as pernas bem abertas e um sorriso de orelha a orelha. O professor se levantou devagar e, me puxando pelo cabelo, praticamente me arrastou e me jogou na cama. Eu tava doendo tudo, já não queria mais nada, mas Laura... Tava louca, insaciável. O professor olhou pra gente, e me fez sentar contra a cabeceira da cama. A Laura apoiou a cabeça nos meus peitos, e o professor colocou uma camisinha e começou a meter na Laura com umas estocadas que balançavam a cama inteira.
Ele agarrava minhas tetas e gritava: "Olha bem, Sofia, olha bem pra Laura. Isso sim é uma verdadeira puta insaciável", enquanto dava tapas nela e metia cada vez mais forte. A Laura não parava de gritar de prazer, me olhava com os olhos quase virados, e parecia que ficava mais excitada a cada segundo. Eu, sem sair do espanto, só conseguia massagear os peitos da Laura, até que o professor tirou, arrancou a camisinha e banhou nós duas de porra. A Laura se jogou pra limpar o pau dele de baixo pra cima, passando a lÃngua por todo o palo até deixar brilhando. Depois, chupou a porra que tinha nos meus peitos, agradecendo ao professor: "Hum, que gostoso, muito obrigada, ai, delicioso", não parava de falar, lambendo os dedos com a porra que tirava do rosto. Aà começou a me beijar, passando um pouco do que tinha na boca, enfiando a lÃngua bem no fundo da minha boca, assim eu também pude provar aquela delÃcia.
A gente se limpou, se arrumou, e ele foi nos deixar em casa, sem problema nenhum pra ninguém. Mas naquela noite eu percebi que tava muito longe da lenda que queria construir. A Laura era mil vezes melhor puta do que eu, e isso me deu uma certa inveja. Desde aquele dia, fui decidida: nunca mais a Laura ia me superar, e eu tava determinada a provar isso.
2 comentários - Quem é a puta mais gostosa? Parte 1