Olá,
Meu nome é Ana e tenho 29 anos, sou casada e feliz com meu marido. Ele é executivo de uma empresa, o que nos permite viver sem pressões e tirar férias pelo menos uma vez por ano. Tenho dois filhos e, sinceramente, não posso dizer que me falta nada — meu casamento parece muito bom.
Tenho 1,60m, pele clara, cabelo na altura dos ombros, quadril largo. Meus peitos não são tão grandes, mas são bem empinadinhos e, quando fico excitada, meus bicos ficam bem marcados. Meu marido diz que o que tenho de melhor é minha bunda, porque minhas nádegas são bem desenhadas, e minhas pernas são firmes, já que malho duas ou três vezes por semana para agradar ele.
Ele gosta que eu me vista de forma apresentável, mas também provocante, então passo a maior parte do tempo usando vestidos ou calças justas — e, claro, nunca faltam meus saltos, porque sei que ele adora.
Li alguns contos deste site e isso me animou a escrever uma experiência que tive nas minhas férias há dois anos e que, talvez, cara a cara, eu não teria coragem de contar.
Acontece que, há dois anos, fomos de férias para uma praia em Cancún, com meus dois filhos, meu marido e eu. Durante as férias, aproveitávamos para nos divertir na intimidade e buscávamos transar em vários momentos ao longo do dia — dávamos um jeito, nos afastávamos das crianças ou as colocávamos para dormir para depois soltar o que sentíamos.
Meu marido gosta que eu use biquínis curtos também, e eu usava. Na verdade, acho que somos um pouco exibicionistas, porque de vez em quando eu mostrava demais, mas ele dizia para eu não me preocupar, já que ninguém nos conhecia lá e nunca mais nos veriam.
Dois dias se passaram e tudo parecia umas férias normais: saíamos para algum lugar ou parque e, à tarde, voltávamos ao hotel e descansávamos um pouco na piscina ou nas espreguiçadeiras. No terceiro dia, coloquei um biquíni bem provocante e, quando me olhei no espelho, quis trocar. Mas ele me disse pra não me preocupar, que por ele não tinha problema e que eu tava muito gostosa, inclusive me incentivou a colocar um tênis. Saí pra área da piscina atrás do meu marido e percebi como chamava atenção. No começo fiquei com vergonha porque sentia os olhares dos caras me encarando a bunda ou os peitos, mas depois tudo foi ficando normal, acho até que me requebrei um pouco mais. Quando cheguei na piscina, não entrei na água e preferi ficar deitada; do meu lado estava o salva-vidas, que de vez em quando virava pra me olhar e não tirava os olhos do meu corpo. Talvez pela sensação de que vários homens tinham me olhado uns minutos antes, comecei a sentir um tesão e uma excitação, e de propósito fiz poses de um jeito que o salva-vidas pudesse apreciar um pouco mais a nudez do meu corpo. Virei e deixei ele ver boa parte da minha bunda, também abaixei um pouco a parte de cima do biquíni pra ele poder apreciar meus peitos e, como eu começava a ficar excitada, meus mamilos estavam durinhos. Depois de um tempo, voltei com meu marido pro hotel e tivemos uma noite de muita paixão, porque eu já tava muito excitada. Ele adorou e disse que eu tinha ficado muito gostosa, que gostava de me ver assim contente e com tesão, e isso me excitava ainda mais. No dia seguinte, a história foi parecida, só que meu marido percebeu os olhares do salva-vidas e foi pro meu lado, mas pra minha surpresa, o que ele fez foi começar a me apalpar e agarrou um pouco minha bunda e meus peitos. Num momento, me abracei forte nele e virei as costas pro salva-vidas, mas com a mão, puxei meu biquíni de lado de um jeito que praticamente deixei ele ver minha bunda nua. De forma provocante, esfregava o pau do meu marido e senti ele crescendo; quando virei pra olhar o salva-vidas, nossos olhares se cruzaram e eu só mostrei a língua e passei nos lábios, tipo mandando uma mensagem de que tava me divertindo. Quando fomos embora, meu marido agarrou minha bunda disfarçadamente, porque percebeu. que o cara continuou nos olhando. Naquela noite a gente transou de novo, foi incrível, e me senti satisfeita e desejada. No dia seguinte, planejamos levar as crianças pra nadar com os golfinhos; coloquei uma saia curta e uma calcinha fio dental bonitinha, em cima só uma blusa fininha, e foi nessa que desci umas escadas e sem querer tropecei, machucando um pouco o tornozelo. Meu marido me levantou e me ajudou a ir pra cama porque a dor tava forte. Ele disse que a gente ia cancelar pra eu ser atendida e que talvez a gente fosse outro dia, mas eu insisti pra ele ir com eles, que eu podia esperar e que no fim não passava de algumas horas. Depois de discutir um pouco, convenci ele, e ele falou que não demorava, que só iam nadar e voltavam logo. Antes de sair, disse que tinha pedido pra alguém do hotel me examinar, e eu agradeci. Umas cinco minutos depois que ele saiu, bateram na porta do quarto e disseram que uma pessoa ia me atender, que não demorava. Bateram na porta e, com um pouco de dificuldade, fui abrir; minha surpresa não podia ser maior, porque a pessoa que ia me examinar era o salva-vidas que ficava na piscina à tarde, mas disfarcei e ele mesmo me ajudou a voltar pra cama. Expliquei que tinha caído e ele examinou meu tornozelo, disse que não era nada grave, que ia massagear, passar uma pomada e me dar uns analgésicos pra dor. Pediu pra eu deitar pra ele massagear, e eu fiz isso; enquanto me massageava, ele disse: "nunca imaginei que ia poder olhar tão de perto essa mulher gostosa". Não respondi nada, mas lembrei dos dias anteriores e meu corpo sentiu uma corrente elétrica. Perto de mim tinha um homem pra quem eu tinha mostrado minha bunda, e agora as mãos dele estavam me tocando, e isso começou a me excitar. Enquanto me massageava, uma das mãos dele tocou um pouco minha perna, e minha primeira reação foi um gemido que escapou sem querer. Eu tava brincando com fogo e o pior é que senti minha buceta começando a molhar e meu Meus mamilos ficaram durinhos. Ele deve ter percebido, porque as mãos dele passaram dos meus tornozelos para minhas panturrilhas, e isso foi demais pra mim — não consegui segurar um gemido mais alto. Virei pra olhar ele, estava vermelha de vergonha e pronta pra parar aquilo, mas ele continuou me acariciando, e agora a mão dele estava acima do meu joelho. Olhei pro short dele e vi que o pau dele estava crescendo, e talvez por tesão, não falei nada e não tirei a mão dele. Enquanto ele me tocava, a outra mão tentou subir por baixo da minha saia, e aí sim eu reagi e recusei, falei: "O que você tá fazendo? Sai senão vou chamar alguém do hotel". Mas em vez de me ouvir, ele levantou minha saia toda e disse: "Hoje você vai saber o que é transar e vai perder essa vontade de ficar provocando paus". Tentei recusar, mas ele me empurrou pra ficar deitada e se colocou por cima de mim. Eu resisti e queria bater nele enquanto ele colocava a mão na minha buceta. Quando percebeu que eu tava toda molhada, ele disse: "Então a putinha quer pau". Aquilo me transformou, ninguém nunca tinha falado assim comigo, e entre as palavras dele e a sensação do pau dele perto de mim, acho que fui cedendo. Eu empurrava ele, mas dois dedos dele já tinham começado a me tocar, e isso me excitou demais, e aos poucos fui parando de resistir. Minhas pernas se abriram pra deixar ele me tocar, e a sensação de estar pela primeira vez com um homem que não era meu marido, me sentindo excitada, me deixou à beira do meu primeiro orgasmo. Ele percebeu e aproveitou a situação pra continuar até me fazer gozar só com os dedos dele me acariciando. Eu tava louca de tesão e só falava: "Assim, assim..." Ele aproximou o pau dele do meu rosto e, sem pensar muito, peguei e coloquei a cabeça na boca, e comecei a retribuir as carícias dele. Não acreditei, não pensei na minha família nem em nada, só sentia uma vontade enorme de ser possuída, falando: "Já, por favor, já..." Ele perguntou: "Já o quê?" e eu não respondi, mas como ele continuava acariciando meu clitóris... Senti que ia acabar de novo, esquecendo todo o pudor e tal, falei: "Mete logo, por favor.." Ele disse: "Diz que quer que eu te coma" e, no ponto em que eu estava, falei: "Sim, me come!!, me come por favor!!" E sem fazer charme, rasgou minha calcinha fio dental, subiu em cima de mim e meteu tudo de uma vez. Como eu tava muito molhada, entrou super fácil e, ao sentir aquele pedaço de carne dentro de mim, senti um prazer imenso, algo que nunca tinha vivido, e puxei ele pra perto, querendo que me penetrasse mais. Enquanto me comia, começou a falar umas putarias tipo: "Que gostosa você tá, puta", "como você come bem, vadiazinha" e isso, ao invés de me incomodar, me excitava ainda mais, e eu correspondia mexendo meu corpo como um sinal de aceitação, embora não dissesse nada, só curtindo. Depois de uns minutos e antes que eu tivesse outro orgasmo, ele me virou e começou a penetrar por trás na minha buceta enquanto pegava nos meus peitos e puxava um pouco forte, ao mesmo tempo que falava: "Então era assim que eu queria ter você, puta, pedindo meu pau" e só encostava o pau nas minhas nádegas, mas não metia. Como eu tava muito excitada, me empurrava pra trás tentando enfiar, mas ele se mexia e dizia: "Só vou meter se você pedir, puta, fala que quer que eu te coma como uma vagabunda". Eu tava fora de controle e muito excitada, e é um daqueles momentos na vida em que você não pensa em nada, e nunca entendi como foi, mas finalmente falei: "Me dá teu pau, mete tudo, come tua puta" "Eu sou tua puta e quero teu pau". Nunca tinha falado assim e, em minutos, tava pedindo pra um desconhecido. Depois disso, ele pegou o pau dele e meteu entre minhas nádegas, afundou rápido e começou a bombar enquanto me dava tapas na bunda e falava: "Você é a puta mais vagabunda que conheço, hoje vai dar pra dois paus sem vergonha" "Vamos, puta, pede mais" "Fala que é minha puta" e eu só conseguia me jogar pra trás e dizer: "Sim, sou sua puta Me dá mais cock, sou sua puta e quero cock" Isso era demais para mim e me levou a ter mais um orgasmo. Ele percebeu e não parou de me foder, mesmo eu gritando como uma louca de prazer.
Devo admitir que o cock dele era maior que o do meu marido e ele sabia como tratar uma mulher, então isso me mantinha super excitada. Aos poucos, ele molhou os dedos e colocou um na entrada do meu cu; eu era virgem por lá, ninguém nunca tinha me penetrado, mas do jeito que ele me segurava, me deixei fazer, sentindo sensações desconhecidas e indescritíveis. Ele introduziu uma pequena parte do dedo e senti um arrepio, um raio atravessou meu corpo, mas ele só colocou a pontinha e tirou. Com meus próprios fluidos, ele me molhou de novo e dessa vez colocou dois dedos na entrada do meu ânus. Eu estava excitadíssima e pronta pra tudo, mas ele só colocava a ponta enquanto continuava me bombando pela buceta. Eu me jogava cada vez mais forte, como pedindo mais, e ele, como bom macho, me dava tapas na bunda e dizia: "O que as putas querem? O que minha puta quer?" E eu respondia: "Foder, ser fodida", até que num dado momento, vendo minha excitação, ele perguntou: "Quer que eu arrebente seu cu?" E sem pensar, eu disse: "Siiim!"
Mas o desgraçado mantinha o cock dele na minha buceta e só colocava a ponta dos dedos no meu cu, que já estava ficando excitado também. Quando senti ele enfiar um pouco mais o dedo no meu cu, fiquei muito excitada e novamente senti que ia gozar outra vez, e banhei o cock dele com meus fluidos de novo. Ele me virou de novo e ficou por cima de mim, e ainda com o orgasmo que eu tinha acabado de ter, continuou me fodendo até sentir o cum dele dentro de mim, e eu me molhei de novo. Foi algo indescritível que só dá pra conhecer se você vive algo assim. Ele tirou e me pediu pra chupar ele, e com gosto limpei e saboreei todo o sêmen dele.
Ele se levantou e disse: "Hoje você não tem tanta sorte e não vai ser seu cu, mas se você realmente quer, te espero amanhã cedo no consultório, do seu tornozelo não te... Relaxa, você vai se recuperar, o que você precisava você já teve" e saiu do quarto...
Depois de alguns momentos sozinha, muitos pensamentos vieram à minha cabeça e até chorei de arrependimento pelo que tinha feito. Reagi e voltei a mim quando vi minha cama completamente molhada pelos meus fluidos e com certeza pelos dele também.
Uma hora tinha passado e eu tinha perdido toda a dignidade e respeito, e minha família voltaria logo, mas meu corpo estava satisfeito e contente. Foram pensamentos confusos até que liguei para a recepção pedindo para arrumarem minha cama. Me perguntaram sobre o atendimento que recebi da pessoa e, sem pensar muito, disse: "Foi um atendimento excelente". Entrei no chuveiro e me troquei para quando meu marido voltasse. No resto da tarde não aconteceu mais nada, e à noite, quando meu marido se aproximou de mim e começou a me acariciar, lembrei das palavras dele: "Você é a maior puta e hoje vai dar pra dois paus sem vergonha". Isso me excitou e eu transei com meu marido de um jeito desenfreado; ele ficou surpreso e satisfeito, e disse que eu era a melhor esposa do mundo.
Na manhã seguinte, eu estava muito feliz, me arrumei sexy e, como era o dia de voltar, coloquei algo confortável, mas com uma tanga e tênis. Meu marido me perguntou como eu estava e respondi: "Muito bem, mas vou rápido pra revisão". Ele disse: "Tá bem, mas não demora porque a gente sai daqui a pouco". Fui para o consultório fazer a revisão.
Assim que cruzei a porta do consultório, ele estava me esperando e disse: "Puta, sabia que você viria". Como vocês podem imaginar, me transformei de novo no que ele queria e pedia. Ele me comeu de novo como quis, dessa vez meteu na minha buceta e, claro, também perdi a virgindade do cu.
Voltei pro meu quarto cheia de porra de outro homem e, sem tomar banho, entrei no avião. Que sensação tão gostosa.
Nunca mais fiquei com outro homem que não fosse meu marido, mas lembrei disso porque meu esposo me perguntou este ano se... queria ir de novo pra Cancun, naquele hotel onde a gente tinha se hospedado dois anos atrás, e minha memória encheu de lembranças gostosas...
Meu nome é Ana e tenho 29 anos, sou casada e feliz com meu marido. Ele é executivo de uma empresa, o que nos permite viver sem pressões e tirar férias pelo menos uma vez por ano. Tenho dois filhos e, sinceramente, não posso dizer que me falta nada — meu casamento parece muito bom.
Tenho 1,60m, pele clara, cabelo na altura dos ombros, quadril largo. Meus peitos não são tão grandes, mas são bem empinadinhos e, quando fico excitada, meus bicos ficam bem marcados. Meu marido diz que o que tenho de melhor é minha bunda, porque minhas nádegas são bem desenhadas, e minhas pernas são firmes, já que malho duas ou três vezes por semana para agradar ele.
Ele gosta que eu me vista de forma apresentável, mas também provocante, então passo a maior parte do tempo usando vestidos ou calças justas — e, claro, nunca faltam meus saltos, porque sei que ele adora.
Li alguns contos deste site e isso me animou a escrever uma experiência que tive nas minhas férias há dois anos e que, talvez, cara a cara, eu não teria coragem de contar.
Acontece que, há dois anos, fomos de férias para uma praia em Cancún, com meus dois filhos, meu marido e eu. Durante as férias, aproveitávamos para nos divertir na intimidade e buscávamos transar em vários momentos ao longo do dia — dávamos um jeito, nos afastávamos das crianças ou as colocávamos para dormir para depois soltar o que sentíamos.
Meu marido gosta que eu use biquínis curtos também, e eu usava. Na verdade, acho que somos um pouco exibicionistas, porque de vez em quando eu mostrava demais, mas ele dizia para eu não me preocupar, já que ninguém nos conhecia lá e nunca mais nos veriam.
Dois dias se passaram e tudo parecia umas férias normais: saíamos para algum lugar ou parque e, à tarde, voltávamos ao hotel e descansávamos um pouco na piscina ou nas espreguiçadeiras. No terceiro dia, coloquei um biquíni bem provocante e, quando me olhei no espelho, quis trocar. Mas ele me disse pra não me preocupar, que por ele não tinha problema e que eu tava muito gostosa, inclusive me incentivou a colocar um tênis. Saí pra área da piscina atrás do meu marido e percebi como chamava atenção. No começo fiquei com vergonha porque sentia os olhares dos caras me encarando a bunda ou os peitos, mas depois tudo foi ficando normal, acho até que me requebrei um pouco mais. Quando cheguei na piscina, não entrei na água e preferi ficar deitada; do meu lado estava o salva-vidas, que de vez em quando virava pra me olhar e não tirava os olhos do meu corpo. Talvez pela sensação de que vários homens tinham me olhado uns minutos antes, comecei a sentir um tesão e uma excitação, e de propósito fiz poses de um jeito que o salva-vidas pudesse apreciar um pouco mais a nudez do meu corpo. Virei e deixei ele ver boa parte da minha bunda, também abaixei um pouco a parte de cima do biquíni pra ele poder apreciar meus peitos e, como eu começava a ficar excitada, meus mamilos estavam durinhos. Depois de um tempo, voltei com meu marido pro hotel e tivemos uma noite de muita paixão, porque eu já tava muito excitada. Ele adorou e disse que eu tinha ficado muito gostosa, que gostava de me ver assim contente e com tesão, e isso me excitava ainda mais. No dia seguinte, a história foi parecida, só que meu marido percebeu os olhares do salva-vidas e foi pro meu lado, mas pra minha surpresa, o que ele fez foi começar a me apalpar e agarrou um pouco minha bunda e meus peitos. Num momento, me abracei forte nele e virei as costas pro salva-vidas, mas com a mão, puxei meu biquíni de lado de um jeito que praticamente deixei ele ver minha bunda nua. De forma provocante, esfregava o pau do meu marido e senti ele crescendo; quando virei pra olhar o salva-vidas, nossos olhares se cruzaram e eu só mostrei a língua e passei nos lábios, tipo mandando uma mensagem de que tava me divertindo. Quando fomos embora, meu marido agarrou minha bunda disfarçadamente, porque percebeu. que o cara continuou nos olhando. Naquela noite a gente transou de novo, foi incrível, e me senti satisfeita e desejada. No dia seguinte, planejamos levar as crianças pra nadar com os golfinhos; coloquei uma saia curta e uma calcinha fio dental bonitinha, em cima só uma blusa fininha, e foi nessa que desci umas escadas e sem querer tropecei, machucando um pouco o tornozelo. Meu marido me levantou e me ajudou a ir pra cama porque a dor tava forte. Ele disse que a gente ia cancelar pra eu ser atendida e que talvez a gente fosse outro dia, mas eu insisti pra ele ir com eles, que eu podia esperar e que no fim não passava de algumas horas. Depois de discutir um pouco, convenci ele, e ele falou que não demorava, que só iam nadar e voltavam logo. Antes de sair, disse que tinha pedido pra alguém do hotel me examinar, e eu agradeci. Umas cinco minutos depois que ele saiu, bateram na porta do quarto e disseram que uma pessoa ia me atender, que não demorava. Bateram na porta e, com um pouco de dificuldade, fui abrir; minha surpresa não podia ser maior, porque a pessoa que ia me examinar era o salva-vidas que ficava na piscina à tarde, mas disfarcei e ele mesmo me ajudou a voltar pra cama. Expliquei que tinha caído e ele examinou meu tornozelo, disse que não era nada grave, que ia massagear, passar uma pomada e me dar uns analgésicos pra dor. Pediu pra eu deitar pra ele massagear, e eu fiz isso; enquanto me massageava, ele disse: "nunca imaginei que ia poder olhar tão de perto essa mulher gostosa". Não respondi nada, mas lembrei dos dias anteriores e meu corpo sentiu uma corrente elétrica. Perto de mim tinha um homem pra quem eu tinha mostrado minha bunda, e agora as mãos dele estavam me tocando, e isso começou a me excitar. Enquanto me massageava, uma das mãos dele tocou um pouco minha perna, e minha primeira reação foi um gemido que escapou sem querer. Eu tava brincando com fogo e o pior é que senti minha buceta começando a molhar e meu Meus mamilos ficaram durinhos. Ele deve ter percebido, porque as mãos dele passaram dos meus tornozelos para minhas panturrilhas, e isso foi demais pra mim — não consegui segurar um gemido mais alto. Virei pra olhar ele, estava vermelha de vergonha e pronta pra parar aquilo, mas ele continuou me acariciando, e agora a mão dele estava acima do meu joelho. Olhei pro short dele e vi que o pau dele estava crescendo, e talvez por tesão, não falei nada e não tirei a mão dele. Enquanto ele me tocava, a outra mão tentou subir por baixo da minha saia, e aí sim eu reagi e recusei, falei: "O que você tá fazendo? Sai senão vou chamar alguém do hotel". Mas em vez de me ouvir, ele levantou minha saia toda e disse: "Hoje você vai saber o que é transar e vai perder essa vontade de ficar provocando paus". Tentei recusar, mas ele me empurrou pra ficar deitada e se colocou por cima de mim. Eu resisti e queria bater nele enquanto ele colocava a mão na minha buceta. Quando percebeu que eu tava toda molhada, ele disse: "Então a putinha quer pau". Aquilo me transformou, ninguém nunca tinha falado assim comigo, e entre as palavras dele e a sensação do pau dele perto de mim, acho que fui cedendo. Eu empurrava ele, mas dois dedos dele já tinham começado a me tocar, e isso me excitou demais, e aos poucos fui parando de resistir. Minhas pernas se abriram pra deixar ele me tocar, e a sensação de estar pela primeira vez com um homem que não era meu marido, me sentindo excitada, me deixou à beira do meu primeiro orgasmo. Ele percebeu e aproveitou a situação pra continuar até me fazer gozar só com os dedos dele me acariciando. Eu tava louca de tesão e só falava: "Assim, assim..." Ele aproximou o pau dele do meu rosto e, sem pensar muito, peguei e coloquei a cabeça na boca, e comecei a retribuir as carícias dele. Não acreditei, não pensei na minha família nem em nada, só sentia uma vontade enorme de ser possuída, falando: "Já, por favor, já..." Ele perguntou: "Já o quê?" e eu não respondi, mas como ele continuava acariciando meu clitóris... Senti que ia acabar de novo, esquecendo todo o pudor e tal, falei: "Mete logo, por favor.." Ele disse: "Diz que quer que eu te coma" e, no ponto em que eu estava, falei: "Sim, me come!!, me come por favor!!" E sem fazer charme, rasgou minha calcinha fio dental, subiu em cima de mim e meteu tudo de uma vez. Como eu tava muito molhada, entrou super fácil e, ao sentir aquele pedaço de carne dentro de mim, senti um prazer imenso, algo que nunca tinha vivido, e puxei ele pra perto, querendo que me penetrasse mais. Enquanto me comia, começou a falar umas putarias tipo: "Que gostosa você tá, puta", "como você come bem, vadiazinha" e isso, ao invés de me incomodar, me excitava ainda mais, e eu correspondia mexendo meu corpo como um sinal de aceitação, embora não dissesse nada, só curtindo. Depois de uns minutos e antes que eu tivesse outro orgasmo, ele me virou e começou a penetrar por trás na minha buceta enquanto pegava nos meus peitos e puxava um pouco forte, ao mesmo tempo que falava: "Então era assim que eu queria ter você, puta, pedindo meu pau" e só encostava o pau nas minhas nádegas, mas não metia. Como eu tava muito excitada, me empurrava pra trás tentando enfiar, mas ele se mexia e dizia: "Só vou meter se você pedir, puta, fala que quer que eu te coma como uma vagabunda". Eu tava fora de controle e muito excitada, e é um daqueles momentos na vida em que você não pensa em nada, e nunca entendi como foi, mas finalmente falei: "Me dá teu pau, mete tudo, come tua puta" "Eu sou tua puta e quero teu pau". Nunca tinha falado assim e, em minutos, tava pedindo pra um desconhecido. Depois disso, ele pegou o pau dele e meteu entre minhas nádegas, afundou rápido e começou a bombar enquanto me dava tapas na bunda e falava: "Você é a puta mais vagabunda que conheço, hoje vai dar pra dois paus sem vergonha" "Vamos, puta, pede mais" "Fala que é minha puta" e eu só conseguia me jogar pra trás e dizer: "Sim, sou sua puta Me dá mais cock, sou sua puta e quero cock" Isso era demais para mim e me levou a ter mais um orgasmo. Ele percebeu e não parou de me foder, mesmo eu gritando como uma louca de prazer.
Devo admitir que o cock dele era maior que o do meu marido e ele sabia como tratar uma mulher, então isso me mantinha super excitada. Aos poucos, ele molhou os dedos e colocou um na entrada do meu cu; eu era virgem por lá, ninguém nunca tinha me penetrado, mas do jeito que ele me segurava, me deixei fazer, sentindo sensações desconhecidas e indescritíveis. Ele introduziu uma pequena parte do dedo e senti um arrepio, um raio atravessou meu corpo, mas ele só colocou a pontinha e tirou. Com meus próprios fluidos, ele me molhou de novo e dessa vez colocou dois dedos na entrada do meu ânus. Eu estava excitadíssima e pronta pra tudo, mas ele só colocava a ponta enquanto continuava me bombando pela buceta. Eu me jogava cada vez mais forte, como pedindo mais, e ele, como bom macho, me dava tapas na bunda e dizia: "O que as putas querem? O que minha puta quer?" E eu respondia: "Foder, ser fodida", até que num dado momento, vendo minha excitação, ele perguntou: "Quer que eu arrebente seu cu?" E sem pensar, eu disse: "Siiim!"
Mas o desgraçado mantinha o cock dele na minha buceta e só colocava a ponta dos dedos no meu cu, que já estava ficando excitado também. Quando senti ele enfiar um pouco mais o dedo no meu cu, fiquei muito excitada e novamente senti que ia gozar outra vez, e banhei o cock dele com meus fluidos de novo. Ele me virou de novo e ficou por cima de mim, e ainda com o orgasmo que eu tinha acabado de ter, continuou me fodendo até sentir o cum dele dentro de mim, e eu me molhei de novo. Foi algo indescritível que só dá pra conhecer se você vive algo assim. Ele tirou e me pediu pra chupar ele, e com gosto limpei e saboreei todo o sêmen dele.
Ele se levantou e disse: "Hoje você não tem tanta sorte e não vai ser seu cu, mas se você realmente quer, te espero amanhã cedo no consultório, do seu tornozelo não te... Relaxa, você vai se recuperar, o que você precisava você já teve" e saiu do quarto...
Depois de alguns momentos sozinha, muitos pensamentos vieram à minha cabeça e até chorei de arrependimento pelo que tinha feito. Reagi e voltei a mim quando vi minha cama completamente molhada pelos meus fluidos e com certeza pelos dele também.
Uma hora tinha passado e eu tinha perdido toda a dignidade e respeito, e minha família voltaria logo, mas meu corpo estava satisfeito e contente. Foram pensamentos confusos até que liguei para a recepção pedindo para arrumarem minha cama. Me perguntaram sobre o atendimento que recebi da pessoa e, sem pensar muito, disse: "Foi um atendimento excelente". Entrei no chuveiro e me troquei para quando meu marido voltasse. No resto da tarde não aconteceu mais nada, e à noite, quando meu marido se aproximou de mim e começou a me acariciar, lembrei das palavras dele: "Você é a maior puta e hoje vai dar pra dois paus sem vergonha". Isso me excitou e eu transei com meu marido de um jeito desenfreado; ele ficou surpreso e satisfeito, e disse que eu era a melhor esposa do mundo.
Na manhã seguinte, eu estava muito feliz, me arrumei sexy e, como era o dia de voltar, coloquei algo confortável, mas com uma tanga e tênis. Meu marido me perguntou como eu estava e respondi: "Muito bem, mas vou rápido pra revisão". Ele disse: "Tá bem, mas não demora porque a gente sai daqui a pouco". Fui para o consultório fazer a revisão.
Assim que cruzei a porta do consultório, ele estava me esperando e disse: "Puta, sabia que você viria". Como vocês podem imaginar, me transformei de novo no que ele queria e pedia. Ele me comeu de novo como quis, dessa vez meteu na minha buceta e, claro, também perdi a virgindade do cu.
Voltei pro meu quarto cheia de porra de outro homem e, sem tomar banho, entrei no avião. Que sensação tão gostosa.
Nunca mais fiquei com outro homem que não fosse meu marido, mas lembrei disso porque meu esposo me perguntou este ano se... queria ir de novo pra Cancun, naquele hotel onde a gente tinha se hospedado dois anos atrás, e minha memória encheu de lembranças gostosas...
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