Há um tempo, descobri a infidelidade do meu então parceiro, chegando mais cedo no dia do aniversário dele; era o Xavier com a minha melhor amiga, numa sessão de sexo pesado.
Depois dessa história, eu tinha duas opções: me afundar ou aproveitar e dar vazão a tudo e a todos, como uma vingança, mas no fundo não era vingança, era vontade de provar outros paus/pirocas/rolas, eu tinha curiosidade de ter variedade em cor, tamanho e grossura, e essa vontade eu precisava saciar. Aproveitar a situação de ter sido traída foi minha maior desculpa para matar minha curiosidade e meu tesão.
Foi assim que no dia seguinte acordei com esse propósito: me tornar a maior puta.
A primeira coisa que fiz foi me vestir como uma vagabunda e ir para um bar dançar. E como sou bem dotada, uma mina gostosa com peitos naturais bonitos, mas caídos pelo peso e pelas mamadas que desde o colégio me deram, a rabuda e as pernas com o vestido minúsculo chamavam atenção, sem contar que adoro dançar e tenho ritmo no sangue. Todos esses fatores combinavam muito bem para atrair olhares de todo mundo, além disso, cada bebida que me ofereciam, eu tomava, e isso me deixava mais fácil e conversadeira. Um grupo de caras entre 18 e 20 anos começou a notar que eu estava bebendo muito, se aproximaram e me convidaram para sentar com eles.
Enquanto conversavam, eu sentia que trocavam sinais, me davam bebida, começaram a me tocar. Um deles subiu a mão do meu joelho até a minha buceta, que delícia que foi, e eu fiz cara de tesão. Aí o outro aproveitou e começou a me beijar, enquanto os outros se desesperavam para tocar meus bicos dos peitos para senti-los. Quando notaram que estavam duros, começaram a falar pros amigos: "Essa puta quer que a gente coma ela". Na hora, o que tinha a mão entre minhas pernas começou a meter 2 dedos na minha buceta, mexendo intensamente, e com uma contração eu gozei. Já com todas essas reações do meu corpo, era óbvio demais o que viria. Me tiraram do bar e me meteram no carro deles, nem me levaram para um... hotel, mas na mesma hora começaram a me foder um atrás do outro, eu tava com muito tesão e só falava mais quero mais, e isso incentivava eles a continuarem, dizendo: que puta que você é, bem gostosa e vagabunda... me comeram no cu, na buceta, na boca tantas vezes que eu tava escorrendo gozo pra todo lado. A gente ficou um bom tempo, cada foda, cada estocada, cada gozada fazia eu ir perdendo a bebedeira aos poucos e aproveitar cada um deles. Por serem novos, gozavam rápido e já ficavam duros de novo, com uma ajudinha da minha boca e de ver os outros amigos me macetando sem parar. A noite foi curta pro tanto que a gente curtiu, meu primeiro gangbang, minha primeira orgia, e que delícia que foi. Depois que eles não aguentavam mais, passei meu número porque queria repetir com eles, mas sóbria pra aproveitar melhor, e eles se ofereceram pra me levar em casa pra saber onde teriam que voltar pra próxima orgia. E aí a gente repetiu várias vezes, incluindo outros amigos que não acreditavam que eu existia e que curtia sexo grupal.
Mas o mais fácil foi paquerar e provocar meus vizinhos, andando totalmente pelada pela casa toda e até no quintal, sabendo que eles eram olheiros. Um dia, pedi pra um dos vizinhos vir no meu quintal me ajudar a limpar. Ele apareceu na hora porque sabia que eu ficava nua, mas quando abri a porta, ele se surpreendeu e não conseguia parar de olhar pros meus peitos, bem grandes, redondos e macios, que na situação estavam com os mamilos duros de tanto tesão. Aí eu falei pra ele tirar a roupa, que era condição pra entrar na minha casa, e comecei a despir ele. Senti o quanto o pau dele tava duro, e quando tirei a calça, ele pulou na minha cara. Só me deu na telha dar uma chupadinha com um beijo e falei "que delícia". Peguei ele pela mão e levei pro quintal, e aí falei: "por onde você quer começar?" e comecei a me abaixar mostrando minha bunda e usei a palavra: buceta e de repente meu vizinho reagiu como um garanhão incontrolável e começa a me penetrar feito louco, com muita força e intensidade que provocava meus gritos e gemidos altos que chamaram a atenção de todos os meus vizinhos, que olhavam enquanto batiam uma de tesão, esguichando toda a porra enquanto o sortudo me comia gostoso até gozar dentro de mim, derramando tanta porra que escorria da minha buceta.
Desde então, deixo a porta dos fundos aberta pra qualquer vizinho entrar de noite e saciar a vontade, é realmente alucinante sentir que durante a noite não só um, mas vários homens entram e se metem na minha cama, na escuridão total não reconheço rostos, só sinto corpos e tipos diferentes, entre magros, gordos, velhos enrugados e jovens vigorosos, paus grossos, longos, cheios de veias, finos, pequenos, de tudo… e isso me excita tanto, não saber quem tá me fodendo, saber que pode ser qualquer um, saber que todos me querem e me deixam cheia de porra por dentro e por fora do meu corpo, eles me possuem como querem, do jeito que pedirem, eu dou prazer a todos e depois volto a dormir, muitas vezes quase nada.
Mas é isso, desde então meus vizinhos são super gentis e educados comigo, sempre me ajudam em tudo que peço e de vez em quando me trazem presentinhos.
Depois dessa história, eu tinha duas opções: me afundar ou aproveitar e dar vazão a tudo e a todos, como uma vingança, mas no fundo não era vingança, era vontade de provar outros paus/pirocas/rolas, eu tinha curiosidade de ter variedade em cor, tamanho e grossura, e essa vontade eu precisava saciar. Aproveitar a situação de ter sido traída foi minha maior desculpa para matar minha curiosidade e meu tesão.
Foi assim que no dia seguinte acordei com esse propósito: me tornar a maior puta.
A primeira coisa que fiz foi me vestir como uma vagabunda e ir para um bar dançar. E como sou bem dotada, uma mina gostosa com peitos naturais bonitos, mas caídos pelo peso e pelas mamadas que desde o colégio me deram, a rabuda e as pernas com o vestido minúsculo chamavam atenção, sem contar que adoro dançar e tenho ritmo no sangue. Todos esses fatores combinavam muito bem para atrair olhares de todo mundo, além disso, cada bebida que me ofereciam, eu tomava, e isso me deixava mais fácil e conversadeira. Um grupo de caras entre 18 e 20 anos começou a notar que eu estava bebendo muito, se aproximaram e me convidaram para sentar com eles.
Enquanto conversavam, eu sentia que trocavam sinais, me davam bebida, começaram a me tocar. Um deles subiu a mão do meu joelho até a minha buceta, que delícia que foi, e eu fiz cara de tesão. Aí o outro aproveitou e começou a me beijar, enquanto os outros se desesperavam para tocar meus bicos dos peitos para senti-los. Quando notaram que estavam duros, começaram a falar pros amigos: "Essa puta quer que a gente coma ela". Na hora, o que tinha a mão entre minhas pernas começou a meter 2 dedos na minha buceta, mexendo intensamente, e com uma contração eu gozei. Já com todas essas reações do meu corpo, era óbvio demais o que viria. Me tiraram do bar e me meteram no carro deles, nem me levaram para um... hotel, mas na mesma hora começaram a me foder um atrás do outro, eu tava com muito tesão e só falava mais quero mais, e isso incentivava eles a continuarem, dizendo: que puta que você é, bem gostosa e vagabunda... me comeram no cu, na buceta, na boca tantas vezes que eu tava escorrendo gozo pra todo lado. A gente ficou um bom tempo, cada foda, cada estocada, cada gozada fazia eu ir perdendo a bebedeira aos poucos e aproveitar cada um deles. Por serem novos, gozavam rápido e já ficavam duros de novo, com uma ajudinha da minha boca e de ver os outros amigos me macetando sem parar. A noite foi curta pro tanto que a gente curtiu, meu primeiro gangbang, minha primeira orgia, e que delícia que foi. Depois que eles não aguentavam mais, passei meu número porque queria repetir com eles, mas sóbria pra aproveitar melhor, e eles se ofereceram pra me levar em casa pra saber onde teriam que voltar pra próxima orgia. E aí a gente repetiu várias vezes, incluindo outros amigos que não acreditavam que eu existia e que curtia sexo grupal.
Mas o mais fácil foi paquerar e provocar meus vizinhos, andando totalmente pelada pela casa toda e até no quintal, sabendo que eles eram olheiros. Um dia, pedi pra um dos vizinhos vir no meu quintal me ajudar a limpar. Ele apareceu na hora porque sabia que eu ficava nua, mas quando abri a porta, ele se surpreendeu e não conseguia parar de olhar pros meus peitos, bem grandes, redondos e macios, que na situação estavam com os mamilos duros de tanto tesão. Aí eu falei pra ele tirar a roupa, que era condição pra entrar na minha casa, e comecei a despir ele. Senti o quanto o pau dele tava duro, e quando tirei a calça, ele pulou na minha cara. Só me deu na telha dar uma chupadinha com um beijo e falei "que delícia". Peguei ele pela mão e levei pro quintal, e aí falei: "por onde você quer começar?" e comecei a me abaixar mostrando minha bunda e usei a palavra: buceta e de repente meu vizinho reagiu como um garanhão incontrolável e começa a me penetrar feito louco, com muita força e intensidade que provocava meus gritos e gemidos altos que chamaram a atenção de todos os meus vizinhos, que olhavam enquanto batiam uma de tesão, esguichando toda a porra enquanto o sortudo me comia gostoso até gozar dentro de mim, derramando tanta porra que escorria da minha buceta.
Desde então, deixo a porta dos fundos aberta pra qualquer vizinho entrar de noite e saciar a vontade, é realmente alucinante sentir que durante a noite não só um, mas vários homens entram e se metem na minha cama, na escuridão total não reconheço rostos, só sinto corpos e tipos diferentes, entre magros, gordos, velhos enrugados e jovens vigorosos, paus grossos, longos, cheios de veias, finos, pequenos, de tudo… e isso me excita tanto, não saber quem tá me fodendo, saber que pode ser qualquer um, saber que todos me querem e me deixam cheia de porra por dentro e por fora do meu corpo, eles me possuem como querem, do jeito que pedirem, eu dou prazer a todos e depois volto a dormir, muitas vezes quase nada.
Mas é isso, desde então meus vizinhos são super gentis e educados comigo, sempre me ajudam em tudo que peço e de vez em quando me trazem presentinhos.
4 comentários - Traição com traição se paga Parte II