Beleza, tô aqui com meu segundo relato pra essa página.
Dessa vez vou contar uma experiência que tive em março de 2015.
Em janeiro do mesmo ano, eu e uma amiga planejamos uma viagem, o destino não tava claro e depois de vários vai e volta, a gente fechou. França.
Não era uma viagem longa, eram 15 dias, pra dar uma relaxada, passear, comprar obviamente e voltar com energia pra começar o ano.
Minha amiga, fanática por esse país, já tinha ido 3 vezes. Eu, por minha vez, só fui uma vez quando era bem pequena, não lembrava de nada.
Chegamos no lugar reservado e já começou o tour por Paris toda, ela como guia principal, até falando um francês de dar inveja.
Nos primeiros dias visitamos tudo que um turista tem que visitar.
Eu, particularmente, me apaixonei pelo "Parc du Champ de Mars", com certeza um dos meus lugares favoritos no mundo.
No primeiro dia que a gente foi, tinha pouca gente. Depois de mil fotos e horas deitadas na grama, voltamos pro hotel onde estávamos.
Não tinha jeito, aquele era meu lugar.
No dia seguinte, minha amiga tava afim de ir pra Versalhes, e eu queria voltar pro mesmo lugar.
Duas cabeças duras, não tinha acordo possível, cada uma foi pro lado que queria.
Meu francês é bem básico, sendo muito cara de pau, consigo me fazer entender um pouco: "salut", "manger", "je suis argentine", "sexe" e não muito mais. Precisa de mais alguma coisa?
Sem falar nada, peguei um táxi e, com uma colinha que minha amiga fez, consegui indicar pro motorista onde queria ir.
Chegamos, desci na Joffre e Suffren, o lugar que minha amiga mandou pedir.
Andei os poucos metros necessários e me encontrei lá, no meu lugar.
Dessa vez tinha mais gente, comecei a andar pelo parque todo em direção à torre.
Sempre parando, sempre tirando fotos.
Pra minha curiosidade, no caminho inteiro teve várias tentativas de vender coisas.
Aí eu respondia com um "merci", "merci", baixava a cabeça e seguia andando.
Chegando já na Destino. Vi um cara magro, sentado na grama, tocando violão, morenaço de tranças compridas, com uma cara de felicidade imensa.
Vários se aproximavam pra ver, e entre esses vários, eu.
Diretamente sentei, ele continuava na dele tocando, com aquele sorriso de felicidade real no rosto.
Passou um tempão, vários foram embora, outros chegaram.
O show acabou, vários se aproximaram pra deixar algo pro rapaz em questão, eu não fiquei atrás.
Me aproximei, deixei e com meu francês bosta falei “bon”, ele deve ter pensado bon ou bon? Ou o que essa idiota tá falando, mas respondeu “merci”.
Segui meu caminho, cheguei na torre, fotos e tal.
Mas minha cabeça tinha ficado pensando no rapaz…
Voltei, pensando como me aproximo, o que falo, enfim, todas as variáveis.
Variáveis que se esgotaram porque quando voltei ele não tava mais.
Decepção total.
Voltei pro hotel, minha amiga tava lá, e ela falou “o que rolou contigo, ficou maluca?” entre risadas.
E eu pensei por dentro, quem dera!
Contei a sequência e depois de umas zoação dizendo que eu queria ficar com o moreno por causa do tamanho do pau dele, a coisa acalmou e ficou por isso.
No outro dia voltamos, pro mesmo lugar, acho que eu já tava com mais vontade de ver ele de novo do que de estar naquele lugar que eu tanto gostava.
Dessa vez fui com minha amiga.
Chegamos no lugar, e sim, ele tava lá!
Mesma sequência, ele tocando e vários vendo, entre eles eu, óbvio.
Falei pra minha amiga, que porra eu falo, mano?
Ela falou umas palavras, mas eu não tava com coragem, entre o nervosismo e que falo pouco, ia sair qualquer merda.
Convenci ela de que, assim que terminasse, ela me acompanhasse e servisse de tradutora.
Foi assim, terminou, na hora saí correndo com ela pela mão e chegamos onde ele tava.
Minha amiga cumprimentou ele, eu também, pra não ficar atrás.
E começaram a conversar, entendi uma palavra ou outra, ele tava se abrindo um pouco mais, ou assim eu achava.
Ele falou 2 ou 3 coisas me olhando, que nunca entendi.
Me deu a mão, me cumprimentou, Cumprimentei minha amiga e ela foi embora.
Perguntei pra minha amiga o que ele tinha dito, o que tinha rolado.
E não passou do “disse que vai te comer todinha” enquanto ria.
Coisa que nunca acreditei.
Depois de um tempão, não consegui arrancar dela o que ele tinha me dito, mas sim que ele tinha comentado que à tarde/noite ia tocar num barzinho.
Obviamente, à noite estávamos naquele bar com minha amiga.
Entramos, vi ele, sentei perto do mini palco que tinha.
Ele me viu, riu e seguiu na dele.
Terminou o show e ele desceu com outro amigo.
Chegaram na nossa mesa, eu? Nervosa pra caralho.
Sentaram e começou a conversa, claro entre eles três porque eu, além de rir cúmplice, não fazia nada.
Pouco depois, o outro cara em questão chamou minha amiga pra dançar e foram embora.
Ficamos lá, desconfortável, mas já estava rolando algo.
Num francês irreproduzível pra mim, ele me ofereceu uma cerveja, ou pelo menos foi o que entendi, podia ser qualquer coisa.
Obviamente concordei com a cabeça, fosse o que fosse.
Ele me pegou pela mão e me levou até o balcão, pediu, me deu uma cerveja.
Ficamos lá bem juntinhos, eu peguei o celular e tirei uma foto com ele, já não tava nem aí pra nada.
Depois de conversas fracassadas mas engraçadas em francês e espanhol, respectivamente, saímos pra dançar.
Nunca curti nem fiquei tão tesuda com umas mãos segurando minha cintura, e muito menos com umas encostadas sutis.
Sim, já tava entregue, de mãos dadas esperando pra ver quando a gente ia embora.
Quando tudo parecia que ia rolar do meu jeito, apareceram minha amiga e o outro cara.
Em dois minutos estávamos na mesa de novo, eu? Tesuda, nos dois sentidos, molhada e querendo estar em qualquer lugar menos falando naquela mesa.
Eles? Como se nada, conversando e morrendo de rir.
Minutos depois, levantaram, se despediram e foram embora.
Queria me matar.
Na sequência, fomos embora, de novo perguntei pra minha amiga o que tinha rolado.
E ela só dizia que nada, que eles tinham falado que Ela tinha se divertido, que delícia.
Eu não entendia nada.
Minha amiga me perguntou o que tinha rolado, contei e ela, entre risadas, disse: "ele te deixou toda excitada".
Cheguei no hotel, tomei banho, cabeça a mil, ficou por isso.
Saí do banho e minha amiga me mostrou uma mensagem no WhatsApp do cara dizendo: "J'ai adoré la pétasse blonde" (não exatamente) algo tipo "amei a putinha loira".
Pior! Fiquei excitada de novo, mas de verdade. Não aguentei, assim que minha amiga entrou no banho, eu me toquei.
No dia seguinte, com a promessa de que à noite a gente se encontraria de novo, acompanhei minha amiga pra passear.
Chegou a noite, nos encontramos em outro bar.
Mesma sequência: mesa/balada/ dança.
Quando estávamos dançando, as mãos dele foram bem mais provocantes.
Num momento, eu já encostada nele, uma das mãos foi pra minha barriga, a outra começou a descer por baixo da legging.
Acho que naquela hora eu quase gozei, de tão tesuda que tava.
Assim que ele tocou e tirou, me virou, beijou e, quase sem perceber, estávamos de mãos dadas saindo.
Andamos três quarteirões, sinceramente achei que íamos transar na rua, porque ele parecia estar sondando lugares (não ia me importar muito se fosse assim), mas não, em seguida subimos num apartamento.
Ele abriu a porta, eu esperava algo descontrolado: beijo, empurrão na cama e partir pro que interessa.
Mas não, ele me levou pela mão até um sofá. Me sentou e foi pegar algo na geladeira.
Já tava com medo de não rolar nada, igual na noite anterior.
Pegou uma garrafa, espumante obviamente, serviu duas taças, me trouxe uma.
Brindamos, tomei tudo… ele me olhou, riu, pegou minha taça e falou algo.
Eu fiquei tipo "ah, sim" e depois ele fez o gesto de tirar a roupa.
Eu entendi "tira a roupa", acho que ele nem largou as taças e eu já tava completamente pelada, não levei 30 segundos pra tirar tudo e largar tudo jogado por aí.
Do balcão ele me olhou (adoraria ter lido a mente dele naquele momento), riu, pegou a Garrafa e empino ali mesmo.
Deixei ela, dei dois passos, tirei a camisa, me apoiei no balcão e tirei o jeans.
E já de cueca começou a se aproximar, com as duas mãos segurou meu rosto, aproximou o dela e me deu vários beijos.
Em seguida, com a mão esquerda, pegou meu cabelo e sutilmente levou minha cabeça até a cueca dele.
Nem hesitei, óbvio, comecei a abaixar a cueca dele e, quando terminei de tirar, tive várias impressões, nunca tinha ficado com alguém de cor e era à primeira vista diferente e sim, também era maior.
Ele percebeu minha hesitação e sutilmente começou a se tocar.
Eu estava ali a 10 centímetros.
Em certo momento, parece que se cansou e, já sem tanta sutileza, levou minha boca até ele.
Comecei a chupar, primeiro sem usar as mãos, ele guiando com a mão esquerda na minha cabeça e com a direita no próprio pau.
Depois de um tempo, ele me deixou usar as mãos.
Eu tava com tesão… mas ele não ficava atrás e dava pra perceber.
Nunca tirou a mão do meu cabelo.
Minutos depois, já com as duas mãos na minha cabeça, ele "comeu" um pouco minha boca, e depois tentou empurrar pra dentro, mas eu não, impossível.
Tirou, segurou o pau e, puxando pra trás, colocou os ovos pra eu chupar.
Deixo claro que não é uma das minhas coisas favoritas, coisa que ele também percebeu, porque logo voltou pra boca.
Tinham duas coisas claras: ele, Gael, adorava que chupassem o pau dele, e eu nunca tinha gostado tanto de fazer isso.
Depois de um bom tempo nessa situação, ele me levantou e me colocou no sofá. Me percorreu com beijos de cima pra baixo umas 20 vezes.
Fiquei na borda, deitada.
Ele levou dois dedos à boca e em seguida à minha buceta, começou a me masturbar me olhando fixo, eu? Aproveitando e, já que não conseguia agradecer, gemia do jeito mais puta que saía de mim.
Depois de um tempo, já totalmente molhada, ele desceu e começou a chupar.
Me comeu a pussy, em seguida começou a me penetrar, senti como nunca.
Várias mudanças de ritmo… Depois freou, de repente, se levantou e virou, me ajeitei de quatro com os braços apoiados no encosto do sofá e sem perder um segundo começou a me comer com muita força, meus bracinhos não aguentaram o ritmo nem a força por muito tempo e acabei com a cabeça encostada no encosto.
Entraram uns tapas, ele parou, tirou, me deu dois tapas, me pegou pelo braço e me virou.
Tem vezes que não precisa falar nada, e esse foi o momento, ele me olhou como quem diz, você já sabe, e eu entendi tudo.
Lá estava eu de novo chupando ele, é difícil explicar, tudo que o cara dizia sem falar nada, enquanto eu tinha ele na boca.
Nunca vi alguém que curta tanto.
Depois de uns bons minutos chupando, paramos, com um braço só me colocou em cima dele, e começamos a transar, nos olhando, gemendo na cara dele, uns beijos e aí ele se levantou e fomos contra uma parede.
Ele me comeu sentada contra a parede.
Na sequência, entramos num quarto.
Ele me deitou de barriga pra cima e começou a me chupar e ainda meteu os dedos.
Foi demais, gozei.
2 minutos de paz e ele me sentou na beirada da cama.
Pegou minhas mãos e levou entre minhas pernas, com as costas da mão esquerda começou a fazer carinho no meu rosto, enquanto a gente se olhava fixo e com a direita ele se tocava.
Depois me pegou pelo cabelo de novo com a esquerda e meteu na boca, amei aquela pica.
Senti ela toda molhada na minha boca, na sequência ele tirou.
Mão esquerda no meu queixo, levantando, e quase de surpresa gozou na minha cara toda.
A gente ficou ali, de novo na minha boca, continuei chupando ele por mais um tempo…
Tomei banho, me troquei, peguei o celular, mil mensagens da minha amiga.
Descemos, peguei um táxi e logo tava na cama do meu hotel.
Feliz.
Dessa vez vou contar uma experiência que tive em março de 2015.
Em janeiro do mesmo ano, eu e uma amiga planejamos uma viagem, o destino não tava claro e depois de vários vai e volta, a gente fechou. França.
Não era uma viagem longa, eram 15 dias, pra dar uma relaxada, passear, comprar obviamente e voltar com energia pra começar o ano.
Minha amiga, fanática por esse país, já tinha ido 3 vezes. Eu, por minha vez, só fui uma vez quando era bem pequena, não lembrava de nada.
Chegamos no lugar reservado e já começou o tour por Paris toda, ela como guia principal, até falando um francês de dar inveja.
Nos primeiros dias visitamos tudo que um turista tem que visitar.
Eu, particularmente, me apaixonei pelo "Parc du Champ de Mars", com certeza um dos meus lugares favoritos no mundo.
No primeiro dia que a gente foi, tinha pouca gente. Depois de mil fotos e horas deitadas na grama, voltamos pro hotel onde estávamos.
Não tinha jeito, aquele era meu lugar.
No dia seguinte, minha amiga tava afim de ir pra Versalhes, e eu queria voltar pro mesmo lugar.
Duas cabeças duras, não tinha acordo possível, cada uma foi pro lado que queria.
Meu francês é bem básico, sendo muito cara de pau, consigo me fazer entender um pouco: "salut", "manger", "je suis argentine", "sexe" e não muito mais. Precisa de mais alguma coisa?
Sem falar nada, peguei um táxi e, com uma colinha que minha amiga fez, consegui indicar pro motorista onde queria ir.
Chegamos, desci na Joffre e Suffren, o lugar que minha amiga mandou pedir.
Andei os poucos metros necessários e me encontrei lá, no meu lugar.
Dessa vez tinha mais gente, comecei a andar pelo parque todo em direção à torre.
Sempre parando, sempre tirando fotos.
Pra minha curiosidade, no caminho inteiro teve várias tentativas de vender coisas.
Aí eu respondia com um "merci", "merci", baixava a cabeça e seguia andando.
Chegando já na Destino. Vi um cara magro, sentado na grama, tocando violão, morenaço de tranças compridas, com uma cara de felicidade imensa.
Vários se aproximavam pra ver, e entre esses vários, eu.
Diretamente sentei, ele continuava na dele tocando, com aquele sorriso de felicidade real no rosto.
Passou um tempão, vários foram embora, outros chegaram.
O show acabou, vários se aproximaram pra deixar algo pro rapaz em questão, eu não fiquei atrás.
Me aproximei, deixei e com meu francês bosta falei “bon”, ele deve ter pensado bon ou bon? Ou o que essa idiota tá falando, mas respondeu “merci”.
Segui meu caminho, cheguei na torre, fotos e tal.
Mas minha cabeça tinha ficado pensando no rapaz…
Voltei, pensando como me aproximo, o que falo, enfim, todas as variáveis.
Variáveis que se esgotaram porque quando voltei ele não tava mais.
Decepção total.
Voltei pro hotel, minha amiga tava lá, e ela falou “o que rolou contigo, ficou maluca?” entre risadas.
E eu pensei por dentro, quem dera!
Contei a sequência e depois de umas zoação dizendo que eu queria ficar com o moreno por causa do tamanho do pau dele, a coisa acalmou e ficou por isso.
No outro dia voltamos, pro mesmo lugar, acho que eu já tava com mais vontade de ver ele de novo do que de estar naquele lugar que eu tanto gostava.
Dessa vez fui com minha amiga.
Chegamos no lugar, e sim, ele tava lá!
Mesma sequência, ele tocando e vários vendo, entre eles eu, óbvio.
Falei pra minha amiga, que porra eu falo, mano?
Ela falou umas palavras, mas eu não tava com coragem, entre o nervosismo e que falo pouco, ia sair qualquer merda.
Convenci ela de que, assim que terminasse, ela me acompanhasse e servisse de tradutora.
Foi assim, terminou, na hora saí correndo com ela pela mão e chegamos onde ele tava.
Minha amiga cumprimentou ele, eu também, pra não ficar atrás.
E começaram a conversar, entendi uma palavra ou outra, ele tava se abrindo um pouco mais, ou assim eu achava.
Ele falou 2 ou 3 coisas me olhando, que nunca entendi.
Me deu a mão, me cumprimentou, Cumprimentei minha amiga e ela foi embora.
Perguntei pra minha amiga o que ele tinha dito, o que tinha rolado.
E não passou do “disse que vai te comer todinha” enquanto ria.
Coisa que nunca acreditei.
Depois de um tempão, não consegui arrancar dela o que ele tinha me dito, mas sim que ele tinha comentado que à tarde/noite ia tocar num barzinho.
Obviamente, à noite estávamos naquele bar com minha amiga.
Entramos, vi ele, sentei perto do mini palco que tinha.
Ele me viu, riu e seguiu na dele.
Terminou o show e ele desceu com outro amigo.
Chegaram na nossa mesa, eu? Nervosa pra caralho.
Sentaram e começou a conversa, claro entre eles três porque eu, além de rir cúmplice, não fazia nada.
Pouco depois, o outro cara em questão chamou minha amiga pra dançar e foram embora.
Ficamos lá, desconfortável, mas já estava rolando algo.
Num francês irreproduzível pra mim, ele me ofereceu uma cerveja, ou pelo menos foi o que entendi, podia ser qualquer coisa.
Obviamente concordei com a cabeça, fosse o que fosse.
Ele me pegou pela mão e me levou até o balcão, pediu, me deu uma cerveja.
Ficamos lá bem juntinhos, eu peguei o celular e tirei uma foto com ele, já não tava nem aí pra nada.
Depois de conversas fracassadas mas engraçadas em francês e espanhol, respectivamente, saímos pra dançar.
Nunca curti nem fiquei tão tesuda com umas mãos segurando minha cintura, e muito menos com umas encostadas sutis.
Sim, já tava entregue, de mãos dadas esperando pra ver quando a gente ia embora.
Quando tudo parecia que ia rolar do meu jeito, apareceram minha amiga e o outro cara.
Em dois minutos estávamos na mesa de novo, eu? Tesuda, nos dois sentidos, molhada e querendo estar em qualquer lugar menos falando naquela mesa.
Eles? Como se nada, conversando e morrendo de rir.
Minutos depois, levantaram, se despediram e foram embora.
Queria me matar.
Na sequência, fomos embora, de novo perguntei pra minha amiga o que tinha rolado.
E ela só dizia que nada, que eles tinham falado que Ela tinha se divertido, que delícia.
Eu não entendia nada.
Minha amiga me perguntou o que tinha rolado, contei e ela, entre risadas, disse: "ele te deixou toda excitada".
Cheguei no hotel, tomei banho, cabeça a mil, ficou por isso.
Saí do banho e minha amiga me mostrou uma mensagem no WhatsApp do cara dizendo: "J'ai adoré la pétasse blonde" (não exatamente) algo tipo "amei a putinha loira".
Pior! Fiquei excitada de novo, mas de verdade. Não aguentei, assim que minha amiga entrou no banho, eu me toquei.
No dia seguinte, com a promessa de que à noite a gente se encontraria de novo, acompanhei minha amiga pra passear.
Chegou a noite, nos encontramos em outro bar.
Mesma sequência: mesa/balada/ dança.
Quando estávamos dançando, as mãos dele foram bem mais provocantes.
Num momento, eu já encostada nele, uma das mãos foi pra minha barriga, a outra começou a descer por baixo da legging.
Acho que naquela hora eu quase gozei, de tão tesuda que tava.
Assim que ele tocou e tirou, me virou, beijou e, quase sem perceber, estávamos de mãos dadas saindo.
Andamos três quarteirões, sinceramente achei que íamos transar na rua, porque ele parecia estar sondando lugares (não ia me importar muito se fosse assim), mas não, em seguida subimos num apartamento.
Ele abriu a porta, eu esperava algo descontrolado: beijo, empurrão na cama e partir pro que interessa.
Mas não, ele me levou pela mão até um sofá. Me sentou e foi pegar algo na geladeira.
Já tava com medo de não rolar nada, igual na noite anterior.
Pegou uma garrafa, espumante obviamente, serviu duas taças, me trouxe uma.
Brindamos, tomei tudo… ele me olhou, riu, pegou minha taça e falou algo.
Eu fiquei tipo "ah, sim" e depois ele fez o gesto de tirar a roupa.
Eu entendi "tira a roupa", acho que ele nem largou as taças e eu já tava completamente pelada, não levei 30 segundos pra tirar tudo e largar tudo jogado por aí.
Do balcão ele me olhou (adoraria ter lido a mente dele naquele momento), riu, pegou a Garrafa e empino ali mesmo.
Deixei ela, dei dois passos, tirei a camisa, me apoiei no balcão e tirei o jeans.
E já de cueca começou a se aproximar, com as duas mãos segurou meu rosto, aproximou o dela e me deu vários beijos.
Em seguida, com a mão esquerda, pegou meu cabelo e sutilmente levou minha cabeça até a cueca dele.
Nem hesitei, óbvio, comecei a abaixar a cueca dele e, quando terminei de tirar, tive várias impressões, nunca tinha ficado com alguém de cor e era à primeira vista diferente e sim, também era maior.
Ele percebeu minha hesitação e sutilmente começou a se tocar.
Eu estava ali a 10 centímetros.
Em certo momento, parece que se cansou e, já sem tanta sutileza, levou minha boca até ele.
Comecei a chupar, primeiro sem usar as mãos, ele guiando com a mão esquerda na minha cabeça e com a direita no próprio pau.
Depois de um tempo, ele me deixou usar as mãos.
Eu tava com tesão… mas ele não ficava atrás e dava pra perceber.
Nunca tirou a mão do meu cabelo.
Minutos depois, já com as duas mãos na minha cabeça, ele "comeu" um pouco minha boca, e depois tentou empurrar pra dentro, mas eu não, impossível.
Tirou, segurou o pau e, puxando pra trás, colocou os ovos pra eu chupar.
Deixo claro que não é uma das minhas coisas favoritas, coisa que ele também percebeu, porque logo voltou pra boca.
Tinham duas coisas claras: ele, Gael, adorava que chupassem o pau dele, e eu nunca tinha gostado tanto de fazer isso.
Depois de um bom tempo nessa situação, ele me levantou e me colocou no sofá. Me percorreu com beijos de cima pra baixo umas 20 vezes.
Fiquei na borda, deitada.
Ele levou dois dedos à boca e em seguida à minha buceta, começou a me masturbar me olhando fixo, eu? Aproveitando e, já que não conseguia agradecer, gemia do jeito mais puta que saía de mim.
Depois de um tempo, já totalmente molhada, ele desceu e começou a chupar.
Me comeu a pussy, em seguida começou a me penetrar, senti como nunca.
Várias mudanças de ritmo… Depois freou, de repente, se levantou e virou, me ajeitei de quatro com os braços apoiados no encosto do sofá e sem perder um segundo começou a me comer com muita força, meus bracinhos não aguentaram o ritmo nem a força por muito tempo e acabei com a cabeça encostada no encosto.
Entraram uns tapas, ele parou, tirou, me deu dois tapas, me pegou pelo braço e me virou.
Tem vezes que não precisa falar nada, e esse foi o momento, ele me olhou como quem diz, você já sabe, e eu entendi tudo.
Lá estava eu de novo chupando ele, é difícil explicar, tudo que o cara dizia sem falar nada, enquanto eu tinha ele na boca.
Nunca vi alguém que curta tanto.
Depois de uns bons minutos chupando, paramos, com um braço só me colocou em cima dele, e começamos a transar, nos olhando, gemendo na cara dele, uns beijos e aí ele se levantou e fomos contra uma parede.
Ele me comeu sentada contra a parede.
Na sequência, entramos num quarto.
Ele me deitou de barriga pra cima e começou a me chupar e ainda meteu os dedos.
Foi demais, gozei.
2 minutos de paz e ele me sentou na beirada da cama.
Pegou minhas mãos e levou entre minhas pernas, com as costas da mão esquerda começou a fazer carinho no meu rosto, enquanto a gente se olhava fixo e com a direita ele se tocava.
Depois me pegou pelo cabelo de novo com a esquerda e meteu na boca, amei aquela pica.
Senti ela toda molhada na minha boca, na sequência ele tirou.
Mão esquerda no meu queixo, levantando, e quase de surpresa gozou na minha cara toda.
A gente ficou ali, de novo na minha boca, continuei chupando ele por mais um tempo…
Tomei banho, me troquei, peguei o celular, mil mensagens da minha amiga.
Descemos, peguei um táxi e logo tava na cama do meu hotel.
Feliz.
5 comentários - Um pouco de love francês
Por los shouts se ve que sos de la acade. VAMOS RACING