A garota do metrô II

Eu ouvia a Flor falando da cozinha pedindo a pizza, daí ela apareceu com duas garrafinhas de Corona, uns pedaços de queijo e umas batatinhas.

F: a gente tem que comer algo pra recuperar as forças, né?
Y: eu quero continuar te comendo, sua gostosa
F: calma, papi

Ela sentou do meu lado com as pernas encolhidas no sofá, o que me deixava ver a buceta dela ainda molhadinha, e a camisa destacava aqueles peitos lindos. A gente ficou conversando até a pizza chegar, tudo tranquilo, contamos sobre nossas vidas, eu falei que também tinha namorada, e ela disse que não tinha problema, que não queria um namorado, queria uma rola enquanto o namorado dela não dava atenção.

Quando terminamos de comer, ela me levou pela primeira vez ao quarto dela, um cômodo totalmente infantil, com ursinhos de pelúcia e tudo.

A gente deitou se beijando na cama dela, ela tirou minha calça de novo e começou a me masturbar enquanto meus dedos entravam na buceta dela. Aos poucos, ela foi se virando até que a buceta dela ficou na minha cara, e ela enfiou toda a minha rola na boca dela. Era uma sensação incrível, ela fazia muito bem. A gente tava aproveitando ao máximo quando o celular dela começou a tocar. Ela tirou a rola da boca, olhou pra um relógio que tinha no quarto.

F: merda, meu namorado, tenho que atender
Y: deixa a secretária eletrônica atender
F: não, não, ele fica muito enjoado, desculpa papi, mas tenho que atender

Ela saiu correndo do quarto e voltou com o celular, que começou a tocar de novo.

F: oi gordão... sim, desculpa, é que eu tava tomando banho... bem o trabalho, bem...

Eles continuaram falando besteiras enquanto ela voltava a deitar na cama completamente nua e pegava na minha mão.

F: gordo, tô com muito tesão, não quer brincar pelo telefone?... ai sim, amor, espera que vou colocar no viva-voz pra poder me tocar tranquila... não amor, as meninas não estão... sim, tô sozinha e peladinha, pena que não tem um homem gostoso aqui pra me aproveitar – enquanto piscava um olho pra mim.

Em seguida, ela colocou o telefone na cama, me Ela fez o gesto de silêncio e pela primeira vez eu ouvi a voz do namorado dela.

N: então tá peladinha? Que puta que você é.
F: muito puta, docinho, chupa minha buceta – enquanto se deitava de barriga pra cima na cama, e eu já sacou na hora.

O namorado dela começou a descrever tudo que faria com ela e eu ia fazendo, a situação tava me deixando louco. Primeiro chupei os peitos dela, fui descendo até chupar a buceta de novo, os gemidos dela saíam lindos.

F: quero chupar seu pau, me dá.
N: chupa, puta, sei que você adora.
F: sim, vem, me dá.

Cheguei perto dela e ela começou a chupar meu pau.

F: hmm, que gostoso, papai – disse com meu pau na boca.
N: cê tá enfiando alguma coisa na boca, puta? Que pena que não é meu pau.
F: é, pena, mas não importa.

Ela continuou chupando por um bom tempo enquanto eu curtia em silêncio aquela situação doentia.

N: e que tal enfiar isso que cê tem na boca na sua buceta pra não sentir tanta falta de mim?
F: adoro, vou te contar um segredo, há pouco já enfiei e curti muito, tô muito tesuda, amor.

Desci enquanto beijava o corpo dela e ela abriu as pernas.

N: é, enfia devagar, sente tudo, amor.

Fui fazendo assim, seguindo as instruções do coitado do namorado que com certeza tava se masturbando enquanto eu metia o pau na namorada dele.

F: aí, que gostoso, amor, sim, agora me fode com força, por favor, me faz gozar, quero que me encha toda.
N: claro, puta, vou deixar sua buceta cheia de porra.

Comecei a foder ela com força, os gemidos da Flor enchiam o quarto e também dava pra ouvir os do namorado dela, eu me esforçava pra não fazer barulho.

F: ai, amor, tô gozando, não para, não para, pelo amor de Deus.
N: eu também, docinho, quero te dar toda a porra.

A Flor explodiu num gemido que apertou meu pau e me fez perder o controle e gozar inteiro dentro dela.

F: ai, sim, amor, quase senti você, juro, que prazer.
N: cê não sabe como gozei, docinho, minhas mãos tão cheias de porra.
F: eu tô toda molhadinha, amor.
N: preciso desligar, tenho que ir. limpar
F: não amor, não me deixa assim, quero mais

Não deu tempo pra nada, ele já tinha desligado
F: ahhh que otário… gostou, papai?
Y: adorei, putinha, nunca tinha feito algo assim
F: eu também não, é a segunda rola que eu experimento desde que perdi a virgindade ano passado, papai
Y: hmm que delícia, pena que não fui eu que te desvirginei
F: a noite é jovem, tô com tesão e puta com meu namorado, e ainda tenho algo virgem

Enquanto dizia isso, ficou de quatro na cama e com as duas mãos abriu a bunda

F: você quer? É seu prêmio por essa tarde incrível

Nem respondi, afundei minha cara naquela raba e comecei a brincar com minha língua no buraquinho dela e na buceta que tava melada… fiquei um tempão chupando, até enfiar um dedinho na buceta dela e depois levar pro cuzinho, foi entrando aos poucos, ela tava completamente entregue, logo os dedos viraram dois e antes que a gente percebesse já tinha três dedos forçando na bunda linda dela e ela só gemia e pedia mais

F: por favor me fala que sua rola já tá dura, quero ela dentro
Y: tem que lubrificar antes, docinho
F: hmm sim, me dá, me dá a mamadeira, papai

Sem tirar meus dedos de dentro dela, aproximei minha rola da boca dela e a gente voltou a ficar num 69… ficamos assim por um tempo

F: chega, enfia em mim por favor, quero sentir uma rola na bunda, quero porra saindo do meu cu

Fiquei atrás dela, minha rola tava encharcada de tanto ela lamber, mas quis aproveitar e fazer ela desejar mais, do jeito que a gente tava, aproximei minha rola do cuzinho dela, mas deixei escorregar pela buceta dela, um suspiro de prazer escapou dela

F: hmm não papai, no cuzinho, por favor

Dei duas estocadas bem devagar e quando tirei, aproximei da bunda dela, empurrei um pouquinho e a pele dela se abriu recebendo minha cabeça

F: ai sim, que delícia
Y: dói, bebê?
F: um pouco, mas quero ela toda

Quando minha rola tava no meio, dei um tapa nela e ela me surpreendeu, jogou o corpo pra trás e minha rola afundou de vez no cuzinho dela que tinha deixado de ser virgem

F: Dioooooos, que delíciaaaa
Y: Você gosta, sua putinha? Fica quietinha assim que a bunda pequena acostuma
F: Sim, papai, o que você mandar, sou sua

Passaram-se alguns segundos e ela começou a mexer a cintura, fazendo a bundinha dela desenhar círculos com meu pau e começou a se mover pra frente e pra trás. Simplesmente ela estava devorando meu pau com aquele rabo

Depois de um tempo, quando vi que meu pau já deslizava sem problemas dentro da buceta dela, agarrei sua cintura e parei com tudo, com meu pau enterrado dentro dela

F: Quero, papai, me come, por favor
Y: Porra, duas opções: te como devagarinho ou te arrebento como a puta que você é
F: Me come forte, quero sentir dor, quero sentir ele todo

Dito isso, comecei a meter forte. No quarto, só se ouviam os gemidos abafados dela e o tapa-tapa das minhas coxas contra a bunda dela

Y: Vou gozar, bebê
F: Sim, papai, enche minha bundinha, me dá essa porra quentinha
Y: Pede, e me diz o que você é
F: Uma putinha que quer a porra dela, dá logo, dá pra essa puta a porra

Não aguentei mais e gozei, praticamente a pouca porra que ainda tinha nas bolas. Caí exausto sobre ela, os dois deitados, com meu pau ainda dentro da bundinha dela. Sentia o suor da pele dela e comecei a beijar seu pescoço enquanto nos recuperávamos. Viramos na cama, e ela ficou de costas pra mim

F: Adorei, papai, que delícia ser sua putinha
Y: Que putinha linda que eu encontrei
F: Gostou do seu prêmio, papai?
Y: Adorei, vai ter mais?
F: Sempre que eu estiver com tesão, você vai ter mais. E não se preocupa, não vou me apaixonar nem vou causar problema com sua namorada

Depois de dizer isso, ela tirou meu pau da bundinha, que já começava a amolecer, e passou ele pela buceta

F: Que delícia isso, vamos tomar banho, quer?
Y: O que você quiser, putinha

Entramos juntos no chuveiro e, entre beijos e carícias, fomos nos ensaboando. Obviamente, meu pau reagiu e ficou duro de novo, o que fez com que ela montasse em mim outra vez e começasse a me cavalgar até os dois gozarmos pela última vez Naquela noite

Saímos do chuveiro e nos jogamos nus na cama dela, ficamos nos beijando e conversando até pegar no sono. Acordei com um barulho no quarto, era a Yanina.

Ya: Desculpa, não queria te acordar. Vi que vocês se divertiram.
Y: Você devia perguntar pra sua amiga.
Ya: Claro que vou perguntar, mas ainda assim você me deve um jantar, lindinho. Piscou um olho e saiu do quarto.
F: Olha que eu finjo muito bem que tô dormindo.
Y: Fica tranquila, bebê, não vou fazer nada com ela.
F: Se quiser, papi, pode fazer. Ela precisa mais que eu. E a chinesa nem se fala, é virgem, coitadinha.
Y: Virgem ainda, pobre.
F: Você vai conhecê-la. Se quiser ir pra casa, vai, papi, mas se quiser dormir comigo, melhor.
Y: Fico com você, Sweetie, assim te como num café da manhã gostoso.
F: Hmm, isso mesmo, papi.

Ela me deu um beijo e dormimos de conchinha.

Com a Flor, continuamos transando várias vezes e compartilhando viagens quentes de metrô. Até contei pra Dani sobre ela. Ela ficou tão excitada que me comeu igual uma fera e disse que adoraria conhecer ela e as amigas... Vamos ver o que rola. Óbvio que quando acontecer algo mais, vou contar pra vocês, crianças.

Hoje à noite vou com a Flor ao cinema, e ela disse que ia sair assim. Vamos ver se ela topa.A garota do metrô II Argentina cu

13 comentários - A garota do metrô II

Muy bueno! Excelente historia loco. Saludos y puntos
vaan28
Cccaaaaaaappppoooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!