Ouvi a Flor falando da cozinha pedindo a pizza, daí ela apareceu com duas garrafinhas de Corona e uns pedaços de queijo e umas batatinhas.
F: a gente tem que comer alguma coisa pra recuperar as forças, né?
Y: eu quero continuar te comendo, sua gostosa
F: calma, papi
Ela sentou do meu lado com as pernas encolhidas no sofá, o que me deixava ver a buceta dela ainda molhadinha, e a camisa destacava aqueles peitos lindos. A gente ficou conversando até a pizza chegar, tudo tranquilo, contamos sobre nossas vidas, eu falei que também tinha namorada, e ela disse que não tinha problema, que não queria um namorado, queria uma rola enquanto o namorado dela não a atendia.
Quando terminamos de comer, ela me levou pela primeira vez ao quarto dela, um cômodo totalmente infantil, com ursos de pelúcia e tudo.
A gente deitou se beijando na cama dela, ela tirou minha calça de novo e começou a me masturbar enquanto meus dedos entravam na buceta dela. Aos poucos, ela foi se virando até que a buceta dela ficou na minha cara, e ela enfiou toda a minha rola na boca dela. Era uma sensação incrível, ela fazia muito bem. A gente tava aproveitando ao máximo quando o celular dela começou a tocar. Ela tirou a rola da boca, olhou pra um relógio que tinha no quarto.
F: merda, meu namorado, tenho que atender
Y: deixa a secretária eletrônica atender
F: não, não, ele fica muito enjoado, desculpa, papi, mas tenho que atender
Ela saiu correndo do quarto e voltou com o celular, que começou a tocar de novo.
F: oi, gordão... sim, desculpa, é que eu tava tomando banho... bem, o trabalho bem...
Eles continuaram falando besteiras enquanto ela voltava a deitar na cama completamente nua e pegava na minha mão.
F: gordo, tô muito tesuda, não quer brincar pelo telefone?... ai sim, amor, espera que vou colocar no viva-voz pra poder me tocar tranquila... não, amor, as meninas não tão... sim, tô sozinha e peladinha, pena que não tem um homem gostoso aqui pra me aproveitar – enquanto piscava um olho pra mim.
Em seguida, ela colocou o telefone na cama, me Fez o gesto de silêncio e pela primeira vez ouvi a voz do namorado dela.
N: Então tá peladinha? Que puta que você é.
F: Muito puta, docinho, chupa minha buceta – enquanto se deitava de barriga pra cima na cama, e eu entendi na hora.
O namorado dela começou a narrar tudo que faria com ela e eu ia fazendo, a situação me excitava também. Primeiro chupei os peitos dela, fui descendo até chupar a buceta de novo, os gemidos dela saíam lindos.
F: Quero chupar seu pau, me dá.
N: Chupa, puta, sei que você adora.
F: Sim, vem, me dá.
Me aproximei dela e ela começou a chupar meu pau.
F: Hummm, que gostoso, papai – disse com meu pau na boca.
N: Tá enfiando alguma coisa na boca, puta? Que pena que não é meu pau.
F: É, pena, mas não importa.
Continuou chupando por um bom tempo enquanto eu curtia em silêncio aquela situação doentia.
N: E que tal enfiar isso que você tem na boca na sua buceta pra não sentir tanta falta de mim?
F: Adoro, vou te contar um segredo, há pouco já enfiei e curti muito, tô muito tesuda, amor.
Desci enquanto beijava o corpo dela e ela abriu as pernas.
N: É, enfia devagar, sente tudo, amor.
Fui fazendo assim, seguindo as instruções do coitado do namorado que com certeza tava se masturbando enquanto eu metia o pau na namorada dele.
F: Aí, que gostoso, sim, agora me fode forte, por favor, me faz gozar, quero que me encha toda.
N: Claro, puta, vou deixar sua buceta cheia de porra.
Comecei a foder ela forte, os gemidos da Flor enchiam o quarto e também dava pra ouvir os do namorado dela, eu me esforçava pra não fazer barulho.
F: Ai, amor, tô gozando, não para, não para, pelo amor de Deus.
N: Eu também, docinho, quero te dar toda a porra.
Flor explodiu num gemido que apertou meu pau e me fez perder o controle e gozar completamente dentro dela.
F: Ai, sim, amor, quase senti você, juro, que prazer.
N: Você não sabe como gozei, docinho, minhas mãos tão cheias de porra.
F: Eu tô toda molhadinha, amor.
N: Preciso desligar, tenho que ir. limpar
F: no love, não me deixa assim, quero mais
Não deu tempo pra nada, ele já tinha desligado
F: ahhh que otário… gostou, papi?
Y: amei, putinha, nunca tinha feito algo assim
F: eu também não, você é a segunda rola que eu experimento desde que perdi a virgindade ano passado, papi
Y: mmm que delícia, pena que não fui eu quem te desvirginou
F: a noite é jovem, tô com tesão e puta com meu namorado, e ainda tenho algo virgem
Enquanto dizia isso, se ajoelhou de quatro na cama e com as duas mãos abriu a bunda
F: quer? É seu prêmio por essa tarde incrível
Nem respondi, afundei minha cara naquela bunda e comecei a brincar com minha língua no buraquinho dela e na buceta que tava molhada… fiquei um tempo chupando, até que enfiei um dedinho na buceta dela e depois levei pra bundinha dela, aos poucos foi entrando, ela tava completamente entregue, logo os dedos viraram dois e antes que a gente percebesse já tinha três dedos forçando na bunda linda dela e ela só gemia e pedia mais
F: por favor me fala que sua rola já tá dura, quero ela dentro
Y: tem que lubrificar antes, docinho
F: mmm sim, me dá, me dá a mamadeira, papi
Sem tirar meus dedos de dentro dela, aproximei minha rola da boca dela e a gente voltou a ficar num 69… ficamos um tempão assim
F: chega, enfia em mim por favor, quero sentir uma rola na bunda, quero porra saindo do meu cu
Fiquei atrás dela, minha rola tava encharcada da lambida dela, mas quis aproveitar e fazer ela desejar mais, assim como estávamos, aproximei minha rola da bundinha dela, mas deixei passar pela buceta dela, um suspiro de prazer escapou dela
F: mmm não, papi, na bundinha, por favor
Dei duas estocadas bem devagar e quando tirei, aproximei da bunda dela, empurrei um pouquinho e a pele dela se abriu recebendo minha cabeça
F: ai sim, meu deus, que delícia
Y: dói, bebê?
F: um pouco, mas quero ela toda
Quando minha rola tava na metade, dei um tapa nela e ela me surpreendeu, jogou o corpo pra trás e minha rola afundou completamente na bundinha dela que tinha deixado de ser virgem
F: Dioooooos que delíciaaaa
Y: Você gosta, putinha? Fica quietinha assim que a bunda pequena acostuma
F: Sim, papai, o que você disser, sou sua
Passaram alguns segundos e ela começou a mexer a cintura, fazendo a bundinha dela desenhar círculos com meu pau e começou a se mover pra trás e pra frente. Simplesmente ela estava devorando meu pau com a bunda dela
Depois de um tempo, quando vi que meu pau já deslizava sem problemas dentro da buceta dela, agarrei ela pela cintura e parei com tudo, com meu pau inteiro dentro dela
F: Quero, papai, me come, por favor
Y: Porra, duas opções: te como devagarzinho ou te arrebento igual à putinha que você é
F: Me come forte, quero que doa, quero sentir ele todo
Dito isso, comecei a comer ela com força, no quarto só se ouviam os gemidos abafados dela e o tapa-tapa das minhas coxas contra a bunda dela
Y: Vou gozar, bebê
F: Sim, papai, enche a bundinha, me dá a porra quentinha
Y: Pede, e me fala o que você é
F: Uma putinha que quer a porra dela, dá, dá pra essa putinha a porra
Não aguentei mais e gozei, praticamente a pouca porra que ainda tinha nas bolas. Caí exausto em cima dela, os dois deitados, com meu pau ainda dentro da bunda dela, sentia o suor na pele dela e comecei a beijar o pescoço dela enquanto os dois se recuperavam. Viramos na cama, ela ficou de costas em cima de mim
F: Adorei, papai, que delícia ser sua putinha
Y: Que putinha linda que eu encontrei
F: Gostou do seu prêmio, papai?
Y: Adorei, vai ter mais?
F: Sempre que eu estiver com tesão, vai ter mais, e não se preocupa, não vou me apaixonar nem vou fazer fofoca com sua namorada
Depois de dizer isso, ela tirou meu pau da bundinha, que já começava a perder a força, e passou ele na buceta
F: Que gostoso isso, vamos tomar banho, quer?
Y: O que você quiser, putinha
Entramos juntos no chuveiro e, entre beijos e carícias, fomos nos ensaboando. Obviamente, meu pau reagiu e ficou duro de novo, o que fez com que ela subisse em cima de mim de novo e começasse a me comer até os dois gozarem pela última vez Naquela noite
Saímos do chuveiro e nos jogamos nus na cama dela, ficamos nos beijando e conversando até pegar no sono. Acordei com um barulho no quarto, era a Yanina.
Ya: Desculpa, não queria te acordar. Vejo que vocês se divertiram.
Y: Você devia perguntar pra sua amiga.
Ya: Claro que vou perguntar, mas ainda assim você me deve um jantar, lindão. Piscou um olho e saiu do quarto.
F: Olha que eu finjo muito bem que tô dormindo.
Y: Fica tranquila, bebê, não vou fazer nada com ela.
F: Faz sim, pai, ela precisa mais que eu. E a chinesa nem te conto, é virgem, coitadinha.
Y: Virgem ainda, pobre.
F: Você vai conhecê-la. Se quiser ir pra casa, vai, pai, mas se quiser dormir comigo, melhor.
Y: Fico com você, Sweetie, assim te mando um tasty café da manhã.
F: Humm, sim, goza em mim, pai.
Ela me deu um beijo e dormimos de conchinha.
Com a Flor, continuamos transando várias vezes e compartilhando viagens quentes de metrô. Até contei pra Dani sobre ela. Ela ficou tão excitada que me comeu como uma besta e disse que adoraria conhecer ela e as amigas... Já vamos ver o que rola. Óbvio que quando acontecer algo mais, vou contar pra vocês, crianças e crianças.
Hoje à noite vamos com a Flor ao cinema, e ela disse que ia sair assim. Vamos ver se ela se anima.
F: a gente tem que comer alguma coisa pra recuperar as forças, né?
Y: eu quero continuar te comendo, sua gostosa
F: calma, papi
Ela sentou do meu lado com as pernas encolhidas no sofá, o que me deixava ver a buceta dela ainda molhadinha, e a camisa destacava aqueles peitos lindos. A gente ficou conversando até a pizza chegar, tudo tranquilo, contamos sobre nossas vidas, eu falei que também tinha namorada, e ela disse que não tinha problema, que não queria um namorado, queria uma rola enquanto o namorado dela não a atendia.
Quando terminamos de comer, ela me levou pela primeira vez ao quarto dela, um cômodo totalmente infantil, com ursos de pelúcia e tudo.
A gente deitou se beijando na cama dela, ela tirou minha calça de novo e começou a me masturbar enquanto meus dedos entravam na buceta dela. Aos poucos, ela foi se virando até que a buceta dela ficou na minha cara, e ela enfiou toda a minha rola na boca dela. Era uma sensação incrível, ela fazia muito bem. A gente tava aproveitando ao máximo quando o celular dela começou a tocar. Ela tirou a rola da boca, olhou pra um relógio que tinha no quarto.
F: merda, meu namorado, tenho que atender
Y: deixa a secretária eletrônica atender
F: não, não, ele fica muito enjoado, desculpa, papi, mas tenho que atender
Ela saiu correndo do quarto e voltou com o celular, que começou a tocar de novo.
F: oi, gordão... sim, desculpa, é que eu tava tomando banho... bem, o trabalho bem...
Eles continuaram falando besteiras enquanto ela voltava a deitar na cama completamente nua e pegava na minha mão.
F: gordo, tô muito tesuda, não quer brincar pelo telefone?... ai sim, amor, espera que vou colocar no viva-voz pra poder me tocar tranquila... não, amor, as meninas não tão... sim, tô sozinha e peladinha, pena que não tem um homem gostoso aqui pra me aproveitar – enquanto piscava um olho pra mim.
Em seguida, ela colocou o telefone na cama, me Fez o gesto de silêncio e pela primeira vez ouvi a voz do namorado dela.
N: Então tá peladinha? Que puta que você é.
F: Muito puta, docinho, chupa minha buceta – enquanto se deitava de barriga pra cima na cama, e eu entendi na hora.
O namorado dela começou a narrar tudo que faria com ela e eu ia fazendo, a situação me excitava também. Primeiro chupei os peitos dela, fui descendo até chupar a buceta de novo, os gemidos dela saíam lindos.
F: Quero chupar seu pau, me dá.
N: Chupa, puta, sei que você adora.
F: Sim, vem, me dá.
Me aproximei dela e ela começou a chupar meu pau.
F: Hummm, que gostoso, papai – disse com meu pau na boca.
N: Tá enfiando alguma coisa na boca, puta? Que pena que não é meu pau.
F: É, pena, mas não importa.
Continuou chupando por um bom tempo enquanto eu curtia em silêncio aquela situação doentia.
N: E que tal enfiar isso que você tem na boca na sua buceta pra não sentir tanta falta de mim?
F: Adoro, vou te contar um segredo, há pouco já enfiei e curti muito, tô muito tesuda, amor.
Desci enquanto beijava o corpo dela e ela abriu as pernas.
N: É, enfia devagar, sente tudo, amor.
Fui fazendo assim, seguindo as instruções do coitado do namorado que com certeza tava se masturbando enquanto eu metia o pau na namorada dele.
F: Aí, que gostoso, sim, agora me fode forte, por favor, me faz gozar, quero que me encha toda.
N: Claro, puta, vou deixar sua buceta cheia de porra.
Comecei a foder ela forte, os gemidos da Flor enchiam o quarto e também dava pra ouvir os do namorado dela, eu me esforçava pra não fazer barulho.
F: Ai, amor, tô gozando, não para, não para, pelo amor de Deus.
N: Eu também, docinho, quero te dar toda a porra.
Flor explodiu num gemido que apertou meu pau e me fez perder o controle e gozar completamente dentro dela.
F: Ai, sim, amor, quase senti você, juro, que prazer.
N: Você não sabe como gozei, docinho, minhas mãos tão cheias de porra.
F: Eu tô toda molhadinha, amor.
N: Preciso desligar, tenho que ir. limpar
F: no love, não me deixa assim, quero mais
Não deu tempo pra nada, ele já tinha desligado
F: ahhh que otário… gostou, papi?
Y: amei, putinha, nunca tinha feito algo assim
F: eu também não, você é a segunda rola que eu experimento desde que perdi a virgindade ano passado, papi
Y: mmm que delícia, pena que não fui eu quem te desvirginou
F: a noite é jovem, tô com tesão e puta com meu namorado, e ainda tenho algo virgem
Enquanto dizia isso, se ajoelhou de quatro na cama e com as duas mãos abriu a bunda
F: quer? É seu prêmio por essa tarde incrível
Nem respondi, afundei minha cara naquela bunda e comecei a brincar com minha língua no buraquinho dela e na buceta que tava molhada… fiquei um tempo chupando, até que enfiei um dedinho na buceta dela e depois levei pra bundinha dela, aos poucos foi entrando, ela tava completamente entregue, logo os dedos viraram dois e antes que a gente percebesse já tinha três dedos forçando na bunda linda dela e ela só gemia e pedia mais
F: por favor me fala que sua rola já tá dura, quero ela dentro
Y: tem que lubrificar antes, docinho
F: mmm sim, me dá, me dá a mamadeira, papi
Sem tirar meus dedos de dentro dela, aproximei minha rola da boca dela e a gente voltou a ficar num 69… ficamos um tempão assim
F: chega, enfia em mim por favor, quero sentir uma rola na bunda, quero porra saindo do meu cu
Fiquei atrás dela, minha rola tava encharcada da lambida dela, mas quis aproveitar e fazer ela desejar mais, assim como estávamos, aproximei minha rola da bundinha dela, mas deixei passar pela buceta dela, um suspiro de prazer escapou dela
F: mmm não, papi, na bundinha, por favor
Dei duas estocadas bem devagar e quando tirei, aproximei da bunda dela, empurrei um pouquinho e a pele dela se abriu recebendo minha cabeça
F: ai sim, meu deus, que delícia
Y: dói, bebê?
F: um pouco, mas quero ela toda
Quando minha rola tava na metade, dei um tapa nela e ela me surpreendeu, jogou o corpo pra trás e minha rola afundou completamente na bundinha dela que tinha deixado de ser virgem
F: Dioooooos que delíciaaaa
Y: Você gosta, putinha? Fica quietinha assim que a bunda pequena acostuma
F: Sim, papai, o que você disser, sou sua
Passaram alguns segundos e ela começou a mexer a cintura, fazendo a bundinha dela desenhar círculos com meu pau e começou a se mover pra trás e pra frente. Simplesmente ela estava devorando meu pau com a bunda dela
Depois de um tempo, quando vi que meu pau já deslizava sem problemas dentro da buceta dela, agarrei ela pela cintura e parei com tudo, com meu pau inteiro dentro dela
F: Quero, papai, me come, por favor
Y: Porra, duas opções: te como devagarzinho ou te arrebento igual à putinha que você é
F: Me come forte, quero que doa, quero sentir ele todo
Dito isso, comecei a comer ela com força, no quarto só se ouviam os gemidos abafados dela e o tapa-tapa das minhas coxas contra a bunda dela
Y: Vou gozar, bebê
F: Sim, papai, enche a bundinha, me dá a porra quentinha
Y: Pede, e me fala o que você é
F: Uma putinha que quer a porra dela, dá, dá pra essa putinha a porra
Não aguentei mais e gozei, praticamente a pouca porra que ainda tinha nas bolas. Caí exausto em cima dela, os dois deitados, com meu pau ainda dentro da bunda dela, sentia o suor na pele dela e comecei a beijar o pescoço dela enquanto os dois se recuperavam. Viramos na cama, ela ficou de costas em cima de mim
F: Adorei, papai, que delícia ser sua putinha
Y: Que putinha linda que eu encontrei
F: Gostou do seu prêmio, papai?
Y: Adorei, vai ter mais?
F: Sempre que eu estiver com tesão, vai ter mais, e não se preocupa, não vou me apaixonar nem vou fazer fofoca com sua namorada
Depois de dizer isso, ela tirou meu pau da bundinha, que já começava a perder a força, e passou ele na buceta
F: Que gostoso isso, vamos tomar banho, quer?
Y: O que você quiser, putinha
Entramos juntos no chuveiro e, entre beijos e carícias, fomos nos ensaboando. Obviamente, meu pau reagiu e ficou duro de novo, o que fez com que ela subisse em cima de mim de novo e começasse a me comer até os dois gozarem pela última vez Naquela noite
Saímos do chuveiro e nos jogamos nus na cama dela, ficamos nos beijando e conversando até pegar no sono. Acordei com um barulho no quarto, era a Yanina.
Ya: Desculpa, não queria te acordar. Vejo que vocês se divertiram.
Y: Você devia perguntar pra sua amiga.
Ya: Claro que vou perguntar, mas ainda assim você me deve um jantar, lindão. Piscou um olho e saiu do quarto.
F: Olha que eu finjo muito bem que tô dormindo.
Y: Fica tranquila, bebê, não vou fazer nada com ela.
F: Faz sim, pai, ela precisa mais que eu. E a chinesa nem te conto, é virgem, coitadinha.
Y: Virgem ainda, pobre.
F: Você vai conhecê-la. Se quiser ir pra casa, vai, pai, mas se quiser dormir comigo, melhor.
Y: Fico com você, Sweetie, assim te mando um tasty café da manhã.
F: Humm, sim, goza em mim, pai.
Ela me deu um beijo e dormimos de conchinha.
Com a Flor, continuamos transando várias vezes e compartilhando viagens quentes de metrô. Até contei pra Dani sobre ela. Ela ficou tão excitada que me comeu como uma besta e disse que adoraria conhecer ela e as amigas... Já vamos ver o que rola. Óbvio que quando acontecer algo mais, vou contar pra vocês, crianças e crianças.
Hoje à noite vamos com a Flor ao cinema, e ela disse que ia sair assim. Vamos ver se ela se anima.
13 comentários - A garota do metrô II
Pasate x los mios