Samanta (borrador)

Samanta (rascunho 1)
Capítulo 1
Sábado à tarde.
A maioria das pessoas tem alguma coisa pra fazer, especialmente quem tem o costume de fazer coisas em família.
Meu caso é diferente: minha família quer sair, eu quero ficar; minha família quer ficar, eu quero sair.
Faz bastante calor nessa época do ano, o que faz as mulheres usarem roupas mais soltas, coladas no corpo ou com partes mais descobertas. Fenômeno aproveitado pelos homens pra fantasiar a cada passo.
No meu caso, eu gosto de mulheres voluptuosas, com peitos grandes, uma bunda boa e um rosto bonito, nessa ordem.
Esse sábado minha família tinha que sair, mas não saiu, me vejo obrigado a sair pra qualquer lugar. Meu "qualquer lugar" começa num parque, não tem muito o que ver, mas posso ficar sozinho. Acendo um cigarro, enquanto observo que na grama brincam garotos e garotas quase da minha idade. Dá pra ver que se divertem. Isso não é a minha praia.
Eles teriam passado despercebidos, se não fosse pela Samanta, uma garota linda de proporções eróticas, usando um short que mostrava sua bunda perfeita, e ao correr seus peitos balançavam como se me convidassem a observá-los. Fico atônito, mas tento disfarçar a ereção involuntária que ela me causou. Me sento perto e acendo outro cigarro, enquanto a observo. De vez em quando ela vira pra me olhar e sorri, não percebe que tento despir ela com os olhos.
Esse dia passa, eu não teria sabido o nome dela, se não fosse porque uma amiga gritou por ela. Vou tentar a sorte na semana que vem.
Me tranco no meu quarto e ligo o computador pra buscar alguma pornografia, mas dessa vez preciso de algo específico, preciso ver uma que se pareça com a Samanta, meus desejos vão pra aquela figura, aquelas formas que me enlouquecem. Encontro uma e começo a me masturbar, com tanto prazer e com um orgasmo como não tinha há tempos.

Capítulo 2
Já são 3 sábados seguidos que eu a vejo e sonho com ela, mas não me animo a falar com ela. Vejo no seu olhar que ela sabe que eu quero conhecê-la, mas não tenho coragem.
Não sou tímido, tive minha primeira namorada aos 12 e minha primeira relação sexual aos 13, mas dessa vez, me deparei com uma fantasia que nem sabia que tinha.
Hoje tem que ser o dia.

Dessa vez não tem ninguém no parque, estou sozinho e espero, de tanta emoção esqueci meus cigarros, então fico mais nervoso. Um sentimento de vazio vai tomando conta de mim.

Volto pra casa e não tenho vontade nem de me masturbar, ela não estava, ela não veio. Nunca contei pra ela, mas de certa forma, era tipo meu encontro de sábado.
A noite fica muito longa, então me dá na telha de procurá-la no Facebook (que gênio), busco por Samanta, e vou olhando perfil por perfil, cara por cara. Três horas e nada, não aparece ninguém nem parecido. Fico muito frustrado, mas do nada, entre os contatos de um amigo vejo a foto dela.
Acho incrível, adiciono sem pensar (péssima decisão), aí me toco que não conheço ela de nada.
Passo horas pensando em que mensagem mandar pra ela me aceitar, e não me vem nada.
Então me ocorre uma ideia, dizer algo tão besta, que talvez funcione: “Oi, você é linda, queria te dizer que, hmmmm hmmmm hmmmm… Você gosta de pão?”
Ela demora meio dia pra responder e a resposta é: “kkkkkkk, quem é você?”

Capítulo 3

De conversa em conversa, a gente acaba se encontrando.

E é nessa hora, quando ela vai embora e eu posso ver a bunda dela se afastando, que eu fico mais excitado. Mas como eu digo pra alguém que acabei de conhecer, que a bunda dela me deixa com tesão?
Quanto mais eu vejo, mais excitado fico, toda hora descubro uma parte dela que me deixa com mais tesão, e não sei o que fazer.
Da última vez fomos tomar sorvete, e quando ela deu a primeira colherada, naquele dia de calor, vi a satisfação nos olhos dela e os lábios se contraindo na colher. Caralho, tudo o que ela faz me excita.
Um dia a gente entrou num micro-ônibus e tava lotado, subimos os dois e entre os empurrões ficamos com ela de costas pra mim. Pra mim. A bunda dela estava na direção do meu quadril, tentei não fazer contato, mas o ônibus balançava muito. Ela parecia não se importar, mas meu pau estava duro, sei que ela percebeu, ou talvez não. Mas em um desses balanços, me pareceu que ela empurrou a bunda contra meu quadril. No final descemos e nos despedimos.

Essa mesma noite estava tão excitado que liguei para uma ex, uma que eu transava sempre. Ela veio, pensou que seria como sempre, mas desde que conheci a Samanta, nada nunca mais seria "como sempre". Fiz com tanta fúria que seus gemidos foram ouvidos em todo o quarteirão. No dia seguinte meus vizinhos acharam que estavam batendo em alguém, me deu risada.

Em uma semana, foi minha ex quem me ligou, mas não fui. Meus desejos estavam com Samanta.



Capítulo 4
Não aguento mais, tenho que dizer a ela.
Nesse dia, combinei com Samanta de assistir um filme. Meu objetivo é seduzi-la, não sei como, mas tenho que fazer.
Samanta vem com um vestido bem solto, o que automaticamente me provoca uma ereção desconfortável (olha o Don Juan).
Nos sentamos no sofá para ver o filme. Não sei como começar, então me ocorre apoiar minha cabeça no colo dela. Ela não parece se importar, e em um momento viro minha cabeça e sem querer, meu nariz encontra seu monte de vênus. Ardo de excitação e minha respiração fica mais marcada. Mais uma vez, ela não diz nada.
Tento sair dessa posição, mas a única coisa que faço é enfiar mais meu nariz na sua virilha, ela acaricia meu cabelo, não deve ter notado.
Me sento novamente, para acomodar minha ereção, e ela se levanta para ir servir um copo de refrigerante, me oferece um, obviamente aceito (vamos ver se isso me acalma).

Ela volta ao sofá, e como se fosse algo natural, da minha posição sentada, seguro sua cintura com as duas mãos, para guiá-la a sentar na minha perna, ela me olha meio confusa, simplesmente digo "não tem nada de errado, senta", ela deixa acontecer, e senta na minha perna. Estou no paraíso. Minha mão está na cintura dela, a centímetros da sua bunda. Então começo a acariciar em círculos a parte baixa das suas costas, enquanto sinto a virilha dela começar a esquentar na minha coxa. Viro ela para ver seu rosto, enquanto minha mão toma conta de uma das suas nádegas para acariciar até chegar no meio da sua bunda. Ela começa a suar, chegou meu dia.

Capítulo 5.

Estou abraçado ao corpo dela, enquanto beijo sua boca, minhas mãos tiram o vestido solto que ela trouxe. Tiro com facilidade a parte de cima, o que revela seus seios, um espetáculo de deleite para meus olhos. Então beijo seu pescoço e desço até chegar nos seus seios, os quais beijo e chupo com entusiasmo. Enquanto uma das minhas mãos desce suavemente, até encontrar sua buceta, então a acaricio com a ponta dos dedos em círculos, enquanto sinto meus dedos se encherem da sua umidade, o que me excita ainda mais.

Afasto ela do meu joelho para tirar o short e a cueca, para mostrar meu pau ereto. Ela não diz nada, só olha. Pego sua mão, enquanto a beijo e faço ela apertar, ela sabe que tem que esfregar, e faz com timidez, mas melhora a cada momento.

Com firmeza vou guiando ela para deitar de costas, enquanto ela não solta meu pau, parece que não quer largar. Tiro da mão dela, e a beijo, desde a boca, desço pelos seus seios (fico 10 minutos de mamilo a mamilo), passo pelo seu ventre (ela sabe para onde vou, tenta me deter, mas só consegue acariciar minha cabeça, enquanto desço), enfim, me encontro novamente com sua vagina, mas desta vez pele com pele.

Sinto o aroma da sua umidade, o que me excita ainda mais. Então de beijar seus lábios vaginais passo a chupá-los com força, enquanto meus dedos abrem caminho pela sua vagina, penetrando-a. Ela tenta disfarçar seus gemidos, mas não consegue conter. É quando meto minha língua na sua vagina que ela geme descontroladamente. Então ela me... acontece algo melhor, com a umidade da sua buceta, uso meu dedo para lubrificar seu cu. No começo devagar (em círculos), e aumento a velocidade, enquanto minha língua encontra seu clitóris, onde eu lambo como se ela fosse gozar. Meu dedo consegue entrar no seu cu. Ela amassa os próprios seios, com muito entusiasmo, enquanto seu ânus é penetrado por dois dedos. Ela só geme e de vez em quando acaricia minha cabeça. E de repente, ela tem um orgasmo, suas pernas tremem descontroladamente, tentando apertar minha cabeça.

Capítulo 6

Aproveito seu êxtase para enfiar dentro da sua buceta de uma maneira brutal. Está tão molhada que é fácil, sinto com meu pau que está fervendo por dentro, os tremores dela fazem a buceta contrair, o que me excita ainda mais, então ela me olha nos olhos meio sem jeito. Estou dentro dela, e ela mal percebe.

Continuo penetrando, enquanto a beijo e meto minha língua para encontrar a dela. É como se nossos corpos lutassem para se combinar e serem apenas um. Ela me prende com as pernas, me empurrando para dentro dela. Não aguento mais, estou no limite, e ejaculo com tanta força que ela sente a pressão da minha porra dentro dela. Ela só geme, parece gostar.

Tiro de dentro dela ainda meio ereto, ela respira como se tivesse acabado de correr, e a surpreendo com o pau duro na cara, ela afasta com a mão. Então digo: "chupa que você vai ter mais", ela sorri e começa a chupar, faz de um jeito que meu pau parece ter crescido.

Enquanto beija, lambe e chupa, suas mãos estão brincando com minhas bolas, amassando e de vez em quando colocando na boca.

Então digo que é hora de ela ficar de quatro.

Ela faz sem hesitar, então tento enfiar no seu cu. Não parece ceder fácil, então peço que ela abra com as mãos, ela obedece e consigo penetrar.

Sinto que dói um pouco, mas seu ânus aperta meu pau a ponto de parecer que vai arrancar.

Então começo a me mexer, suavemente, aumentando o ritmo aos poucos. E em alguns minutos, me vejo metendo e tirando, como se nunca tivesse sido difícil. Ela geme com muito prazer. E eu a possuo e a embalo com muito vigor, os sons das batidas são muito fortes, e então dou uns tapas fortes na bunda dela, até ver suas nádegas brancas bem vermelhas.

O momento final se aproxima, sinto que o tremor nela está chegando. Viro ela rapidamente.

Então penetro sua buceta com mais intensidade, e nossos orgasmos chegam ao mesmo tempo. Tudo fica turvo, parece que nossos espasmos e tremores, resultado do orgasmo, nos transportam para o paraíso.

2 comentários - Samanta (borrador)

Wow... un Delicioso Concepto de erotismo..... Ok... me pereció cómo un Diario.... Pero es Claro
de Principio así aclaras... BORRADOR....... más de 440 visitas atrás y no entendieron... vaya..
espero regresen... jajaja.. besos @ArKtOrluS....