Bom, amigos, hoje vou contar minha história que me devolveu a vontade de viver. Por que digo isso? Porque eu tava afundado numa crise mental, sentindo que minha vida era igual a de uma máquina. Só fazia trabalhar 12 horas, ir pra casa, trabalhar mais umas horas, passar uns minutinhos com a família e finalmente ir dormir pra recomeçar tudo no dia seguinte.
Um dia, me chamaram junto com mais dois colegas pra avisar que iam fazer uma série de treinamentos e precisavam saber onde a gente tava fraco pra contratar um curso naquela área. Eu trabalho com Marketing.
No mês seguinte, me informaram que eu ia ser treinado em Buenos Aires, Capital, com hotel por uma semana. Ia ser um treinamento intensivo de 4 horas por dia. Eu tava muito feliz porque ia ter um espaço só pra mim e ia relaxar sozinho, coisa que não acontecia há anos — ficar mais de 1 hora só e tranquilo. Isso me animava mais que o curso. Tava muito estressado e precisava me reencontrar com minha paz interior, por mais louco que pareça, ia conseguir isso na capital federal. Eu sou de uma cidade do interior.
Quando cheguei na rodoviária do Retiro, desci do ônibus e fui saindo pelos corredores compridos até a saída. Ia olhando as vitrines, andando devagar no meio da galera, reparando nas mulheres... até que vejo uma cara conhecida sentada naqueles bancos de espera dentro da rodoviária. Não esperava ver ninguém conhecido. Era uma prima da minha mulher. Eu vi ela, mas ela não me viu. Parei um momento pra pensar se cumprimentava ou passava reto sem dar bola. Fazia muito tempo que não a via. Conhecia ela antes da minha mulher. Ela tinha uma bunda de dar inveja, mas depois que teve dois filhos, ganhou uns quilinhos a mais e perdeu aquela forma tão gostosa. Depois disso, nunca mais vi. Agora, tava mais magra e atraente. Nessa altura, ela tinha 26 anos, um ano mais nova que eu. Parei a Fiquei de olho nela, vi que ela tirou um celular e começou a falar no telefone. De repente, desabou em lágrimas e desligou, agarrando a cabeça com as duas mãos. Decidi me aproximar dela e oferecer ajuda, dentro do que estivesse ao meu alcance.
Devagar, cheguei perto dela e falei:[list]
Peguei o bilhete e fui descobrir qual era a dessa situação, claro que ela tava com tudo contra, além disso me disse que não tinha grana pra comprar outro, tava no osso. E isso me deu abertura pra tecer minha teia.
Quando cheguei no guichê, me falaram que não podiam fazer nada porque o ônibus partiu no horário e a culpa era do passageiro não chegar a tempo, tavam certos. Falei "me dá um bilhete pra depois de amanhã. Das mesmas características que esse." Paguei em dinheiro, mas não falei nada, claro que já tinha começado minha armadilha. Peguei o celular e liguei pro hotel onde ia me hospedar, perguntei se dava pra ser quarto com cama de casal, me disseram que não tinha problema, só precisava acrescentar o valor da outra pessoa no preço.
Já tinha meu plano montado, agora só faltava ela cair na minha. Fui até onde ela tava e comentei;[list]
Ela comprava roupa em Buenos Aires pra revender, andava com umas malas enormes, a gente guardou num locker e vazou.
Quando chegamos no hotel, entrei e paguei a diferença na recepção, ela percebeu mas não falou nada, já que tava sacando minha mentira. Subimos pro quarto, falei pra ela ficar à vontade e que qualquer coisa que precisasse era só avisar. Ela foi tomar banho e eu fiquei olhando pra cama enorme de casal, pensando como ia fazer pra convencer ela a dormir junto. Não acreditava no que tava rolando, mas ainda faltava completar o plano.
Ela saiu do banho e me disse que ia falar pro Carlos que ia ficar na terminal até de noite esperando um ônibus que ia demorar o dobro pra chegar no destino porque entra em cidadezinha e tem um monte de parada, é o único que deu pra comprar passagem. Ele é muito ciumento e não ia aguentar saber que ela tava ali comigo. Entre risadas tímidas e medo do marido descobrir.
Eu falei pra ela não fazer drama, que ia guardar segredo e que também precisava que ela não comentasse nada com a prima dela, ou seja, minha mulher. Assim a gente ficou de acordo nesse assunto tão importante.
Fui pro curso e ela ficou no quarto até eu voltar. Naquela tarde, saímos pra comer fora, eu tinha grana dos viáticos pra gastar à vontade, ia investir nela. A gente conversou pra caralho e deu muita risada, acho que rolou uma química forte de cara. Num momento, me senti na adolescência, porque vieram lembranças dela quando a gente ia pro colégio junto e ela tinha aquele rabo imponente que as amigas invejavam. Chegamos no hotel e, quando entramos no quarto, o silêncio tomou conta. A gente olhou pra cama, e naquela hora tocou o celular dela, era o Carlos. Ela entrou em pânico e não sabia o que fazer. Eu falei:[list]
No dia seguinte fui pro curso e já tava doido pra sair e aproveitar o dia com a Luci e dar o golpe final na minha armadilha. Tinha que jogar todas as cartas na mesa. Ela ficava lá desde as 10 da manhã até as 3, quando eu chegava do curso. Chego no quarto e ela tava vendo TV, com a cama arrumada, e vestindo uma roupa confortável: a mesma calça justa que marcava as pernas gostosas dela e a camiseta pequena e solta que ela usou na noite anterior. Quando entrei, ela falou.[list]
variedades muito yummy.
Entramos no local e pedimos uma taça de malbec com uma pequena variedade de queijos. E assim provamos vários vinhos, ficamos umas duas horas por aí. E fomos saindo devagar, conversando bem durante todo o caminho, chegamos no hotel e falei pra ela subir e ficar à vontade que em um minuto eu subia. Com certeza vocês já perceberam que meu ponto fraco era o álcool, então no bar do hotel pedi pra prepararem um drink de vodka com pêssego. Subi pro quarto, ela estava tomando banho. Em 3 minutos bateram na porta, era o garçom com os drinks. Deixei tudo preparado, ela saiu do banho e falou:
Luci: Epa! Pensei que a noite tinha acabado.
Eu: Já te falei que o tempo é curto e vamos aproveitar ao máximo, não se preocupa que amanhã voltamos à rotina os dois. (ela tinha que ir embora)
Entrei no banheiro e ela estava com o copo na mão, me disse:
Luci: Ah Lucas, desculpa, não te esperei, mil perdões.
Eu: Não pede desculpa, pelo contrário, trouxe pra gente tomar, só demorei um pouco.
Luci: Aliás, adorei esse drink, gosto mais que os vinhos, mas não tô falando que eles são ruins.
Eu: Bom, vamos brindar à nossa última noite de traição entre aspas.
Brindamos e ela tomou aquele copo e mais um. Dava pra perceber que quando falava, ria às vezes sem motivo, parecia que o álcool tinha feito um bom efeito. Em mim também, mas eu tinha o objetivo em vista. Me aproximei um pouco dela e falei entre risadas:[list]Eu: sabia que você é muito gostosa e sempre gostei de você desde que a gente terminou a escola?
Luci: haha não seja idiota, mas valeu pelo elogio.
Eu: tô falando sério e com tudo isso percebo que a gente teria sido um casal lindo.
Luci: bom, mas a gente seguiu caminhos diferentes, por algum motivo a vida nos juntou aqui. Tão longe de tudo que é nosso.
Eu: Com certeza, e claro que não vou perder minha chance.
Luci: que chance?[/list]Sem dizer mais nada, me aproximei da boca dela e beijei, senti meu coração disparar e de novo eu tava vivo, porra, tô vivo mesmo, saí daquele modo robô que eu tava vivendo, beijei ela e ela correspondeu, me abraçou e depois de uns 15 segundos senti meu pau ganhando força e apertando dentro da calça. Ela tirou a camiseta e o sutiã, deixando os dois peitos livres, eu tocava a pele macia dela, acariciava as costas enquanto beijava, ela me deu um empurrãozinho pra eu ficar de pé ao lado da cama, abaixou minha calça e minha cueca, eu não podia acreditar mas todo meu plano tinha funcionado na perfeição, tava prestes a ganhar um boquete gostoso, ela puxou meu pau duro feito um cano de aço e começou a chupar devagar, acariciava minhas bolas com a mão e me batia uma, era uma sensação incrível, ela tirava o pau da boca e falava;[list][*]Luci: cê gosta do meu jeito de agradecer? Adoro sua pica depilada.
Eu: Adoro, se for sempre assim, te ajudo em tudo.
Luci: preciso que você me dê a porra! toda a porra![/list]Meus ratos tavam a mil por hora, não aguentava mais, meu pau era uma panela de pressão, fazia 10 dias que não transava, já não aguentava mais, tive que descarregar toda minha porra na boca dela. Com muita suavidade, ela continuava chupando e limpando a porra que escorria pelo meu pau. Senti que foram uns 4 jatos fortes de porra e mais uns dois ou três um pouco mais suaves, mas saiu muita coisa. Num momento, ela abriu a boca pra enfiar bem o pau pra dentro e saiu um monte de porra da boca dela, foi muito excitante.
Eu não perdia a ereção, ficou um pouco mais mole, mas me excitava muito o que tava rolando, era tipo um final vitorioso onde aconteceu o que eu esperava. Desci e tirei a calcinha dela, deixando livre a buceta linda e toda depilada dela. Olhei e deu água na boca e no pau, mas queria admirar bem a bunda dela, que era a coisa mais sagrada que ela tinha, era o que fazia brotar a porra dos caras punheteiros da escola quando ela tinha 17 anos. Eu ajoelhado na frente da buceta dela, ela de pé, virei ela deixando a bunda nua a centímetros dos meus olhos. Não sei o que vou viver nos próximos anos, mas sei que aquela vista é uma das melhores que já vi na vida. Ela tinha uma bunda maçã incrível, a buceta toda ia pra trás deixando ver a rachinha da xota dela! Gente, sou sincero, aquela imagem era incrível, ela tinha uma postura tão sexy que me deu um desespero, não consigo descrever. Não sabia o que fazer, se chupava a pussy dela, se comia a bunda, se beijava, queria fazer tudo ao mesmo tempo, era um instinto de prazer selvagem. Como a bunda dela tava servida, enfiei o focinho dentro das nádegas, fuçei com a língua e comecei a lamber o cuzinho lindo dela. Senti tanto prazer que esqueci se ela tava gostando. Num momento, meio que voltei a mim, saí do transe sexual que tinha me tomado, e ouvi os gritos de prazer dela. Ela tava com os braços apoiados na cama, meio abaixada, com a raba entregue na minha boca. Desci uns 5 cm e dei a primeira linguada na buceta dela. Usei a palavra "buceta", e senti como ela me inundou de fluido. Com isso, foi como se eu abrisse a porta e começasse a aparecer a umidade que tinha ali dentro — ela estava muito excitada. Isso facilitava as coisas naquela posição um pouco desconfortável. Foi incrível como ela me molhou até as bochechas de tanta excitação. Chupei e continuei chupando a buceta dela até sentir que as pernas dela amoleceram, e um tremor no corpo todo fez ela perder o equilíbrio e o controle. Foi um gozão dela — um jorro incontrolável de urina teria sido a cereja do bolo.
Aí é quando eu me levanto, ela se deita de barriga pra cima na cama, pega meu pau duro com a mão dela e enfia só a cabeça. A gente estava tão molhado que era extremamente suave. Eu ia penetrar devagar pra sentir cada centímetro da buceta dela. Empurrei de pouco em pouco e entrou como se fosse a medida certa. Cada vez que eu ia entrando, sentia a pressão daquela buceta deliciosa, com aquele gosto gostoso de sexo de mulher. Uma mulher foda estava me comendo, com uma bunda incrível, com um cabelo lindo. Ela tinha experiência, sabia o que fazia, sabia como aproveitar. Aquela menina da escola tinha amadurecido no sexo, e dava pra ver que pra ela e pra mim era uma experiência que mostraria que o prazer nunca se descobre por completo.
Ela gemia lindo. Cada gemido de prazer dela me dava um prazer extra. Naquele momento em que eu tava bombando, ela me diz:[list]Ela: goza dentro de mim por favor, me enche de porra igual você fez na minha boca.
Eu: Claro meu amor, você quer a porra dentro, é uma puta! A mesma garota puta que você era na escola, mas agora turbinada! E isso me deixa louco.[/list]Já não aguentava mais, não conseguia segurar o orgasmo por mais tempo, e finalmente gozei tudo dentro dela. Perdi o controle dos meus músculos, foi um orgasmo como poucos que tive na vida, carregado de mil coisas e circunstâncias que fizeram a gente acabar transando ali, eu com a Luci, depois de anos sem nos ver. Nos encontramos a mil quilômetros de nossas casas, pra nos unir no prazer, pra fugir das vidas estressadas, onde o trabalho e a família às vezes viram umas prisões psicológicas. Me senti como novo, era uma droga que tinha renovado minha alma. Não quis parecer um idiota, e não falei nada, mas senti uma atração enorme por ela. Tenho certeza que é mais pela situação que eu carregava nas costas do que por ela em si. Mas acho que nós dois sabemos que rolou uma situação perfeita. É difícil explicar, mas me senti como poucas vezes na vida.
Assim que acabei, nos abraçamos quase com lágrimas nos olhos. Pode parecer ridículo, mas nós dois desabafamos e nos libertamos. A vida adulta é foda. Eu trabalho bem, mas não sou rico. Ela vende roupas, tem um pequeno negócio no bairro dela, também não é rica e trabalha pra caramba pra se manter. A vida adulta é dura. Eu e ela nos sentimos num vazio, embora não falássemos sobre isso, deu pra perceber na cama.
No dia seguinte, acompanhei ela até o ponto de ônibus. Me arrependi de não ter comprado uma passagem pra tarde naquele momento, mas já não dava mais. A vida tinha que continuar. O que vivemos ali foi como um sonho e já tinha acabado. A única coisa que fizemos como cereja do bolo foi dar um beijo de adolescente antes dela subir no ônibus. Ela foi embora e nunca mais soube dela, porque eu nem tinha o celular dela.
Já de volta na minha cidade, depois de uns 8 meses, a vi de novo. Ela me cumprimentou como se nada tivesse acontecido. Aí entendi que o que rolou em Capital Federal ficou lá. É uma cidade que guarda uma mística única, por isso eu amo ela. E posso dizer que muitos dos meus momentos mais felizes foram lá. Foram em Capital Federal. Esse relato é mais um na lista.
Valeu pra geral pela boa energia que sempre passam nos comentários.
Um abraço!
Um dia, me chamaram junto com mais dois colegas pra avisar que iam fazer uma série de treinamentos e precisavam saber onde a gente tava fraco pra contratar um curso naquela área. Eu trabalho com Marketing.
No mês seguinte, me informaram que eu ia ser treinado em Buenos Aires, Capital, com hotel por uma semana. Ia ser um treinamento intensivo de 4 horas por dia. Eu tava muito feliz porque ia ter um espaço só pra mim e ia relaxar sozinho, coisa que não acontecia há anos — ficar mais de 1 hora só e tranquilo. Isso me animava mais que o curso. Tava muito estressado e precisava me reencontrar com minha paz interior, por mais louco que pareça, ia conseguir isso na capital federal. Eu sou de uma cidade do interior.
Quando cheguei na rodoviária do Retiro, desci do ônibus e fui saindo pelos corredores compridos até a saída. Ia olhando as vitrines, andando devagar no meio da galera, reparando nas mulheres... até que vejo uma cara conhecida sentada naqueles bancos de espera dentro da rodoviária. Não esperava ver ninguém conhecido. Era uma prima da minha mulher. Eu vi ela, mas ela não me viu. Parei um momento pra pensar se cumprimentava ou passava reto sem dar bola. Fazia muito tempo que não a via. Conhecia ela antes da minha mulher. Ela tinha uma bunda de dar inveja, mas depois que teve dois filhos, ganhou uns quilinhos a mais e perdeu aquela forma tão gostosa. Depois disso, nunca mais vi. Agora, tava mais magra e atraente. Nessa altura, ela tinha 26 anos, um ano mais nova que eu. Parei a Fiquei de olho nela, vi que ela tirou um celular e começou a falar no telefone. De repente, desabou em lágrimas e desligou, agarrando a cabeça com as duas mãos. Decidi me aproximar dela e oferecer ajuda, dentro do que estivesse ao meu alcance.
Devagar, cheguei perto dela e falei:[list]
Eu: Luci, é você?
Luci: O quê? Lucas? O que você tá fazendo aqui? Olha só onde a gente se encontra!
Eu: Pois é, o mundo é pequeno demais. Você tá bem? (ela estava chorando)
Luci: Não, na real, não tô. Tô aqui porque perdi o ônibus.
Eu: Não me diga! Que merda!
Luci: É, acabei de falar com o Carlos no telefone, ele ficou puto pra caralho (o marido dela)
Eu: Calma aí, me dá sua passagem. Vou ver se falo no guichê e vejo o que dá pra fazer.
[/list]Luci: O quê? Lucas? O que você tá fazendo aqui? Olha só onde a gente se encontra!
Eu: Pois é, o mundo é pequeno demais. Você tá bem? (ela estava chorando)
Luci: Não, na real, não tô. Tô aqui porque perdi o ônibus.
Eu: Não me diga! Que merda!
Luci: É, acabei de falar com o Carlos no telefone, ele ficou puto pra caralho (o marido dela)
Eu: Calma aí, me dá sua passagem. Vou ver se falo no guichê e vejo o que dá pra fazer.
Quando cheguei no guichê, me falaram que não podiam fazer nada porque o ônibus partiu no horário e a culpa era do passageiro não chegar a tempo, tavam certos. Falei "me dá um bilhete pra depois de amanhã. Das mesmas características que esse." Paguei em dinheiro, mas não falei nada, claro que já tinha começado minha armadilha. Peguei o celular e liguei pro hotel onde ia me hospedar, perguntei se dava pra ser quarto com cama de casal, me disseram que não tinha problema, só precisava acrescentar o valor da outra pessoa no preço.
Já tinha meu plano montado, agora só faltava ela cair na minha. Fui até onde ela tava e comentei;[list]
Eu: Lucí, olha, tenho boas notícias, consegui a passagem pra você!
Lucí: não acredito! você é meu anjo da guarda!! Que horas?
Eu: Esse é o problema, haha é pra depois de amanhã.
Lucí: ah não, Lucas! Não me fala isso, mas assim não me adianta! O que eu faço nesse tempo, onde eu fico?
Eu: Olha, não se estressa, eu vim pra um treinamento de uma semana, e a empresa reservou o hotel pra mim e um colega, mas o outro cara não veio porque teve um problema de família. Você pode ficar lá, vou falar com a recepção pra te registrarem no lugar dele.
Lucí: Sério? Não sei o que dizer, você vai mesmo me salvar a vida.
Eu: Bom, vamos nessa, assim você descansa um pouco de tudo isso.
[/list]Lucí: não acredito! você é meu anjo da guarda!! Que horas?
Eu: Esse é o problema, haha é pra depois de amanhã.
Lucí: ah não, Lucas! Não me fala isso, mas assim não me adianta! O que eu faço nesse tempo, onde eu fico?
Eu: Olha, não se estressa, eu vim pra um treinamento de uma semana, e a empresa reservou o hotel pra mim e um colega, mas o outro cara não veio porque teve um problema de família. Você pode ficar lá, vou falar com a recepção pra te registrarem no lugar dele.
Lucí: Sério? Não sei o que dizer, você vai mesmo me salvar a vida.
Eu: Bom, vamos nessa, assim você descansa um pouco de tudo isso.
Quando chegamos no hotel, entrei e paguei a diferença na recepção, ela percebeu mas não falou nada, já que tava sacando minha mentira. Subimos pro quarto, falei pra ela ficar à vontade e que qualquer coisa que precisasse era só avisar. Ela foi tomar banho e eu fiquei olhando pra cama enorme de casal, pensando como ia fazer pra convencer ela a dormir junto. Não acreditava no que tava rolando, mas ainda faltava completar o plano.
Ela saiu do banho e me disse que ia falar pro Carlos que ia ficar na terminal até de noite esperando um ônibus que ia demorar o dobro pra chegar no destino porque entra em cidadezinha e tem um monte de parada, é o único que deu pra comprar passagem. Ele é muito ciumento e não ia aguentar saber que ela tava ali comigo. Entre risadas tímidas e medo do marido descobrir.
Eu falei pra ela não fazer drama, que ia guardar segredo e que também precisava que ela não comentasse nada com a prima dela, ou seja, minha mulher. Assim a gente ficou de acordo nesse assunto tão importante.
Fui pro curso e ela ficou no quarto até eu voltar. Naquela tarde, saímos pra comer fora, eu tinha grana dos viáticos pra gastar à vontade, ia investir nela. A gente conversou pra caralho e deu muita risada, acho que rolou uma química forte de cara. Num momento, me senti na adolescência, porque vieram lembranças dela quando a gente ia pro colégio junto e ela tinha aquele rabo imponente que as amigas invejavam. Chegamos no hotel e, quando entramos no quarto, o silêncio tomou conta. A gente olhou pra cama, e naquela hora tocou o celular dela, era o Carlos. Ela entrou em pânico e não sabia o que fazer. Eu falei:[list]
Eu: calma, não se desespera, fica tranquila, não atende ele, você pode falar que tá viajando e que tava dormindo, amanhã você liga pra ele.
Luci: Tá bom, beleza.
O clima ficou tenso por causa da ligação. Fui tomar banho, depois liguei pra minha mulher, perguntei do meu filho, e tava tudo certo. Saí do banho, ela entrou pra tomar banho, eu me ajeitei um pouco, já era hora de dormir e não sabia como ia ser a parada da cama. Nessa hora, espiei pelo trinco da porta pra ver se conseguia ver ela pelada, mas não deu, a cortina do chuveiro tava fechada. Quando ela saiu, falei:
Eu: Luci, cê acha que eu durmo no chão? Mas me dá esse cobertor pra amolecer um pouco. (joguei essa pra fazer pena)
Luci: Lucas, cê é doido? Como é que você vai dormir no chão? Quem devia dormir no chão sou eu, por favor, pra mim não tem problema, tem muito espaço na cama, além disso ninguém vai ficar sabendo, não tem nada de errado em dormir.
Eu: bom, pra mim também não tem problema.
Ela vestiu uma regata justa que marcava os peitos e um shortinho super apertado que fez meu pau ficar nervoso. Deitamos, vimos TV e no final os dois dormimos e não rolou nada.
[/list]Luci: Tá bom, beleza.
O clima ficou tenso por causa da ligação. Fui tomar banho, depois liguei pra minha mulher, perguntei do meu filho, e tava tudo certo. Saí do banho, ela entrou pra tomar banho, eu me ajeitei um pouco, já era hora de dormir e não sabia como ia ser a parada da cama. Nessa hora, espiei pelo trinco da porta pra ver se conseguia ver ela pelada, mas não deu, a cortina do chuveiro tava fechada. Quando ela saiu, falei:
Eu: Luci, cê acha que eu durmo no chão? Mas me dá esse cobertor pra amolecer um pouco. (joguei essa pra fazer pena)
Luci: Lucas, cê é doido? Como é que você vai dormir no chão? Quem devia dormir no chão sou eu, por favor, pra mim não tem problema, tem muito espaço na cama, além disso ninguém vai ficar sabendo, não tem nada de errado em dormir.
Eu: bom, pra mim também não tem problema.
Ela vestiu uma regata justa que marcava os peitos e um shortinho super apertado que fez meu pau ficar nervoso. Deitamos, vimos TV e no final os dois dormimos e não rolou nada.
Lucí: Oi Lucas, tava te esperando, não gosto de ficar aqui sozinha e entediada.
Eu: bom, não se preocupa, agora a gente sai pra tomar algo, que tal?
Lucí: Acho ótimo
Ela sempre com aquela vibe boa, parecia um namoro que tava começando agora. Saímos do hotel, ela vestiu uma legging que ficava uma maravilha, tênis e uma camiseta bem estilosa. Fomos caminhar pelo centro e levei ela na vinoteca Aldos. Quando entramos, ela disse:
Luci: Esse lugar é muito bonito, mas só vejo vinho, cê quer me embebedar?
Eu: Nada disso, só quero que a gente se divirta antes de se despedir. Provavelmente nunca mais vamos ficar sozinhos como adolescentes na cidade, como se todas as nossas responsabilidades tivessem parado. Não quero perder a chance de curtir.
Luci: Que profundo! E isso que você ainda não bebeu nada, haha
Eu: bom, vamos entrar, você vai tomar um vinho que nunca vai esquecer, tem uns
[/list]Eu: bom, não se preocupa, agora a gente sai pra tomar algo, que tal?
Lucí: Acho ótimo
Ela sempre com aquela vibe boa, parecia um namoro que tava começando agora. Saímos do hotel, ela vestiu uma legging que ficava uma maravilha, tênis e uma camiseta bem estilosa. Fomos caminhar pelo centro e levei ela na vinoteca Aldos. Quando entramos, ela disse:
Luci: Esse lugar é muito bonito, mas só vejo vinho, cê quer me embebedar?
Eu: Nada disso, só quero que a gente se divirta antes de se despedir. Provavelmente nunca mais vamos ficar sozinhos como adolescentes na cidade, como se todas as nossas responsabilidades tivessem parado. Não quero perder a chance de curtir.
Luci: Que profundo! E isso que você ainda não bebeu nada, haha
Eu: bom, vamos entrar, você vai tomar um vinho que nunca vai esquecer, tem uns
Entramos no local e pedimos uma taça de malbec com uma pequena variedade de queijos. E assim provamos vários vinhos, ficamos umas duas horas por aí. E fomos saindo devagar, conversando bem durante todo o caminho, chegamos no hotel e falei pra ela subir e ficar à vontade que em um minuto eu subia. Com certeza vocês já perceberam que meu ponto fraco era o álcool, então no bar do hotel pedi pra prepararem um drink de vodka com pêssego. Subi pro quarto, ela estava tomando banho. Em 3 minutos bateram na porta, era o garçom com os drinks. Deixei tudo preparado, ela saiu do banho e falou:
Luci: Epa! Pensei que a noite tinha acabado.
Eu: Já te falei que o tempo é curto e vamos aproveitar ao máximo, não se preocupa que amanhã voltamos à rotina os dois. (ela tinha que ir embora)
Entrei no banheiro e ela estava com o copo na mão, me disse:
Luci: Ah Lucas, desculpa, não te esperei, mil perdões.
Eu: Não pede desculpa, pelo contrário, trouxe pra gente tomar, só demorei um pouco.
Luci: Aliás, adorei esse drink, gosto mais que os vinhos, mas não tô falando que eles são ruins.
Eu: Bom, vamos brindar à nossa última noite de traição entre aspas.
Brindamos e ela tomou aquele copo e mais um. Dava pra perceber que quando falava, ria às vezes sem motivo, parecia que o álcool tinha feito um bom efeito. Em mim também, mas eu tinha o objetivo em vista. Me aproximei um pouco dela e falei entre risadas:[list]Eu: sabia que você é muito gostosa e sempre gostei de você desde que a gente terminou a escola?
Luci: haha não seja idiota, mas valeu pelo elogio.
Eu: tô falando sério e com tudo isso percebo que a gente teria sido um casal lindo.
Luci: bom, mas a gente seguiu caminhos diferentes, por algum motivo a vida nos juntou aqui. Tão longe de tudo que é nosso.
Eu: Com certeza, e claro que não vou perder minha chance.
Luci: que chance?[/list]Sem dizer mais nada, me aproximei da boca dela e beijei, senti meu coração disparar e de novo eu tava vivo, porra, tô vivo mesmo, saí daquele modo robô que eu tava vivendo, beijei ela e ela correspondeu, me abraçou e depois de uns 15 segundos senti meu pau ganhando força e apertando dentro da calça. Ela tirou a camiseta e o sutiã, deixando os dois peitos livres, eu tocava a pele macia dela, acariciava as costas enquanto beijava, ela me deu um empurrãozinho pra eu ficar de pé ao lado da cama, abaixou minha calça e minha cueca, eu não podia acreditar mas todo meu plano tinha funcionado na perfeição, tava prestes a ganhar um boquete gostoso, ela puxou meu pau duro feito um cano de aço e começou a chupar devagar, acariciava minhas bolas com a mão e me batia uma, era uma sensação incrível, ela tirava o pau da boca e falava;[list][*]Luci: cê gosta do meu jeito de agradecer? Adoro sua pica depilada.
Eu: Adoro, se for sempre assim, te ajudo em tudo.
Luci: preciso que você me dê a porra! toda a porra![/list]Meus ratos tavam a mil por hora, não aguentava mais, meu pau era uma panela de pressão, fazia 10 dias que não transava, já não aguentava mais, tive que descarregar toda minha porra na boca dela. Com muita suavidade, ela continuava chupando e limpando a porra que escorria pelo meu pau. Senti que foram uns 4 jatos fortes de porra e mais uns dois ou três um pouco mais suaves, mas saiu muita coisa. Num momento, ela abriu a boca pra enfiar bem o pau pra dentro e saiu um monte de porra da boca dela, foi muito excitante.
Eu não perdia a ereção, ficou um pouco mais mole, mas me excitava muito o que tava rolando, era tipo um final vitorioso onde aconteceu o que eu esperava. Desci e tirei a calcinha dela, deixando livre a buceta linda e toda depilada dela. Olhei e deu água na boca e no pau, mas queria admirar bem a bunda dela, que era a coisa mais sagrada que ela tinha, era o que fazia brotar a porra dos caras punheteiros da escola quando ela tinha 17 anos. Eu ajoelhado na frente da buceta dela, ela de pé, virei ela deixando a bunda nua a centímetros dos meus olhos. Não sei o que vou viver nos próximos anos, mas sei que aquela vista é uma das melhores que já vi na vida. Ela tinha uma bunda maçã incrível, a buceta toda ia pra trás deixando ver a rachinha da xota dela! Gente, sou sincero, aquela imagem era incrível, ela tinha uma postura tão sexy que me deu um desespero, não consigo descrever. Não sabia o que fazer, se chupava a pussy dela, se comia a bunda, se beijava, queria fazer tudo ao mesmo tempo, era um instinto de prazer selvagem. Como a bunda dela tava servida, enfiei o focinho dentro das nádegas, fuçei com a língua e comecei a lamber o cuzinho lindo dela. Senti tanto prazer que esqueci se ela tava gostando. Num momento, meio que voltei a mim, saí do transe sexual que tinha me tomado, e ouvi os gritos de prazer dela. Ela tava com os braços apoiados na cama, meio abaixada, com a raba entregue na minha boca. Desci uns 5 cm e dei a primeira linguada na buceta dela. Usei a palavra "buceta", e senti como ela me inundou de fluido. Com isso, foi como se eu abrisse a porta e começasse a aparecer a umidade que tinha ali dentro — ela estava muito excitada. Isso facilitava as coisas naquela posição um pouco desconfortável. Foi incrível como ela me molhou até as bochechas de tanta excitação. Chupei e continuei chupando a buceta dela até sentir que as pernas dela amoleceram, e um tremor no corpo todo fez ela perder o equilíbrio e o controle. Foi um gozão dela — um jorro incontrolável de urina teria sido a cereja do bolo.
Aí é quando eu me levanto, ela se deita de barriga pra cima na cama, pega meu pau duro com a mão dela e enfia só a cabeça. A gente estava tão molhado que era extremamente suave. Eu ia penetrar devagar pra sentir cada centímetro da buceta dela. Empurrei de pouco em pouco e entrou como se fosse a medida certa. Cada vez que eu ia entrando, sentia a pressão daquela buceta deliciosa, com aquele gosto gostoso de sexo de mulher. Uma mulher foda estava me comendo, com uma bunda incrível, com um cabelo lindo. Ela tinha experiência, sabia o que fazia, sabia como aproveitar. Aquela menina da escola tinha amadurecido no sexo, e dava pra ver que pra ela e pra mim era uma experiência que mostraria que o prazer nunca se descobre por completo.
Ela gemia lindo. Cada gemido de prazer dela me dava um prazer extra. Naquele momento em que eu tava bombando, ela me diz:[list]Ela: goza dentro de mim por favor, me enche de porra igual você fez na minha boca.
Eu: Claro meu amor, você quer a porra dentro, é uma puta! A mesma garota puta que você era na escola, mas agora turbinada! E isso me deixa louco.[/list]Já não aguentava mais, não conseguia segurar o orgasmo por mais tempo, e finalmente gozei tudo dentro dela. Perdi o controle dos meus músculos, foi um orgasmo como poucos que tive na vida, carregado de mil coisas e circunstâncias que fizeram a gente acabar transando ali, eu com a Luci, depois de anos sem nos ver. Nos encontramos a mil quilômetros de nossas casas, pra nos unir no prazer, pra fugir das vidas estressadas, onde o trabalho e a família às vezes viram umas prisões psicológicas. Me senti como novo, era uma droga que tinha renovado minha alma. Não quis parecer um idiota, e não falei nada, mas senti uma atração enorme por ela. Tenho certeza que é mais pela situação que eu carregava nas costas do que por ela em si. Mas acho que nós dois sabemos que rolou uma situação perfeita. É difícil explicar, mas me senti como poucas vezes na vida.
Assim que acabei, nos abraçamos quase com lágrimas nos olhos. Pode parecer ridículo, mas nós dois desabafamos e nos libertamos. A vida adulta é foda. Eu trabalho bem, mas não sou rico. Ela vende roupas, tem um pequeno negócio no bairro dela, também não é rica e trabalha pra caramba pra se manter. A vida adulta é dura. Eu e ela nos sentimos num vazio, embora não falássemos sobre isso, deu pra perceber na cama.
No dia seguinte, acompanhei ela até o ponto de ônibus. Me arrependi de não ter comprado uma passagem pra tarde naquele momento, mas já não dava mais. A vida tinha que continuar. O que vivemos ali foi como um sonho e já tinha acabado. A única coisa que fizemos como cereja do bolo foi dar um beijo de adolescente antes dela subir no ônibus. Ela foi embora e nunca mais soube dela, porque eu nem tinha o celular dela.
Já de volta na minha cidade, depois de uns 8 meses, a vi de novo. Ela me cumprimentou como se nada tivesse acontecido. Aí entendi que o que rolou em Capital Federal ficou lá. É uma cidade que guarda uma mística única, por isso eu amo ela. E posso dizer que muitos dos meus momentos mais felizes foram lá. Foram em Capital Federal. Esse relato é mais um na lista.
Valeu pra geral pela boa energia que sempre passam nos comentários.
Um abraço!
8 comentários - A prima gostosa da minha esposa
Qué buena historia señor, me transportó a recuerdos vividos, muy bien relatado, un lujo!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
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