la niña del subte

Vou contar uma coisa que aconteceu comigo na sexta-feira e foi muito boa. Faz umas semanas que tô fazendo uns trampos no CCK, por isso tive que voltar a pegar o metrô, transporte que sempre odiei. Nos primeiros dias sofri, depois comecei a curtir a vista, as minas gostosas arrumadinhas que vão e vêm pro centro.

No terceiro dia, meus olhos se encontraram com os de uma mina de cabelo curtinho, castanho claro, uma carinha cheia de sardas e uns olhos verdes muito lindos, com uma boquinha pequena pintada de rosa brilhante. Meu olhar foi descendo e encontrou um moletom tipo polo justinho que destacava dois peitões lindos e grandes que, sendo sincero, ficavam enormes no corpinho pequeno dela, ela não devia ter mais de 1,60. Não dava pra ver a bunda porque ela tava de frente pra mim. Fiquei completamente besta, a viagem foi longa e várias vezes levantamos os olhos dos celulares, ela claramente tava jogando alguma coisinha e eu curtindo a música. As estações foram passando e eu via que ela continuava ali. Em Dorrego, o metrô já tinha esvaziado e ela sentou. Passou mais uma estação e eu sentei, perdi ela de vista, e depois dos Incas, quando o metrô ficou livre, não vi mais ela. Fiquei triste por não continuar curtindo a vista.

No outro dia, quando voltei, me senti animado, peguei o metrô com outra motivação, esperava encontrar ela, mas não vi. Passaram dois dias em que o sentimento era o mesmo e eu não encontrava ela, mas no terceiro dia, lá estava ela, linda e radiante como no primeiro dia. De novo rolou olhares cruzados, mas dessa vez já teve sorrisos. Nos dias seguintes, a gente se encontrava na viagem e os olhares já eram cada vez mais intensos. Na quinta-feira passada, ela tava lá e a gente já tava mais perto. Chegando em Dorrego, o banco na minha frente ficou vago e eu perguntei pra ela, que tava do lado de uma pessoa parada perto de mim, se queria sentar. E pela primeira vez ouvi a voz dela, foi uma doçura angelical única. Ela sentou ali. do meu lado e nós dois ficamos mexendo nos celulares, mas tinha tensão e a gente se olhava de canto de olho. Quando cheguei em Los Incas, ela me pediu licença pra descer e eu desejei que ela tivesse um lindo dia. Ela se virou, sorriu pra mim e agradeceu.

Na sexta, saí correndo do trampo, queria chegar logo no metrô, queria estar do lado dela, queria falar com ela, queria conhecê-la. O metrô chegou e eu deixei passar porque ela não estava lá. O próximo chegou e eu subi com resignação, pensando que não ia mais vê-la, mas atrás de mim, quando entrei, ela chegou e ficou parada do lado, na junção dos dois vagões. Lá estava ela, com seu pulôver justo e umas leggings pretas que destacavam uma bunda gostosa que finalmente eu tinha visto. Antes de sair da estação, já estávamos colados. Comecei a suar, pensando que ela ia se ofender e me mandar pra merda. Quando chegamos em Florida, entrou mais gente e ela se mexeu, ficou mais apertada contra mim e, pra minha surpresa, ajustou a bunda de um jeito que encaixou direto na minha. E aí começou uma viagem única.

Meu pau reagiu e ela sentiu, e pra minha surpresa, começou a mexer a bunda. Tava me masturbando de um jeito gostoso com aquela bundinha pequena. Não aguentei mais e segurei a cintura dela com as mãos. A reação dela foi empurrar a bunda mais pra trás. Na altura de Gallardo, a mão dela foi pra trás e diretamente abaixou meu zíper e procurou meu pau dentro da calça. Uma das minhas mãos foi pra frente e senti como ela tava molhadinha. Ela começou um movimento bem suave no meu pau que tava me deixando louco. Não sei como fiz, mas consegui me controlar pra não encher a mão dela toda de porra. Tava absorto nisso e notei que o metrô começava a esvaziar. Ela também notou. Tirou a mão, subiu meu zíper, um assento na nossa frente ficou livre e ela sentou ali. Dava pra ver que ela tava bem vermelha e me olhava sem nenhum pudor. Sorria pra mim, mas o brilho nos olhos dela já não era de ternura. Estávamos chegando em Los Incas. Queria chegar nela, sabia que ela ia descer, mas... Não sabia como agir, talvez o nosso negócio fosse só aquilo mesmo. Quando estávamos chegando na estação, ela parou e se aproximou de mim.

Flor: Eu desço aqui, é perigoso, se você me acompanhar, fuck you, um prêmio – com uma voz de bebota que me deixou louco –

Eu: Não tenho nada melhor pra fazer.

Ela sorriu e, quando as portas se abriram, me pegou pela mão e saímos. Subimos as escadas sem dizer uma palavra e começamos a andar pela Los Incas, entramos no Parque Chas, não tinha viva alma e, logo em seguida, ela falou comigo pela primeira vez desde o metrô.

F: Preciso provar você, não aguento mais.

Ela se virou e me beijou com uma paixão absoluta, tive que me abaixar um pouco pra aproveitar o corpinho dela, que não hesitei em acariciar. E, sem que eu pudesse reagir, ela se ajoelhou, abriu minha calça e, com uma velocidade incrível, começou a chupar minha pica. A tesão venceu o medo de sermos vistos e eu me deixei levar. Não durei muito, a putaria que eu já tava desde o metrô era grande demais e eu me soltei na boca linda dela. Ela não deixou nem uma gota, tomou tudo. Passou a mão na boquinha dela, guardou minha pica de novo na calça e se levantou.

F: Que yummy que é.

Eu: Valeu pelo prêmio.

F: Esse não é o prêmio, isso ainda não chegamos na minha casa. Me chamo Flor.

Eu: Laureano.

F: Valeu por não fazer a piada de flor de puta ou a flor mais linda.

Eu: Haha, muito idiota isso.

F: Moro aqui a três quadras com duas amigas, não sei se elas tão. Se tiverem, o prêmio fica pra outro dia, mas se não tiverem, você sobe?

Eu: Óbvio.

Caminhamos até a casa dela e ela foi me contando um pouco sobre si. Tinha feito 18 anos há alguns dias, era do sul e veio pra cá tentar a sorte e estudar. As amigas com quem mora também são de lá. Finalmente chegamos na casa. Eu tava rezando pra não ter ninguém, irônico, né? Rezar pra pecar, mas fazer o quê. Entramos na casa e não parecia ter ninguém.

F: Parece que temos sorte, papai.

Eu: Não me chama assim que dá vontade de te foder agora mesmo.

F: Tô morrendo de vontade de sentir você todinho... papi

Naquele momento ouvimos uns barulhos e nós dois viramos, e demos de cara com uma mina enrolada numa toalha que ficou paralisada ao nos ver, principalmente ao ver um desconhecido ali. Era uma loira alta, de pernas bem finas, não muito bonita de rosto, mas com um sorriso bonito que eu vi. Daí a pouco

F: Yani! Desculpa, pensei que não tinha ninguém, ele é o Lau, um amigo do trabalho
Ya: burra, que susto que eu levei, ouvi a voz de um cara e não sabia o que tava rolando, oi, muito prazer, pelo visto você deve ser o chefe dela, porque não tem uniforme
Y: não, não trabalho na parte de sistemas, a gente não usa uniforme – eu não fazia ideia de onde essa gata trabalhava, mas sempre tem algum setor de sistemas –
F: burra, será que eu ia trazer meu chefe aqui?
Y: ué, ou era seu chefe ou o famoso garoto do metrô que você vive enchendo o saco
F: vai se trocar que você me deixa mal assim de toalha na frente de um desconhecido, ele vai pensar que a gente é umas putinhas do sul
Ya: ah sim, desculpa, já vou

Esperamos uns segundos até ela sair, e ela me fez sentar no sofá. A casa era tipo uma casa antiga comprida, com tetos muito altos, mas a decoração parecia moderna, claramente as minas tinham uma boa grana e não economizavam nos gastos.

Y: o famoso garoto do metrô?
F: sim, tem um cara que me deixou doida, tô com uma vontade de aproveitar ele que nem te conto
Y: aqui tem um garoto do metrô que ficou sem o prêmio hahaha
F: parece que ele nos roubou o prêmio
Y: que pena, mas fazer o que, não vai faltar oportunidade
F: mas eu queria agora – enquanto passava a mão no meu volume – tô bem molhadinha, papi
Y: olha só que putinha você é, será que todas as minas do sul são assim?
F: é pra ver se você ainda vai querer ficar com alguma portenha depois de ficar comigo
Y: quanta confiança, bebê, mas você é muito pequenininha, não sei se vai dar conta
F: pena que não posso te mostrar agora, papi

Continuamos nessa troca de farpas por mais um tempo, ela trouxe uns mates e a gente conversava sobre a vida mas as porradas continuavam sem parar, devia ter passado meia hora quando a loira saiu do quarto dela, toda arrumada, rachava o chão sem ser bonita, o visual dela gritava "tô aqui, porra". Tava usando uma calça Oxford daquelas, mas super apertada, que destacava cada músculo e curva das pernas finas dela e se enfiava deixando pouco pra imaginação na buceta dela, em cima uma camisetinha branca bem fininha que deixava expostos dois peitinhos pequenos que dava pra ver que tava sem sutiã porque deixava adivinhar uma auréola escura em cada um. A cara sem graça agora maquiada tinha ganhado outro tom, mas sem dúvida o mais chamativo naquela cara era uns lábios carnudos pintados de um vermelho selvagem

Já: gorda, vou pra facul, e hoje volto tarde provavelmente porque temos que terminar um trabalho
F: ok coração, quer que eu deixe comida ou come na facul?
Já: não, fica tranquila, como na faculdade, sempre tem algum colega disposto a pagar o jantar
Y: e também difícil não convidar uma mina tão gostosa pra comer
F: ha, olha como já te tirei a ficha, hein
Já: quando quiser a gente pode ir jantar, os amigos da flor são meus amigos… gorda, lembra que a chinesa hoje tá de plantão, então não volta
F: verdade, não esquenta, acho que não vou jantar sozinha, com certeza a lau vai me fazer companhia
L: pode crer, eu daqui não saio sem comer
Já: que ela não cozinhe, porque você vai passar fome, e fica pendente nosso jantar

Ela se despediu pegando um casaquinho e eu não consegui parar de olhar uma bunda linda que engolia a calça toda

F: bunda feia, né?
Y: a sua não fica atrás, bebê
F: a dela é melhor e por sorte você não viu a chinesa, mas antes que crie esperança, nunca fizemos nada entre a gente
Y: mesmo assim não te vi muito ciumenta quando sua amiga me deu em cima
F: me deu em cima, quantos anos você tem? 60? Kkkkkk
Y: isso vai te custar caro, bebê
F: e quando começo a pagar, papai?
Y: quando você quiser

Não terminei de falar e ela começou a me beijar e subiu em cima de mim Ficamos um tempão nos beijando e nos acariciando, a mão dela desceu e tirou de dentro da minha calça meu pau que tava duríssimo, ela passava a mão, acariciava, segurava ele inteiro na mão, batia uma um pouquinho e voltava a acariciar. De repente, ela começou a descer até ficar de joelhos no chão e colocou a bunda linda dela pra cima, passou a língua da base até a ponta umas duas vezes e finalmente enfiou o pau inteiro na boca. Ela metia e tirava até o fundo e me olhava com aqueles olhos cheios de tesão. Eu tava ficando louco, segurei a cabeça dela e fiz ela subir.

E eu: tira a roupa pra mim, bebê
Ela: claro, papai

Ela tirou a blusa de lã e por baixo apareceu uma camisetinha branca com o logo do banco onde trabalhava, dava pra adivinhar o sutiã preto por baixo, mas os peitos dela continuavam enormes. Ela começou a desabotoar um por um os botões da camisa até abrir ela toda. Mas em vez de tirar, ela virou de costas e levou as mãos no fecho do sutiã, em poucos segundos tirou o sutiã com maestria e virou de novo, deixando os peitos lindos dela cobertos só pelo tecido da camisa.

E ela: você tá morrendo de vontade de ver eles, não é, papai? Vai ter que esperar, vai ser a última coisa quando eu tiver com o pau todo dentro de mim...

Ela começou a desabotoar a calça, e eu comecei a ver uma calcinha também preta, ela virou de costas, inclinou o corpo e deixou a bunda toda na minha cara, e bem devagar foi descendo a calça primeiro, deixando eu ver uma fio dental que não escondia nada, dava pra ver como os lábios da buceta dela brilhavam e comiam o tecido da calcinha, e como o cuzinho dela ficava quase descoberto por um fio quando ela abriu as nádegas da bunda mostrando pra mim. Quando eu pensei que ela ia tirar a calcinha, ela virou de novo e chegou perto de mim.

Ela: me toca, sente como eu tô molhadinha por sua causa desde o metrô, papai
Eu: vem cá, bebê, me mostra – coloquei minha mão na buceta dela, tava encharcada e quente
Ela: tira a calcinha você, papai

Eu fiz ela ficar em pé no sofá, a buceta dela ficou bem na minha cara. altura da boca, com minhas duas mãos segurei ela pelo lado enquanto minha língua percorria as coxas dela, quando deixei a buceta dela exposta, mal coberta por uns pelinhos, comecei a percorrer com minha língua, as pernas tremeram e um gemido de alívio saiu dos lábios dela

F: hmm... que gostoso, pai, faz tempo que ninguém me curte e me faz gozar
Y: muito tempo? Quem consegue não curtir essa delícia – enquanto continuava saboreando a buceta com o sabor mais doce que provei até hoje
F: o idiota do meu namorado que não quer sair do sul, faz um ano que ninguém me fode, mas não aguentei mais hoje, você me deixou com tesão a semana toda, pai
Y: muito idiota
F: hmmm, que gostoso, vou gozar

As pernas dela ficaram duras, as mãos se firmaram na minha cabeça e fizeram pressão em mim, e um líquido doce e delicioso inundou meu rosto enquanto um grito de prazer incrível encheu o quarto. Quando terminou de gemer, as pernas dela finalmente amoleceram e ela caiu em cima de mim e, sem dizer uma palavra, me beijou e a mão dela foi procurar meu pau, agarrou e guiou até a buceta encharcada dela. Ela passou a buceta no meu pau, se arrepiando cada vez que meu pau tocava o clitóris sensível dela, e depois de 5 passadas, guiou para dentro. Devagar foi entrando, era muito apertada, sentia todo o interior dela, mas estava tão molhada que não teve problema. Meu pau foi entrando bem devagar, acompanhado por um gemido abafado dela que se soltou quando meu pau finalmente encostou no fundo

F: que pau lindo, o do meu namorado é comprido, mas o seu é gordinho, me preenche inteira, pai
Y: aproveita e curte, bebê

Em seguida, ela começou a se mexer bem devagar, aos poucos foi aumentando o ritmo, meu rosto estava na frente daquelas duas maravilhas de peitos, ainda escondidos, e minhas mãos seguravam a bunda linda dela

F: agora você pode ver meus peitos, pai – ela tirou a camisa e na minha frente apareceram dois peitos enormes e lindos, com mamilos bem durinhos e umas auréolas bem pequenininhas – chupa eles o quanto quiser

Comecei a chupar eles Isso fez com que ela se soltasse, começou a me montar selvagemente, foi como se tivesse despertado algo nela. O quarto se encheu do som dos gemidos dela, dos estalos da umidade da buceta dela e do batido das coxas dela nas minhas. Eu já não aguentava mais, ia gozar a qualquer momento e, pra piorar, ela de repente começou uma sequência de orgasmos que parecia incontrolável. A buceta dela apertava meu pau a cada contração e me fazia querer enchê-la. Quando ela se acalmou um pouco, avisei que estava perto de gozar.

H: Bebê, não aguento mais, vou gozar.
M: Sim, papai, me enche, não tem problema, fica tranquilo.
H: Quer a porra, bebê?
M: Sim, por favor, papai, quero sentir ela quentinha dentro de mim... me dá a porra, papai, me dá tudo.

Isso me fez perder o controle de vez e eu gozei dentro dela. Ela ficou parada, sentindo meu pau explodir dentro da buceta apertada dela. Dava pra sentir cada jato batendo lá dentro e, depois de alguns segundos, enquanto nos beijávamos, sentia os fluidos dela descendo misturados com minha porra pelo meu pau, molhando minhas bolas. Ela se levantou devagar, enfiou os dedos na buceta, tirou a porra e levou aos lábios. Saboreou e depois se ajoelhou de novo e começou a limpar meu pau com a linguinha dela, chupou minhas bolas, tudo. Enquanto meu pau ia perdendo a dureza, quando deixou ele completamente limpo, ela subiu de novo em cima de mim de cócoras, apoiou a cabeça no meu peito e sussurrou no meu ouvido.

M: Obrigada, papai, eu precisava disso... se você tiver que ir, vai, mas sabe que essa putinha sempre vai estar aqui pra você se aliviar quando quiser. Não ligo se você é casado nem nada, não quero saber, quero ser sua putinha, a putinha do primeiro portenho que realmente me deixou com tesão.
H: Você prometeu que ia me dar de comer, bebê, além disso, não tenho nada melhor pra fazer – Dani estava numa viagem a trabalho, e nosso relacionamento permitia essas diversões.
M: Vai ser uma noite gostosa então, Lau – pulou de cima de mim com uma atitude meiga e feliz – já comi pau, que tal agora comermos pizza pra recuperar as forças? energias?
Vestiu a camisa de novo sem nada por baixo e foi pedir pizza… prometo que nos próximos dias conto o resto da noite, mas por hoje tenho que deixar vocês. Espero que tenham curtido tanto quanto eu curti viver isso.
Tô deixando anexada uma foto que ela me mandou hoje de manhã quando falei que tava escrevendo o relato.la niña del subte

27 comentários - la niña del subte

espectacular!!! compartila a la guachita!!!!!!!!!!!!!!!!!!
no va a haber mas fotos que estas asi porque el novio es visitante de poringa y no quiere que se le corte el chorro
Nunca escribiste si usaste protección loco, igual buena historia.
perdon, lo di por sentado, no usamos forro, en toda la noche, fue una locura, pero ella toma pastillas y ademas se nota una chica sana, hoy mas en confianza con ella descubri que no es una trola que se acuesta con el primero que se cruza sino una pendeja que esta muy caliente y necesitada
@elprincipito2014 ahhh bueno , pero seguro mato confianza, la preocupacio que embarga despues del acto sexual te abruma te lo digo por experecia, somos la generacion del profilactico, fooro, condon o como se quiera llama, acordate de wiliamm wallace (corazon valiente-pelicula), al final muere jajajajaja
ldrja
Tremendo, te felicito. Cuantas veces voy por la calle deseando que una mujer se comporte sexualmente desinhibida. Segui contando!!!! Abrazo. Van puntos.
excelente varón !!! muy buen relato y espero la continuación !!! +10
genial tu relato viajo en el subte entre las 5 y 5,30 espero verlos +10
idolo!!!! te dejo 10!! segui relatando y si podes deja alguna fotito mas!
HIFI
Uhhh flaco , quede como loco , te felicito por el levante y bue a esperar, dejo ptos
espectacular man terrible la minita ojala pongas mas fotos del lomo q tiene
nissan
muy buen relato felicitaciones !!!! muy putita la patagónica !!
uihhhh que linda historia y que linda nena!!! Felicitaciones! increible!
Excelente historia y muy bien relatada! Aplausos! Y que lindo comer una pendex de 18 bien petera!