Minha Amiga Gostosa

OI, GALERA, TROUXE PRA VOCÊS ALGO QUE VINHA PROMETENDO, MAS ANTES QUERO AGRADECER DE NOVO POR TODAS AS MENSAGENS QUE VOCÊS MANDAM. NESSES ÚLTIMOS DIAS QUE TAVA MEIO TRISTE, SINCERAMENTE, VOCÊS ME SURPREENDERAM COM AS MENSAGENS DE APOIO E OS CONSELHOS BONS QUE ME DERAM. BOM, O QUE POSSO DIZER? A VERDADE É QUE ESSA HISTÓRIA NOVA É DE LONGE A MENOS ERÓTICA DE TODAS, NÃO É XXX, E É UM RISCO QUE TOMEI. TALVEZ VOCÊS NÃO GOSTEM, MAS SERIA MUITO IMPORTANTE PRA MIM QUE VOCÊS LESSEM. TOMARA QUE GOSTEM!!!!

Minha amiga se chama Luz. A gente se conhece desde os doze anos, quando nos encontramos na escola. Uns anos depois, no ensino médio, sentávamos juntas e, aos poucos, foi rolando uma amizade muito bonita. Da Luz, eu sei tudo, é daquelas relações que não se repetem mais, sei o que incomoda ela, sei por que ela chora quando chora, do que ela tem medo, tive lá quando quebraram o coração dela. Ela sabe o mesmo de mim, sabe meus segredos porque esteve do meu lado quando algumas coisas aconteceram, sabe onde, como e quando perdi a virgindade, sabe minhas fantasias e traumas. A gente se ciuma muito. Se vejo ela falando com outra, faço uma cena exagerada, perguntando como pode estar com outra, a gente acaba rindo, mas a reclamação no fundo é de verdade. Ela faz o mesmo, se eu falo com outra, ela chega perto e, num tom de brincadeira, diz que "a mina tá comigo". Nossa amizade é muito íntima, não íntima no nível sexual, íntima no nível de conhecimento. A gente já se viu pelada milhares de vezes, já dormimos juntas na mesma cama, já tomamos banho juntas uma vez que, nas férias, a água do hotel não funcionava direito, e até já nos ouvimos transando. Quando eu tava com o Martín, muitas vezes ela emprestava a casa dela quando os pais saíam, eu fazia o love na cama dela enquanto ela via TV no quarto ao lado, depois ela dizia que dava pra ver que eu tinha me divertido, ou perguntava o que o cara tinha feito pra eu gritar tanto. Eu a Eu já ouvi ela com pelo menos dois caras. É gostoso ouvir ela gemer. Depois, quando ficávamos sozinhas, a gente contava todos os detalhes.
Da Luz, eu gosto da voz dela e do jeito lento que ela tem de falar. É suave, solta frases longas de um jeito pausado, parece segura. Os olhos dela brilham sempre e ela tá com um sorriso, mesmo que eu já tenha visto ela chorar várias vezes. A primeira vez que vi ela chorar foi na primeira vez que beijei ela, no último ano do ensino médio. Ela tinha terminado com algum cara e ficou pra dormir comigo pra aliviar a dor, mas não aguentou e desabou. Eu abracei ela, falei que ela era linda, que aquele cara não merecia ela, e que ela ia encontrar alguém melhor. Passei a mão no cabelo dela, segurei a mão dela e, sem pensar, encostei minha boca na dela e dei um selinho. Ela devolveu. A gente se beijou assim por uns segundos, selinhos pequenos e sutis com os olhos semi-cerrados. Ela dormiu no meu peito.
Fisicamente, ela é uma leoa. Tem pernas fortes, coxas bonitas, o melhor atributo dela é a bunda. A cintura é fina e de peito é igual a mim, não tem muito. A vantagem é que tudo nela é natural, não faz academia, não sai pra caminhar nem pratica esporte, e tá sempre maravilhosa, diferente de mim, que me mato na academia, com agachamento ou correndo quilômetros e quilômetros. Ela vive me falando pra que eu me esforço tanto se já tenho um rabão, e eu respondo que tenho um rabão justamente porque me esforço pra caralho. Eu sou insegura, preciso do meu corpo em forma pra me sentir segura, preciso que olhem pra minha bunda e falem que é gostosa. Ela não, ela come chocolate e salgado sem culpa, quando se sente gorda faz dieta, e não liga se tão olhando ou não.
Eu muitas vezes olho pra ela e reparo também como os homens olham pra ela. Na praia, por exemplo, todo mundo no nosso grupo sabe que a bunda mais olhada é a dela. Se ela tá de bruços tomando sol e vem um grupo de homens andando, eu olho pra eles, vejo como os olhos deles grudam na bunda dela. Elas ficam paradas ali enquanto avançam, precisam até virar a cabeça pra continuar olhando. Nos boliches, é de longe a que mais pega. A Luz tem aquilo que chamam de "anjo", todo mundo quer conquistar ela, ou pelo menos, transar com ela.
A primeira vez que tive uma fantasia com ela foi depois de vê-la se beijando apaixonadamente com o cara da vez dela encostada na parede de alguma avenida, a gente tinha saído, e na volta ela tava se despedindo do amante. Eu só esperava uns metros na frente, e via como aquele homem tocava as pernas dela, apoiava ela, puxava ela pro corpo dele pela cintura, ela entrelaçava os dedos nos cabelos da nuca dele enquanto abria e fechava a boca e mexia a cabeça pra aproveitar melhor os beijos. Se separavam um pouco, dava pra ver as línguas deles grudadas se acariciando, ela mexia de um jeito que ficava fininha, e a ponta se movia rápido. Ele apertava a bunda dela e ela se colava mais no corpo dele. Eu me perguntei se ela tava excitada, e que eu por menos que aquilo já teria me molhado. Pensei que naquele momento eu era um estorvo, se não fosse por mim ela já estaria na cama com aquele cara, mas ela é tão amiga que se sai comigo, volta comigo. Depois de vários minutos, eles se separaram, se despediram e fomos pra minha casa.
— Tô ensopada, sua idiota — ela confessou assim que viramos a esquina.
Falei pra ela ir com ele, que não tinha problema. Ela me olhou feio e disse que não.
O fato de eu ter começado a morar com meu namorado não foi motivo pra ela deixar de dormir em casa, nossos rolês começaram a ser mais curtos e tranquilos, e por isso a gente voltava bem mais cedo. Ela mora muito longe da área dos boliches, e os ônibus na cidade começam a circular a partir das 7h da manhã aos domingos, então ela ficava na minha casa, dormia no outro quarto, claro que eu dormia com ela, me dava "pena" deixar ela sozinha numa casa onde tinha um homem, que mesmo sendo meu namorado, eu fazia isso mais pra ela não se sentir desconfortável.
Naquele quarto foi aí que começaram a rolar umas "coisinhas", pra começar, a cama era de solteiro, então pra dormir a gente tinha que se abraçar ou uma apoiar a cabeça no peito da outra, geralmente eu era quem usava os peitos dela como travesseiro. Por questão de espaço, nossas coxas se encostavam, e de repente a gente se via brincando com os dedos dos pés, ou acariciando a coxa da outra de ponta a ponta. Tudo em silêncio, no escuro. A gente acariciava as bochechas ou o cabelo uma da outra. Eu de vez em quando umedecia meus lábios, caso o beijo viesse, e me perguntava se ela tava fazendo o mesmo. Finalmente, depois de um longo flerte, chegava a hora de nos beijarmos. Às vezes era eu quem beijava ela, com todo o medo do mundo de ser rejeitada, outras vezes era ela quem se inclinava sobre mim pra me beijar. Quem ficava por baixo se dava um pouco melhor, porque tinha campo livre pra acariciar a bunda da outra, não era uma apalpada de cu qualquer, igual os homens fazem, eram carícias, era percorrer as nádegas por inteiro, em círculos, acompanhando a forma, curtindo elas, sentindo a maciez da pele.
Meu jeito de beijar ela é muito diferente de como beijo um homem, sei lá, é como se com ela eu tivesse que ser muito mais suave, e percebi que ela também me beijava diferente de como tinha beijado aquele homem contra a parede. A gente não era selvagem, não tava se comendo de boca, a gente tava se curtindo, nossos lábios se acariciavam com ternura, se tateavam, brincavam entre si se reconhecendo, sentindo as texturas, lisas, molhadas, mornas, doces. Nossas línguas, diferente de quando a gente faz com um homem, não eram cobras sedentas que precisavam se mexer freneticamente pra excitar o outro, eram só uma extensão do nosso corpo que explorava o corpo da outra. A língua da Luz é áspera no meio, e muito yummy debaixo do frênulo, bem mais suave, é lisa e me dava cócegas beijar ela nas laterais. Aos poucos a gente começava a perder a razão, e não só a nossa respiração acelerava, mas também o desejo. Quando percebíamos que nossas mãos estavam passando dos limites, mais por medo de que a gente gostasse do que por outra coisa, a gente parava, ria igual duas loucas, com cumplicidade e muita confiança, e sem falar nada, se abraçava de novo até dormir.
Isso virou rotina. Toda vez que saíamos, a gente acabava na cama uma da outra, se beijando. Às vezes voltávamos bem cedo pra ter mais tempo, ou porque simplesmente já era tipo uma regra implícita, algo tácito: se saímos, é pra terminar na cama fazendo aquilo. Umas duas noites, de tempo feio, a gente nem saiu.
Beijar uma pessoa por horas é lindo, e te conecta num nível emocional inexplicável, ainda mais porque não eram beijos com conotação sexual. Eu não beijava ela pra ela ficar excitada e ter vontade de transar comigo, beijava pra ela curtir, pra relaxar, pra sentir ternura, pra passar um momento gostoso.
A gente se acariciava muito. As pernas, a bunda, o quadril, a barriga, os braços. Eu adoro quando ela passa a ponta dos dedos do meu ombro até a ponta do meu dedo anelar, e daí volta subindo até meu ombro. Me dá arrepio, fico com a pele toda arrepiada, e ela sorri, vitoriosa, orgulhosa, como se aquele efeito fosse exatamente o que ela tava procurando. Eu, por outro lado, acaricio a parte do pescoço dela debaixo do queixo. Sei que ela gosta porque quando chego lá, ela inclina a cabeça pra trás e mexe em círculos pequenos. Depois uso minha boca e beijo aquele lugar que sei que enlouquece ela.
Com o passar dos encontros, a gente foi se animando a mostrar, ou não esconder, o prazer que sentia. Já não reprimíamos mais o gemido ou o ofego, e se tivéssemos necessidade física de suspirar, suspirávamos. Quando beijo o pescoço dela, ela suspira com a letra “A”, respira fundo enquanto os dedos dela acariciam minha nuca e solta o ar bem sensual, com um suspiro.
Ao No dia seguinte, sempre fico nervosa e desconfortável. Ela age como se nada tivesse acontecido. Nunca falamos sobre o assunto, nunca nos comunicamos ou expressamos verbalmente o que estava rolando entre a gente, até que uma tarde, enquanto tomávamos um sorvete no centro, eu perguntei se podíamos conversar sobre "aquilo que está acontecendo entre nós".
— E o que está acontecendo entre nós? — perguntou Luz de forma cortante, sabendo muito bem do que se tratava.
— Nada, aquilo que rola na cama…
— Olha — ela disse — Eu gostaria que o que rola na cama ficasse na cama, ou, no máximo, que fosse um assunto pra ser falado na cama, não agora, no meio de um rolê social.
Senti uma vergonha danada. Fiquei toda vermelha. Luz não gostou nem um pouco que eu tivesse tentado tocar no assunto. Fiquei com medo de que nossos encontros não rolassem mais, mas umas duas semanas depois ela me ligou pra perguntar se eu queria sair pra tomar alguma coisa.
Ela chegou na minha casa quando eu ainda estava tomando banho, então quem a recebeu foi meu namorado, com quem ela nunca se deu bem, mas eu sempre tive respeito pela relação, ela nunca falou mal dele pra mim, não é daquelas amigas que enchem a sua cabeça ou dizem que o relacionamento não te faz bem. Mesmo assim, ela sempre dava umas alfinetadas no meu cara, e ele respondia na mesma hora, claro, não fica calado diante das críticas de uma mulher. Às vezes eu tinha que mandar os dois pararem porque as ironias e os sarcasmos iam subindo de nível e podiam ficar agressivos e ofender.
Naquela noite, a gente começou a conversar os três, e o assunto acabou levando meu namorado a soltar: "Se vocês se amam tanto, por que não se comem?" Ele falou de má vontade, com um certo tom de irritação, eu conheço ele, e ainda fiquei surpresa por ele ter usado essa palavra na frente da Luz, ele não é assim, sempre falo a mesma coisa, ele pode ser um babaca em outras coisas, mas não é desrespeitoso com as mulheres. A cara de Luz se transformou, e eu tentei intervir pra que nada fosse pra frente.
— E você, como sabe que a gente não se come no outro quarto? — atacou minha amiga.
— Luz… — Falei.
Tarde demais. O silêncio que se formou foi um dos mais constrangedores que já vivi. Meu nervosismo apareceu porque comecei a passar a mão no cabelo. Depois de alguns instantes sem falar, trocamos umas palavras bestas, e ele foi dormir.
Eu, puta da vida, fui pro outro quarto sozinha. Luz correu atrás de mim e pediu desculpas. Disse que ele provavelmente não achava que aquilo fosse real, mas que a situação deixou ele muito puto.
— Então você vai me comer? — perguntei com todo o ódio do mundo.
— Mica…
— Achei que a gente tinha algo diferente.
— Tá fazendo cena pra mim?
Sim, a resposta era sim. Tava furiosa com minha amiga, e sabia que minhas próximas palavras iam ser perigosas.
— Eu achava que a gente fazia amor, não que transava.
Apaguei a luz e me deitei. Claramente aquela noite a gente não ia sair.
Esse negócio de fazer amor foi só um jeito de falar, porque até agora nunca passamos de beijos e carícias, nem beijamos os peitos uma da outra nem tocamos entre as pernas, e nunca, desde que começamos a dormir juntas, ficamos peladas na mesma cama.
Luz se deitou do meu lado. Começou a passar a mão no meu cabelo e fez aquilo que eu tanto gosto no meu braço. Me beijou o ombro com beijinhos estalados.
— Talvez eu esteja com ciúmes do seu namorado — sussurrou no meu ouvido — Me perdoa…
Me virei e, perdoando ela de repente, a beijei.
Aquela noite a gente não saiu. Também não fizemos amor.
Mas tenho certeza que um dia a gente vai fazer.

DE CORAÇÃO ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.
CONVIDO VOCÊS A COMENTAR, COMPARTILHAR, AVALIAR, ETC.
OBRIGADO POR PASSAREM.

48 comentários - Minha Amiga Gostosa

Muy bueno. Me da a enterder que vos deseas q pase algo mas q los besos. Y ella seguro tambien pero no se lo dicen.
Besitos
cappos +1
Que bueno el relato, muy bien escrito, esperando la continuación, besos.
no se si mostrarselo a ella
Endus +1
Hola Mica ahi van algunos puntos.
Si bien es algo diferente a lo que estoy acostumbrado, me gusto ya que lo que intentaste mostrar es el otro lado, un lado de sentimientos íntimos y no sólo una calentura de aventura.
Gracias por compartirlo
gracias
claro, quise mostrar q no todo es garche
y q a veces llegar al sexo es consecuencia de....
ME GUSTO MUCHO LA PARTE DE.
Me gustaría que lo que nos pasa en la cama se quede en la cama.
Van puntitos, felicitaciones.
jaja
es q ella es asi
no se como hace para separar las cosas
@Micaella79 Piensa como muchos hombres. Ja.
@nachenzenreload jajaja si no se, yo siempre estoy re nerviosa al otro dia y la mina como si nada, sigue siendo amiga asi normal
Muy buen relato!!! me encanto.. y con esa boca debes ser el deseo de varias/os. besosss, arriba!
Me encanto! Era mas o menos el final que esperaba, muy bien relatado, me fascinan los detalles y el gustito que me quedo por leerte mas. Besotes
me encanto, fue suave pero muy exitante, me encanta que largues todo! me encanta que te calientes con tu amiga, ojala algun dia se pueda concretar y que nos cuentes!
Exelente como siempre mica..haces q cuando uno lee viva ese relato en est caso como si lo estuviera viendo..me super exitas..no vajes los brasos..seguramente terminaran haciendo el amor..t dejo +10!besitos
relija +1
Me encanto, me gustan muchisimo tus relatos y este fue maravilloso.
ni en pedo leo todo, soy taringuero lvl 5, no leo nada que tenga mas de 2 renglones
jajajaja
entiendo
Me pregunto que diferencia hacer el amor y coger.Me queda claro que a quien amas le haces el amor y a quien conociste esa noche y es mas fisico es coger. Pero que hay de tu novio o de luz? Luz puede hacerte el amor un dka y otro cogerte? Si piensa en tu ñlacer te hace el amor y si te usa como un objeto de su placer es cogerte? En que se fiferencian para vos? Besos
justamente eso
yo pensaba q con luz era amor pk nos conocemos de toda la vida, nos queremos, etc.
y ella salio con la palabra coger... igual ya lo aclaramos
muy buen relato, intimo, , arriba el animo!!, en estos dias por lo que me sucede a nivel personal con mi esposa, me siento identificado con muchas de tus vivencias, saludos!!
Me encantó el relato. Tiene la proporción justa de detalles y situación. Por otra parte, me encantó el vocabulario que usaste para narrar lo que te pasó.

¡Muchas gracias! Me encantaría leer el próximo.
Gracias!!
Lee los relatos más viejos que subí
Besos
Que es coger? Tener relaciones sin amor? O es una forma vulgar de llamar al acto amororso?
Para mi es sexo sin amor. Un polvo.
Intensidad cerca del umbral, sentimientos contradictorios, sutil experiencia. Todo muy disfrutable.
para mi lo que te pasa con Luz, es amor, que con el tiempo si siguen asi, va a terminar en sexo !
creo que tanto vos como ella lo estan esperando ...
gracias
y si, de parte mia es amor y ganas de hacerlo
y me parece q de parte de ella tambien
ya veremos...
😃
Me ha encantado
lo vuestro no es sexo es entregarse al otro/a
Muy lindo relato...me encanta la relacion que tienen...
Buena descripcion de Luz.
Con detalles como para imaginarce bien a la otra persona
"Físicamente es una leona..."

Y buen punto de giro con la idea de celos.

+10
gracias!!
Q placer da encontrar una mujer q uno no puede dejar de mirar... de desnudar con la intención de acariciar con el deseo de besar con la intensidad de la mirada de hacer el amor con la pasión del fuego de la excitación y de manosear con el recuerdo... sublime!!!!
Lo que escribís es excelente la verdad que sin poner palabras groseras haces un relato tan erótico que la imaginación uffff....vuela. Gracias.
Diosa....el día que en la cama sea sexo y no amor se pudre todo....se pelean... Sigan amandose sin sexo.... Besito