Sete por Sete (149): O Favor (E depois…)




Post anterior
Próximo post
Compêndio IPeço um pouco de paciência por me atrasar mais uma vez e sei que "saí das regras", Marisol, mas não queria deixar essa história para 2 partes, então vai sair um pouco mais longa do que o normal.

Voltando àquela tarde, senti a desconfiança da Elena, embora a entendesse muito bem. A Sonia é uma mulher gostosa e até a Marisol não tinha problemas com o pedido dela, então a decisão teria sido fácil se fosse outro tipo de pessoa.

Mas a Sonia me conhece muito melhor e, depois de enxugar as lágrimas, me olhou mais calma, entendendo que algo assim não é tão fácil pra mim e com a certeza de que eu não ia embora de Melbourne sem dar uma resposta pra ela.

Durante o jantar e pra desviar a conversa, foquei no novo nariz da Elena, que é bem menor que o original e, sinceramente, realça a beleza dos traços dela, especialmente os lábios sensuais.

Mas como toda mulher insegura com o corpo, ela tocava no nariz de vez em quando pra garantir que ainda estava daquele tamanho enquanto conversávamos.

Na despedida, combinamos que a Sonia passaria no meu apartamento umas 7 da manhã e que a Elena levaria a Marisol pro aquário da cidade, porque a Sonia realmente precisava de conselho no trabalho.

Durante a noite, enquanto estava deitado com a Marisol, confessei minhas preocupações e, apesar de termos opiniões diferentes, ela conseguiu entender meu ponto de vista e também me falou o dela, explicando que ela mesma já tinha se sentido muitas vezes como a Sonia durante o tempo que vivíamos juntos.

"Eu sei que pra você também foi difícil, porque você me ama e se preocupava que eu continuasse estudando." Ela explicou enquanto me abraçava no escuro. "Mas eu queria sentir você dentro de mim. Meu corpo ardia por você e por isso odiei tanto camisinha, porque não conseguia sentir você. O que ela disse sobre seu ventre pulsar por querer ter vida é verdade, meu amor, porque eu queria que você fosse o pai dos meus filhos e quando eu engravidei... grávida e achava que alguém tinha me estuprado, queria morrer… mas você sempre esteve comigo e me deu muita paz quando percebeu que eram suas.”
Pela manhã, Sonia apareceu vestida de executiva: saia rosa tão curta quanto a do dia anterior e um blazer do mesmo tom, sapatos de salto preto, meia-calça preta e uma blusa branca, de gola ampla, que destacava o início do vale entre os peitos dela como se fosse um troféu.
Aquele suor frio, de saber que podia ser minha ali mesmo, se eu quisesse, secava minha boca e Sonia adorava me ver perturbado ao exibir seus atributos “de forma acidental”.
“Aqui, ninguém trabalha turnos de seis por oito ou sete por sete.” Ela adorava me explicar, me mostrando os vários cubículos. “Trabalha-se de segunda a sexta, das nove às quatro, toda semana.”
E como ainda era um prédio onde se vê principalmente administração, finanças e recursos humanos, uma grande quantidade dos funcionários eram mulheres entre 24 e 35 anos, gostosas de se olhar, que paravam pra ver quem era o personagem enigmático que a chefe trazia.
Saiu ao nosso encontro uma moça de uns 28 anos, magra, de cabelo preto e alguns cachos, com olhos azuis, trotando apressada.
Sonia perguntou se os documentos que ela tinha pedido estavam na sala de conferências e, depois de responder que sim, ela informou que uma pessoa importante tinha chegado e queria vê-la.
Minha amiga tentou se livrar, dizendo que estava ocupada e que atenderia depois, mas a garota, bem nervosa com a situação, informou que o sujeito precisava voar para Brisbane naquela mesma tarde e que era imperativo que ela se reunisse com ele.
“Marco, aproveita e revisa o documento! Vou tentar me apressar o máximo que puder!” ela me disse em espanhol, enquanto dava instruções à moça de que qualquer coisa que eu precisasse, ela me concedesse sem reclamar.
Ela me olhou da cabeça aos pés, porque vestindo semi-formal e com uma mochila nas costas, eu parecia um Estagiário universitário ou parente da Sonia, mais do que um funcionário da mineradora.
A moça tentou protestar, dizendo que aquela informação era confidencial, mas a Sonia deu um olhar que não admitia discussão.
E sem falar comigo, desconfiadíssima, a moça me escoltou até a sala de conferências, onde me entregou o dossiê de 20 páginas que a Sonia queria que eu revisasse…

Duas horas depois, minha amiga voltou, reclamando que tinha perdido tempo com uma pessoa tão pedante e que agora teria que me explicar o que eu devia fazer.
“Tão te pedindo opinião se fecham uns poços?” perguntei, assim que ela pegou o documento.
Os olhos pretos intensos dela e a boquinha formando um “O” foram a única resposta que precisei. Então sentei do lado dela e expliquei que não tinha problema e que ela devia fazer isso.

Depois, quando saímos do escritório e ela me levou, como nos velhos tempos, pra tomar um café, eu esperava ansioso que ela explicasse como tinha descoberto o que por tantas semanas a tinha feito perder o sono.

Os primeiros 20 minutos na sala de conferências eu perdi esperando a Sonia voltar. Minha “vigiadora” me olhava séria, mas vendo que eu não causava muito problema, decidiu aproveitar o tempo mexendo no celular.
Li o documento umas duas vezes, mas não achei muito sentido. Era uma lista de produção dos poços da região sul e, sem instruções, eu não sabia o que procurar.

Fiquei um tempo sentado, lendo as informações do meu poço e fiquei feliz que estávamos “dentro do padrão”. Mas sentia que estava perdendo tempo e a Sonia precisava disso com urgência.
Então comecei a pensar por que ela me chamou pra ver esse problema, se era uma decisão administrativa. Tinha “algo” escondido naquele documento e que pra mim devia fazer mais sentido do que pra Sonia, então revisei com mais cuidado.

E foi aí que percebi a qualidade do grão. Tinha uns 4 poços que, apesar de cumprirem a Produção mínima, estavam extraindo material de baixa qualidade.
Pedi pra minha supervisora se por acaso eles tinham as análises do terreno, mas como ela não fazia ideia do que eu tava falando, perguntei se ela tinha a senha da intranet e entrei em contato com o Nelson, meu amigo no Departamento de Planejamento da minha obra, pra ver se conseguia essa informação pelos contatos dele.
Ele me passou esses dados, além dos relatórios de produção dos últimos 3 anos, onde pude ver que esses poços estavam chegando no fim da vida útil, mais motivo ainda pra fechar.

“Mas… como você descobriu?” ela perguntou, maravilhada. “Mal te falei do que se tratava.”
“Bom, me fez pensar por que você me chamaria.” respondi, mais relaxado. “No que eu podia te ajudar, que você sabia que eu era bom? E lembrei de como você ficou quando a gente disse que iam fechar a cutie.”
Ela sorriu.

“Você sempre foi bom pra essas coisas. Às vezes me arrependo de não ter lutado mais por você… mas acho que teria sido uma briga perdida, não acha?”
“Por que você diz isso?”
“Porque você nunca gostou de mim como gosta da Marisol…” respondeu num tom melancólico.
“Na verdade, eu gostaria que a Marisol fosse mais como você.”
Sônia sorriu, achando que era um elogio vazio. Mas diferente da minha esposa, ela sempre teve confiança em si mesma.

“Mas então… por que não?” perguntou, fazendo gesto de um anel imaginário no dedo.
“Porque você já é perfeita, sem mim.”
Houve um breve silêncio, um sorriso safado e com os dedos finos ela ajustou os óculos, do jeito que cativa qualquer um.

“Tá vendo por que eu não podia pedir isso pra mais ninguém?”
E nossa conversa tomou outro rumo…

Como eu falei, nem a Sônia nem a Elena são lésbicas de verdade e por enquanto se têm uma à outra.
Mas de vez em quando, elas buscam a companhia do sexo oposto…

“Você não tem ideia da quantidade de ‘bocós’ que tem por aí, Marco!” ela ria às gargalhadas. “Casados, imaturos, metidos, manipuladores, broxas, punheteiros… Eu e a Elena já vimos de tudo…” Por isso eu queria pedir isso mais pra você do que pra todos eles.”
“Por quê?”
“Porque você é… diferente.” Ela disse com um suspiro fundo. “Além do ‘outro negócio’, você se importa em ser pai e marido, e isso é uma coisa enorme, especialmente nesse tipo de trabalho. Aqui, a maioria só pensa na aparência e na grana que pode ganhar. São jogos de poder e tal… e você não liga pra isso.” Respondeu, com um olhar bem profundo.
Fiquei em silêncio, mas a Sonia me entende tanto quanto ou até mais que a Marisol…
“Me conta sobre a Hannah…” ela pediu, sem me dar descanso.
E o que duas noites atrás tinha sido uma loucura do momento, voltou pra minha cabeça como estacas nas costas.
Ela me olhou com atenção e eu fui honesto. Embora o olhar dela tenha ficado triste no começo, ficou mais compreensivo e nostálgico.
Ela deu mais um suspiro…
“E por que você não quer me fazer ‘o favor’?”
“É difícil, Sonia. Pra mim, um dos meus maiores orgulhos foi me tornar pai…”
“Mas Marco… eu já te falei que você pode ser pai do meu se quiser…” rebateu, impaciente.
“Eu sei, Sonia!... mas por causa do meu trabalho, também perdi vários momentos importantes: os primeiros passos dela, as primeiras palavras…” e olhei nos olhos dela. “E se eu fizer isso, vou perder mais um…”
“Mas o da sua vizinha… ou o da Hannah…” retrucou, impaciente.
As palavras dela, em vez de me fazer considerar o ponto de vista dela, me fecharam ainda mais.
E vendo que era uma batalha perdida, decidimos voltar pro apartamento dela…
No entanto…
“Marco, tô exausta. Você se importa se a gente passar no seu hotel e eu tomar um banho?” perguntou depois de um tempo.
O recepcionista de plantão me olhou com surpresa e reprovação, porque no dia anterior eu tinha pedido pra ele reservar um carro pra Marisol e minhas pequenas, e agora eu voltava acompanhado de uma mulher mais velha e tão gostosa quanto minha esposa.
Mas, até aquele momento, a gente só pensava em passar um tempinho no hotel…
Enquanto a Sonia tomava banho, resolvi ligar pra Marisol pra contar onde eu tava.
“Então você tá no hotel, meu amor?” perguntou. Com muita felicidade. "Você não tá mentindo pra mim?"
"Por que eu mentiria pra você?"
"Então... você vai fazer 'o favor' pra sua amiga?" exclamou com um tom excitado.
"Não, Marisol. Ela só vai tomar um banho."
"Por quê?" perguntou, como se estivesse ofendida.
"Porque eu tenho você."
E pelo jeito que ela me respondeu, percebi que não queria que eu a elogiasse.
"Mas você pode aproveitar! Por favor!" literalmente, ela me implorou no telefone. "Eu cuido das pequenas e a Elena disse que não tem problema se eu ficar aqui. Ela te pediu só uma noite... e ela é uma amiga boa mesmo... Por favor, faz isso!"
"Mas Marisol..." tentei me desculpar.
"Amor, me escuta!" ela me interrompeu. "É só uma noite... e ela não te vê há muito tempo. Quem sabe nem rola nada... mas eu também já senti aquele aperto no estômago... e quando você tem o cara que te deixa louca, fica insuportável. Te juro que vou ficar bem, mas fica com ela hoje! Tô te pedindo por favor! Te vejo amanhã! Tchau!"
E sem dizer mais nada, desligou.
Fiquei atônito e minha única reação foi bater na porta do banheiro pra ver a Sonia.
"Pode entrar!... Aconteceu alguma coisa?" ela perguntou ao ver meu rosto perturbado.
Ela tinha acabado de abotoar a blusa, cobrindo a feminilidade com uma calcinha de seda fininha e pequena, que marcava a bunda esplêndida dela de um jeito fatal.
"A Marisol pediu pra gente usar o hotel esta noite..." respondi, buscando apoio nela.
Minhas palavras a deixaram nervosa e ela tentou desviar o olhar, me deixando ver mais uma vez as coxas sedutoras dela.
"E o que... você quer fazer?" perguntou.
"Não sei!" respondi, hipnotizado por aquela visão. "Você tá muito gostosa assim..."
Ela se virou devagar.
"Sério?" perguntou, levando a mão ao rosto.
Eu assenti com a cabeça.
"Ela disse que seria... só por uma noite... e que talvez você nem engravide." respondi, enrolando a cintura dela com minhas mãos.
"Claro! Você tem toda razão!" ela disse, pressionando a barriga dela contra a minha. Olhando fundo nos meus olhos. "Só uma noite... de fazer amor sem parar... Né?"
Selei os lábios dela com os meus e comecei a desnudar o peito dela, que eu acariciava extasiado.
"Nossa! Você beija ainda melhor do que eu lembrava!" ela disse num surto de loucura.
A blusa parecia um simples colar e os peitos dela, lindos e quentinhos, eram amassados com a fúria de um marinheiro vendo uma mulher depois de 3 meses em alto mar.
"Continua gostosa do mesmo jeito!" ela comentou, quando percebi que ela já tinha aberto minha calça.
A gente se beijava sem controle e eu acabei metendo mais uma vez no chuveiro.
"Então... a gente vai fazer amor a noite toda, certo?" ela perguntou, quando encostou a ponta da minha cabeça na buceta dela, toda melada. "A gente não vai parar?"
Bastou só uma empurradinha suave, um suspiro abafado dela e o roçar molhado dos nossos corpos pra ela entender minha resposta.
"Tô te machucando?" perguntei, vendo o rosto dela alterado.
Eu sentia ela muito apertada e a respiração dela tava muito acelerada.
"Não... é que... faz tempo que eu fantasiava com você... dentro e... tinha esquecido como você fica inchado e duro..." ela respondeu, quando eu tirava devagar.
Comecei a entrar e sair, cada vez mais rápido. O rosto da minha ex-colega de escritório mordia os lábios e fechava os olhos com força, enquanto as mãos dela pareciam soldadas nos meus ombros, sentindo a força das minhas estocadas com mais vigor.
Os gemidos dela começaram a ficar cada vez mais gostosos.
"E todas... as noites... você dá... assim... ahhh... Maahhrisooohhl...?" ela perguntava, enquanto a umidade da parede do chuveiro me fazia esfregar ela como um pano a cada movimento meu.
"Simmm!" eu falei, devorando a língua ardente dela com um prazer infinito, sentindo os peitos macios e fofinhos dela contra os meus e a bunda redonda e gostosa dela nas minhas mãos.
"Nãooh... culpo ela!... Nãooh... culpo ela!... Ai, que delícia!" ela exclamou num orgasmo maravilhoso.
Eu me sentia como se estivesse martelando um prego de carne. Ela só aguentava como meu corpo a pressionava, sustentando quase todo o peso dela.
Mas eu não parava de apalpar a bunda dela, tão dura quanto o melhor dos pêssegos.
“Sonia… Que booty você tem!” falei, deslizando o dedo na fenda.
“Vou pra academia… e eles ficam olhando!” respondia, berrando igual uma possessa. “Sei… que você gosta… de me comer pelo booty… e por isso… cuido dele!”
Só de me dizer isso, quase gozei, mas rapidamente me recompus. Ela também sentiu que minhas estocadas foram pra outro nível e, tentando repetir aquela sensação, deslizou uma das mãos até as minhas.
“Olha!… enfia o dedo!… enfia o dedo!” pediu, até meu indicador roçar o contorno do cuzinho dela. “Só… pra você… deixo enfiar… por aíii…”
Outro orgasmo novo veio nela, e o gemido foi tão forte que me fez gozar também.
“Ai, Marco! Ai, Marco!” ria ela, com um rostinho divino e me beijando com muita ternura. “Tanta sopinha… tanta sopinha.”
Ficamos quietinhos, nos beijando na frente do jato morno de água e acariciando a barriga dela.
“Então… vamos pra segunda rodada.” Disse, depois de acariciar e ver que ainda tava dura.
Sentei no vaso e pedi pra ela abrir as pernas, e ela não parava de sorrir.
“Lembra quando a gente fez no escritório?” perguntou, pegando ele com a mão e guiando entre as pernas dela, curtindo de novo como as dobras eram separadas pelo meu bastão de carne. “A Pamela também ficou encantada…”
Até eu senti como ela ficou mais dura, e é que a Sonia também descobriu, seja por iniciativa própria ou por conversar com minha sogra, que me trazer essas lembranças me deixa mais animado.
“Lembra como era a sensação?” Perguntava, deslizando suave até a borda da base, onde minhas bolas inchadas esperavam o choque inevitável com o corpo dela. “A Pamela diz… que ninguém… além de você… tinha pensado… em pegar ela no banheiro.”
Sonia aproveitava pra me sufocar com as peitos, sentindo como cada vez a penetração era mais e mais funda.
"Você gosta de lembrar da Pamela... Né?... Se tivesse que escolher... entre sua sogra e ela... com quem você ficaria?... ou se fosse entre a Pamela e sua cunhada... qual você gostaria mais?..." ela me interrogava, enquanto meus dedos se enrolavam na bunda dela, deformando mais uma vez o esfíncter dela.
"Você percebe... que nunca... vamos te deixar?" ela perguntava, enquanto se balançava na velocidade da luz. "A Pamela pode casar... ohh... a Amelia pode arrumar um namorado... mhm... ou a Verônica... pode se apaixonar... mas sempre... vamos querer... que você meta... até o fundo..."
Mais uma vez, eu estava enfiado até o talo. Os lábios vermelhos e brilhantes dela, de saliva e batom, eram coroados pelos dentes branquinhos, enquanto as narinas dela se dilatavam pra caralho e os olhos dela, nos raros segundos que abriam, me encaravam de um jeito vidrado, subindo e descendo sem parar.
"Tão fundo, Marquito! Tãão fundo!" ela se lamentava de um jeito meigo, quase infantil, e eu podia sentir como a fonte quente e molhada dela escorria pelo meu corpo e o tremor glorioso do corpo dela, ao sentir nossos fluidos se misturando pela segunda vez.
Ela ficou exausta e ofegante, sem parar de me abraçar pela cintura e apoiar o rosto na base do meu ombro.
Senti o cheiro dos cabelos pretos dela e a abracei, protegendo-a do frio e do torpor.
"A Marisol tem tanta sorte!" ela se lamentava, ajustando a cabeça como se meu braço fosse um travesseiro. "Ela pode ter você com ela todo dia..."
"É... mas não esquece que passo uma semana no trampo..." apontei.
"É que isso eu não entendo nela!" exclamou, me olhando com uma certa raiva. "Porque todas te queremos, Marco... e pode crer que se um dia você se separar da Marisol, a gente vai brigar por esse espaço."
"Não exagera!"
"É a verdade!" Ela disse, me olhando com toda seriedade. "Até a Amelia, que é a mais tranquila, sei que brigaria como uma fera por você e se acabaria de qualquer zé-ninguém que estivesse do lado.”
Foi estranho ouvir isso da Sonia, já que nunca me considerei muito bonito, diferente dela, que se quisesse poderia ter arrumado um substituto pro Fernando num piscar de olhos.
E esperamos até podermos nos desgrudar de novo.
“Ainda tá dura!...” ela disse, acariciando ela suavemente com a mão.
Era umas 10 horas e a gente tinha chegado perto das 7 no hotel.
“Você sabe que eu moro com 2 mulheres!”
“E isso deve te incomodar pra caralho...” ela disse, se ajoelhando com intenção de lamber.
“Ei! Lembra que ‘o favor’ é outro!” comentei, tirando ela dos lábios dela.
“Qual é! Faz tempo que não provo uma de carne de verdade...” ela protestou, pegando ela com a mão.
Deixei ela provar e admito que a Sonia faz melhor que a Marisol. De algum jeito, ela consegue encaixar a minha cabeça na entrada da garganta dela, mordiscando suavemente com os dentes e lambendo com saudade os sucos que ficavam nela, fazendo um barulho de vácuo, misturado com um olhar safado e o deslizar macio da língua quente, molhada e fina dela.
Claramente, mais recuperado e ela, com um sorrisão malicioso e meio babado, foi andando pro quarto, rebolando a bunda.
“Você quer mesmo fazer pela terceira vez?” ela perguntou, se deitando de quatro. “Digo... se não quiser dar uma descansada.”
Mas ela continuava escorrendo e mexendo a cintura de leve, desejando ser penetrada de novo.
“Sim! Quanto mais vezes a gente fizer, mais chance de você engravidar!”
“Ok...” ela exclamou, sorrindo e curtindo como eu roçava os lábios dela de novo. “Mas não quero sair prenha com 2 filhos de primeira.”
Na real, isso vem da família da minha esposa e não adianta explicar com base científica: sempre acabam atribuindo à minha quentura.
Mas lá estávamos: pela terceira vez, apoiando ela na cama e metendo sem parar. Meus dedos se enfiavam no esfíncter dela, esticando ele. e soltando ele, algo que fazia minha antiga amiga gritar de prazer.
Lá pela meia-noite, ela estava exausta na cama, respirando bem ofegante.
“Sério, Marco, a Marisol não se cansa?” perguntou ela, ao vê-la em pé uma vez.
“Já te falei que entre a Lizzie e a Marisol, elas me chupam até me deixar acabado… e nesses dias, só fiquei com a Marisol.”
O sorriso dela ficava cada vez mais largo.
“Bom, Marco… então… se você quiser… mete de novo…”
E claro que eu quis, então a gente brincou até as 2 da manhã.
Acho que foi a sessão mais gostosa pra nós dois, porque a gente se revirou na cama de ponta a ponta.
Tomei meu tempo, pregando ela no colchão quando eu ficava por cima e devorava os peitinhos dela durinhos, como se fossem cerejas de verdade, quando ela queria cavalgar em mim. Dava os beijos ansiosos que dou na Marisol quando volto do trampo, e a saliva quente dela derretia até meus lábios, enquanto nossas línguas faziam redemoinhos únicos de desejo e prazer.
Dormimos abraçados, sem nem nos desgrudar direito, e lá pelas 8 da manhã, acordei ao ver ela meio coberta pelo lençol, com aquele rabo esplêndido aparecendo, como se estivesse me cumprimentando.
Aproveitei o espaço entre as pernas dela pra deslizar minha ereção suavemente, e quando ela abriu as pernas, reconhecendo finalmente o que era, só reclamou meio sonolenta.
“Arrebenta meu cu, Marco!... Ninguém arrebenta o meu cu!” pedia ela, entre sonhos.
Claro que também atendi essa necessidade da minha amiga, e ela se contraiu maravilhosamente ao sentir que os dois buracos estavam cheios da minha gozada.
Tomamos banho juntos e fizemos de novo uma vez, só pra garantir.
A Sônia parecia bem cansada, mas muito feliz.
“O bom é que se não der certo, no fim do ano posso te mandar pra me ajudar de novo.” Comentou ela, rindo ao pensar que vai ser minha chefe.
Ao passar pela portaria, fomos atendidos pelo mesmo cara que pedi o táxi pra Marisol, e o olhar dele não podia ser Sem mais preconceito nem espanto, já que a Sonia tava com a mesma roupa que chegou no dia anterior e, claramente, parecia mais exausta.
No meu apê, minhas pequenas me receberam com um abraço quentinho e a Marisol, com um beijo cheio de tesão e erotismo, pedindo num sussurro que eu contasse tudo que fiz com a Sonia e se eu tava a fim de repetir tudo naquela mesma noite.
A Elena, por outro lado, tava satisfeita em ver que a Sonia voltou bem mais feliz pra casa. Aproveitamos pra nos despedir, porque queríamos voltar logo pra Adelaide, preparar as compras do início do semestre da Marisol e porque precisávamos de roupa limpa.
Mesmo a Sonia sendo tão hospitaleira a ponto de oferecer um quarto no apê dela e a Marisol estar super tentada a aceitar, me desculpei dizendo que não queria incomodar elas de novo.
Na despedida, claro, a Sonia me deu um beijo caloroso e agradeceu, tanto a mim quanto à Marisol, pelo favor que fizemos…
E se as coisas continuarem assim, ano que vem ela vai comemorar o “primeiro dia das mães”.
Próximo post

1 comentários - Sete por Sete (149): O Favor (E depois…)

Wow que historia que favor y sobre todo a esperar si resulta embarazada para que el próximo año festeje su día de las madres, jn abrazo y que todo marche bien. Me dio gusto que te Sonia te de tu lugar en el trabajo y vean quien realmente eres los demas
Aunque me gustó ayudarle, las mujeres eran hermosas y todo es mucho más cómodo que la faena, me terminé sintiendo como pez fuera del agua. Nunca me ha gustado la tenida formal, pero con tal que podamos compartir más tiempo con mi ruiseñor, estoy dispuesto a cambiar por ella. Saludos, amigo y que la fortuna te acompañe en tus caminos.