Eu adorava meu pai e por isso tolerava a parceira dele e pelo menos uma vez por semana jantava com eles.
Como era cedo e meu pai ainda não teria chegado, preferi passar o tempo tomando um café e entrei num dos bares perto da casa dele, pedi um café com leite e ao meu lado um senhor me sorriu depois de dar uma rápida olhada na minha anatomia. Me serviram o café bem quentinho como eu gosto e aqueci as mãos com o copo.
Dois minutos depois eu soprava antes de dar um gole e nesse momento o senhor se aproximou.
— Oi, incomodo?
— Não é que incomode, só que não gostaria que perdesse seu tempo, supondo que seja valioso. — tentei ser educada e cortante —
— Não me deixa te convidar para esse café?
Nesse momento duas mãos fortes me agarraram pela cintura, me virei alarmada e com o corpo tenso, mas de repente meu corpo relaxou ao ver o olhar sorridente do meu pai.
Abracei e beijei suas bochechas como sempre, enquanto o desconhecido pedia:
— Roberto, me apresenta essa mulher linda?
— Corta essa, Javier, é minha filha, não olha pra ela assim e tira da cabeça o que você tá pensando.
— É sua filha, Roberto, não a minha. — Sorriu antes de se afastar um pouco e começar a conversar com a garçonete —
Com um olhar sério, meu pai me pegou pelo braço e pegando meu café pediu para nos sentarmos numa mesa enquanto pedia outro café para ele.
Notei que ele me olhava por alguns segundos enquanto eu andava na frente dele, mas ao me virar ele olhava para o amigo e pensei que tinha me enganado.
Logo que nos sentamos ele soltou a bomba, que me deixou gelada na cadeira.
— A Carolina quer que a gente se case.
— E você, pai, o que quer?
— Não sei, querida, tô uma bagunça.
Ele resumiu o ultimato que ela tinha dado e como ele tinha dito que precisava pensar, então ela tinha falado que já que ele não tinha certeza e até ter preferia que vivessem como amigos, ou seja, um chantagem sexual de carteirinha. Era o que eu pensava e assim deixei claro pro meu pai.
— Nena, não quero falar. de sexo com minha filha, mas quero que você entenda que na minha idade as coisas são vistas de um jeito diferente do que na sua. Não quero ficar sozinho e não tenho idade para começar de novo.
- Pai, primeiro você não é tão velho assim e segundo, você não vai ficar sozinho… tem eu aqui.
Me doía pensar que aquela piranha estava se aproveitando do meu pai, queria garantir o futuro dela e isso não é ruim, desde que não force a outra pessoa. Ela se sentia poderosa pensando que meu pai daria tudo o que ela pedisse e sempre tinha sido assim, só por acreditar que, por ser dez anos mais nova, teria ele comendo na sua mão.
Naquela noite deixei claro que o apoiaria, mas que não tomasse uma decisão precipitada; a mesma coisa falei nos dias seguintes em que conversei com ele por telefone.
Na semana seguinte eu teria férias e voltaria a falar com ele. Mas tudo mudou quando naquele dia minhas férias foram adiadas e, além do problema com meu pai, tinha marcado com o pintor para aqueles dias e não podia remarcar.
Me encontrei com ele de novo no bar e, depois de pedir que ele pensasse com calma, contei sobre as férias e os pintores, então ele me disse:
- Nena, tenho a solução
- Sou todo ouvidos
- Por que eu não vou para a sua casa uns dias e matamos dois coelhos com uma cajadada só? Me afasto dela para pensar, estava pensando em fazer isso e por isso tenho uns dias de férias, e ainda posso supervisionar seu pintor?
Parecia perfeito e combinamos que seria assim. Ele me ajudaria com o pintor e eu o ajudaria a se decidir.
No domingo à noite ele chegou na minha casa com sua bolsa de esporte e o acompanhei até o quarto de hóspedes, ele ainda não tinha estado na minha casa, já que sempre ia eu na dele.
Jantamos conversando sobre um pouco de tudo e depois assistimos um pouco de TV, sentados os dois no sofá, acabei dormindo e acordei com uma sensação agradável.
Não mexi um músculo, mas senti a suave carícia de uns dedos nas minhas coxas nuas. Me alucinei ao perceber que estava ficando excitada com as carícias do meu pai. Não sabia o que fazer mas não queria que ele parasse de me tocar.
Não foi além disso, mal dava pra perceber porque ele não apoiava a mão, só as pontas dos dedos tocavam minha pele.
Fingi acordar e ele tirou a mão rápido, se mexendo desconfortável no seu canto. Levantei oferecendo algo pra beber e fui pegar dois refrigerantes.
Percebi o olhar dele quando levantei e ao voltar ele pegou a lata. Ao entregar, notei que ele estava excitado - foi só um segundo antes que ele se recolocou no lugar.
Sentei percebendo que estava super excitada com a morbidez de saber que excitava meu pai. Levantei e fui ao banheiro, mas antes de fechar a porta vi ele apoiando a lata na virilha tentando esfriar a excitação.
Naquela noite, deitada na cama quente e excitada, não consegui evitar me tocar imaginando meu pai fazendo o mesmo. Não parei até gozar, mordendo meus lábios pra que ele não pudesse me ouvir.
No dia seguinte quando voltei ao meio-dia o pintor já tinha começado, mas eu só ficava vigiando os olhares do meu pai quando ele achava que eu não percebia. Não conseguia parar de pensar numa coisa: desde quando meu pai me olhava de maneira diferente? E de novo a ideia me excitou.
Naquela noite durante o jantar, meu pai admitiu que achava que devia casar com ela se o preço de não casar fosse ficar sozinho de novo. Decidi que ia mostrar pra ele que havia mais peixes no mar. Tentei convencê-lo que casar com ela não o faria feliz porque ele não tinha escolhido por si mesmo.
Quando terminamos de jantar e voltamos pro sofá, decidi forçar a situação. Pra isso sentei ao lado dele e pouco a pouco fui me apoiando no seu ombro fingindo dormir.
Estava com uma camiseta enorme e larga, que escorregava no meu ombro deixando ver perfeitamente nessa posição meus seios livres de sutiã.
Dez minutos depois senti a mão dele no meu ombro nu e ao confirmar que eu não acordava, desceu um pouco acariciando o começo dos meus seios.
De novo seus dedos roçavam minha pele enquanto eu sentia sua respiração acelerada. Desci um pouco mais e senti aqueles dedos no meu mamilo, ele o esfregou até endurecer e continuou acariciando.
Abri os olhos, já que ele não os via, e observei seu pau crescendo sob o pijama, isso me deixou a mil, desejava ver o pau do meu pai, desejava tê-lo dentro de mim...
Ele me acariciou por alguns minutos antes que a consciência ou algo mais o fizesse retirar a mão e me acordar, após colocar uma almofada sobre sua ereção.
Dei-lhe um beijo, agachando-me, dando-lhe uma visão privilegiada dos meus peitos. Então fui para meu quarto, deixando a porta entreaberta, para poder ver o que acontecia na sala.
O que se seguiu acendeu meus sentidos: meu pai afastou a almofada e libertou seu pau do pijama. Seu pau era enorme, venoso e irresistível, ele o pegou com a mão e começou a masturbá-lo enquanto com a outra mão acariciava o lugar onde eu havia estado. Ele levou apenas dois minutos para soltar um jato potente de porra que desenhou um arco no chão, seguido por um segundo que caiu em sua calça.
Naquela noite, tive que me masturbar novamente para conseguir dormir, e no dia seguinte percebi seu distanciamento, seu olhar me evitava e não havia vestígios de suas atividades.
Naquele almoço, ele não comeu em casa, apesar de ter cozinhado para mim; sei que ele estava me evitando. Naquela noite, ele fugiu de qualquer aproximação, mas no dia seguinte tive a oportunidade esperada.
Quando cheguei em casa, a sala cheirava a tinta e decidimos jantar fora. Depois do jantar, já no carro, ela ligou para ele, tecendo sua teia de aranha, e disse que sentia sua falta – eu ouvi.
Cruzei a perna para que minha saia subisse e, enquanto ele ainda falava com ela no estacionamento, seus olhos estavam fixos nas minhas coxas enquanto eu fingia estar no celular.
Quando subimos para casa, ele fugiu para seu quarto, mas decidida a jogar minhas cartas, fui atrás dele e disse:
– Pai, você não pode dormir aqui, está fedendo a tinta.
– A sala também.
– Mas meu quarto não, você pode dormir na minha cama.
– Não!
– Pai... Não seja antiquado… não vou deixar seus pulmões fecharem por essa bobagem de não dormir na minha cama, além do mais já dormimos juntos antes, vamos, coloca o pijama – falei sem deixá-lo rebater.
Ao sair, ouvi ele sussurrar baixinho:
– Mas naquela época você era só minha menininha…
Sorri com a ternura das palavras dele, mas no mesmo instante fiquei excitada ao imaginar o que vinha a seguir, o que eu era agora além da sua menininha…
Liguei a TV e troquei de camiseta, por uma mais justa e curta. Deitei na cama e logo ouvi a batida na porta.
– Tem certeza?
– Claro, papi – respondi, puxando o lençol mais do que o necessário para que ele visse o quanto minha camiseta cobria pouco.
Ele se acomodou na beirada e eu liguei a TV sorrindo. Por meia hora rimos com o filme, até que avisei que ia dormir.
– Não se preocupe, quando eu pego no sono, é pesado e a TV não me incomoda.
– Tudo bem, quando acabar eu desligo.
Passei o controle e virei de lado, de propósito levantei um pouco o bumbum, me colocando em posição fetal e assim aproximando aquela parte da minha anatomia dele.
Um pouco depois, fiz minha respiração mais pesada e percebi que ele levantou levemente o edredom. Sabia que a camiseta estava na minha cintura e que, com meu culote, ele podia ver meu bumbum perfeitamente. Ouvi ele suspirar e, um minuto depois, seus dedos estavam de novo na minha pele, dessa vez sobre minha bunda.
Depois de alguns minutos acariciando-me sem parar enquanto me observava, ele desligou a TV, apagou a luz e deitou de lado, bem quieto.
Não deixei a oportunidade passar e me mexi, encostando meu bumbum no seu pau.
Amei sentir sua ereção, mas ele se afastou um pouco e pensei que fosse se distanciar. Pelo contrário, surpreendeu-me ao se encostar de novo, embora agora eu sentisse sua pele quente. Percebi, feliz, que ele havia solto o pau e agora eu o sentia diretamente. Ouvi sua respiração ofegante perto da minha nuca por apenas alguns segundos, logo antes de ele se afastar. Temei que ele fosse levantar e ir embora. Então soube que era a hora de mostrar minhas cartas.
– Não vai embora – pedi na penumbra.
– É, gata, preciso… Vá embora agora" – disse ele, pesaroso.
"Por quê?"
"Porque sou seu pai, porque isso não deve ser assim…" – sua voz soava triste.
"Pai, não sou mais uma menina e decido o que faço com meu corpo, e ele te deseja agora."
Ele suspirou, mas continuou sentado, de costas para mim, com os pés no chão, imóvel, ponderando tudo o que eu dizia.
"Já sei que você não é uma menina. Desde aquele maldito dia no bar, quando meu amigo te devorava, tenho sido muito consciente de que você não é mais uma menina."
"E não sou mesmo, pai. Sou uma mulher e quero que você me veja como tal."
"Você sempre será minha menina… te adoro e me sinto um vilão por te desejar."
"Não quero que você se sinta mal, nem te obrigar a nada, só quero que seja livre. Você sempre será meu pai, mas adoraria que agora fosse também meu amante."
"Porra, querida, não fala assim comigo" – eu percebia que ele estava cedendo…
Era agora ou nunca. Ajoelhei-me na cama atrás dele, tirei a camiseta e o abracei por trás, beijando seu pescoço e acariciando seu peito nu, pressionando meus seios para que ele sentisse meus mamilos eretos em suas costas.
Ele ofegava, imóvel, enquanto minhas mãos desciam por seu estômago levemente saliente. Continuei descendo e enfiei a mão sob a cintura da calça.
Senti seu pau pulsar em minha mão e, envolvendo-o, comecei a massageá-lo lentamente, sentindo-o crescer ainda mais, sem parar de lamber seu pescoço e nuca. Só parei para morder seus ombros.
Ele gemeu quando cravei meus dentes e minha mão apertou mais forte seu pau.
"Querida, meu Deus, que prazer…"
Tirei a mão e me afastei, dizendo:
"Senta aqui" – arrumei as almofadas contra a cabeceira e ele se recostou, apoiado nela.
Fiquei de pé e tirei minha calcinha sob seu olhar atento antes de voltar para a cama e me ajoelhar sobre ele, com um joelho de cada lado.
Suas mãos agarraram meus peitos e os apertaram enquanto eu me apoiava em seus ombros, inclinando-me para frente, facilitando que ele baixasse a cabeça e lambesse minha mamilos.
Ele lambeu e mordeu meus mamilos enquanto suas duas mãos apertavam meus seios, juntando-os e indo de um ao outro, me deixando a mil e acendendo todo o meu corpo. A cada sucção, ondas de prazer percorriam minhas pernas. Eu sentia minha buceta molhada, inchada, quente, enquanto o pau dele, lá embaixo, igualmente quente, roçava minha carne febril.
Levantei a bunda e o pau dele deslizou entre os lábios da minha boceta. Eu me mexi e ele, com a mão, empurrou entre nós dois para que a cabeça do pau dele encostasse na minha entrada.
— Nena, tem certeza?
— E você?
— Eu preciso te foder, agora não consigo pensar em mais nada.
Ao ouvir isso, balancei os quadris e o pau dele começou a me penetrar, a abrir minha vagina, que não estava acostumada com uma grossura daquelas. Entrava devagar… me abrindo… me enchendo…
Fiquei parada, ouvindo os gemidos dele, os meus gemidos, e então comecei a mover os quadris. Ele me agarrou pela bunda e cravou os dedos na minha carne.
— Isso, gostosa, mexe, amor — ele gemeu, enlouquecido.
Apertei o pau dele e intensifiquei o vai e vem sem deixar que saísse nem um centímetro. Eu ficava louca por tê-lo bem dentro de mim.
— Pai, não aguento mais, vou gozar, adoro seu pau.
— Nena, não sei se vou conseguir…
— Pai, quero você dentro, não para.
Ele gemeu, ficando tenso, enquanto meu corpo também se arqueava, sentindo o calor da porra dele bem dentro da minha vagina. Esguichei até a última gota, desabando, sem forças, sobre o peito dele.
— Que delícia… como é bom estar no inferno, nena… — ele disse, me abraçando.
— Não sai ainda, deixa ele ficar pequenininho dentro de mim.
— Sim, minha nena, o que você quiser.
Depois de um tempo, desci e me deitei ao lado dele. Ele, apoiado no cotovelo, olhava minha nudez.
— Se meu amigo estivesse aqui… — ele disse, sentando na cama.
Para minha surpresa, ele desceu da cama, deu a volta e, puxando-me, me virou, me posicionando atravessada na cama. Apoiou meus pés nos ombros dele e se ajoelhou, observando como a porra dele escorria da minha vagina. Passou a camiseta e, sem se importar com nada, enterrou a cabeça entre minhas pernas, pôs a língua para fora e me deixou louca com ela, com os dentes dele, com… seus lábios e depois com seus dedos me levou de volta ao paraíso, me contorci num orgasmo maravilhoso.
Quando ele se levantou, eu me ajoelhei na cama e, como uma gata, fui até seu pau novamente semi-ereto, agarrei e, com a língua para fora, lambi a cabeça apertando forte para que ele ficasse mais grosso, coloquei entre meus lábios e chupei antes de deixá-lo deslizar para dentro, enchendo minha garganta.
Ele se apoiou na parede enquanto gemia cada vez mais alto com minhas chupadas. Peguei com a outra mão e acariciei suas bolas cheias penduradas, minha boca deixou seu pau e fui até lá, coloquei na boca e brinquei um pouco antes de voltar ao seu mastro, lambendo de cima a baixo novamente, bati com a língua e engoli até o fundo de novo. Minha pressão não deixava ele gozar, mas dava para sentir o orgasmo se aproximando.
—Nena, meu Deus… sua boca… você está me deixando louco.
Então ele me empurrou pelos ombros, me virou e, segurando meus quadris com um simples movimento dos rins, enfiou até o fundo da minha buceta.
Deu uma palmada na minha bunda e saiu completamente, só um segundo para enfiar com força de novo. Ele me fodia com desespero, entregue completamente à luxúria. Tirou e meteu várias vezes.
—Deus, nena, que bunda… —disse de novo, dando outra palmada—
Ele empurrava o pau enquanto me batia, depois tirava e descia para lamber minha bunda antes de enfiar de novo no meu cuzinho encharcado.
—Me deixa louco ver sua bunda enquanto te fodo.
—Fode, papai
—Sério? —perguntou alucinado—
—Sim
Ele continuou abrindo minha buceta, completamente perdido, quando senti seu dedo na minha entrada traseira. Ele tinha molhado com a saliva que deixou ao me lamber e começou a empurrar devagar, sentindo como eu cedia, ficou parado uns momentos e mexeu um pouco antes de tirar.
Ele agarrou o pau e empurrou, fez força e meteu a cabeça, senti que me partia ao meio e me agarrei forte nos lençóis, choramingando. Ele empurrou um pouco mais enquanto... acariciava meus rins, me acalmando.
- Calma, minha neném, aguenta um pouquinho.
- Sim, papai, eu quero ela toda.
Chamá-lo de papai o deixou ainda mais excitado, porque ele empurrou com força, me abrindo por completo e me fazendo gritar de dor. Ele parou ao ouvir meu grito.
- Desculpa, neném, sou um animal… você me deixa…
- Eu não sinto, papai.
Ele me agarrou com força e começou a se mover, primeiro devagar, mas quando meu canal apertado se acostumou ao seu pau, ele se moveu mais rápido e com mais intensidade.
- Você gosta de como o papai te fode? – disse ele, muito excitado.
- Eu adoro, não para, papai.
- Não conseguiria mesmo se quisesse, sinto que não é sua primeira vez, neném, mas é a minha… que loucura – disse ele, mexendo entre minhas pernas com os dedos.
Arqueei o corpo, ele empurrou e senti o calor do sêmen dele, desta vez nas minhas entranhas, e eu gozei logo depois, gemendo. Ambos caímos na cama exaustos.
Meia hora depois, tomamos banho entre carícias distraídas, e ele disse:
- Querida, algumas horas atrás eu achava que tinha as coisas claras, depois disso só tenho uma coisa clara.
- O que, papai?
- Que quero mais dessa maravilhosa loucura. Neném, por favor…
- Eu também quero mais… papai.
- Sim, minha menina; o papai vai dar o que sua menina quiser e quando quiser – disse ele rindo enquanto nos beijávamos.
Acho que eu tinha acabado de convencê-lo… dando a ele o que ela negava com seu chantagem.
Como era cedo e meu pai ainda não teria chegado, preferi passar o tempo tomando um café e entrei num dos bares perto da casa dele, pedi um café com leite e ao meu lado um senhor me sorriu depois de dar uma rápida olhada na minha anatomia. Me serviram o café bem quentinho como eu gosto e aqueci as mãos com o copo.
Dois minutos depois eu soprava antes de dar um gole e nesse momento o senhor se aproximou.
— Oi, incomodo?
— Não é que incomode, só que não gostaria que perdesse seu tempo, supondo que seja valioso. — tentei ser educada e cortante —
— Não me deixa te convidar para esse café?
Nesse momento duas mãos fortes me agarraram pela cintura, me virei alarmada e com o corpo tenso, mas de repente meu corpo relaxou ao ver o olhar sorridente do meu pai.
Abracei e beijei suas bochechas como sempre, enquanto o desconhecido pedia:
— Roberto, me apresenta essa mulher linda?
— Corta essa, Javier, é minha filha, não olha pra ela assim e tira da cabeça o que você tá pensando.
— É sua filha, Roberto, não a minha. — Sorriu antes de se afastar um pouco e começar a conversar com a garçonete —
Com um olhar sério, meu pai me pegou pelo braço e pegando meu café pediu para nos sentarmos numa mesa enquanto pedia outro café para ele.
Notei que ele me olhava por alguns segundos enquanto eu andava na frente dele, mas ao me virar ele olhava para o amigo e pensei que tinha me enganado.
Logo que nos sentamos ele soltou a bomba, que me deixou gelada na cadeira.
— A Carolina quer que a gente se case.
— E você, pai, o que quer?
— Não sei, querida, tô uma bagunça.
Ele resumiu o ultimato que ela tinha dado e como ele tinha dito que precisava pensar, então ela tinha falado que já que ele não tinha certeza e até ter preferia que vivessem como amigos, ou seja, um chantagem sexual de carteirinha. Era o que eu pensava e assim deixei claro pro meu pai.
— Nena, não quero falar. de sexo com minha filha, mas quero que você entenda que na minha idade as coisas são vistas de um jeito diferente do que na sua. Não quero ficar sozinho e não tenho idade para começar de novo.
- Pai, primeiro você não é tão velho assim e segundo, você não vai ficar sozinho… tem eu aqui.
Me doía pensar que aquela piranha estava se aproveitando do meu pai, queria garantir o futuro dela e isso não é ruim, desde que não force a outra pessoa. Ela se sentia poderosa pensando que meu pai daria tudo o que ela pedisse e sempre tinha sido assim, só por acreditar que, por ser dez anos mais nova, teria ele comendo na sua mão.
Naquela noite deixei claro que o apoiaria, mas que não tomasse uma decisão precipitada; a mesma coisa falei nos dias seguintes em que conversei com ele por telefone.
Na semana seguinte eu teria férias e voltaria a falar com ele. Mas tudo mudou quando naquele dia minhas férias foram adiadas e, além do problema com meu pai, tinha marcado com o pintor para aqueles dias e não podia remarcar.
Me encontrei com ele de novo no bar e, depois de pedir que ele pensasse com calma, contei sobre as férias e os pintores, então ele me disse:
- Nena, tenho a solução
- Sou todo ouvidos
- Por que eu não vou para a sua casa uns dias e matamos dois coelhos com uma cajadada só? Me afasto dela para pensar, estava pensando em fazer isso e por isso tenho uns dias de férias, e ainda posso supervisionar seu pintor?
Parecia perfeito e combinamos que seria assim. Ele me ajudaria com o pintor e eu o ajudaria a se decidir.
No domingo à noite ele chegou na minha casa com sua bolsa de esporte e o acompanhei até o quarto de hóspedes, ele ainda não tinha estado na minha casa, já que sempre ia eu na dele.
Jantamos conversando sobre um pouco de tudo e depois assistimos um pouco de TV, sentados os dois no sofá, acabei dormindo e acordei com uma sensação agradável.
Não mexi um músculo, mas senti a suave carícia de uns dedos nas minhas coxas nuas. Me alucinei ao perceber que estava ficando excitada com as carícias do meu pai. Não sabia o que fazer mas não queria que ele parasse de me tocar.
Não foi além disso, mal dava pra perceber porque ele não apoiava a mão, só as pontas dos dedos tocavam minha pele.
Fingi acordar e ele tirou a mão rápido, se mexendo desconfortável no seu canto. Levantei oferecendo algo pra beber e fui pegar dois refrigerantes.
Percebi o olhar dele quando levantei e ao voltar ele pegou a lata. Ao entregar, notei que ele estava excitado - foi só um segundo antes que ele se recolocou no lugar.
Sentei percebendo que estava super excitada com a morbidez de saber que excitava meu pai. Levantei e fui ao banheiro, mas antes de fechar a porta vi ele apoiando a lata na virilha tentando esfriar a excitação.
Naquela noite, deitada na cama quente e excitada, não consegui evitar me tocar imaginando meu pai fazendo o mesmo. Não parei até gozar, mordendo meus lábios pra que ele não pudesse me ouvir.
No dia seguinte quando voltei ao meio-dia o pintor já tinha começado, mas eu só ficava vigiando os olhares do meu pai quando ele achava que eu não percebia. Não conseguia parar de pensar numa coisa: desde quando meu pai me olhava de maneira diferente? E de novo a ideia me excitou.
Naquela noite durante o jantar, meu pai admitiu que achava que devia casar com ela se o preço de não casar fosse ficar sozinho de novo. Decidi que ia mostrar pra ele que havia mais peixes no mar. Tentei convencê-lo que casar com ela não o faria feliz porque ele não tinha escolhido por si mesmo.
Quando terminamos de jantar e voltamos pro sofá, decidi forçar a situação. Pra isso sentei ao lado dele e pouco a pouco fui me apoiando no seu ombro fingindo dormir.
Estava com uma camiseta enorme e larga, que escorregava no meu ombro deixando ver perfeitamente nessa posição meus seios livres de sutiã.
Dez minutos depois senti a mão dele no meu ombro nu e ao confirmar que eu não acordava, desceu um pouco acariciando o começo dos meus seios.
De novo seus dedos roçavam minha pele enquanto eu sentia sua respiração acelerada. Desci um pouco mais e senti aqueles dedos no meu mamilo, ele o esfregou até endurecer e continuou acariciando.
Abri os olhos, já que ele não os via, e observei seu pau crescendo sob o pijama, isso me deixou a mil, desejava ver o pau do meu pai, desejava tê-lo dentro de mim...
Ele me acariciou por alguns minutos antes que a consciência ou algo mais o fizesse retirar a mão e me acordar, após colocar uma almofada sobre sua ereção.
Dei-lhe um beijo, agachando-me, dando-lhe uma visão privilegiada dos meus peitos. Então fui para meu quarto, deixando a porta entreaberta, para poder ver o que acontecia na sala.
O que se seguiu acendeu meus sentidos: meu pai afastou a almofada e libertou seu pau do pijama. Seu pau era enorme, venoso e irresistível, ele o pegou com a mão e começou a masturbá-lo enquanto com a outra mão acariciava o lugar onde eu havia estado. Ele levou apenas dois minutos para soltar um jato potente de porra que desenhou um arco no chão, seguido por um segundo que caiu em sua calça.
Naquela noite, tive que me masturbar novamente para conseguir dormir, e no dia seguinte percebi seu distanciamento, seu olhar me evitava e não havia vestígios de suas atividades.
Naquele almoço, ele não comeu em casa, apesar de ter cozinhado para mim; sei que ele estava me evitando. Naquela noite, ele fugiu de qualquer aproximação, mas no dia seguinte tive a oportunidade esperada.
Quando cheguei em casa, a sala cheirava a tinta e decidimos jantar fora. Depois do jantar, já no carro, ela ligou para ele, tecendo sua teia de aranha, e disse que sentia sua falta – eu ouvi.
Cruzei a perna para que minha saia subisse e, enquanto ele ainda falava com ela no estacionamento, seus olhos estavam fixos nas minhas coxas enquanto eu fingia estar no celular.
Quando subimos para casa, ele fugiu para seu quarto, mas decidida a jogar minhas cartas, fui atrás dele e disse:
– Pai, você não pode dormir aqui, está fedendo a tinta.
– A sala também.
– Mas meu quarto não, você pode dormir na minha cama.
– Não!
– Pai... Não seja antiquado… não vou deixar seus pulmões fecharem por essa bobagem de não dormir na minha cama, além do mais já dormimos juntos antes, vamos, coloca o pijama – falei sem deixá-lo rebater.
Ao sair, ouvi ele sussurrar baixinho:
– Mas naquela época você era só minha menininha…
Sorri com a ternura das palavras dele, mas no mesmo instante fiquei excitada ao imaginar o que vinha a seguir, o que eu era agora além da sua menininha…
Liguei a TV e troquei de camiseta, por uma mais justa e curta. Deitei na cama e logo ouvi a batida na porta.
– Tem certeza?
– Claro, papi – respondi, puxando o lençol mais do que o necessário para que ele visse o quanto minha camiseta cobria pouco.
Ele se acomodou na beirada e eu liguei a TV sorrindo. Por meia hora rimos com o filme, até que avisei que ia dormir.
– Não se preocupe, quando eu pego no sono, é pesado e a TV não me incomoda.
– Tudo bem, quando acabar eu desligo.
Passei o controle e virei de lado, de propósito levantei um pouco o bumbum, me colocando em posição fetal e assim aproximando aquela parte da minha anatomia dele.
Um pouco depois, fiz minha respiração mais pesada e percebi que ele levantou levemente o edredom. Sabia que a camiseta estava na minha cintura e que, com meu culote, ele podia ver meu bumbum perfeitamente. Ouvi ele suspirar e, um minuto depois, seus dedos estavam de novo na minha pele, dessa vez sobre minha bunda.
Depois de alguns minutos acariciando-me sem parar enquanto me observava, ele desligou a TV, apagou a luz e deitou de lado, bem quieto.
Não deixei a oportunidade passar e me mexi, encostando meu bumbum no seu pau.
Amei sentir sua ereção, mas ele se afastou um pouco e pensei que fosse se distanciar. Pelo contrário, surpreendeu-me ao se encostar de novo, embora agora eu sentisse sua pele quente. Percebi, feliz, que ele havia solto o pau e agora eu o sentia diretamente. Ouvi sua respiração ofegante perto da minha nuca por apenas alguns segundos, logo antes de ele se afastar. Temei que ele fosse levantar e ir embora. Então soube que era a hora de mostrar minhas cartas.
– Não vai embora – pedi na penumbra.
– É, gata, preciso… Vá embora agora" – disse ele, pesaroso.
"Por quê?"
"Porque sou seu pai, porque isso não deve ser assim…" – sua voz soava triste.
"Pai, não sou mais uma menina e decido o que faço com meu corpo, e ele te deseja agora."
Ele suspirou, mas continuou sentado, de costas para mim, com os pés no chão, imóvel, ponderando tudo o que eu dizia.
"Já sei que você não é uma menina. Desde aquele maldito dia no bar, quando meu amigo te devorava, tenho sido muito consciente de que você não é mais uma menina."
"E não sou mesmo, pai. Sou uma mulher e quero que você me veja como tal."
"Você sempre será minha menina… te adoro e me sinto um vilão por te desejar."
"Não quero que você se sinta mal, nem te obrigar a nada, só quero que seja livre. Você sempre será meu pai, mas adoraria que agora fosse também meu amante."
"Porra, querida, não fala assim comigo" – eu percebia que ele estava cedendo…
Era agora ou nunca. Ajoelhei-me na cama atrás dele, tirei a camiseta e o abracei por trás, beijando seu pescoço e acariciando seu peito nu, pressionando meus seios para que ele sentisse meus mamilos eretos em suas costas.
Ele ofegava, imóvel, enquanto minhas mãos desciam por seu estômago levemente saliente. Continuei descendo e enfiei a mão sob a cintura da calça.
Senti seu pau pulsar em minha mão e, envolvendo-o, comecei a massageá-lo lentamente, sentindo-o crescer ainda mais, sem parar de lamber seu pescoço e nuca. Só parei para morder seus ombros.
Ele gemeu quando cravei meus dentes e minha mão apertou mais forte seu pau.
"Querida, meu Deus, que prazer…"
Tirei a mão e me afastei, dizendo:
"Senta aqui" – arrumei as almofadas contra a cabeceira e ele se recostou, apoiado nela.
Fiquei de pé e tirei minha calcinha sob seu olhar atento antes de voltar para a cama e me ajoelhar sobre ele, com um joelho de cada lado.
Suas mãos agarraram meus peitos e os apertaram enquanto eu me apoiava em seus ombros, inclinando-me para frente, facilitando que ele baixasse a cabeça e lambesse minha mamilos.
Ele lambeu e mordeu meus mamilos enquanto suas duas mãos apertavam meus seios, juntando-os e indo de um ao outro, me deixando a mil e acendendo todo o meu corpo. A cada sucção, ondas de prazer percorriam minhas pernas. Eu sentia minha buceta molhada, inchada, quente, enquanto o pau dele, lá embaixo, igualmente quente, roçava minha carne febril.
Levantei a bunda e o pau dele deslizou entre os lábios da minha boceta. Eu me mexi e ele, com a mão, empurrou entre nós dois para que a cabeça do pau dele encostasse na minha entrada.
— Nena, tem certeza?
— E você?
— Eu preciso te foder, agora não consigo pensar em mais nada.
Ao ouvir isso, balancei os quadris e o pau dele começou a me penetrar, a abrir minha vagina, que não estava acostumada com uma grossura daquelas. Entrava devagar… me abrindo… me enchendo…
Fiquei parada, ouvindo os gemidos dele, os meus gemidos, e então comecei a mover os quadris. Ele me agarrou pela bunda e cravou os dedos na minha carne.
— Isso, gostosa, mexe, amor — ele gemeu, enlouquecido.
Apertei o pau dele e intensifiquei o vai e vem sem deixar que saísse nem um centímetro. Eu ficava louca por tê-lo bem dentro de mim.
— Pai, não aguento mais, vou gozar, adoro seu pau.
— Nena, não sei se vou conseguir…
— Pai, quero você dentro, não para.
Ele gemeu, ficando tenso, enquanto meu corpo também se arqueava, sentindo o calor da porra dele bem dentro da minha vagina. Esguichei até a última gota, desabando, sem forças, sobre o peito dele.
— Que delícia… como é bom estar no inferno, nena… — ele disse, me abraçando.
— Não sai ainda, deixa ele ficar pequenininho dentro de mim.
— Sim, minha nena, o que você quiser.
Depois de um tempo, desci e me deitei ao lado dele. Ele, apoiado no cotovelo, olhava minha nudez.
— Se meu amigo estivesse aqui… — ele disse, sentando na cama.
Para minha surpresa, ele desceu da cama, deu a volta e, puxando-me, me virou, me posicionando atravessada na cama. Apoiou meus pés nos ombros dele e se ajoelhou, observando como a porra dele escorria da minha vagina. Passou a camiseta e, sem se importar com nada, enterrou a cabeça entre minhas pernas, pôs a língua para fora e me deixou louca com ela, com os dentes dele, com… seus lábios e depois com seus dedos me levou de volta ao paraíso, me contorci num orgasmo maravilhoso.
Quando ele se levantou, eu me ajoelhei na cama e, como uma gata, fui até seu pau novamente semi-ereto, agarrei e, com a língua para fora, lambi a cabeça apertando forte para que ele ficasse mais grosso, coloquei entre meus lábios e chupei antes de deixá-lo deslizar para dentro, enchendo minha garganta.
Ele se apoiou na parede enquanto gemia cada vez mais alto com minhas chupadas. Peguei com a outra mão e acariciei suas bolas cheias penduradas, minha boca deixou seu pau e fui até lá, coloquei na boca e brinquei um pouco antes de voltar ao seu mastro, lambendo de cima a baixo novamente, bati com a língua e engoli até o fundo de novo. Minha pressão não deixava ele gozar, mas dava para sentir o orgasmo se aproximando.
—Nena, meu Deus… sua boca… você está me deixando louco.
Então ele me empurrou pelos ombros, me virou e, segurando meus quadris com um simples movimento dos rins, enfiou até o fundo da minha buceta.
Deu uma palmada na minha bunda e saiu completamente, só um segundo para enfiar com força de novo. Ele me fodia com desespero, entregue completamente à luxúria. Tirou e meteu várias vezes.
—Deus, nena, que bunda… —disse de novo, dando outra palmada—
Ele empurrava o pau enquanto me batia, depois tirava e descia para lamber minha bunda antes de enfiar de novo no meu cuzinho encharcado.
—Me deixa louco ver sua bunda enquanto te fodo.
—Fode, papai
—Sério? —perguntou alucinado—
—Sim
Ele continuou abrindo minha buceta, completamente perdido, quando senti seu dedo na minha entrada traseira. Ele tinha molhado com a saliva que deixou ao me lamber e começou a empurrar devagar, sentindo como eu cedia, ficou parado uns momentos e mexeu um pouco antes de tirar.
Ele agarrou o pau e empurrou, fez força e meteu a cabeça, senti que me partia ao meio e me agarrei forte nos lençóis, choramingando. Ele empurrou um pouco mais enquanto... acariciava meus rins, me acalmando.
- Calma, minha neném, aguenta um pouquinho.
- Sim, papai, eu quero ela toda.
Chamá-lo de papai o deixou ainda mais excitado, porque ele empurrou com força, me abrindo por completo e me fazendo gritar de dor. Ele parou ao ouvir meu grito.
- Desculpa, neném, sou um animal… você me deixa…
- Eu não sinto, papai.
Ele me agarrou com força e começou a se mover, primeiro devagar, mas quando meu canal apertado se acostumou ao seu pau, ele se moveu mais rápido e com mais intensidade.
- Você gosta de como o papai te fode? – disse ele, muito excitado.
- Eu adoro, não para, papai.
- Não conseguiria mesmo se quisesse, sinto que não é sua primeira vez, neném, mas é a minha… que loucura – disse ele, mexendo entre minhas pernas com os dedos.
Arqueei o corpo, ele empurrou e senti o calor do sêmen dele, desta vez nas minhas entranhas, e eu gozei logo depois, gemendo. Ambos caímos na cama exaustos.
Meia hora depois, tomamos banho entre carícias distraídas, e ele disse:
- Querida, algumas horas atrás eu achava que tinha as coisas claras, depois disso só tenho uma coisa clara.
- O que, papai?
- Que quero mais dessa maravilhosa loucura. Neném, por favor…
- Eu também quero mais… papai.
- Sim, minha menina; o papai vai dar o que sua menina quiser e quando quiser – disse ele rindo enquanto nos beijávamos.
Acho que eu tinha acabado de convencê-lo… dando a ele o que ela negava com seu chantagem.
3 comentários - Mi Papa, No Se Va A Casar...
Aguante el incesto !
solo le faltaron fotos tuyas desnuda, pero seguramente no las subiste porque debe ser ficcion, una pena si asi fuera.