Meu Pai Não Vai Casar...

Adorava meu pai e por isso tolerava a parceira dele, e pelo menos uma vez por semana jantava com eles.

Como era cedo e meu pai ainda não tinha chegado, preferi matar o tempo tomando um café e entrei num dos bares perto da casa dele. Pedi um café com leite, e um senhor ao meu lado me sorriu depois de dar uma rápida olhada no meu corpo. Serviram o café bem quentinho, do jeito que eu gosto, e esquentei as mãos no copo.

Dois minutos depois, eu soprava antes de dar um gole, e nesse momento o senhor se aproximou.

— Oi, incomodo?

— Não é que incomode, só não queria que perdesse seu tempo, supondo que ele seja valioso.
— Tentei ser educada e cortante.

— Não me deixa te pagar esse café?

Naquele instante, duas mãos fortes me agarraram pela cintura. Me virei assustada, com o corpo tenso, mas de repente relaxei ao ver o olhar sorridente do meu pai.

Abracei ele e beijei suas bochechas como sempre, enquanto o desconhecido pedia:

— Roberto, me apresenta essa mulher gostosa?

— Para com isso, Javier, é minha filha. Não olha assim e tira isso da cabeça.

— É sua filha, Roberto, não minha. — Sorriu antes de se afastar um pouco e começar a papear com a garçonete.

Com um olhar sério, meu pai me pegou pelo braço, pegou meu café e pediu para sentarmos numa mesa enquanto pedia outro café para ele.

Notei que ele me olhava por alguns segundos enquanto eu andava na frente dele, mas quando me virei, ele olhava para o amigo e pensei que tinha me enganado.

Assim que sentamos, ele soltou a bomba, que me deixou gelada na cadeira.

— Carolina quer que a gente case.

— E você, pai, o que quer?

— Não sei, querida, estou todo confuso.

Ele resumiu o ultimato que ela tinha dado e como ele disse que precisava pensar. Então ela falou que, já que ele não tinha certeza e até que tivesse, preferia que vivessem como amigos — ou seja, uma chantagem sexual daquelas. Era o que eu pensava e foi o que falei pro meu pai.

— Filha, não quero falar sobre isso. de sexo com minha filha, mas quero que você entenda que na minha idade as coisas são vistas de um jeito diferente do que na sua. Não quero ficar sozinho e não tenho idade pra recomeçar.

— Pai, primeiro você não é tão velho assim e segundo não vai ficar sozinho… eu estou aqui.

Doía pensar que aquela piranha estava se aproveitando do meu pai, queria garantir o futuro dela e isso não é ruim, desde que você não force a outra pessoa. Ela se sentia poderosa achando que meu pai daria tudo o que ela pedisse, e sempre foi assim só por acreditar que por ser dez anos mais nova, ele comeria na mão dela.

Naquela noite deixei claro que apoiaria ele, mas que não tomasse uma decisão apressada; a mesma coisa falei nos dias seguintes em que conversei com ele por telefone.

Na semana seguinte eu estava de férias e ia falar com ele de novo. Mas tudo mudou quando naquele dia minhas férias foram adiadas e, além da história do meu pai, eu tinha marcado com o pintor naqueles dias e não podia mudar as datas.

Me encontrei com ele de novo no bar e depois de pedir pra ele pensar com calma, contei sobre as férias e os pintores, então ele disse:

— Filha, tenho a solução.

— Tô toda ouvidos.

— Por que você não vem uns dias pra sua casa e a gente mata dois coelhos com uma cajadada só? Eu me afasto dela pra pensar, já estava pensando em fazer isso e por isso tirei uns dias de férias, e ainda supervisiono seu pintor?

Parecia perfeito e combinamos que seria assim. Ele me ajudaria com o pintor e eu ajudaria ele a se decidir.

No domingo à noite ele chegou na minha casa com a mochila de esporte e eu o acompanhei até o quarto de hóspedes, ele ainda não tinha vindo na minha casa, já que eu sempre ia na dele.

Jantamos conversando sobre tudo um pouco e depois vimos TV por um tempo, sentados os dois no sofá eu acabei dormindo e acordei com uma sensação gostosa.

Não mexi um músculo, mas senti a carícia suave de uns dedos nas minhas coxas nuas. Fiquei alucinada ao perceber que estava ficando excitada com as carícias do meu pai. Não sabia o que fazer. mas eu não queria que ele parasse de me tocar.
Não passava daquilo, mal dava pra perceber porque ele não apoiava a mão, só as pontas dos dedos tocavam minha pele.
Fingi acordar e afastei a mão rapidamente, me mexendo desconfortável no meu canto. Levantei, oferecendo algo pra ele beber, e fui pegar dois refrigerantes.
Senti o olhar dele quando me levantei e, ao voltar, ele pegou a latinha. Quando entreguei, percebi que ele estava excitado, foi só um segundo porque ele se ajeitou no lugar.
Sentei, percebendo que eu estava excitadíssima pelo tesão de saber que excitava meu pai. Levantei e fui ao banheiro, mas antes de fechar a porta vi ele apoiando a latinha na tentativa de esfriar a excitação.
Naquela noite, estava na cama quente e excitada, e não consegui evitar de me tocar imaginando meu pai fazendo o mesmo. Não parei até gozar, mordendo os lábios pra ele não me ouvir.
No dia seguinte, quando voltei ao meio-dia, o pintor já tinha começado, mas eu só vigiava os olhares do meu pai quando ele achava que eu não percebia. Não conseguia parar de pensar numa coisa: desde quando meu pai me olhava de um jeito diferente? E de novo a ideia me excitou.
Naquela noite, enquanto jantávamos, meu pai admitiu que achava que devia casar com ela se o preço de não fazer isso fosse ficar sozinho de novo. Decidi que ia mostrar pra ele que tinha mais peixe no mar. Tentei convencê-lo de que casar com ela não ia fazê-lo feliz porque ele não tinha escolhido por vontade própria.
Quando terminamos de jantar e voltamos pro sofá, decidi forçar a situação. Pra isso, sentei do lado dele e, aos poucos, fui me apoiando no ombro dele, fingindo dormir.
Eu tava usando uma camiseta enorme e larga, que caía no meu ombro, deixando ver perfeitamente, naquela posição, meus peitos livres de sutiã.
Dez minutos depois, senti a mão dele no meu ombro nu e, ao ver que eu não acordava, ele desceu um pouco, acariciando o começo dos meus peitos.
De novo, os dedos dele roçavam minha pele enquanto eu sentia a respiração dele. acelerada. Abaixei um pouco mais e senti aqueles dedos no meu mamilo, ele esfregou até endurecer e continuou acariciando.

Abri os olhos já que ele não os via e olhei o pau dele crescer por baixo da calça do pijama, isso me deixou a mil, queria ver a pica do meu pai, queria ter ela dentro de mim…

Ele me acariciou por uns minutos antes que a consciência ou outra coisa fizessem ele tirar a mão e me acordar depois de colocar um travesseiro sobre a ereção.

Dei um beijo nele me abaixando, dando a ele uma entrada de primeira fila pra ver meus peitos. Aí fui pro meu quarto deixando a porta entreaberta, pra poder ver o que acontecia na sala.

O que veio depois incendiou meus sentidos, meu pai tirou o travesseiro e liberou o pau da calça do pijama. A pica dele era enorme, cheia de veias e das mais gostosas, ele pegou com a mão e começou a bater uma enquanto com a outra mão acariciava o lugar onde eu tinha estado. Levou só dois minutos pra soltar um jato forte de porra que desenhou um arco no chão, seguido de um segundo que caiu na calça dele.

Naquela noite tive que me masturbar de novo pra conseguir dormir e no dia seguinte notei o distanciamento dele, o olhar dele me evitava e não tinha vestígio das atividades dele.

Naquele meio-dia ele não comeu em casa mesmo tendo cozinhado pra mim, sei que tava me evitando. Naquela noite ele fugiu de qualquer aproximação, mas no dia seguinte tive a oportunidade que esperava.

Quando cheguei em casa a sala cheirava a tinta e decidimos jantar fora, depois do jantar, já no carro, ela ligou pra ele tecendo a teia de aranha, disse que sentia falta dele porque eu ouvi.

Cruzei a perna pra minha saia subir e enquanto ele falava com ela ainda no estacionamento, os olhos dele estavam fixos nas minhas coxas enquanto eu disfarçava com meu celular.

Quando subimos pra casa, ele fugiu pro quarto dele, mas decidida a jogar minhas cartas fui atrás dele e falei:

— Pai, você não pode dormir aqui, fede a tinta
— A sala também
— Mas meu quarto não, você pode dormir na minha cama
— Não!
— Pai Não seja antiquado… não vou deixar você ficar com os pulmões fechados por causa dessa bobagem de não dormir na minha cama, além disso, já dormimos juntos, vai, coloca o pijama – falei sem deixar ele rebater.
Quando saí, ouvi ele soltar baixinho:
– Mas naquela época você era só minha menina…

Sorri pela ternura das palavras dele, mas na hora me esquentei imaginando o que vinha depois, o que eu era agora além da menina dele…

Liguei a TV e coloquei outra camiseta, mais justa e mais curta. Entrei na cama e, logo depois, ele bateu na porta.

– Tem certeza?
– Claro, papai – falei, destapando a cama mais do que o necessário pra ele ver o quanto minha camiseta cobria pouco.

Ele se sentou na beirada e eu liguei a TV, sorrindo. Durante meia hora, rimos com o filme até eu falar que ia dormir.
– Não se preocupa, que quando eu apago, apago de vez e a TV não me incomoda.
– Beleza, quando terminar, eu desligo.

Entreguei o controle pra ele e virei de propósito, levantando a bunda e me colocando em posição fetal, aproximando essa parte da minha anatomia dele.

Um tempo depois, fiz minha respiração ficar mais pesada e senti ele levantar levemente o edredom. Sabia que minha camiseta estava na cintura e que, com a minha calcinha, ele conseguia ver perfeitamente minha bunda. Ouvi ele suspirar e, um minuto depois, os dedos dele estavam de novo na minha pele, dessa vez na minha bunda.

Depois de alguns minutos em que ele não parou de me acariciar enquanto me olhava, desligou a TV, a luz e se deitou de lado, bem quieto.

Não deixei a oportunidade passar e me mexi, encostando minha bunda no pau dele.

Adorei sentir a ereção, mas ele se afastou um pouco e pensei que fosse se distanciar. Pelo contrário, me surpreendeu ao se encostar de novo, só que dessa vez senti a pele quente dele. Percebi, feliz, que ele tinha liberado o pau e agora sentia ele diretamente. Ouvi a respiração dele ofegante perto da minha nuca por só alguns segundos, bem antes de se afastar. Tive medo que ele levantasse e fosse embora. Então soube que era hora de mostrar minhas cartas.
– Não vai embora – falei na penumbra.

– Sim, gatinha, preciso. —Vou embora agora —disse ele, pesaroso.
—Por quê?
—Porque sou seu pai, porque isso não pode ser assim… —a voz dele soava triste.
—Pai, não sou mais uma menina e eu decido o que faço com meu corpo, e ele te deseja agora.

Ele suspirou, mas continuou sentado, de costas para mim, com os pés no chão, sem mover um músculo, pesando cada palavra que eu dizia.

—Eu sei que você não é mais uma menina. Desde a porra do dia do bar, quando meu amigo te devorava, eu já estava muito consciente de que você não era mais uma menina.
—E não sou, pai. Sou uma mulher e quero que você me veja como tal.

—Você sempre será minha menina… Te adoro e me sinto um vilão por te desejar.
—Não quero que se sinta mal, nem te forçar a nada. Só quero que você seja livre. Você sempre será meu pai, mas adoraria que agora fosse também meu amante.
—Porra, querida, não me fala assim —eu percebia que ele estava cedendo…

Era agora ou nunca. Me ajoelhei na cama atrás dele, tirei a camiseta e o abracei por trás, enquanto beijava seu pescoço e acariciava seu peito nu, colando meus seios para que ele sentisse meus mamilos eretos nas suas costas.

Ele ofegava, imóvel, com minhas carícias que desceram pela barriga dele, um pouco saliente. Continuei descendo e me enfiei por baixo da cintura da calça.

Senti o pau dele pulsando na minha mão e, segurando-o, comecei a masturbar devagar, sentindo ele crescer ainda mais, sem parar de lamber seu pescoço, sua nuca; só parei para morder seus ombros.

Ele gemeu quando cravei meus dentes e minha mão apertou mais o pau dele.
—Querida, meu Deus, que prazer…

Tirei a mão e me afastei, dizendo:
—Senta —coloquei os travesseiros na cabeceira e ele se recostou, sentado, apoiado nela.

Fiquei de pé e tirei a calcinha sob o olhar atento dele antes de voltar para a cama e colocar um joelho de cada lado.

As mãos dele agarraram meus peitos e os apertaram enquanto eu me apoiava nos ombros dele, na cabeceira, me inclinando para frente, dando a ele espaço para baixar a cabeça e lamber minha buceta. bicos.
Lambia e mordia meus bicos enquanto as duas mãos apertavam os peitos, juntando eles e indo de um pro outro, me deixando a mil e acendendo meu corpo inteiro. Cada sugada mandava ondas de prazer entre minhas pernas, sentia minha buceta molhada, inchada, quente, enquanto o pau dele lá embaixo, igualmente quente, roçava na minha carne febril.

Levantei a bunda e o pau dele escorregou entre as dobras da minha buceta, me mexi e ele com a mão empurrou entre nós dois pra cabeça dele encostar na minha entrada.

— Neném, tem certeza?
— E você?
— Eu preciso te foder, agora não consigo pensar em mais nada.
Ouvindo isso, mexi a cintura e o pau dele começou a me penetrar, a abrir minha buceta que não tava acostumada com tanta grossura, entrava devagar… me abrindo… me enchendo…

Fiquei parada ouvindo os gemidos dele, meus gemidos, e aí comecei a mexer a cintura, ele me agarrou pela bunda agora e cravou os dedos na minha carne.
— Isso, céu, me come gostoso, amor — gemia enlouquecido.
Apertei o pau dele e acentuei o balanço sem deixar sair um centímetro, me enlouquecia ter ele bem dentro.
— Papai, não aguento mais, vou gozar, adoro seu pau.
— Neném, não sei se vou aguentar…
— Papai, quero você dentro, não para.

E gemeu se tensando enquanto meu corpo também se arqueava com o pau sentindo o calor do leite dele bem dentro da minha buceta. Espremi até a última gota, caindo sem sair, exausta no peito dele.
— Que gostoso… como é bom estar no inferno, neném… — disse me abraçando.
— Não sai ainda, deixa ele ficar pequeno dentro de mim.
— Sim, minha neném, o que você quiser.

Pouco depois desci e me deitei do lado dele, ele apoiado num cotovelo olhava minha nudez.
— Se meu amigo estivesse aqui… — disse se levantando.
Pra minha surpresa, ele desceu da cama, deu a volta e, me puxando, me virou de bruços atravessada na cama, apoiou meus pés nos ombros dele e se ajoelhou olhando o leite dele saindo da minha buceta, passou a camiseta e, sem se importar com nada, enfiou a cabeça entre minhas pernas, esticou a língua e me enlouqueceu com ela, com os dentes, com seus lábios e, no final, com os dedos, me levou de volta ao paraíso, me contorci num orgasmo maravilhoso.
Quando ele se levantou, me ajoelhei na cama e, como uma gata, fui até o pau dele, ainda meio duro, agarrei e, com a língua de fora, lambi a glande apertando forte pra ele engrossar mais, coloquei entre meus lábios e chupei antes de deixar escorregar pra dentro, enchendo minha garganta.
Ele se apoiou na parede enquanto gemia cada vez mais alto com minhas chupadas. Peguei com a outra mão e acariciei os ovos dele, que pendiam cheios, minha boca largou o pau e fui pra lá, coloquei eles na boca e brinquei um pouco antes de voltar pro pau dele, lambendo de cima a baixo de novo, bati com a língua e engoli até o fundo de novo. Minha pressão não deixava ele gozar, mas dava pra sentir que o orgasmo tava chegando.
— Neném, meu deus… sua boca… tá me deixando louco.

Aí ele me empurrou pelos ombros, me virou e, segurando na minha cintura, com um simples movimento de quadril, empurrou até o fundo da minha buceta.
Me deu um tapa na bunda e saiu completamente, só um segundo pra empurrar de novo com força. Ele me fodia com desespero, entregue de vez à luxúria. Tirou e meteu várias vezes.
— Deus, neném, que rabo você tem… — disse de novo, me dando outro tapa —
Ele empurrava o pau enquanto me batia, depois tirava e descia pra lamber minha bunda antes de meter de novo no meu cuzinho escorrendo.
— Me deixa louco ver sua bunda enquanto te como.

— Come ele, papai
— Sério? — perguntou alucinado —
— sim
Ele continuou abrindo minha buceta, completamente pirado, quando senti o dedo dele na minha entrada traseira, ele tinha molhado com a saliva que deixou ao me lamber e começou a empurrar devagar, sentindo ceder, ficou parado uns momentos e mexeu um pouco antes de tirar.
Agarrou o pau e empurrou, fez força e meteu a cabeça, senti que ia rachar no meio e me agarrei forte nos lençóis, gemendo baixinho. Ele empurrou mais um pouco enquanto Acariciava meus rins, me acalmando.
—Fica tranquila, minha princesa, aguenta mais um pouquinho.
—Sim, papai, quero tudo.

Chamar ele de papai deixou ele ainda mais excitado, porque ele empurrou com força, me abrindo por completo e me fazendo gritar de dor. Ele ficou parado ao ouvir meu grito.
—Desculpa, princesa, sou um animal… você me deixa…
—Eu não sinto muito, papai.

Ele me segurou com força e começou a se mover, primeiro devagar, mas quando meu canal apertado se acostumou com o pau dele, ele acelerou e meteu com mais força.
—Você gosta de como o papai te fode? —disse ele, todo excitado.
—Adoro, não para, papai.
—Não conseguiria nem se quisesse, sinto que não é sua primeira vez, princesa, mas é a minha… que loucura —disse ele, enfiando os dedos entre minhas pernas.

Arqueei o corpo, ele empurrou, e senti o calor do esperma dele dentro de mim dessa vez, e gozei logo depois, gemendo. Os dois caímos na cama, exaustos.

Meia hora depois, tomamos banho juntos, trocando carícias distraídas, e ele disse:
—Amor, há algumas horas eu achava que tinha tudo claro. Depois disso, só tenho uma coisa clara.
—O quê, papai?
—Que quero mais dessa loucura maravilhosa. Princesa, por favor…
—Eu também quero mais… papai.
—Sim, minha menina; papai vai dar tudo o que sua menina quiser e quando ela quiser —disse ele rindo enquanto nos beijávamos.

Acho que acabei de convencê-lo… dando a ele o que ela negava com a chantagem dela.

3 comentários - Meu Pai Não Vai Casar...

Espectacular !
Aguante el incesto !

solo le faltaron fotos tuyas desnuda, pero seguramente no las subiste porque debe ser ficcion, una pena si asi fuera.
muy bueno....!! lo filial y prohibido, parece que calentara aun más..!!