Viviana, uma história real, Parte II
Olá, amigos, peço desculpas pela demora, mas estava enrolado no trampo. Fico feliz que tenham gostado do relato, valeu pelos pontos e pelas palavras de vocês. Espero que a continuação seja do agrado de vocês.
Aquele mês de fevereiro foi terrível, quase todos os dias no almoço a gente transava. Eu já não aguentava mais e Ela parecia incansável. Toda noite, ao fechar o ponto, eu levava ela pra casa e às vezes as despedidas ficavam muito quentes. Uma vez quase fomos pegos pelo marido, que tinha ido fazer umas compras e voltava pra casa, enquanto a gente se matava no carro a poucos metros da entrada da casa dele. Escapamos por milagre. Bom, quando chegou março, os comércios voltaram ao horário normal, das 9 às 20h, e a gente só tinha 1 hora pra almoçar. Nossos encontros sexuais complicaram (pra mim tava de boa, uma pausa já tava me consumindo) e à noite Ela tinha que voltar pra casa com a família. Uma noite a gente ficou no depósito do ponto transando, tudo bem rapidinho. Foi excitante, o proibido e a pressa pra não levantar suspeitas do marido no horário de volta, mas a gente tinha se acostumado com outro esquema e precisava recuperar aqueles momentos de prazer. Uma manhã, Viviana me conta que tinha combinado com uma amiga que ia cobri-la, dizendo pro marido que iriam jantar juntas. Aquela noite foi espetacular. Fomos pra um motel, ela estava desenfreada e me contagiou com a loucura dela, e a gente soltou as rédeas de todo aquele tesão guardado que a gente tinha. Fizemos na cama, no chão, no banheiro, no sofá e em todos os cantos possíveis do quarto. Na viagem de volta pra casa dela, a gente conversou sobre como fazer pra ter, pelo menos uma vez por semana, uma noite como aquela.
— Deixa comigo, vou dar um jeito — Ela me disse.
— Ok, mas me conta antes de falar alguma coisa, pra aperfeiçoar a mentira — eu disse.
Um amigo bem pilantra tinha me aconselhado que, quando a gente mente, tem que ser o mais perto da realidade possível, e Ela não estava. Acostumada a mentir e as coisas podiam complicar. A história do jantar com a amiga era boa, mas não podia ser sempre nem seguido, mas entre os rapidinhas no local e os jantares com a amiga, a gente foi se virando. Um dia, Viviana chegou com uma grande notícia:
— Tenho uma coisa genial pra te contar — exclamou.
— Conta — respondi.
— Alberto (o marido) vai esse fim de semana com as meninas pra Santa Fe ver a mãe dele, de sexta à tarde até domingo à noite. Não é GENIAL? — disse, exultante.
— Ótimo, o fim de semana inteiro pra gente, temos que planejar — falei.
— O que você tem que fazer é se alimentar bem e descansar a semana toda porque vou te gastar de tanto te comer.
— Ah, tá. Pensei que a gente podia ter algo mais romântico, já que temos tanto tempo pra gente? — falei.
— Vai ser romântico, doce, quente, selvagem, tudo e mais se você quiser — disse.
— O problema é que não podemos sair como namorados porque alguém pode nos ver — falei.
— Eu sei, e me dá uma raiva danada não poder. O que a gente faz?
— Sei lá, talvez a gente pudesse ir a algum restaurante numa área onde você não conheça ninguém — respondi.
— É, podia ser, mas... E se a gente ficar em casa? Assim, se ela ligar, eu atendo e ele não desconfia.
— Você é louca?? E os vizinhos?
— Tem razão, ufa!! Tava tão iludida em passar a noite e acordar juntos — disse.
— A gente vai pensar em algo, ainda falta pra sexta — falei, tentando ser otimista.
Fiquei queimando a cuca pensando, mas nada viável surgia. Não podia arriscar ela passar por uma confusão, nem arriscar minha integridade física com o marido, que se descobrisse ia me encher de porrada. Já era quarta-feira e não tínhamos ideia nenhuma. A única coisa que me consolava era pensar que a gente podia passar a tarde de sábado juntos sem levantar suspeitas. Naquela noite, ao encontrar Viviana pra levar ela em casa, ela disse:
— Pronto, já tá tudo arrumado pra gente passar uns dias maravilhosos — disse, contente.
— Vamos ver, qual é o plano?? — perguntei.
— Falei com a Graciela (a amiga cúmplice). empresta a casa dela, ela fica na casa da mãe dela, o único é que tenho que ir na sexta depois de fechar o ponto pra casa esperar minhas filhas ligarem pra saber que chegaram bem, porque pro meu marido eu falei que no sábado depois do trampo ia pra casa da Graciela, ou seja, na sexta você me leva em casa, espero a ligação, você vai pra sua, prepara uma bolsa com roupa, volta pra me buscar e a gente vai pra casa da minha amiga, o que você acha??
_Boa, muito boa, adorei, — falei surpreso
Esclareço que naquela época não tinha celular e dava pra ficar mais tranquilo sem ser rastreado.
Chegou a sexta, trabalhamos como qualquer dia e quando a noite chegou executamos o plano. Passei pra buscá-la e fomos pra casa da amiga dela no bairro de Nuñez, um duplex (aquelas casas iguais grudadas) muito bonito e o melhor, no parque tinha um quincho com churrasqueira. Viviana tinha trazido comida pronta, abri um vinho e jantamos.
_Vamos?? — ela perguntou
_Pra onde? — respondi
_Pra passar nossa primeira noite juntinhos
E se jogou em cima de mim me dando um beijo e enfiando a língua até meu esôfago, subimos pro quarto, arrumamos as bolsas e fomos tomar banho, bom, é um jeito de dizer, debaixo do chuveiro fizemos de tudo e também nos ensaboamos um pouco. Já na cama, continuaram os beijos e carícias, voltei a saborear os peitos dela com todo o tempo do mundo, desci e me dediquei a beijar aquela buceta depilada e chupar o clitóris macio e gostoso, Vivi começou a gemer e logo os sucos dela começaram a escorrer na minha boca
_Assim, assim, meu amorrr, me enlouquece, quer meu gozo?? É isso que quer me chupando assim?? Ahhh!!! Tomaaaa toma tudo ahhh!!!
Subi devagar e dei um beijo nela
_Você me faz muito feliz, sabia? E não só na cama, Te Amo, — ela me disse
Fiquei uns segundos em silêncio (a verdade é que não esperava essa declaração) e não sabia o que dizer
_Uau, que forte o que você disse, me impactou, — falei
_É o que sinto, melhor dizendo, o que você me faz sentir
Dei um beijo nela como pra agradecer, mas mais pra que não Continuou falando e complicou ainda mais. Seguimos com os amassos, desci de novo até a virilha dela e comecei a beijar, mais suspiros e gemidos, o orgasmo dela era iminente.
— Paraaa, por favor, quero que a gente goze junto com você dentro de mim.
E foi assim, me ergui e coloquei meu pau dentro dela bem devagar, com movimentos suaves, depois fui acelerando o ritmo até sentir os gemidos dela de novo, me deixei levar.
— Siim, me enche todinha com seu leite, meu amorrr!!!
Ficamos abraçados um bom tempo, entre suspiros, beijos e palavras.
— Me traz algo gelado pra beber enquanto me lavo? — ela disse.
— Ok, o que você quer, água ou refrigerante?
— Algo mais alcoólico, talvez? — respondeu.
— Vinho??? — perguntei.
— Fecha.
A noite seguiu entre vinho e sexo até a gente dormir.
— Bom diaaa, minha vida, temos que ir trabalhar — ela me acordou.
— Bom dia, que horas são?
— Cedo, temos tempo de tomar café e fazer umas coisinhas mais, se você quiser — disse.
Levantei, fui tomar banho enquanto Vivi preparava o café e me vesti pra não ter que responder que não.
— Pelo visto, só vamos ter café — ironizou ao me ver vestido.
— Vai ficar tarde — respondi.
— Desculpa esfarrapada, seu molenga, hahaha.
Café da manhã, ela tomou banho, se vestiu e fomos trabalhar. Na hora de fechar, compramos empadas e fomos pro nosso ninho de amor, almoçamos, conversamos e veio a sesta sexual inevitável, dormimos, e quando acordamos era umas 18h.
— Que delícia acordar com você do lado de novo — ela disse.
— Eu também gosto — respondi meloso.
— O que você quer que eu cozinhe pro jantar? — perguntou.
— Tava pensando em aproveitar a churrasqueira e fazer um churrasco, quer? — falei.
— Siiim, adoro!!!! — respondeu contente.
— Bom, vou comprar... — tentei dizer.
— Vamos — me cortou antes de terminar a frase.
— Acho melhor não, e se alguém nos ver juntos e foder tudo? Noite, é melhor eu ir sozinho. — falei
— Tem razão, o que você vai comprar? — respondeu
— O que você gosta, vaca, porco, frango? — perguntei
— Uma tira de costela, que delíciaaaa!!! — exclamou
— Ok, e algum vegetal pra salada, alguma víscera? Moela, linguiça, você gosta? — falei
— O seu eu adoroooo, hahaha. — respondeu
— Se for pelo meu, trago uma salsicha de festa. — (humilde o cara)
— Hahaha, bom, mas sua salsichinha de festa eu vou comer a noite toda, hahaha
Saí pra comprar, por sorte achei um açougue e uma verdureira a algumas quadras. Quando voltei, tinha esquecido de comprar lenha ou carvão, algo fundamental pra um churrasco. Ao passar pela sala a caminho da cozinha pra deixar as compras na geladeira, notei que tinha uma lareira e pensei: se essa mulher tem lareira e churrasqueira, deve ter lenha em algum lugar. Fui até o quincho e embaixo da churrasqueira tinha alguns poucos troncos, não era o suficiente. Continuei procurando e na garagem encontrei lenha pra todo o inverno, genial.
Nos instalamos no quincho, comecei a acender o fogo, temperei um pouco a carne e preparei o resto das vísceras pra quando o fogo estivesse pronto. Viviana trouxe um som, colocou música, abriu um vinho e ficamos conversando. O churrasco estava quase pronto, preparamos a salada e jantamos.
— Que delíciaaaa!!! Nunca tinha comido com lenha, sempre com carvão, tem um gosto diferente — disse
— Fico feliz que você gostou, além de mais saboroso, é mais saudável — falei
A conversa continuou, o jantar, com música de fundo e o vinho acompanhando. Arrumamos tudo no quincho, lavamos os pratos, as travessas e fomos pro quarto.
— Vou tomar banho que tô com um cheiro de fumaça danado — falei
— Deixa eu ver (me cheirou), talvez você também seja mais gostoso com gostinho de lenha hahaha — respondeu
— Vou tomar banho — falei enquanto entrava no banheiro
— Te espero na caminha, meu amor, não demora — disse com um tom sensual
Quando saí do banho, a Vivi estava na cama toda coberta. Será que dormiu? me perguntei. Me aproximei em silêncio pra conferir. Quando cheguei na beira da cama, Viviana Tirei o cobertor que cobria ela e fiquei perplexo, ela tava usando um baby-doll preto de cetim com transparências, os peitos dela saltavam pelo decote e deixava à mostra as pernas torneadas de dar inveja
— Gostou??? — perguntou radiante
— Adorei. — respondi atônito diante de tanta beleza
— Vem cá, meu amor, sou toda sua, me mata de prazer. — ela disse
Deitei ao lado dela, nos beijamos apaixonadamente, nossas línguas brincavam na boca um do outro, devagar fui descendo as alças do baby-doll até deixar os seios dela expostos na frente da minha boca, apertei com meus lábios um mamilo, depois o outro, lambi, beijei e chupei cada centímetro dos peitos dela, Ela suspirava e gemia cada vez mais forte, comecei a descer e fiz o mesmo em todo o corpo dela lenta e suavemente, cheguei naquela delícia da bocetinha rosada e macia dela, notei que já tava molhada, Vivi continuava suspirando e gemendo, enfiei minha língua e comecei a brincar com o clitóris dela
— Isso, meu amor, me come toda, me chupa toda, não para AHHH!!!, você me enlouquece com essa língua, filho da puta, quer meu gozo? AHH!! Toma Ahh aqui tem meu gozo, toma tudo ahhh!!
Foi um orgasmo impressionante, os sucos dela caíam na minha boca como uma cachoeira.
— Que prazer você me dá, meu amor, agora é minha vez. — ela disse
E jogou a boca dela no meu pau, dando beijinhos, brincando com a língua, depois enfiou na boca e com as mãos subia e descia numa sincronia harmoniosa, já tava perto da explosão, tentei segurar o máximo que pude, mas…
— Me dá todo seu gozo, quero tudo agora na minha boca. — ela disse
E eu não ia contradizer ela, explodi na boca dela, ela engoliu, lambeu todo meu pau sem deixar uma gota.
— Adoro seu gozo, meu amor. — ela disse enquanto passava a língua nos lábios.
Fomos nos lavar, voltamos pra cama fumando um cigarro e tomando um pouco de vinho, quando a pausa acabou, Vivi começou a acariciar meu pau com a mão, a temperatura dos dois subiu de novo, acariciei o clitóris dela com os dedos e quando senti que tava molhada o suficiente Introduzi meu pau suavemente, trocamos de posição várias vezes, os dois estávamos quase gozando.
— Para, para, por favor. — Ela me parou rapidamente.
— O que foi, meu amor? — perguntei surpreso.
— Nada de ruim, só quero te pedir uma coisa. — ela disse.
— Fala. — respondi ainda mais surpreso, me perguntando o que era tão importante naquele momento.
— Quero sentir seu gozo no meu booty, mas sou virgem lá, tô com muita vontade, mas também medo. — ela disse.
— Tem certeza? Olha, pra mim não é algo transcendental o booty. — falei.
— Você não gosta? Não quer? — ela perguntou.
— Não, não é isso, não quero que você faça por mim. — respondi.
— Desde o dia que você chupou meu booty, senti coisas que nunca tinha sentido antes e tô com muita vontade de continuar descobrindo sensações de prazer, mas tenho medo de doer. — ela disse.
— Ok, vamos fazer uma coisa: vou ser o mais suave possível, mas se doer, você me fala e a gente para. — falei.
— Ok.
Ela se virou e deixou na minha frente o booty virgem dela, com as bundas duras apontando pro teto. Eu não era um expert em rabos, e muito menos em desvirgar um, mas tava disposto a tentar. Acariciei as bundas dela com as mãos, beijei e mordi de leve, abri e lá estava o cuzinho dela. Com a língua, fui lambendo a volta e lentamente introduzia. Depois de uns minutos, coloquei um dedo, entrava e saía, bem atento a qualquer reação da Viviana. Ela só suspirava e me deixava fazer. Foi a vez do segundo dedo, e com a outra mão eu acariciava o clitóris dela pra relaxar a Vivi um pouco mais. Passaram os minutos, considerei que ela tava no ponto. Eu também tava excitado, meu pau bem duro. Fui pegar sabonete no banho, ensaboei ele bem e comecei. Devagar, fui colocando a cabecinha (é assim que fala, né?), e pouco a pouco, bem devagar, foi penetrando. Eu via o cuzinho dela se abrindo como se convidasse pra entrar. Naquele momento, ouvi o primeiro gritinho de dor. Parei.
— Doeu? Tá bem? — perguntei.
— Sim, sim, continua, por favor. — ela respondeu.
Continuei penetrando e saindo, sem tirar tudo. Quando tava numa profundidade legal, voltei meus dedos pra... clitóris, Vivi começou a gemer, quanto mais intensos seus gemidos, mais eu esfregava meus dedos e mais serrava na bunda dela.
_aiii ahhh, que prazer, vou gozar, continua, enche meu cu de leiteee ahhhh!!!
De novo, os pedidos dela foram ordens e eu explodi dentro do cu dela. Ficamos uns minutos assim, depois fomos nos lavar, voltamos pra cama e enquanto fumávamos, conversamos sobre o que tínhamos vivido agora há pouco, deitados e abraçados, dormimos. Na manhã seguinte, acordamos perto das 10h, tomamos café e começamos a arrumar e limpar a casa pra deixar tudo como se nada tivesse acontecido. Chegou meio-dia, comemos o que sobrou da noite anterior.
_Acho que a gente devia ir pra não ficar na correria._ – falei
_É cedo, vocês têm umas 5h de viagem e provavelmente vão sair depois do almoço, não chegam antes das 6 da tarde._ – ela respondeu
_Ok, como você quiser._
_Tá com vontade??_ – ela perguntou
_De quê??_ – perguntei me fazendo de besta (não foi muito difícil)
_De mim, bobo._
_Sempre, mas o quarto tá arrumado, você já trocou os lençóis, é uma bagunça._ – respondi
_E é o único lugar que você pensa pra gente transar?, Que falta de imaginação!!!, vamos fazer aqui, temos o chão, a bancada, cadeiras, escolhe._
Imediatamente, ela sentou no meu colo e me beijou selvagemente, tirou a camiseta e, mostrando os peitos, disse:
_Beija eles, chupa, morde, me deixa louca, meu amor._
Como continuo obediente, fiz o que ela pediu.
_Aiii!!, assim, meu amor, me come toda Ahhh!! Isso_
Depois de alguns minutos em que devorei os peitos magníficos dela, ela se levantou, abaixou minha calça, tirou, se ajoelhou na minha frente e começou a mordiscar meu pau por cima da cueca, tirou e colocou na boca.
_Cê gosta, meu amor??_ – perguntou sem parar de lamber
_Adoro._ – respondi
_Ele também gosta, olha como fica duro, Huuuy!! Olha, tá meio roxo, coitadinho, deve ser pelo uso desses dias, kkkk_
_É, não tá acostumado com tanta atividade._
Viviana continuou chupando mais um pouco, depois Ela se ergueu, tirou a calça jeans e a calcinha, e sentou em cima do meu pau, começou com movimentos suaves pra cima e pra baixo e, aos poucos, foi acelerando o ritmo, os gemidos dela ficavam cada vez mais intensos, e os meus também.
_Ai, meu amor, como eu gosto de ter você dentro de mim, ahh!! Você gosta de como eu te fodo, ahh!!_
_Adoro, ahh!! Continua assim, não para._ — eu disse
_Sim, você gosta, ahh!! Me dá essa gozada, eu já tô chegando, vamos gozar juntos, AHH!!!_
Chegamos juntos ao clímax e, por alguns minutos, ficamos naquela posição abraçados, tentando recuperar o fôlego.
Chegou a hora de ir embora, o fim de semana cheio de luxúria acabou. Levei ela até a casa dela, nos despedimos com muitos beijos, claro, e prometendo repetir em outras oportunidades.
A vida continuou, nos vendo todo dia no trabalho, os rapidinhas no local, e algumas escapadas pra um hotel quando dava. Os meses passaram e o nosso lance só melhorava. Uma noite, a caminho da casa dela, ela me disse:
_Preciso te falar uma coisa importante_
CHANN!!!
_Tomei uma decisão._ — ela continuou
_Fala._ — respondi, curioso (pra ser sincero, não fazia ideia do que ela ia soltar)
_Não aguento mais, vivo com medo, tô podre de mentir, acabou._ — ela disse, firme
Fiquei mudo, perplexo, não esperava essa decisão nem de longe. Só fiquei olhando pra ela, e ela continuou:
_Vou me separar do Alberto (marido), já era_
_Que queeeê???_ — isso me deixou ainda mais perplexo. Eu amava ela profundamente, nunca pedi pra ela se separar, nem pressionei, nem nada. A decisão foi só dela, era o que ela queria, ter ela só pra mim, mas naquele momento me questionei se tava preparado pra encarar a situação e ser o responsável pela separação dela.
_Que vou me separar, quero ficar com você, construir algo juntos._ — ela disse, levantando um pouco a voz
_E as suas filhas??, você pensou??_
_Tá tudo pensado e analisado, sei que não vão gostar, vão sofrer, obviamente, mas_ Vão ter que superar isso, não são as primeiras nem as últimas filhas de pais separados — ela respondeu.
— Sim, tudo bem, mas a mãe largar o pai porque tem um namorado vai ser pesado e difícil de engolir pras suas filhas.
— Sim, já pensei nisso, de qualquer forma não vou me separar amanhã e depois de amanhã vou te apresentar como meu namorado, não sou tão louca assim — ela respondeu.
— Imagino.
— Vou ir conversando com meu marido sobre a separação aos poucos e quando terminar, a gente constrói o nosso devagar, você concorda? — ela disse.
— Totalmente, é algo que você tem que lidar, fica tranquila, tô sempre aqui — eu disse.
— Obrigada, meu amor, te vejo amanhã.
Vocês não têm ideia de como estava minha cabeça, os pensamentos, as ideias, as imagens se chocando. Era o que eu tanto tinha sonhado: parar de nos esconder, andar e sair livremente, ficar juntos quando quiséssemos e não só quando Ela podia. Eu tava seguro dos meus sentimentos, mas tudo veio de repente e me assustou, eu precisava me acalmar, deixar as coisas decantarem sozinhas e ficar do lado da Viviana pra apoiar ela (espiritualmente).
Passaram dias e semanas, a situação tava quase a mesma. Eu não perguntava, só escutava quando ela queria contar e de vez em quando dava minha opinião, a única diferença é que a Viviana arrumava mais tempo e mais dias pra gente ficar junto.
Uma tarde de sábado, num hotel depois de transar, a Vivi começou a falar:
— A gente já conversou muito com o Alberto (marido) sobre a separação. No começo, ele não queria, me pediu pra tentar, disse que queria me reconquistar, mas depois de tanta negativa ele entendeu que pra mim acabou.
— Você falou alguma coisa sobre a gente? — perguntei.
— Não, seria mais doloroso e criaria uma situação mais tensa, mas ele não é bobo e por mais que eu negue mil vezes que não tem outro, não sei se ele acreditou — respondeu.
— Desculpa, eu digo, desde um tempo atrás —Nessa parte a gente se vê mais dias e mais tempo, ele não vai desconfiar por causa disso? — eu disse.
— Pode ser, mas também parei de fazer muita coisa em casa, parei de ser a esposa que cuida do marido, saio com amigas, vou pra academia, etc., vivo minha vida, não só fujo pra ficar com você.
— Bom, espero que no dia em que ele te seguir seja saindo com amigas e não comigo. — eu disse.
— Quer continuar falando desse assunto? Porque eu tô com muita vontade de continuar fazendo amor. — ela me disse.
E obviamente continuamos.
Assim seguiram nossas vidas, Vivi tentando se separar, eu me preparando e assimilando um futuro juntos, e enquanto isso continuávamos com nossos encontros e saídas.
Um dia, Vivi me conta que em dois sábados era a festa de quinze anos da sobrinha, era em Tandil, se eu levava ela até a Retiro pra comprar as passagens de ônibus, porque o marido não ia e ela não queria dirigir na estrada. Fomos, compramos as passagens e na volta fizemos uma parada rápida num hotel. Os dias passaram e chegou a festa. Viviana tinha pedido folga no trabalho pra faltar no sábado e poder pegar o ônibus de sexta à noite. Quando fechei o local, levei ela até em casa, onde as filhas já esperavam com tudo pronto pra viagem.
Aquela noite foi a última vez que a vi. No sábado de manhã, quando cheguei no trabalho, fiquei sabendo que o ônibus em que Viviana viajava tinha batido de frente com um caminhão na Rota 3. Teve 7 mortos, e entre eles estava Viviana, e muitos feridos. Por sorte, as filhas se salvaram. Até hoje, enquanto escrevo essa história, me arrepio e as lágrimas caem. Viviana era uma mulher incrível, linda por fora, mas muito mais por dentro. Vai estar na minha lembrança pra sempre, e o melhor que me resta é ter feito parte da felicidade dela nos últimos meses da vida dela.
FIM
Olá, amigos, peço desculpas pela demora, mas estava enrolado no trampo. Fico feliz que tenham gostado do relato, valeu pelos pontos e pelas palavras de vocês. Espero que a continuação seja do agrado de vocês.
Aquele mês de fevereiro foi terrível, quase todos os dias no almoço a gente transava. Eu já não aguentava mais e Ela parecia incansável. Toda noite, ao fechar o ponto, eu levava ela pra casa e às vezes as despedidas ficavam muito quentes. Uma vez quase fomos pegos pelo marido, que tinha ido fazer umas compras e voltava pra casa, enquanto a gente se matava no carro a poucos metros da entrada da casa dele. Escapamos por milagre. Bom, quando chegou março, os comércios voltaram ao horário normal, das 9 às 20h, e a gente só tinha 1 hora pra almoçar. Nossos encontros sexuais complicaram (pra mim tava de boa, uma pausa já tava me consumindo) e à noite Ela tinha que voltar pra casa com a família. Uma noite a gente ficou no depósito do ponto transando, tudo bem rapidinho. Foi excitante, o proibido e a pressa pra não levantar suspeitas do marido no horário de volta, mas a gente tinha se acostumado com outro esquema e precisava recuperar aqueles momentos de prazer. Uma manhã, Viviana me conta que tinha combinado com uma amiga que ia cobri-la, dizendo pro marido que iriam jantar juntas. Aquela noite foi espetacular. Fomos pra um motel, ela estava desenfreada e me contagiou com a loucura dela, e a gente soltou as rédeas de todo aquele tesão guardado que a gente tinha. Fizemos na cama, no chão, no banheiro, no sofá e em todos os cantos possíveis do quarto. Na viagem de volta pra casa dela, a gente conversou sobre como fazer pra ter, pelo menos uma vez por semana, uma noite como aquela.
— Deixa comigo, vou dar um jeito — Ela me disse.
— Ok, mas me conta antes de falar alguma coisa, pra aperfeiçoar a mentira — eu disse.
Um amigo bem pilantra tinha me aconselhado que, quando a gente mente, tem que ser o mais perto da realidade possível, e Ela não estava. Acostumada a mentir e as coisas podiam complicar. A história do jantar com a amiga era boa, mas não podia ser sempre nem seguido, mas entre os rapidinhas no local e os jantares com a amiga, a gente foi se virando. Um dia, Viviana chegou com uma grande notícia:
— Tenho uma coisa genial pra te contar — exclamou.
— Conta — respondi.
— Alberto (o marido) vai esse fim de semana com as meninas pra Santa Fe ver a mãe dele, de sexta à tarde até domingo à noite. Não é GENIAL? — disse, exultante.
— Ótimo, o fim de semana inteiro pra gente, temos que planejar — falei.
— O que você tem que fazer é se alimentar bem e descansar a semana toda porque vou te gastar de tanto te comer.
— Ah, tá. Pensei que a gente podia ter algo mais romântico, já que temos tanto tempo pra gente? — falei.
— Vai ser romântico, doce, quente, selvagem, tudo e mais se você quiser — disse.
— O problema é que não podemos sair como namorados porque alguém pode nos ver — falei.
— Eu sei, e me dá uma raiva danada não poder. O que a gente faz?
— Sei lá, talvez a gente pudesse ir a algum restaurante numa área onde você não conheça ninguém — respondi.
— É, podia ser, mas... E se a gente ficar em casa? Assim, se ela ligar, eu atendo e ele não desconfia.
— Você é louca?? E os vizinhos?
— Tem razão, ufa!! Tava tão iludida em passar a noite e acordar juntos — disse.
— A gente vai pensar em algo, ainda falta pra sexta — falei, tentando ser otimista.
Fiquei queimando a cuca pensando, mas nada viável surgia. Não podia arriscar ela passar por uma confusão, nem arriscar minha integridade física com o marido, que se descobrisse ia me encher de porrada. Já era quarta-feira e não tínhamos ideia nenhuma. A única coisa que me consolava era pensar que a gente podia passar a tarde de sábado juntos sem levantar suspeitas. Naquela noite, ao encontrar Viviana pra levar ela em casa, ela disse:
— Pronto, já tá tudo arrumado pra gente passar uns dias maravilhosos — disse, contente.
— Vamos ver, qual é o plano?? — perguntei.
— Falei com a Graciela (a amiga cúmplice). empresta a casa dela, ela fica na casa da mãe dela, o único é que tenho que ir na sexta depois de fechar o ponto pra casa esperar minhas filhas ligarem pra saber que chegaram bem, porque pro meu marido eu falei que no sábado depois do trampo ia pra casa da Graciela, ou seja, na sexta você me leva em casa, espero a ligação, você vai pra sua, prepara uma bolsa com roupa, volta pra me buscar e a gente vai pra casa da minha amiga, o que você acha??
_Boa, muito boa, adorei, — falei surpreso
Esclareço que naquela época não tinha celular e dava pra ficar mais tranquilo sem ser rastreado.
Chegou a sexta, trabalhamos como qualquer dia e quando a noite chegou executamos o plano. Passei pra buscá-la e fomos pra casa da amiga dela no bairro de Nuñez, um duplex (aquelas casas iguais grudadas) muito bonito e o melhor, no parque tinha um quincho com churrasqueira. Viviana tinha trazido comida pronta, abri um vinho e jantamos.
_Vamos?? — ela perguntou
_Pra onde? — respondi
_Pra passar nossa primeira noite juntinhos
E se jogou em cima de mim me dando um beijo e enfiando a língua até meu esôfago, subimos pro quarto, arrumamos as bolsas e fomos tomar banho, bom, é um jeito de dizer, debaixo do chuveiro fizemos de tudo e também nos ensaboamos um pouco. Já na cama, continuaram os beijos e carícias, voltei a saborear os peitos dela com todo o tempo do mundo, desci e me dediquei a beijar aquela buceta depilada e chupar o clitóris macio e gostoso, Vivi começou a gemer e logo os sucos dela começaram a escorrer na minha boca
_Assim, assim, meu amorrr, me enlouquece, quer meu gozo?? É isso que quer me chupando assim?? Ahhh!!! Tomaaaa toma tudo ahhh!!!
Subi devagar e dei um beijo nela
_Você me faz muito feliz, sabia? E não só na cama, Te Amo, — ela me disse
Fiquei uns segundos em silêncio (a verdade é que não esperava essa declaração) e não sabia o que dizer
_Uau, que forte o que você disse, me impactou, — falei
_É o que sinto, melhor dizendo, o que você me faz sentir
Dei um beijo nela como pra agradecer, mas mais pra que não Continuou falando e complicou ainda mais. Seguimos com os amassos, desci de novo até a virilha dela e comecei a beijar, mais suspiros e gemidos, o orgasmo dela era iminente.
— Paraaa, por favor, quero que a gente goze junto com você dentro de mim.
E foi assim, me ergui e coloquei meu pau dentro dela bem devagar, com movimentos suaves, depois fui acelerando o ritmo até sentir os gemidos dela de novo, me deixei levar.
— Siim, me enche todinha com seu leite, meu amorrr!!!
Ficamos abraçados um bom tempo, entre suspiros, beijos e palavras.
— Me traz algo gelado pra beber enquanto me lavo? — ela disse.
— Ok, o que você quer, água ou refrigerante?
— Algo mais alcoólico, talvez? — respondeu.
— Vinho??? — perguntei.
— Fecha.
A noite seguiu entre vinho e sexo até a gente dormir.
— Bom diaaa, minha vida, temos que ir trabalhar — ela me acordou.
— Bom dia, que horas são?
— Cedo, temos tempo de tomar café e fazer umas coisinhas mais, se você quiser — disse.
Levantei, fui tomar banho enquanto Vivi preparava o café e me vesti pra não ter que responder que não.
— Pelo visto, só vamos ter café — ironizou ao me ver vestido.
— Vai ficar tarde — respondi.
— Desculpa esfarrapada, seu molenga, hahaha.
Café da manhã, ela tomou banho, se vestiu e fomos trabalhar. Na hora de fechar, compramos empadas e fomos pro nosso ninho de amor, almoçamos, conversamos e veio a sesta sexual inevitável, dormimos, e quando acordamos era umas 18h.
— Que delícia acordar com você do lado de novo — ela disse.
— Eu também gosto — respondi meloso.
— O que você quer que eu cozinhe pro jantar? — perguntou.
— Tava pensando em aproveitar a churrasqueira e fazer um churrasco, quer? — falei.
— Siiim, adoro!!!! — respondeu contente.
— Bom, vou comprar... — tentei dizer.
— Vamos — me cortou antes de terminar a frase.
— Acho melhor não, e se alguém nos ver juntos e foder tudo? Noite, é melhor eu ir sozinho. — falei
— Tem razão, o que você vai comprar? — respondeu
— O que você gosta, vaca, porco, frango? — perguntei
— Uma tira de costela, que delíciaaaa!!! — exclamou
— Ok, e algum vegetal pra salada, alguma víscera? Moela, linguiça, você gosta? — falei
— O seu eu adoroooo, hahaha. — respondeu
— Se for pelo meu, trago uma salsicha de festa. — (humilde o cara)
— Hahaha, bom, mas sua salsichinha de festa eu vou comer a noite toda, hahaha
Saí pra comprar, por sorte achei um açougue e uma verdureira a algumas quadras. Quando voltei, tinha esquecido de comprar lenha ou carvão, algo fundamental pra um churrasco. Ao passar pela sala a caminho da cozinha pra deixar as compras na geladeira, notei que tinha uma lareira e pensei: se essa mulher tem lareira e churrasqueira, deve ter lenha em algum lugar. Fui até o quincho e embaixo da churrasqueira tinha alguns poucos troncos, não era o suficiente. Continuei procurando e na garagem encontrei lenha pra todo o inverno, genial.
Nos instalamos no quincho, comecei a acender o fogo, temperei um pouco a carne e preparei o resto das vísceras pra quando o fogo estivesse pronto. Viviana trouxe um som, colocou música, abriu um vinho e ficamos conversando. O churrasco estava quase pronto, preparamos a salada e jantamos.
— Que delíciaaaa!!! Nunca tinha comido com lenha, sempre com carvão, tem um gosto diferente — disse
— Fico feliz que você gostou, além de mais saboroso, é mais saudável — falei
A conversa continuou, o jantar, com música de fundo e o vinho acompanhando. Arrumamos tudo no quincho, lavamos os pratos, as travessas e fomos pro quarto.
— Vou tomar banho que tô com um cheiro de fumaça danado — falei
— Deixa eu ver (me cheirou), talvez você também seja mais gostoso com gostinho de lenha hahaha — respondeu
— Vou tomar banho — falei enquanto entrava no banheiro
— Te espero na caminha, meu amor, não demora — disse com um tom sensual
Quando saí do banho, a Vivi estava na cama toda coberta. Será que dormiu? me perguntei. Me aproximei em silêncio pra conferir. Quando cheguei na beira da cama, Viviana Tirei o cobertor que cobria ela e fiquei perplexo, ela tava usando um baby-doll preto de cetim com transparências, os peitos dela saltavam pelo decote e deixava à mostra as pernas torneadas de dar inveja
— Gostou??? — perguntou radiante
— Adorei. — respondi atônito diante de tanta beleza
— Vem cá, meu amor, sou toda sua, me mata de prazer. — ela disse
Deitei ao lado dela, nos beijamos apaixonadamente, nossas línguas brincavam na boca um do outro, devagar fui descendo as alças do baby-doll até deixar os seios dela expostos na frente da minha boca, apertei com meus lábios um mamilo, depois o outro, lambi, beijei e chupei cada centímetro dos peitos dela, Ela suspirava e gemia cada vez mais forte, comecei a descer e fiz o mesmo em todo o corpo dela lenta e suavemente, cheguei naquela delícia da bocetinha rosada e macia dela, notei que já tava molhada, Vivi continuava suspirando e gemendo, enfiei minha língua e comecei a brincar com o clitóris dela
— Isso, meu amor, me come toda, me chupa toda, não para AHHH!!!, você me enlouquece com essa língua, filho da puta, quer meu gozo? AHH!! Toma Ahh aqui tem meu gozo, toma tudo ahhh!!
Foi um orgasmo impressionante, os sucos dela caíam na minha boca como uma cachoeira.
— Que prazer você me dá, meu amor, agora é minha vez. — ela disse
E jogou a boca dela no meu pau, dando beijinhos, brincando com a língua, depois enfiou na boca e com as mãos subia e descia numa sincronia harmoniosa, já tava perto da explosão, tentei segurar o máximo que pude, mas…
— Me dá todo seu gozo, quero tudo agora na minha boca. — ela disse
E eu não ia contradizer ela, explodi na boca dela, ela engoliu, lambeu todo meu pau sem deixar uma gota.
— Adoro seu gozo, meu amor. — ela disse enquanto passava a língua nos lábios.
Fomos nos lavar, voltamos pra cama fumando um cigarro e tomando um pouco de vinho, quando a pausa acabou, Vivi começou a acariciar meu pau com a mão, a temperatura dos dois subiu de novo, acariciei o clitóris dela com os dedos e quando senti que tava molhada o suficiente Introduzi meu pau suavemente, trocamos de posição várias vezes, os dois estávamos quase gozando.
— Para, para, por favor. — Ela me parou rapidamente.
— O que foi, meu amor? — perguntei surpreso.
— Nada de ruim, só quero te pedir uma coisa. — ela disse.
— Fala. — respondi ainda mais surpreso, me perguntando o que era tão importante naquele momento.
— Quero sentir seu gozo no meu booty, mas sou virgem lá, tô com muita vontade, mas também medo. — ela disse.
— Tem certeza? Olha, pra mim não é algo transcendental o booty. — falei.
— Você não gosta? Não quer? — ela perguntou.
— Não, não é isso, não quero que você faça por mim. — respondi.
— Desde o dia que você chupou meu booty, senti coisas que nunca tinha sentido antes e tô com muita vontade de continuar descobrindo sensações de prazer, mas tenho medo de doer. — ela disse.
— Ok, vamos fazer uma coisa: vou ser o mais suave possível, mas se doer, você me fala e a gente para. — falei.
— Ok.
Ela se virou e deixou na minha frente o booty virgem dela, com as bundas duras apontando pro teto. Eu não era um expert em rabos, e muito menos em desvirgar um, mas tava disposto a tentar. Acariciei as bundas dela com as mãos, beijei e mordi de leve, abri e lá estava o cuzinho dela. Com a língua, fui lambendo a volta e lentamente introduzia. Depois de uns minutos, coloquei um dedo, entrava e saía, bem atento a qualquer reação da Viviana. Ela só suspirava e me deixava fazer. Foi a vez do segundo dedo, e com a outra mão eu acariciava o clitóris dela pra relaxar a Vivi um pouco mais. Passaram os minutos, considerei que ela tava no ponto. Eu também tava excitado, meu pau bem duro. Fui pegar sabonete no banho, ensaboei ele bem e comecei. Devagar, fui colocando a cabecinha (é assim que fala, né?), e pouco a pouco, bem devagar, foi penetrando. Eu via o cuzinho dela se abrindo como se convidasse pra entrar. Naquele momento, ouvi o primeiro gritinho de dor. Parei.
— Doeu? Tá bem? — perguntei.
— Sim, sim, continua, por favor. — ela respondeu.
Continuei penetrando e saindo, sem tirar tudo. Quando tava numa profundidade legal, voltei meus dedos pra... clitóris, Vivi começou a gemer, quanto mais intensos seus gemidos, mais eu esfregava meus dedos e mais serrava na bunda dela.
_aiii ahhh, que prazer, vou gozar, continua, enche meu cu de leiteee ahhhh!!!
De novo, os pedidos dela foram ordens e eu explodi dentro do cu dela. Ficamos uns minutos assim, depois fomos nos lavar, voltamos pra cama e enquanto fumávamos, conversamos sobre o que tínhamos vivido agora há pouco, deitados e abraçados, dormimos. Na manhã seguinte, acordamos perto das 10h, tomamos café e começamos a arrumar e limpar a casa pra deixar tudo como se nada tivesse acontecido. Chegou meio-dia, comemos o que sobrou da noite anterior.
_Acho que a gente devia ir pra não ficar na correria._ – falei
_É cedo, vocês têm umas 5h de viagem e provavelmente vão sair depois do almoço, não chegam antes das 6 da tarde._ – ela respondeu
_Ok, como você quiser._
_Tá com vontade??_ – ela perguntou
_De quê??_ – perguntei me fazendo de besta (não foi muito difícil)
_De mim, bobo._
_Sempre, mas o quarto tá arrumado, você já trocou os lençóis, é uma bagunça._ – respondi
_E é o único lugar que você pensa pra gente transar?, Que falta de imaginação!!!, vamos fazer aqui, temos o chão, a bancada, cadeiras, escolhe._
Imediatamente, ela sentou no meu colo e me beijou selvagemente, tirou a camiseta e, mostrando os peitos, disse:
_Beija eles, chupa, morde, me deixa louca, meu amor._
Como continuo obediente, fiz o que ela pediu.
_Aiii!!, assim, meu amor, me come toda Ahhh!! Isso_
Depois de alguns minutos em que devorei os peitos magníficos dela, ela se levantou, abaixou minha calça, tirou, se ajoelhou na minha frente e começou a mordiscar meu pau por cima da cueca, tirou e colocou na boca.
_Cê gosta, meu amor??_ – perguntou sem parar de lamber
_Adoro._ – respondi
_Ele também gosta, olha como fica duro, Huuuy!! Olha, tá meio roxo, coitadinho, deve ser pelo uso desses dias, kkkk_
_É, não tá acostumado com tanta atividade._
Viviana continuou chupando mais um pouco, depois Ela se ergueu, tirou a calça jeans e a calcinha, e sentou em cima do meu pau, começou com movimentos suaves pra cima e pra baixo e, aos poucos, foi acelerando o ritmo, os gemidos dela ficavam cada vez mais intensos, e os meus também.
_Ai, meu amor, como eu gosto de ter você dentro de mim, ahh!! Você gosta de como eu te fodo, ahh!!_
_Adoro, ahh!! Continua assim, não para._ — eu disse
_Sim, você gosta, ahh!! Me dá essa gozada, eu já tô chegando, vamos gozar juntos, AHH!!!_
Chegamos juntos ao clímax e, por alguns minutos, ficamos naquela posição abraçados, tentando recuperar o fôlego.
Chegou a hora de ir embora, o fim de semana cheio de luxúria acabou. Levei ela até a casa dela, nos despedimos com muitos beijos, claro, e prometendo repetir em outras oportunidades.
A vida continuou, nos vendo todo dia no trabalho, os rapidinhas no local, e algumas escapadas pra um hotel quando dava. Os meses passaram e o nosso lance só melhorava. Uma noite, a caminho da casa dela, ela me disse:
_Preciso te falar uma coisa importante_
CHANN!!!
_Tomei uma decisão._ — ela continuou
_Fala._ — respondi, curioso (pra ser sincero, não fazia ideia do que ela ia soltar)
_Não aguento mais, vivo com medo, tô podre de mentir, acabou._ — ela disse, firme
Fiquei mudo, perplexo, não esperava essa decisão nem de longe. Só fiquei olhando pra ela, e ela continuou:
_Vou me separar do Alberto (marido), já era_
_Que queeeê???_ — isso me deixou ainda mais perplexo. Eu amava ela profundamente, nunca pedi pra ela se separar, nem pressionei, nem nada. A decisão foi só dela, era o que ela queria, ter ela só pra mim, mas naquele momento me questionei se tava preparado pra encarar a situação e ser o responsável pela separação dela.
_Que vou me separar, quero ficar com você, construir algo juntos._ — ela disse, levantando um pouco a voz
_E as suas filhas??, você pensou??_
_Tá tudo pensado e analisado, sei que não vão gostar, vão sofrer, obviamente, mas_ Vão ter que superar isso, não são as primeiras nem as últimas filhas de pais separados — ela respondeu.
— Sim, tudo bem, mas a mãe largar o pai porque tem um namorado vai ser pesado e difícil de engolir pras suas filhas.
— Sim, já pensei nisso, de qualquer forma não vou me separar amanhã e depois de amanhã vou te apresentar como meu namorado, não sou tão louca assim — ela respondeu.
— Imagino.
— Vou ir conversando com meu marido sobre a separação aos poucos e quando terminar, a gente constrói o nosso devagar, você concorda? — ela disse.
— Totalmente, é algo que você tem que lidar, fica tranquila, tô sempre aqui — eu disse.
— Obrigada, meu amor, te vejo amanhã.
Vocês não têm ideia de como estava minha cabeça, os pensamentos, as ideias, as imagens se chocando. Era o que eu tanto tinha sonhado: parar de nos esconder, andar e sair livremente, ficar juntos quando quiséssemos e não só quando Ela podia. Eu tava seguro dos meus sentimentos, mas tudo veio de repente e me assustou, eu precisava me acalmar, deixar as coisas decantarem sozinhas e ficar do lado da Viviana pra apoiar ela (espiritualmente).
Passaram dias e semanas, a situação tava quase a mesma. Eu não perguntava, só escutava quando ela queria contar e de vez em quando dava minha opinião, a única diferença é que a Viviana arrumava mais tempo e mais dias pra gente ficar junto.
Uma tarde de sábado, num hotel depois de transar, a Vivi começou a falar:
— A gente já conversou muito com o Alberto (marido) sobre a separação. No começo, ele não queria, me pediu pra tentar, disse que queria me reconquistar, mas depois de tanta negativa ele entendeu que pra mim acabou.
— Você falou alguma coisa sobre a gente? — perguntei.
— Não, seria mais doloroso e criaria uma situação mais tensa, mas ele não é bobo e por mais que eu negue mil vezes que não tem outro, não sei se ele acreditou — respondeu.
— Desculpa, eu digo, desde um tempo atrás —Nessa parte a gente se vê mais dias e mais tempo, ele não vai desconfiar por causa disso? — eu disse.
— Pode ser, mas também parei de fazer muita coisa em casa, parei de ser a esposa que cuida do marido, saio com amigas, vou pra academia, etc., vivo minha vida, não só fujo pra ficar com você.
— Bom, espero que no dia em que ele te seguir seja saindo com amigas e não comigo. — eu disse.
— Quer continuar falando desse assunto? Porque eu tô com muita vontade de continuar fazendo amor. — ela me disse.
E obviamente continuamos.
Assim seguiram nossas vidas, Vivi tentando se separar, eu me preparando e assimilando um futuro juntos, e enquanto isso continuávamos com nossos encontros e saídas.
Um dia, Vivi me conta que em dois sábados era a festa de quinze anos da sobrinha, era em Tandil, se eu levava ela até a Retiro pra comprar as passagens de ônibus, porque o marido não ia e ela não queria dirigir na estrada. Fomos, compramos as passagens e na volta fizemos uma parada rápida num hotel. Os dias passaram e chegou a festa. Viviana tinha pedido folga no trabalho pra faltar no sábado e poder pegar o ônibus de sexta à noite. Quando fechei o local, levei ela até em casa, onde as filhas já esperavam com tudo pronto pra viagem.
Aquela noite foi a última vez que a vi. No sábado de manhã, quando cheguei no trabalho, fiquei sabendo que o ônibus em que Viviana viajava tinha batido de frente com um caminhão na Rota 3. Teve 7 mortos, e entre eles estava Viviana, e muitos feridos. Por sorte, as filhas se salvaram. Até hoje, enquanto escrevo essa história, me arrepio e as lágrimas caem. Viviana era uma mulher incrível, linda por fora, mas muito mais por dentro. Vai estar na minha lembrança pra sempre, e o melhor que me resta é ter feito parte da felicidade dela nos últimos meses da vida dela.
FIM
6 comentários - Viviana, uma história real II